← Voltar para a lista de provas Exército Brasileiro · Capelão Militar Evangélico (Curso de Formação de Capelães Militares) 41 questões nesta prova · página 2 de 3 · 40 com gabarito Gabarito disponível Gerstenberger e a leitura dos textos do AT junto com as circunstâncias de vida de cada época. Se o cânon cresceu ao longo de gerações, ele não forma um sistema doutrinal coeso. Por isso as circunstâncias de vida em que se falava e cantava de Deus são decisivas e precisam ser estudadas junto com os textos e por trás deles para entender a fé de cada época. É o que diz a alternativa C. A) Erra ao afirmar que as épocas eram uniformes e formavam uma imagem única de Deus; a tese é a da diversidade. B) Os redatores não se limitaram a transmitir exatamente mensagens recebidas; houve processo histórico de formação. D) A interpretação não deve se restringir aos grandes fatos históricos, mas considerar o cotidiano. E) A arqueologia, bem interpretada, contribui para o conhecimento dessas teologias. Referência: Erhard S. Gerstenberger, Teologias do Antigo Testamento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Motivo bíblico da instituição da monarquia em Israel, segundo o gabarito. A questão aponta a razão que a tradição bíblica daria para o poder central: uma autoridade centralizada, apresentada como representante da divindade, age de forma mais rápida e eficaz do que a estrutura tribal, mais ou menos democrática, do período anterior. Pelo gabarito oficial, a alternativa D é a que traduz esse argumento. A) A preparação do governante desde a infância não é a razão bíblica apresentada. B) A ausência de preocupação com o sucessor não aparece como motivo. C) O exemplo moral do monarca não é a razão do surgimento da monarquia. E) A unificação para reagir a vizinhos 'pequenos, mas fortes' não corresponde ao argumento da tradição bíblica. Referência: Gabarito oficial EsFCEx; história de Israel, monarquia (tradição de 1Samuel 8–12). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Conforme o gabarito oficial, os três reis são Samuel, Davi e Salomão. O gabarito da banca é a alternativa B. Historicamente, o primeiro rei é Saul, e a fonte da banca parece tratar o período monárquico de modo próprio, incluindo Samuel. Segue-se o gabarito oficial. A) Errada segundo o gabarito: omite Salomão. C) Errada segundo o gabarito. D) Errada: Sansão foi juiz. E) Errada: Josafá foi rei de Judá, posterior. Referência: História de Israel: período monárquico. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Anate é nome de deusa, e não nome teofórico masculino. A afirmação é que quase não há nomes com elemento teofórico ligado a uma deusa. Gideão, Sansão, Jair e Tola corroboram isso (nomes de homens com elementos ligados a divindades masculinas ou ao sol). Anate é a deusa cananeia, e por isso é a exceção. A, B, C e D são nomes bíblicos masculinos, coerentes com a afirmação. Só Anate refere-se a uma deusa. Referência: Antigo Testamento e antiguidade semítica; nomes teofóricos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A descrição corresponde a Marcos. Jeremias descreve o evangelista que escreveu o grego mais primitivo e cujo texto vem de encadeamentos de tradições, não de narrativas isoladas. Isso caracteriza Marcos, o evangelho mais antigo. B) Errada: Pedro não escreveu um evangelho canônico. C) Errada: Felipe não é autor de evangelho canônico. D) Errada: Mateus usa Marcos e tem grego mais elaborado. E) Errada: Lucas tem grego mais refinado. Referência: JEREMIAS, Joachim. Teologia do Novo Testamento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Tertuliano desenvolveu o conceito de persona na teologia cristã. Tertuliano, escrevendo em latim, usou 'persona' para falar das três pessoas da Trindade, sendo a ele creditado o desenvolvimento dessa ideia na teologia cristã. Ele é também associado à fórmula 'uma substância, três pessoas'. A) Errada: Clemente de Roma é pai apostólico, sem papel nesse desenvolvimento. B) Errada: Policarpo é pai apostólico. C) Errada: Orígenes escrevia em grego e usava outra terminologia (hypostasis). E) Errada: Atanásio defendeu a divindade do Filho em Niceia, mas o termo persona vem de Tertuliano. Referência: McGRATH, Alister. Teologia sistemática, histórica e filosófica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível I é verdadeira (modos sucessivos); II é falsa (descreve triteísmo, não modalismo). O modalismo de Sabélio sustenta um só Deus que se revela sucessivamente em três modos: Pai (criador e legislador), Filho (salvador) e Espírito Santo (santificador). A I descreve isso. A II é falsa, porque imaginar três seres iguais e autônomos é triteísmo, que o modalismo quer justamente evitar. A e B) Erradas: a II é falsa. D) Errada: inverte os valores. E) Errada: a I é verdadeira. Referência: McGRATH, Alister. Teologia sistemática, histórica e filosófica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A ideia de que somos filhos dos pais só no corpo corresponde, no gabarito, à teoria da unidade da raça. Segundo o gabarito oficial, o pensamento descrito (a alma não tem afinidade com a raça, sendo recebida só o corpo dos pais) corresponde à alternativa E. Essa é a resposta que a banca atribui a Langston. A) Errada: a preexistência sustenta que a alma existia antes do corpo. B) Errada: a criação imediata trata Deus criando cada alma, mas é uma teoria à parte da indicada pelo gabarito. C) Errada: a teoria da transmissão diz que a alma vem dos pais. D) Errada: a evolução não trata da origem da alma nesses termos. Referência: LANGSTON, A. B. Esboço de teologia sistemática. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As três afirmativas sobre o batismo estão corretas. O batismo existia desde os primórdios como rito de admissão e iniciação (I). Era oferecido de forma missionária (II). E provoca arrependimento e perdão porque o exaltado relaciona o batizando consigo (III), conforme Goppelt. A, C, D e E excluem ao menos uma afirmativa verdadeira. Referência: GOPPELT, Leonhard. Teologia do Novo Testamento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A é incorreta: Deus distante não significa que o ser humano não está só. Em Bultmann, 'Deus distante' significa que Deus não faz parte do mundo à disposição do ser humano para sua reflexão e ação. Dizer que isso significa 'não estar sozinho no mundo' mistura o sentido do Deus distante com o do Deus próximo. Por isso a A é a afirmativa incorreta. B, C, D e E são coerentes com o texto: o ser humano deu as costas a Deus, a insegurança decorre de Deus estar voltado para ele, Deus reclama seu direito e o ser humano não atende a esse reclamo. Referência: BULTMANN, Rudolf. Jesus. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os grupos judaicos da época eram fariseus, saduceus e essênios. Na época de Jesus, os grupos religiosos judaicos claramente distintos eram os fariseus, os saduceus e os essênios (além de outros). A E é a única alternativa que lista só grupos judaicos assim. A) Errada: gnósticos não eram grupo judaico da época e publicanos eram coletores de impostos. B) Errada: arianistas são do séc. IV d.C. C) Errada: sabelianistas são do séc. III d.C. D) Errada: mistura categorias que não correspondem a esses grupos religiosos. Referência: GOPPELT, Leonhard. Teologia do Novo Testamento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Tácito e Suetônio citam Jesus entre os historiadores romanos. Entre os historiadores romanos, apenas Tácito (Anais) e Suetônio (Vida de Cláudio) mencionam Jesus, cada um em uma única passagem. Por isso a D é a resposta. A) Errada: Heródoto é grego, anterior a Jesus. B) Errada: Josefo é historiador judeu, não romano. C) Errada: Demócrito é filósofo grego pré-socrático. E) Errada: Cícero e Sêneca não citam Jesus. Referência: GOPPELT, Leonhard. Teologia do Novo Testamento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ambas verdadeiras, mas a II não justifica a I. A I é verdadeira: a teologia ensimesmada é levada a buscar nova relação com a história e a sociedade. A II também é verdadeira: o monocentrismo cultural se esgotou e o mundo é policêntrico. Porém o policentrismo cultural é outro desafio, não a razão direta de a teologia ensimesmada buscar nova relação com a história. Falta, portanto, o nexo causal do 'porque'. A) Errada: não há relação de justificativa entre as asserções. B e D) Erradas: ambas as asserções são verdadeiras. E) Errada: nenhuma é falsa. Referência: SATHLER-ROSA, Ronaldo. Cuidado pastoral em tempos de insegurança. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Clinebell: mente, corpo, relacionamentos íntimos, natureza/biosfera, instituições e relação com Deus. As seis dimensões da integralidade em Clinebell são: avivar a mente, revitalizar o corpo, renovar os relacionamentos íntimos, aprofundar a relação com a natureza e a biosfera, crescer em relação às instituições significativas e aprofundar a relação com Deus. Isso corresponde à alternativa B. A, C, D e E trazem itens que não correspondem ao modelo, como consciência, métodos científicos, instintos ou recordar conquistas. Elas omitem dimensões centrais como natureza/biosfera e instituições. Referência: CLINEBELL, Howard J. Aconselhamento pastoral. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Trento visou esclarecer e defender a doutrina católica diante dos reformadores. O Concílio de Trento, convocado pelo papa Paulo III, buscou definir e esclarecer a doutrina e as práticas católicas e defendê-las dos opositores evangélicos. É a resposta doutrinária da Contrarreforma. B) Errada: a estrutura hierárquica dos bispos já existia e não foi o objetivo central. C) Errada: os credos clássicos são muito anteriores, e Trento não visou criar credos sumarizados. D) Errada: o cânon já estava em grande parte definido. E) Errada: a autoridade da Igreja em assuntos espirituais já era princípio da Igreja medieval, não algo a ser 'restabelecido' como finalidade específica. Referência: McGRATH, Alister. Teologia sistemática, histórica e filosófica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Cibele (a Grande Mãe) e Attis, da Frígia, influenciaram a religiosidade romana. O culto frígio de Cibele e Attis foi um dos cultos orientais de mistério introduzidos em Roma. Ele fez parte do sincretismo religioso do Império por volta do nascimento de Cristo. B) Errada: Ísis é egípcia, mas Olorum é divindade iorubá, africana. C) Errada: os Baalins são divindades cananeias, não assírias. D) Errada: Mitra tem origem persa (indo-iraniana), não babilônica. E) Errada: Gadu não é divindade grega. Referência: DREHER, Martin. Coleção História da Igreja. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A teologia prática não deve temer a diversidade e o pluralismo religioso. O autor descreve o pluralismo pós-moderno e conclui que a teologia prática precisa dialogar com a diversidade do fenômeno religioso. Ela não deve ter medo do pluralismo inerente a ele. As demais alternativas defendem noções de verdade (correspondência, absoluta, exclusiva) que o texto apresenta como a visão posta em xeque pela pós-modernidade. A) Errada: é uma definição clássica de verdade, não a conclusão do autor. B) Errada: afirma o caráter absoluto e exclusivo, contrário à ideia de verdades no plural. D) Errada: reflete a lógica da exclusão, contrária ao pluralismo. E) Errada: rejeita a existência de verdades contrárias, o que contraria a perspectiva pós-moderna descrita. Referência: SCHNEIDER-HARPPRECHT, Christoph. Teologia prática no contexto da América Latina. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o gabarito, as três afirmativas estão corretas. O gabarito oficial considera todas corretas, de modo que a alternativa E é a resposta. A afirmativa I traduz a tese central da obra: a escatologia é o ponto de partida de toda a teologia cristã. A II reflete a ênfase no futuro que se apodera do presente, orientando a esperança. A III é aceita como correta pela banca. A, B, C e D estão erradas porque cada uma exclui ao menos uma afirmativa que o gabarito considera correta. Referência: MOLTMANN, Jürgen. Teologia da esperança. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o gabarito, estão corretas I e III. I: para Tillich, Deus é o Ser-em-si, que transcende a existência. Tratá-lo como um ente que existe entre outros, afirmando ou negando, seria igualmente ateísmo. III: segundo o gabarito, a ressurreição é tratada de modo reducionista, como restituição da dignidade de Jesus na mente dos discípulos. II está errada, pois o pecado em Tillich é separação (alienação), não responsabilização por tensões cotidianas. A, C, D e E erram ao incluir a II ou ao excluir I ou III. A única combinação coerente com o gabarito é a B. Referência: TILLICH, Paul. Teologia sistemática. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para Sathler-Rosa, cuidar não pressupõe ausência de abandono; ele enfrenta o abandono. No cuidado pastoral, o cuidar acontece justamente diante do abandono e do deserto existencial, e busca ajudar a pessoa a caminhar apesar deles. Afirmar que cuidar 'pressupõe a inexistência' desse estado inverte a ideia. Por isso a D é a incorreta. A, B, C e E expressam ideias coerentes com o conceito: relações de fidelidade e motivação, apoio às famílias, amizades como suporte diante das ameaças à vida, e determinação e esperança para superar dificuldades. Só a D contradiz o conceito. Referência: SATHLER-ROSA, Ronaldo. Cuidado pastoral em tempos de insegurança. Resolução comentada do VaiConcursos.EsFCEx — Concurso de Admissão 2019 (CFO/QC e CFCM 2020) — Capelão Evangélico — Caderno Tipo A
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Análise das alternativas
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Trata-se deResolução comentada
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Considerando a doutrina de Sabélio exposta nesse texto, avalie as seguintes asserções:
I. O Deus único é revelado como criador do mundo e da lei. De acordo com esse modo, Deus é conhecido como “o Pai”. A primeira criatura de Jeová é, a seguir, revelado como salvador, na pessoa de Jesus Cristo. De acordo com esse modo, Deus é conhecido como “o Filho”. O mesmo Deus é, posteriormente, revelado como aquele que santifica e dá a vida eterna. De acordo com esse modo, Deus é conhecido como “o Espírito Santo”.
PORQUE
II. O modalismo nos convida a imaginar a Trindade como constituída por três seres iguais; independentes a autônomos, cada um dos quais é divino.
Segundo a doutrina de Sabélio, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
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Acerca dessas ordenanças, analise as afirmativas a seguir:
I. Desde os primórdios existia, entre os discípulos de Jesus, um batismo como rito de admissão e de iniciação.
II. O batismo era oferecido de maneira missionária.
III. O batismo provoca arrependimento e perdão porque o exaltado relaciona o batizando consigo.
AssinaleResolução comentada
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Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. A teologia ensimesmada, envolvida em controvérsias acerca de seus próprios fundamentos, é levada a buscar novo relacionamento com a história e a sociedade.
PORQUE
II. Esgotou-se o monocentrismo cultural; agora a teologia depara-se com um mundo culturalmente policêntrico.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
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Assinale a alternativa que apresente corretamente as seis dimensões do crescimento.Resolução comentada
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I. Toda teologia cristã deve modelar-se pela escatologia.
II. O presente em si não é importante. O importante é que o futuro se apodere da pessoa no presente.
III. A meta do futuro não é a plena manifestação da glória de Cristo; é a edificação da utopia na terra.
AssinaleResolução comentada
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I. Para Tillich, afirmar a existência de Deus é tão ateu quanto negá-la, isso porque o Ser transcende à existência.
II. A responsabilidade sobre as tensões cotidianas da vida moderna remete ao conceito clássico de pecado.
III. Para Tillich, a ressurreição significa simplesmente que Jesus foi restituído à sua dignidade na mente dos discípulos.
AssinaleResolução comentada
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Erhard Gerstenberger, em seu livro Teologias do Antigo Testamento, ao comentar sobre o “cânon” do Antigo Testamento, declara que “um cânon de escritos que se desenvolveu historicamente, através de gerações, nunca pode apresentar um sistema teológico-doutrinal coeso”. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
As fontes bíblicas revelam que a monarquia é um desenvolvimento tardio na história de Israel; sua origem também não é mais retroprojetada na obscura pré-história (como ocorre, por exemplo, na mitologia real suméria). A tradição bíblica menciona, com toda a clareza, as razões que levaram à instituição de um poder central em Israel. Trata-se do fato de que
O período monárquico abarca o governo de três reis, que se estende desde o ano 1040 a.C. até 920 a.C. Foi a fase áurea de Israel. Durante esse tempo, Israel ainda era uma única nação, consolidada. As conquistas anteriores ganharam uma forma definida, e os limites geográficos foram expandidos além das fronteiras que os juízes haviam conquistado. Esses três reis são
Os nomes dados aos recém-nascidos seguem tendências dominantes da respectiva moda, tanto hoje quanto na época do Antigo Testamento. É “moderno” dar à criança recém-nascida este ou aquele nome. Na antiguidade semítica, eram muito difundidos os nomes “teóforos”, composto por um verbo (ou substantivo) e o nome de uma divindade. Não há praticamente nenhum nome cujo elemento teofórico se relacione a uma deusa. As alternativas a seguir corroboram tal afirmação, à exceção de uma. Assinale-a.
Escreveu o grego mais primitivo e é também, sob o ponto de vista do conteúdo, o evangelista de menos ideias preconcebidas... Seu texto se originou não pela justaposição de narrativas singulares e de logias singulares, mas de encadeamentos de tradições, que tinham nascido de exposições doutrinais. (JEREMIAS, Joachim. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Paulinas) .
Alister E. McGrath, em seu livro Teologia sistemática, histórica e filosófica, declara que costumamos falar de Deus como uma pessoa. A palavra “pessoa”, em sua acepção comum, passou a significar nada mais do que “um ser humano individual”. Isso torna problemático, de certa forma, falar sobre um “Deus pessoal”. Entretanto, como era de esperar, existem significados ocultos na noção de pessoa, que são negligenciados com excessiva facilidade. A palavra “pessoa” é derivada do latim persona, que originalmente significava “máscara”. Até a época de Cicero, a palavra tinha adquirido diversos significados. Embora o sentido “máscara” ainda fosse predominante, haviam surgido importantes diferenças em seu significado. Nos teatros romanos, as máscaras eram muito usadas pelos atores para indicar seu personagem no drama em que atuavam. Assim, a palavra persona veio a significar tanto “a máscara teatral”, como “o personagem teatral” ou ainda “um papel em uma peça teatral”. Na teologia cristã, o desenvolvimento dessa ideia é creditado a
O termo “modalismo” foi introduzido pelo historiador alemão Adolf von Harnak para descrever o elemento comum a um grupo de heresias relacionadas à Trindade, que eram associadas, ao final do século II, a Noetus e Praxeas e, no século III, a Sabélio. Cada um desses escritores estava interessado em resguardar a unidade da Trindade, temendo um lapso que levasse a alguma forma de triteísmo, como uma decorrência da doutrina da Trindade. Essa vigorosa defesa da absoluta unidade de Deus (frequentemente conhecida como “monarquismo”, termo derivado da palavra grega monarchia, que significa “um único princípio de autoridade”) levou esses escritores a insistir na hipótese de que a revelação pessoal de um único Deus aconteceu de distintas maneiras e em distintas épocas. (MCGRATH, Alister E. Teologia Sistemática, histórica e filosófica. São Paulo: Shedd, 2005, p.382) .
Há, porém, quem afirme que o espirito ou alma não tem afinidades com a raça. Isto é, creem, os que assim afirmam, que somos filhos de nossos pais somente quanto ao corpo e não quanto ao espirito. Segundo A.B. Langston, em seu livro Teologia Sistemática, assinale a teoria que represente tal pensamento.
Segundo Leonhard Goppelt, em seu livro Teologia do Novo Testamento, as ordenanças da igreja local são os ritos externos ou observâncias simbólicas ordenadas por Jesus, que estabelecem verdades cristãs essenciais. O termo “ordenança” vem do latim ordo, que significa “fila” ou “ordem”, ou por extensão “algo imposto e tornado obrigatório pela autoridade apropriada”. As ordenanças são às vezes chamadas de sacramentos. A palavra “sacramento” significava originalmente “o sinal externo de uma obra interna”. Ou “sinal visível de uma obra invisível da graça”. As ordenanças observadas pela igreja primitiva são duas: o batismo nas águas e a ceia do Senhor.
Rudolf Bultmann, em seu livro Jesus, escreveu sobre o Deus distante e o Deus próximo. Pecado e perdão: “É aqui, na ideia do perdão, que deve ficar definitivamente evidenciado o sentido do paradoxo do Deus distante e do Deus próximo. Deus é o Deus distante: isto significa, em primeiro lugar, que Deus não faz parte do mundo à disposição do ser humano para sua reflexão e sua ação. Deus é o Deus próximo: isto significa, em primeiro lugar, que Deus é o Criador deste mundo, onde se encontra o ser humano, e o rege inteiramente com sua providência. Essa oposição é compreensível porque a mesma oposição caracteriza a existência do ser humano; pois o ser humano voltou as costas para Deus, mas Deus está voltado para ele”. Com base na leitura desse texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Leonhard Goppelt, em seu livro Teologia Sistemática do Novo Testamento, menciona que, na época de Jesus, Israel estava dividido em grupos religiosos claramente distintos. É correto afirmar que esses grupos eram formados de
Leonhard Goppelt, em seu livro Teologia Sistemática do Novo Testamento, escreveu que, entre os historiadores romanos, Jesus é citado apenas em uma passagem por
As tradicionais teorias e práticas teológico-pastorais contemporâneas encontram-se em busca de novos horizontes. Tem sido contestada pela emergência de novos sujeitos históricos: empobrecidos, populações indígenas, idosos, mulheres e crianças, pessoas de cor. Citando Metz, ele identifica crises que se defrontam com a teologia e que representam desafios à missão da igreja. (SATHLER-ROSA, Ronaldo. Cuidado Pastoral em tempos de insegurança. São Paulo: Aste, p.51) .
Howard J. Clinebell, em seu livro Aconselhamento Pastoral, menciona que há seis dimensões da integralidade.
Alister E. McGrath, em seu livro Teologia sistemática, histórica e filosófica, menciona que o termo “reforma” é usado pelos historiadores e teólogos com referência a um movimento da Europa Ocidental – cujo centro foi em torno de indivíduos como Martinho Lutero, Ulrico Zuínglio e João Calvino, o qual tinha por objetivos as reformas moral, teológica e institucional da Igreja cristã naquela região. Inicialmente até cerca de 1525, pode-se considerar que a Reforma girava em torno de Martinho Lutero e da Universidade de Wittenberg, na Alemanha. Entretanto, no início da década de 1520, o movimento também ganhou força, a princípio de maneira independente, na cidade de Zurique, com João Calvino. O projeto de reforma variava de um pais para outro. Assim, as questões teológicas relevantes em um país (por exemplo, na Alemanha) tinham impacto relativamente pequeno em relação aos demais (por exemplo, na Inglaterra). A Igreja Católica, em reação à Reforma, por ordem do papa Paulo, convocou o Concílio de Trento com uma finalidade. Assinale-a.
Martin Dreher, em seu livro Coleção História da Igreja, afirma que, imediatamente posterior a Alexandre Magno (356-323 a.C), deparamo-nos com a invasão de cultos egípcios e orientais na Grécia. Grande difusão teve na época também a crença nas estrelas, com todos os mistérios da astrologia. Com os sucessores dos gregos, os romanos, o ingresso dos cultos orientais na região do Mediterrâneo alcançou seu ponto culminante, principalmente no século III. É correto afirmar que a situação religiosa no Império Romano, por volta do nascimento de Cristo, sofreu a influência
Schneider-Harpprecht, em seu livro Teologia Prática no Contexto da América Latina, diz que o cristianismo sofre atualmente a concorrência das mais diferentes correntes religiosas. Esse fenômeno está relacionado com o advento da chamada pós-modernidade. A questão básica do pós-modernismo resulta da “consciência agônica dos limites que a modernidade em si mesma dissimula”. A verdade – e a pretensão do cristianismo de ser a sua única salvaguarda – parece estar fragmentando em uma multiplicidade de verdades. Um dos apóstolos da pós-modernidade na Alemanha, Wolfgang Welsch, afirma não ser mais possível interpretar o mundo de forma unívoca. Para ele, a categoria da diferença é original e irreversível. Em contrapartida, toda tentativa de explicar o mundo mediante uma fórmula única é uma postura saudosista. Em síntese, na gramática da pós-modernidade, a verdade se conjuga no plural. De acordo com o autor, é correto afirmar que
A respeito da Teologia da Esperança, de Moltmann, analise as afirmativas a seguir:
Com base na visão teológica de Paul Tillich, analise as afirmativas a seguir:
Assinale a alternativa que NÃO apresente entendimento correto acerca do conceito de cuidar, segundo Ronaldo Sathler-Rosa.