← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de São Paulo · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 22 questões nesta prova · página 1 de 2 · 21 com gabarito Gabarito disponível Palavra que completa a ideia sobre o desperdício de água no poema. O poema manifesta preocupação com o desperdício: "Abaixo o desperdício!", "coisa urgente", "Vamos economizar!". A) O texto não justifica o desperdício. C) Não há descoberta. D) Não há invenção. E) Não se apresenta pesquisa ou dados. Referência: Interpretação de texto — poema Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Analisar quatro afirmativas sobre o poema. III está correta: o eu-lírico demonstra engajamento ao pedir economia ("Cuida dela! Você jura?"). IV está correta: há um apelo à preservação da água. Logo, III e IV. I) "Somente a água doce" é exagero; o texto só diz que a água doce mata a sede e lava. II) O texto não afirma que a água salgada é mais escassa. Assim, A, B, C e E estão incorretas. Referência: Interpretação de texto — poema Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sinal de pontuação que indica protesto. A exclamação em "Abaixo o desperdício!" expressa indignação e protesto contra o desperdício de água, além de ser uma palavra de ordem típica de manifestação. A) A interrogação indica pergunta/cobrança. B) e C) As reticências indicam continuidade ou suspensão. D) O ponto final apenas encerra a afirmação. Referência: Pontuação — efeitos de sentido Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Posição do adjetivo e sentido em "água doce" e "doce água". Depois do substantivo, "doce" é adjetivo objetivo: "água doce" é a água de rios, lagos etc., sem sal (II correta). Antes do substantivo, "doce água" tem sentido afetivo, subjetivo e poético. Só II está correta. I) Está incorreta, pois a posição altera o sentido (objetivo × subjetivo). III) Também está incorreta, pois "doce água" tem valor poético e afetivo. Logo, A, B, C e E estão incorretas. Referência: Adjetivo — posição e sentido Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Finalidade do poema sobre a água. O poema usa imperativos e exclamações ("Abaixo o desperdício!", "Poupar água: coisa urgente!", "Vamos economizar!"). Sua finalidade é levar o leitor a refletir sobre o desperdício e a necessidade de poupar água. A) Os estados da água aparecem só como adjetivos, não são o foco. C) "Somente de água" distorce o texto. D) Há menção à diferença entre doce e salgada, mas não é a finalidade. E) O poema pede economia de água doce, não do mar. Referência: Interpretação de texto — finalidade Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Julgar quatro afirmativas sobre o texto II. I está correta: o narrador não participa da história e usa a 3ª pessoa. II está correta: a volta era mais difícil, com o pote pesado, a água na cabeça e o pé ferido. Portanto, I e II. III) O texto diz que a rotina era diária durante sete meses, sem exceção de fins de semana. IV) O texto não afirma que só meninas buscavam água (menciona mulheres e meninas, mas não há exclusividade). Assim, A, B, C e D estão incorretas. Referência: Foco narrativo e interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Finalidade global do texto II. O texto narra a rotina árdua de Nya, uma criança que caminha longas distâncias e espera por horas para obter água para si e para a família. O objetivo principal é evidenciar essa dureza. A) O texto trata de uma realidade específica, não de crianças do mundo todo. B) Nya não se diverte. D) O conflito entre tribos é um detalhe. E) O texto não ensina técnica alguma. Referência: Interpretação de texto — finalidade Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Inferir o motivo de a família não morar perto do lago o ano todo. O texto diz que, devido a brigas frequentes, a família não morava perto do lago o ano todo. As tribos Nuer e Dinka disputavam as terras ao redor do lago. Os conflitos são, portanto, a causa. B) A dificuldade de voltar da lagoa não explica a mudança de moradia. C) O texto não fala em preferência. D) Isso explica por que iam ao lago na estação seca, não por que não moravam lá o ano todo. E) A vida em volta da lagoa não tem relação com a causa. Referência: Inferência em texto narrativo Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Função do ponto final em frases nominais e curtas. O ponto final marca o fim de cada frase (I) e, ao isolar palavras como "Calor.", "Tempo.", "Diariamente.", cria pausas que dão ênfase e reforçam o peso da rotina (III). II) O ponto final não separa itens de lista (seria a vírgula), e "calor", "tempo" e "espinhos" não são emoções. IV) Quem introduz explicação é o dois-pontos, não o ponto final. Logo, B, C, D e E estão incorretas. Referência: Pontuação — efeitos de sentido Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Conector de causa/explicação para unir os dois períodos. O segundo período explica por que a ida era fácil: o pote continha apenas ar. Unindo-os: "A ida era fácil porque o grande pote de plástico continha apenas ar". "Porque" mantém a relação de causa/explicação. A) "Se" indica condição. C) "Aliás" indica retificação ou acréscimo. D) "Mas" indica oposição. E) "Embora" indica concessão. Nenhum mantém a relação de causa. Referência: Coesão — conectivos e relações lógico-discursivas Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Ponto comum entre as histórias de Nya e de William. Ambos os textos mostram personagens que enfrentam dificuldades extremas e persistem com esforço: Nya caminha diariamente para buscar água, e William constrói o moinho apesar da pobreza e da descrença dos outros. A mensagem de empenho é o elo entre os textos. A) O texto II é narrativo/literário e o III é um texto informativo-biográfico (gêneros diferentes). C) Nya tem 11 anos e William, 14. D) Só William saiu da escola. E) As duas trajetórias são difíceis. Referência: Intertextualidade — comparação entre textos Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Julgar cada afirmação com base no 2º parágrafo. É verdade que William era o único menino e que a seca causou a fome. É falso que só comiam milho (a monocultura era o pouco sustento, não a única comida), que a pobreza fosse devida à seca (a família já era muito pobre antes) e que William fosse exceção entre os camponeses ("todos eram camponeses"). Sequência: V – V – F – F – F. A) erra ao tomar como verdadeiros o consumo exclusivo de milho e a pobreza causada pela seca. B) nega a causa da fome, que o texto atribui à seca. D) e E) negam que ele era o único menino e/ou tomam como verdadeiras afirmações falsas. Referência: Interpretação de texto — Texto III Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelCMSP — Concurso de Admissão 2019/2020 — 6º ano — Exame Intelectual de Língua Portuguesa
Texto I
Água doce, doce água
De mar é feita a terra,
De água é feita a gente.
Abaixo o desperdício!
Poupar água: coisa urgente!
Clara, doce ou gelada,
Verde, azul ou transparente,
Sem a água não há nada.
Nem floresta, nem semente.
Água doce mata a sede,
Água doce é a que lava.
Cachoeira, rio ou fonte…
Só não pode ser salgada.
Tanto bate até que fura,
Diz ditado popular…
Cuida dela! Você jura?
Vamos economizar!
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019.
Selecione a alternativa cuja palavra complete corretamente a ideia a seguir a respeito do texto I:
“O poema apresenta uma _______________ com relação ao desperdício de água.”Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Água doce, doce água
De mar é feita a terra,
De água é feita a gente.
Abaixo o desperdício!
Poupar água: coisa urgente!
Clara, doce ou gelada,
Verde, azul ou transparente,
Sem a água não há nada.
Nem floresta, nem semente.
Água doce mata a sede,
Água doce é a que lava.
Cachoeira, rio ou fonte…
Só não pode ser salgada.
Tanto bate até que fura,
Diz ditado popular…
Cuida dela! Você jura?
Vamos economizar!
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019.
De acordo com o contexto do Texto I, observe o trecho a seguir e selecione a alternativa que representa uma inferência correta para o verso em destaque:
![]()
Texto I
Água doce, doce água
De mar é feita a terra,
De água é feita a gente.
Abaixo o desperdício!
Poupar água: coisa urgente!
Clara, doce ou gelada,
Verde, azul ou transparente,
Sem a água não há nada.
Nem floresta, nem semente.
Água doce mata a sede,
Água doce é a que lava.
Cachoeira, rio ou fonte…
Só não pode ser salgada.
Tanto bate até que fura,
Diz ditado popular…
Cuida dela! Você jura?
Vamos economizar!
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019.
Acerca do texto I, analise as afirmativas a seguir:
I. Somente a água doce é boa para os seres vivos.
II. A água salgada é mais escassa do que a doce.
III. O eu-lírico demonstra-se engajado nas questões relativas à água.
IV. Há um apelo quanto à preservação da água.
Está correto o contido em:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Água doce, doce água
De mar é feita a terra,
De água é feita a gente.
Abaixo o desperdício!
Poupar água: coisa urgente!
Clara, doce ou gelada,
Verde, azul ou transparente,
Sem a água não há nada.
Nem floresta, nem semente.
Água doce mata a sede,
Água doce é a que lava.
Cachoeira, rio ou fonte…
Só não pode ser salgada.
Tanto bate até que fura,
Diz ditado popular…
Cuida dela! Você jura?
Vamos economizar!
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019.
Sabe-se que os sinais de pontuação podem assumir diversos objetivos na linguagem escrita. Escolha a alternativa em que o sinal de pontuação aponta para a ideia de protesto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Água doce, doce água
De mar é feita a terra,
De água é feita a gente.
Abaixo o desperdício!
Poupar água: coisa urgente!
Clara, doce ou gelada,
Verde, azul ou transparente,
Sem a água não há nada.
Nem floresta, nem semente.
Água doce mata a sede,
Água doce é a que lava.
Cachoeira, rio ou fonte…
Só não pode ser salgada.
Tanto bate até que fura,
Diz ditado popular…
Cuida dela! Você jura?
Vamos economizar!
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019.
Em relação ao título do texto I: “Água doce, doce água”, analise as afirmativas a seguir:
I. A posição do adjetivo não altera o sentido das frases.
II. “Água doce” refere-se à água dos rios, por exemplo.
III. À “doce água” não se atribui um sentido poético.
Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Água doce, doce água
De mar é feita a terra,
De água é feita a gente.
Abaixo o desperdício!
Poupar água: coisa urgente!
Clara, doce ou gelada,
Verde, azul ou transparente,
Sem a água não há nada.
Nem floresta, nem semente.
Água doce mata a sede,
Água doce é a que lava.
Cachoeira, rio ou fonte…
Só não pode ser salgada.
Tanto bate até que fura,
Diz ditado popular…
Cuida dela! Você jura?
Vamos economizar!
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019.
Releia o verso retirado da terceira estrofe do texto I:
![]()
O elemento coesivo em destaque é um(a)
Texto I
Água doce, doce água
De mar é feita a terra,
De água é feita a gente.
Abaixo o desperdício!
Poupar água: coisa urgente!
Clara, doce ou gelada,
Verde, azul ou transparente,
Sem a água não há nada.
Nem floresta, nem semente.
Água doce mata a sede,
Água doce é a que lava.
Cachoeira, rio ou fonte…
Só não pode ser salgada.
Tanto bate até que fura,
Diz ditado popular…
Cuida dela! Você jura?
Vamos economizar!
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019.
A principal finalidade do texto I é:Resolução comentada
Análise das alternativas
O texto a seguir é uma narração sobre Nya, uma menina do Sul do Sudão, um país africano. Leia-o.
Texto II
Uma longa caminhada até a água
01 A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
05 Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
10 Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
15 Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
20 rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
25 brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava
30 um buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. À medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
35 chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
A partir da leitura do texto II, analise as seguintes afirmativas.
I. O foco narrativo é em 3ª pessoa, com narrador-observador.
II. Para Nya, a volta para casa costumava ser mais difícil.
III. Nya só não precisava buscar água nos finais de semana.
IV. Na tribo da qual Nya fazia parte, somente meninas podiam buscar água.
Estão corretas somente as afirmativas:Resolução comentada
Análise das alternativas
O texto a seguir é uma narração sobre Nya, uma menina do Sul do Sudão, um país africano. Leia-o.
Texto II
Uma longa caminhada até a água
01 A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
05 Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
10 Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
15 Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
20 rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
25 brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava
30 um buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. À medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
35 chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
O objetivo principal do texto II é:Resolução comentada
Análise das alternativas
O texto a seguir é uma narração sobre Nya, uma menina do Sul do Sudão, um país africano. Leia-o.
Texto II
Uma longa caminhada até a água
01 A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
05 Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
10 Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
15 Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
20 rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
25 brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava
30 um buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. À medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
35 chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
Infere-se que a família de Nya não morava perto do lago o ano todo, pois:Resolução comentada
Análise das alternativas
O texto a seguir é uma narração sobre Nya, uma menina do Sul do Sudão, um país africano. Leia-o.
Texto II
Uma longa caminhada até a água
01 A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
05 Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
10 Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
15 Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
20 rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
25 brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava
30 um buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. À medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
35 chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
Acerca do texto II, assinale a alternativa cujo termo destacado não se refere à personagem Nya.
O texto a seguir é uma narração sobre Nya, uma menina do Sul do Sudão, um país africano. Leia-o.
Texto II
Uma longa caminhada até a água
01 A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
05 Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
10 Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
15 Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
20 rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
25 brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava
30 um buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. À medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
35 chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
Releia os seguintes fragmentos:
“Calor. Tempo. E espinhos.” (linha 6)
“Essa era a rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.” (linhas 19-20)
O ponto-final foi empregado com a finalidade de:
I. marcar o final das frases.
II. separar elementos de uma lista, pois há uma série de emoções citadas.
III. auxiliar a intenção do autor de dar ênfase aos elementos citados.
IV. introduzir a explicação do enunciado anterior.
Completa corretamente o enunciado o contido em:Resolução comentada
Análise das alternativas
O texto a seguir é uma narração sobre Nya, uma menina do Sul do Sudão, um país africano. Leia-o.
Texto II
Uma longa caminhada até a água
01 A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
05 Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
10 Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
15 Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
20 rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
25 brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava
30 um buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. À medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
35 chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
Releia o seguinte fragmento:
“A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar.” (linha 1)
Elementos coesivos são usados a fim de evitar a repetição de palavras ou expressões em um texto. Com base na afirmação, sabe-se que esses períodos poderiam ser resumidos em um só.
Realizando as adequações necessárias, qual conector substitui a expressão adverbial “na ida” sem que haja alteração das relações lógico-discursivas presentes no fragmento?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto III
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
01 William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
05 comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a
plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
10 Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
15 possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
20 passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
25 racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
30 Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
35 Texto Adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Acerca do texto III, selecione a alternativa incorreta:
Texto III
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
01 William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
05 comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a
plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
10 Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
15 possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
20 passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
25 racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
30 Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
35 Texto Adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
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O texto a seguir é uma narração sobre Nya, uma menina do Sul do Sudão, um país africano. Leia-o.
Texto II
Uma longa caminhada até a água
01 A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
05 Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
10 Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
15 Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
20 rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
25 brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava
30 um buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. À medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
35 chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
Texto III
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
01 William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
05 comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a
plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
10 Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
15 possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
20 passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
25 racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
30 Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
35 Texto Adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Qual semelhança pode ser estabelecida entre os textos II e III?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto III
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
01 William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
05 comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a
plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
10 Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
15 possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
20 passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
25 racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
30 Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
35 Texto Adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Releia outro trecho retirado do texto III.
“William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome da região.” (2º parágrafo)
Sobre o fragmento, assinale V para as informações verdadeiras e F para as informações falsas.
( ) William era o único filho homem.
( ) A causa da temporada de fome foi a seca.
( ) A família de William só consumia milho nas refeições.
( ) A família de William era pobre devido à seca de 2001.
( ) Com exceção de William, todos de sua família eram camponeses.
A sequência correta, de cima para baixo, é:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto III
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
01 William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
05 comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a
plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
10 Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
15 possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
20 passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
25 racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
30 Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
35 Texto Adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Analise o elemento destacado no fragmento. Depois responda ao que se pede.
![]()
Qual alternativa melhor substitui o termo destacado no fragmento sem alteração de sentido?
Texto IV
![]()
Disponível em: http://turmadamonica.uol.com.br/tirinhasdomarcelinho/ Acesso em 18 outubro 2019.
Acerca do texto IV, analise os itens a seguir.
I. Os dois personagens da tirinha encontram-se indignados pelo mesmo motivo.
II. Há uma expressão de espanto no rosto de Marcelinho ao perceber o motivo da indignação de Cascão.
III. Os dois personagens encontram-se indignados com a torneira aberta, mas por razões distintas.
IV. O motivo da indignação de Cascão ocorre por encontrar uma torneira aberta, provocando desperdício de muita água.
Está (ão) correto (s) o que se afirma em:
Texto IV
![]()
Disponível em: http://turmadamonica.uol.com.br/tirinhasdomarcelinho/ Acesso em 18 outubro 2019.
A respeito do texto IV, analise as afirmativas a seguir e marque C para as corretas e E para as que estiverem erradas.
( ) Em: “Não acredito no que estou vendo”, há locução verbal.
( ) O uso da vírgula na frase “Olha, Cascão” não é obrigatório.
( ) A indignação de Cascão, no quadrinho 2, manifesta-se, entre outras coisas, pela posição das mãos na cintura.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
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