← Voltar para a lista de provas Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar (CFO/QC) — Comunicação Social 70 questões nesta prova · página 3 de 4 · 70 com gabarito Gabarito disponível A crítica de Hall ao modelo tradicional é à linearidade, não a um traço multifacetado e não linear. Hall critica o modelo linear de comunicação (emissor, mensagem, receptor) e propõe um circuito de produção, circulação, distribuição e reprodução, com codificação e decodificação. A afirmativa C inverte a lógica: o modelo tradicional é que é linear, e a crítica se dirige a essa linearidade. Por isso C é a incorreta. A, B, D e E são corretas: o modelo contrapõe-se a uma ideia de conteúdo fixo, entende a mensagem como polissêmica, mas não infinitamente aberta (há sentido preferencial), e liga o texto à prática social. Referência: HALL, Stuart. Encoding/Decoding, 1973 (Culture, Media, Language, 1980). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As duas asserções são verdadeiras, mas a II não justifica a I. A I é verdadeira: o estudo de David Manning White, dos anos 50, aplicou o conceito de gatekeeper ao jornalismo. A II também é verdadeira: pensar critérios de noticiabilidade surge da impossibilidade de publicar todos os acontecimentos. Porém a II não explica o ponto histórico da I, que trata da origem de um estudo clássico. A está errada porque não há relação de causa entre elas. C, D e E consideram alguma asserção falsa, o que não procede. Referência: WOLF, Mauro. Teorias da comunicação de massa; SILVA, Gislene. Para pensar critérios de noticiabilidade, 2005. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O lide ajuda a construir a notícia e responde perguntas no início do texto; a II não se aplica. A I é correta: o lide é o primeiro parágrafo e relata o fato principal, auxiliando a construção da notícia. A III é correta: o lide trabalha com as perguntas básicas (o quê, quem, quando, onde, como, por quê) logo no início. A II, ao citar exórdio, narração, provas e peroração, fala da estrutura do discurso retórico clássico, não do lide. A e C omitem uma correta. B afirma só a II, inadequada. D inclui a II, que não se aplica, pois depende de uma imagem que não consta do texto e corresponde à retórica clássica. Referência: LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. Ática, 2006. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A evolução e o aprimoramento das metodologias de pesquisa são inerentes à comunicação. O texto diz que o jornalismo se reinventa e impõe um olhar crítico aos pesquisadores, e que a bibliografia vasta aperfeiçoa as investigações. Assim, as evoluções e o aprimoramento metodológico são inerentes ao campo, como afirma B. A contradiz a ideia de reinvenção. C diz algo que o texto não afirma sobre a ampliação do impresso. D atribui a McLuhan algo que o texto não menciona. E contradiz o texto, que fala do fortalecimento do campo acadêmico nas universidades. Referência: PELINSON, F. Particularidades da pesquisa em Jornalismo. Anais do Sipecom, 2013. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Só a II está correta: o placard buscava dar critérios à produção da notícia. O texto diz que o placard apresentava regras e cuidados sobre como redigir as notícias, o que garantia critérios de produção. A I está errada, pois Marques de Melo apenas atribui a Freyre a criação do primeiro manual. A III está errada, pois a linha editorial já era perceptível antes e se publicizou com os manuais, não na virada do século XX para o XXI. A e D incluem a I, falsa. C não existe como opção. E inclui I e III, falsas. Referência: PAIXÃO, Patrícia. Linha editorial no jornalismo brasileiro. Revista Alterjor, 2018. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A qualidade da entrevista reflete na qualidade da reportagem; a entrevista não é facultativa em um gênero só. A I é correta: boas entrevistas rendem bons conteúdos. A III é correta: segundo a autora, a qualidade da entrevista se reflete na qualidade da reportagem. A II não consta do texto e é incorreta, pois a autora trata a entrevista como base de qualquer reportagem, inclusive a investigativa. A e C omitem uma correta. B afirma só a II, que é falsa. D inclui a II, que é falsa. Referência: OYAMA, Thaís. A arte de entrevistar bem. Contexto, 2008. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na era da pós-verdade, o fact-checking é necessário justamente porque as fake news confundem e ameaçam o jornalismo. A asserção I é verdadeira: diante da pós-verdade, o jornalismo deve ir além de narrar e checar os fatos. A II também é verdadeira, e é a razão da I: as fake news confundem as pessoas e ameaçam o jornalismo, o que torna o fact-checking necessário. B reconhece que II é verdadeira, mas nega que explique I. C, D e E consideram alguma asserção falsa, o que o texto não sustenta. Referência: ZARZALEJOS, José Antonio. Comunicação, Jornalismo e 'fact-checking'. Revista UNO. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Hebe Wey propõe cinco etapas: diagnóstico, planejamento, orçamento, execução e avaliação. Hebe Wey entende o processo de relações públicas em cinco etapas: Diagnóstico, Planejamento, Orçamento, Execução e Avaliação. Por isso a alternativa C é a correta. A atribui a Kunsch funções que são de Cândido Teobaldo (diagnosticar, prognosticar, assessorar, implementar) e, em outro contexto, de Simões. B está errada na descrição do processo de Simões. D e E atribuem a Canfield e Childs descrições que não correspondem às suas abordagens. Referência: WEY, Hebe. O processo de relações públicas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A ética jornalística e a credibilidade são as ideias do texto; a II contradiz a limitação ética. A I é correta: o texto fala do compromisso ético e do respeito à pessoa, além da preocupação com a fidelidade do relato. A III é correta: o texto afirma que a sociedade acredita no produto jornalístico, ou seja, há credibilidade. A II é incorreta, pois a liberdade de imprensa tem limites, e comunicar fatos 'sem impedimentos de qualquer tipo' vai contra o texto. A e C omitem uma correta. B afirma apenas a II, que está errada. D inclui a II, que contraria a ideia de limites. E reúne as duas corretas, I e III. Referência: HOHLFELDT, Antonio Carlos. Revista Observatório, v. 4, n. 3, 2018. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As três afirmativas estão corretas segundo o gabarito. Segundo o gabarito, a assessoria de imprensa surgiu no início do século XX com Ivy Lee, tornou-se mais comum nos EUA após a crise de 1929, e a criação do Departamento de Imprensa e Propaganda por Vargas marca o surgimento da atividade no Brasil. Por isso todas estão corretas. A, B e C deixam de fora uma afirmativa correta. D afirma que nenhuma está correta, o que contraria o gabarito oficial. Referência: Literatura sobre a história da assessoria de imprensa (Ivy Lee; Duarte; Chaparro). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A mudança na cobertura jornalística decorre de uma comunicação mais dinâmica, colaborativa e interativa. A asserção I é verdadeira: redes sociais e novas tecnologias mudaram a forma de cobrir os fatos. A II é verdadeira e explica a I, pois a comunicação atual é dinâmica, colaborativa e interativa, com públicos que têm mais canais. Esse cenário é a razão da mudança na cobertura, logo II justifica I. B, D e E erram ao considerar alguma asserção falsa. C reconhece que ambas são verdadeiras, mas nega a relação de justificativa, que existe. Referência: RASÊRA, Marcella. Jornalismo Digital: do boom aos dias atuais. Revista Ícone, 2010. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A fala da alternativa E não é de McLuhan; as demais são. 'O meio é a mensagem', a ideia de que a ferramenta recria o homem, a 'aldeia global' e a oposição entre o espaço do homem primitivo e o tempo do homem tecnológico são ideias e falas associadas a McLuhan. A frase sobre o pesquisador de mercado e os tiranos não é dele, por isso E é a resposta. A é a célebre tese de McLuhan. B é de McLuhan (a ideia, em Os meios de comunicação como extensões do homem). C refere-se à 'aldeia global', conceito dele. D é atribuída a ele. Todas foram proferidas por McLuhan, ao contrário de E. Referência: McLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensões do homem; A Galáxia de Gutenberg. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Os pesquisadores criticavam e denunciavam a alienação promovida pelos meios de massa. O texto diz que a preocupação com 'as massas' alentava pesquisas destinadas a denunciar a alienação promovida pela comunicação. Logo, a comunicação de massa por rádio e TV era alvo de críticas dos pesquisadores, como afirma D. A não encontra apoio no texto, que não fala do conteúdo das notícias. B não tem base: o texto não situa os pesquisadores no interior. C confunde quem influencia: o texto fala da influência dos meios de comunicação, não dos pesquisadores. E inverte a relação: foi a urbanização que expôs as pessoas aos meios, não o contrário. Referência: VICENTE, M. M. História e comunicação na ordem internacional. Unesp, 2009. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Só a afirmativa III é correta: assessores buscam menções positivas aos clientes. O texto define a assessoria de imprensa como atividade que busca mídia espontânea, isto é, menções positivas da marca em conteúdo editorial. A afirmativa III expressa esse objetivo. I e II contrariam o texto. I está errada porque, na mídia espontânea, a decisão de publicar é do veículo. II está errada porque o texto trata a assessoria de imprensa como uma das atividades da comunicação corporativa, não como área distinta. Assim A, B, D e E, que incluem I ou II, estão erradas. Referência: POLITI, Cassio. O que é assessoria de imprensa?, 2017. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No uso cotidiano, organizações e instituições são tratadas como sinônimos por designarem agrupamentos sociais. O enunciado afirma, segundo Kunsch, que no dia a dia os termos são usados como sinônimos para identificar agrupamentos sociais. Por isso o gabarito aceita as afirmativas I e II, que descrevem esse uso corrente. III e IV foram consideradas incorretas pelo gabarito: tratar os termos como sinônimos não é apresentado como equívoco de alguns públicos, e a afirmação de que 'na prática' não são sinônimos contraria o uso corrente descrito. Assim, B, C, D e E estão erradas por excluir I ou II, ou por incluir III e IV. Referência: KUNSCH, Margarida M. K. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível As rotinas produtivas recortam artificialmente os fatos e podem sacrificar complexidade e profundidade. O texto diz que as rotinas representam um recorte artificial dos fatos e induzem o jornalista a adaptar a complexidade do acontecimento ao esquema de produção. Portanto, aspectos complexos e a profundidade podem ser sacrificados, como afirma C. A está errada porque as rotinas são padronizadas, não definidas pela personalidade de cada profissional. B está errada porque o tempo é uma restrição estrutural das rotinas, não algo aleatório. D está errada porque o tempo está na base das rotinas, não independe delas. E está errada porque o recorte é artificial e não garante fidelidade ou precisão. Referência: PEREIRA; LACERDA; SANTOS. As rotinas produtivas na cobertura jornalística da presidência do Brasil. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O jornalista deve se empenhar em processos como edição e transliteração para tornar a notícia compreensível. O texto diz que a primeira função do jornalista é transformar informação em notícia por meio da edição (classificar, hierarquizar, excluir etc.) e da transliteração, que adapta a linguagem para o leitor leigo. Logo, cabe ao jornalista empenhar-se nesses processos para que a notícia seja compreensível, como diz D. A contradiz o texto, que atribui a edição ao jornalista. B transfere ao leitor um esforço que o texto atribui ao jornalista. C atribui a hierarquização da capa ao diagramador, o que o texto não diz. E está errada porque o texto manda traduzir os temas técnicos, não evitá-los. Referência: KELYSSON, Fernando. As funções de um jornalista, 2010. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para Mattelart, a market mentality é o nascimento de uma nova sociedade em que o mercado se difunde por todo o corpo social. O texto afirma que a eclosão da market mentality, expressão de Polanyi citada por Mattelart, marca o nascimento de uma 'nova sociedade'. Nela, os mecanismos de mercado se difundem por todo o corpo social. A alternativa A reproduz essa ideia. B é indevida: o texto não diz que livre-comércio e liberalismo econômico são antagônicos, e sim que o segundo eclipsou ideais do liberalismo político. C é indevida: o texto não opõe secularização e liberdade individual. D é indevida: não se afirma que a liberdade individual sempre procurou limitar o Estado; o texto fala do liberalismo político. E contradiz o texto. Referência: MATTELART, Armand. A globalização da comunicação, 2000, p. 23. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Público reflete; massa age impulsivamente, então a asserção II é falsa. A asserção I é verdadeira: público é um grupo que reflete e debate temas coletivos, e isso o distingue da massa. A asserção II é falsa, pois a massa age de forma impulsiva e emocional, e é manipulável, não fria e calculista. Por isso o gabarito é C. A e B exigem que II seja verdadeira, o que não ocorre. D inverte os valores de verdade. E erra ao considerar I falsa. Referência: ANDRADE, Teobaldo. Para entender relações públicas, 1989. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Todas as afirmativas descrevem usos permitidos da Bandeira Nacional. As seis afirmativas listam formas de uso do pavilhão nacional admitidas no artigo que trata do uso correto da Bandeira: hasteada em mastro ou adriças, distendida sem mastro, reproduzida em superfícies, composta com outras bandeiras, conduzida em formaturas ou individualmente, e distendida sobre ataúdes até o sepultamento. Como todas estão corretas, o gabarito é A. B está errada porque há afirmativas corretas. C, D e E estão erradas porque deixam de fora afirmativas que também são corretas (III, V e VI em C; I, V e VI em D; I, II e V em E). Referência: Decreto nº 70.274/1972 (Normas do Cerimonial Público), art. 23, sobre o uso da Bandeira Nacional. Resolução comentada do VaiConcursos.EsFCEx — Concurso de Admissão 2019 (CFO/QC 2020) — Comunicação Social — Caderno Tipo A
Resolução comentada
Análise das alternativas
A noticiabilidade é constituída pelo complexo de requisitos que se exigem para os eventos – do ponto de vista da estrutura do trabalho nos aparatos informativos e do ponto de vista do profissionalismo dos jornalistas –, para adquirir a existência pública de notícia.
WOLF, Mauro. Teorias da comunicação de massa. São Paulo, Martins Fontes: 2003.
Texto 2
É reducionista definir noticiabilidade somente como conjunto de elementos por meio dos quais a empresa jornalística controla e administra a quantidade e o tipo de acontecimentos ou apenas como o conjunto de elementos intrínsecos que demonstram a aptidão ou potencial de um evento para ser transformado em notícia. Noticiabilidade seria a soma desses dois conjuntos, acrescentada daquele terceiro que trata de questões ético-epistemológicas.
SILVA, Gislene. Para pensar critérios de noticiabilidade. Estudos em Jornalismo e Mídia, Florianópolis, v. 2, n. 1, p. 95-107, jan. 2005. ISSN 1984-6924. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/jornalismo/article/view/2091>. Acesso em: 24 jul. 2019 (adaptado).
Com base na leitura dos textos apresentados, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Os estudos de seleção de notícias partem geralmente do conceito de gatekeeper (seletor de notícia), aplicado ao jornalismo no estudo clássico de David Manning White, divulgado nos anos 50 e difundido nos estudos acadêmicos de comunicação na década de 60.
PORQUE
II. A necessidade de se pensar sobre critérios de noticiabilidade surge diante da constatação de que não há espaço nos veículos informativos para a publicação ou veiculação da infinidade de acontecimentos que ocorrem no dia a dia.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 2006.
Com base no fragmento de texto acima, analise as afirmativas a seguir:
I. O lide jornalístico auxilia na construção da notícia.
II. As fases de exórdio, narração, provas e peroração estão presentes na imagem acima.
III. O jornalista recorre ao recurso de estabelecer e responder perguntas na parte inicial do texto.
AssinaleResolução comentada
Análise das alternativas
PELINSON, F. Particularidades da pesquisa em Jornalismo. In: Seminário Internacional de Pesquisa em Comunicação, 2013, Santa Maria, Rio Grande do Sul. Anais do Sipecom, 2013
Com base nesse fragmento de texto, é correto afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
PAIXÃO, Patrícia. Linha Editorial No Jornalismo Brasileiro: Conceito, Gênese E Contradições entre a Teoria e a Prática. Revista Alterjor, São Paulo, v. 01, n. 08, p.90-108, jan. 2018. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/alterjor/article/view/137224/137486>. Acesso em: 15 ago. 2019
Com base na citação acima, analise as afirmativas a seguir:
I. José Marques de Melo elaborou o primeiro manual de redação adotado no Brasil.
II. O placard deveria garantir critérios na produção da notícia.
III. A linha editorial atualmente comum no mercado jornalístico retrata uma invenção surgida na virada dos séculos XX para o XXI.
AssinaleResolução comentada
Análise das alternativas
OYAMA, Thaís. A arte de entrevistar bem. São Paulo: Contexto, 2008.
Com base no texto acima, analise as afirmativas a seguir:
I. As entrevistas, quando bem realizadas, geram bons conteúdos jornalísticos.
II. Em uma reportagem investigativa, a entrevista é facultativa, enquanto que, em outros gêneros jornalísticos, é obrigatória.
III. Segundo a autora, a qualidade da entrevista irá refletir na qualidade do conteúdo da reportagem.
AssinaleResolução comentada
Análise das alternativas
Zarzalejos, José Antonio . Comunicação, Jornalismo e ´fact-checking´. In: Revista UNO: A era da pós - verdade: realidade versus percepção. Disponível em: <http://www.revista - uno.com.br/numero - 27/>. Acesso em: 24 de jun. 2019
Considerando as informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Na era da pós-verdade, o jornalismo deve concentrar-se não apenas em narrar os fatos, mas também em realizar o fact-checking.
PORQUE
II. A disseminação de fake news confunde as pessoas na distinção do que é real e do que é falso, e os resultados do crescimento desse fenômeno são uma ameaça ao jornalismo.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
HOHLFELDT, Antonio Carlos. GLOSANDO A OBRA PIONEIRA DE HANS MAGNUS ENZENSBERGER. Revista Observatório, [s.l.], v. 4, n. 3, p.726-758, 29 abr. 2018.
Com base no texto acima, analise as afirmativas a seguir:
I. O jornalista deve exercer sua profissão de maneira ética, preocupando-se de que modo a notícia será interpretada.
II. Os fatos devem ser comunicados à sociedade sem impedimentos de qualquer tipo.
III. Existe credibilidade em relação ao conteúdo jornalístico por parte dos consumidores de notícias.
AssinaleResolução comentada
Análise das alternativas
I. As atividades de assessoria de imprensa surgiram no início do século XX, com Ivy Lee.
II. A prática de assessoria de imprensa, nos Estados Unidos, se tornou mais comum depois da crise de 1929.
III. A criação, em 1931, no Brasil, do Departamento de Imprensa e Propaganda, por Getulio Vargas, marca o surgimento da atividade no país.
AssinaleResolução comentada
Análise das alternativas
RASÊRA, Marcella. Jornalismo Digital:do boom aos dias atuais.: Uma reflexão sobre a necessidade da convergência de meios decorrente da mudança de hábitos de consumo da notícia. Revista Ícone, Recife, v. 10, n. 1, p.01-09, ago. 2010. Disponível em: <https://periodicos.ufpe.br/revistas/icone/article/view/230424/24537>. Acesso em: 24 jul. 2019.
Com base no texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A maneira de realizar a cobertura jornalística mudou com o advento das redes sociais e nas novas tecnologias.
PORQUE
II. A comunicação hoje apresenta-se dinâmica, colaborativa e interativa, com públicos que contam com mais canais de informação.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
VICENTE, MM. História e comunicação na ordem internacional. São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009.
Com base nesse fragmento de texto, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
POLITI, Cassio. O que é assessoria de imprensa? 2017. Disponível em: <https://www.comunique-se.com.br/blog/o-que-e-assessoria-de-imprensa/>. Acesso em: 24 jul. 2019.
Com base no texto acima, analise as afirmativas a seguir:
I. As menções sobre as empresas como conteúdo editorial não são de decisão dos veículos de comunicação.
II. A comunicação corporativa e a assessoria de comunicação são área distintas.
III. Menções positivas sobre seus clientes-empresas são objetivadas pelos assessores de imprensa.
AssinaleResolução comentada
Análise das alternativas
Considerando a afirmação de Kunsch, analise as afirmativas a seguir:
I. Ambas as terminologias acima citadas significam a mesma coisa e tornaram-se sinônimas.
II. As terminologias “organizações” e “instituições” são usadas como sinônimos por identificarem agrupamentos sociais.
III. Tratar organizações e instituições como sinônimos é um equívoco por parte de alguns públicos.
IV. Na prática, organizações e instituições não são sinônimos.
AssinaleResolução comentada
Análise das alternativas
PEREIRA, F. H.; LACERDA, A. G.; SANTOS, M. M. As rotinas produtivas na cobertura jornalística da presidência do Brasil . Disponível em: <http://www.bocc.ubi.pt/pag/pereira-fabio-henrique-rotinas-produtivas.pdf>. Acesso em: 24 jul. 2019
Com base nesse fragmento de texto, é correto afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
KELYSSON, Fernando. As funções de um jornalista. 2010. Disponível em: <http://observatoriodaimprensa.com.br/jornal-de-debates/as-funcoes-de-um-jornalista/>. Acesso em: 15 ago. 2019.
Com base nesse fragmento de texto, é correto afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
I. Conceitualmente, público é um grupo de pessoas aptas a pensarem e refletirem sobre temas e questões que venham a público para serem tratados ou discutidos pela coletividade, sendo o ato e a capacidade de reflexão o que diferencia esse conceito sobretudo do conceito de massa, via de regra inapta à reflexão coletivamente.
PORQUE
II. As massas costumam agir de modo calculado, com frieza e sem sofrer nenhum tipo de manipulação ou viés emocional, sendo a reflexão a sua maior característica.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
I. O pavilhão nacional pode ser hasteado em mastro ou adriças, nos edifícios públicos ou particulares, templos, campos de esporte, escritórios, salas de aula, auditórios, embarcações, ruas e praças, em qualquer lugar em que lhe seja assegurado o devido respeito.
II. O pavilhão nacional pode ser distendido sem mastro, conduzido por aeronaves ou balões, aplicado sobre parede ou preso a um cabo horizontal ligando edifícios, árvores, postes ou mastros.
III. O pavilhão nacional pode ser reproduzido sobre paredes, tetos, vidraças, veículos e aeronaves.
IV. O pavilhão nacional pode compor, com outras bandeiras, panóplias, escudos ou peças semelhantes.
V. O pavilhão nacional pode ser conduzido em formaturas, desfiles ou mesmo individualmente.
VI. O pavilhão nacional pode ser distendido sobre ataúdes, até a ocasião do sepultamento.
AssinaleResolução comentada
Análise das alternativas
Assinale a afirmativa INCORRETA acerca do modelo Encoding/Decoding de Stuart Hall.
Texto 1
O lide é o primeiro parágrafo da notícia em jornalismo impresso, embora possa haver outros em seu corpo. Corresponde à primeira proposição de uma notícia radiofônica, ao texto lido pelo apresentador ou à deixa do apresentador ou à cabeça do repórter (quando ele aparece falando) no início de uma notícia em televisão. Quanto ao conteúdo, o lide é o relato do fato principal de uma série, o que é mais importante ou mais interessante.
O desenvolvimento dos meios de comunicação na contemporaneidade modificou a prática do jornalismo, reconfigurando suas mediações sociais e culturais, em função do uso das novas tecnologias e das novas relações estabelecidas entre produtores e consumidores de informação. Isto é, o jornalismo se reinventa cotidianamente como discurso e prática social e impõe um olhar crítico aos pesquisadores. Dessa forma, ao mesmo tempo, o campo acadêmico do jornalismo se fortaleceu nas universidades de todo o país, possível de ser dimensionado na observação dos trabalhos desenvolvidos por diferentes entidades ligadas a essa prática e diante da publicação de uma vasta bibliografia que veio manter o debate sobre suas questões teóricas e metodológicas, aperfeiçoando as investigações.
Embora sempre tenha sido perceptível no nosso jornalismo, a linha editorial começa a ser publicizada aos leitores com o advento dos manuais de redação, que trazem, de maneira sistematizada, normas a serem seguidas pelos jornalistas que atuam no veículo. De acordo com José Marques de Melo, o sociólogo, antropólogo e jornalista Gilberto Freyre foi o criador daquele que é considerado o nosso primeiro manual de redação. Chamado de placard, tratava-se de uma pequena folha de papel que foi afixada em 1929, no mural da redação do jornal A Província, de Pernambuco, do qual Freyre foi editor, apresentando uma série de regras e cuidados sobre como redigir as notícias.
É impossível fazer uma boa reportagem – seja ela policial, de economia, um relato de guerra ou um serviço informando o que abre e o que fecha no feriado – tendo feito entrevistas ruins: boas entrevistas sempre rendem boas reportagens. O mesmo princípio vale para entrevistas ruins: é inevitável que acabem em reportagens igualmente ruins.
A pós-verdade não é sinônimo de mentira, mas “descreve uma situação na qual, durante a criação e a formação da opinião pública, os fatos objetivos têm menos influência do que os apelos às emoções e às crenças pessoais”. A pós-verdade consiste na relativização da verdade, na banalização da objetividade dos dados e na supremacia do discurso emocional.
Acerca do processo das relações públicas, assinale a alternativa correta acerca do teórico e sua abordagem.
De maneira geral, ao ler, ouvir ou assistir um relato jornalístico, o consumidor de notícias acredita que, por trás da ação profissional, há uma preocupação com regras, normas que dão espaço e respaldo à liberdade de imprensa, mas que impõem limites à liberdade de expressão, visto que esta última tem uma barreira maior: o respeito à pessoa. A sociedade acredita que o produto jornalístico não é uma criação aleatória, ficção, que as vozes são reais, que o relato é um fragmento preciso e correto da realidade; e que o jornalista usa sua capacidade técnica para reconstruir uma história da maneira mais fiel e responsável.
Acerca da história da atividade de assessoria de imprensa, analise as afirmativas a seguir:
Atualmente, é praticamente impossível não se deparar com o termo convergência quando se pensa sobre o futuro da tecnologia, dos meios de comunicação e dos grandes grupos empresariais. Qualquer que seja o termo escolhido: fusão, integração ou convergência, todos eles acabam conduzindo-nos a uma mesma ideia.
Com base nas ideias de McLuhan, assinale uma das falas indicadas nas alternativas a seguir que NÃO tenha sido proferida por ele.
O processo de urbanização intensa, logo após a Segunda Guerra Mundial, refletiria nas análises sobre a comunicação no continente. Efetivamente, as pessoas que chegavam aos grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Cidade do México ou Santiago, acabaram expostas aos meios de comunicação de massa (notadamente o rádio e a televisão) de maneira muito rápida. A preocupação com “as massas” alentava pesquisas destinadas a denunciar a alienação promovida pela comunicação, que se valia da população analfabeta, presa fácil de sofrer manipulação, deslumbrada pelo fascínio apresentado pelos meios de comunicação.
Assessoria de imprensa é uma das atividades de comunicação corporativa que visa à conquista de mídia espontânea por meio do relacionamento entre marcas e jornalistas de veículos de comunicação. Entenda-se por mídia espontânea a menção positiva de uma marca em conteúdo de caráter editorial. A conquista de mídia espontânea pode ter como finalidade tanto menções edificantes à marca quanto o gerenciamento de menções negativas, como ocorre em crises envolvendo empresas.
De acordo com Margarida Kunsch, no dia a dia usam-se as terminologias “organizações” e “instituições” como sinônimos para identificar agrupamentos sociais nas suas mais diferentes tipologias (empresas públicas ou privadas, escolas, universidades, ONGs, órgãos públicos etc).
Durante o dia a dia da cobertura noticiosa, os jornalistas estruturam seu trabalho por meio de rotinas produtivas. Elas permitem que os repórteres transformem acontecimentos em notícias sem grandes sobressaltos, se constituam num atalho capaz de facilitar as decisões pessoais dos jornalistas. São também uma forma eficaz de lidar com os constrangimentos do tempo, já que a consciência temporal estaria subjacente à estrutura básica das rotinas. Por outro lado, as rotinas representam um recorte artificial dos fatos, pois induzem os jornalistas a adaptar a complexidade de um acontecimento ao seu esquema de produção.
A primeira função de um jornalista é transformar informação em notícia, o que implica organizar o grande volume de dados por meio de diversos processos: classificar, priorizar, hierarquizar, incluir, excluir, adaptar, expor etc. Esses processos são tecnicamente chamados de edição. O trabalho de um jornalista também consiste na transliteração: adequação de linguagem. O jornalista traduz termos técnicos e assuntos complexos em notícia simples para que o leitor leigo possa compreender do que se trata.
Ao lutar pela abolição dos impostos sobre o saber, obstáculo a uma imprensa livre, a filosofia política do liberalismo mostrou nutrir um verdadeiro ideal emancipador. Ela postulava a secularização da sociedade, colocava a liberdade individual na base das instituições e procurava impor limites ao poder arbitrário do Estado. O livre-comércio e o liberalismo econômico eclipsaram estes três elementos e consagraram na prática o determinismo da economia mercantil. É a eclosão do que se chama market mentality, conforme a expressão do historiador econômico Karl Polanyi, citado por Armand Mattelart, como o nascimento de uma “nova sociedade”, onde os mecanismos do mercado se difundem por todo o corpo social. (MATTELART, Armand. A globalização da comunicação, 2000, p. 23). Com base no texto, assinale a alternativa correta.
O público é formado por um grupo de pessoas que pensam e refletem sobre os problemas colocados na discussão pública, o que pressupõe uma ação racional, diferente da multidão e da massa, que agem impulsivamente. (ANDRADE, 1989, p. 37)
A Bandeira Nacional “pode ser usada em todas as manifestações do sentimento patriótico dos brasileiros, de caráter oficial ou particular”. Com base no Decreto-Lei 70.274, de 1972, em seu Artigo 23, que determina o uso correto do pavilhão nacional, analise as afirmativas a seguir: