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EsFCEx — Concurso de Admissão 2019 (CFO/QC 2020) — Enfermagem — Caderno Tipo A

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem

EsFCEx2019Superior

70 questões nesta prova · página 2 de 4 · 70 com gabarito

História do Brasil República Velha — Política dos Governadores

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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Durante a República Velha, o presidente Campos Sales criou as bases para a implantação de um tipo de política que predominou do seu governo à Revolução de 1930: a Política dos Governadores. Tal política consistiu em
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A Política dos Governadores era uma troca de apoio entre o governo federal e as oligarquias estaduais.

Criada por Campos Sales, ela garantia que o presidente apoiasse as oligarquias dominantes nos estados, e estas elegessem bancadas fiéis ao governo federal. Era uma troca de favores que mantinha no poder os mesmos grupos oligárquicos.

Análise das alternativas

B) Errada: não visava combater a corrupção nem a desigualdade, e o poder não era concentrado nos militares. C) Errada: descreve a política do café com leite, que é outro conceito. D) Errada: refere-se ao Convênio de Taubaté (valorização do café). E) Errada: o pacto entre Minas, Rio Grande do Sul e Paraíba remete à Aliança Liberal de 1930.

Referência: História do Brasil: República Velha, governo Campos Sales.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Redemocratização — Eleição Presidencial de 1985

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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A eleição presidencial brasileira de 1985 foi a última ocorrida de forma indireta, por meio de um colégio eleitoral, sob a égide da Constituição de 1967. Nesse pleito, a vitória coube à Aliança Democrática, que, em síntese, foi
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A Aliança Democrática uniu o PMDB e a Frente Liberal em torno da chapa Tancredo/Sarney.

Em 1985, o PMDB, principal partido da oposição, aliou-se à Frente Liberal, formada por dissidentes do PDS, e lançou a chapa Tancredo Neves/José Sarney. A chapa venceu no Colégio Eleitoral contra Paulo Maluf.

Análise das alternativas

A) Errada: o pacto não foi com Aureliano Chaves como candidato a vice; o vice foi Sarney. B) Errada: não houve acordo para vetar candidaturas de esquerda. C) Errada: a aliança não visava blindar o regime militar de investigações. D) Errada: a aliança não era contra um 'Acordo de Minas'.

Referência: História do Brasil: redemocratização e Colégio Eleitoral de 1985.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Industrialização Brasileira

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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A respeito da industrialização brasileira, é correto afirmar que
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A concentração industrial no Centro-Sul decorreu do capital cafeeiro, do trabalho assalariado e do mercado interno.

A indústria se concentrou no Centro-Sul, sobretudo em São Paulo, graças à acumulação de capitais da cafeicultura, à substituição do trabalho escravo pelo assalariado (imigrantes) e à ampliação do mercado consumidor interno. Esses são os fatores clássicos da concentração industrial.

Análise das alternativas

A) Errada: a descentralização não se deveu ao 'afrouxamento sindical' no Nordeste; teve outras causas, como incentivos fiscais e a Sudene. C) A descrição da guerra fiscal como fator de descentralização é plausível, mas o gabarito oficial é B. D) Errada: a lavoura cafeeira paulista empregou trabalho escravo por décadas. E) Errada: a indústria brasileira começou com bens de consumo não duráveis, como têxteis e alimentos. Automóveis e eletrodomésticos são bens duráveis, que vieram depois.

Referência: Geografia do Brasil: formação do parque industrial e concentração no Sudeste.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Urbanização e Metropolização

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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A respeito da metropolização das cidades brasileiras, assinale a afirmativa correta.
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Metropolização: espraiamento territorial com centralização de capital e serviços, gerando desigualdade e fragmentação.

A metropolização expande a mancha urbana para além dos limites municipais, enquanto capital, serviços, trabalho e infraestrutura continuam concentrados no núcleo. Esse processo desigual de uso do território segrega a sociedade e fragmenta o espaço, como diz a alternativa C.

Análise das alternativas

A) Errada: a metropolização não democratiza o uso e a ocupação do território; ela aprofunda a desigualdade. B) Errada: a globalização não homogeneíza as cidades nem democratiza o consumo e o acesso a bens e serviços. D) Errada: a conurbação não reduz a desigualdade nem a segregação; capital e Estado tendem a concentrar benefícios no centro. E) Errada: as áreas periféricas não são beneficiadas pela centralização, pois ficam à margem de serviços e infraestruturas.

Referência: Geografia urbana: metropolização, segregação socioespacial e fragmentação do território (Milton Santos; Ana Fani Carlos).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Estrutura Geológica — Bacias Sedimentares

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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Ross destaca as plataformas ou crátons, bacias sedimentares e cadeias orogênicas como as principais macroformas que sustentam o relevo brasileiro, cujas rochas são anteriores à atual configuração do continente sul-americano.
Especificamente sobre as grandes bacias sedimentares brasileiras, é correto afirmar que
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As grandes bacias sedimentares brasileiras são do Fanerozoico.

Segundo Ross, as bacias sedimentares formaram-se sobretudo no Paleozoico e Mesozoico, e algumas no Cenozoico, o que as enquadra no éon Fanerozoico. Por isso podem ser chamadas de bacias do Fanerozoico.

Análise das alternativas

A: São Paulo e Curitiba não figuram entre as principais macroestruturas, ao contrário das bacias do Paraná, Amazônica e Parnaíba. B: Parnaíba e Amazônica têm gênese bem mais antiga, e Santos é bacia marginal. C: confunde bacia hidrográfica com bacia sedimentar. E: a gênese das bacias é anterior à orogênese andina.

Referência: Ross, J. L. S. Geografia do Brasil; geologia do Brasil

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Desigualdades Regionais e Políticas de Desenvolvimento

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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Às vezes, os fenômenos de crescimento registrados em algumas regiões deprimidas não significam que as disparidades regionais estejam em vias de diminuição ou de absorção. Se as atividades recentemente instaladas são responsáveis por relações privilegiadas com outras atividades locais ou pela utilização de matérias-primas da região, é possível que os efeitos cumulativos assim provocados contribuam para reduzir os desníveis. Em caso contrário, ocorre o crescimento estatístico, dito às vezes econômico, mas não crescimento social ou socioeconômico. (SANTOS, Milton. O Espaço Dividido: Dois Circuitos da Economia Urbana dos Países Subdesenvolvidos. São Paulo: Editora Universidade de São Paulo, 2008, p. 299 – 300.)
De acordo com a citação de Milton Santos acima, assinale a alternativa correta sobre os aspectos políticos, administrativos e socioeconômicos das regiões brasileiras.
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Resolução comentada

A política de desenvolvimento brasileira prioriza grandes projetos que beneficiam corporações.

Pela ideia de Milton Santos, o crescimento só reduz desigualdades quando se articula com a economia local. A alternativa E aponta a tradição brasileira de priorizar grandes projetos nacionais, que beneficiam em geral as grandes corporações e não reduzem as disparidades regionais.

Análise das alternativas

A e B: afirmam que BNDES e privatizações reduziram as desigualdades, o que contraria a citação. C: o planejamento estatal não obstruiu a influência das transnacionais. D: a inserção no sistema produtivo mundial nos anos 1990 não fortaleceu a indústria nacional de forma geral nem consolidou a integração nacional.

Referência: Milton Santos, O Espaço Dividido; Geografia do Brasil: desigualdades regionais

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Transportes — Rede Ferroviária

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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Leia a reportagem a seguir:
Espera por viagens de trem completa 20 anos com linha e estações destruídas
(...) A atual administração do Distrito Federal fala na retomada do transporte de passageiro sobre trilhos. A ideia é atender principalmente aos moradores de cidades vizinhas da capital, ligando a Rodoferroviária a Valparaíso (GO), onde sequer há terminal.
A promessa era colocar o trem para rodar em caráter experimental em março, com apoio financeiro do governo federal. Mês passado, alegando não ter a verba da União, o governo do DF mudou a data para o “começo de 2020”. No entanto, não há locomotiva, vagão nem prédio para receber passageiros. Tampouco, funcionários para operar as locomotivas. Os trilhos precisam ser restaurados.
O projeto do governo de Ibaneis Rocha (MDB) é mais comedido que o apresentado, em junho de 2013, pelo governo federal e os então governadores do DF, Joaquim Roriz (MDB), e de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Eles anunciaram a retomada do transporte de passageiros entre Brasília e Luziânia (GO). Colocariam as composições para rodar sobre o trecho entre as estações Bernardo Sayão, no Núcleo Bandeirante, e Jardim Ingá, bairro populoso de Luziânia. Tudo ficou em promessas, ampliadas por Roriz e Perillo, anos depois, para um trem de alta velocidade entre Brasília e Goiânia.
Antes de elaborar o projeto, comitivas de Goiás e do GDF visitaram cidades da Itália, França e Alemanha para conhecer sistemas ferroviários e negociar com possíveis fornecedores. Mas o Ministério dos Transportes apontou a inviabilidade do plano. (...)
Inaugurada em 1968 para ligar a nova capital a Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, a linha férrea que parte da Rodoferroviária cruza áreas urbanas de grande densidade, nas periferias de Valparaíso e Luziânia. De lá, segue até Pires do Rio, no centro de Goiás. Mas são os 120 primeiros quilômetros que interessam ao brasiliense e aos moradores das cidades vizinhas. Pelos cálculos de especialistas, cerca de 600 mil pessoas poderiam ser beneficiadas pelo transporte de passageiros, interrompido no trecho em 1992, com a desativação da linha Bandeirante, que ligava Brasília a Campinas (SP).
Com a privatização da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1997, a linha brasiliense foi transferida à Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) por 30 anos, prorrogáveis por mais 30. Hoje, o trecho Brasília-Luziânia funciona sobre os escombros da linha férrea pontilhada de estações de passageiros. O ponto de partida é um cemitério de trens. No pátio de manobras da Rodoferroviária, dezenas de vagões, inclusive os que transportaram os últimos passageiros, há 27 anos, estão expostos ao vandalismo, tomados pelo mato. Vez ou outra recebem visita de grafiteiros. Do galpão para reparos, só sobrou o esqueleto. Saquearam todo o alambrado, geradores, janelas, portas, pisos, pias.
(Correio Brasiliense, 28/7/19, com adaptações)
Assinale a alternativa que retrate e explique a situação da falta de investimento na malha ferroviária em várias cidades do país.
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Resolução comentada

O investimento voltado ao rodoviarismo precarizou o transporte ferroviário de passageiros.

A reportagem mostra o abandono da linha, o fim do transporte de passageiros em 1992 e a privatização da RFFSA. Isso se insere no contexto de um país que priorizou o modelo rodoviário/automobilístico, deixando a malha ferroviária e o transporte coletivo sobre trilhos precarizados.

Análise das alternativas

B e D: afirmam falta de interesse econômico, mas o texto diz que cerca de 600 mil pessoas poderiam ser beneficiadas, e a linha foi privatizada (concedida à FCA). C: a inviabilidade apontada pelo Ministério não se deve a comparação de demanda com cidades europeias. E: associa precarização ferroviária a investimento hidroviário e compra de barcos, sem base no texto.

Referência: Geografia do Brasil: transportes e rede ferroviária

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Relevo Brasileiro — Classificação de Ross

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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Observe o mapa das Unidades de Relevo Brasileiro apresentado abaixo.
Mapa das unidades de relevo brasileiro segundo Ross, com as unidades numeradas de 1 a 28 distinguidas por diferentes padrões de hachura e cor.
ROSS, Jurandyr L. Sanches (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008, encarte anexo ao livro.
De acordo com Ross (2008), as unidades de relevo numeradas 1, 4, 12, 13 são corretamente classificadas, respectivamente, como
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Geografia do Brasil Regionalização do Brasil

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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Observe as propostas regionais representadas pelos mapas a seguir:
Três mapas de regionalização do Brasil identificados pelas letras A, B e C. Mapa A: regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Mapa B: Amazônia, Nordeste e Centro-Sul. Mapa C: Região Amazônica, Região Nordeste, Região Centro-Oeste e Região Concentrada.
Analise as afirmativas a seguir, a respeito das propostas regionais ilustradas no mapa.
I. O critério da regionalização é baseado na difusão diferencial do meio técnico-científico informacional e nas heranças do passado.
II. O critério da regionalização é principalmente de ordem natural, considerando ainda aspectos socioeconômicos. Essa divisão é empregada para fins estatísticos e didáticos.
III. O critério da regionalização é basicamente socioeconômico.
Assinale a alternativa que correlacione corretamente os mapas às descrições acima.
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Geografia do Brasil Recursos Energéticos

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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A respeito dos recursos energéticos e a produção de energia no Brasil, assinale a afirmativa correta.
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A desestatização do setor elétrico foi parcial e contribuiu para a crise do apagão de 2001.

Segundo o gabarito, a alternativa C está correta: a privatização atingiu mais a distribuição que a geração, e as incertezas regulatórias afastaram investidores, levando à falta de planejamento e ao apagão de 2001.

Análise das alternativas

A: o grande potencial hidráulico não explorado está principalmente na Amazônia, não no Centro-Oeste. B: a lenha não foi substituída diretamente só pelo GLP. D: as usinas de bagaço estão concentradas sobretudo em São Paulo. E: a biomassa é viável e muito usada no Brasil.

Referência: Geografia do Brasil: matriz energética e setor elétrico

Resolução comentada do VaiConcursos.

Vigilância em Saúde Febre de Chikungunya — Plano de Contingência

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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O plano de contingência nacional para a febre de chikungunya expõe estratégias a serem implementadas em quatro níveis, de forma que em cada nível estejam englobados casos específicos para a ocorrência da doença. Correlacione corretamente os níveis estratégicos com a forma de ocorrência da doença.
1 Nível 0
2 Nível 1
3 Nível 2
4 Nível 3
( ) epidemia simultânea de dengue e febre de chikungunya
( ) casos autóctones esporádicos
( ) casos importados
( ) epidemia de febre de chikungunya
Assinale a alternativa que indique a sequência correta, de cima para baixo, dessa correlação.
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Resolução comentada

Níveis do plano de contingência: 0 casos importados; 1 autóctones esporádicos; 2 epidemia de chikungunya; 3 epidemia simultânea com dengue.

No Plano de Contingência Nacional para a Febre de Chikungunya, o nível 0 corresponde aos casos importados e o nível 1 aos casos autóctones esporádicos. O nível 2 é a epidemia de chikungunya e o nível 3 a epidemia simultânea de dengue e chikungunya. A sequência pedida é 4 – 2 – 1 – 3.

Análise das alternativas

A, B, C e D trocam a ordem dos níveis e não correspondem à classificação do plano.

Referência: Ministério da Saúde. Plano de Contingência Nacional para Febre de Chikungunya

Resolução comentada do VaiConcursos.

Imunização Contraindicações e Falsas Contraindicações à Vacinação

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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O Programa Nacional de Imunização tem como missão o controle, a erradicação e a eliminação de doenças imunopreveníveis com base na oferta de imunobiológicos à população. No entanto, algumas pessoas podem apresentar situações que contraindiquem ou que seja necessário o adiamento da aplicação dos imunibiológicos. A seguir, são listadas falsas contraindicações para a realização da vacinação:
I. Diagnósticos clínicos prévios de doenças, tais como tuberculose, coqueluche, tétano, difteria, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola.
II. Usuário de dose imunossupressora de corticoide só deve ser vacinado 90 dias após a suspensão ou o término do tratamento.
III. Usuários com imunodeficiência clínica ou laboratorial grave não devem receber vacinas de agentes vivos atenuados.
IV. Doença neurológica estável ou pregressa com sequela presente.
V. Ocorrência de hipersensibilidade (reação anafilática) confirmada após o recebimento de dose anterior.
Analise os itens acima e assinale
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Resolução comentada

Doenças prévias e doença neurológica estável são falsas contraindicações.

São falsas contraindicações o diagnóstico clínico prévio de doenças imunopreveníveis (I) e a doença neurológica estável ou pregressa com sequela (IV). Os itens II, III e V descrevem situações que contraindicam ou adiam a vacinação. Por isso só I e IV são falsas contraindicações.

Análise das alternativas

II: corticoide em dose imunossupressora é motivo de adiamento. III: imunodeficiência grave contraindica vacinas vivas atenuadas. V: anafilaxia a dose anterior é contraindicação. Logo A, B, D e E erram ao incluí-los.

Referência: Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação (Ministério da Saúde / PNI)

Resolução comentada do VaiConcursos.

Enfermagem em Urgência e Emergência Violência, Trauma e Desastres

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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Profissionais de saúde têm sido vítimas constantes de violência no ambiente de trabalho. Uma pesquisa realizada pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e pelo Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) mostrou que 75% dos médicos e enfermeiros do estado já sofreram algum tipo de violência no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, foram relatados casos de violência verbal, seguidos de agressão psicológica e, por fim, física.
Fonte: https://veja.abril.com.br/saude/75-dos-medicos-e-enfermeiros-de-sp-sofrem-violencia-no-trabalho/
Diante da situação de violência vivenciada no cotidiano dos profissionais de enfermagem, apresenta-se a seguinte situação hipotética:
Um paciente foi socorrido por uma ambulância do SAMU com lesão por arma de fogo na região abdominal. Apresentava-se inconsciente, porém hemodinamicamente estável, levando a equipe a conseguir estabilizar a hemorragia. Quando todos estavam preparados para realizar o transporte dele, dois homens armados chegaram em uma moto e efetuaram disparos contra a vítima, que estava sendo atendida. Na ocasião, o enfermeiro que estava prestando socorro mais próximo da vítima também foi alvejado pelos projéteis, ocasionando traumatismo cranioencefálico.
Em relação ao cenário acima, assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

O cenário reflete violência, com intencionalidade e graves lesões e traumas psicológicos.

Os fatos configuram violência (urbana), marcada pela intencionalidade, pela gravidade das lesões e pelos traumas psicológicos duradouros. A alternativa A é a única coerente com o texto sobre causas externas, conforme o gabarito.

Análise das alternativas

B: mistura violência no trabalho com acidentes de trânsito e traz afirmações incorretas, como 'raras incapacitações'. C: os traumatismos exigem priorizar as medidas preventivas, e não ignorá-las. D: lista doenças e agravos como exemplos de desastres por somação de efeitos parciais, de modo incorreto. E: não se trata de desastre de médio porte, pois são poucas vítimas.

Referência: Ministério da Saúde. Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Mental Álcool e Outras Drogas — Redução de Danos

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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O filme Quebrando Tabu chegou às telas com um objetivo bastante polêmico: falar sobre a descriminalização da maconha e mostrar como a guerra contra as drogas já foi perdida. Nele vemos como a forma repressora de lidar com as drogas não obteve sucesso e o que deve ser feito para mudar a situação. Tendo como idealizador o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o filme mostra quem são as pessoas que usam, quais foram os erros do modelo repressor e, com base em fatos históricos, explica que as drogas já fazem parte da humanidade. O filme parte para o lado documental e expõe uma opinião clara sobre uma questão tão polêmica, utilizando bons argumentos e criticando o preconceito e a falta de informação.
(Fonte: https://www.infoescola.com/cinema/quebrando-tabu/)
Tendo em vista a problemática do álcool e outras drogas em nossa sociedade, destacada no documentário acima, assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

A abstinência não pode ser o único objetivo; o cuidado deve acolher o que é possível a cada usuário.

Na lógica da redução de danos, o cuidado acolhe sem julgamento o que é possível e necessário para cada usuário, estimulando sua participação e seu engajamento. A abstinência é uma meta possível, mas não a única.

Análise das alternativas

A: dado numérico da OMS atribuído de forma incorreta. B: coloca a abstinência como objetivo principal, contrariando a redução de danos. C: diz que as tecnologias leves devem superar a articulação em rede, o que é errado, pois a rede é essencial. E: fala em referência 'unilateral' e hierarquia rígida, quando o correto é referência e contrarreferência em rede.

Referência: Política de atenção integral a usuários de álcool e outras drogas; redução de danos (Ministério da Saúde)

Resolução comentada do VaiConcursos.

Enfermagem Médico-Cirúrgica Transplante de Órgãos e Tecidos — Atuação do Enfermeiro

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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Sr. J.E.A.F., homem de 20 anos de idade, solteiro, estudante, brasileiro, católico e residente na cidade do Rio de Janeiro. Sem qualquer histórico relevante. Em um exame pré-admissional para um emprego, realizou exame hematológico de rotina, no qual se evidenciou uma leucometria de 62.000mm³. Foi encaminhado para um hematologista, o qual realizou mielograma e biópsia de medula óssea, sendo diagnosticado leucemia mieloide crônica. Foi encaminhado para o Instituto Nacional de Câncer (Inca/MS) e admitido pela Unidade de Pacientes Externos do Centro Nacional de Transplante de Medula Óssea, com indicação para o transplante de medula óssea (Fonte: Brasil, Ministério da Saúde. Ações de enfermagem para o controle do câncer – cap. 5 – casos clínicos, 2005).
Considerando a situação descrita e os princípios norteadores da atuação do Enfermeiro na Captação e Transplante de Órgãos e Tecidos, analise as afirmativas a seguir:
I. Destaque-se com diálogo entre o paciente e a enfermeira durante a consulta de enfermagem e nas reuniões educativas pois são ações secundárias diante do aporte tecnológico de alta densidade nos casos de transplante de medula óssea apresentado na questão-problema.
II. O papel da enfermagem na fase pré-transplante é assegurar que os pacientes e seus familiares sejam adequadamente preparados para o que está por vir. A enfermagem exerce papel de orientar o paciente, a família e o doador de medula óssea.
III. Deve-se ter certos cuidados, tendo em vista que os riscos ocupacionais inerentes ao trabalho com Transplante de Medula Óssea são circunstanciais, sendo que o emprego de Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva (EPI e EPC) e exames periódicos da equipe são postergados sempre que necessário.
IV. Ao Enfermeiro incumbe aplicar a SAE em todas as fases do processo de doação e transplante de órgãos e tecidos ao receptor, doador e família, que inclui o acompanhamento pré e pós-transplante (no nível ambulatorial) e transplante (intra-hospitalar).
Assinale
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Resolução comentada

A enfermagem prepara paciente e família e aplica a SAE em todas as fases do transplante.

A II é verdadeira: na fase pré-transplante a enfermagem orienta e prepara paciente, família e doador. A IV é verdadeira: cabe ao enfermeiro aplicar a SAE em todas as fases, do pré ao pós-transplante. A I e a III são falsas.

Análise das alternativas

I: o diálogo e a educação em saúde não são ações secundárias. III: os riscos ocupacionais não são circunstanciais, e EPI, EPC e exames periódicos não podem ser postergados. Por isso A, C, D e E estão erradas.

Referência: Resolução COFEN sobre atuação do enfermeiro na captação e transplante de órgãos e tecidos

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Doenças Transmissíveis Arboviroses e Doenças Exantemáticas — Diagnóstico Diferencial

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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Analise o quadro a seguir:
Quadro comparativo da frequência de sinais e sintomas (febre, mialgia/artralgia, edema de extremidades, exantema maculopapular, dor retrorbital, hiperemia conjuntival, linfadenopatia, hepatomegalia, leucopenia/trombocitopenia, hemorragia e tosse produtiva) em dengue, chikungunya, Zika e sarampo, graduada de 0 a ++++, com notas a, b, c e d; fonte: Adaptado de Halstead et al.
a. Não apresenta prurido ou exsudação.
b. Evolução craniocaudal.
c. Apresenta fotofobia.
d. Pode ocorrer na complicação.
(Comparação da frequência dos principais sinais e sintomas ocasionados pela infeção pelos vírus dengue, chikungunya e Zika vírus - Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico - Volume 46 - nº 26 - 2015 - Febre pelo vírus Zika: uma revisão narrativa sobre a doença.)
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Políticas de Saúde Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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A população indígena brasileira é estimada em, aproximadamente, 370.000 pessoas, pertencentes a cerca de 210 povos, falantes de mais de 170 línguas identificadas. Cada um desses povos tem sua própria maneira de entender e se organizar diante do mundo, que se manifesta nas suas diferentes formas de organização social, política, econômica e de relação com o meio ambiente e ocupação de seu território. Diferem também no que diz respeito à antiguidade e experiência histórica na relação com as frentes de colonização e expansão da sociedade nacional, havendo desde grupos com mais de três séculos de contato intermitente ou permanente, principalmente nas regiões litorânea e do Baixo Amazonas, até grupos com menos de dez anos de contato. Há indícios da existência de 55 grupos que permanecem isolados, sendo que, com 12 deles, a Fundação Nacional do Índio, Funai, vem desenvolvendo algum tipo de trabalho de reconhecimento e regularização fundiária. Por outro lado, há também aqueles, como os Potiguara, Guarani e Tupiniquim, cujos ancestrais presenciaram a chegada das primeiras embarcações que cruzaram o Atlântico há cinco séculos.
Com base nesse cenário, no que concerne à Política Nacional de Atenção à Saúde dos povos indígenas, assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

O perfil de morbidade indígena mostra agravos evitáveis por atenção básica sistemática.

A alternativa D reproduz a PNASPI: há alta incidência de infecções respiratórias e gastrointestinais, malária, tuberculose, DST, desnutrição e doenças imunopreveníveis. Esses agravos poderiam ser bastante reduzidos com ações sistemáticas e continuadas de atenção básica nas áreas indígenas.

Análise das alternativas

A: os indígenas também vivem em áreas urbanas, e a alternativa traz dados e afirmações incorretos. B: a expansão das frentes econômicas degrada o ambiente e os saberes, e não 'qualifica' a integridade. C e E: trazem afirmações numéricas e de ordem de causas de morte que não correspondem ao texto da política.

Referência: Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (PNASPI) / FUNASA

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Enfermagem em Urgência e Emergência Acolhimento com Classificação de Risco

EsFCEx 2019 Superior

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Com o intuito de priorizar o atendimento aos pacientes pela avaliação de sua situação de saúde e riscos apresentados, alguns protocolos estão sendo empregados mundialmente com o intuito de realizar o acolhimento e a classificação de risco do paciente. Nesse sentido, pode-se citar o protocolo de Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco, lançado em 2004 pelo Ministério da Saúde, que busca estabelecer uma ordem de atendimento baseado no risco do paciente e seu estado de saúde, de forma que o paciente poderá ser classificado em quatro níveis ou cores. Cada cor simboliza o estado do paciente e determina a gravidade do caso e prioridade para que o atendimento ocorra. Assim, é correto afirmar que um paciente politraumatizado com Glasgow entre 13 e 15, sem alterações de sinais vitais, deve ser classificado como nível de atendimento
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Resolução comentada

Politraumatizado com Glasgow 13 a 15 e sinais vitais normais é classificado como amarelo.

No protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco do Ministério da Saúde (2004), com quatro cores, o politraumatizado com Glasgow entre 13 e 15 e sem alteração de sinais vitais entra no nível 2, amarelo (urgência, atendimento em até 15 minutos). O vermelho é para emergência, com risco imediato de morte.

Análise das alternativas

A: vermelho exige risco iminente de vida, como Glasgow baixo ou instabilidade. B: laranja não existe no protocolo de quatro cores. D e E: verde e azul são casos de menor gravidade ou não urgentes.

Referência: Ministério da Saúde. Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco (2004)

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Saúde Mental Projeto Terapêutico Singular

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Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

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O cuidado ao paciente com doença mental modificou-se ao longo dos anos, sofrendo grande influência da Reforma Psiquiátrica Brasileira. Uma das mudanças que podem ser citadas é no planejamento do cuidado ao paciente com base no exercício de uma clínica ampliada, que pressupõe o emprego de dispositivos como o Projeto Terapêutico Singular (PTS), de maneira a deslocar-se do sintoma e da doença para o sofrimento e o contexto em que eles aparecem. No que se refere ao PTS, analise as afirmativas a seguir:
I. O PTS pode ser definido como uma estratégia de cuidado que articula um conjunto de ações resultantes da discussão e da construção coletiva de uma equipe multidisciplinar e leva em conta as necessidades, as expectativas, as crenças e o contexto social da pessoa ou do coletivo para o qual está dirigido.
II. A utilização do PTS como dispositivo de intervenção desafia a organização tradicional do processo de trabalho em saúde, pois pressupõe a necessidade de maior articulação interprofissional e o emprego das reuniões de equipe como um espaço coletivo sistemático de encontro, reflexão, discussão, compartilhamento e corresponsabilização das ações com a horizontalização dos poderes e conhecimentos.
III. O PTS pode ser empregado como analisador qualitativo e apregoado para todos os usuários dos serviços estratégicos de Saúde Mental, como os Caps; na Atenção Básica é imprescindível a elaboração de um PTS a todos os pacientes atendidos que possuam doenças mentais.
Assinale
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

I e II descrevem corretamente o PTS; III é falsa por generalizar a obrigatoriedade.

O PTS é um conjunto de ações construído coletivamente por equipe multiprofissional, considerando necessidades, expectativas e contexto do usuário (I). Ele exige articulação interprofissional e reuniões de equipe como espaço de corresponsabilização (II). A III erra ao tornar imprescindível um PTS para todos os pacientes com doença mental atendidos na Atenção Básica, pois ele é indicado para casos mais complexos.

Análise das alternativas

A, D e E: consideram a III correta. C: ignora que a II também está correta.

Referência: Clínica ampliada e Projeto Terapêutico Singular (Ministério da Saúde / PNH)

Resolução comentada do VaiConcursos.

Fundamentos de Enfermagem Cateterismo Gástrico e Enteral

EsFCEx 2019 Superior

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar — Enfermagem · Caderno Tipo A

Gabarito disponível

O enfermeiro é responsável por realizar diversos procedimentos durante sua assistência, sendo um deles o cateterismo gástrico e entérico do paciente. Assim, pacientes com dificuldade de deglutição, mas que possuem o trato digestório em bom funcionamento poderão alimentar-se com nutrição enteral. Para isso, é importante que o enfermeiro realize a cateterização do paciente por via oral ou nasal e verifique o posicionamento adequado do catéter. Assinale a alternativa que indique corretamente as formas recomendadas para verificar o posicionamento adequado do catéter no estômago ou intestino.
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

A posição do cateter é confirmada por aspiração com análise de cor e pH e por radiografia de abdômen.

As formas recomendadas para verificar a posição do cateter gástrico/enteral são a aspiração do conteúdo com avaliação de aspecto e pH e a radiografia de abdômen, que é o padrão-ouro. Os outros métodos não são seguros.

Análise das alternativas

B, C e D: incluem a ausculta após injeção de ar, que é pouco confiável e não recomendada. D e E: incluem a imersão da ponta em água para ver bolhas, método inadequado e inseguro.

Referência: Procedimentos de enfermagem em sondagem gástrica/enteral; protocolos de segurança do paciente

Resolução comentada do VaiConcursos.