← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Porto Alegre · 6º Ano / Ensino Fundamental 20 questões nesta prova · 19 com gabarito Gabarito disponível Função da repetição de 'entende-se'. A repetição serve para introduzir duas definições seguidas, a de 'ilha' e a de 'dimensões continentais'. Ela reforça o objetivo do texto, que é informar o conceito ao leitor de forma clara e didática. A) Nada indica que o autor queira exibir autoridade. B) O foco é o conceito de ilha, não o ato mental de entender. C) A segunda ocorrência introduz outra definição e não pode ser cortada sem prejuízo. D) Não é erro, e sim recurso de clareza textual. Referência: Interpretação — recursos de coesão e função do texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Inferência a partir do conceito de ilha. O texto diz que a ilha precisa ser menor que a Austrália, que tem área quase equivalente à da Oceania. A Austrália fica logo abaixo do limite de 'dimensões continentais', portanto é considerada ilha, apesar de ter tamanho quase continental. A) A Oceania é continente e é maior que a Austrália, então não pode ser ilha. C) O texto diz que há milhares de ilhas, não poucas. D) Terras emersas só são ilhas se cercadas de água e menores que a Austrália. E) A Indonésia é um país formado por ilhas, e o texto não a chama de a menor ilha. Referência: Interpretação — inferência Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Locuções adjetivas equivalentes a vulcânicas, continentais, fluviais e lacustres. As ilhas vulcânicas são 'de vulcão'; as continentais, 'de continente'; as fluviais, 'de rio'; as lacustres, 'de lago'. A ordem coincide com a do texto, e a alternativa D traz exatamente essa sequência. A) Inverte a ordem e usa 'de morros', que não corresponde a vulcânicas. B) 'De solos' e 'de locais' não equivalem a vulcânicas e continentais. C) 'De países' e 'de chuvas' não correspondem às classes do texto. E) 'De terras', 'de estados', 'de águas' e 'de locais' não equivalem a nenhum dos adjetivos. Referência: Morfologia — locução adjetiva Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Finalidade das descrições do rio e da ilha. Adjetivos como 'silencioso', 'solitária', 'perdida' e a ideia de mata fechada criam uma atmosfera de mistério e suspense. Essa atmosfera prepara a aventura dos meninos, que se perguntam 'quem viveria lá?'. A) O texto não pretende definir como devem ser rios e ilhas. B) O nome da ilha é explicado depois pelos personagens, não por essas descrições. D) A descrição não é neutra, pois tem função expressiva e de ambientação. E) O texto fala de um rio específico, o Paraíba, e não generaliza sobre os rios de Taubaté. Referência: Interpretação — função da descrição Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sentimento que a ilha NÃO despertava nos meninos. Os meninos ficavam horas conversando sobre a ilha (curiosidade), sonhavam com ela (excitação), tinham os olhos brilhando (entusiasmo) e levantavam hipóteses (especulação). Em nenhum momento demonstram apreensão, ou seja, preocupação ou receio sério. Eles apenas desejam ir até lá. A, B, C e D correspondem a atitudes mostradas no texto: perguntas, sonhos, olhos brilhando e conjecturas sobre quem viveria lá. Por isso não são a resposta de 'NÃO despertava'. Referência: Interpretação de texto narrativo Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Inferir o tamanho da fazenda a partir do trecho. Os primos 'percorreram sozinhos grande parte da fazenda, subiram e desceram morros, andaram por toda parte'. Isso indica uma propriedade extensa, com vários morros, que levou dias para ser percorrida. B e C descrevem a ilha, não a fazenda. D só localiza a fazenda e cita o rio, sem dar ideia de extensão. E informa apenas o período de férias em que os primos chegaram. Referência: Interpretação — inferência Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Identificar a fala que revela decisão de investigar a ilha. Henrique diz 'Vou ver se arranjo uma canoa por aí, nem que seja emprestada ou alugada'. Ele passa do desejo a uma ação concreta e decidida, tomando providências para chegar à ilha. A) Oscar expressa só uma vontade condicional ('se algum dia eu puder'). C) É uma fala de impedimento, não de decisão. D) É uma suposição sobre o que há na ilha. E) É uma pergunta de Eduardo a Bento, que busca informação e não decide ir. Referência: Interpretação de texto narrativo Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Função predominante das aspas no texto. As aspas aparecem principalmente para marcar a fala ou opinião de terceiros: a citação do professor Rafael Devos e a fala da moradora Ana Paula ('aproveitar todo aquele rio ali do lado'). Esse é o uso predominante, o de discurso citado. A) Não há função de criar suspense, pois o texto é jornalístico. B) Não alteram o sentido das palavras; a citação é fiel à fala dos entrevistados. D) Não há narrativa nem marcação de novo momento. E) Não anunciam um texto a ser apresentado, apenas reproduzem falas pontuais. Referência: Pontuação — aspas e discurso citado Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Vírgulas que isolam aposto explicativo. Em 'Ana Paula Castro, 22 anos, mãe de Diuly...', as vírgulas isolam termos explicativos (apostos) que complementam o sujeito. Em 'a cidade de Porto Alegre, a sétima capital mais rica do Brasil', a vírgula também separa um aposto explicativo que caracteriza 'Porto Alegre'. B) As vírgulas isolam a expressão adverbial intercalada 'em sua maioria'. C) Isolam a oração subordinada adverbial 'Ainda que esteja...' ou o adjunto deslocado, não um aposto. D) A vírgula separa o adjunto adverbial anteposto 'Em plena capital gaúcha'. E) As vírgulas separam elementos de uma enumeração (as crianças, os cães e os carros). Referência: Pontuação — vírgula e aposto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Comparação entre o Texto 4 (reportagem) e o Texto 2 (ficção). Pelo gabarito, a comparação contrapõe a ilha real da reportagem, tratada como lugar distante e 'quase folclórico' pelos moradores do centro, à ilha do conto. A resolução da questão se apoia nesse contraste entre o texto jornalístico e o ficcional. Atenção: a justificativa é de difícil sustentação pelo texto e segue o gabarito oficial. A) Só o Texto 4 fala de poluição; o Texto 2 fala de águas barrentas, não poluídas. B) Nenhum dos textos afirma haver animais perigosos nas ilhas; no Texto 2 isso é só especulação. D) A ilha do Texto 4 é real (Porto Alegre) e a do Texto 2 é ficcional, o inverso do que a alternativa diz. E) Nenhum texto sustenta que ninguém deveria morar nas ilhas; no Texto 4 há 850 famílias vivendo na ilha. Referência: Interpretação — comparação entre textos Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Sem padrão de resposta — pratique a escrita Escreva, no mínimo, 20 linhas e, no máximo, 30 linhas, sem contar a linha do título. A redação será anulada ou receberá grau zero se tiver menos de 16 ou mais de 34 linhas, sem contar a linha do título.Concurso de Admissão 2017/2018 — Prova de Língua Portuguesa e Redação — 6º Ano / Ensino Fundamental (Colégio Militar de Porto Alegre)
Texto 1: Você sabe o que é uma ILHA?
Entende-se por ilha qualquer porção de terras emersas cercada de água por todos os lados.
É claro que todas as terras emersas estão sempre cercadas pelas águas dos oceanos, mas, para
caracterizar uma ilha, é preciso não apresentar dimensões continentais. Entende-se por
“dimensões continentais” qualquer área maior que a Austrália, pois esse país possui uma
05 área quase equivalente ao menor continente da Terra, a Oceania. Assim, para ser ilha, a porção
de terras emersas precisa estar cercada de água em todos os lados e ser menor que o território
australiano.
Com essa definição, existem milhares de ilhas em todo o mundo, tanto que não há um
número oficial bem definido. Até porque novas ilhas surgem constantemente e outras
10 desaparecem mediante os movimentos da circulação oceânica. A maior de todas é a Groenlândia,
com 2.166.086 km², enquanto a Indonésia é o maior país exclusivamente formado por ilhas.
Para facilitar os estudos sobre o tema, estabeleceu-se uma classificação conforme a gênese
que divide os diferentes tipos de ilhas em quatro segmentos principais: as vulcânicas,
15 as continentais, as fluviais e as lacustres.
Fonte:http://brasilescola.uol.com.br/geografia/tipos-ilha.htm; acesso em 30 out 17.
No primeiro parágrafo do texto, a dupla aparição do termo “entende-se” permite-nos inferir queResolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1: Você sabe o que é uma ILHA?
Entende-se por ilha qualquer porção de terras emersas cercada de água por todos os lados.
É claro que todas as terras emersas estão sempre cercadas pelas águas dos oceanos, mas, para
caracterizar uma ilha, é preciso não apresentar dimensões continentais. Entende-se por
“dimensões continentais” qualquer área maior que a Austrália, pois esse país possui uma
05 área quase equivalente ao menor continente da Terra, a Oceania. Assim, para ser ilha, a porção
de terras emersas precisa estar cercada de água em todos os lados e ser menor que o território
australiano.
Com essa definição, existem milhares de ilhas em todo o mundo, tanto que não há um
número oficial bem definido. Até porque novas ilhas surgem constantemente e outras
10 desaparecem mediante os movimentos da circulação oceânica. A maior de todas é a Groenlândia,
com 2.166.086 km², enquanto a Indonésia é o maior país exclusivamente formado por ilhas.
Para facilitar os estudos sobre o tema, estabeleceu-se uma classificação conforme a gênese
que divide os diferentes tipos de ilhas em quatro segmentos principais: as vulcânicas,
15 as continentais, as fluviais e as lacustres.
Fonte:http://brasilescola.uol.com.br/geografia/tipos-ilha.htm; acesso em 30 out 17.
A partir do conceito de “ilha” apresentado pelo texto podemos inferir queResolução comentada
Análise das alternativas
Texto 1: Você sabe o que é uma ILHA?
Entende-se por ilha qualquer porção de terras emersas cercada de água por todos os lados.
É claro que todas as terras emersas estão sempre cercadas pelas águas dos oceanos, mas, para
caracterizar uma ilha, é preciso não apresentar dimensões continentais. Entende-se por
“dimensões continentais” qualquer área maior que a Austrália, pois esse país possui uma
05 área quase equivalente ao menor continente da Terra, a Oceania. Assim, para ser ilha, a porção
de terras emersas precisa estar cercada de água em todos os lados e ser menor que o território
australiano.
Com essa definição, existem milhares de ilhas em todo o mundo, tanto que não há um
número oficial bem definido. Até porque novas ilhas surgem constantemente e outras
10 desaparecem mediante os movimentos da circulação oceânica. A maior de todas é a Groenlândia,
com 2.166.086 km², enquanto a Indonésia é o maior país exclusivamente formado por ilhas.
Para facilitar os estudos sobre o tema, estabeleceu-se uma classificação conforme a gênese
que divide os diferentes tipos de ilhas em quatro segmentos principais: as vulcânicas,
15 as continentais, as fluviais e as lacustres.
Fonte:http://brasilescola.uol.com.br/geografia/tipos-ilha.htm; acesso em 30 out 17.
Considerando os tipos de ilhas citados, assinale a opção em que as locuções adjetivas correspondem, respectivamente, às citadas no texto:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 2: A Ilha Perdida
Na fazenda do padrinho, perto de Taubaté, onde Vera e Lúcia gostavam de passar as
férias, corre o rio Paraíba. Rio imenso, silencioso e de águas barrentas. Ao atravessar a fazenda
ele fazia uma grande curva para a direita e desaparecia atrás da mata. Mas, subindo-se ao
morro mais alto da fazenda, tornava-se a avistá-lo a uns dois quilômetros de
05 distância e nesse lugar, bem no meio do rio, via-se uma ilha que na fazenda chamavam de
«Ilha Perdida». Solitária e verdejante parecia mesmo perdida entre as águas volumosas.
Quico e Oscar os dois filhos do padrinho, ficavam horas inteiras sentados no alto do
morro e conversando a respeito da ilha. Quem viveria lá? Seria habitada? Teria algum bicho
escondido na mata? Assim à distância, parecia cheia de mistérios, sob as copas altíssimas
10 das árvores; e as árvores eram tão juntas umas das outras, que davam a impressão de que
não se poderia caminhar entre elas. Oscar suspirava e dizia:
— Se algum dia eu puder ver a ilha de perto, vou mesmo.
Quico perguntava.
— Não tem medo? E se tiver alguma onça morando lá?
15 — Onça? Não pode ter. Como é que onça vai parar lá no meio do rio?
— Nadando. Ouvi dizer que onça nada muito bem.
Oscar respondia, pensativo:
— Pode ser. Todos os bichos sabem nadar, só a gente precisa aprender; mas eu
queria ver o que há na ilha. Falam tanta coisa...
20 E ficavam olhando a ilha perdida. Se falavam com o pai, este prometia:
— Quando forem mais velhos, faremos uma excursão à ilha. Arranjaremos canoas
apropriadas e iremos até lá.
Os dois meninos chegavam muitas vezes a sonhar com a ilha.
Por ocasião de umas férias, justamente em fins de novembro, chegaram à fazenda
25 Henrique e Eduardo, os dois primos mais velhos de Oscar e Quico.
Eram dois meninos de doze e quatorze anos, fortes e valentes. Montavam muito bem
e sabiam nadar. Logo nos primeiros dias, percorreram sozinhos grande parte da fazenda;
subiram e desceram morros, andaram por toda parte e ao verem o riozinho, onde Vera e Lúcia
tinham ido pescar uma vez com padrinho, apelidaram-no de «filhote do
30 Paraíba».
(...)
Uma tarde os quatro meninos ficaram no alto do morro olhando a «ilha perdida».
Como seria bom se tivessem uma canoa e pudessem ir ver o que havia na ilha.
Eduardo, de espírito mais prático, foi logo dizendo:
35 — Que pode haver lá? Árvores, cipós, ninhos de passarinhos...
Henrique, com a mão no queixo, olhava pensativo em direção da ilha. Depois disse:
— Vou ver se arranjo uma canoa por aí, nem que seja emprestada ou alugada.
Impossível que ninguém tenha uma canoa; eu sei remar, aprendi em Santo Amaro com uns
primos.
40 Os olhos de Quico brilharam de contentamento:
— Você sabe mesmo remar?
Oscar disse uma frase que esfriou o entusiasmo de todos:
— Nem pensem nisso, papai não deixa. Já pedi muitas vezes e ele não deixa.
Continuaram a olhar o rio. Henrique perguntou:
45 — Por que chamam de Ilha Perdida? Quico explicou:
— Ninguém sabe direito. Decerto porque parece mesmo perdida no meio do rio.
Quando viemos para cá, já a chamavam assim.
(...)
— Bento, você sabe se mora gente naquela ilha? Bento olhou em direção da ilha e
50 coçou a testa:
— Há muito tempo ouvi dizer que morava lá um homem ruim, mas nunca vi nada,
não sei se é verdade.
Eduardo levantou-se e chegou mais perto de Bento:
— Você nunca viu mesmo nada? Nem um sinal de que há gente lá?
55 Bento hesitou, olhou o chão, tirou o capinzinho da boca e falou:
— Pra dizer a verdade, um dia eu vi uma coisa lá... Os quatro entreolharam-se. Quico
pediu:
— O que foi? Conte, conte.
— Vi uma fumacinha saindo do meio daquelas árvores mais altas lá bem à direita,
60 estão vendo? Daquele lugarzinho vi uma vez sair fumaça.
— Só uma vez? Veja se lembra, Bento.
— Só uma vez, mas era uma fumaça comprida que ia subindo, subindo até às nuvens.
Oscar perguntou:
— E você não teve vontade de ir ver o que era? (...continua)
A Ilha Perdida. Maria José Dupré. Ed. Ática.
O narrador, ao descrever o Rio Paraíba como “imenso, silencioso”, “de águas volumosas” e a ilha “como solitária e verdejante” com árvores cujas “copas altíssimas davam impressão de que não se poderia caminhar entre elas”, pretendeResolução comentada
Análise das alternativas
Texto 2: A Ilha Perdida
Na fazenda do padrinho, perto de Taubaté, onde Vera e Lúcia gostavam de passar as
férias, corre o rio Paraíba. Rio imenso, silencioso e de águas barrentas. Ao atravessar a fazenda
ele fazia uma grande curva para a direita e desaparecia atrás da mata. Mas, subindo-se ao
morro mais alto da fazenda, tornava-se a avistá-lo a uns dois quilômetros de
05 distância e nesse lugar, bem no meio do rio, via-se uma ilha que na fazenda chamavam de
«Ilha Perdida». Solitária e verdejante parecia mesmo perdida entre as águas volumosas.
Quico e Oscar os dois filhos do padrinho, ficavam horas inteiras sentados no alto do
morro e conversando a respeito da ilha. Quem viveria lá? Seria habitada? Teria algum bicho
escondido na mata? Assim à distância, parecia cheia de mistérios, sob as copas altíssimas
10 das árvores; e as árvores eram tão juntas umas das outras, que davam a impressão de que
não se poderia caminhar entre elas. Oscar suspirava e dizia:
— Se algum dia eu puder ver a ilha de perto, vou mesmo.
Quico perguntava.
— Não tem medo? E se tiver alguma onça morando lá?
15 — Onça? Não pode ter. Como é que onça vai parar lá no meio do rio?
— Nadando. Ouvi dizer que onça nada muito bem.
Oscar respondia, pensativo:
— Pode ser. Todos os bichos sabem nadar, só a gente precisa aprender; mas eu
queria ver o que há na ilha. Falam tanta coisa...
20 E ficavam olhando a ilha perdida. Se falavam com o pai, este prometia:
— Quando forem mais velhos, faremos uma excursão à ilha. Arranjaremos canoas
apropriadas e iremos até lá.
Os dois meninos chegavam muitas vezes a sonhar com a ilha.
Por ocasião de umas férias, justamente em fins de novembro, chegaram à fazenda
25 Henrique e Eduardo, os dois primos mais velhos de Oscar e Quico.
Eram dois meninos de doze e quatorze anos, fortes e valentes. Montavam muito bem
e sabiam nadar. Logo nos primeiros dias, percorreram sozinhos grande parte da fazenda;
subiram e desceram morros, andaram por toda parte e ao verem o riozinho, onde Vera e Lúcia
tinham ido pescar uma vez com padrinho, apelidaram-no de «filhote do
30 Paraíba».
(...)
Uma tarde os quatro meninos ficaram no alto do morro olhando a «ilha perdida».
Como seria bom se tivessem uma canoa e pudessem ir ver o que havia na ilha.
Eduardo, de espírito mais prático, foi logo dizendo:
35 — Que pode haver lá? Árvores, cipós, ninhos de passarinhos...
Henrique, com a mão no queixo, olhava pensativo em direção da ilha. Depois disse:
— Vou ver se arranjo uma canoa por aí, nem que seja emprestada ou alugada.
Impossível que ninguém tenha uma canoa; eu sei remar, aprendi em Santo Amaro com uns
primos.
40 Os olhos de Quico brilharam de contentamento:
— Você sabe mesmo remar?
Oscar disse uma frase que esfriou o entusiasmo de todos:
— Nem pensem nisso, papai não deixa. Já pedi muitas vezes e ele não deixa.
Continuaram a olhar o rio. Henrique perguntou:
45 — Por que chamam de Ilha Perdida? Quico explicou:
— Ninguém sabe direito. Decerto porque parece mesmo perdida no meio do rio.
Quando viemos para cá, já a chamavam assim.
(...)
— Bento, você sabe se mora gente naquela ilha? Bento olhou em direção da ilha e
50 coçou a testa:
— Há muito tempo ouvi dizer que morava lá um homem ruim, mas nunca vi nada,
não sei se é verdade.
Eduardo levantou-se e chegou mais perto de Bento:
— Você nunca viu mesmo nada? Nem um sinal de que há gente lá?
55 Bento hesitou, olhou o chão, tirou o capinzinho da boca e falou:
— Pra dizer a verdade, um dia eu vi uma coisa lá... Os quatro entreolharam-se. Quico
pediu:
— O que foi? Conte, conte.
— Vi uma fumacinha saindo do meio daquelas árvores mais altas lá bem à direita,
60 estão vendo? Daquele lugarzinho vi uma vez sair fumaça.
— Só uma vez? Veja se lembra, Bento.
— Só uma vez, mas era uma fumaça comprida que ia subindo, subindo até às nuvens.
Oscar perguntou:
— E você não teve vontade de ir ver o que era? (...continua)
A Ilha Perdida. Maria José Dupré. Ed. Ática.
A “Ilha Perdida” só NÃO despertava nos meninosResolução comentada
Análise das alternativas
Texto 2: A Ilha Perdida
Na fazenda do padrinho, perto de Taubaté, onde Vera e Lúcia gostavam de passar as
férias, corre o rio Paraíba. Rio imenso, silencioso e de águas barrentas. Ao atravessar a fazenda
ele fazia uma grande curva para a direita e desaparecia atrás da mata. Mas, subindo-se ao
morro mais alto da fazenda, tornava-se a avistá-lo a uns dois quilômetros de
05 distância e nesse lugar, bem no meio do rio, via-se uma ilha que na fazenda chamavam de
«Ilha Perdida». Solitária e verdejante parecia mesmo perdida entre as águas volumosas.
Quico e Oscar os dois filhos do padrinho, ficavam horas inteiras sentados no alto do
morro e conversando a respeito da ilha. Quem viveria lá? Seria habitada? Teria algum bicho
escondido na mata? Assim à distância, parecia cheia de mistérios, sob as copas altíssimas
10 das árvores; e as árvores eram tão juntas umas das outras, que davam a impressão de que
não se poderia caminhar entre elas. Oscar suspirava e dizia:
— Se algum dia eu puder ver a ilha de perto, vou mesmo.
Quico perguntava.
— Não tem medo? E se tiver alguma onça morando lá?
15 — Onça? Não pode ter. Como é que onça vai parar lá no meio do rio?
— Nadando. Ouvi dizer que onça nada muito bem.
Oscar respondia, pensativo:
— Pode ser. Todos os bichos sabem nadar, só a gente precisa aprender; mas eu
queria ver o que há na ilha. Falam tanta coisa...
20 E ficavam olhando a ilha perdida. Se falavam com o pai, este prometia:
— Quando forem mais velhos, faremos uma excursão à ilha. Arranjaremos canoas
apropriadas e iremos até lá.
Os dois meninos chegavam muitas vezes a sonhar com a ilha.
Por ocasião de umas férias, justamente em fins de novembro, chegaram à fazenda
25 Henrique e Eduardo, os dois primos mais velhos de Oscar e Quico.
Eram dois meninos de doze e quatorze anos, fortes e valentes. Montavam muito bem
e sabiam nadar. Logo nos primeiros dias, percorreram sozinhos grande parte da fazenda;
subiram e desceram morros, andaram por toda parte e ao verem o riozinho, onde Vera e Lúcia
tinham ido pescar uma vez com padrinho, apelidaram-no de «filhote do
30 Paraíba».
(...)
Uma tarde os quatro meninos ficaram no alto do morro olhando a «ilha perdida».
Como seria bom se tivessem uma canoa e pudessem ir ver o que havia na ilha.
Eduardo, de espírito mais prático, foi logo dizendo:
35 — Que pode haver lá? Árvores, cipós, ninhos de passarinhos...
Henrique, com a mão no queixo, olhava pensativo em direção da ilha. Depois disse:
— Vou ver se arranjo uma canoa por aí, nem que seja emprestada ou alugada.
Impossível que ninguém tenha uma canoa; eu sei remar, aprendi em Santo Amaro com uns
primos.
40 Os olhos de Quico brilharam de contentamento:
— Você sabe mesmo remar?
Oscar disse uma frase que esfriou o entusiasmo de todos:
— Nem pensem nisso, papai não deixa. Já pedi muitas vezes e ele não deixa.
Continuaram a olhar o rio. Henrique perguntou:
45 — Por que chamam de Ilha Perdida? Quico explicou:
— Ninguém sabe direito. Decerto porque parece mesmo perdida no meio do rio.
Quando viemos para cá, já a chamavam assim.
(...)
— Bento, você sabe se mora gente naquela ilha? Bento olhou em direção da ilha e
50 coçou a testa:
— Há muito tempo ouvi dizer que morava lá um homem ruim, mas nunca vi nada,
não sei se é verdade.
Eduardo levantou-se e chegou mais perto de Bento:
— Você nunca viu mesmo nada? Nem um sinal de que há gente lá?
55 Bento hesitou, olhou o chão, tirou o capinzinho da boca e falou:
— Pra dizer a verdade, um dia eu vi uma coisa lá... Os quatro entreolharam-se. Quico
pediu:
— O que foi? Conte, conte.
— Vi uma fumacinha saindo do meio daquelas árvores mais altas lá bem à direita,
60 estão vendo? Daquele lugarzinho vi uma vez sair fumaça.
— Só uma vez? Veja se lembra, Bento.
— Só uma vez, mas era uma fumaça comprida que ia subindo, subindo até às nuvens.
Oscar perguntou:
— E você não teve vontade de ir ver o que era? (...continua)
A Ilha Perdida. Maria José Dupré. Ed. Ática.
Assinale o trecho do texto em que se pode inferir o tamanho da fazenda dos pais de Quico e Oscar em:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 2: A Ilha Perdida
Na fazenda do padrinho, perto de Taubaté, onde Vera e Lúcia gostavam de passar as
férias, corre o rio Paraíba. Rio imenso, silencioso e de águas barrentas. Ao atravessar a fazenda
ele fazia uma grande curva para a direita e desaparecia atrás da mata. Mas, subindo-se ao
morro mais alto da fazenda, tornava-se a avistá-lo a uns dois quilômetros de
05 distância e nesse lugar, bem no meio do rio, via-se uma ilha que na fazenda chamavam de
«Ilha Perdida». Solitária e verdejante parecia mesmo perdida entre as águas volumosas.
Quico e Oscar os dois filhos do padrinho, ficavam horas inteiras sentados no alto do
morro e conversando a respeito da ilha. Quem viveria lá? Seria habitada? Teria algum bicho
escondido na mata? Assim à distância, parecia cheia de mistérios, sob as copas altíssimas
10 das árvores; e as árvores eram tão juntas umas das outras, que davam a impressão de que
não se poderia caminhar entre elas. Oscar suspirava e dizia:
— Se algum dia eu puder ver a ilha de perto, vou mesmo.
Quico perguntava.
— Não tem medo? E se tiver alguma onça morando lá?
15 — Onça? Não pode ter. Como é que onça vai parar lá no meio do rio?
— Nadando. Ouvi dizer que onça nada muito bem.
Oscar respondia, pensativo:
— Pode ser. Todos os bichos sabem nadar, só a gente precisa aprender; mas eu
queria ver o que há na ilha. Falam tanta coisa...
20 E ficavam olhando a ilha perdida. Se falavam com o pai, este prometia:
— Quando forem mais velhos, faremos uma excursão à ilha. Arranjaremos canoas
apropriadas e iremos até lá.
Os dois meninos chegavam muitas vezes a sonhar com a ilha.
Por ocasião de umas férias, justamente em fins de novembro, chegaram à fazenda
25 Henrique e Eduardo, os dois primos mais velhos de Oscar e Quico.
Eram dois meninos de doze e quatorze anos, fortes e valentes. Montavam muito bem
e sabiam nadar. Logo nos primeiros dias, percorreram sozinhos grande parte da fazenda;
subiram e desceram morros, andaram por toda parte e ao verem o riozinho, onde Vera e Lúcia
tinham ido pescar uma vez com padrinho, apelidaram-no de «filhote do
30 Paraíba».
(...)
Uma tarde os quatro meninos ficaram no alto do morro olhando a «ilha perdida».
Como seria bom se tivessem uma canoa e pudessem ir ver o que havia na ilha.
Eduardo, de espírito mais prático, foi logo dizendo:
35 — Que pode haver lá? Árvores, cipós, ninhos de passarinhos...
Henrique, com a mão no queixo, olhava pensativo em direção da ilha. Depois disse:
— Vou ver se arranjo uma canoa por aí, nem que seja emprestada ou alugada.
Impossível que ninguém tenha uma canoa; eu sei remar, aprendi em Santo Amaro com uns
primos.
40 Os olhos de Quico brilharam de contentamento:
— Você sabe mesmo remar?
Oscar disse uma frase que esfriou o entusiasmo de todos:
— Nem pensem nisso, papai não deixa. Já pedi muitas vezes e ele não deixa.
Continuaram a olhar o rio. Henrique perguntou:
45 — Por que chamam de Ilha Perdida? Quico explicou:
— Ninguém sabe direito. Decerto porque parece mesmo perdida no meio do rio.
Quando viemos para cá, já a chamavam assim.
(...)
— Bento, você sabe se mora gente naquela ilha? Bento olhou em direção da ilha e
50 coçou a testa:
— Há muito tempo ouvi dizer que morava lá um homem ruim, mas nunca vi nada,
não sei se é verdade.
Eduardo levantou-se e chegou mais perto de Bento:
— Você nunca viu mesmo nada? Nem um sinal de que há gente lá?
55 Bento hesitou, olhou o chão, tirou o capinzinho da boca e falou:
— Pra dizer a verdade, um dia eu vi uma coisa lá... Os quatro entreolharam-se. Quico
pediu:
— O que foi? Conte, conte.
— Vi uma fumacinha saindo do meio daquelas árvores mais altas lá bem à direita,
60 estão vendo? Daquele lugarzinho vi uma vez sair fumaça.
— Só uma vez? Veja se lembra, Bento.
— Só uma vez, mas era uma fumaça comprida que ia subindo, subindo até às nuvens.
Oscar perguntou:
— E você não teve vontade de ir ver o que era? (...continua)
A Ilha Perdida. Maria José Dupré. Ed. Ática.
Assinale a fala do personagem que demonstra a tomada de decisão de ir investigar a Ilha Perdida.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 2: A Ilha Perdida
Na fazenda do padrinho, perto de Taubaté, onde Vera e Lúcia gostavam de passar as
férias, corre o rio Paraíba. Rio imenso, silencioso e de águas barrentas. Ao atravessar a fazenda
ele fazia uma grande curva para a direita e desaparecia atrás da mata. Mas, subindo-se ao
morro mais alto da fazenda, tornava-se a avistá-lo a uns dois quilômetros de
05 distância e nesse lugar, bem no meio do rio, via-se uma ilha que na fazenda chamavam de
«Ilha Perdida». Solitária e verdejante parecia mesmo perdida entre as águas volumosas.
Quico e Oscar os dois filhos do padrinho, ficavam horas inteiras sentados no alto do
morro e conversando a respeito da ilha. Quem viveria lá? Seria habitada? Teria algum bicho
escondido na mata? Assim à distância, parecia cheia de mistérios, sob as copas altíssimas
10 das árvores; e as árvores eram tão juntas umas das outras, que davam a impressão de que
não se poderia caminhar entre elas. Oscar suspirava e dizia:
— Se algum dia eu puder ver a ilha de perto, vou mesmo.
Quico perguntava.
— Não tem medo? E se tiver alguma onça morando lá?
15 — Onça? Não pode ter. Como é que onça vai parar lá no meio do rio?
— Nadando. Ouvi dizer que onça nada muito bem.
Oscar respondia, pensativo:
— Pode ser. Todos os bichos sabem nadar, só a gente precisa aprender; mas eu
queria ver o que há na ilha. Falam tanta coisa...
20 E ficavam olhando a ilha perdida. Se falavam com o pai, este prometia:
— Quando forem mais velhos, faremos uma excursão à ilha. Arranjaremos canoas
apropriadas e iremos até lá.
Os dois meninos chegavam muitas vezes a sonhar com a ilha.
Por ocasião de umas férias, justamente em fins de novembro, chegaram à fazenda
25 Henrique e Eduardo, os dois primos mais velhos de Oscar e Quico.
Eram dois meninos de doze e quatorze anos, fortes e valentes. Montavam muito bem
e sabiam nadar. Logo nos primeiros dias, percorreram sozinhos grande parte da fazenda;
subiram e desceram morros, andaram por toda parte e ao verem o riozinho, onde Vera e Lúcia
tinham ido pescar uma vez com padrinho, apelidaram-no de «filhote do
30 Paraíba».
(...)
Uma tarde os quatro meninos ficaram no alto do morro olhando a «ilha perdida».
Como seria bom se tivessem uma canoa e pudessem ir ver o que havia na ilha.
Eduardo, de espírito mais prático, foi logo dizendo:
35 — Que pode haver lá? Árvores, cipós, ninhos de passarinhos...
Henrique, com a mão no queixo, olhava pensativo em direção da ilha. Depois disse:
— Vou ver se arranjo uma canoa por aí, nem que seja emprestada ou alugada.
Impossível que ninguém tenha uma canoa; eu sei remar, aprendi em Santo Amaro com uns
primos.
40 Os olhos de Quico brilharam de contentamento:
— Você sabe mesmo remar?
Oscar disse uma frase que esfriou o entusiasmo de todos:
— Nem pensem nisso, papai não deixa. Já pedi muitas vezes e ele não deixa.
Continuaram a olhar o rio. Henrique perguntou:
45 — Por que chamam de Ilha Perdida? Quico explicou:
— Ninguém sabe direito. Decerto porque parece mesmo perdida no meio do rio.
Quando viemos para cá, já a chamavam assim.
(...)
— Bento, você sabe se mora gente naquela ilha? Bento olhou em direção da ilha e
50 coçou a testa:
— Há muito tempo ouvi dizer que morava lá um homem ruim, mas nunca vi nada,
não sei se é verdade.
Eduardo levantou-se e chegou mais perto de Bento:
— Você nunca viu mesmo nada? Nem um sinal de que há gente lá?
55 Bento hesitou, olhou o chão, tirou o capinzinho da boca e falou:
— Pra dizer a verdade, um dia eu vi uma coisa lá... Os quatro entreolharam-se. Quico
pediu:
— O que foi? Conte, conte.
— Vi uma fumacinha saindo do meio daquelas árvores mais altas lá bem à direita,
60 estão vendo? Daquele lugarzinho vi uma vez sair fumaça.
— Só uma vez? Veja se lembra, Bento.
— Só uma vez, mas era uma fumaça comprida que ia subindo, subindo até às nuvens.
Oscar perguntou:
— E você não teve vontade de ir ver o que era? (...continua)
A Ilha Perdida. Maria José Dupré. Ed. Ática.
No texto, há algumas palavras empregadas no diminutivo. Assinale a opção em que esse emprego tem valor afetivo.
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Texto 2: A Ilha Perdida
Na fazenda do padrinho, perto de Taubaté, onde Vera e Lúcia gostavam de passar as
férias, corre o rio Paraíba. Rio imenso, silencioso e de águas barrentas. Ao atravessar a fazenda
ele fazia uma grande curva para a direita e desaparecia atrás da mata. Mas, subindo-se ao
morro mais alto da fazenda, tornava-se a avistá-lo a uns dois quilômetros de
05 distância e nesse lugar, bem no meio do rio, via-se uma ilha que na fazenda chamavam de
«Ilha Perdida». Solitária e verdejante parecia mesmo perdida entre as águas volumosas.
Quico e Oscar os dois filhos do padrinho, ficavam horas inteiras sentados no alto do
morro e conversando a respeito da ilha. Quem viveria lá? Seria habitada? Teria algum bicho
escondido na mata? Assim à distância, parecia cheia de mistérios, sob as copas altíssimas
10 das árvores; e as árvores eram tão juntas umas das outras, que davam a impressão de que
não se poderia caminhar entre elas. Oscar suspirava e dizia:
— Se algum dia eu puder ver a ilha de perto, vou mesmo.
Quico perguntava.
— Não tem medo? E se tiver alguma onça morando lá?
15 — Onça? Não pode ter. Como é que onça vai parar lá no meio do rio?
— Nadando. Ouvi dizer que onça nada muito bem.
Oscar respondia, pensativo:
— Pode ser. Todos os bichos sabem nadar, só a gente precisa aprender; mas eu
queria ver o que há na ilha. Falam tanta coisa...
20 E ficavam olhando a ilha perdida. Se falavam com o pai, este prometia:
— Quando forem mais velhos, faremos uma excursão à ilha. Arranjaremos canoas
apropriadas e iremos até lá.
Os dois meninos chegavam muitas vezes a sonhar com a ilha.
Por ocasião de umas férias, justamente em fins de novembro, chegaram à fazenda
25 Henrique e Eduardo, os dois primos mais velhos de Oscar e Quico.
Eram dois meninos de doze e quatorze anos, fortes e valentes. Montavam muito bem
e sabiam nadar. Logo nos primeiros dias, percorreram sozinhos grande parte da fazenda;
subiram e desceram morros, andaram por toda parte e ao verem o riozinho, onde Vera e Lúcia
tinham ido pescar uma vez com padrinho, apelidaram-no de «filhote do
30 Paraíba».
(...)
Uma tarde os quatro meninos ficaram no alto do morro olhando a «ilha perdida».
Como seria bom se tivessem uma canoa e pudessem ir ver o que havia na ilha.
Eduardo, de espírito mais prático, foi logo dizendo:
35 — Que pode haver lá? Árvores, cipós, ninhos de passarinhos...
Henrique, com a mão no queixo, olhava pensativo em direção da ilha. Depois disse:
— Vou ver se arranjo uma canoa por aí, nem que seja emprestada ou alugada.
Impossível que ninguém tenha uma canoa; eu sei remar, aprendi em Santo Amaro com uns
primos.
40 Os olhos de Quico brilharam de contentamento:
— Você sabe mesmo remar?
Oscar disse uma frase que esfriou o entusiasmo de todos:
— Nem pensem nisso, papai não deixa. Já pedi muitas vezes e ele não deixa.
Continuaram a olhar o rio. Henrique perguntou:
45 — Por que chamam de Ilha Perdida? Quico explicou:
— Ninguém sabe direito. Decerto porque parece mesmo perdida no meio do rio.
Quando viemos para cá, já a chamavam assim.
(...)
— Bento, você sabe se mora gente naquela ilha? Bento olhou em direção da ilha e
50 coçou a testa:
— Há muito tempo ouvi dizer que morava lá um homem ruim, mas nunca vi nada,
não sei se é verdade.
Eduardo levantou-se e chegou mais perto de Bento:
— Você nunca viu mesmo nada? Nem um sinal de que há gente lá?
55 Bento hesitou, olhou o chão, tirou o capinzinho da boca e falou:
— Pra dizer a verdade, um dia eu vi uma coisa lá... Os quatro entreolharam-se. Quico
pediu:
— O que foi? Conte, conte.
— Vi uma fumacinha saindo do meio daquelas árvores mais altas lá bem à direita,
60 estão vendo? Daquele lugarzinho vi uma vez sair fumaça.
— Só uma vez? Veja se lembra, Bento.
— Só uma vez, mas era uma fumaça comprida que ia subindo, subindo até às nuvens.
Oscar perguntou:
— E você não teve vontade de ir ver o que era? (...continua)
A Ilha Perdida. Maria José Dupré. Ed. Ática.
Assinale a opção em que o valor semântico da expressão sublinhada está corretamente indicado nos parênteses.
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Texto 3: Hagar e Eddie na Ilha
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Fonte: deposito de tirinhas/googleimagens/acesso 13 novembro de 2017.
Observe a fala de Hagar no primeiro quadrinho: “Sabe o que eu me pergunto?” Assinale a opção em que o ‘QUE’ das frases abaixo tem a mesma classe gramatical da empregada pelo personagem.
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Texto 3: Hagar e Eddie na Ilha
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Fonte: deposito de tirinhas/googleimagens/acesso 13 novembro de 2017.
Assinale a alternativa em que o termo em destaque apresenta a mesma classe gramatical de SÓ em: “Por que há sempre só uma árvore nas ilhas desertas?”
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Texto 4: A margem e o centro
A Ilha dos Marinheiros desafia o imaginário sobre a cidade de Porto Alegre, a sétima
capital mais rica do Brasil. Ainda que esteja a cerca de 7 quilômetros do centro da cidade, o
bairro da zona norte mantém uma relação distante com o cotidiano da capital, como se as
águas do lago Guaíba impusessem uma distância que é muito mais do que física. Em plena
05 capital gaúcha, encontram-se palafitas mambembes que sustentam casebres construídos com
sobras de demolições, madeira e calhas reaproveitadas. Cerca de 850 famílias dividem ruas
apertadas, sem asfalto ou calçamento. As crianças, os cães e os carros disputam o espaço do
jeito que dá. A população é, em sua maioria, formada por descendentes de pescadores que
trabalham no local ou em bairros próximos. Formam uma comunidade
10 unida, fazendo referência a Porto Alegre como “lá, na cidade”, e tratada pelos habitantes do
centro como se vivessem em uma localidade longínqua, quase folclórica. “É um local com
cotidiano diferente do resto da cidade, marcado por uma relação com o ambiente que é muito
própria. A água serve como uma zona de fronteira, que demarca os limites dessa relação com
a cidade”, explica Rafael Victorino Devos, professor de Antropologia da
15 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que trabalhou por cinco anos na ilha, em sua pós-
graduação.
(...)
Todo aquele rio ali do lado
Já o calor é um elemento tentador e pernicioso no verão. Ana Paula Castro, 22 anos,
20 mãe de Diuly Castro, de 5, e de Helena, de 10 meses, explica que é difícil para as crianças
deixar de “aproveitar todo aquele rio ali do lado”. Como ela, muitos moradores admitem
frequentar a “prainha” – uma faixa de areia com acesso a uma margem rasa do Guaíba –,
embora a água que representa um dos poucos momentos de lazer dessa população seja
sabidamente muito poluída.
https://apublica.org/2015/08/ilha-dos-marinheiros-a-margem-de-porto-alegre/- Jornal
Sobre o uso predominante das aspas no texto, é correto afirmar que elas se justificam pelo seguinte motivo:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 4: A margem e o centro
A Ilha dos Marinheiros desafia o imaginário sobre a cidade de Porto Alegre, a sétima
capital mais rica do Brasil. Ainda que esteja a cerca de 7 quilômetros do centro da cidade, o
bairro da zona norte mantém uma relação distante com o cotidiano da capital, como se as
águas do lago Guaíba impusessem uma distância que é muito mais do que física. Em plena
05 capital gaúcha, encontram-se palafitas mambembes que sustentam casebres construídos com
sobras de demolições, madeira e calhas reaproveitadas. Cerca de 850 famílias dividem ruas
apertadas, sem asfalto ou calçamento. As crianças, os cães e os carros disputam o espaço do
jeito que dá. A população é, em sua maioria, formada por descendentes de pescadores que
trabalham no local ou em bairros próximos. Formam uma comunidade
10 unida, fazendo referência a Porto Alegre como “lá, na cidade”, e tratada pelos habitantes do
centro como se vivessem em uma localidade longínqua, quase folclórica. “É um local com
cotidiano diferente do resto da cidade, marcado por uma relação com o ambiente que é muito
própria. A água serve como uma zona de fronteira, que demarca os limites dessa relação com
a cidade”, explica Rafael Victorino Devos, professor de Antropologia da
15 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que trabalhou por cinco anos na ilha, em sua pós-
graduação.
(...)
Todo aquele rio ali do lado
Já o calor é um elemento tentador e pernicioso no verão. Ana Paula Castro, 22 anos,
20 mãe de Diuly Castro, de 5, e de Helena, de 10 meses, explica que é difícil para as crianças
deixar de “aproveitar todo aquele rio ali do lado”. Como ela, muitos moradores admitem
frequentar a “prainha” – uma faixa de areia com acesso a uma margem rasa do Guaíba –,
embora a água que representa um dos poucos momentos de lazer dessa população seja
sabidamente muito poluída.
https://apublica.org/2015/08/ilha-dos-marinheiros-a-margem-de-porto-alegre/- Jornal
Assinale o trecho em que a expressão sublinhada denota marca da fala cotidiana (registro oral) das pessoas.
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Texto 4: A margem e o centro
A Ilha dos Marinheiros desafia o imaginário sobre a cidade de Porto Alegre, a sétima
capital mais rica do Brasil. Ainda que esteja a cerca de 7 quilômetros do centro da cidade, o
bairro da zona norte mantém uma relação distante com o cotidiano da capital, como se as
águas do lago Guaíba impusessem uma distância que é muito mais do que física. Em plena
05 capital gaúcha, encontram-se palafitas mambembes que sustentam casebres construídos com
sobras de demolições, madeira e calhas reaproveitadas. Cerca de 850 famílias dividem ruas
apertadas, sem asfalto ou calçamento. As crianças, os cães e os carros disputam o espaço do
jeito que dá. A população é, em sua maioria, formada por descendentes de pescadores que
trabalham no local ou em bairros próximos. Formam uma comunidade
10 unida, fazendo referência a Porto Alegre como “lá, na cidade”, e tratada pelos habitantes do
centro como se vivessem em uma localidade longínqua, quase folclórica. “É um local com
cotidiano diferente do resto da cidade, marcado por uma relação com o ambiente que é muito
própria. A água serve como uma zona de fronteira, que demarca os limites dessa relação com
a cidade”, explica Rafael Victorino Devos, professor de Antropologia da
15 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que trabalhou por cinco anos na ilha, em sua pós-
graduação.
(...)
Todo aquele rio ali do lado
Já o calor é um elemento tentador e pernicioso no verão. Ana Paula Castro, 22 anos,
20 mãe de Diuly Castro, de 5, e de Helena, de 10 meses, explica que é difícil para as crianças
deixar de “aproveitar todo aquele rio ali do lado”. Como ela, muitos moradores admitem
frequentar a “prainha” – uma faixa de areia com acesso a uma margem rasa do Guaíba –,
embora a água que representa um dos poucos momentos de lazer dessa população seja
sabidamente muito poluída.
https://apublica.org/2015/08/ilha-dos-marinheiros-a-margem-de-porto-alegre/- Jornal
Assinale a opção em que o emprego da vírgula se justifica pelo mesmo motivo do trecho destacado abaixo:
“Ana Paula Castro, 22 anos, mãe de Duily Castro, de 5, e de Helena, de 10 meses, explica que é. .... ”Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 4: A margem e o centro
A Ilha dos Marinheiros desafia o imaginário sobre a cidade de Porto Alegre, a sétima
capital mais rica do Brasil. Ainda que esteja a cerca de 7 quilômetros do centro da cidade, o
bairro da zona norte mantém uma relação distante com o cotidiano da capital, como se as
águas do lago Guaíba impusessem uma distância que é muito mais do que física. Em plena
05 capital gaúcha, encontram-se palafitas mambembes que sustentam casebres construídos com
sobras de demolições, madeira e calhas reaproveitadas. Cerca de 850 famílias dividem ruas
apertadas, sem asfalto ou calçamento. As crianças, os cães e os carros disputam o espaço do
jeito que dá. A população é, em sua maioria, formada por descendentes de pescadores que
trabalham no local ou em bairros próximos. Formam uma comunidade
10 unida, fazendo referência a Porto Alegre como “lá, na cidade”, e tratada pelos habitantes do
centro como se vivessem em uma localidade longínqua, quase folclórica. “É um local com
cotidiano diferente do resto da cidade, marcado por uma relação com o ambiente que é muito
própria. A água serve como uma zona de fronteira, que demarca os limites dessa relação com
a cidade”, explica Rafael Victorino Devos, professor de Antropologia da
15 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que trabalhou por cinco anos na ilha, em sua pós-
graduação.
(...)
Todo aquele rio ali do lado
Já o calor é um elemento tentador e pernicioso no verão. Ana Paula Castro, 22 anos,
20 mãe de Diuly Castro, de 5, e de Helena, de 10 meses, explica que é difícil para as crianças
deixar de “aproveitar todo aquele rio ali do lado”. Como ela, muitos moradores admitem
frequentar a “prainha” – uma faixa de areia com acesso a uma margem rasa do Guaíba –,
embora a água que representa um dos poucos momentos de lazer dessa população seja
sabidamente muito poluída.
https://apublica.org/2015/08/ilha-dos-marinheiros-a-margem-de-porto-alegre/- Jornal
Texto 2: A Ilha Perdida
Na fazenda do padrinho, perto de Taubaté, onde Vera e Lúcia gostavam de passar as
férias, corre o rio Paraíba. Rio imenso, silencioso e de águas barrentas. Ao atravessar a fazenda
ele fazia uma grande curva para a direita e desaparecia atrás da mata. Mas, subindo-se ao
morro mais alto da fazenda, tornava-se a avistá-lo a uns dois quilômetros de
05 distância e nesse lugar, bem no meio do rio, via-se uma ilha que na fazenda chamavam de
«Ilha Perdida». Solitária e verdejante parecia mesmo perdida entre as águas volumosas.
Quico e Oscar os dois filhos do padrinho, ficavam horas inteiras sentados no alto do
morro e conversando a respeito da ilha. Quem viveria lá? Seria habitada? Teria algum bicho
escondido na mata? Assim à distância, parecia cheia de mistérios, sob as copas altíssimas
10 das árvores; e as árvores eram tão juntas umas das outras, que davam a impressão de que
não se poderia caminhar entre elas. Oscar suspirava e dizia:
— Se algum dia eu puder ver a ilha de perto, vou mesmo.
Quico perguntava.
— Não tem medo? E se tiver alguma onça morando lá?
15 — Onça? Não pode ter. Como é que onça vai parar lá no meio do rio?
— Nadando. Ouvi dizer que onça nada muito bem.
Oscar respondia, pensativo:
— Pode ser. Todos os bichos sabem nadar, só a gente precisa aprender; mas eu
queria ver o que há na ilha. Falam tanta coisa...
20 E ficavam olhando a ilha perdida. Se falavam com o pai, este prometia:
— Quando forem mais velhos, faremos uma excursão à ilha. Arranjaremos canoas
apropriadas e iremos até lá.
Os dois meninos chegavam muitas vezes a sonhar com a ilha.
Por ocasião de umas férias, justamente em fins de novembro, chegaram à fazenda
25 Henrique e Eduardo, os dois primos mais velhos de Oscar e Quico.
Eram dois meninos de doze e quatorze anos, fortes e valentes. Montavam muito bem
e sabiam nadar. Logo nos primeiros dias, percorreram sozinhos grande parte da fazenda;
subiram e desceram morros, andaram por toda parte e ao verem o riozinho, onde Vera e Lúcia
tinham ido pescar uma vez com padrinho, apelidaram-no de «filhote do
30 Paraíba».
(...)
Uma tarde os quatro meninos ficaram no alto do morro olhando a «ilha perdida».
Como seria bom se tivessem uma canoa e pudessem ir ver o que havia na ilha.
Eduardo, de espírito mais prático, foi logo dizendo:
35 — Que pode haver lá? Árvores, cipós, ninhos de passarinhos...
Henrique, com a mão no queixo, olhava pensativo em direção da ilha. Depois disse:
— Vou ver se arranjo uma canoa por aí, nem que seja emprestada ou alugada.
Impossível que ninguém tenha uma canoa; eu sei remar, aprendi em Santo Amaro com uns
primos.
40 Os olhos de Quico brilharam de contentamento:
— Você sabe mesmo remar?
Oscar disse uma frase que esfriou o entusiasmo de todos:
— Nem pensem nisso, papai não deixa. Já pedi muitas vezes e ele não deixa.
Continuaram a olhar o rio. Henrique perguntou:
45 — Por que chamam de Ilha Perdida? Quico explicou:
— Ninguém sabe direito. Decerto porque parece mesmo perdida no meio do rio.
Quando viemos para cá, já a chamavam assim.
(...)
— Bento, você sabe se mora gente naquela ilha? Bento olhou em direção da ilha e
50 coçou a testa:
— Há muito tempo ouvi dizer que morava lá um homem ruim, mas nunca vi nada,
não sei se é verdade.
Eduardo levantou-se e chegou mais perto de Bento:
— Você nunca viu mesmo nada? Nem um sinal de que há gente lá?
55 Bento hesitou, olhou o chão, tirou o capinzinho da boca e falou:
— Pra dizer a verdade, um dia eu vi uma coisa lá... Os quatro entreolharam-se. Quico
pediu:
— O que foi? Conte, conte.
— Vi uma fumacinha saindo do meio daquelas árvores mais altas lá bem à direita,
60 estão vendo? Daquele lugarzinho vi uma vez sair fumaça.
— Só uma vez? Veja se lembra, Bento.
— Só uma vez, mas era uma fumaça comprida que ia subindo, subindo até às nuvens.
Oscar perguntou:
— E você não teve vontade de ir ver o que era? (...continua)
A Ilha Perdida. Maria José Dupré. Ed. Ática.
Comparando os Textos 4 (A margem e o Centro) e 2 (A Ilha Perdida), pode-se afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
Texto 4: A turma do Guaraná
![]()
Fonte: https://guaranaeturma.blogspot.com.br. Acesso em 14 de novembro de 2017.
Sobre a Tirinha da Turma do Guaraná, pode-se afirmar que:
I- O sol parece preocupado com a situação dos meninos.
II- O elefante não ficou nada satisfeito com a solução encontrada para todos permanecerem na ilha.
III- Os meninos ficaram preocupados em estarem presos em uma ilha tão pequena.
IV- O elefante parece acreditar no ditado popular: “Cada um por si”.
São corretas as afirmativas:
Texto 4: A turma do Guaraná
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Fonte: https://guaranaeturma.blogspot.com.br. Acesso em 14 de novembro de 2017.
Assinale a alternativa que MELHOR expressa o significado do balão com o sinal de exclamação.
Texto 5: A turma do Guaraná
![]()
Fonte: deposito de tirinhas/googleimagens/acesso 13 novembro de 2017.
Em relação à tirinha acima, assinale a alternativa correta.
Texto 5: A turma do Guaraná
![]()
Fonte: deposito de tirinhas/googleimagens/acesso 13 novembro de 2017.
O humor é um elemento importante nas tirinhas, pois ele é responsável pela quebra de expectativa do leitor e, geralmente, no último quadrinho, o leitor se surpreende. Sobre a tirinha acima, podemos afirmar:
Quico, Oscar e seus amigos (Texto II) tanto fizeram que conseguiram chegar à Ilha Perdida e lá viveram uma grande aventura.
Ficou curioso?
Leia o livro “A Ilha Perdida”, de Maria José Dupré. (Editora Ática)
Agora é a sua vez de viver uma grande aventura!!!
Observe a Imagem abaixo:
![]()
Fonte: deposito de tirinhas/googleimagens/acesso 13 novembro de 2017
Imagine que você encontrou uma ilha misteriosa e resolveu explorá-la com um grupo de amigos. Relate o que vocês encontraram, o que havia lá, como exploraram a ilha e o que fizeram para retornar para casa.
Você deve:
- fazer uma narrativa em 1ª pessoa.
- dar um título criativo.
- criar um final coerente.
Escreva, no mínimo, 20 linhas e, no máximo, 30 linhas, sem contar a linha do título.
Sua redação será anulada ou receberá grau zero caso você:
- não respeite o tema;
- escreva a lápis;
- escreva todo ou grande parte do texto em língua estrangeira;
- reproduza textos da prova;
- não atenda ao tipo textual (narração) e
- escreva menos de 16 ou mais de 34 linhas, sem contar a linha do título.
Texto-base:
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Proposta de Redação