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Marinha do Brasil — Concurso Público para Ingresso no Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha (CP-T/2014) — Museologia — Prova Amarela

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia

Diretoria de Ensino da Marinha2014Superior

50 questões nesta prova · página 2 de 3 · 50 com gabarito

Museologia Estatuto dos Museus

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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Os bens culturais dos museus, em suas diversas manifestações, podem ser declarados, no todo ou em parte, como
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Os bens culturais dos museus podem ser declarados de interesse público.

O Estatuto de Museus prevê que os bens culturais dos museus, em suas diversas manifestações, podem ser declarados, no todo ou em parte, de interesse público.

Análise das alternativas

A, C, D e E: 'interesse estatal' e 'interesse privado' não são a categoria legal; 'instituição privada/pública' refere-se ao tipo de entidade, não à declaração de bens.

Referência: Estatuto de Museus (Lei nº 11.904/2009).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Expografia — Vitrines

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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Em relação às várias formas de se classificar as vitrines de exposição segundo a sua forma e desenho, pode-se afirmar que as vitrines de centro são:
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Vitrines de centro são volumosas, transparentes em todas as faces, para objetos de vários portes.

As vitrines de centro ficam no meio da sala, permitem ser vistas por todos os lados e têm faces transparentes, o que dá visão global dos objetos de pequeno e grande porte.

Análise das alternativas

A) Descreve vitrines de pequenas dimensões, como as de mesa. B) Descreve vitrines de parede. D) Descreve sistemas abertos, pouco controlados. E) Descreve sistemas modulares flexíveis.

Referência: Literatura de expografia e montagem de exposições.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Segurança de Museus — Circulação Interna de Acervos

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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A publicação Política de Segurança para Arquivos, Bibliotecas e Museus ao relembrar sobre os cuidados durante a circulação interna de acervos, afirma que se deve avaliar as condições de segurança dos percursos, considerando alguns fatores. Assinale a opção que NÃO apresenta um desses fatores.
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Deve-se buscar menor, e não maior, distância de deslocamento.

Na circulação interna de acervos, avaliam-se percursos com menor distância, menos obstáculos, restrições climáticas, vibração mínima e horários convenientes. Maior distância aumenta o risco, portanto não é fator desejável.

Análise das alternativas

B, C, D e E apresentam fatores que de fato devem ser considerados. A é a única que contraria a lógica de segurança.

Referência: Política de Segurança para Arquivos, Bibliotecas e Museus.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Segurança de Museus — Reserva Técnica

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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Analise as afirmativas abaixo.
Tomando como base as medidas de segurança, conforme os ambientes de um museu, pode-se afirmar que são ações necessárias a serem usadas na Reserva Técnica:

I - reforçar o material de portas, dobradiças e trincos.
II - instalar CFTV (Circuito Fechado de TV) próximo à porta de acesso ao interior da sala.
III- permitir acesso livre e sem controle ao interior da Reserva Técnica.
IV - instalar aparelhos condicionadores de ar.
V - Realizar o controle de acesso por biometria, teclados por cartão ou senha.
VI - controlar a vegetação.
VII- instalar sensores de presença infravermelho para períodos sem permanência humana.

Assinale a opção correta.
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Resolução comentada

Reserva Técnica: portas reforçadas, CFTV, controle de acesso e sensores infravermelho.

São medidas coerentes de segurança: reforçar portas, dobradiças e trincos (I), instalar CFTV junto à porta (II), controlar o acesso por biometria, cartão ou senha (V) e usar sensores infravermelho quando não há pessoas (VII). Isso corresponde à alternativa B.

Análise das alternativas

III é falsa, pois o acesso deve ser controlado. IV e VI não constam entre as medidas de segurança esperadas para esse ambiente. Logo A, C, D e E, que incluem III, IV ou VI, estão erradas.

Referência: Política de Segurança para Arquivos, Bibliotecas e Museus.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Segurança de Museus — Sistemas de Detecção de Intrusão

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Dentre os sistemas de detecção abaixo relacionados, qual é o sensor que funciona por vibração e pode detectar uma invasão antes que ela ocorra no caso da tentativa de quebra de uma parede ou arrombamento de portas e janelas?
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Sensor de impacto detecta a tentativa de arrombamento por vibração.

Os sensores de impacto percebem vibrações causadas por golpes em paredes, portas e janelas, detectando a tentativa de violação antes da invasão. Por isso são indicados na proteção de perímetro.

Análise das alternativas

A) Ultrassônico e B) micro-ondas detectam movimento no interior do ambiente. C) Infravermelho detecta presença pelo calor/movimento. D) 'Por vibração' não é a denominação usada pelo gabarito para o sensor que detecta a tentativa de arrombamento.

Referência: Política de Segurança para Arquivos, Bibliotecas e Museus.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Funções do Museu — Comunicação

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Segundo a professora Doutora Maria Helena Pires Martins, na apresentação do livro Exposição: concepção, montagem e avaliação, de Marília Xavier Cury, a primeira função da instituição museu foi coletar artefatos culturais e a segunda, pesquisá-los. Contemporaneamente pode-se afirmar que a principal função do museu é:
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Hoje a principal função do museu é comunicar.

Na apresentação do livro de Cury, a evolução das funções do museu (coletar, pesquisar) leva à comunicação como função principal contemporânea, da qual a exposição e a educação são meios.

Análise das alternativas

A) Educar é uma dimensão da comunicação. C) Expor é o meio de comunicar. D) Catalogar é atividade técnica de documentação. E) Preservar é função básica, mas não a principal na visão contemporânea.

Referência: Cury, M. X., Exposição: concepção, montagem e avaliação.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História Naval Expansão Marítima Portuguesa — Navegação

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Durante o século XV, os portugueses decidiram que deveriam prosperar negociando diretamente com o Oriente através do mar. Isso exigiu desenvolvimentos científicos e tecnológicos para os navios e para a navegação como o desenvolvimento
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O astrolábio indica a latitude do navio.

O astrolábio náutico permitia determinar a latitude pela altura dos astros, sendo avanço essencial da navegação portuguesa no século XV.

Análise das alternativas

A) Caravelas eram usadas na exploração, não como navios de guerra. C) Naus eram usadas no comércio e transporte, não na exploração. D) A bússola indica direção, não latitude nem longitude. E) Galeões são posteriores, do século XVI, e eram navios de guerra e escolta.

Referência: História da expansão marítima portuguesa.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Conservação Preventiva — Agentes de Deterioração

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Segundo Susan M. Bradley, em seu texto Os objetos têm vida finita (no livro Conservação: Conceitos e Práticas), qual é a principal causa indicada de prejuízos a artefatos de museus?
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Para Bradley, o manuseio é a principal causa de danos a artefatos de museus.

Bradley, em 'Os objetos têm vida finita', aponta o manuseio inadequado como a principal causa de prejuízos aos artefatos de museus, à frente de fatores ambientais.

Análise das alternativas

A) Umidade, B) iluminância, D) modo de exposição e E) pragas são agentes de deterioração relevantes, mas não são indicados como a causa principal.

Referência: Bradley, S. M., Conservação: Conceitos e Práticas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Gerenciamento de Riscos em Museus

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Sabe-se que o risco em museus é a chance de algo acontecer, causando danos e perda de valor para acervos musealizados por meio da ação de um ou mais agentes de riscos. Assinale a opção que apresenta as ações a serem tomadas para o controle e tratamento de possíveis ameaças durante o processo de mitigação dos riscos.
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Resolução comentada

Controle de ameaças na mitigação de riscos: identificar, detectar e bloquear.

Segundo o gabarito, as ações de controle e tratamento das ameaças no processo de mitigação são identificar, detectar e bloquear. Elas atuam sobre o agente de risco antes que cause dano ao acervo.

Análise das alternativas

A) Catalogar não é ação de controle de ameaças. C, D e E) Combinam 'recuperar' ou 'responder', que não integram a sequência considerada pela banca.

Referência: Gerenciamento de riscos ao patrimônio museológico (Ibermuseus / IBRAM).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Segurança de Museus — Prevenção e Combate a Incêndio

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Extintor de incêndio é o sistema de extinção básico e imprescindível em qualquer instituição. Sua classificação é dada conforme o tipo de fogo a ser combatido. Para o uso em fogo causado em equipamento elétrico energizado deve-se usar a classe:
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Fogo em equipamento elétrico energizado: extintor classe C.

Pela classificação usual, a classe C refere-se a fogos em equipamentos elétricos energizados, exigindo agente extintor não condutor, como CO₂ ou pó químico.

Análise das alternativas

A) Classe A: materiais sólidos comuns, como papel e madeira. B) Classe B: líquidos inflamáveis. C) AB não é classe para elétricos. E) Classe D: metais combustíveis.

Referência: Classificação de incêndios (NBR 12693 / NFPA).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Conservação Preventiva — Conceitos

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Segundo Ágnes Tímár-Balázsy e Dinah Eastop, no texto Materiais de Armazenamento e Exposição, no livro Conservação: Conceitos e Práticas, que tipo de atividade abrange o monitoramento e o controle das condições apropriadas de armazenagem e exposição?
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Monitorar e controlar condições de armazenagem e exposição é conservação preventiva.

Conservação preventiva abrange ações indiretas que retardam a deterioração e previnem danos, como o monitoramento e controle das condições ambientais de armazenagem e exposição. Não intervém diretamente sobre o objeto, ao contrário da restauração.

Análise das alternativas

A) Restauração é intervenção direta no objeto. B) Manutenção é termo genérico, não o usado pelas autoras para esse conjunto de ações. C) Conservação é o conceito amplo, que inclui a preventiva. D) Curadoria refere-se à gestão e pesquisa do acervo.

Referência: Tímár-Balázsy e Eastop, Conservação: Conceitos e Práticas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Patrimônio Cultural — Tombamento

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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O tombamento traz restrições aos bens imóveis tombados. Assinale a opção que NÃO apresenta uma dessas restrições.
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Manter o estado de conservação é obrigação do proprietário, não restrição proibitiva.

O tombamento impõe restrições, como reformar sem aprovação do órgão, descaracterizar o estilo, instalar equipamentos na fachada ou mudar cores livremente. Manter o estado de conservação é um dever do proprietário, não uma restrição.

Análise das alternativas

A, C, D e E) Erradas: são condutas que o tombamento restringe ou proíbe sem autorização do órgão tombador.

Referência: Decreto-Lei nº 25/1937 (tombamento).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Acessibilidade em Museus — Desenho Universal

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Em relação a acessibilidade a museus, correlacione os princípios do desenho universal as suas respectivas ações e assinale a opção que apresenta a sequência correta.

PRINCÍPIOS
I - Uso equitativo.
II - Flexibilidade no uso.
III- Uso simples e intuitivo.
IV - Informação perceptível.
V - Tolerância ao erro.
VI - Mínimo esforço físico.
VII- Dimensão e espaço por aproximação e uso.

AÇÕES
( ) Desencoraja a ação inconsciente em tarefas que requeiram vigilância.
( ) Elimina complexidade desnecessária.
( ) Acomoda variações no tamanho da mão ou da sua capacidade de agarrar.
( ) Permite ao usuário manter uma posição neutra do corpo.
( ) Evita segregar ou estigmatizar quaisquer usuários.
( ) Maximiza a "legibilidade" de informação essencial.
( ) Permite escolher a forma de utilização.
( ) Busca o máximo de contraste entre tintas e os suportes, facilitando a leitura.
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Resolução comentada

A correlação correta dos princípios do desenho universal é V, III, VII, VI, I, IV, II e (-).

A tolerância ao erro (V) desencoraja ação inconsciente em tarefas de vigilância. O uso simples e intuitivo (III) elimina complexidade desnecessária. A dimensão e espaço para aproximação e uso (VII) acomoda variações de mão. O mínimo esforço físico (VI) permite posição neutra do corpo. O uso equitativo (I) evita segregar, a informação perceptível (IV) maximiza a legibilidade e a flexibilidade no uso (II) permite escolher a forma de utilização. A última ação, o contraste entre tintas e suportes, não tem princípio correspondente na lista (-).

Análise das alternativas

A, C, D e E) Erradas: trocam pelo menos um par de princípio e ação, ou atribuem um princípio à última ação, que não tem correspondência.

Referência: Princípios do Desenho Universal (Center for Universal Design) aplicados à acessibilidade em museus.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Segurança de Museus — Prevenção e Combate a Incêndio

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

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Conforme a publicação Preservação e difusão do patrimônio cultural do Exército Brasileiro, assinale a opção que apresenta corretamente as classes de extintores de incêndio existentes.
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Resolução comentada

Existem três classes de extintores: A, B e C.

A publicação considera três classes de incêndio e de extintores, A, B e C. A classe A é de sólidos comuns, a B de líquidos inflamáveis e a C de equipamentos elétricos energizados.

Análise das alternativas

A e B) Erradas: trazem menos classes do que as previstas, e AB não é uma classe. D e E) Erradas: acrescentam as classes D (metais) e E, que a publicação não considera como classes de extintores.

Referência: Preservação e difusão do patrimônio cultural do Exército Brasileiro.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Estatuto dos Museus

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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Segundo o Estatuto dos Museus, assinale a opção que NÃO corresponde aos princípios fundamentais dos museus.
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Resolução comentada

Comércio e leilão de bens culturais não é princípio fundamental dos museus.

O Estatuto dos Museus lista como princípios a valorização da dignidade humana, o cumprimento da função social, a valorização e preservação dos patrimônios cultural e ambiental e o intercâmbio institucional. O comércio e o leilão de bens culturais não constam entre eles.

Análise das alternativas

B, C, D e E) Erradas: todas são princípios fundamentais previstos no Estatuto, e a questão pede o que NÃO é princípio.

Referência: Estatuto dos Museus (Lei nº 11.904/2009), art. 2º.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História Naval Primeira Guerra Mundial — Participação da Marinha do Brasil

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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A participação da Marinha brasileira na Primeira Guerra Mundial formalizou-se com o envio, para o teatro de operações, de um comboio composto por oito navios e sob o comando do Almirante Pedro Max Fernando de Frontin. Qual o nome dado a este comboio?
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Resolução comentada

O comboio da Primeira Guerra foi a Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG).

O comboio de oito navios comandado pelo Almirante Pedro Max Fernando de Frontin chamou-se Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG). Ele foi enviado em 1918 para atuar no teatro de operações europeu.

Análise das alternativas

A, C, D e E) Erradas: são denominações que não correspondem ao nome histórico da força. A única designação oficial foi DNOG.

Referência: História Naval Brasileira, Primeira Guerra Mundial.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Estatuto dos Museus

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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Em relação ao Estatuto dos Museus, coloque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas abaixo e assinale a opção que apresenta a sequência correta.

( ) O Programa e as regras de segurança de cada museu tem natureza confidencial (art. 27).
( ) Os museus não colaborarão com entidades de segurança pública no controle aos crimes contra a propriedade-tráfico de bens culturais (art. 26).
( ) Os museus garantirão a conservação e a segurança de seus acervos (art. 21).
( ) É autorizada a participação direta ou indireta de pessoal técnico dos museus públicos em atividades de comercialização de bens culturais (art. 16).
( ) A criação, a fusão ou a extinção de museus não deverá ser registrada no órgão do poder público (art. 7º).
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Resolução comentada

Sequência V, F, V, F, F.

Pelo Estatuto dos Museus, o programa e as regras de segurança são confidenciais (art. 27) e os museus garantem a conservação e a segurança dos acervos (art. 21). Esses dois itens são verdadeiros.

Análise das alternativas

O segundo item é falso: os museus colaboram com os órgãos de segurança pública no combate aos crimes contra a propriedade, como o tráfico de bens culturais (art. 26). O quarto item é falso: o Estatuto veda a participação do pessoal técnico dos museus públicos na comercialização de bens culturais (art. 16). O quinto item é falso: criação, fusão e extinção de museus devem ser registradas no órgão público (art. 7º).

Referência: Estatuto dos Museus (Lei nº 11.904/2009), arts. 7º, 16, 21, 26 e 27.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia História dos Museus

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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Para Maria Andréa D. de Andrade e Washington D. Lessa no texto A importância da gestão estratégica e comunicação da marca na construção da imagem do museu (da publicação Museus e comunicação: exposição como objeto de estudo), as primeiras galerias de exposição nos museus do século XIX provinham pouca, ou nenhuma informação contextual ou histórica, e a apreciação de suas coleções era reservada aos iniciados. Essas coleções eram tendencialmente, por eles compreendidas como registros do progresso humano e moral, evidências da evolução do primitivo ao civilizado, do desenvolvimento da humanidade. Estas noções refletiam as ideias de que momento histórico?
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Resolução comentada

A ideia de progresso humano e evolução do primitivo ao civilizado reflete o Iluminismo.

As coleções vistas como registros do progresso humano, da evolução do primitivo ao civilizado e do desenvolvimento da humanidade refletem ideias iluministas. O Iluminismo tinha fé na razão, no progresso e na classificação do conhecimento.

Análise das alternativas

A) Errada: o Renascimento é anterior e tem outro foco, o humanismo e o colecionismo. B) Errada: a Revolução Industrial é um processo econômico e tecnológico. D) Errada: a Revolução Francesa é um evento político, ainda que tenha criado museus públicos. E) Errada: o Romantismo valorizava a subjetividade, não a ideia linear de progresso.

Referência: Andrade e Lessa, Museus e comunicação: exposição como objeto de estudo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia História dos Museus

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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Sabe-se que os romanos encaravam os museus como um empreendimento sistemático e eclético, em que se acumulavam coleções adquiridas em campanhas militares e de colonização. Segundo Maria Andréa D. de Andrade e Washington D. Lessa no texto A importância da gestão estratégica e comunicação da marca na construção da imagem do museu (da publicação Museus e comunicação: exposição como objeto de estudo), quando os museus passaram a ser associados não apenas ao armazenamento, mas à mostra dessas coleções?
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Resolução comentada

Os museus passaram a mostrar coleções no século II a.C.

Segundo os autores, os romanos acumulavam coleções de campanhas militares. A associação dos museus não só ao armazenamento, mas também à exibição das coleções, ocorreu no século II a.C.

Análise das alternativas

B e C) Erradas: os séculos I a.C. e III a.C. não correspondem à data indicada pelos autores. D) Errada: os séculos XIII a XV d.C. são medievais, e esse período não é o da exibição pelos romanos. E) Errada: o século XIX é o período dos museus públicos modernos.

Referência: Andrade e Lessa, Museus e comunicação: exposição como objeto de estudo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Museologia Ética Profissional — Código de Ética do Museólogo

Diretoria de Ensino da Marinha 2014 Superior

Marinha do Brasil · Oficial do Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha — Museologia · Caderno Amarela

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Como se denomina o documento que estabelece a forma pela qual os museólogos devem pautar sua atuação, indicando normas de conduta, regulando suas relações com a classe, com os poderes públicos, a sociedade e o público em particular?
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Resolução comentada

O documento é o Código de Ética Profissional do Museólogo.

O Código de Ética Profissional do Museólogo é o documento que fixa a conduta dos museólogos. Ele regula as relações com a classe, com os poderes públicos, com a sociedade e com o público.

Análise das alternativas

A) Errada: o código do ICOM é voltado para os museus como instituições. C) Errada: a lei regulamentadora trata da profissão, não da conduta. D) Errada: Plano Diretor dos Museólogos não existe como documento desse tipo. E) Errada: o Decreto-Lei nº 25/1937 organiza a proteção do patrimônio histórico e artístico nacional.

Referência: Código de Ética Profissional do Museólogo.

Resolução comentada do VaiConcursos.