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Colégio Militar de Santa Maria — Concurso de Admissão 2018/2019 — Língua Portuguesa — 6º ano do Ensino Fundamental

Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Colégio Militar de Santa MariaFundamental

21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 20 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Santa Maria Fundamental

Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO 01

A BOLA

01 O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
02 primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era
03 de plástico. Mas era uma bola.
04 O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem
05 hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar
06 a bola, à procura de alguma coisa.
07 - Como é que liga? – perguntou.
08 - Como, como é que liga? Não se liga.
09 O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
10 - Não tem manual de instrução?
11 O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
12 decididamente outros.
13 - Não precisa manual de instrução.
14 - O que é que ela faz?
15 - Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
16 - O quê?
17 - Controla, chuta...
18 - Ah, então é uma bola.
19 - Claro que é uma bola.
20 - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
21 - Você pensou que fosse o quê?
22 - Nada, não.
23 O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da
24 tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado
25 Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip
26 eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no
27 jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
28 O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no
29 peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
30 - Filho, olha!
31 O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as
32 mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada.
33 Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se
34 interessar.

Fonte: VERÍSSIMO, Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Glossário:
uma número 5: bola de futebol
tento: tiras de couro (na expressão: sem tento de couro, quer dizer, que o couro da bola não era bom.)
blip: o mesmo que bip eletrônico; dispositivo eletrônico usado para contatar pessoas através de uma rede de telecomunicações.

Leia o fragmento extraído do segundo parágrafo do texto:

O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. (linhas 04-06)

Na última frase do parágrafo acima, o garoto procura algo na bola. Sobre isso, é possível afirmar que:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Por que o garoto girava a bola procurando algo?

O menino pergunta 'Como é que liga?' e depois procura um manual. Ele esperava que a bola fosse um brinquedo eletrônico, como o videogame com que está acostumado.

Análise das alternativas

A) Ele não encontrou o que procurava; o pai diz que 'não se liga'. C) A bola do jogo é virtual, um blip, e não é a bola que ganhou. D) A bola não o ajudou em nada. E) O texto não diz que ele não gosta de jogar bola.

Referência: Interpretação de texto narrativo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Santa Maria Fundamental

Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO 01

A BOLA

01 O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
02 primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era
03 de plástico. Mas era uma bola.
04 O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem
05 hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar
06 a bola, à procura de alguma coisa.
07 - Como é que liga? – perguntou.
08 - Como, como é que liga? Não se liga.
09 O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
10 - Não tem manual de instrução?
11 O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
12 decididamente outros.
13 - Não precisa manual de instrução.
14 - O que é que ela faz?
15 - Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
16 - O quê?
17 - Controla, chuta...
18 - Ah, então é uma bola.
19 - Claro que é uma bola.
20 - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
21 - Você pensou que fosse o quê?
22 - Nada, não.
23 O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da
24 tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado
25 Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip
26 eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no
27 jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
28 O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no
29 peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
30 - Filho, olha!
31 O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as
32 mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada.
33 Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se
34 interessar.

Fonte: VERÍSSIMO, Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Glossário:
uma número 5: bola de futebol
tento: tiras de couro (na expressão: sem tento de couro, quer dizer, que o couro da bola não era bom.)
blip: o mesmo que bip eletrônico; dispositivo eletrônico usado para contatar pessoas através de uma rede de telecomunicações.

Com relação ao que está escrito no texto, assinale a única alternativa que apresenta uma informação correta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Escolher a única informação correta sobre o texto.

O texto diz que a bola agora é de plástico e 'cheirava a nada'. Assim, a bola não tinha o cheiro de couro que o pai lembrava, e a alternativa C é a que o gabarito oficial aceita.

Análise das alternativas

A) A intenção do pai era, sim, reviver sua infância ('lembrando o prazer que sentira'). B) O presente não lembrava o couro, pois era de plástico. D) O pai ainda tenta, ensaiando embaixadas e chamando o garoto. E) O problema maior é a diferença de gerações, não só a falta de manual.

Referência: Interpretação de texto narrativo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Foco Narrativo

Colégio Militar de Santa Maria Fundamental

Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO 01

A BOLA

01 O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
02 primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era
03 de plástico. Mas era uma bola.
04 O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem
05 hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar
06 a bola, à procura de alguma coisa.
07 - Como é que liga? – perguntou.
08 - Como, como é que liga? Não se liga.
09 O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
10 - Não tem manual de instrução?
11 O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
12 decididamente outros.
13 - Não precisa manual de instrução.
14 - O que é que ela faz?
15 - Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
16 - O quê?
17 - Controla, chuta...
18 - Ah, então é uma bola.
19 - Claro que é uma bola.
20 - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
21 - Você pensou que fosse o quê?
22 - Nada, não.
23 O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da
24 tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado
25 Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip
26 eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no
27 jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
28 O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no
29 peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
30 - Filho, olha!
31 O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as
32 mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada.
33 Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se
34 interessar.

Fonte: VERÍSSIMO, Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Glossário:
uma número 5: bola de futebol
tento: tiras de couro (na expressão: sem tento de couro, quer dizer, que o couro da bola não era bom.)
blip: o mesmo que bip eletrônico; dispositivo eletrônico usado para contatar pessoas através de uma rede de telecomunicações.

Analise os elementos que compõem essa narrativa e assinale a afirmativa correta.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Identificar o foco narrativo do texto.

O narrador conta em 3ª pessoa ('o pai deu', 'o garoto agradeceu'), não participa da ação e sabe o que o pai sente e pensa ('começou a desanimar'). É um narrador onisciente.

Análise das alternativas

A) Narrador em 3ª pessoa não é personagem. C) O pai é personagem, não narrador. D) A narração não está em 1ª pessoa. E) Há dois personagens, pai e filho, bem distintos.

Referência: Foco narrativo: narrador observador/onisciente em 3ª pessoa.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Sentido de Palavras e Expressões no Contexto

Colégio Militar de Santa Maria Fundamental

Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

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Texto-base:
TEXTO 01

A BOLA

01 O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
02 primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era
03 de plástico. Mas era uma bola.
04 O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem
05 hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar
06 a bola, à procura de alguma coisa.
07 - Como é que liga? – perguntou.
08 - Como, como é que liga? Não se liga.
09 O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
10 - Não tem manual de instrução?
11 O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
12 decididamente outros.
13 - Não precisa manual de instrução.
14 - O que é que ela faz?
15 - Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
16 - O quê?
17 - Controla, chuta...
18 - Ah, então é uma bola.
19 - Claro que é uma bola.
20 - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
21 - Você pensou que fosse o quê?
22 - Nada, não.
23 O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da
24 tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado
25 Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip
26 eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no
27 jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
28 O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no
29 peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
30 - Filho, olha!
31 O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as
32 mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada.
33 Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se
34 interessar.

Fonte: VERÍSSIMO, Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Glossário:
uma número 5: bola de futebol
tento: tiras de couro (na expressão: sem tento de couro, quer dizer, que o couro da bola não era bom.)
blip: o mesmo que bip eletrônico; dispositivo eletrônico usado para contatar pessoas através de uma rede de telecomunicações.

Releia o seguinte fragmento:

Fragmento em itálico: O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles do videogame. (linhas 23-24). A expressão “dali a pouco” está sublinhada.

O sentido da expressão sublinhada acima, no contexto em que foi empregada, é o de que:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Pontuação — Vírgula

Colégio Militar de Santa Maria Fundamental

Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

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Texto-base:
TEXTO 01

A BOLA

01 O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua
02 primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era
03 de plástico. Mas era uma bola.
04 O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem
05 hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar
06 a bola, à procura de alguma coisa.
07 - Como é que liga? – perguntou.
08 - Como, como é que liga? Não se liga.
09 O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
10 - Não tem manual de instrução?
11 O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são
12 decididamente outros.
13 - Não precisa manual de instrução.
14 - O que é que ela faz?
15 - Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
16 - O quê?
17 - Controla, chuta...
18 - Ah, então é uma bola.
19 - Claro que é uma bola.
20 - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
21 - Você pensou que fosse o quê?
22 - Nada, não.
23 O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da
24 tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado
25 Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip
26 eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no
27 jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
28 O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no
29 peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
30 - Filho, olha!
31 O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as
32 mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada.
33 Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se
34 interessar.

Fonte: VERÍSSIMO, Luís Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Glossário:
uma número 5: bola de futebol
tento: tiras de couro (na expressão: sem tento de couro, quer dizer, que o couro da bola não era bom.)
blip: o mesmo que bip eletrônico; dispositivo eletrônico usado para contatar pessoas através de uma rede de telecomunicações.

Quanto ao uso da vírgula, analise esta frase retirada do texto: - Filho, olha! (linha 30). Em qual das alternativas a seguir a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo que a da frase do texto?
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A vírgula em 'Filho, olha!' isola um vocativo.

Em 'Filho, olha!', 'Filho' é vocativo (chamamento) e é separado por vírgula. Em 'Você quer brincar de casinha, Ana?', 'Ana' também é vocativo.

Análise das alternativas

B) separa elementos de uma enumeração. C) separa o local da data. D) isola um aposto explicativo. E) isola um adjunto adverbial deslocado ('Às vezes').

Referência: Pontuação: uso da vírgula com vocativo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Propósito Comunicativo do Texto

Colégio Militar de Santa Maria Fundamental

Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

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Texto-base:
TEXTO 02

DIFERENÇAS ENTRE A INFÂNCIA DE ANTIGAMENTE E A DE HOJE

As brincadeiras de rua de antigamente
01 Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do
02 bairro todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os
03 riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos
04 ou rasgar as roupas.
05 Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais,
06 momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da
07 televisão.
08 Grande parte da informação e dos conhecimentos era passada pelos pais aos filhos nesses
09 momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de informações. Além disso,
10 tínhamos livros com linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o
11 entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância?
12 Muitas das relações se davam entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do
13 mesmo prédio, do mesmo bairro, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e
14 passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande
15 dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos
16 então...!
17 As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de
18 veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-
19 esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de
20 chinelos virava as traves do Maracanã.

Infância de hoje e tecnologia
21 A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os
22 brinquedos comuns – carrinhos, bonecas, bonecos – foram
23 ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os
24 aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a
25 ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a
26 internet.
27 Incorporando-se essas mudanças à realidade das
28 famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as
29 relações das crianças com o mundo mudaram bastante.
30 Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos
31 pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las
32 de riscos.

Tirinha em dois quadros. No quadro “ANTES”, um menino chuta uma bola de futebol ao ar livre e diz: “Mãe, vou jogar futebol.” No quadro “HOJE”, um menino sentado diante de uma tela de computador com um jogo de futebol diz: “Mãe, tô jogando futebol.”
Fonte: https://www.tudointeressante.com.br/.

33 Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da parte dos pais com as
34 crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade,
35 ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança
36 geralmente espera.

Aproximação dos pais
37 Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a
38 interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de
39 meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo
40 de tempo possível. Um uso moderado desses recursos pode ser muito interessante, ajudando no
41 desenvolvimento e na educação da criança.
42 Entretanto, nada nunca substituirá o tête-à-tête. Não há celular, televisão ou computador
43 que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos
44 pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente,
45 com pessoas diferentes.
46 Esse tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre
47 crianças e os adultos a sua volta. Além disso, momentos assim são muito bem recebidos pela
48 criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz
49 se desenvolvendo de forma saudável.

Fonte: http://blog.mariaalgodao.com.br/diferencas-entre-a-infancia-de-antigamente-e-a-de-hoje/. (Adaptado)

Glossário:
entretenimento: passatempo, diversão, distração.
globalizacao: integrado, unido, globalizado.
pique-esconde: esconde-esconde.
tête-à-tête: conversa privada de dois indivíduos.

O texto foi escrito com o propósito de:
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Língua Portuguesa Sentido de Palavras e Expressões no Contexto

Colégio Militar de Santa Maria Fundamental

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Texto-base:
TEXTO 02

DIFERENÇAS ENTRE A INFÂNCIA DE ANTIGAMENTE E A DE HOJE

As brincadeiras de rua de antigamente
01 Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do
02 bairro todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os
03 riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos
04 ou rasgar as roupas.
05 Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais,
06 momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da
07 televisão.
08 Grande parte da informação e dos conhecimentos era passada pelos pais aos filhos nesses
09 momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de informações. Além disso,
10 tínhamos livros com linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o
11 entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância?
12 Muitas das relações se davam entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do
13 mesmo prédio, do mesmo bairro, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e
14 passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande
15 dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos
16 então...!
17 As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de
18 veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-
19 esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de
20 chinelos virava as traves do Maracanã.

Infância de hoje e tecnologia
21 A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os
22 brinquedos comuns – carrinhos, bonecas, bonecos – foram
23 ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os
24 aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a
25 ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a
26 internet.
27 Incorporando-se essas mudanças à realidade das
28 famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as
29 relações das crianças com o mundo mudaram bastante.
30 Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos
31 pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las
32 de riscos.

Tirinha em dois quadros. No quadro “ANTES”, um menino chuta uma bola de futebol ao ar livre e diz: “Mãe, vou jogar futebol.” No quadro “HOJE”, um menino sentado diante de uma tela de computador com um jogo de futebol diz: “Mãe, tô jogando futebol.”
Fonte: https://www.tudointeressante.com.br/.

33 Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da parte dos pais com as
34 crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade,
35 ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança
36 geralmente espera.

Aproximação dos pais
37 Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a
38 interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de
39 meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo
40 de tempo possível. Um uso moderado desses recursos pode ser muito interessante, ajudando no
41 desenvolvimento e na educação da criança.
42 Entretanto, nada nunca substituirá o tête-à-tête. Não há celular, televisão ou computador
43 que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos
44 pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente,
45 com pessoas diferentes.
46 Esse tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre
47 crianças e os adultos a sua volta. Além disso, momentos assim são muito bem recebidos pela
48 criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz
49 se desenvolvendo de forma saudável.

Fonte: http://blog.mariaalgodao.com.br/diferencas-entre-a-infancia-de-antigamente-e-a-de-hoje/. (Adaptado)

Glossário:
entretenimento: passatempo, diversão, distração.
globalizacao: integrado, unido, globalizado.
pique-esconde: esconde-esconde.
tête-à-tête: conversa privada de dois indivíduos.

Analise as alternativas abaixo e assinale a única em que o termo entre parênteses, ao substituir a palavra destacada, provoca alteração de sentido:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Santa Maria Fundamental

Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO 02

DIFERENÇAS ENTRE A INFÂNCIA DE ANTIGAMENTE E A DE HOJE

As brincadeiras de rua de antigamente
01 Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do
02 bairro todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os
03 riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos
04 ou rasgar as roupas.
05 Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais,
06 momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da
07 televisão.
08 Grande parte da informação e dos conhecimentos era passada pelos pais aos filhos nesses
09 momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de informações. Além disso,
10 tínhamos livros com linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o
11 entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância?
12 Muitas das relações se davam entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do
13 mesmo prédio, do mesmo bairro, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e
14 passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande
15 dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos
16 então...!
17 As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de
18 veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-
19 esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de
20 chinelos virava as traves do Maracanã.

Infância de hoje e tecnologia
21 A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os
22 brinquedos comuns – carrinhos, bonecas, bonecos – foram
23 ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os
24 aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a
25 ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a
26 internet.
27 Incorporando-se essas mudanças à realidade das
28 famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as
29 relações das crianças com o mundo mudaram bastante.
30 Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos
31 pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las
32 de riscos.

Tirinha em dois quadros. No quadro “ANTES”, um menino chuta uma bola de futebol ao ar livre e diz: “Mãe, vou jogar futebol.” No quadro “HOJE”, um menino sentado diante de uma tela de computador com um jogo de futebol diz: “Mãe, tô jogando futebol.”
Fonte: https://www.tudointeressante.com.br/.

33 Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da parte dos pais com as
34 crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade,
35 ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança
36 geralmente espera.

Aproximação dos pais
37 Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a
38 interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de
39 meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo
40 de tempo possível. Um uso moderado desses recursos pode ser muito interessante, ajudando no
41 desenvolvimento e na educação da criança.
42 Entretanto, nada nunca substituirá o tête-à-tête. Não há celular, televisão ou computador
43 que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos
44 pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente,
45 com pessoas diferentes.
46 Esse tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre
47 crianças e os adultos a sua volta. Além disso, momentos assim são muito bem recebidos pela
48 criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz
49 se desenvolvendo de forma saudável.

Fonte: http://blog.mariaalgodao.com.br/diferencas-entre-a-infancia-de-antigamente-e-a-de-hoje/. (Adaptado)

Glossário:
entretenimento: passatempo, diversão, distração.
globalizacao: integrado, unido, globalizado.
pique-esconde: esconde-esconde.
tête-à-tête: conversa privada de dois indivíduos.

A partir da leitura do texto, só é possível afirmar que:
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Língua Portuguesa Conectivos — Valor Semântico

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Texto-base:
TEXTO 02

DIFERENÇAS ENTRE A INFÂNCIA DE ANTIGAMENTE E A DE HOJE

As brincadeiras de rua de antigamente
01 Até pouco tempo atrás, digamos, anos 80 e 90, a regra era sair para a rua. As crianças do
02 bairro todas se conheciam e brincavam. A preocupação com a segurança existia, claro, mas os
03 riscos eram muito menores. Em grande parte das vezes, o risco maior que havia era ralar os joelhos
04 ou rasgar as roupas.
05 Os momentos passados em casa eram mais raros. Geralmente eram refeições com os pais,
06 momentos de fazer o dever de casa, dias chuvosos ou pequenas reuniões familiares em volta da
07 televisão.
08 Grande parte da informação e dos conhecimentos era passada pelos pais aos filhos nesses
09 momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de informações. Além disso,
10 tínhamos livros com linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o
11 entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância?
12 Muitas das relações se davam entre os amigos de uma mesma faixa etária. Crianças do
13 mesmo prédio, do mesmo bairro, do mesmo colégio estavam sempre juntas para passar o tempo, e
14 passavam o tempo brincando e trocando experiências. As brincadeiras precisavam de uma grande
15 dose de imaginação para acontecerem. Os brinquedos comuns já eram caros, os eletrônicos
16 então...!
17 As ruas eram ambientes mais seguros, com menos fluxo de desconhecidos e de
18 veículos. Com isso, era o palco ideal para todo tipo de brincadeiras e jogos: esportes, pique-
19 esconde, encenações, enfim, o que viesse à mente dos envolvidos. Sem muito esforço, um par de
20 chinelos virava as traves do Maracanã.

Infância de hoje e tecnologia
21 A globalização veio trazendo algumas mudanças graduais nessa relação: aos poucos os
22 brinquedos comuns – carrinhos, bonecas, bonecos – foram
23 ficando mais acessíveis. Não muito tempo depois, os
24 aparelhos eletrônicos também entraram nessa e começaram a
25 ocupar cada vez mais as residências. Em seguida, veio a
26 internet.
27 Incorporando-se essas mudanças à realidade das
28 famílias, vemos que, duas ou três gerações depois da nossa, as
29 relações das crianças com o mundo mudaram bastante.
30 Contudo, ainda são crianças e merecem atenção especial dos
31 pais, seja para garantirem seu bem-estar, seja para protegê-las
32 de riscos.

Tirinha em dois quadros. No quadro “ANTES”, um menino chuta uma bola de futebol ao ar livre e diz: “Mãe, vou jogar futebol.” No quadro “HOJE”, um menino sentado diante de uma tela de computador com um jogo de futebol diz: “Mãe, tô jogando futebol.”
Fonte: https://www.tudointeressante.com.br/.

33 Hoje em dia, tem-se preferido um acompanhamento mais próximo da parte dos pais com as
34 crianças. Percebe-se o valor de pais e filhos caminharem juntos e garantirem diálogo e intimidade,
35 ao mesmo tempo em que se preserva o ambiente de brincadeiras e diversão que uma criança
36 geralmente espera.

Aproximação dos pais
37 Cabe aos pais o papel de balancear o acesso que se tem aos aparelhos eletrônicos e a
38 interação humana, especialmente ao ar livre. Hoje em dia, com a internet, há uma infinidade de
39 meios de aquisição de informação e jogos feitos para prender a atenção das crianças pelo máximo
40 de tempo possível. Um uso moderado desses recursos pode ser muito interessante, ajudando no
41 desenvolvimento e na educação da criança.
42 Entretanto, nada nunca substituirá o tête-à-tête. Não há celular, televisão ou computador
43 que substituam as interações humanas. Mostrar o mundo às crianças é um dever inevitável dos
44 pais, e pode ser um passeio mais longo, uma história ou uma brincadeira em um lugar diferente,
45 com pessoas diferentes.
46 Esse tipo de experiência tem um valor enorme no estabelecimento de relações entre
47 crianças e os adultos a sua volta. Além disso, momentos assim são muito bem recebidos pela
48 criança, criando laços de confiança e proximidade difíceis de abalar. Resultado: uma criança feliz
49 se desenvolvendo de forma saudável.

Fonte: http://blog.mariaalgodao.com.br/diferencas-entre-a-infancia-de-antigamente-e-a-de-hoje/. (Adaptado)

Glossário:
entretenimento: passatempo, diversão, distração.
globalizacao: integrado, unido, globalizado.
pique-esconde: esconde-esconde.
tête-à-tête: conversa privada de dois indivíduos.

Observe o fragmento abaixo, retirado do texto:

Fragmento em itálico: Grande parte da informação e dos conhecimentos era passada pelos pais aos filhos nesses momentos, pois era o meio mais atraente de transmissão de informações. Além disso, tínhamos livros com linguagem complicada e poucos canais de televisão, que era usada mais para o entretenimento. Como esquecer os desenhos e programas que marcaram nossa infância? (linhas 08-11). Estão sublinhadas as palavras “pois” e “Além disso”.

As palavras destacadas no fragmento anterior, expressam, respectivamente, ideia de:
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXTO 03

Telefone sem Fio

O Telefone Sem Fio é uma divertida brincadeira coletiva que desenvolve a audição, a oralidade, a concentração e a memória.
Todos os participantes se sentam em uma fila ou círculo, um ao lado do outro. O jogador que iniciar a brincadeira deve elaborar uma palavra ou frase e dizê-la bem baixinho no ouvido do participante que estiver ao seu lado. Este repete a frase do jeito que ouviu para a próxima pessoa da fila.
A brincadeira segue assim sucessivamente até o último jogador, que deverá dizer a frase em voz alta. Aí está a graça: raramente a frase será a mesma dita pela primeira pessoa da roda. Geralmente o resultado é bem diferente daquilo que o primeiro falou e é isso que garante a diversão do jogo!

Fonte: https://www.museugrandesnovidades.com.br/brincadeira-do-telefone-sem-fio/. (Adaptado)

TEXTO 04

Tirinha de Armandinho em dois quadros. No primeiro, um menino de cabelo azul chega correndo e pergunta: “Vamos brincar de telefone sem fio?”; três amigos respondem: “Tá!”, “Pode ser!” e “Vamos!”. No segundo quadro, os três amigos aparecem olhando cada um para o seu aparelho eletrônico portátil, enquanto o menino de cabelo azul observa. Assinatura: Alexandre Beck 24/06/17.
Fonte: https://www.museugrandesnovidades.com.br/brincadeira-do-telefone-sem-fio/.

Talvez você já conheça a brincadeira do Telefone sem fio. E pode ser que até já tenha participado alguma vez dessa brincadeira com seus amigos ou colegas. A partir da leitura do Texto 03, são feitas algumas afirmativas. Preencha os parênteses com V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas.

( ) Somente o primeiro jogador deve pronunciar a frase em voz baixa.
( ) Somente o último jogador deve pronunciar a frase em voz alta.
( ) Todos os jogadores devem pronunciar a frase em voz baixa.
( ) Somente o último jogador saberá qual era a frase criada pelo primeiro jogador.

Marque a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo.
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Língua Portuguesa Comparação entre Textos

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Texto-base:
TEXTO 03

Telefone sem Fio

O Telefone Sem Fio é uma divertida brincadeira coletiva que desenvolve a audição, a oralidade, a concentração e a memória.
Todos os participantes se sentam em uma fila ou círculo, um ao lado do outro. O jogador que iniciar a brincadeira deve elaborar uma palavra ou frase e dizê-la bem baixinho no ouvido do participante que estiver ao seu lado. Este repete a frase do jeito que ouviu para a próxima pessoa da fila.
A brincadeira segue assim sucessivamente até o último jogador, que deverá dizer a frase em voz alta. Aí está a graça: raramente a frase será a mesma dita pela primeira pessoa da roda. Geralmente o resultado é bem diferente daquilo que o primeiro falou e é isso que garante a diversão do jogo!

Fonte: https://www.museugrandesnovidades.com.br/brincadeira-do-telefone-sem-fio/. (Adaptado)

TEXTO 04

Tirinha de Armandinho em dois quadros. No primeiro, um menino de cabelo azul chega correndo e pergunta: “Vamos brincar de telefone sem fio?”; três amigos respondem: “Tá!”, “Pode ser!” e “Vamos!”. No segundo quadro, os três amigos aparecem olhando cada um para o seu aparelho eletrônico portátil, enquanto o menino de cabelo azul observa. Assinatura: Alexandre Beck 24/06/17.
Fonte: https://www.museugrandesnovidades.com.br/brincadeira-do-telefone-sem-fio/.

Considerando as ideias apresentadas nos Textos 03 e 04, é incorreto afirmar que:
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXTO 05

Brincadeira de Criança

Hoje fui brincar de roda,
Na calçada pula corda
E também amarelinha,
Eu, a Paula e a Julinha.

Lá no muro contei dez,
Todo mundo se escondeu.
Corre aqui corre acolá,
E o João Pedro se perdeu.

Na ciranda cirandinha
Nossa roda bem grandinha.
Pras meninas passa anel,
Pros meninos figurinha.

Todas essas brincadeiras
As crianças sempre gostam.
Com carinho e alegria
No sorriso sempre mostram.

Cláudia Liz

Fonte: https://semanamundialdobrincar.wordpress.com/2012/06/29/na-ciranda-cirandinha-nossa-roda-bem-grandinha/.

Em relação às duas primeiras estrofes do poema, quantas brincadeiras estão presentes?
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Contar as brincadeiras nas duas primeiras estrofes.

A 1ª estrofe traz brincar de roda, pular corda e amarelinha. A 2ª traz o esconde-esconde ('contei dez, todo mundo se escondeu'). São quatro brincadeiras.

Análise das alternativas

A) e B) contam menos do que o texto apresenta. D) e E) incluem a ciranda e o passa-anel, que só aparecem na 3ª estrofe, ou contam além do texto.

Referência: Interpretação de texto poético.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXTO 05

Brincadeira de Criança

Hoje fui brincar de roda,
Na calçada pula corda
E também amarelinha,
Eu, a Paula e a Julinha.

Lá no muro contei dez,
Todo mundo se escondeu.
Corre aqui corre acolá,
E o João Pedro se perdeu.

Na ciranda cirandinha
Nossa roda bem grandinha.
Pras meninas passa anel,
Pros meninos figurinha.

Todas essas brincadeiras
As crianças sempre gostam.
Com carinho e alegria
No sorriso sempre mostram.

Cláudia Liz

Fonte: https://semanamundialdobrincar.wordpress.com/2012/06/29/na-ciranda-cirandinha-nossa-roda-bem-grandinha/.

Qual dos versos transcritos abaixo expressa a consequência das brincadeiras apresentadas no poema?
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Identificar o verso que expressa a consequência das brincadeiras.

As brincadeiras são a causa. O resultado delas é o gosto das crianças por elas, dito em 'As crianças sempre gostam'.

Análise das alternativas

A) descreve ação, não consequência. B) apresenta o início do relato. C) apenas lista as participantes. E) é o termo que retoma as brincadeiras (a causa) e não o resultado delas.

Referência: Interpretação de texto: causa e consequência.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXTO 05

Brincadeira de Criança

Hoje fui brincar de roda,
Na calçada pula corda
E também amarelinha,
Eu, a Paula e a Julinha.

Lá no muro contei dez,
Todo mundo se escondeu.
Corre aqui corre acolá,
E o João Pedro se perdeu.

Na ciranda cirandinha
Nossa roda bem grandinha.
Pras meninas passa anel,
Pros meninos figurinha.

Todas essas brincadeiras
As crianças sempre gostam.
Com carinho e alegria
No sorriso sempre mostram.

Cláudia Liz

Fonte: https://semanamundialdobrincar.wordpress.com/2012/06/29/na-ciranda-cirandinha-nossa-roda-bem-grandinha/.

Com base no poema “Brincadeira de criança”, considere as seguintes sentenças:

I – João Pedro se perdeu na brincadeira de roda.
II – Havia bastantes crianças na ciranda cirandinha.
III – A satisfação das crianças está em seu sorriso enquanto brincam.
IV – O eu lírico e as duas meninas da primeira estrofe participaram de todas as brincadeiras citadas no poema.

Pode-se dizer que:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Julgar quatro sentenças a partir do poema.

I é falsa: João Pedro se perdeu na brincadeira de esconde-esconde, não na de roda. II é verdadeira: a roda da ciranda é 'bem grandinha'. III é verdadeira: a alegria aparece 'no sorriso'. IV é falsa: o texto não diz que o eu lírico e as duas meninas participaram de todas as brincadeiras. Só II e III estão corretas.

Análise das alternativas

A) Também a IV está incorreta. B) Também a II está correta. C) Só I e II incorretas é falso, pois a II está correta. E) A IV é incorreta e a II também é correta.

Referência: Interpretação de texto poético.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXTO 05

Brincadeira de Criança

Hoje fui brincar de roda,
Na calçada pula corda
E também amarelinha,
Eu, a Paula e a Julinha.

Lá no muro contei dez,
Todo mundo se escondeu.
Corre aqui corre acolá,
E o João Pedro se perdeu.

Na ciranda cirandinha
Nossa roda bem grandinha.
Pras meninas passa anel,
Pros meninos figurinha.

Todas essas brincadeiras
As crianças sempre gostam.
Com carinho e alegria
No sorriso sempre mostram.

Cláudia Liz

Fonte: https://semanamundialdobrincar.wordpress.com/2012/06/29/na-ciranda-cirandinha-nossa-roda-bem-grandinha/.

As alternativas a seguir trazem ilustrações de algumas brincadeiras. Qual delas não é citada no poema?
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Língua Portuguesa Sentido de Palavras e Expressões no Contexto

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Texto-base:
TEXTO 06

As brincadeiras cantadas

Ilustração de um grupo de crianças de mãos dadas formando uma grande roda.
Fonte: https://www.recantodasletras.com.br.

01 As brincadeiras e rodas cantadas são manifestações coletivas elaboradas a partir da cultura
02 popular. Tais ações vieram contextualizar a ruptura das danças realizadas no período das cortes,
03 onde se buscava a padronização e geometrização do movimento. Tal ruptura nos apresentou a
04 liberdade de movimentos, possibilitando a criação e a recriação de gestos.
05 As cantigas de roda, também conhecidas como cirandas, são brincadeiras que consistem na
06 formação de uma roda, com a participação de crianças, que cantam músicas de caráter folclórico,
07 seguindo coreografias. São muito executadas em escolas, parques e outros espaços frequentados por
08 crianças. As músicas e as coreografias são criadas por anônimos, que adaptam músicas e melodias.
09 As letras das músicas são simples e trazem temas do universo infantil.

Fonte: https://www.educacaofisica.com.br/escolas/brincadeiras-cantadas/. (Adaptado)

A palavra “anônimos” (linha 08), no contexto, expressa sentido de:
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXTO 06

As brincadeiras cantadas

Ilustração de um grupo de crianças de mãos dadas formando uma grande roda.
Fonte: https://www.recantodasletras.com.br.

01 As brincadeiras e rodas cantadas são manifestações coletivas elaboradas a partir da cultura
02 popular. Tais ações vieram contextualizar a ruptura das danças realizadas no período das cortes,
03 onde se buscava a padronização e geometrização do movimento. Tal ruptura nos apresentou a
04 liberdade de movimentos, possibilitando a criação e a recriação de gestos.
05 As cantigas de roda, também conhecidas como cirandas, são brincadeiras que consistem na
06 formação de uma roda, com a participação de crianças, que cantam músicas de caráter folclórico,
07 seguindo coreografias. São muito executadas em escolas, parques e outros espaços frequentados por
08 crianças. As músicas e as coreografias são criadas por anônimos, que adaptam músicas e melodias.
09 As letras das músicas são simples e trazem temas do universo infantil.

Fonte: https://www.educacaofisica.com.br/escolas/brincadeiras-cantadas/. (Adaptado)

Com base no Texto 06, analise as afirmativas a seguir.

I – As cantigas de roda possibilitaram uma liberdade de movimentos.
II – As brincadeiras de rodas somente são praticadas em casa, por crianças.
III – As brincadeiras de roda não têm como característica a musicalidade.

Qual(is) a(s) sentença(s) que está(ão) correta(s)?
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Língua Portuguesa Propósito Comunicativo do Texto

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Texto-base:
TEXTO 07

BONDEMIRA

Você vai precisar de:
1 bandeja para 30 ovos
3 tintas guache de cores diferentes
Pincel
Bolinhas de pingue-pongue

Ilustração de um menino de boné vermelho segurando uma bolinha diante de uma bandeja de ovos com algumas casas pintadas de vermelho, amarelo e azul; ao lado, três potes de tinta e um pincel.
Fonte: http://nossoamiguinho.cpb.com.br/bondemira/.

01 Pinte o miolo de algumas das casas da bandeja com cores variadas, espalhando as casas
02 coloridas. Espere secar.
03 Depois que secar, chame um amigo e vocês já podem brincar de bondemira. Primeiro,
04 estabeleçam quanto valerá cada casa colorida: 05, 10 ou 15 pontos.
05 O jogo deve acontecer assim: cada um terá oportunidade de jogar a bolinha de pingue-
06 pongue e ir somando os pontos, de acordo com a casa em que ela cair (segundo a tabela que
07 vocês estipularam). Se a bolinha cair em uma casa não pintada, essa jogada valerá 01 ponto.
08 Ganha aquele que somar o maior número de pontos depois que cada jogador tiver jogado 10
09 vezes, de maneira intercalada; ou seja, joga um de cada vez.

Fonte: http://nossoamiguinho.cpb.com.br/bondemira/. (Adaptado.)

Qual das alternativas melhor apresenta a finalidade desse texto?
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXTO 07

BONDEMIRA

Você vai precisar de:
1 bandeja para 30 ovos
3 tintas guache de cores diferentes
Pincel
Bolinhas de pingue-pongue

Ilustração de um menino de boné vermelho segurando uma bolinha diante de uma bandeja de ovos com algumas casas pintadas de vermelho, amarelo e azul; ao lado, três potes de tinta e um pincel.
Fonte: http://nossoamiguinho.cpb.com.br/bondemira/.

01 Pinte o miolo de algumas das casas da bandeja com cores variadas, espalhando as casas
02 coloridas. Espere secar.
03 Depois que secar, chame um amigo e vocês já podem brincar de bondemira. Primeiro,
04 estabeleçam quanto valerá cada casa colorida: 05, 10 ou 15 pontos.
05 O jogo deve acontecer assim: cada um terá oportunidade de jogar a bolinha de pingue-
06 pongue e ir somando os pontos, de acordo com a casa em que ela cair (segundo a tabela que
07 vocês estipularam). Se a bolinha cair em uma casa não pintada, essa jogada valerá 01 ponto.
08 Ganha aquele que somar o maior número de pontos depois que cada jogador tiver jogado 10
09 vezes, de maneira intercalada; ou seja, joga um de cada vez.

Fonte: http://nossoamiguinho.cpb.com.br/bondemira/. (Adaptado.)

O título do texto faz referência:
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Língua Portuguesa Sentido de Palavras e Expressões no Contexto

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Texto-base:
TEXTO 07

BONDEMIRA

Você vai precisar de:
1 bandeja para 30 ovos
3 tintas guache de cores diferentes
Pincel
Bolinhas de pingue-pongue

Ilustração de um menino de boné vermelho segurando uma bolinha diante de uma bandeja de ovos com algumas casas pintadas de vermelho, amarelo e azul; ao lado, três potes de tinta e um pincel.
Fonte: http://nossoamiguinho.cpb.com.br/bondemira/.

01 Pinte o miolo de algumas das casas da bandeja com cores variadas, espalhando as casas
02 coloridas. Espere secar.
03 Depois que secar, chame um amigo e vocês já podem brincar de bondemira. Primeiro,
04 estabeleçam quanto valerá cada casa colorida: 05, 10 ou 15 pontos.
05 O jogo deve acontecer assim: cada um terá oportunidade de jogar a bolinha de pingue-
06 pongue e ir somando os pontos, de acordo com a casa em que ela cair (segundo a tabela que
07 vocês estipularam). Se a bolinha cair em uma casa não pintada, essa jogada valerá 01 ponto.
08 Ganha aquele que somar o maior número de pontos depois que cada jogador tiver jogado 10
09 vezes, de maneira intercalada; ou seja, joga um de cada vez.

Fonte: http://nossoamiguinho.cpb.com.br/bondemira/. (Adaptado.)

Em relação a certas expressões do texto, são feitas algumas afirmativas.

I – A palavra “já” (linha 03) apresenta uma ideia de tempo.
II – “Primeiro” (linha 03) é um termo introdutório de uma ideia que se opõe à anterior.
III – O emprego de “intercalada” (linha 09) significa que cada jogador que acertar uma casa pintada terá nova chance.
IV – O termo “aquele” (linha 08) expressa que apenas um jogador será o vencedor.

Após a análise das proposições, conclui-se que estão corretas:
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