← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa 21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 19 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Relação semântica entre 'bom' e 'ruim'. 'Bom' e 'ruim' têm sentidos opostos, por isso são antônimas. Em 'seja algo bom ou ruim', o narrador abrange todas as situações. A) Parônimas são palavras de grafia e som parecidos. B) Sinônimas têm sentido semelhante. D) Homônimas têm grafia ou som iguais e sentidos diferentes. E) Homófonas têm o mesmo som e grafia diferente. Referência: Semântica: antonímia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sentido de 'brincou com meus cabelos'. No contexto, a mãe acalma o filho aflito. 'Brincar com os cabelos' é um gesto de carinho e conforto, como um afago na cabeça. A) Zombar contraria o acolhimento da mãe. B), C) e D) indicam agressão, corte ou castigo, e nada disso aparece no texto, em que a mãe se mostra calma e acolhedora. Referência: Interpretação de texto: sentido contextual. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ideia predominante do personagem ao final do texto. O final do texto trata da saudade: o narrador adulto sente falta da mãe e quer compartilhar tudo com ela. O personagem é, portanto, um homem que sente saudades da mãe. A) Ele não perdeu contato por escolha, e o que domina é a saudade. C) Não há saudade da escola. D) O ódio à escola foi só um momento da infância. E) O bullying aparece no episódio, não no fecho do texto. Referência: Interpretação de texto: ideia central. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Motivo de a mãe não estar 'do outro lado'. O narrador diz que seu primeiro impulso é telefonar à mãe, mas lembra que ela 'não está mais do outro lado'. Fala em saudade e em 'lacuna que nunca vou preencher'. Isso indica que a mãe faleceu. A) Não se fala em falta de telefone. B) Não há rejeição da mãe, pelo contrário. C) Não há menção a viagem. E) O filho confiava nela, como mostra o texto. Referência: Interpretação de texto (inferência). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Função do travessão em diálogos. Nas linhas 17 e 18 o travessão introduz as falas das personagens: 'Fiz xixi na calça!' é do narrador (o menino) e 'É brincadeira?' é da mãe. Ele marca, portanto, a fala do protagonista e a de sua mãe. A) Há duas personagens falando, não uma só. B) O travessão não indica mudança de ideia. C) Não há amigo no diálogo. D) O travessão indica a troca de interlocutor, não paciência ou humor. Referência: Pontuação: travessão no discurso direto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Uso correto das formas 'porque', 'por que', 'por quê' e 'porquê'. Em 'Sou feliz porque você está aqui', 'porque' é conjunção causal ou explicativa e se escreve junto e sem acento. Esse é o emprego correto, o mesmo do texto. B) 'Não sei porque' exige 'por que' (interrogativa indireta: não sei por que). C) Pergunta direta no início da frase pede 'Por que'. D) Pergunta no final da frase pede 'por quê', com acento. E) 'o porquê' é substantivo e levaria acento: 'o porquê'. Referência: Ortografia: uso dos porquês. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Valor semântico da conjunção 'mas' (adversão). No trecho, 'Mas' liga a expectativa de bronca (culpa, pavor) à reação calma da mãe, e isso é uma oposição. Entre as alternativas, 'Porém' é a única conjunção adversativa equivalente a 'mas'. A) 'Portanto' é conclusiva e não marca oposição. C) 'Visto que' é causal. D) 'Quando' é temporal. E) 'Contanto' (que) é condicional. Todas mudam o sentido original. Referência: Conjunções coordenativas adversativas (mas, porém, contudo, todavia, entretanto). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Questão anulada Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar de Curitiba — Processo Seletivo 2017/2018 — 6º ano — Exame Intelectual de Português
Texto 1
Xixi na Calça
01 Aos nove anos, eu tinha uma professora muito brava. Não sem motivo. Boa parte dos
alunos pedia para ir ao banheiro somente para fugir. Eu era dos mais quietinhos. Certo dia
me deu uma vontade tremenda de fazer xixi. Ergui o braço. Era o terceiro querendo sair.
Ouvi um sonoro “não”. Foi um desespero. Tentava segurar a vontade. O final do período
05 se aproximava. Torcia as pernas e me remexia. Os minutos pareciam mais lentos!
De repente, aconteceu!
Senti um calorzinho nas pernas e uma bruta sensação de alívio. Relaxei. Minhas
calças, minhas meias, molhadas! Ainda tive esperança. Minha carteira era ao lado da
parede. Talvez ninguém notasse a enorme poça embaixo dos meus pés! [...]
10 Tocou o sinal. Peguei a mochila. Meias pingando, uma enorme roda úmida no
bumbum!
A infância é cruel. Saí da classe com a molecada gritando atrás:
- Ele fez xixi na calça! Ele fez xixi na calça! [...]
Corri ainda mais depressa! Nunca, nunca mais queria voltar às aulas!
15 Mamãe tinha um pequeno bazar. Morávamos nos fundos. Entrei pela loja. Ela estava
sozinha no balcão. Lamentei-me angustiado.
- Fiz xixi na calça!
- É brincadeira? - espantou-se.
Mostrei. Preparei-me para a bronca. Minha sensação era de culpa, pavor! Mas
20 mamãe ficou calma.
- Então depressa. Toma um banho! Ponha uma roupa limpa!
Deu uma fugidinha da loja. Botou a calça de molho. Serviu o almoço. De tanta
angústia, eu quase chorava:
- Nunca, nunca mais eu vou para a escola! Vou parar de estudar!
25 Ela brincou com meus cabelos. [...] Aos poucos me acalmou, porque eu estava
muito nervoso. Transformou o drama em brincadeira. De noite, quando papai chegou
voltou ao assunto. Até consegui dar risada.
Estava certa. Ninguém continuou me infernizando. Não fui o primeiro, nem o
último, a fazer xixi em plena aula!
30 Agora, depois de tanto tempo, lembro das vezes que desabafava com ela. Também
era ótimo dividir os grandes momentos. [...]
Às vezes, quando acontece uma coisa importante, meu primeiro impulso é lhe
telefonar. Em seguida, meu coração se aperta. Lembro que não está mais do outro lado.
Como posso esquecer, até por um instante? Descobri o motivo. Podia contar com mamãe,
35 como os filhos nunca deixam de contar. Ela ficaria do meu lado, como no dia em que fiz
xixi na calça! Não é a memória que me trai, mas saudade. Seu amor deixou uma lacuna
que nunca vou preencher. Seja algo bom ou ruim, sempre terei vontade de compartilhar
com ela.
Adaptado. CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. 1ª edição.São Paulo: Moderna, 2009. (Coleção Veredas).
Responda os itens de 1 a 9 de acordo com o Texto 1.
Na oração: “Ela ficaria do meu lado”, (linha 35), o pronome pessoal do caso reto destacado substitui, no parágrafo, a palavra:
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Texto 1
Xixi na Calça
01 Aos nove anos, eu tinha uma professora muito brava. Não sem motivo. Boa parte dos
alunos pedia para ir ao banheiro somente para fugir. Eu era dos mais quietinhos. Certo dia
me deu uma vontade tremenda de fazer xixi. Ergui o braço. Era o terceiro querendo sair.
Ouvi um sonoro “não”. Foi um desespero. Tentava segurar a vontade. O final do período
05 se aproximava. Torcia as pernas e me remexia. Os minutos pareciam mais lentos!
De repente, aconteceu!
Senti um calorzinho nas pernas e uma bruta sensação de alívio. Relaxei. Minhas
calças, minhas meias, molhadas! Ainda tive esperança. Minha carteira era ao lado da
parede. Talvez ninguém notasse a enorme poça embaixo dos meus pés! [...]
10 Tocou o sinal. Peguei a mochila. Meias pingando, uma enorme roda úmida no
bumbum!
A infância é cruel. Saí da classe com a molecada gritando atrás:
- Ele fez xixi na calça! Ele fez xixi na calça! [...]
Corri ainda mais depressa! Nunca, nunca mais queria voltar às aulas!
15 Mamãe tinha um pequeno bazar. Morávamos nos fundos. Entrei pela loja. Ela estava
sozinha no balcão. Lamentei-me angustiado.
- Fiz xixi na calça!
- É brincadeira? - espantou-se.
Mostrei. Preparei-me para a bronca. Minha sensação era de culpa, pavor! Mas
20 mamãe ficou calma.
- Então depressa. Toma um banho! Ponha uma roupa limpa!
Deu uma fugidinha da loja. Botou a calça de molho. Serviu o almoço. De tanta
angústia, eu quase chorava:
- Nunca, nunca mais eu vou para a escola! Vou parar de estudar!
25 Ela brincou com meus cabelos. [...] Aos poucos me acalmou, porque eu estava
muito nervoso. Transformou o drama em brincadeira. De noite, quando papai chegou
voltou ao assunto. Até consegui dar risada.
Estava certa. Ninguém continuou me infernizando. Não fui o primeiro, nem o
último, a fazer xixi em plena aula!
30 Agora, depois de tanto tempo, lembro das vezes que desabafava com ela. Também
era ótimo dividir os grandes momentos. [...]
Às vezes, quando acontece uma coisa importante, meu primeiro impulso é lhe
telefonar. Em seguida, meu coração se aperta. Lembro que não está mais do outro lado.
Como posso esquecer, até por um instante? Descobri o motivo. Podia contar com mamãe,
35 como os filhos nunca deixam de contar. Ela ficaria do meu lado, como no dia em que fiz
xixi na calça! Não é a memória que me trai, mas saudade. Seu amor deixou uma lacuna
que nunca vou preencher. Seja algo bom ou ruim, sempre terei vontade de compartilhar
com ela.
Adaptado. CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. 1ª edição.São Paulo: Moderna, 2009. (Coleção Veredas).
Responda os itens de 1 a 9 de acordo com o Texto 1.
Na linha 37, último parágrafo, as palavras bom e ruim são usadas como:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1
Xixi na Calça
01 Aos nove anos, eu tinha uma professora muito brava. Não sem motivo. Boa parte dos
alunos pedia para ir ao banheiro somente para fugir. Eu era dos mais quietinhos. Certo dia
me deu uma vontade tremenda de fazer xixi. Ergui o braço. Era o terceiro querendo sair.
Ouvi um sonoro “não”. Foi um desespero. Tentava segurar a vontade. O final do período
05 se aproximava. Torcia as pernas e me remexia. Os minutos pareciam mais lentos!
De repente, aconteceu!
Senti um calorzinho nas pernas e uma bruta sensação de alívio. Relaxei. Minhas
calças, minhas meias, molhadas! Ainda tive esperança. Minha carteira era ao lado da
parede. Talvez ninguém notasse a enorme poça embaixo dos meus pés! [...]
10 Tocou o sinal. Peguei a mochila. Meias pingando, uma enorme roda úmida no
bumbum!
A infância é cruel. Saí da classe com a molecada gritando atrás:
- Ele fez xixi na calça! Ele fez xixi na calça! [...]
Corri ainda mais depressa! Nunca, nunca mais queria voltar às aulas!
15 Mamãe tinha um pequeno bazar. Morávamos nos fundos. Entrei pela loja. Ela estava
sozinha no balcão. Lamentei-me angustiado.
- Fiz xixi na calça!
- É brincadeira? - espantou-se.
Mostrei. Preparei-me para a bronca. Minha sensação era de culpa, pavor! Mas
20 mamãe ficou calma.
- Então depressa. Toma um banho! Ponha uma roupa limpa!
Deu uma fugidinha da loja. Botou a calça de molho. Serviu o almoço. De tanta
angústia, eu quase chorava:
- Nunca, nunca mais eu vou para a escola! Vou parar de estudar!
25 Ela brincou com meus cabelos. [...] Aos poucos me acalmou, porque eu estava
muito nervoso. Transformou o drama em brincadeira. De noite, quando papai chegou
voltou ao assunto. Até consegui dar risada.
Estava certa. Ninguém continuou me infernizando. Não fui o primeiro, nem o
último, a fazer xixi em plena aula!
30 Agora, depois de tanto tempo, lembro das vezes que desabafava com ela. Também
era ótimo dividir os grandes momentos. [...]
Às vezes, quando acontece uma coisa importante, meu primeiro impulso é lhe
telefonar. Em seguida, meu coração se aperta. Lembro que não está mais do outro lado.
Como posso esquecer, até por um instante? Descobri o motivo. Podia contar com mamãe,
35 como os filhos nunca deixam de contar. Ela ficaria do meu lado, como no dia em que fiz
xixi na calça! Não é a memória que me trai, mas saudade. Seu amor deixou uma lacuna
que nunca vou preencher. Seja algo bom ou ruim, sempre terei vontade de compartilhar
com ela.
Adaptado. CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. 1ª edição.São Paulo: Moderna, 2009. (Coleção Veredas).
Responda os itens de 1 a 9 de acordo com o Texto 1.
A expressão “Ela brincou com meus cabelos” (linha 25), indica que a mãe provavelmente:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1
Xixi na Calça
01 Aos nove anos, eu tinha uma professora muito brava. Não sem motivo. Boa parte dos
alunos pedia para ir ao banheiro somente para fugir. Eu era dos mais quietinhos. Certo dia
me deu uma vontade tremenda de fazer xixi. Ergui o braço. Era o terceiro querendo sair.
Ouvi um sonoro “não”. Foi um desespero. Tentava segurar a vontade. O final do período
05 se aproximava. Torcia as pernas e me remexia. Os minutos pareciam mais lentos!
De repente, aconteceu!
Senti um calorzinho nas pernas e uma bruta sensação de alívio. Relaxei. Minhas
calças, minhas meias, molhadas! Ainda tive esperança. Minha carteira era ao lado da
parede. Talvez ninguém notasse a enorme poça embaixo dos meus pés! [...]
10 Tocou o sinal. Peguei a mochila. Meias pingando, uma enorme roda úmida no
bumbum!
A infância é cruel. Saí da classe com a molecada gritando atrás:
- Ele fez xixi na calça! Ele fez xixi na calça! [...]
Corri ainda mais depressa! Nunca, nunca mais queria voltar às aulas!
15 Mamãe tinha um pequeno bazar. Morávamos nos fundos. Entrei pela loja. Ela estava
sozinha no balcão. Lamentei-me angustiado.
- Fiz xixi na calça!
- É brincadeira? - espantou-se.
Mostrei. Preparei-me para a bronca. Minha sensação era de culpa, pavor! Mas
20 mamãe ficou calma.
- Então depressa. Toma um banho! Ponha uma roupa limpa!
Deu uma fugidinha da loja. Botou a calça de molho. Serviu o almoço. De tanta
angústia, eu quase chorava:
- Nunca, nunca mais eu vou para a escola! Vou parar de estudar!
25 Ela brincou com meus cabelos. [...] Aos poucos me acalmou, porque eu estava
muito nervoso. Transformou o drama em brincadeira. De noite, quando papai chegou
voltou ao assunto. Até consegui dar risada.
Estava certa. Ninguém continuou me infernizando. Não fui o primeiro, nem o
último, a fazer xixi em plena aula!
30 Agora, depois de tanto tempo, lembro das vezes que desabafava com ela. Também
era ótimo dividir os grandes momentos. [...]
Às vezes, quando acontece uma coisa importante, meu primeiro impulso é lhe
telefonar. Em seguida, meu coração se aperta. Lembro que não está mais do outro lado.
Como posso esquecer, até por um instante? Descobri o motivo. Podia contar com mamãe,
35 como os filhos nunca deixam de contar. Ela ficaria do meu lado, como no dia em que fiz
xixi na calça! Não é a memória que me trai, mas saudade. Seu amor deixou uma lacuna
que nunca vou preencher. Seja algo bom ou ruim, sempre terei vontade de compartilhar
com ela.
Adaptado. CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. 1ª edição.São Paulo: Moderna, 2009. (Coleção Veredas).
Responda os itens de 1 a 9 de acordo com o Texto 1.
A ideia predominante que se pode atribuir ao personagem principal ao término do texto é a de um:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1
Xixi na Calça
01 Aos nove anos, eu tinha uma professora muito brava. Não sem motivo. Boa parte dos
alunos pedia para ir ao banheiro somente para fugir. Eu era dos mais quietinhos. Certo dia
me deu uma vontade tremenda de fazer xixi. Ergui o braço. Era o terceiro querendo sair.
Ouvi um sonoro “não”. Foi um desespero. Tentava segurar a vontade. O final do período
05 se aproximava. Torcia as pernas e me remexia. Os minutos pareciam mais lentos!
De repente, aconteceu!
Senti um calorzinho nas pernas e uma bruta sensação de alívio. Relaxei. Minhas
calças, minhas meias, molhadas! Ainda tive esperança. Minha carteira era ao lado da
parede. Talvez ninguém notasse a enorme poça embaixo dos meus pés! [...]
10 Tocou o sinal. Peguei a mochila. Meias pingando, uma enorme roda úmida no
bumbum!
A infância é cruel. Saí da classe com a molecada gritando atrás:
- Ele fez xixi na calça! Ele fez xixi na calça! [...]
Corri ainda mais depressa! Nunca, nunca mais queria voltar às aulas!
15 Mamãe tinha um pequeno bazar. Morávamos nos fundos. Entrei pela loja. Ela estava
sozinha no balcão. Lamentei-me angustiado.
- Fiz xixi na calça!
- É brincadeira? - espantou-se.
Mostrei. Preparei-me para a bronca. Minha sensação era de culpa, pavor! Mas
20 mamãe ficou calma.
- Então depressa. Toma um banho! Ponha uma roupa limpa!
Deu uma fugidinha da loja. Botou a calça de molho. Serviu o almoço. De tanta
angústia, eu quase chorava:
- Nunca, nunca mais eu vou para a escola! Vou parar de estudar!
25 Ela brincou com meus cabelos. [...] Aos poucos me acalmou, porque eu estava
muito nervoso. Transformou o drama em brincadeira. De noite, quando papai chegou
voltou ao assunto. Até consegui dar risada.
Estava certa. Ninguém continuou me infernizando. Não fui o primeiro, nem o
último, a fazer xixi em plena aula!
30 Agora, depois de tanto tempo, lembro das vezes que desabafava com ela. Também
era ótimo dividir os grandes momentos. [...]
Às vezes, quando acontece uma coisa importante, meu primeiro impulso é lhe
telefonar. Em seguida, meu coração se aperta. Lembro que não está mais do outro lado.
Como posso esquecer, até por um instante? Descobri o motivo. Podia contar com mamãe,
35 como os filhos nunca deixam de contar. Ela ficaria do meu lado, como no dia em que fiz
xixi na calça! Não é a memória que me trai, mas saudade. Seu amor deixou uma lacuna
que nunca vou preencher. Seja algo bom ou ruim, sempre terei vontade de compartilhar
com ela.
Adaptado. CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. 1ª edição.São Paulo: Moderna, 2009. (Coleção Veredas).
Responda os itens de 1 a 9 de acordo com o Texto 1.
O motivo de a mãe do personagem não estar mais “do outro lado” (linha 33) é:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1
Xixi na Calça
01 Aos nove anos, eu tinha uma professora muito brava. Não sem motivo. Boa parte dos
alunos pedia para ir ao banheiro somente para fugir. Eu era dos mais quietinhos. Certo dia
me deu uma vontade tremenda de fazer xixi. Ergui o braço. Era o terceiro querendo sair.
Ouvi um sonoro “não”. Foi um desespero. Tentava segurar a vontade. O final do período
05 se aproximava. Torcia as pernas e me remexia. Os minutos pareciam mais lentos!
De repente, aconteceu!
Senti um calorzinho nas pernas e uma bruta sensação de alívio. Relaxei. Minhas
calças, minhas meias, molhadas! Ainda tive esperança. Minha carteira era ao lado da
parede. Talvez ninguém notasse a enorme poça embaixo dos meus pés! [...]
10 Tocou o sinal. Peguei a mochila. Meias pingando, uma enorme roda úmida no
bumbum!
A infância é cruel. Saí da classe com a molecada gritando atrás:
- Ele fez xixi na calça! Ele fez xixi na calça! [...]
Corri ainda mais depressa! Nunca, nunca mais queria voltar às aulas!
15 Mamãe tinha um pequeno bazar. Morávamos nos fundos. Entrei pela loja. Ela estava
sozinha no balcão. Lamentei-me angustiado.
- Fiz xixi na calça!
- É brincadeira? - espantou-se.
Mostrei. Preparei-me para a bronca. Minha sensação era de culpa, pavor! Mas
20 mamãe ficou calma.
- Então depressa. Toma um banho! Ponha uma roupa limpa!
Deu uma fugidinha da loja. Botou a calça de molho. Serviu o almoço. De tanta
angústia, eu quase chorava:
- Nunca, nunca mais eu vou para a escola! Vou parar de estudar!
25 Ela brincou com meus cabelos. [...] Aos poucos me acalmou, porque eu estava
muito nervoso. Transformou o drama em brincadeira. De noite, quando papai chegou
voltou ao assunto. Até consegui dar risada.
Estava certa. Ninguém continuou me infernizando. Não fui o primeiro, nem o
último, a fazer xixi em plena aula!
30 Agora, depois de tanto tempo, lembro das vezes que desabafava com ela. Também
era ótimo dividir os grandes momentos. [...]
Às vezes, quando acontece uma coisa importante, meu primeiro impulso é lhe
telefonar. Em seguida, meu coração se aperta. Lembro que não está mais do outro lado.
Como posso esquecer, até por um instante? Descobri o motivo. Podia contar com mamãe,
35 como os filhos nunca deixam de contar. Ela ficaria do meu lado, como no dia em que fiz
xixi na calça! Não é a memória que me trai, mas saudade. Seu amor deixou uma lacuna
que nunca vou preencher. Seja algo bom ou ruim, sempre terei vontade de compartilhar
com ela.
Adaptado. CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. 1ª edição.São Paulo: Moderna, 2009. (Coleção Veredas).
Responda os itens de 1 a 9 de acordo com o Texto 1.
Nos trechos “— Fiz xixi na calça!”
“— É brincadeira?” [...] (linhas 17 e 18).
O sinal em destaque, travessão (—), é utilizado para indicar a:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1
Xixi na Calça
01 Aos nove anos, eu tinha uma professora muito brava. Não sem motivo. Boa parte dos
alunos pedia para ir ao banheiro somente para fugir. Eu era dos mais quietinhos. Certo dia
me deu uma vontade tremenda de fazer xixi. Ergui o braço. Era o terceiro querendo sair.
Ouvi um sonoro “não”. Foi um desespero. Tentava segurar a vontade. O final do período
05 se aproximava. Torcia as pernas e me remexia. Os minutos pareciam mais lentos!
De repente, aconteceu!
Senti um calorzinho nas pernas e uma bruta sensação de alívio. Relaxei. Minhas
calças, minhas meias, molhadas! Ainda tive esperança. Minha carteira era ao lado da
parede. Talvez ninguém notasse a enorme poça embaixo dos meus pés! [...]
10 Tocou o sinal. Peguei a mochila. Meias pingando, uma enorme roda úmida no
bumbum!
A infância é cruel. Saí da classe com a molecada gritando atrás:
- Ele fez xixi na calça! Ele fez xixi na calça! [...]
Corri ainda mais depressa! Nunca, nunca mais queria voltar às aulas!
15 Mamãe tinha um pequeno bazar. Morávamos nos fundos. Entrei pela loja. Ela estava
sozinha no balcão. Lamentei-me angustiado.
- Fiz xixi na calça!
- É brincadeira? - espantou-se.
Mostrei. Preparei-me para a bronca. Minha sensação era de culpa, pavor! Mas
20 mamãe ficou calma.
- Então depressa. Toma um banho! Ponha uma roupa limpa!
Deu uma fugidinha da loja. Botou a calça de molho. Serviu o almoço. De tanta
angústia, eu quase chorava:
- Nunca, nunca mais eu vou para a escola! Vou parar de estudar!
25 Ela brincou com meus cabelos. [...] Aos poucos me acalmou, porque eu estava
muito nervoso. Transformou o drama em brincadeira. De noite, quando papai chegou
voltou ao assunto. Até consegui dar risada.
Estava certa. Ninguém continuou me infernizando. Não fui o primeiro, nem o
último, a fazer xixi em plena aula!
30 Agora, depois de tanto tempo, lembro das vezes que desabafava com ela. Também
era ótimo dividir os grandes momentos. [...]
Às vezes, quando acontece uma coisa importante, meu primeiro impulso é lhe
telefonar. Em seguida, meu coração se aperta. Lembro que não está mais do outro lado.
Como posso esquecer, até por um instante? Descobri o motivo. Podia contar com mamãe,
35 como os filhos nunca deixam de contar. Ela ficaria do meu lado, como no dia em que fiz
xixi na calça! Não é a memória que me trai, mas saudade. Seu amor deixou uma lacuna
que nunca vou preencher. Seja algo bom ou ruim, sempre terei vontade de compartilhar
com ela.
Adaptado. CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. 1ª edição.São Paulo: Moderna, 2009. (Coleção Veredas).
Responda os itens de 1 a 9 de acordo com o Texto 1.
Nas linhas 25 e 26, na frase “Aos poucos me acalmou, porque eu estava muito nervoso.”, considerando as diferentes grafias da palavra porque, assinale a alternativa em que seu emprego está de acordo com a norma formal.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1
Xixi na Calça
01 Aos nove anos, eu tinha uma professora muito brava. Não sem motivo. Boa parte dos
alunos pedia para ir ao banheiro somente para fugir. Eu era dos mais quietinhos. Certo dia
me deu uma vontade tremenda de fazer xixi. Ergui o braço. Era o terceiro querendo sair.
Ouvi um sonoro “não”. Foi um desespero. Tentava segurar a vontade. O final do período
05 se aproximava. Torcia as pernas e me remexia. Os minutos pareciam mais lentos!
De repente, aconteceu!
Senti um calorzinho nas pernas e uma bruta sensação de alívio. Relaxei. Minhas
calças, minhas meias, molhadas! Ainda tive esperança. Minha carteira era ao lado da
parede. Talvez ninguém notasse a enorme poça embaixo dos meus pés! [...]
10 Tocou o sinal. Peguei a mochila. Meias pingando, uma enorme roda úmida no
bumbum!
A infância é cruel. Saí da classe com a molecada gritando atrás:
- Ele fez xixi na calça! Ele fez xixi na calça! [...]
Corri ainda mais depressa! Nunca, nunca mais queria voltar às aulas!
15 Mamãe tinha um pequeno bazar. Morávamos nos fundos. Entrei pela loja. Ela estava
sozinha no balcão. Lamentei-me angustiado.
- Fiz xixi na calça!
- É brincadeira? - espantou-se.
Mostrei. Preparei-me para a bronca. Minha sensação era de culpa, pavor! Mas
20 mamãe ficou calma.
- Então depressa. Toma um banho! Ponha uma roupa limpa!
Deu uma fugidinha da loja. Botou a calça de molho. Serviu o almoço. De tanta
angústia, eu quase chorava:
- Nunca, nunca mais eu vou para a escola! Vou parar de estudar!
25 Ela brincou com meus cabelos. [...] Aos poucos me acalmou, porque eu estava
muito nervoso. Transformou o drama em brincadeira. De noite, quando papai chegou
voltou ao assunto. Até consegui dar risada.
Estava certa. Ninguém continuou me infernizando. Não fui o primeiro, nem o
último, a fazer xixi em plena aula!
30 Agora, depois de tanto tempo, lembro das vezes que desabafava com ela. Também
era ótimo dividir os grandes momentos. [...]
Às vezes, quando acontece uma coisa importante, meu primeiro impulso é lhe
telefonar. Em seguida, meu coração se aperta. Lembro que não está mais do outro lado.
Como posso esquecer, até por um instante? Descobri o motivo. Podia contar com mamãe,
35 como os filhos nunca deixam de contar. Ela ficaria do meu lado, como no dia em que fiz
xixi na calça! Não é a memória que me trai, mas saudade. Seu amor deixou uma lacuna
que nunca vou preencher. Seja algo bom ou ruim, sempre terei vontade de compartilhar
com ela.
Adaptado. CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. 1ª edição.São Paulo: Moderna, 2009. (Coleção Veredas).
Responda os itens de 1 a 9 de acordo com o Texto 1.
No trecho “Estava certa. Ninguém continuou me infernizando.” (linha 28), a palavra destacada, no contexto, equivale a:
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Texto 1
Xixi na Calça
01 Aos nove anos, eu tinha uma professora muito brava. Não sem motivo. Boa parte dos
alunos pedia para ir ao banheiro somente para fugir. Eu era dos mais quietinhos. Certo dia
me deu uma vontade tremenda de fazer xixi. Ergui o braço. Era o terceiro querendo sair.
Ouvi um sonoro “não”. Foi um desespero. Tentava segurar a vontade. O final do período
05 se aproximava. Torcia as pernas e me remexia. Os minutos pareciam mais lentos!
De repente, aconteceu!
Senti um calorzinho nas pernas e uma bruta sensação de alívio. Relaxei. Minhas
calças, minhas meias, molhadas! Ainda tive esperança. Minha carteira era ao lado da
parede. Talvez ninguém notasse a enorme poça embaixo dos meus pés! [...]
10 Tocou o sinal. Peguei a mochila. Meias pingando, uma enorme roda úmida no
bumbum!
A infância é cruel. Saí da classe com a molecada gritando atrás:
- Ele fez xixi na calça! Ele fez xixi na calça! [...]
Corri ainda mais depressa! Nunca, nunca mais queria voltar às aulas!
15 Mamãe tinha um pequeno bazar. Morávamos nos fundos. Entrei pela loja. Ela estava
sozinha no balcão. Lamentei-me angustiado.
- Fiz xixi na calça!
- É brincadeira? - espantou-se.
Mostrei. Preparei-me para a bronca. Minha sensação era de culpa, pavor! Mas
20 mamãe ficou calma.
- Então depressa. Toma um banho! Ponha uma roupa limpa!
Deu uma fugidinha da loja. Botou a calça de molho. Serviu o almoço. De tanta
angústia, eu quase chorava:
- Nunca, nunca mais eu vou para a escola! Vou parar de estudar!
25 Ela brincou com meus cabelos. [...] Aos poucos me acalmou, porque eu estava
muito nervoso. Transformou o drama em brincadeira. De noite, quando papai chegou
voltou ao assunto. Até consegui dar risada.
Estava certa. Ninguém continuou me infernizando. Não fui o primeiro, nem o
último, a fazer xixi em plena aula!
30 Agora, depois de tanto tempo, lembro das vezes que desabafava com ela. Também
era ótimo dividir os grandes momentos. [...]
Às vezes, quando acontece uma coisa importante, meu primeiro impulso é lhe
telefonar. Em seguida, meu coração se aperta. Lembro que não está mais do outro lado.
Como posso esquecer, até por um instante? Descobri o motivo. Podia contar com mamãe,
35 como os filhos nunca deixam de contar. Ela ficaria do meu lado, como no dia em que fiz
xixi na calça! Não é a memória que me trai, mas saudade. Seu amor deixou uma lacuna
que nunca vou preencher. Seja algo bom ou ruim, sempre terei vontade de compartilhar
com ela.
Adaptado. CARRASCO, Walcyr. Histórias para a sala de aula: crônicas do cotidiano. 1ª edição.São Paulo: Moderna, 2009. (Coleção Veredas).
Responda os itens de 1 a 9 de acordo com o Texto 1.
“Mostrei. Preparei-me para a bronca. Minha sensação era de culpa, pavor! Mas mamãe ficou calma.” (linhas 19 e 20). Qual das alternativas abaixo mantém o mesmo sentido do fragmento acima?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 2
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Nik. Gaturro. Cotia:Vergara & Ribas Editoras, 2008. p.7.
Responda os itens 10 e 11 de acordo com o Texto 2.
No último quadrinho da tira há uma quebra de expectativa, que pode ser compreendida da seguinte forma:
Texto 2
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Nik. Gaturro. Cotia:Vergara & Ribas Editoras, 2008. p.7.
Responda os itens 10 e 11 de acordo com o Texto 2.
No último quadrinho há o uso de dois-pontos. Qual alternativa exemplifica e explica o uso desse recurso no quadrinho?
Texto 3
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Fonte: Quino (2003, p.198, tira 1)
Responda os itens 12 e 13 de acordo com o Texto 3.
No último quadrinho da tira, ele ficou infeliz. Isso se deve ao fato de:
Texto 3
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Fonte: Quino (2003, p.198, tira 1)
Responda os itens 12 e 13 de acordo com o Texto 3.
A expressão “Meu Deus!”, e a linguagem não verbal do menino no último quadrinho, expressa:
Texto 4
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(Angeli. Ozzy – As lesmas carnívoras e outros amigos esquisitos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, v. 4, p. 29.)
Responda os itens de 14 a 17 de acordo com o Texto 4.
A expressão “no entanto” (2º quadrinho) pode, sem a perda do sentido, ser substituída por:
Texto 4
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(Angeli. Ozzy – As lesmas carnívoras e outros amigos esquisitos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, v. 4, p. 29.)
Responda os itens de 14 a 17 de acordo com o Texto 4.
No 2º quadrinho, a fala da professora denota que Ozzy:
Texto 4
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(Angeli. Ozzy – As lesmas carnívoras e outros amigos esquisitos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, v. 4, p. 29.)
Responda os itens de 14 a 17 de acordo com o Texto 4.
No último quadrinho, o desapontamento de Ozzy dá-se pelo fato de ele:
Texto 4
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(Angeli. Ozzy – As lesmas carnívoras e outros amigos esquisitos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, v. 4, p. 29.)
Responda os itens de 14 a 17 de acordo com o Texto 4.
No fragmento do 2º quadrinho, “No entanto, não esqueceu o seu exército de piolhos selvagens”. A professora utiliza o termo em destaque a fim de enfatizar:
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Texto 5
O que é bom
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“Ler (na escola ou no lar)
É melhor do que estudar.
Estudar pode ser chato –
Aprender é um barato!
E por isso que é bom ler
Distrair-se e aprender.
A leitura é uma alegria –
Livro é supercompanhia
Triste, alegre ou esquisito.
Mesmo feioso é bonito.
Ser leitor é uma esperteza
Livro sempre traz riqueza.
Riso, medo, emoção –
Ler faz bem pro coração!
E também é bom à beça
Para a alma e a cabeça!”
Tatiana Belink. Um caldeirão de poemas 2. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2008.p.54.
Responda os itens de 18 a 20 de acordo com o Texto 5.
Ao ler os versos “Triste, alegre ou esquisito. Mesmo feioso é bonito.” (versos 9 e 10), e considerar o contexto, pode-se compreender que:
Texto 5
O que é bom
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“Ler (na escola ou no lar)
É melhor do que estudar.
Estudar pode ser chato –
Aprender é um barato!
E por isso que é bom ler
Distrair-se e aprender.
A leitura é uma alegria –
Livro é supercompanhia
Triste, alegre ou esquisito.
Mesmo feioso é bonito.
Ser leitor é uma esperteza
Livro sempre traz riqueza.
Riso, medo, emoção –
Ler faz bem pro coração!
E também é bom à beça
Para a alma e a cabeça!”
Tatiana Belink. Um caldeirão de poemas 2. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2008.p.54.
Responda os itens de 18 a 20 de acordo com o Texto 5.
Segundo o contexto do poema, considere as assertivas a seguir.
I - A leitura como um hábito agrega ao leitor aprendizado, distração e faz bem a saúde.
II - A autora faz a seguinte comparação entre leitura e o ato de estudar: Ler é melhor do que estudar.
III - O ato de ler pode distrair o leitor que não quer aprender.
IV - A leitura provoca, no leitor inevitavelmente, o medo que acelera o coração.
V - A leitura é uma ação tão positiva que provoca grandeza da alma e mantém a cabeça esperta.
Marque a alternativa correta.
Texto 5
O que é bom
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“Ler (na escola ou no lar)
É melhor do que estudar.
Estudar pode ser chato –
Aprender é um barato!
E por isso que é bom ler
Distrair-se e aprender.
A leitura é uma alegria –
Livro é supercompanhia
Triste, alegre ou esquisito.
Mesmo feioso é bonito.
Ser leitor é uma esperteza
Livro sempre traz riqueza.
Riso, medo, emoção –
Ler faz bem pro coração!
E também é bom à beça
Para a alma e a cabeça!”
Tatiana Belink. Um caldeirão de poemas 2. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2008.p.54.
Responda os itens de 18 a 20 de acordo com o Texto 5.
“Ler (na escola ou no lar) é melhor do que estudar”. (versos 1 e 2). No fragmento, a expressão em destaque tem sentido de:
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