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Colégio Militar de Campo Grande — Concurso de Admissão 2019/2020 — 6º Ano do Ensino Fundamental — Língua Portuguesa

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA)2019Fundamental

21 questões nesta prova · página 1 de 2 · 20 com gabarito

Língua Portuguesa Finalidade do Texto

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto I para responder aos itens 01 e 02.

TEXTO I

A ORIGEM DOS BRINQUEDOS

A história do brinquedo é tão antiga quanto a história do homem. Muitos brinquedos que
existem hoje nasceram nas grandes civilizações antigas, e vários deles permaneceram
inalterados ao longo do tempo. Do Egito, herdaram-se o jogo-da-velha, a boneca e as bolinhas
de gude. Da China, o dominó, os cata-ventos e as pipas. Da Grécia e de Roma, vieram as
5 pernas-de-pau e as marionetes.
A viagem pela história dos brinquedos permite que os indivíduos percorram culturas,
estilos, modos de vida, regras sociais, uso de materiais e ferramentas, relações pessoais. É
uma história recheada de curiosidades, inventores criativos, brinquedos que fazem sucesso e
fábricas que lutam para se aperfeiçoar.
10 Os brinquedos de todos os povos são originários da indústria doméstica, daquela que se
constituía em pequena escala e atendia às necessidades particulares. Uma indústria que não
acabou e que até hoje se desenvolve é a dos brinquedos artesanais.
Outro aspecto relacionado aos brinquedos é que eles oferecem possibilidades de
experiências variadas, dependendo do material de que forem fabricados — madeira, espuma,
15 ferro, pano ou vinil —; da forma ou do desenho — bonecas bebês ou adultas —; do aspecto
tátil (relativo ao toque, ao tato) — bichos de pelúcia ou de borracha —; da cor — panelinhas
cor-de-rosa ou pretas —; do cheiro e dos sons que porventura emitem.

(A origem dos brinquedos. Disponível em: <http://www.ebc.com.br/infantil/ja-sou-grande/2014/02/conheca-a-origem-e-curiosidades-de-alguns-brinquedos>. 05 fev. 2014. Acesso em: 19 ago. 2019. Fragmento adaptado.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

A finalidade do texto I é
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O texto I tem finalidade informativa sobre a história dos brinquedos.

O texto apresenta informações gerais sobre a origem e a história dos brinquedos (Egito, China, Grécia, Roma, indústria doméstica), sem defender tese nem instruir. Sua finalidade é informar o leitor de forma geral.

Análise das alternativas

A está errada porque o texto não argumenta. B restringe ao 'homem moderno' e fala de importância, o que o texto não faz. D é restritiva demais ('exclusivamente'), pois o texto cita também o Egito. E está errada porque o texto não instrui nem trata de 'todos os brinquedos' da indústria doméstica.

Referência: Finalidade comunicativa de textos expositivos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Compreensão de Texto

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto I para responder aos itens 01 e 02.

TEXTO I

A ORIGEM DOS BRINQUEDOS

A história do brinquedo é tão antiga quanto a história do homem. Muitos brinquedos que
existem hoje nasceram nas grandes civilizações antigas, e vários deles permaneceram
inalterados ao longo do tempo. Do Egito, herdaram-se o jogo-da-velha, a boneca e as bolinhas
de gude. Da China, o dominó, os cata-ventos e as pipas. Da Grécia e de Roma, vieram as
5 pernas-de-pau e as marionetes.
A viagem pela história dos brinquedos permite que os indivíduos percorram culturas,
estilos, modos de vida, regras sociais, uso de materiais e ferramentas, relações pessoais. É
uma história recheada de curiosidades, inventores criativos, brinquedos que fazem sucesso e
fábricas que lutam para se aperfeiçoar.
10 Os brinquedos de todos os povos são originários da indústria doméstica, daquela que se
constituía em pequena escala e atendia às necessidades particulares. Uma indústria que não
acabou e que até hoje se desenvolve é a dos brinquedos artesanais.
Outro aspecto relacionado aos brinquedos é que eles oferecem possibilidades de
experiências variadas, dependendo do material de que forem fabricados — madeira, espuma,
15 ferro, pano ou vinil —; da forma ou do desenho — bonecas bebês ou adultas —; do aspecto
tátil (relativo ao toque, ao tato) — bichos de pelúcia ou de borracha —; da cor — panelinhas
cor-de-rosa ou pretas —; do cheiro e dos sons que porventura emitem.

(A origem dos brinquedos. Disponível em: <http://www.ebc.com.br/infantil/ja-sou-grande/2014/02/conheca-a-origem-e-curiosidades-de-alguns-brinquedos>. 05 fev. 2014. Acesso em: 19 ago. 2019. Fragmento adaptado.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

De acordo com o texto I,
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Segundo o texto, a indústria doméstica originou os brinquedos de todos os povos.

O terceiro parágrafo diz: 'Os brinquedos de todos os povos são originários da indústria doméstica'. A alternativa E reproduz essa informação.

Análise das alternativas

A generaliza demais: o texto diz 'muitos brinquedos', não todos. B inverte a ideia, pois o texto compara a idade das histórias, não as confunde. C está errada porque os brinquedos não eram exclusivos de um povo. D contradiz o texto, que diz que a indústria artesanal 'não acabou e até hoje se desenvolve'.

Referência: Interpretação de texto: informações explícitas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Compreensão de Texto

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto II para responder aos itens 03, 04 e 05.

TEXTO II

TÚNEL DO TEMPO

Ao longo da história, os brinquedos retrataram usos, costumes, moda e tecnologia de cada período. Conheça a origem de alguns dos mais célebres.

Quadro do texto II “Túnel do tempo”, com seis colunas: 40.000 a.C. – Boneca; 4.500 a.C. – Bola; 2.300 a.C. – Jogo de tabuleiro; 1763 – Quebra-cabeça; 1835 – Trenzinho; 1968 – Videogame. Cada coluna traz um texto curto sobre a origem do brinquedo, com números sobrescritos que remetem ao glossário (¹ritualísticos, ²contas, ³de papiro, ⁴divinatórios, ⁵entalhador, ⁶console).

(ARTONI, Camila. Túnel do tempo. In: A revolução dos brinquedos. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT578835-1719-3,00.html>. fev. 2007, edição 187. Acesso em: 19 ago. 2019. Fragmento adaptado.)

GLOSSÁRIO:
¹ritualísticos: referente a ritual.
²contas: pequenas peças de materiais diversos, usadas em colares, pulseiras, brincos, entre outros.
³de papiro: das fibras dos caules longos, finos e flexíveis de uma planta aquática das quais se faziam folhas para escrever e desenhar, na Antiguidade.
⁴divinatórios: divinos.
⁵entalhador: aquele que faz trabalhos artísticos em madeira.
⁶console: equipamento (por exemplo, teclado e monitor) por meio do qual se pode operar o computador, permitindo a inserção e a visualização de dados e, principalmente, o controle das operações executadas.

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

De acordo com o texto II,
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Inferência Textual

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto II para responder aos itens 03, 04 e 05.

TEXTO II

TÚNEL DO TEMPO

Ao longo da história, os brinquedos retrataram usos, costumes, moda e tecnologia de cada período. Conheça a origem de alguns dos mais célebres.

Quadro do texto II “Túnel do tempo”, com seis colunas: 40.000 a.C. – Boneca; 4.500 a.C. – Bola; 2.300 a.C. – Jogo de tabuleiro; 1763 – Quebra-cabeça; 1835 – Trenzinho; 1968 – Videogame. Cada coluna traz um texto curto sobre a origem do brinquedo, com números sobrescritos que remetem ao glossário (¹ritualísticos, ²contas, ³de papiro, ⁴divinatórios, ⁵entalhador, ⁶console).

(ARTONI, Camila. Túnel do tempo. In: A revolução dos brinquedos. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT578835-1719-3,00.html>. fev. 2007, edição 187. Acesso em: 19 ago. 2019. Fragmento adaptado.)

GLOSSÁRIO:
¹ritualísticos: referente a ritual.
²contas: pequenas peças de materiais diversos, usadas em colares, pulseiras, brincos, entre outros.
³de papiro: das fibras dos caules longos, finos e flexíveis de uma planta aquática das quais se faziam folhas para escrever e desenhar, na Antiguidade.
⁴divinatórios: divinos.
⁵entalhador: aquele que faz trabalhos artísticos em madeira.
⁶console: equipamento (por exemplo, teclado e monitor) por meio do qual se pode operar o computador, permitindo a inserção e a visualização de dados e, principalmente, o controle das operações executadas.

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

De acordo com o quadro “Boneca”, do texto II, infere-se que
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Significação de Palavras no Contexto

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto II para responder aos itens 03, 04 e 05.

TEXTO II

TÚNEL DO TEMPO

Ao longo da história, os brinquedos retrataram usos, costumes, moda e tecnologia de cada período. Conheça a origem de alguns dos mais célebres.

Quadro do texto II “Túnel do tempo”, com seis colunas: 40.000 a.C. – Boneca; 4.500 a.C. – Bola; 2.300 a.C. – Jogo de tabuleiro; 1763 – Quebra-cabeça; 1835 – Trenzinho; 1968 – Videogame. Cada coluna traz um texto curto sobre a origem do brinquedo, com números sobrescritos que remetem ao glossário (¹ritualísticos, ²contas, ³de papiro, ⁴divinatórios, ⁵entalhador, ⁶console).

(ARTONI, Camila. Túnel do tempo. In: A revolução dos brinquedos. Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT578835-1719-3,00.html>. fev. 2007, edição 187. Acesso em: 19 ago. 2019. Fragmento adaptado.)

GLOSSÁRIO:
¹ritualísticos: referente a ritual.
²contas: pequenas peças de materiais diversos, usadas em colares, pulseiras, brincos, entre outros.
³de papiro: das fibras dos caules longos, finos e flexíveis de uma planta aquática das quais se faziam folhas para escrever e desenhar, na Antiguidade.
⁴divinatórios: divinos.
⁵entalhador: aquele que faz trabalhos artísticos em madeira.
⁶console: equipamento (por exemplo, teclado e monitor) por meio do qual se pode operar o computador, permitindo a inserção e a visualização de dados e, principalmente, o controle das operações executadas.

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

O vocábulo destacado no trecho “As réplicas apareceram quase junto com os trens verdadeiros.”, do quadro “Trenzinho”, do texto II, traduz a ideia de que
Enunciado da questão 05 como impresso, com o vocábulo “réplicas” em negrito no trecho citado.
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Língua Portuguesa Foco Narrativo

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

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Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 06, 07, 08, 09, 10 e 11.

TEXTO III

BRINQUEDOS INCENDIADOS

Uma noite houve um incêndio em um bazar. E, no fogo total, desapareceram consumidos os
seus brinquedos. Nós, crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de tanto ¹mirá-los nos
²mostruários — uns, ³pendentes de longos barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas.
Ah! Maravilhosas bonecas louras, de chapéus de seda! Pianos cujos sons cheiravam a metal e
5 verniz! Carneirinhos ⁴lanudos, de ⁵guizo ao pescoço! Piões zumbidores! — e uns bondes com
algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia [...].
Às vezes, em um aniversário, ou pelo Natal, conseguíamos receber de presente alguns
bonequinhos ⁶de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem
possibilidade de navegação... — pois aquelas admiráveis bonecas de seda e ⁷filó, aqueles batalhões
10 completos de soldados de chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas, isso não
chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem
inveja, sabendo que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas em sonho, como se
para isso, apenas, tivessem sido feitos.
Assim, o bando que passava, de casa para a escola e da escola para casa, parava longo
15 tempo a contemplar aqueles brinquedos e lia aqueles nítidos preços, com seus cifrões e zeros, sem
muita noção do valor — porque nós, crianças, de bolsos vazios, como namorados antigos, éramos
só renúncia e amor. Bastava-nos levar na memória aquelas imagens e deixar ⁸cravadas nelas, como
setas, os nossos olhos.
Ora, uma noite, correu a notícia de que o bazar incendiara. E foi uma espécie de festa
20 fantástica. O fogo ia muito alto, o céu ficava todo ⁹rubro, voavam ¹⁰chispas e labaredas pelo bairro
todo. As crianças queriam ver o incêndio de perto, não se contentavam com portas e janelas,
fugiam para a rua, onde brilhavam bombeiros entre ¹¹jorros d'água. A elas não interessava nada,
peças de pano, cetins, ¹²cretones, cobertores, que os adultos lamentavam. Sofriam pelos cavalinhos
e pelas bonecas, os trens e os palhaços, fechados, sufocados em suas grandes caixas. Brinquedos
25 que jamais teriam possuído, sonhos apenas da infância, amor ¹³platônico.
O incêndio, porém, levou tudo. O bazar ficou sendo um ¹⁴fumoso galpão de cinzas.
Felizmente, ninguém tinha morrido — diziam em redor. Como não tinha morrido ninguém?,
pensavam as crianças. Tinha morrido o mundo e, dentro dele, os olhos amorosos das crianças, ali
deixados.
30 E começávamos a ¹⁵pressentir que viriam outros incêndios. Em outras idades. De outros
brinquedos. Até que um dia também desaparecêssemos sem socorro, nós brinquedos que somos,
talvez de anjos distantes!

(MEIRELES, Cecília. Janela mágica. 3ª edição. São Paulo: Moderna. 2003. Adaptado.)

GLOSSÁRIO
¹mirá-los: observá-los.
²mostruários: vitrines.
³pendentes: pendurados.
⁴lanudos: cobertos de lã.
⁵guizo: pequena esfera de metal com bolinhas em seu interior que, quando sacudida, produz um som.
⁶de celuloide: de plástico.
⁷filó: tecido fino e transparente, em forma de rede.
⁸cravadas: fixas.
⁹rubro: de cor vermelha.
¹⁰chispas: partículas de fogo.
¹¹jorros: jatos fortes.
¹²cretones: tipos de tecidos.
¹³platônico: diz-se do que tem um caráter ideal; sem interesses materiais.
¹⁴fumoso: fumacento.
¹⁵pressentir: suspeitar.

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

No texto III, o narrador
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O narrador, em primeira pessoa, assume posição afetiva diante do fato.

O narrador participa da história ('nós, crianças') e expressa emoção e julgamentos ('amor platônico', 'tinha morrido o mundo'). Portanto, assume uma posição em relação ao fato narrado.

Análise das alternativas

A está errada porque ele não conta os fatos antes de acontecerem. B está errada porque ele não é imparcial, mas envolvido afetivamente. C está errada porque a narrativa segue uma sequência. D está errada porque o pressentimento é metafórico, sobre perdas futuras em geral, e não sobre outros incêndios no bazar.

Referência: Foco narrativo: narrador em primeira pessoa e posicionamento.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Significação de Palavras no Contexto

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 06, 07, 08, 09, 10 e 11.

TEXTO III

BRINQUEDOS INCENDIADOS

Uma noite houve um incêndio em um bazar. E, no fogo total, desapareceram consumidos os
seus brinquedos. Nós, crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de tanto ¹mirá-los nos
²mostruários — uns, ³pendentes de longos barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas.
Ah! Maravilhosas bonecas louras, de chapéus de seda! Pianos cujos sons cheiravam a metal e
5 verniz! Carneirinhos ⁴lanudos, de ⁵guizo ao pescoço! Piões zumbidores! — e uns bondes com
algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia [...].
Às vezes, em um aniversário, ou pelo Natal, conseguíamos receber de presente alguns
bonequinhos ⁶de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem
possibilidade de navegação... — pois aquelas admiráveis bonecas de seda e ⁷filó, aqueles batalhões
10 completos de soldados de chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas, isso não
chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem
inveja, sabendo que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas em sonho, como se
para isso, apenas, tivessem sido feitos.
Assim, o bando que passava, de casa para a escola e da escola para casa, parava longo
15 tempo a contemplar aqueles brinquedos e lia aqueles nítidos preços, com seus cifrões e zeros, sem
muita noção do valor — porque nós, crianças, de bolsos vazios, como namorados antigos, éramos
só renúncia e amor. Bastava-nos levar na memória aquelas imagens e deixar ⁸cravadas nelas, como
setas, os nossos olhos.
Ora, uma noite, correu a notícia de que o bazar incendiara. E foi uma espécie de festa
20 fantástica. O fogo ia muito alto, o céu ficava todo ⁹rubro, voavam ¹⁰chispas e labaredas pelo bairro
todo. As crianças queriam ver o incêndio de perto, não se contentavam com portas e janelas,
fugiam para a rua, onde brilhavam bombeiros entre ¹¹jorros d'água. A elas não interessava nada,
peças de pano, cetins, ¹²cretones, cobertores, que os adultos lamentavam. Sofriam pelos cavalinhos
e pelas bonecas, os trens e os palhaços, fechados, sufocados em suas grandes caixas. Brinquedos
25 que jamais teriam possuído, sonhos apenas da infância, amor ¹³platônico.
O incêndio, porém, levou tudo. O bazar ficou sendo um ¹⁴fumoso galpão de cinzas.
Felizmente, ninguém tinha morrido — diziam em redor. Como não tinha morrido ninguém?,
pensavam as crianças. Tinha morrido o mundo e, dentro dele, os olhos amorosos das crianças, ali
deixados.
30 E começávamos a ¹⁵pressentir que viriam outros incêndios. Em outras idades. De outros
brinquedos. Até que um dia também desaparecêssemos sem socorro, nós brinquedos que somos,
talvez de anjos distantes!

(MEIRELES, Cecília. Janela mágica. 3ª edição. São Paulo: Moderna. 2003. Adaptado.)

GLOSSÁRIO
¹mirá-los: observá-los.
²mostruários: vitrines.
³pendentes: pendurados.
⁴lanudos: cobertos de lã.
⁵guizo: pequena esfera de metal com bolinhas em seu interior que, quando sacudida, produz um som.
⁶de celuloide: de plástico.
⁷filó: tecido fino e transparente, em forma de rede.
⁸cravadas: fixas.
⁹rubro: de cor vermelha.
¹⁰chispas: partículas de fogo.
¹¹jorros: jatos fortes.
¹²cretones: tipos de tecidos.
¹³platônico: diz-se do que tem um caráter ideal; sem interesses materiais.
¹⁴fumoso: fumacento.
¹⁵pressentir: suspeitar.

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

Considerando o contexto do texto III, o vocábulo destacado no trecho “E foi uma espécie de festa fantástica.” (linhas 19 e 20) traduz a ideia de que o incêndio no bazar
Enunciado da questão 07 como impresso, com o vocábulo “fantástica” em negrito no trecho citado.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Interjeição

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 06, 07, 08, 09, 10 e 11.

TEXTO III

BRINQUEDOS INCENDIADOS

Uma noite houve um incêndio em um bazar. E, no fogo total, desapareceram consumidos os
seus brinquedos. Nós, crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de tanto ¹mirá-los nos
²mostruários — uns, ³pendentes de longos barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas.
Ah! Maravilhosas bonecas louras, de chapéus de seda! Pianos cujos sons cheiravam a metal e
5 verniz! Carneirinhos ⁴lanudos, de ⁵guizo ao pescoço! Piões zumbidores! — e uns bondes com
algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia [...].
Às vezes, em um aniversário, ou pelo Natal, conseguíamos receber de presente alguns
bonequinhos ⁶de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem
possibilidade de navegação... — pois aquelas admiráveis bonecas de seda e ⁷filó, aqueles batalhões
10 completos de soldados de chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas, isso não
chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem
inveja, sabendo que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas em sonho, como se
para isso, apenas, tivessem sido feitos.
Assim, o bando que passava, de casa para a escola e da escola para casa, parava longo
15 tempo a contemplar aqueles brinquedos e lia aqueles nítidos preços, com seus cifrões e zeros, sem
muita noção do valor — porque nós, crianças, de bolsos vazios, como namorados antigos, éramos
só renúncia e amor. Bastava-nos levar na memória aquelas imagens e deixar ⁸cravadas nelas, como
setas, os nossos olhos.
Ora, uma noite, correu a notícia de que o bazar incendiara. E foi uma espécie de festa
20 fantástica. O fogo ia muito alto, o céu ficava todo ⁹rubro, voavam ¹⁰chispas e labaredas pelo bairro
todo. As crianças queriam ver o incêndio de perto, não se contentavam com portas e janelas,
fugiam para a rua, onde brilhavam bombeiros entre ¹¹jorros d'água. A elas não interessava nada,
peças de pano, cetins, ¹²cretones, cobertores, que os adultos lamentavam. Sofriam pelos cavalinhos
e pelas bonecas, os trens e os palhaços, fechados, sufocados em suas grandes caixas. Brinquedos
25 que jamais teriam possuído, sonhos apenas da infância, amor ¹³platônico.
O incêndio, porém, levou tudo. O bazar ficou sendo um ¹⁴fumoso galpão de cinzas.
Felizmente, ninguém tinha morrido — diziam em redor. Como não tinha morrido ninguém?,
pensavam as crianças. Tinha morrido o mundo e, dentro dele, os olhos amorosos das crianças, ali
deixados.
30 E começávamos a ¹⁵pressentir que viriam outros incêndios. Em outras idades. De outros
brinquedos. Até que um dia também desaparecêssemos sem socorro, nós brinquedos que somos,
talvez de anjos distantes!

(MEIRELES, Cecília. Janela mágica. 3ª edição. São Paulo: Moderna. 2003. Adaptado.)

GLOSSÁRIO
¹mirá-los: observá-los.
²mostruários: vitrines.
³pendentes: pendurados.
⁴lanudos: cobertos de lã.
⁵guizo: pequena esfera de metal com bolinhas em seu interior que, quando sacudida, produz um som.
⁶de celuloide: de plástico.
⁷filó: tecido fino e transparente, em forma de rede.
⁸cravadas: fixas.
⁹rubro: de cor vermelha.
¹⁰chispas: partículas de fogo.
¹¹jorros: jatos fortes.
¹²cretones: tipos de tecidos.
¹³platônico: diz-se do que tem um caráter ideal; sem interesses materiais.
¹⁴fumoso: fumacento.
¹⁵pressentir: suspeitar.

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

A expressão destacada no trecho “Ah! Maravilhosas bonecas louras, de chapéus de seda! Pianos cujos sons cheiravam a metal e verniz! Carneirinhos lanudos, de guizo ao pescoço! Piões zumbidores! [...].” (linhas 4 e 5) indica
Enunciado da questão 08 como impresso, com a expressão “Ah!” em negrito no trecho citado.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Pontuação — Vírgula

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 06, 07, 08, 09, 10 e 11.

TEXTO III

BRINQUEDOS INCENDIADOS

Uma noite houve um incêndio em um bazar. E, no fogo total, desapareceram consumidos os
seus brinquedos. Nós, crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de tanto ¹mirá-los nos
²mostruários — uns, ³pendentes de longos barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas.
Ah! Maravilhosas bonecas louras, de chapéus de seda! Pianos cujos sons cheiravam a metal e
5 verniz! Carneirinhos ⁴lanudos, de ⁵guizo ao pescoço! Piões zumbidores! — e uns bondes com
algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia [...].
Às vezes, em um aniversário, ou pelo Natal, conseguíamos receber de presente alguns
bonequinhos ⁶de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem
possibilidade de navegação... — pois aquelas admiráveis bonecas de seda e ⁷filó, aqueles batalhões
10 completos de soldados de chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas, isso não
chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem
inveja, sabendo que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas em sonho, como se
para isso, apenas, tivessem sido feitos.
Assim, o bando que passava, de casa para a escola e da escola para casa, parava longo
15 tempo a contemplar aqueles brinquedos e lia aqueles nítidos preços, com seus cifrões e zeros, sem
muita noção do valor — porque nós, crianças, de bolsos vazios, como namorados antigos, éramos
só renúncia e amor. Bastava-nos levar na memória aquelas imagens e deixar ⁸cravadas nelas, como
setas, os nossos olhos.
Ora, uma noite, correu a notícia de que o bazar incendiara. E foi uma espécie de festa
20 fantástica. O fogo ia muito alto, o céu ficava todo ⁹rubro, voavam ¹⁰chispas e labaredas pelo bairro
todo. As crianças queriam ver o incêndio de perto, não se contentavam com portas e janelas,
fugiam para a rua, onde brilhavam bombeiros entre ¹¹jorros d'água. A elas não interessava nada,
peças de pano, cetins, ¹²cretones, cobertores, que os adultos lamentavam. Sofriam pelos cavalinhos
e pelas bonecas, os trens e os palhaços, fechados, sufocados em suas grandes caixas. Brinquedos
25 que jamais teriam possuído, sonhos apenas da infância, amor ¹³platônico.
O incêndio, porém, levou tudo. O bazar ficou sendo um ¹⁴fumoso galpão de cinzas.
Felizmente, ninguém tinha morrido — diziam em redor. Como não tinha morrido ninguém?,
pensavam as crianças. Tinha morrido o mundo e, dentro dele, os olhos amorosos das crianças, ali
deixados.
30 E começávamos a ¹⁵pressentir que viriam outros incêndios. Em outras idades. De outros
brinquedos. Até que um dia também desaparecêssemos sem socorro, nós brinquedos que somos,
talvez de anjos distantes!

(MEIRELES, Cecília. Janela mágica. 3ª edição. São Paulo: Moderna. 2003. Adaptado.)

GLOSSÁRIO
¹mirá-los: observá-los.
²mostruários: vitrines.
³pendentes: pendurados.
⁴lanudos: cobertos de lã.
⁵guizo: pequena esfera de metal com bolinhas em seu interior que, quando sacudida, produz um som.
⁶de celuloide: de plástico.
⁷filó: tecido fino e transparente, em forma de rede.
⁸cravadas: fixas.
⁹rubro: de cor vermelha.
¹⁰chispas: partículas de fogo.
¹¹jorros: jatos fortes.
¹²cretones: tipos de tecidos.
¹³platônico: diz-se do que tem um caráter ideal; sem interesses materiais.
¹⁴fumoso: fumacento.
¹⁵pressentir: suspeitar.

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

Como efeito do uso das vírgulas no trecho “Nós, crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um [...].” (linha 2), tem-se
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

As vírgulas isolam um aposto explicativo que esclarece quem conhecia os brinquedos.

Em 'Nós, crianças, conhecíamos...', 'crianças' é um aposto que explica o pronome 'Nós'. As vírgulas o isolam e esclarecem quem conhecia os brinquedos um por um.

Análise das alternativas

A, C, D e E atribuem ao aposto ideias que ele não expressa, como para quem os brinquedos eram fabricados, distribuição de agentes ou controle sobre os brinquedos. O trecho só esclarece quem é o sujeito 'nós'.

Referência: Pontuação: vírgula no aposto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Coesão Textual — Referenciação

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 06, 07, 08, 09, 10 e 11.

TEXTO III

BRINQUEDOS INCENDIADOS

Uma noite houve um incêndio em um bazar. E, no fogo total, desapareceram consumidos os
seus brinquedos. Nós, crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de tanto ¹mirá-los nos
²mostruários — uns, ³pendentes de longos barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas.
Ah! Maravilhosas bonecas louras, de chapéus de seda! Pianos cujos sons cheiravam a metal e
5 verniz! Carneirinhos ⁴lanudos, de ⁵guizo ao pescoço! Piões zumbidores! — e uns bondes com
algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia [...].
Às vezes, em um aniversário, ou pelo Natal, conseguíamos receber de presente alguns
bonequinhos ⁶de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem
possibilidade de navegação... — pois aquelas admiráveis bonecas de seda e ⁷filó, aqueles batalhões
10 completos de soldados de chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas, isso não
chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem
inveja, sabendo que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas em sonho, como se
para isso, apenas, tivessem sido feitos.
Assim, o bando que passava, de casa para a escola e da escola para casa, parava longo
15 tempo a contemplar aqueles brinquedos e lia aqueles nítidos preços, com seus cifrões e zeros, sem
muita noção do valor — porque nós, crianças, de bolsos vazios, como namorados antigos, éramos
só renúncia e amor. Bastava-nos levar na memória aquelas imagens e deixar ⁸cravadas nelas, como
setas, os nossos olhos.
Ora, uma noite, correu a notícia de que o bazar incendiara. E foi uma espécie de festa
20 fantástica. O fogo ia muito alto, o céu ficava todo ⁹rubro, voavam ¹⁰chispas e labaredas pelo bairro
todo. As crianças queriam ver o incêndio de perto, não se contentavam com portas e janelas,
fugiam para a rua, onde brilhavam bombeiros entre ¹¹jorros d'água. A elas não interessava nada,
peças de pano, cetins, ¹²cretones, cobertores, que os adultos lamentavam. Sofriam pelos cavalinhos
e pelas bonecas, os trens e os palhaços, fechados, sufocados em suas grandes caixas. Brinquedos
25 que jamais teriam possuído, sonhos apenas da infância, amor ¹³platônico.
O incêndio, porém, levou tudo. O bazar ficou sendo um ¹⁴fumoso galpão de cinzas.
Felizmente, ninguém tinha morrido — diziam em redor. Como não tinha morrido ninguém?,
pensavam as crianças. Tinha morrido o mundo e, dentro dele, os olhos amorosos das crianças, ali
deixados.
30 E começávamos a ¹⁵pressentir que viriam outros incêndios. Em outras idades. De outros
brinquedos. Até que um dia também desaparecêssemos sem socorro, nós brinquedos que somos,
talvez de anjos distantes!

(MEIRELES, Cecília. Janela mágica. 3ª edição. São Paulo: Moderna. 2003. Adaptado.)

GLOSSÁRIO
¹mirá-los: observá-los.
²mostruários: vitrines.
³pendentes: pendurados.
⁴lanudos: cobertos de lã.
⁵guizo: pequena esfera de metal com bolinhas em seu interior que, quando sacudida, produz um som.
⁶de celuloide: de plástico.
⁷filó: tecido fino e transparente, em forma de rede.
⁸cravadas: fixas.
⁹rubro: de cor vermelha.
¹⁰chispas: partículas de fogo.
¹¹jorros: jatos fortes.
¹²cretones: tipos de tecidos.
¹³platônico: diz-se do que tem um caráter ideal; sem interesses materiais.
¹⁴fumoso: fumacento.
¹⁵pressentir: suspeitar.

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

No fragmento “[...] como se para isso, [...].” (linhas 12 e 13), o vocábulo destacado retoma a ideia de
Enunciado da questão 10 como impresso, com o vocábulo “isso” em negrito no trecho citado.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Comparação entre Textos

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto I para responder aos itens 01 e 02.

TEXTO I

A ORIGEM DOS BRINQUEDOS

A história do brinquedo é tão antiga quanto a história do homem. Muitos brinquedos que
existem hoje nasceram nas grandes civilizações antigas, e vários deles permaneceram
inalterados ao longo do tempo. Do Egito, herdaram-se o jogo-da-velha, a boneca e as bolinhas
de gude. Da China, o dominó, os cata-ventos e as pipas. Da Grécia e de Roma, vieram as
5 pernas-de-pau e as marionetes.
A viagem pela história dos brinquedos permite que os indivíduos percorram culturas,
estilos, modos de vida, regras sociais, uso de materiais e ferramentas, relações pessoais. É
uma história recheada de curiosidades, inventores criativos, brinquedos que fazem sucesso e
fábricas que lutam para se aperfeiçoar.
10 Os brinquedos de todos os povos são originários da indústria doméstica, daquela que se
constituía em pequena escala e atendia às necessidades particulares. Uma indústria que não
acabou e que até hoje se desenvolve é a dos brinquedos artesanais.
Outro aspecto relacionado aos brinquedos é que eles oferecem possibilidades de
experiências variadas, dependendo do material de que forem fabricados — madeira, espuma,
15 ferro, pano ou vinil —; da forma ou do desenho — bonecas bebês ou adultas —; do aspecto
tátil (relativo ao toque, ao tato) — bichos de pelúcia ou de borracha —; da cor — panelinhas
cor-de-rosa ou pretas —; do cheiro e dos sons que porventura emitem.

(A origem dos brinquedos. Disponível em: <http://www.ebc.com.br/infantil/ja-sou-grande/2014/02/conheca-a-origem-e-curiosidades-de-alguns-brinquedos>. 05 fev. 2014. Acesso em: 19 ago. 2019. Fragmento adaptado.)

Texto-base:
Leia o texto III para responder aos itens 06, 07, 08, 09, 10 e 11.

TEXTO III

BRINQUEDOS INCENDIADOS

Uma noite houve um incêndio em um bazar. E, no fogo total, desapareceram consumidos os
seus brinquedos. Nós, crianças, conhecíamos aqueles brinquedos um por um, de tanto ¹mirá-los nos
²mostruários — uns, ³pendentes de longos barbantes; outros, apenas entrevistos em suas caixas.
Ah! Maravilhosas bonecas louras, de chapéus de seda! Pianos cujos sons cheiravam a metal e
5 verniz! Carneirinhos ⁴lanudos, de ⁵guizo ao pescoço! Piões zumbidores! — e uns bondes com
algumas letras escritas ao contrário, coisa que muito nos seduzia [...].
Às vezes, em um aniversário, ou pelo Natal, conseguíamos receber de presente alguns
bonequinhos ⁶de celuloide, modestos cavalinhos de lata, bolas de gude, barquinhos sem
possibilidade de navegação... — pois aquelas admiráveis bonecas de seda e ⁷filó, aqueles batalhões
10 completos de soldados de chumbo, aquelas casas de madeira com portas e janelas, isso não
chegávamos a imaginar sequer para onde iria. Amávamos os brinquedos sem esperança nem
inveja, sabendo que jamais chegariam às nossas mãos, possuindo-os apenas em sonho, como se
para isso, apenas, tivessem sido feitos.
Assim, o bando que passava, de casa para a escola e da escola para casa, parava longo
15 tempo a contemplar aqueles brinquedos e lia aqueles nítidos preços, com seus cifrões e zeros, sem
muita noção do valor — porque nós, crianças, de bolsos vazios, como namorados antigos, éramos
só renúncia e amor. Bastava-nos levar na memória aquelas imagens e deixar ⁸cravadas nelas, como
setas, os nossos olhos.
Ora, uma noite, correu a notícia de que o bazar incendiara. E foi uma espécie de festa
20 fantástica. O fogo ia muito alto, o céu ficava todo ⁹rubro, voavam ¹⁰chispas e labaredas pelo bairro
todo. As crianças queriam ver o incêndio de perto, não se contentavam com portas e janelas,
fugiam para a rua, onde brilhavam bombeiros entre ¹¹jorros d'água. A elas não interessava nada,
peças de pano, cetins, ¹²cretones, cobertores, que os adultos lamentavam. Sofriam pelos cavalinhos
e pelas bonecas, os trens e os palhaços, fechados, sufocados em suas grandes caixas. Brinquedos
25 que jamais teriam possuído, sonhos apenas da infância, amor ¹³platônico.
O incêndio, porém, levou tudo. O bazar ficou sendo um ¹⁴fumoso galpão de cinzas.
Felizmente, ninguém tinha morrido — diziam em redor. Como não tinha morrido ninguém?,
pensavam as crianças. Tinha morrido o mundo e, dentro dele, os olhos amorosos das crianças, ali
deixados.
30 E começávamos a ¹⁵pressentir que viriam outros incêndios. Em outras idades. De outros
brinquedos. Até que um dia também desaparecêssemos sem socorro, nós brinquedos que somos,
talvez de anjos distantes!

(MEIRELES, Cecília. Janela mágica. 3ª edição. São Paulo: Moderna. 2003. Adaptado.)

GLOSSÁRIO
¹mirá-los: observá-los.
²mostruários: vitrines.
³pendentes: pendurados.
⁴lanudos: cobertos de lã.
⁵guizo: pequena esfera de metal com bolinhas em seu interior que, quando sacudida, produz um som.
⁶de celuloide: de plástico.
⁷filó: tecido fino e transparente, em forma de rede.
⁸cravadas: fixas.
⁹rubro: de cor vermelha.
¹⁰chispas: partículas de fogo.
¹¹jorros: jatos fortes.
¹²cretones: tipos de tecidos.
¹³platônico: diz-se do que tem um caráter ideal; sem interesses materiais.
¹⁴fumoso: fumacento.
¹⁵pressentir: suspeitar.

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

Comparando-se o texto I com o texto III, é correto afirmar que
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O texto I é impessoal e informativo; o texto III é pessoal e subjetivo.

O texto I apresenta informações históricas sobre os brinquedos em terceira pessoa, sem marcas de opinião pessoal. O texto III é uma crônica narrada em primeira pessoa ('Nós, crianças'), cheia de emoção e subjetividade. Assim, só o texto I apresenta a história dos brinquedos com isenção de pessoalidade.

Análise das alternativas

A e D estão erradas porque o texto III é altamente subjetivo. C está errada porque o texto III tem muitos traços de pessoalidade. E está errada porque os textos têm focos e pontos de vista diferentes: um informa, o outro evoca lembranças.

Referência: Comparação entre gêneros textuais; pessoalidade e impessoalidade.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Efeitos de Sentido — Repetição

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

Colégio Militar de Campo Grande · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental — Prova de Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto IV para responder aos itens 12 e 13.

TEXTO IV

O BAILE DOS BRINQUEDOS

Pa pa ra ra pa ra ra pa pa ra pa ra

I
Boneca de pano feita à mão,
Soldado de chumbo alemão,
Cavalga um cavalo alado
Entre nuvens de algodão.

II
Doce que doce de sabão,
Roda e gira o pião.
Vai tudo junto, fundo no caldeirão.
Eis a nossa criação.

III
Bailam os brinquedos,
Dançando assim.
Cantam aventuras
Que crianças a fim
Vão brincar,
Vão sonhar,
Cantando...

Pa pa ra ra pa ra ra pa pa ra pa ra

IV
Em um quarto qualquer de menino,
Lá se vê um urso sabido.
Tem sapo, tem bola, pipoca e chulé
E tem até meia sem pé.

V
Em um quarto qualquer de menina,
Lá se vê bailarina.
Tem bola, pipoca, tem sapo e chulé
E tem até meia sem pé.

(GRUPO AQUARELA. O baile dos brinquedos. Porto Alegre: Estúdios Marquise 51. 2012. (3 min, 24 seg.) Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Onk_CL4xWug>. Acesso em: 10 set. 2019. Texto adaptado.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

Nas estrofes IV e V, a repetição dos trechos “Tem sapo, tem bola [...] E tem até meia sem pé.”
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A repetição mostra que meninos e meninas têm interesses e hábitos em comum.

As estrofes IV e V repetem quase os mesmos versos (sapo, bola, pipoca, chulé, meia sem pé), um para o quarto de menino e outro para o de menina. Essa repetição sugere que os dois compartilham os mesmos interesses e costumes.

Análise das alternativas

A está errada porque há objetos que não são brinquedos (chulé, meia). B, C e D extrapolam o texto: ele não fala em desordem generalizada, em desistência de organização nem em pais que compram objetos.

Referência: Efeitos de sentido da repetição em texto poético.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação — Ponto-Final

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

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Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto IV para responder aos itens 12 e 13.

TEXTO IV

O BAILE DOS BRINQUEDOS

Pa pa ra ra pa ra ra pa pa ra pa ra

I
Boneca de pano feita à mão,
Soldado de chumbo alemão,
Cavalga um cavalo alado
Entre nuvens de algodão.

II
Doce que doce de sabão,
Roda e gira o pião.
Vai tudo junto, fundo no caldeirão.
Eis a nossa criação.

III
Bailam os brinquedos,
Dançando assim.
Cantam aventuras
Que crianças a fim
Vão brincar,
Vão sonhar,
Cantando...

Pa pa ra ra pa ra ra pa pa ra pa ra

IV
Em um quarto qualquer de menino,
Lá se vê um urso sabido.
Tem sapo, tem bola, pipoca e chulé
E tem até meia sem pé.

V
Em um quarto qualquer de menina,
Lá se vê bailarina.
Tem bola, pipoca, tem sapo e chulé
E tem até meia sem pé.

(GRUPO AQUARELA. O baile dos brinquedos. Porto Alegre: Estúdios Marquise 51. 2012. (3 min, 24 seg.) Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Onk_CL4xWug>. Acesso em: 10 set. 2019. Texto adaptado.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

O ponto-final empregado na estrofe I “Boneca de pano feita à mão, / Soldado de chumbo alemão, / Cavalga um cavalo alado / Entre nuvens de algodão.” expressa
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O ponto-final fecha a estrofe I como um pensamento completo.

A estrofe I é um único período com várias orações e termina em ponto-final. O ponto indica que a ideia sobre os brinquedos (a boneca, o soldado e o cavalo alado) está concluída. Isso corresponde a 'um pensamento completo do eu lírico a respeito de alguns brinquedos'.

Análise das alternativas

A, D e E atribuem ao ponto sentidos que o texto não sustenta (crianças 'nas nuvens', brinquedos 'desimportantes', 'simplicidade'). B trata o ponto como ordem, mas o verbo está no indicativo ('Cavalga'), sem valor de comando.

Referência: Emprego do ponto-final e interpretação de poema.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Tirinha

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

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Texto-base:
Leia o texto V para responder aos itens 14, 15 e 16.

TEXTO V

Tirinha do Armandinho em dois quadrinhos. No primeiro, Armandinho chega correndo até três colegas e pergunta: “VAMOS BRINCAR DE TELEFONE SEM FIO?”; os colegas respondem “TÁ!”, “PODE SER!” e “VAMOS!”. No segundo, sem falas, Armandinho observa os três colegas, cada um olhando para o seu próprio aparelho celular. Assinatura: Alexandre Beck 24/06/17.

(ARMANDINHO. Disponível em: <https://tirasarmandinho.tumblr.com/>. Acesso em: 09 jul. 2019.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

Armandinho chegou correndo até seus colegas, porque
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Língua Portuguesa Interpretação de Tirinha

Colégio Militar de Campo Grande (DECEx/DEPA) 2019 Fundamental

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Texto-base:
Leia o texto V para responder aos itens 14, 15 e 16.

TEXTO V

Tirinha do Armandinho em dois quadrinhos. No primeiro, Armandinho chega correndo até três colegas e pergunta: “VAMOS BRINCAR DE TELEFONE SEM FIO?”; os colegas respondem “TÁ!”, “PODE SER!” e “VAMOS!”. No segundo, sem falas, Armandinho observa os três colegas, cada um olhando para o seu próprio aparelho celular. Assinatura: Alexandre Beck 24/06/17.

(ARMANDINHO. Disponível em: <https://tirasarmandinho.tumblr.com/>. Acesso em: 09 jul. 2019.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

De acordo com o primeiro quadrinho da tira,
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Língua Portuguesa Interpretação de Tirinha — Humor

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Texto-base:
Leia o texto V para responder aos itens 14, 15 e 16.

TEXTO V

Tirinha do Armandinho em dois quadrinhos. No primeiro, Armandinho chega correndo até três colegas e pergunta: “VAMOS BRINCAR DE TELEFONE SEM FIO?”; os colegas respondem “TÁ!”, “PODE SER!” e “VAMOS!”. No segundo, sem falas, Armandinho observa os três colegas, cada um olhando para o seu próprio aparelho celular. Assinatura: Alexandre Beck 24/06/17.

(ARMANDINHO. Disponível em: <https://tirasarmandinho.tumblr.com/>. Acesso em: 09 jul. 2019.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

O fato que gera circunstância para se ter humor na tira é
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Língua Portuguesa Finalidade do Texto

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Texto-base:
Leia o texto VI para responder aos itens 17, 18, 19 e 20.

TEXTO VI

Cartaz de campanha em tons de cinza com os dizeres “Fabrique um sorriso, doe um brinquedo!”, abaixo “Todos os brinquedos arrecadados serão doados a instituições sociais.”, desenhos de brinquedos (boneca, pião, caminhão, ursinho, cavalinho de balanço e bola) sobre uma grande curva branca em forma de sorriso e, na parte inferior, “Faça suas doações até o dia 05.12”.

(BZZ BLOG. Disponível em: <https://blogbzz.wordpress.com/2012/11/20/fabrique-um-sorriso-doe-um-brinquedo/>. Acesso em: 1º set. 2019.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

O objetivo do texto VI é
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Língua Portuguesa Compreensão de Texto

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Texto-base:
Leia o texto VI para responder aos itens 17, 18, 19 e 20.

TEXTO VI

Cartaz de campanha em tons de cinza com os dizeres “Fabrique um sorriso, doe um brinquedo!”, abaixo “Todos os brinquedos arrecadados serão doados a instituições sociais.”, desenhos de brinquedos (boneca, pião, caminhão, ursinho, cavalinho de balanço e bola) sobre uma grande curva branca em forma de sorriso e, na parte inferior, “Faça suas doações até o dia 05.12”.

(BZZ BLOG. Disponível em: <https://blogbzz.wordpress.com/2012/11/20/fabrique-um-sorriso-doe-um-brinquedo/>. Acesso em: 1º set. 2019.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

De acordo com o texto VI,
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Língua Portuguesa Inferência Textual

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Texto-base:
Leia o texto VI para responder aos itens 17, 18, 19 e 20.

TEXTO VI

Cartaz de campanha em tons de cinza com os dizeres “Fabrique um sorriso, doe um brinquedo!”, abaixo “Todos os brinquedos arrecadados serão doados a instituições sociais.”, desenhos de brinquedos (boneca, pião, caminhão, ursinho, cavalinho de balanço e bola) sobre uma grande curva branca em forma de sorriso e, na parte inferior, “Faça suas doações até o dia 05.12”.

(BZZ BLOG. Disponível em: <https://blogbzz.wordpress.com/2012/11/20/fabrique-um-sorriso-doe-um-brinquedo/>. Acesso em: 1º set. 2019.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

Do trecho “Faça suas doações até o dia 05.12.”, deduz-se que o anunciante
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Língua Portuguesa Coesão Textual — Conectivos e Relações Lógico-Discursivas

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Texto-base:
Leia o texto VI para responder aos itens 17, 18, 19 e 20.

TEXTO VI

Cartaz de campanha em tons de cinza com os dizeres “Fabrique um sorriso, doe um brinquedo!”, abaixo “Todos os brinquedos arrecadados serão doados a instituições sociais.”, desenhos de brinquedos (boneca, pião, caminhão, ursinho, cavalinho de balanço e bola) sobre uma grande curva branca em forma de sorriso e, na parte inferior, “Faça suas doações até o dia 05.12”.

(BZZ BLOG. Disponível em: <https://blogbzz.wordpress.com/2012/11/20/fabrique-um-sorriso-doe-um-brinquedo/>. Acesso em: 1º set. 2019.)

MÚLTIPLA ESCOLHA – ESCOLHA A ÚNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM “X” NOS PARÊNTESES À ESQUERDA.

Reescrevendo-se o trecho “Fabrique um sorriso, doe um brinquedo.”, mantendo-se a mesma relação lógico-discursiva, ficaria:
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