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Marinha do Brasil — Concurso Público para Ingresso no Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T/2014) — Museologia — Prova Amarela

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia

Diretoria de Ensino da Marinha2014Superior

50 questões nesta prova · página 1 de 3 · 50 com gabarito

História Naval Expansão Marítima Europeia — Embarcações

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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Assinale a opção que apresenta corretamente as características das naus utilizadas na expansão marítima europeia nos séculos XV e XVI.
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A nau era navio mercante de grande porte, um mastro principal com vela redonda e porões amplos.

As naus dos séculos XV e XVI eram navios mercantes com castelos à proa e à popa, vela redonda e grande capacidade de carga. Por isso eram pouco armadas.

Análise das alternativas

A) Descreve a caravela, de velas latinas. C) Descreve o galeão, origem dos navios de guerra oceânicos. D) Descreve embarcações primitivas, como canoas e balsas. E) Descreve o corsário.

Referência: História Naval – expansão marítima europeia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Documentação Museológica — Thesaurus para Acervos Museológicos

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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Na introdução de seu Thesaurus para acervos museológicos, Helena Dodd Ferrez afirma que o Thesaurus deve ser revisto e atualizado na medida de seu uso, visando a avaliação de sua capacidade de recuperar informação. Ela destaca que a atualização e a revisão devem ser feitas em função de três tipos de procedimento. Dentre eles, pode-se destacar:
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Resolução comentada

A revisão do Thesaurus inclui a adição de novos termos.

Ferrez indica que a atualização e a revisão do Thesaurus se fazem em função do uso, com procedimentos como a inclusão de novos termos ou nomes de objetos. Isso mantém sua capacidade de recuperar informação.

Análise das alternativas

A, C, D e E descrevem contextos ou fatores gerais, como automação, aproximação entre instituições, crescimento das coleções e não reconhecimento dos acervos. Não são procedimentos de atualização, e E contradiz a valorização do acervo como fonte de informação.

Referência: FERREZ, Helena Dodd. Thesaurus para acervos museológicos (Introdução).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Conservação Preventiva — Controle de Pragas

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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É de comum conhecimento que as baratas constituem um perigo ao acervo de qualquer museu. Há certos ambientes que servem de habitat ideal a este inseto, tais como estruturas com frestas e rachaduras, depósitos com rolos de papelão corrugado, e acúmulos de material com estrutura irregular. Segundo afirmam Vinod Daniel e Colin Pearson, em Controle de pragas em museus: visão geral (no livro Conservação: Conceitos e Práticas), isto se deve especificamente ao fato de que as baratas são:
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Baratas são tigmotáticas: buscam contato com superfícies.

Animais tigmotáticos preferem ficar em contato com superfícies, em frestas, rachaduras e dobras. Por isso as baratas se abrigam em papelão corrugado e em materiais irregulares.

Análise das alternativas

A) Térmitas são cupins, outro grupo. B) Gregário descreve a vida em grupo, o que não explica a preferência por frestas. D) Praga urbana é apenas uma classificação. E) Nefelibata significa 'que anda nas nuvens', e não é termo zoológico.

Referência: DANIEL, V.; PEARSON, C. Controle de pragas em museus: visão geral. In: Conservação: conceitos e práticas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Gestão de Museus — Plano Diretor e Missão

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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O Plano Diretor é de vital importância para a boa administração e a segurança dos museus. O que direciona o processo de sua elaboração, e que contém de forma resumida a finalidade, valores, metas, estratégias e público-alvo de sua instituição de maneira informativa e, preferivelmente, inspiradora?
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Resolução comentada

A missão orienta a elaboração do Plano Diretor.

A missão é o texto que resume a finalidade, os valores, as metas, as estratégias e o público-alvo da instituição. Ela direciona a elaboração do Plano Diretor e deve ser informativa e inspiradora.

Análise das alternativas

A) O diagnóstico levanta a situação atual, mas não resume a finalidade e os valores. B) O organograma mostra a estrutura hierárquica. C) A estratégia é o caminho para atingir as metas, não o texto-síntese. D) O plano de conservação é um dos planos setoriais.

Referência: Plano Museológico / Plano Diretor de museus (IBRAM).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Expografia — Planejamento de Exposições

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Assinale a opção que NÃO apresenta um aspecto importante para o planejamento das exposições.
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O discurso expositivo não é definido por pesquisa de opinião com o público.

O discurso expositivo é definido na concepção curatorial, a partir da pesquisa sobre o acervo e o tema, e não por pesquisa de opinião com o público e o setor de atendimento. Por isso a alternativa A é a que NÃO apresenta um aspecto importante do planejamento.

Análise das alternativas

B) O conservador deve participar do planejamento. C) A exposição exige acompanhamento e manutenção após a inauguração. D) A linguagem expositiva é multimodal. E) A museologia atual é de ideias, não só de objetos. Todas são aspectos corretos.

Referência: Literatura de expografia e planejamento de exposições (ex.: Cury; Crespo Filho).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Poder Marítimo Poder Naval — Atributos

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Sendo um dos componentes do Poder Militar, o Poder Naval pode ser empregado para exercer persuasão armada, em tempo de paz, graças a seus atributos fundamentais de:
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Atributos do Poder Naval: mobilidade, versatilidade, flexibilidade, permanência/autonomia, projeção e alcance.

Na doutrina da Marinha do Brasil, os atributos do Poder Naval são mobilidade, permanência (autonomia), versatilidade, flexibilidade, alcance geográfico e capacidade de projeção de poder. A alternativa E reúne atributos reconhecidos como tais.

Análise das alternativas

A) Sustentação, dissuasão e coerção são tarefas ou efeitos, não atributos. B) Invasão e negação são tarefas, não atributos. C) Possessão, especulação e eliminação não são atributos doutrinários. D) Invasão e negação são tarefas, e dissuasão é efeito.

Referência: Doutrina Militar Naval (Marinha do Brasil).

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Museologia Ética Profissional — Código de Ética do ICOM

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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O trabalho no museu é um serviço para a sociedade e exige padrões de práticas profissionais mais elevados. Estes padrões estão estabelecidos no código de ética:
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Os padrões profissionais estão no Código de Ética do ICOM.

O Código de Ética do ICOM para Museus, do Conselho Internacional de Museus, estabelece os padrões mínimos de conduta e desempenho profissional. Ele parte do princípio de que o trabalho em museus é um serviço à sociedade.

Análise das alternativas

A) A Carta de Veneza trata da conservação e restauro de monumentos. B) O IBRAM e D) o IPHAN são órgãos nacionais, não autores do código internacional. E) O Conselho Regional de Museologia tem código profissional próprio, que não é o citado.

Referência: ICOM. Código de Ética para Museus.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Documentação Museológica — Thesaurus para Acervos Museológicos

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Ao catalogar uma miniatura de condecoração, o museólogo, utilizando o Thesaurus para acervos museológicos, deverá inseri-la na classificação:
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Miniatura de condecoração é classificada como Insígnia no Thesaurus.

No Thesaurus para Acervos Museológicos, condecorações, medalhas e suas miniaturas pertencem à categoria Insígnias. São símbolos de honra, distinção ou hierarquia.

Análise das alternativas

A) Amostras/Fragmentos abrange partes ou espécimes. B) Lazer/Desporto abrange objetos de recreação. C) Indumentária abrange vestuário e acessórios. D) Objetos cerimoniais é categoria mais genérica, e a miniatura de condecoração tem classificação específica em Insígnias.

Referência: FERREZ, Helena Dodd. Thesaurus para acervos museológicos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Gestão de Museus — Plano de Desenvolvimento

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Segundo Timoty Maron, em Gestão Museológica: Desafios e práticas, quanto às orientações de como elaborar um bom plano de desenvolvimento para museus, assinale a opção correta.
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Um bom plano de desenvolvimento cobre um período de tempo específico.

Segundo Maron, o plano deve ter um horizonte temporal definido, com prazos e metas mensuráveis. Isso permite acompanhar a execução e avaliar resultados.

Análise das alternativas

A) Planos devem ser concisos, não longos. B) As responsabilidades devem ser delegadas e atribuídas a pessoas ou setores. C) O plano deve ser inclusivo, mas integrado, e não composto por planos separados. D) Os objetivos estratégicos devem ser realistas e em número limitado ao que é possível atingir.

Referência: MARON, Timothy. Gestão Museológica: desafios e práticas.

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Museologia Expografia — Montagem de Exposições

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Coloque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas abaixo, em relação aos cuidados que se deve tomar na montagem de uma exposição museológica, segundo Crespo Filho (2005), e assinale a opção que apresenta a sequência correta.

( ) A manutenção de uma exposição deve ser feita apenas quando algum acidente ocorrer com o acervo.
( ) As etiquetas dos objetos devem ter, em média, 100 (cem) palavras, no máximo, e 40 (quarenta) palavras como ideal.
( ) Ao circular pela exposição o visitante precisa saber, prioritariamente, onde se encontra, o que vem adiante e para onde está indo.
( ) Para a escolha da cor ou das cores que serão utilizadas basta um estudo do tema que será tratado.
( ) No campo visual vertical de uma pessoa com 1,70m de altura, a posição ideal para um quadro ser exposto é colocando o seu centro a aproximadamente 1,60m do chão.
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Resolução comentada

Cuidados na montagem de exposições segundo Crespo Filho: sequência F-V-V-F-V.

A manutenção deve ser contínua e preventiva, não apenas após acidentes (F). Etiquetas curtas, com no máximo cerca de 100 palavras e 40 como ideal, são recomendadas (V). O visitante deve sempre se orientar no percurso (V). A escolha das cores exige mais que o estudo do tema, pois envolve iluminação, conservação e percepção (F). O centro do quadro próximo à linha dos olhos, cerca de 1,60 m, é a posição ideal (V).

Análise das alternativas

A, C e E afirmam que a manutenção só ocorre após acidentes, o que é falso. B marca como falsa a afirmativa sobre as etiquetas e como verdadeira a sobre as cores, ambas invertidas. Apenas D corresponde à sequência F, V, V, F, V.

Referência: CRESPO FILHO (2005), sobre a montagem de exposições museológicas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Expografia — Fases do Projeto de Exposição

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Segundo Yani Herreman, em seu artigo no livro Como gerir um museu: manual prático, do Conselho Internacional de Museus, existem cinco fases para se projetar uma exposição. Qual é a fase composta pelas atividades que ajudarão a determinar os objetivos e viabilidades do projeto desejado e a organizar o processo da exposição, levando em consideração os recursos humanos, técnicos e financeiros disponíveis, assim como o calendário e as estimativas de custo?
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Resolução comentada

Fase de planejamento no modelo de Herreman para projetar exposições.

Na proposta de Yani Herreman, a fase de planejamento reúne as atividades que definem objetivos e viabilidade do projeto. Ela também organiza o processo da exposição, considerando recursos humanos, técnicos e financeiros, calendário e estimativa de custos.

Análise das alternativas

B) A investigação/interpretação trata da pesquisa e do conteúdo da exposição. C) O projeto é o desenho da exposição (layout, design, especificações). D) A produção é a execução e fabricação dos elementos. E) A instalação é a montagem final no espaço.

Referência: HERREMAN, Yani. Projeto de exposições. In: Como gerir um museu: manual prático. ICOM.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História Naval Invasões Estrangeiras ao Brasil Colonial

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Assinale a opção correta sobre as invasões estrangeiras ao Brasil que foram combatidas com a projeção do poder naval para expulsar os invasores.
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No Maranhão, em 1614, a força naval foi comandada por Jerônimo de Albuquerque.

A expulsão dos franceses do Maranhão em 1614 contou com força naval sob comando de Jerônimo de Albuquerque, apontado pela banca como o primeiro comando brasileiro.

Análise das alternativas

A) A data e o relato estão errados (Estácio de Sá atuou em 1565-67). B) O enunciado inverte os agentes no Amazonas. C) O comandante-geral citado não corresponde ao do gabarito. E) O relato sobre a Bahia em 1644 contém imprecisões.

Referência: História Naval Brasileira, invasões estrangeiras.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Expografia — Conceitos (Expologia, Expografia, Museografia)

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Qual é parte da museologia que estuda a teoria da exposição e envolve os princípios museológicos, comunicacionais e educacionais de uma exposição, compondo sua base fundante?
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Resolução comentada

Expologia é a parte da museologia que estuda a teoria da exposição.

A expologia trata da teoria da exposição, reunindo princípios museológicos, comunicacionais e educacionais que fundamentam sua base conceitual. A expografia é sua aplicação prática.

Análise das alternativas

A) Museografia é o conjunto das técnicas práticas do museu. B) Expografia é a técnica de montagem de exposições. C) Musealização é o processo de transformar um objeto em objeto de museu. E) Concepção é uma etapa do projeto.

Referência: Cury, M. X., Exposição: concepção, montagem e avaliação.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Numismática — Terminologia

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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A superfície ou face sobre a qual estão gravados os tipos, as composições e as efígies nas moedas e medalhas é denominada de:
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Resolução comentada

A superfície onde se gravam os tipos é o campo.

Na numismática, o campo é a superfície ou face da moeda/medalha sobre a qual se gravam tipos, composições e efígies.

Análise das alternativas

A) Efígie é a imagem representada. B) Bordo é a margem. C) Anverso é a face principal, não a superfície em si. E) Exergo é o espaço inferior, separado por uma linha.

Referência: Terminologia numismática (Gosling, 2013).

Resolução comentada do VaiConcursos.

História Naval Independência do Brasil — Formação da Marinha Imperial

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Após a Independência do Brasil, a formação de uma Marinha de Guerra nacional foi o melhor meio para o transporte e a concentração de tropas leais e suprimentos para as áreas de embate com os portugueses. Quem foi o oficial contratado para o posto de Comandante-em-Chefe da Esquadra?
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Resolução comentada

Thomas Cochrane foi contratado como Primeiro-Almirante e Comandante-em-Chefe da Esquadra.

Lord Thomas Cochrane, oficial britânico, foi contratado em 1823 para comandar a Esquadra brasileira na luta contra as forças portuguesas.

Análise das alternativas

A, B e C eram oficiais e figuras brasileiras ou portuguesas, não o comandante-em-chefe contratado. E) Joaquim Marques Lisboa (Tamandaré) atuou mais tarde, como oficial na Independência e depois em outros conflitos.

Referência: História Naval Brasileira, Independência.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História Naval Guerra Cisplatina

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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A Guerra Cisplatina envolveu o Brasil recém-independente e as Províncias Unidas do Rio da Prata, atual Argentina, em um confronto armado na disputa pelo território da então Província Brasileira da Cisplatina, atual República Oriental do Uruguai. Qual foi a primeira ação de guerra da Força Naval brasileira para combater a Esquadra Argentina?
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Resolução comentada

A primeira ação naval brasileira foi o bloqueio do Rio da Prata.

Na Guerra Cisplatina, a Marinha Imperial iniciou as operações bloqueando o Rio da Prata e os portos argentinos para negar o comércio e o apoio ao inimigo.

Análise das alternativas

A) Não houve desembarque anfíbio em Buenos Aires. B) Esporão não era usado em guerra de corso na época. C) Projeção de poder sobre terra não foi a ação inicial. E) Negação do uso do mar não descreve a ação inicial.

Referência: História Naval Brasileira, Guerra Cisplatina (1825-1828).

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Poder Marítimo Amazônia Azul

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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A Amazônia Azul é uma enorme área do território brasileiro compreendida pela:
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Amazônia Azul = Zona Econômica Exclusiva + Plataforma Continental brasileira.

A Amazônia Azul é a área marítima sob jurisdição brasileira, composta pela Zona Econômica Exclusiva e pela Plataforma Continental.

Análise das alternativas

B) Inclui plataforma africana, que não é brasileira. C) 'Zona Econômica Inclusiva' não existe. D) 'Zona Litorânea Exclusiva' não existe. E) 'Zona Marítima americana' é incorreta.

Referência: Marinha do Brasil; Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.

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Museologia Patrimônio Cultural — Trajetória da Proteção no Brasil

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A autora Maria C. L. da Fonseca, no livro O Patrimônio em processo, considera a noção de patrimônio uma noção "datada, produzida, assim como a ideia de nação, no final do século XVIII, durante a Revolução Francesa". Segundo ela, em que documento a "noção de patrimônio histórico e artístico nacional" foi considerada, pela primeira vez, em termos jurídicos no Brasil (mesmo com outra denominação), como sendo objeto de proteção obrigatória por parte do poder jurídico?
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Resolução comentada

A Constituição de 1934 foi o primeiro documento jurídico a proteger o patrimônio histórico e artístico nacional.

Segundo Fonseca, a Constituição de 1934 trouxe pela primeira vez a proteção obrigatória do patrimônio histórico e artístico nacional pelo poder público, antes do Decreto-Lei nº 25/1937.

Análise das alternativas

B) A Constituição de 1988 é posterior. C) O Decreto-Lei 25/1937 organizou a proteção, mas após 1934. D) A Constituição de 1824 não tratava do tema. E) O decreto de 1808 não versa sobre patrimônio.

Referência: Fonseca, M. C. L., O Patrimônio em processo.

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Museologia Numismática — Terminologia

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Assinale a opção que completa corretamente as lacunas da sentença abaixo.

Segundo Gosling (2013), na numismática a face principal da moeda ou medalha onde estão as efíges de soberanos, chefes de estado ou homenageados chama-se _______ e a parte oposta, que recebe as figuras e inscrições denomina-se _______.
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Resolução comentada

Face principal é o anverso; a oposta é o reverso.

Na numismática, o anverso é a face principal, com efígies de soberanos ou homenageados, e o reverso é a face oposta, com figuras e inscrições.

Análise das alternativas

A, C e D trazem termos que não correspondem: exergo é espaço inferior do campo, bordo/orla é a margem e legenda é a inscrição. B inverte a ordem correta.

Referência: Gosling (2013), terminologia numismática.

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Museologia Educação em Museus — Mediação

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Vários agentes atuam na tarefa educativa dos museus. Assinale a opção que apresenta o papel do Mediador no trato com o público.
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Resolução comentada

O mediador orienta uma experiência compartilhada e adapta o roteiro ao público.

Na educação em museus, o mediador dialoga com os visitantes, flexibiliza sua ação e adequa o roteiro aos interlocutores, promovendo uma experiência compartilhada, não uma transmissão unilateral.

Análise das alternativas

A) Reduz a ação a um discurso padronizado. B) Descreve o papel de vigilância. C) Descreve mera distribuição de material. E) Reduz a visita a diversão, perdendo a dimensão educativa.

Referência: Educação em museus e mediação cultural.

Resolução comentada do VaiConcursos.