← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Curitiba · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa 21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 20 com gabarito Gabarito disponível Função da vírgula em “a partir daí”. Em “a partir daí, escolha qual conteúdo...”, a expressão indica sequência no tempo: depois que a criança mostra curiosidade. As vírgulas isolam esse adjunto adverbial de tempo intercalado. A (finalidade) e B (modo) não correspondem ao sentido. D está errada porque não há vocativo, já que ninguém é chamado. E propõe lugar, mas “daí” aqui é uso temporal, não espacial. Referência: Uso da vírgula; adjunto adverbial Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Substituição sinonímica do verbo “conversar” no contexto. Palavrear, falar, dialogar e prosear são sinônimos de conversar. Cortejar significa namorar, galantear, que tem sentido diferente. A, B, C e D podem substituir “conversar” sem alterar o sentido. Só E, “cortejar”, muda o sentido. Referência: Sinonímia; vocabulário Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Paráfrase do trecho sobre introduzir a tecnologia sem substituir brinquedos e relações pessoais. O trecho diz que, conforme a criança cresce, a tecnologia deve entrar como mais um elemento, sem tomar o lugar dos brinquedos e das relações pessoais. A alternativa D reproduz essa ideia: agregar sem substituir, de forma gradual. A afirma que a tecnologia tomará o lugar dos brinquedos, o oposto. B transforma a tecnologia em brinquedo. C diz que a tecnologia é mais interessante que os brinquedos. E inventa uma relação causal e fala de escola, que o trecho não menciona. Referência: Paráfrase e interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Distinguir pronome relativo de conjunção integrante. Em “afirma que não existe uma regra”, o “que” introduz oração subordinada substantiva e é conjunção integrante, sem retomar termo anterior. Por isso a alternativa A é a que não contém pronome relativo. Nas demais, o “que” retoma termos anteriores: “configurações dos aparelhos que permite”, “ações que podem”, “item que não deve”. Em B, o “que” de “São os pais que precisam” foi tratado como relativo pelo gabarito. Referência: Pronomes relativos e conjunção integrante Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Recursos de coesão referencial no trecho do 4º parágrafo. II é correta: o “que” de “que são mais indicados” é pronome relativo e retoma música, brinquedos ou móbiles. III é correta: “eles” (em “a eles”) e “-los” (em “estimulá-los”) são pronomes pessoais que retomam “bebês pequenos”. I está errada porque nenhuma conjunção retoma “bebês pequenos”. IV está errada porque não há antônimo usado como substituição. Logo, só II e III estão corretas. Referência: Coesão referencial; pronomes Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Resposta do Texto II à pergunta do título. O texto aponta como causas possíveis a falta de motivação, a carência nos relacionamentos, a falta de limites e a influência dos amigos. Entre as alternativas, a que expressa o que falta é ter o tempo de lazer e o uso da web controlados, ou seja, limites. A descreve um hábito dos adultos, não o que falta às crianças. B é o oposto da falta de motivação por outras atividades. C inverte a ideia: o que existe é carência de relacionamentos, e a alternativa trata isso como vazio causado por eles. E apresenta a influência dos amigos como causa, não como falta. Referência: Interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Objetivo comum dos Textos I e II. Ambos tratam do uso de tecnologia por crianças e jovens e defendem orientação, supervisão e limites, com a participação dos pais. O objetivo é informar sobre a necessidade de controlar o uso excessivo. B fala de danos nas creches e escolas, o que não é o foco. C defende o uso contínuo, contrariando os textos. D reduz o assunto à Galinha Pintadinha, um exemplo apenas. E cita avós e escola, mas o Texto I diz que a educação digital não deve ser delegada a escolas. Referência: Interpretação de texto; objetivo comunicativo Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Julgamento de interpretações de versos do poema. I é verdadeiro: o vocabulário define arroba como unidade de peso, e hoje serve para endereços. II é falso: o texto não diz que o emoticom substituirá toda a escrita e a fala. III é verdadeiro, pois escrever e enviar chega “na mesma hora”. IV é verdadeiro: omitir o ponto final indica menos rigidez gramatical. V é falso, porque o verso fala da tecnologia “do agora” e não de relações tecnológicas passadas. A sequência é V–F–V–V–F. B, C, D e E erram ao classificar I como falso ou II e V como verdadeiros, ou ao classificar III e IV como falsos. Só A traz V–F–V–V–F. Referência: Interpretação de texto poético Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Sentimento do eu lírico em relação à tecnologia. Expressões como “Estou ficando cansado”, “Pra piorar a linguagem” e a saudade das cartas revelam desagrado com as formas de comunicação atuais. A e E atribuem entusiasmo ou euforia, que o texto não apresenta. C nega a saudade, mas há uma estrofe de saudade das cartas. D diz indiferença, mas o poeta é claramente crítico e nostálgico. Referência: Interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ideia central do poema: crítica à comunicação empobrecida pela tecnologia. O poeta mostra cansaço com mensagens curtas e frias, abreviações, símbolos e a pressa que impede a conversa. A ideia principal é a crítica ao empobrecimento das formas de comunicação. A e B apontam valorização dos símbolos e do emoticom, o que contraria o tom crítico. C diz que a tecnologia só melhorou a comunicação, o oposto do texto. E restringe o poema à volta das cartas, que é só um aspecto. Referência: Interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar de Curitiba — Concurso de Admissão ao CMC 2018/2019 — 6º ano — Exame Intelectual de Português
Texto I
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais
01 Muito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia
Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24
para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos
eletrônicos.
05 Mas, os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são
introduzidos no universo musical por meio dos clipes da “Galinha Pintadinha”. Começam
assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da “Galinha” e recorrem a
ela, no celular ou no tablet, principalmente em locais onde gostariam que a criança ficasse
quieta, como salas de espera e restaurantes.
10 Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (empresa desenvolvedora de
aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança no mundo da tecnologia tem
de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural. Deixe a criança mostrar
curiosidade e se interessar pelo equipamento e, a partir daí, escolha qual conteúdo será
apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto.
15 Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento
sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”.
Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que
não existe uma regra para isso, mas sim, que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos
ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da
20 própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso, deve-se
estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.
Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e que a criança uma hora
terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança nesse contexto, permitindo o
acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e
25 criados para estimular e desenvolver algumas habilidades conforme sua idade, podendo ajudar
no desenvolvimento das crianças de diversas formas. Esses aplicativos podem contribuir para o
exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução
de problemas, provocando a criatividade e apresentando conceitos desde os mais estruturais,
como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais,
30 como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho
mais pedagógico”.
Se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança,
estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de
conhecimento.
35 Exemplo deve vir dos pais
Vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem
acesso, além de servir de exemplo para ela. “De nada adianta questionar a criança que deixa de
fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da
refeição”, afirma Glaucia.
40 Segundo a especialista, a educação digital é um item muito importante que não deve ser
delegado às escolas ou a qualquer outra entidade: “São os pais que precisam dar os limites e
acompanhar essa interação e esse aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas.
Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados
ao que esperam”.
45 Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra
que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e
celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido: “Existe
ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permite limitar o tipo de acesso e
ações que podem ser realizadas. Tudo isso ajuda a determinar os limites e também a interagir,
50 atuando na orientação e na educação digital das crianças.”.
Tempo para outras atividades
Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da
criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir:
“Isso deve ser mais um elemento nessa rotina de vida. E também não deve ser entendida como
55 uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é
natural impor limites de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades,
ela tem seu lugar no dia a dia. Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto
em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente
conversarem na mesa de jantar. A questão é que essas pequenas interações estão se perdendo, é
60 isso que precisamos buscar”.
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais.
Disponível em:< http://www.focandoanoticia.com.br/exposicao-da-crianca-a-tecnologia-deve-ser-orientada-e-supervisionada-pelos-pais/> . Acesso em: 09 Ago. 2018. Adaptado.
A expressão “a partir daí” (linha 13), no Texto I, está entre vírgulas a fim deResolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais
01 Muito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia
Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24
para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos
eletrônicos.
05 Mas, os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são
introduzidos no universo musical por meio dos clipes da “Galinha Pintadinha”. Começam
assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da “Galinha” e recorrem a
ela, no celular ou no tablet, principalmente em locais onde gostariam que a criança ficasse
quieta, como salas de espera e restaurantes.
10 Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (empresa desenvolvedora de
aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança no mundo da tecnologia tem
de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural. Deixe a criança mostrar
curiosidade e se interessar pelo equipamento e, a partir daí, escolha qual conteúdo será
apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto.
15 Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento
sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”.
Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que
não existe uma regra para isso, mas sim, que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos
ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da
20 própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso, deve-se
estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.
Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e que a criança uma hora
terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança nesse contexto, permitindo o
acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e
25 criados para estimular e desenvolver algumas habilidades conforme sua idade, podendo ajudar
no desenvolvimento das crianças de diversas formas. Esses aplicativos podem contribuir para o
exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução
de problemas, provocando a criatividade e apresentando conceitos desde os mais estruturais,
como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais,
30 como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho
mais pedagógico”.
Se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança,
estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de
conhecimento.
35 Exemplo deve vir dos pais
Vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem
acesso, além de servir de exemplo para ela. “De nada adianta questionar a criança que deixa de
fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da
refeição”, afirma Glaucia.
40 Segundo a especialista, a educação digital é um item muito importante que não deve ser
delegado às escolas ou a qualquer outra entidade: “São os pais que precisam dar os limites e
acompanhar essa interação e esse aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas.
Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados
ao que esperam”.
45 Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra
que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e
celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido: “Existe
ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permite limitar o tipo de acesso e
ações que podem ser realizadas. Tudo isso ajuda a determinar os limites e também a interagir,
50 atuando na orientação e na educação digital das crianças.”.
Tempo para outras atividades
Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da
criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir:
“Isso deve ser mais um elemento nessa rotina de vida. E também não deve ser entendida como
55 uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é
natural impor limites de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades,
ela tem seu lugar no dia a dia. Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto
em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente
conversarem na mesa de jantar. A questão é que essas pequenas interações estão se perdendo, é
60 isso que precisamos buscar”.
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais.
Disponível em:< http://www.focandoanoticia.com.br/exposicao-da-crianca-a-tecnologia-deve-ser-orientada-e-supervisionada-pelos-pais/> . Acesso em: 09 Ago. 2018. Adaptado.
Dentro do contexto em que está inserido, o verbo conversar (linha 14), retirado do Texto I, pode ser substituído por vários sinônimos, exceto porResolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais
01 Muito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia
Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24
para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos
eletrônicos.
05 Mas, os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são
introduzidos no universo musical por meio dos clipes da “Galinha Pintadinha”. Começam
assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da “Galinha” e recorrem a
ela, no celular ou no tablet, principalmente em locais onde gostariam que a criança ficasse
quieta, como salas de espera e restaurantes.
10 Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (empresa desenvolvedora de
aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança no mundo da tecnologia tem
de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural. Deixe a criança mostrar
curiosidade e se interessar pelo equipamento e, a partir daí, escolha qual conteúdo será
apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto.
15 Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento
sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”.
Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que
não existe uma regra para isso, mas sim, que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos
ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da
20 própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso, deve-se
estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.
Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e que a criança uma hora
terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança nesse contexto, permitindo o
acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e
25 criados para estimular e desenvolver algumas habilidades conforme sua idade, podendo ajudar
no desenvolvimento das crianças de diversas formas. Esses aplicativos podem contribuir para o
exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução
de problemas, provocando a criatividade e apresentando conceitos desde os mais estruturais,
como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais,
30 como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho
mais pedagógico”.
Se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança,
estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de
conhecimento.
35 Exemplo deve vir dos pais
Vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem
acesso, além de servir de exemplo para ela. “De nada adianta questionar a criança que deixa de
fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da
refeição”, afirma Glaucia.
40 Segundo a especialista, a educação digital é um item muito importante que não deve ser
delegado às escolas ou a qualquer outra entidade: “São os pais que precisam dar os limites e
acompanhar essa interação e esse aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas.
Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados
ao que esperam”.
45 Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra
que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e
celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido: “Existe
ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permite limitar o tipo de acesso e
ações que podem ser realizadas. Tudo isso ajuda a determinar os limites e também a interagir,
50 atuando na orientação e na educação digital das crianças.”.
Tempo para outras atividades
Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da
criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir:
“Isso deve ser mais um elemento nessa rotina de vida. E também não deve ser entendida como
55 uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é
natural impor limites de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades,
ela tem seu lugar no dia a dia. Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto
em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente
conversarem na mesa de jantar. A questão é que essas pequenas interações estão se perdendo, é
60 isso que precisamos buscar”.
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais.
Disponível em:< http://www.focandoanoticia.com.br/exposicao-da-crianca-a-tecnologia-deve-ser-orientada-e-supervisionada-pelos-pais/> . Acesso em: 09 Ago. 2018. Adaptado.
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Texto I
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais
01 Muito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia
Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24
para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos
eletrônicos.
05 Mas, os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são
introduzidos no universo musical por meio dos clipes da “Galinha Pintadinha”. Começam
assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da “Galinha” e recorrem a
ela, no celular ou no tablet, principalmente em locais onde gostariam que a criança ficasse
quieta, como salas de espera e restaurantes.
10 Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (empresa desenvolvedora de
aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança no mundo da tecnologia tem
de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural. Deixe a criança mostrar
curiosidade e se interessar pelo equipamento e, a partir daí, escolha qual conteúdo será
apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto.
15 Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento
sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”.
Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que
não existe uma regra para isso, mas sim, que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos
ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da
20 própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso, deve-se
estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.
Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e que a criança uma hora
terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança nesse contexto, permitindo o
acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e
25 criados para estimular e desenvolver algumas habilidades conforme sua idade, podendo ajudar
no desenvolvimento das crianças de diversas formas. Esses aplicativos podem contribuir para o
exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução
de problemas, provocando a criatividade e apresentando conceitos desde os mais estruturais,
como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais,
30 como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho
mais pedagógico”.
Se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança,
estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de
conhecimento.
35 Exemplo deve vir dos pais
Vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem
acesso, além de servir de exemplo para ela. “De nada adianta questionar a criança que deixa de
fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da
refeição”, afirma Glaucia.
40 Segundo a especialista, a educação digital é um item muito importante que não deve ser
delegado às escolas ou a qualquer outra entidade: “São os pais que precisam dar os limites e
acompanhar essa interação e esse aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas.
Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados
ao que esperam”.
45 Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra
que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e
celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido: “Existe
ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permite limitar o tipo de acesso e
ações que podem ser realizadas. Tudo isso ajuda a determinar os limites e também a interagir,
50 atuando na orientação e na educação digital das crianças.”.
Tempo para outras atividades
Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da
criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir:
“Isso deve ser mais um elemento nessa rotina de vida. E também não deve ser entendida como
55 uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é
natural impor limites de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades,
ela tem seu lugar no dia a dia. Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto
em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente
conversarem na mesa de jantar. A questão é que essas pequenas interações estão se perdendo, é
60 isso que precisamos buscar”.
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais.
Disponível em:< http://www.focandoanoticia.com.br/exposicao-da-crianca-a-tecnologia-deve-ser-orientada-e-supervisionada-pelos-pais/> . Acesso em: 09 Ago. 2018. Adaptado.
Observe os fragmentos abaixo extraídos do Texto I.
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Com base na leitura do Texto I e dos fragmentos acima, assinale a alternativa correta.
Texto I
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais
01 Muito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia
Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24
para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos
eletrônicos.
05 Mas, os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são
introduzidos no universo musical por meio dos clipes da “Galinha Pintadinha”. Começam
assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da “Galinha” e recorrem a
ela, no celular ou no tablet, principalmente em locais onde gostariam que a criança ficasse
quieta, como salas de espera e restaurantes.
10 Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (empresa desenvolvedora de
aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança no mundo da tecnologia tem
de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural. Deixe a criança mostrar
curiosidade e se interessar pelo equipamento e, a partir daí, escolha qual conteúdo será
apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto.
15 Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento
sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”.
Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que
não existe uma regra para isso, mas sim, que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos
ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da
20 própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso, deve-se
estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.
Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e que a criança uma hora
terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança nesse contexto, permitindo o
acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e
25 criados para estimular e desenvolver algumas habilidades conforme sua idade, podendo ajudar
no desenvolvimento das crianças de diversas formas. Esses aplicativos podem contribuir para o
exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução
de problemas, provocando a criatividade e apresentando conceitos desde os mais estruturais,
como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais,
30 como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho
mais pedagógico”.
Se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança,
estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de
conhecimento.
35 Exemplo deve vir dos pais
Vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem
acesso, além de servir de exemplo para ela. “De nada adianta questionar a criança que deixa de
fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da
refeição”, afirma Glaucia.
40 Segundo a especialista, a educação digital é um item muito importante que não deve ser
delegado às escolas ou a qualquer outra entidade: “São os pais que precisam dar os limites e
acompanhar essa interação e esse aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas.
Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados
ao que esperam”.
45 Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra
que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e
celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido: “Existe
ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permite limitar o tipo de acesso e
ações que podem ser realizadas. Tudo isso ajuda a determinar os limites e também a interagir,
50 atuando na orientação e na educação digital das crianças.”.
Tempo para outras atividades
Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da
criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir:
“Isso deve ser mais um elemento nessa rotina de vida. E também não deve ser entendida como
55 uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é
natural impor limites de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades,
ela tem seu lugar no dia a dia. Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto
em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente
conversarem na mesa de jantar. A questão é que essas pequenas interações estão se perdendo, é
60 isso que precisamos buscar”.
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais.
Disponível em:< http://www.focandoanoticia.com.br/exposicao-da-crianca-a-tecnologia-deve-ser-orientada-e-supervisionada-pelos-pais/> . Acesso em: 09 Ago. 2018. Adaptado.
Leia o trecho: “Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento, sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais.” (linhas 15 e 16).
Assinale a alternativa na qual haja a ideia que reafirma, corretamente, o sentido desse trecho retirado do Texto I.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais
01 Muito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia
Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24
para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos
eletrônicos.
05 Mas, os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são
introduzidos no universo musical por meio dos clipes da “Galinha Pintadinha”. Começam
assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da “Galinha” e recorrem a
ela, no celular ou no tablet, principalmente em locais onde gostariam que a criança ficasse
quieta, como salas de espera e restaurantes.
10 Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (empresa desenvolvedora de
aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança no mundo da tecnologia tem
de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural. Deixe a criança mostrar
curiosidade e se interessar pelo equipamento e, a partir daí, escolha qual conteúdo será
apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto.
15 Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento
sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”.
Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que
não existe uma regra para isso, mas sim, que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos
ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da
20 própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso, deve-se
estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.
Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e que a criança uma hora
terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança nesse contexto, permitindo o
acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e
25 criados para estimular e desenvolver algumas habilidades conforme sua idade, podendo ajudar
no desenvolvimento das crianças de diversas formas. Esses aplicativos podem contribuir para o
exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução
de problemas, provocando a criatividade e apresentando conceitos desde os mais estruturais,
como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais,
30 como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho
mais pedagógico”.
Se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança,
estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de
conhecimento.
35 Exemplo deve vir dos pais
Vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem
acesso, além de servir de exemplo para ela. “De nada adianta questionar a criança que deixa de
fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da
refeição”, afirma Glaucia.
40 Segundo a especialista, a educação digital é um item muito importante que não deve ser
delegado às escolas ou a qualquer outra entidade: “São os pais que precisam dar os limites e
acompanhar essa interação e esse aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas.
Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados
ao que esperam”.
45 Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra
que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e
celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido: “Existe
ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permite limitar o tipo de acesso e
ações que podem ser realizadas. Tudo isso ajuda a determinar os limites e também a interagir,
50 atuando na orientação e na educação digital das crianças.”.
Tempo para outras atividades
Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da
criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir:
“Isso deve ser mais um elemento nessa rotina de vida. E também não deve ser entendida como
55 uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é
natural impor limites de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades,
ela tem seu lugar no dia a dia. Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto
em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente
conversarem na mesa de jantar. A questão é que essas pequenas interações estão se perdendo, é
60 isso que precisamos buscar”.
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais.
Disponível em:< http://www.focandoanoticia.com.br/exposicao-da-crianca-a-tecnologia-deve-ser-orientada-e-supervisionada-pelos-pais/> . Acesso em: 09 Ago. 2018. Adaptado.
Sabendo-se que pronomes relativos são aqueles que retomam termos anteriormente citados, observe os fragmentos retirados do Texto I e assinale a alternativa que NÃO contém pronome relativo.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais
01 Muito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia
Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24
para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos
eletrônicos.
05 Mas, os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são
introduzidos no universo musical por meio dos clipes da “Galinha Pintadinha”. Começam
assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da “Galinha” e recorrem a
ela, no celular ou no tablet, principalmente em locais onde gostariam que a criança ficasse
quieta, como salas de espera e restaurantes.
10 Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (empresa desenvolvedora de
aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança no mundo da tecnologia tem
de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural. Deixe a criança mostrar
curiosidade e se interessar pelo equipamento e, a partir daí, escolha qual conteúdo será
apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto.
15 Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento
sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”.
Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que
não existe uma regra para isso, mas sim, que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos
ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da
20 própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso, deve-se
estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.
Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e que a criança uma hora
terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança nesse contexto, permitindo o
acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e
25 criados para estimular e desenvolver algumas habilidades conforme sua idade, podendo ajudar
no desenvolvimento das crianças de diversas formas. Esses aplicativos podem contribuir para o
exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução
de problemas, provocando a criatividade e apresentando conceitos desde os mais estruturais,
como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais,
30 como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho
mais pedagógico”.
Se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança,
estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de
conhecimento.
35 Exemplo deve vir dos pais
Vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem
acesso, além de servir de exemplo para ela. “De nada adianta questionar a criança que deixa de
fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da
refeição”, afirma Glaucia.
40 Segundo a especialista, a educação digital é um item muito importante que não deve ser
delegado às escolas ou a qualquer outra entidade: “São os pais que precisam dar os limites e
acompanhar essa interação e esse aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas.
Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados
ao que esperam”.
45 Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra
que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e
celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido: “Existe
ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permite limitar o tipo de acesso e
ações que podem ser realizadas. Tudo isso ajuda a determinar os limites e também a interagir,
50 atuando na orientação e na educação digital das crianças.”.
Tempo para outras atividades
Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da
criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir:
“Isso deve ser mais um elemento nessa rotina de vida. E também não deve ser entendida como
55 uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é
natural impor limites de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades,
ela tem seu lugar no dia a dia. Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto
em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente
conversarem na mesa de jantar. A questão é que essas pequenas interações estão se perdendo, é
60 isso que precisamos buscar”.
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais.
Disponível em:< http://www.focandoanoticia.com.br/exposicao-da-crianca-a-tecnologia-deve-ser-orientada-e-supervisionada-pelos-pais/> . Acesso em: 09 Ago. 2018. Adaptado.
Leia o trecho abaixo retirado do Texto I e analise as afirmativas a seguir.
“Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que não existe uma regra para isso, mas sim que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso deve-se estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.” (4º parágrafo).
I – Uma conjunção foi usada como recurso para evitar a repetição do termo “bebês pequenos”.
II – Um pronome relativo aparece para retomar os itens que são mais indicados aos bebês pequenos.
III – Pelo menos um pronome pessoal oblíquo foi usado para evitar a repetição do termo “bebês pequenos”.
IV – Foram usados dois recursos de substituição para evitar a repetição do termo “bebês pequenos”: um antônimo e um pronome pessoal oblíquo, respectivamente.
Estão corretas:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
O que falta às crianças e jovens viciados em tecnologia?
01 O uso de dispositivos tecnológicos por crianças e jovens está longe de ser prejudicial. Se
bem orientado, pode estimular a criatividade, o raciocínio lógico, a colaboração, a capacidade
de pesquisa e outras competências valiosas para o mundo contemporâneo. No entanto, é
preciso moderação. O aumento da dependência de eletrônicos tem preocupado pais e
05 educadores do mundo todo.
O fato de boa parte das tarefas cotidianas envolver cada vez mais tecnologia torna difícil
definir esse equilíbrio. É comum que, mesmo entre os adultos, a distinção entre o trabalho e o
lazer se faça apenas pela troca de aplicativos: fecham-se o e-mail e os programas do
computador, abrem-se as redes sociais.
10 Da mesma forma, as crianças usam tecnologias na escola e ao fazer os deveres de casa.
Depois, vão para os jogos e as mensagens digitais – muitas vezes, sem nem sair do quarto.
Passam os dias, uns e outros, plugados em monitores. Até que, em alguns casos, o hábito se
transforma em dependência.
Entre crianças e jovens, as consequências do uso excessivo de eletrônicos se percebem
15 tanto em problemas físicos (tendinites, sobrepeso), como também mentais e emocionais
(isolamento social, dificuldade de concentração, transtornos do sono), com reflexo também
nos resultados escolares.
Como no caso de qualquer outro vício ou compulsão, a questão central é detectar o que
está na origem do distúrbio. No caso das crianças e adolescentes, algumas das hipóteses a
20 investigar são:
- Falta de motivação: por que as outras dimensões da vida não lhe provocam o mesmo
interesse e fascínio que um aparelho tecnológico?
- Carência nos relacionamentos: existem lacunas ligadas à afetividade que os
dispositivos eletrônicos estão ajudando a compensar?
25 - Falta de limites: como é feita a organização da rotina de estudo e lazer e de que forma
a família controla o cumprimento saudável das normas?
- Influências dos amigos: estar plugado dia e noite, participar de jogos e das redes
sociais é sinal de status e até uma necessidade para ser aceito no grupo?
Como prevenção, o exemplo da família é fundamental. Os pais precisam evitar usar os
30 dispositivos para tranquilizar a criança, para que fique quieta por algumas horas, e evitar que
as crianças se isolem jogando durante as refeições. Há que se dosar a compra de novos jogos,
pois o momento em que a criança se cansa de um deles é a oportunidade de alternar com
atividades fora da web.
Vale marcar um horário para o uso e garantir que seja respeitado. Uma experiência
35 interessante é a negociação de horas de uso de eletrônicos com outras tarefas, por exemplo: se
arrumar o quarto, ganha mais quinze minutos de internet. E o principal, sobretudo com
crianças: participar das atividades digitais junto com elas. Não só para monitorar, mas porque
o relacionamento com os pais, em atividades desfrutadas em comum, pode ser o melhor dos
presentes.
Disponível em:< http://g1.globo.com/educacao/blog/andrea-ramal/post/o-que-falta-criancas-e-jovens-viciados-em-tecnologia.html>Acesso em: 09 ago. 2018. Adaptado.
De acordo com o Texto II, assinale a alternativa que aponta para a resposta à pergunta formulada no título: “O que falta às crianças e jovens viciados em tecnologia?”.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
O que falta às crianças e jovens viciados em tecnologia?
01 O uso de dispositivos tecnológicos por crianças e jovens está longe de ser prejudicial. Se
bem orientado, pode estimular a criatividade, o raciocínio lógico, a colaboração, a capacidade
de pesquisa e outras competências valiosas para o mundo contemporâneo. No entanto, é
preciso moderação. O aumento da dependência de eletrônicos tem preocupado pais e
05 educadores do mundo todo.
O fato de boa parte das tarefas cotidianas envolver cada vez mais tecnologia torna difícil
definir esse equilíbrio. É comum que, mesmo entre os adultos, a distinção entre o trabalho e o
lazer se faça apenas pela troca de aplicativos: fecham-se o e-mail e os programas do
computador, abrem-se as redes sociais.
10 Da mesma forma, as crianças usam tecnologias na escola e ao fazer os deveres de casa.
Depois, vão para os jogos e as mensagens digitais – muitas vezes, sem nem sair do quarto.
Passam os dias, uns e outros, plugados em monitores. Até que, em alguns casos, o hábito se
transforma em dependência.
Entre crianças e jovens, as consequências do uso excessivo de eletrônicos se percebem
15 tanto em problemas físicos (tendinites, sobrepeso), como também mentais e emocionais
(isolamento social, dificuldade de concentração, transtornos do sono), com reflexo também
nos resultados escolares.
Como no caso de qualquer outro vício ou compulsão, a questão central é detectar o que
está na origem do distúrbio. No caso das crianças e adolescentes, algumas das hipóteses a
20 investigar são:
- Falta de motivação: por que as outras dimensões da vida não lhe provocam o mesmo
interesse e fascínio que um aparelho tecnológico?
- Carência nos relacionamentos: existem lacunas ligadas à afetividade que os
dispositivos eletrônicos estão ajudando a compensar?
25 - Falta de limites: como é feita a organização da rotina de estudo e lazer e de que forma
a família controla o cumprimento saudável das normas?
- Influências dos amigos: estar plugado dia e noite, participar de jogos e das redes
sociais é sinal de status e até uma necessidade para ser aceito no grupo?
Como prevenção, o exemplo da família é fundamental. Os pais precisam evitar usar os
30 dispositivos para tranquilizar a criança, para que fique quieta por algumas horas, e evitar que
as crianças se isolem jogando durante as refeições. Há que se dosar a compra de novos jogos,
pois o momento em que a criança se cansa de um deles é a oportunidade de alternar com
atividades fora da web.
Vale marcar um horário para o uso e garantir que seja respeitado. Uma experiência
35 interessante é a negociação de horas de uso de eletrônicos com outras tarefas, por exemplo: se
arrumar o quarto, ganha mais quinze minutos de internet. E o principal, sobretudo com
crianças: participar das atividades digitais junto com elas. Não só para monitorar, mas porque
o relacionamento com os pais, em atividades desfrutadas em comum, pode ser o melhor dos
presentes.
Disponível em:< http://g1.globo.com/educacao/blog/andrea-ramal/post/o-que-falta-criancas-e-jovens-viciados-em-tecnologia.html>Acesso em: 09 ago. 2018. Adaptado.
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Há prejuízo de sentido na sequência lógica dos períodos, se os termos em negrito forem substituídos por
Texto II
O que falta às crianças e jovens viciados em tecnologia?
01 O uso de dispositivos tecnológicos por crianças e jovens está longe de ser prejudicial. Se
bem orientado, pode estimular a criatividade, o raciocínio lógico, a colaboração, a capacidade
de pesquisa e outras competências valiosas para o mundo contemporâneo. No entanto, é
preciso moderação. O aumento da dependência de eletrônicos tem preocupado pais e
05 educadores do mundo todo.
O fato de boa parte das tarefas cotidianas envolver cada vez mais tecnologia torna difícil
definir esse equilíbrio. É comum que, mesmo entre os adultos, a distinção entre o trabalho e o
lazer se faça apenas pela troca de aplicativos: fecham-se o e-mail e os programas do
computador, abrem-se as redes sociais.
10 Da mesma forma, as crianças usam tecnologias na escola e ao fazer os deveres de casa.
Depois, vão para os jogos e as mensagens digitais – muitas vezes, sem nem sair do quarto.
Passam os dias, uns e outros, plugados em monitores. Até que, em alguns casos, o hábito se
transforma em dependência.
Entre crianças e jovens, as consequências do uso excessivo de eletrônicos se percebem
15 tanto em problemas físicos (tendinites, sobrepeso), como também mentais e emocionais
(isolamento social, dificuldade de concentração, transtornos do sono), com reflexo também
nos resultados escolares.
Como no caso de qualquer outro vício ou compulsão, a questão central é detectar o que
está na origem do distúrbio. No caso das crianças e adolescentes, algumas das hipóteses a
20 investigar são:
- Falta de motivação: por que as outras dimensões da vida não lhe provocam o mesmo
interesse e fascínio que um aparelho tecnológico?
- Carência nos relacionamentos: existem lacunas ligadas à afetividade que os
dispositivos eletrônicos estão ajudando a compensar?
25 - Falta de limites: como é feita a organização da rotina de estudo e lazer e de que forma
a família controla o cumprimento saudável das normas?
- Influências dos amigos: estar plugado dia e noite, participar de jogos e das redes
sociais é sinal de status e até uma necessidade para ser aceito no grupo?
Como prevenção, o exemplo da família é fundamental. Os pais precisam evitar usar os
30 dispositivos para tranquilizar a criança, para que fique quieta por algumas horas, e evitar que
as crianças se isolem jogando durante as refeições. Há que se dosar a compra de novos jogos,
pois o momento em que a criança se cansa de um deles é a oportunidade de alternar com
atividades fora da web.
Vale marcar um horário para o uso e garantir que seja respeitado. Uma experiência
35 interessante é a negociação de horas de uso de eletrônicos com outras tarefas, por exemplo: se
arrumar o quarto, ganha mais quinze minutos de internet. E o principal, sobretudo com
crianças: participar das atividades digitais junto com elas. Não só para monitorar, mas porque
o relacionamento com os pais, em atividades desfrutadas em comum, pode ser o melhor dos
presentes.
Disponível em:< http://g1.globo.com/educacao/blog/andrea-ramal/post/o-que-falta-criancas-e-jovens-viciados-em-tecnologia.html>Acesso em: 09 ago. 2018. Adaptado.
Analise os itens abaixo de acordo com a leitura e interpretação do Texto II.
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Estão corretas:
Texto I
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais
01 Muito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia
Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24
para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos
eletrônicos.
05 Mas, os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são
introduzidos no universo musical por meio dos clipes da “Galinha Pintadinha”. Começam
assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da “Galinha” e recorrem a
ela, no celular ou no tablet, principalmente em locais onde gostariam que a criança ficasse
quieta, como salas de espera e restaurantes.
10 Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (empresa desenvolvedora de
aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança no mundo da tecnologia tem
de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural. Deixe a criança mostrar
curiosidade e se interessar pelo equipamento e, a partir daí, escolha qual conteúdo será
apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto.
15 Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento
sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais”.
Sobre a idade mínima para o contato com a tecnologia começar, a especialista afirma que
não existe uma regra para isso, mas sim, que é preciso ter bom senso, pois bebês pequenos
ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da
20 própria visão e, por isso, não faz muito sentido dar a eles um tablet. Em vez disso, deve-se
estimulá-los com música, brinquedos ou móbiles, que são mais indicados.
Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e que a criança uma hora
terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança nesse contexto, permitindo o
acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e
25 criados para estimular e desenvolver algumas habilidades conforme sua idade, podendo ajudar
no desenvolvimento das crianças de diversas formas. Esses aplicativos podem contribuir para o
exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução
de problemas, provocando a criatividade e apresentando conceitos desde os mais estruturais,
como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais,
30 como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho
mais pedagógico”.
Se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança,
estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de
conhecimento.
35 Exemplo deve vir dos pais
Vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem
acesso, além de servir de exemplo para ela. “De nada adianta questionar a criança que deixa de
fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da
refeição”, afirma Glaucia.
40 Segundo a especialista, a educação digital é um item muito importante que não deve ser
delegado às escolas ou a qualquer outra entidade: “São os pais que precisam dar os limites e
acompanhar essa interação e esse aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas.
Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados
ao que esperam”.
45 Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra
que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e
celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido: “Existe
ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permite limitar o tipo de acesso e
ações que podem ser realizadas. Tudo isso ajuda a determinar os limites e também a interagir,
50 atuando na orientação e na educação digital das crianças.”.
Tempo para outras atividades
Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da
criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir:
“Isso deve ser mais um elemento nessa rotina de vida. E também não deve ser entendida como
55 uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é
natural impor limites de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades,
ela tem seu lugar no dia a dia. Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto
em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente
conversarem na mesa de jantar. A questão é que essas pequenas interações estão se perdendo, é
60 isso que precisamos buscar”.
Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais.
Disponível em:< http://www.focandoanoticia.com.br/exposicao-da-crianca-a-tecnologia-deve-ser-orientada-e-supervisionada-pelos-pais/> . Acesso em: 09 Ago. 2018. Adaptado.
Texto II
O que falta às crianças e jovens viciados em tecnologia?
01 O uso de dispositivos tecnológicos por crianças e jovens está longe de ser prejudicial. Se
bem orientado, pode estimular a criatividade, o raciocínio lógico, a colaboração, a capacidade
de pesquisa e outras competências valiosas para o mundo contemporâneo. No entanto, é
preciso moderação. O aumento da dependência de eletrônicos tem preocupado pais e
05 educadores do mundo todo.
O fato de boa parte das tarefas cotidianas envolver cada vez mais tecnologia torna difícil
definir esse equilíbrio. É comum que, mesmo entre os adultos, a distinção entre o trabalho e o
lazer se faça apenas pela troca de aplicativos: fecham-se o e-mail e os programas do
computador, abrem-se as redes sociais.
10 Da mesma forma, as crianças usam tecnologias na escola e ao fazer os deveres de casa.
Depois, vão para os jogos e as mensagens digitais – muitas vezes, sem nem sair do quarto.
Passam os dias, uns e outros, plugados em monitores. Até que, em alguns casos, o hábito se
transforma em dependência.
Entre crianças e jovens, as consequências do uso excessivo de eletrônicos se percebem
15 tanto em problemas físicos (tendinites, sobrepeso), como também mentais e emocionais
(isolamento social, dificuldade de concentração, transtornos do sono), com reflexo também
nos resultados escolares.
Como no caso de qualquer outro vício ou compulsão, a questão central é detectar o que
está na origem do distúrbio. No caso das crianças e adolescentes, algumas das hipóteses a
20 investigar são:
- Falta de motivação: por que as outras dimensões da vida não lhe provocam o mesmo
interesse e fascínio que um aparelho tecnológico?
- Carência nos relacionamentos: existem lacunas ligadas à afetividade que os
dispositivos eletrônicos estão ajudando a compensar?
25 - Falta de limites: como é feita a organização da rotina de estudo e lazer e de que forma
a família controla o cumprimento saudável das normas?
- Influências dos amigos: estar plugado dia e noite, participar de jogos e das redes
sociais é sinal de status e até uma necessidade para ser aceito no grupo?
Como prevenção, o exemplo da família é fundamental. Os pais precisam evitar usar os
30 dispositivos para tranquilizar a criança, para que fique quieta por algumas horas, e evitar que
as crianças se isolem jogando durante as refeições. Há que se dosar a compra de novos jogos,
pois o momento em que a criança se cansa de um deles é a oportunidade de alternar com
atividades fora da web.
Vale marcar um horário para o uso e garantir que seja respeitado. Uma experiência
35 interessante é a negociação de horas de uso de eletrônicos com outras tarefas, por exemplo: se
arrumar o quarto, ganha mais quinze minutos de internet. E o principal, sobretudo com
crianças: participar das atividades digitais junto com elas. Não só para monitorar, mas porque
o relacionamento com os pais, em atividades desfrutadas em comum, pode ser o melhor dos
presentes.
Disponível em:< http://g1.globo.com/educacao/blog/andrea-ramal/post/o-que-falta-criancas-e-jovens-viciados-em-tecnologia.html>Acesso em: 09 ago. 2018. Adaptado.
Em relação aos Textos I e II, o objetivo principal desses textos éResolução comentada
Análise das alternativas
Texto III
Tecnologia do agora
Estou ficando cansado
Da tal tecnologia
Só se fala por e-mail
Mensagem curta e fria
Twitter e Facebook
Antes que eu caduque
Vou dizer tudo em poesia.
Não é mais como era antes
É tudo abreviado
"Você" só tem duas letras
O "O" e o "E" foram riscados
Para declarar o amor
Basta botar uma flor
E um coração desenhado.
Arroba agora não pesa
É parte de um endereço
Ponto final nem se usa
Ou vai até no começo
Agora é .com
Se o site é muito bom
Ele vale um alto preço.
Pra piorar a linguagem
O emoticom é um risco
Tem símbolo para tudo
Ponto e vírgula e um asterisco
Um beijo significa
Pra entender como fica
Decifre esse rabisco.
Tenho saudade das cartas
Escritas com a própria mão
Mandava no mês de Junho
Só chegava no Verão
Mas matava a saudade
Era texto de verdade
Nas linhas do coração.
Agora, escrevo e envio
Chegando na mesma hora
Mas quando vou prosear
A pessoa foi embora
Abriu outro aplicativo
O mundo ficou cativo
Da tecnologia do agora.
Vocabulário:
Caduque – verbo “caducar” conjugado. Cair em desuso; ficar ultrapassado; desaparecer.
Arroba – unidade de peso equivalente a 15 kg.
Milton Duarte
Adaptado. Disponível em<https://www.recantodasletras.com.br/poesias/3186743> Acesso em: 09 ago. 2018.
Julgue os itens a seguir em “V”, se forem verdadeiros, ou em “F”, se forem falsos, conforme a correlação entre os versos extraídos do Texto III e suas respectivas interpretações com base nesse Texto.
I – “Arroba agora não pesa” (3ª estrofe) – deixou de ser uma medida de peso, caindo em desuso nesse caso. Usada somente como parte de um endereço de internet.
II – “O emoticom é um risco” (4ª estrofe) – é um risco porque, a longo prazo, substituirá todas as palavras escritas e, inclusive, a língua falada.
III – “Agora, escrevo e envio” (6ª estrofe) – a comunicação “do agora” é instantânea.
IV – “Ponto final nem se usa” (3ª estrofe) – não há rigidez gramatical no mundo virtual.
V – “O mundo ficou cativo/Da tecnologia do agora.” (6ª estrofe) – O mundo tornou-se escravo das relações tecnológicas passadas e atuais.
A sequência correta éResolução comentada
Análise das alternativas
Texto III
Tecnologia do agora
Estou ficando cansado
Da tal tecnologia
Só se fala por e-mail
Mensagem curta e fria
Twitter e Facebook
Antes que eu caduque
Vou dizer tudo em poesia.
Não é mais como era antes
É tudo abreviado
"Você" só tem duas letras
O "O" e o "E" foram riscados
Para declarar o amor
Basta botar uma flor
E um coração desenhado.
Arroba agora não pesa
É parte de um endereço
Ponto final nem se usa
Ou vai até no começo
Agora é .com
Se o site é muito bom
Ele vale um alto preço.
Pra piorar a linguagem
O emoticom é um risco
Tem símbolo para tudo
Ponto e vírgula e um asterisco
Um beijo significa
Pra entender como fica
Decifre esse rabisco.
Tenho saudade das cartas
Escritas com a própria mão
Mandava no mês de Junho
Só chegava no Verão
Mas matava a saudade
Era texto de verdade
Nas linhas do coração.
Agora, escrevo e envio
Chegando na mesma hora
Mas quando vou prosear
A pessoa foi embora
Abriu outro aplicativo
O mundo ficou cativo
Da tecnologia do agora.
Vocabulário:
Caduque – verbo “caducar” conjugado. Cair em desuso; ficar ultrapassado; desaparecer.
Arroba – unidade de peso equivalente a 15 kg.
Milton Duarte
Adaptado. Disponível em<https://www.recantodasletras.com.br/poesias/3186743> Acesso em: 09 ago. 2018.
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Texto III
Tecnologia do agora
Estou ficando cansado
Da tal tecnologia
Só se fala por e-mail
Mensagem curta e fria
Twitter e Facebook
Antes que eu caduque
Vou dizer tudo em poesia.
Não é mais como era antes
É tudo abreviado
"Você" só tem duas letras
O "O" e o "E" foram riscados
Para declarar o amor
Basta botar uma flor
E um coração desenhado.
Arroba agora não pesa
É parte de um endereço
Ponto final nem se usa
Ou vai até no começo
Agora é .com
Se o site é muito bom
Ele vale um alto preço.
Pra piorar a linguagem
O emoticom é um risco
Tem símbolo para tudo
Ponto e vírgula e um asterisco
Um beijo significa
Pra entender como fica
Decifre esse rabisco.
Tenho saudade das cartas
Escritas com a própria mão
Mandava no mês de Junho
Só chegava no Verão
Mas matava a saudade
Era texto de verdade
Nas linhas do coração.
Agora, escrevo e envio
Chegando na mesma hora
Mas quando vou prosear
A pessoa foi embora
Abriu outro aplicativo
O mundo ficou cativo
Da tecnologia do agora.
Vocabulário:
Caduque – verbo “caducar” conjugado. Cair em desuso; ficar ultrapassado; desaparecer.
Arroba – unidade de peso equivalente a 15 kg.
Milton Duarte
Adaptado. Disponível em<https://www.recantodasletras.com.br/poesias/3186743> Acesso em: 09 ago. 2018.
Observe os versos a seguir retirados do Texto III.
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As palavras em negrito indicam, respectivamente, relações de
Texto III
Tecnologia do agora
Estou ficando cansado
Da tal tecnologia
Só se fala por e-mail
Mensagem curta e fria
Twitter e Facebook
Antes que eu caduque
Vou dizer tudo em poesia.
Não é mais como era antes
É tudo abreviado
"Você" só tem duas letras
O "O" e o "E" foram riscados
Para declarar o amor
Basta botar uma flor
E um coração desenhado.
Arroba agora não pesa
É parte de um endereço
Ponto final nem se usa
Ou vai até no começo
Agora é .com
Se o site é muito bom
Ele vale um alto preço.
Pra piorar a linguagem
O emoticom é um risco
Tem símbolo para tudo
Ponto e vírgula e um asterisco
Um beijo significa
Pra entender como fica
Decifre esse rabisco.
Tenho saudade das cartas
Escritas com a própria mão
Mandava no mês de Junho
Só chegava no Verão
Mas matava a saudade
Era texto de verdade
Nas linhas do coração.
Agora, escrevo e envio
Chegando na mesma hora
Mas quando vou prosear
A pessoa foi embora
Abriu outro aplicativo
O mundo ficou cativo
Da tecnologia do agora.
Vocabulário:
Caduque – verbo “caducar” conjugado. Cair em desuso; ficar ultrapassado; desaparecer.
Arroba – unidade de peso equivalente a 15 kg.
Milton Duarte
Adaptado. Disponível em<https://www.recantodasletras.com.br/poesias/3186743> Acesso em: 09 ago. 2018.
Assinale a alternativa que melhor expressa o sentimento do poeta no Texto III.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto III
Tecnologia do agora
Estou ficando cansado
Da tal tecnologia
Só se fala por e-mail
Mensagem curta e fria
Twitter e Facebook
Antes que eu caduque
Vou dizer tudo em poesia.
Não é mais como era antes
É tudo abreviado
"Você" só tem duas letras
O "O" e o "E" foram riscados
Para declarar o amor
Basta botar uma flor
E um coração desenhado.
Arroba agora não pesa
É parte de um endereço
Ponto final nem se usa
Ou vai até no começo
Agora é .com
Se o site é muito bom
Ele vale um alto preço.
Pra piorar a linguagem
O emoticom é um risco
Tem símbolo para tudo
Ponto e vírgula e um asterisco
Um beijo significa
Pra entender como fica
Decifre esse rabisco.
Tenho saudade das cartas
Escritas com a própria mão
Mandava no mês de Junho
Só chegava no Verão
Mas matava a saudade
Era texto de verdade
Nas linhas do coração.
Agora, escrevo e envio
Chegando na mesma hora
Mas quando vou prosear
A pessoa foi embora
Abriu outro aplicativo
O mundo ficou cativo
Da tecnologia do agora.
Vocabulário:
Caduque – verbo “caducar” conjugado. Cair em desuso; ficar ultrapassado; desaparecer.
Arroba – unidade de peso equivalente a 15 kg.
Milton Duarte
Adaptado. Disponível em<https://www.recantodasletras.com.br/poesias/3186743> Acesso em: 09 ago. 2018.
Assinale a alternativa que contém a ideia principal do Texto III.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto III
Tecnologia do agora
Estou ficando cansado
Da tal tecnologia
Só se fala por e-mail
Mensagem curta e fria
Twitter e Facebook
Antes que eu caduque
Vou dizer tudo em poesia.
Não é mais como era antes
É tudo abreviado
"Você" só tem duas letras
O "O" e o "E" foram riscados
Para declarar o amor
Basta botar uma flor
E um coração desenhado.
Arroba agora não pesa
É parte de um endereço
Ponto final nem se usa
Ou vai até no começo
Agora é .com
Se o site é muito bom
Ele vale um alto preço.
Pra piorar a linguagem
O emoticom é um risco
Tem símbolo para tudo
Ponto e vírgula e um asterisco
Um beijo significa
Pra entender como fica
Decifre esse rabisco.
Tenho saudade das cartas
Escritas com a própria mão
Mandava no mês de Junho
Só chegava no Verão
Mas matava a saudade
Era texto de verdade
Nas linhas do coração.
Agora, escrevo e envio
Chegando na mesma hora
Mas quando vou prosear
A pessoa foi embora
Abriu outro aplicativo
O mundo ficou cativo
Da tecnologia do agora.
Vocabulário:
Caduque – verbo “caducar” conjugado. Cair em desuso; ficar ultrapassado; desaparecer.
Arroba – unidade de peso equivalente a 15 kg.
Milton Duarte
Adaptado. Disponível em<https://www.recantodasletras.com.br/poesias/3186743> Acesso em: 09 ago. 2018.
Texto IV
No texto IV há três crianças com equipamentos eletrônicos e uma criança com um brinquedo “tradicional”, um caminhãozinho.
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Disponível em: <http://professorjuliosouto.blogspot.com/2017/03/ponto-extra-8-ano-c.html> Acesso em: 09 ago. 2018. Adaptado.
Em relação aos Textos III e IV, assinale a alternativa correta.
Texto IV
No texto IV há três crianças com equipamentos eletrônicos e uma criança com um brinquedo “tradicional”, um caminhãozinho.
![]()
Disponível em: <http://professorjuliosouto.blogspot.com/2017/03/ponto-extra-8-ano-c.html> Acesso em: 09 ago. 2018. Adaptado.
Com base na análise do Texto IV, pode-se concluir que
Texto V
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Traduzido. Disponível em:<https://universoabierto.org/2016/08/17/servicios-bibliotecarios/> Acesso em: 09 ago. 2018.
Sobre o Texto V, observe este fragmento da fala da bibliotecária: “(...) Temos milhões de histórias, milhares de romances, centenas de pensamentos profundos (...)”. Quanto à vírgula, é correto afirmar que ela foi utilizada para
Texto V
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Traduzido. Disponível em:<https://universoabierto.org/2016/08/17/servicios-bibliotecarios/> Acesso em: 09 ago. 2018.
No Texto V, ao receber o jovem, a bibliotecária não se dirige a ele na primeira pessoa do singular (eu), em vez disso, usa a primeira pessoa do plural (nós), que aparece na conjugação dos verbos “Adoramos” e “Temos”. Pode-se concluir que, ao utilizar a primeira pessoa do plural (nós), a bibliotecária tem por objetivo
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