← Voltar para a lista de provas Colégio Tiradentes da Brigada Militar 25 questões nesta prova · página 1 de 2 · 25 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Função da citação do pesquisador Charles Moore e de sua instituição. Moore pertence a uma fundação americana que protege a vida marinha. Sua citação mostra que o tema mobiliza instituições de alcance internacional e dá credibilidade à informação. O texto não faz juízo sobre países nem sobre a escassez de estudos. A) Incorreta: o texto não trata de preocupação dos EUA com o mundo. B) Incorreta: não afirma que só países desenvolvidos se importam. C) Incorreta: não menciona a América Latina nem denuncia descaso. D) Correta: a fonte é uma instituição de atuação mundial. E) Incorreta: a citação não insinua poucos estudos. Referência: Interpretação de texto: argumento de autoridade e citação de fontes. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O adjetivo 'gigante' no título não é dispensável. 'Gigante' dá a dimensão do fenômeno, que é o foco do texto (as manchas têm o dobro do tamanho dos EUA). Ele não é um mero reforço de gravidade. Sem ele, o título perderia a informação central e o apelo à leitura. Por isso a afirmação de que ele é dispensável é a única incorreta. A) Correta: a pergunta simula a dúvida de um leitor leigo. B) Correta: perguntas atraem o leitor. C) Correta: 'é verdade que' expressa dúvida sobre a existência da mancha. D) Incorreta (resposta pedida): 'gigante' é informação relevante e não pode ser descartado sem perda. E) Correta: uma afirmação perderia o efeito de curiosidade da pergunta. Referência: Interpretação de texto: função do título e dos adjetivos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Análise da construção 'Uma não, duas' e do substantivo implícito. Os numerais 'uma' e 'duas' têm um substantivo elíptico, 'mancha(s)', que o título recupera ('uma mancha gigante'). O pronome 'Elas' retoma essas manchas. Por isso é falso dizer que não há substantivo e que os numerais não se referem a nenhum elemento específico. A construção é a resposta à pergunta do título. A) Incorreta (é a resposta pedida): o substantivo está implícito e é recuperável pelo título. B) Aceitável: 'uma' funciona como numeral aqui, diferentemente do artigo indefinido do título. C) Correta: o conteúdo implícito ('mancha') está no título. D) Correta: o título é a pergunta e 'Uma não, duas' abre a resposta. E) Correta: 'Elas' retoma as manchas, que estão implícitas. Referência: Coesão textual: elipse, anáfora e retomada pronominal. Resolução comentada do VaiConcursos.Colégio Tiradentes — Concurso de Admissão 2017/18 — Língua Portuguesa
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
Access_time2 fev 2009, 16h38 – Atualizado em 19 ago 2016, 18h05
1 Ambiente
2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
47 LEIA MAIS
48 - Onde é guardado o lixo nuclear das usinas brasileiras?
- Dá para transformar lixo em energia?
http://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/e-verdade-que-existe-uma-mancha-gigante-de-lixo-
plastico-no-oceano/
No caso de o texto poder ser resumido em um ditado popular, o que melhor se enquadraria ao caso, especialmente considerando o seu início e o seu final, seria:
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
Access_time2 fev 2009, 16h38 – Atualizado em 19 ago 2016, 18h05
1 Ambiente
2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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48 - Onde é guardado o lixo nuclear das usinas brasileiras?
- Dá para transformar lixo em energia?
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plastico-no-oceano/
É CORRETO Afirmar que o texto é:
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Por Saionara San Pedro
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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O ponto de vista defendido no texto é:
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Por Saionara San Pedro
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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No trecho ‘’Já encontramos todo tipo de objeto no estômago dos bichos’’ (linha 8), as aspas são usadas para:
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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Nas linhas 8 e 9, o texto menciona o pesquisador Charles Moore. A referência ao pesquisador serve para:Resolução comentada
Análise das alternativas
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Por Saionara San Pedro
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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Observe o título: É verdade que existe uma mancha gigante de lixo plástico no oceano? Sobre ele, somente NÃO É CORRETO afirmar que:Resolução comentada
Análise das alternativas
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
47 LEIA MAIS
48 - Onde é guardado o lixo nuclear das usinas brasileiras?
- Dá para transformar lixo em energia?
http://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/e-verdade-que-existe-uma-mancha-gigante-de-lixo-
plastico-no-oceano/
O texto caracteriza-se por usar uma linguagem simples, inclusive em alguns momentos bastante informal. Assinale a única alternativa em que a palavra ou a expressão sublinhada NÃO É informal, no contexto em que aparece.
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É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
Access_time2 fev 2009, 16h38 – Atualizado em 19 ago 2016, 18h05
1 Ambiente
2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
47 LEIA MAIS
48 - Onde é guardado o lixo nuclear das usinas brasileiras?
- Dá para transformar lixo em energia?
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plastico-no-oceano/
Assinale a única alternativa que apresenta uma consequência NÃO MENCIONADA pelo texto em relação à mancha de lixo:
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
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1 Ambiente
2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
47 LEIA MAIS
48 - Onde é guardado o lixo nuclear das usinas brasileiras?
- Dá para transformar lixo em energia?
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plastico-no-oceano/
Assinale a alternativa em que deve ser utilizado acento gráfico na palavra ’’tem’’ pelo mesmo motivo que ele é empregado no segmento da linha 20:
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
47 LEIA MAIS
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Da linha 37 até o final do texto há predomínio de verbos conjugados no seguinte tempo verbal:
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
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1 Ambiente
2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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- Dá para transformar lixo em energia?
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Esse tempo verbal tem como função, no contexto em que aparece empregado:
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Por Saionara San Pedro
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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Sobre o ‘’mas’’ (linha 44), só NÃO É CORRETO dizer que:
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
47 LEIA MAIS
48 - Onde é guardado o lixo nuclear das usinas brasileiras?
- Dá para transformar lixo em energia?
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O objetivo da indicação de links, ao final do texto, é:
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
Access_time2 fev 2009, 16h38 – Atualizado em 19 ago 2016, 18h05
1 Ambiente
2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
47 LEIA MAIS
48 - Onde é guardado o lixo nuclear das usinas brasileiras?
- Dá para transformar lixo em energia?
http://mundoestranho.abril.com.br/ambiente/e-verdade-que-existe-uma-mancha-gigante-de-lixo-
plastico-no-oceano/
Assinale a única alternativa em que o sinal indicativo de crase está adequadamente utilizado:
![]()
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
Access_time2 fev 2009, 16h38 – Atualizado em 19 ago 2016, 18h05
1 Ambiente
2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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- Dá para transformar lixo em energia?
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plastico-no-oceano/
Uma ocorrência linguística muito criticada, hoje em dia, é o ‘’gerundismo’’ Assinale a única ocorrência de gerúndio que não é alvo de críticas considerando as normas gramaticais vigentes:
É VERDADE QUE EXISTE UMA MANCHA GIGANTE DE LIXO PLÁSTICO NO OCEANO?
Por Saionara San Pedro
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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Assinale a única alternativa em que nenhuma das palavras apresenta encontro consonantal:
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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Assinale a alternativa em que o pronome assinalado está incorretamente utilizado em razão da função sintática que desempenha:
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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No período ‘’O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais’’ (linha 28), o uso de adjetivos cumpre a função de:
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Por Saionara San Pedro
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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Encontra-se na voz passiva a seguinte oração do texto:
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Por Saionara San Pedro
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2 Uma não, duas. Elas ficam no meio do oceano Pacífico e, juntas, têm o dobro do tamanho dos Estados Unidos!
3 Nesses depósitos de lixo flutuante já foram encontrados os mais bizarros resíduos, de cones de trânsito
4 a brinquedos, tênis e malas de viagem. Metade dessa sujeirada toda é lançada no mar por navios e
5 plataformas de petróleo. A outra parte deságua nos oceanos trazida por rios espalhados pelo mundo. O
6 pior é que o desastre ecológico só aumenta: o volume de plástico no Pacífico mais que triplicou nos
7 últimos dez anos. ‘’O isolamento poderia fazer desse lugar um paraíso para os animais. Mas eles
8 rondam a linha do lixo e só têm plástico para comer. “ Já encontramos todo tipo de objeto no estômago
9 dos bichos’’, diz o pesquisador Charles Moore, da Algalita Marine Research Foundation, entidade
10 americana que trabalha na proteção da vida marinha.
11 CORRENTE CONTÍNUA
12 Pacífico tem ‘’redemoinhos’’ que prendem lixo de todos os oceanos.
13 Correntes marítimas como a Círculo Polar Antártica ligam os três oceanos da Terra. Assim, grande parte
14 dos resíduos do Atlântico e do Índico acaba se dirigindo para o Pacífico, mesmo que leve décadas
15 percorrendo os mares do mundo.
16 Em algumas regiões do oceano Pacífico, as correntes marítimas se movimentam em círculos, formando
17 enormes ‘’redemoinhos’’. O lixo que entra nessas áreas, após vagar pelos oceanos de todo planeta, fica
18 preso nas correntes, formando as duas manchas gigantes de plástico.
19 O pior é que o lixo boiando na superfície é só uma pequena parte da sujeira. Com o passar dos anos,
20 pedaços menores de plásticos se diluem, formando uma espécie de sopa nojenta. Resultado: as
21 manchas têm camadas com até 10 m de profundidade de lixo.
22 EFEITOS COLATERAIS
23 Lixo das manchas detona dieta dos animais.
24 CARDÁPIO IMPRÓPRIO
25 Pesquisadores já encontraram tartarugas que comeram isqueiros, peixes engasgados com linhas de
26 pesca e pássaros marinhos mortos com o estômago lotado de plástico ingerido na região das manchas.
27 ALTERAÇÃO HORMONAL
28 O lixo forma resíduos tóxicos que confundem os receptores hormonais de alguns animais. Há espécies
29 que tiveram queda na produção de esperma e nascimento de mais fêmeas.
30 INTOXICAÇÃO À MESA
31 Ao comer peixes que passaram por essas regiões, o ser humano ingere os produtos tóxicos absorvidos
32 pelos animais.
33 SOLUÇÃO DIFÍCIL
34 Problema maior é eliminar ‘’sopa plástica’’ abaixo da superfície.
35 Pesquisadores ainda quebram a cabeça para encontrar um jeito de se livrar desse lixo. Apesar de
36 trabalhoso, retirar os resíduos da superfície seria a parte mais fácil. O problema é o que está abaixo
37 dessa camada. Como o plástico se quebra em pedaços quase microscópicos, remover essa ‘’sopa
38 plástica’’ significaria tirar também a água do mar com micro-organismos vivos, o que causaria um
39 impacto ambiental ainda maior Uma possível saída seria criar uma substância que fizesse uma faxina na
40 região.
41 Grandes navios soltariam milhões de litros de um solvente especial. Essa substância teria que ser
42 biodegradável e atóxica, para não intervir na vida marinha local.
43 O solvente quebraria as moléculas dos microscópicos pedaços de plástico, transformando-os em
44 partículas inofensivas para a natureza, como átomos de carbono.
45 Mas há um problema: o excesso de átomos de carbono poderia alterar a vida marinha – até mesmo
46 provocando mais mutações em algumas espécies.
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48 - Onde é guardado o lixo nuclear das usinas brasileiras?
- Dá para transformar lixo em energia?
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Acerca da construção ‘’Uma não, duas ‘’ (linha 2), só NÃO E´CORRETO afirmar que:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto-base:
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