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EsFCEx — Concurso de Admissão 2019 (CFO/QC 2020) — Informática — Caderno Tipo A

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar (CFO/QC) — Informática

Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx)2019

70 questões nesta prova · página 2 de 4 · 70 com gabarito

História do Brasil República Velha — Política dos Governadores

Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2019

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar (CFO/QC) — Informática · Caderno Tipo A

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Durante a República Velha, o presidente Campos Sales criou as bases para a implantação de um tipo de política que predominou do seu governo à Revolução de 1930: a Política dos Governadores. Tal política consistiu em
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A Política dos Governadores trocava apoio entre União e oligarquias estaduais.

Criada por Campos Sales, consistia em troca de favores: o governo federal apoiava as oligarquias estaduais dominantes, que em contrapartida elegiam bancadas governistas no Congresso, perpetuando os mesmos grupos no poder.

Análise das alternativas

B) Não se baseava em poder militar nem em combate à corrupção. C) Descreve a política do café com leite, que é distinta. D) Descreve o Convênio de Taubaté (valorização do café). E) Refere-se à Aliança Liberal de 1930.

Referência: República Velha – Campos Sales e a Política dos Governadores

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Redemocratização — Eleição de 1985

Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2019

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar (CFO/QC) — Informática · Caderno Tipo A

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A eleição presidencial brasileira de 1985 foi a última ocorrida de forma indireta, por meio de um colégio eleitoral, sob a égide da Constituição de 1967. Nesse pleito, a vitória coube à Aliança Democrática, que, em síntese, foi
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A Aliança Democrática uniu o PMDB e a Frente Liberal em torno de Tancredo/Sarney.

A Aliança Democrática foi a coligação entre o PMDB, principal oposição, e a Frente Liberal, dissidência do PDS, que apoiou a chapa Tancredo Neves/José Sarney no Colégio Eleitoral de 1985.

Análise das alternativas

A) Aureliano Chaves integrou a Frente Liberal, mas a aliança não se resume a um pacto pessoal com ele. B) Não visava impedir candidaturas de esquerda. C) Não era pacto com o PDS para blindar o regime. D) O 'Acordo de Minas' não é o que a aliança combateu.

Referência: Redemocratização brasileira – eleição indireta de 1985

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Industrialização Brasileira

Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2019

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A respeito da industrialização brasileira, é correto afirmar que
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A concentração industrial no Centro-Sul decorreu da acumulação cafeeira, do trabalho assalariado e do mercado interno.

O capital acumulado com o café, a transição do trabalho escravo para o assalariado (imigração) e a ampliação do mercado consumidor interno explicam a concentração industrial no Centro-Sul, especialmente em São Paulo.

Análise das alternativas

A) A descentralização para o Nordeste foi ligada a incentivos fiscais, não ao afrouxamento sindical. C) A guerra fiscal é competição entre estados e municípios por empresas, não entre indústrias. D) A lavoura paulista empregou trabalho escravo. E) Automóvel, máquina de lavar e televisão são bens duráveis, não de consumo não durável.

Referência: Industrialização brasileira – café e capital industrial

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Urbanização — Metropolização

Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2019

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar (CFO/QC) — Informática · Caderno Tipo A

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A respeito da metropolização das cidades brasileiras, assinale a afirmativa correta.
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A metropolização espraia a ocupação enquanto concentra capital e infraestrutura, gerando segregação e fragmentação.

A metropolização extrapola os limites municipais, com conurbação, mas mantém a centralização de capital, serviços e infraestrutura. O uso desigual do território produz segregação e fragmentação socioespacial.

Análise das alternativas

A) A metropolização não democratiza o uso do solo urbano. B) A globalização não homogeneíza nem democratiza o acesso ao consumo e aos serviços. D) A conurbação não visa reduzir desigualdades; costuma reproduzi-las. E) Os benefícios da centralização não chegam de modo equânime às periferias.

Referência: Santos, M., A Urbanização Brasileira; estudos sobre metropolização

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Estrutura Geológica — Bacias Sedimentares

Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2019

Exército Brasileiro · Oficial do Quadro Complementar (CFO/QC) — Informática · Caderno Tipo A

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Ross destaca as plataformas ou crátons, bacias sedimentares e cadeias orogênicas como as principais macroformas que sustentam o relevo brasileiro, cujas rochas são anteriores à atual configuração do continente sul-americano. Especificamente sobre as grandes bacias sedimentares brasileiras, é correto afirmar que
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As grandes bacias sedimentares brasileiras são fanerozoicas.

As grandes bacias sedimentares brasileiras (Amazônica, Parnaíba, Paraná etc.) formaram-se no Fanerozoico, sendo por isso chamadas de bacias do Fanerozoico, em contraste com os crátons e escudos pré-cambrianos.

Análise das alternativas

A) São Paulo e Curitiba são bacias menores, não entre as principais. B) Essas bacias não têm gênese em deposição fluvial cenozoica; a Amazônica e a do Parnaíba são mais antigas. C) A bacia hidrográfica do Amazonas não é equivalente à bacia sedimentar e tem idade distinta da do Parnaíba. E) A gênese das bacias é anterior à orogênese andina e à abertura do Atlântico.

Referência: Ross, Geografia do Brasil – estrutura geológica

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Desenvolvimento Regional

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Às vezes, os fenômenos de crescimento registrados em algumas regiões deprimidas não significam que as disparidades regionais estejam em vias de diminuição ou de absorção. Se as atividades recentemente instaladas são responsáveis por relações privilegiadas com outras atividades locais ou pela utilização de matérias-primas da região, é possível que os efeitos cumulativos assim provocados contribuam para reduzir os desníveis. Em caso contrário, ocorre o crescimento estatístico, dito às vezes econômico, mas não crescimento social ou socioeconômico. (SANTOS, Milton. O Espaço Dividido: Dois Circuitos da Economia Urbana dos Países Subdesenvolvidos. São Paulo: Editora Universidade de São Paulo, 2008, p. 299 – 300.)

De acordo com a citação de Milton Santos acima, assinale a alternativa correta sobre os aspectos políticos, administrativos e socioeconômicos das regiões brasileiras.
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O planejamento brasileiro prioriza grandes projetos que beneficiam grandes corporações.

Na linha de Milton Santos, o crescimento não necessariamente reduz desigualdades quando não se integra à economia local. A tradição brasileira de grandes projetos nacionais tende a beneficiar grandes corporações, mantendo as disparidades.

Análise das alternativas

A) Os investimentos não foram igualitários, concentrando-se no Sudeste. B) A privatização não garantiu redução das desigualdades. C) O planejamento estatal não obstruiu as transnacionais, que tiveram grande influência. D) A abertura dos anos 1990 enfraqueceu parte da indústria nacional e não consolidou integração nacional.

Referência: Milton Santos, O Espaço Dividido; planejamento regional brasileiro

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Transportes — Rede Ferroviária

Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2019

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Leia a reportagem a seguir:

Espera por viagens de trem completa 20 anos com linha e estações destruídas

(...) A atual administração do Distrito Federal fala na retomada do transporte de passageiro sobre trilhos. A ideia é atender principalmente aos moradores de cidades vizinhas da capital, ligando a Rodoferroviária a Valparaíso (GO), onde sequer há terminal.

A promessa era colocar o trem para rodar em caráter experimental em março, com apoio financeiro do governo federal. Mês passado, alegando não ter a verba da União, o governo do DF mudou a data para o “começo de 2020”. No entanto, não há locomotiva, vagão nem prédio para receber passageiros. Tampouco, funcionários para operar as locomotivas. Os trilhos precisam ser restaurados.

O projeto do governo de Ibaneis Rocha (MDB) é mais comedido que o apresentado, em junho de 2013, pelo governo federal e os então governadores do DF, Joaquim Roriz (MDB), e de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Eles anunciaram a retomada do transporte de passageiros entre Brasília e Luziânia (GO). Colocariam as composições para rodar sobre o trecho entre as estações Bernardo Sayão, no Núcleo Bandeirante, e Jardim Ingá, bairro populoso de Luziânia. Tudo ficou em promessas, ampliadas por Roriz e Perillo, anos depois, para um trem de alta velocidade entre Brasília e Goiânia.

Antes de elaborar o projeto, comitivas de Goiás e do GDF visitaram cidades da Itália, França e Alemanha para conhecer sistemas ferroviários e negociar com possíveis fornecedores. Mas o Ministério dos Transportes apontou a inviabilidade do plano. (...)

Inaugurada em 1968 para ligar a nova capital a Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, a linha férrea que parte da Rodoferroviária cruza áreas urbanas de grande densidade, nas periferias de Valparaíso e Luziânia. De lá, segue até Pires do Rio, no centro de Goiás. Mas são os 120 primeiros quilômetros que interessam ao brasiliense e aos moradores das cidades vizinhas. Pelos cálculos de especialistas, cerca de 600 mil pessoas poderiam ser beneficiadas pelo transporte de passageiros, interrompido no trecho em 1992, com a desativação da linha Bandeirante, que ligava Brasília a Campinas (SP).

Com a privatização da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1997, a linha brasiliense foi transferida à Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) por 30 anos, prorrogáveis por mais 30. Hoje, o trecho Brasília-Luziânia funciona sobre os escombros da linha férrea pontilhada de estações de passageiros. O ponto de partida é um cemitério de trens. No pátio de manobras da Rodoferroviária, dezenas de vagões, inclusive os que transportaram os últimos passageiros, há 27 anos, estão expostos ao vandalismo, tomados pelo mato. Vez ou outra recebem visita de grafiteiros. Do galpão para reparos, só sobrou o esqueleto. Saquearam todo o alambrado, geradores, janelas, portas, pisos, pias.

(Correio Brasiliense, 28/7/19, com adaptações)

Assinale a alternativa que retrate e explique a situação da falta de investimento na malha ferroviária em várias cidades do país.
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Resolução comentada

A precarização ferroviária decorre da priorização do modelo rodoviarista.

A reportagem retrata o abandono do transporte ferroviário de passageiros, resultado histórico do investimento nacional voltado ao automóvel e ao modal rodoviário, que precarizou o transporte coletivo sobre trilhos.

Análise das alternativas

B) A reportagem não diz que falta interesse econômico motivou a privatização. C) A inviabilidade apontada pelo Ministério não é explicada pela comparação de demanda com cidades europeias. D) O trecho foi privatizado (concedido à FCA), então a alternativa contradiz o texto. E) Mistura afirmações não sustentadas pelo texto sobre hidrovias e compra de barcos.

Referência: Matriz de transportes do Brasil e rodoviarismo

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Relevo Brasileiro — Classificação de Ross

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Observe o mapa das Unidades de Relevo Brasileiro apresentado abaixo.

Mapa das unidades de relevo do Brasil segundo Ross, com as unidades numeradas de 1 a 28 e diferenciadas por padrões de hachura.ROSS, Jurandyr L. Sanches (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008, encarte anexo ao livro.

De acordo com Ross (2008), as unidades de relevo numeradas 1, 4, 12, 13 são corretamente classificadas, respectivamente, como
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Geografia do Brasil Regionalização do Brasil

Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2019

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Observe as propostas regionais representadas pelos mapas a seguir:

Três mapas de regionalização do Brasil: A, com as cinco regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul; B, com Amazônia, Nordeste e Centro-Sul; C, com Região Amazônica, Região Nordeste, Região Centro-Oeste e Região Concentrada.

Analise as afirmativas a seguir, a respeito das propostas regionais ilustradas no mapa.

I. O critério da regionalização é baseado na difusão diferencial do meio técnico-científico informacional e nas heranças do passado.

II. O critério da regionalização é principalmente de ordem natural, considerando ainda aspectos socioeconômicos. Essa divisão é empregada para fins estatísticos e didáticos.

III. O critério da regionalização é basicamente socioeconômico.

Assinale a alternativa que correlacione corretamente os mapas às descrições acima.
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Geografia do Brasil Fontes de Energia

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A respeito dos recursos energéticos e a produção de energia no Brasil, assinale a afirmativa correta.
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A desestatização do setor elétrico foi parcial e contribuiu para a crise de 2001.

O gabarito oficial indica a C: a privatização do setor elétrico nos anos 1990 foi parcial, concentrada na distribuição, com pouca privatização de geração, e a incerteza regulatória afastou investimentos, contribuindo para o apagão de 2001.

Análise das alternativas

A) A hidreletricidade não 'sempre' dominou e o potencial não aproveitado está sobretudo na Amazônia, não no Centro-Oeste. B) O GLP substitui a lenha em parte, mas a afirmação de substituto direto é excessiva. D) A biomassa de bagaço está concentrada principalmente em São Paulo, não em Pernambuco. E) A biomassa é viável e muito usada no Brasil.

Referência: Setor elétrico brasileiro – reformas dos anos 1990 e crise de 2001

Resolução comentada do VaiConcursos.

Sistemas Operacionais Linux — GRUB

Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2019

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O GRUB é uma rotina de inicialização particularmente popular entre os usuários Linux que utilizam mais de um sistema operacional na mesma máquina, por exemplo: Linux e Windows. O GRUB suporta uma interface de linhas de comando poderosa e repleta de recursos. A respeito das opções de linhas de comandos GRUB, assinale a alternativa correta.
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No GRUB, o comando root define o dispositivo-raiz (partição).

No GRUB legacy, 'root' especifica o dispositivo raiz (partição) onde estão os arquivos de boot, como kernel e initrd.

Análise das alternativas

A) 'reboot' reinicia o computador; não carrega kernel. B) 'find' localiza arquivos nas partições. D) 'kernel' carrega a imagem do kernel; a ajuda interativa vem do comando 'help'. E) 'boot' inicia o sistema carregado; quem reinicia é o 'reboot'.

Referência: Manual do GNU GRUB (legacy)

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Sistemas Operacionais Virtualização

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Uma empresa possui quarenta computadores e precisa utilizar um serviço de virtualização. No caso, o setor de suporte está com muitas atividades e não consegue instalar os softwares, que, no caso, são iguais em todas as máquinas.

Para solucionar o problema, o suporte terá que usar o serviço de virtualização de
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Instalar o mesmo software em 40 máquinas sem trabalho manual: virtualização de desktop.

Na virtualização de desktop (VDI), os ambientes de trabalho ficam centralizados e são provisionados a partir de uma imagem única, o que dispensa instalar software máquina a máquina.

Análise das alternativas

A) Virtualização de dados integra fontes de dados. B) De servidores consolida servidores físicos. C) De sistemas operacionais cria múltiplos SOs em um host, mas não resolve a distribuição centralizada dos desktops. D) De funções de rede (NFV) virtualiza serviços de rede.

Referência: Tanenbaum, Sistemas Operacionais Modernos – virtualização

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Arquitetura de Computadores Portas Lógicas

Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) 2019

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Assinale a alternativa que contenha a inversão negativa de uma porta lógica positiva AND.
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A inversão da AND é NAND, mas pela dualidade de De Morgan, a 'inversão negativa' leva à OR.

O gabarito oficial indica OR. A lógica é a de De Morgan: uma AND em lógica positiva funciona como OR em lógica negativa (e vice-versa), pois inverter a convenção de polaridade troca AND por OR.

Análise das alternativas

A) NAND é a AND com saída negada, não a inversão de lógica positiva para negativa. B) NOR é a dual da NAND. C) AND é a própria porta. E) XOR não tem relação de dualidade com a AND.

Referência: Teoremas de De Morgan; lógica positiva e negativa (Tocci)

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Segurança da Informação Testes de Segurança — Teste de Intrusão

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Uma das maneiras de manter uma empresa segura de forma digital é aplicar a verificação, análise crítica e avaliação (Norma ISO ABNT NBR ISO/IEC 27002:2013, seção 17.1.3).

Uma empresa multinacional, após uma auditoria, percebeu que existiam falhas de segurança de rede entre as filiais e nas redes internas de algumas filiais. Uma simulação foi aplicada pela equipe da auditoria, e dados, com conteúdo sigiloso, foram obtidos.

A falha obtida pela auditoria foi capturada por meio de um teste de
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Simulação de ataque que obtém dados sigilosos é um teste de intrusão.

O teste de intrusão (pentest) simula ataques reais para explorar falhas de segurança de rede e verificar se é possível acessar dados sigilosos, exatamente o cenário descrito.

Análise das alternativas

B) Análise de logs examina registros, não simula ataque. C) Análise de código-fonte busca falhas no código. D) Injeção SQL é uma técnica específica contra bancos de dados, não o cenário de rede. E) Transações sintéticas monitoram disponibilidade e desempenho de serviços.

Referência: ABNT NBR ISO/IEC 27002:2013, 18.2.3 (verificação da conformidade técnica); testes de intrusão

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Banco de Dados Modelos de Dados — Modelo Hierárquico

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Assinale a alternativa que defina corretamente o tipo de banco de dados de modelo hierárquico.
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Modelo hierárquico: dados em árvore com ponteiros físicos.

O modelo hierárquico organiza os registros em estrutura de árvore (pai-filho), com relacionamentos implementados por ponteiros físicos entre registros.

Análise das alternativas

A) Descreve o modelo em rede. C) Descreve o modelo relacional (independência de dados e fundamentação matemática). D) Descreve o modelo orientado a objetos. E) Descreve o modelo objeto-relacional.

Referência: Elmasri & Navathe, Sistemas de Banco de Dados

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Arquitetura de Computadores Taxonomia de Flynn

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Uma das maneiras mais comuns de categorizar sistemas de capacidade de processamento paralelo é a taxonomia introduzida por Flynn em 1972, que propõe a categorização de sistemas computacionais levando-se em conta instruções computacionais e dados.

Assinale a alternativa que possua a categoria em que uma sequência de dados é transmitida para um conjunto de processadores, onde cada um executa uma sequência de instruções diferentes.
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MISD: múltiplas instruções sobre um único fluxo de dados.

Na taxonomia de Flynn, MISD (Multiple Instruction, Single Data) tem um mesmo fluxo de dados passando por várias unidades de processamento, cada uma executando instruções diferentes. Isso corresponde à descrição do enunciado.

Análise das alternativas

B) SIMD: uma instrução sobre múltiplos dados. C) MIMD: múltiplos fluxos de instruções e de dados. D) SISD: um fluxo de instrução e um de dados (sequencial). E) NUMA não é categoria de Flynn, e sim modelo de acesso à memória.

Referência: Flynn (1972); Tanenbaum, Organização Estruturada de Computadores

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Arquitetura de Computadores Computação Paralela — Desempenho e Escalabilidade

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Dois dos principais objetivos no desenvolvimento de aplicações paralelas são obtenção de bom desempenho e uma boa escalabilidade.

Considerando esse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.

I. O desempenho é a capacidade de reduzir o tempo de resolução do problema à medida que os recursos computacionais aumentam.

PORQUE

II. A escalabilidade é a capacidade de aumentar o desempenho à medida que a complexidade do problema aumenta.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

Ambas verdadeiras, sem relação de justificativa.

A asserção I define corretamente o desempenho como redução do tempo de resolução com mais recursos. A II também define corretamente a escalabilidade, como manutenção ou aumento do desempenho ao crescer o problema. Mas são conceitos distintos e a II não explica a I.

Análise das alternativas

A) Errada: a II não justifica a I; são conceitos complementares. B) e C) Erradas: nenhuma é falsa segundo o gabarito. D) Errada: ambas são verdadeiras.

Referência: Computação paralela – desempenho e escalabilidade (Pacheco; Foster)

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Algoritmos e Estruturas de Dados Grafos — Caminho Crítico (PERT)

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Um caminho em um grafo é uma sequência de vértices e arestas que permitem que se vá de um vértice a outro (ou volte para ele mesmo). Dizemos que o caminho contém os vértices, bem como as arestas percorridas. Um caminho crítico em um diagrama é um caminho para o qual a soma dos tempos de tarefas é máxima em todos os caminhos. O diagrama a que se refere a definição é chamado de
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Resolução comentada

O diagrama que define caminho crítico é o diagrama PERT.

No PERT (Program Evaluation and Review Technique), as tarefas são arestas ou vértices de um grafo dirigido acíclico, e o caminho crítico é o de maior soma de tempos, que determina a duração mínima do projeto.

Análise das alternativas

A) Errada: grafo conexo é uma propriedade de conectividade, sem tempos de tarefas. C) Errada: grafo dirigido é uma classe de grafo, não o diagrama de caminho crítico. D) e E) Erradas: nomes sem uso consagrado nesse contexto.

Referência: Szwarcfiter, Grafos e Algoritmos Computacionais; técnica PERT/CPM

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Sistemas de Informação Computação em Nuvem

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Avalie as asserções abaixo e a relação proposta entre elas.

I. Todas as empresas são compostas por vários processos que devem responder às diversas necessidades de negócios. Os processos de negócios em relação às estratégias se modificam diante das mudanças ambientais e, com base nesse cenário, surge a necessidade de uma tecnologia que responda aos anseios das organizações.

PORQUE

II. A cloud computing, ou computação em nuvem, possibilita que a tecnologia da informação seja mais flexível, permitindo uma rápida reconfiguração da organização, maior flexibilidade, agilidade nos processos e menores custos.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

Ambas verdadeiras, mas II não justifica I.

A asserção I descreve corretamente que processos de negócio mudam com o ambiente e geram demanda por tecnologia adequada. A II descreve corretamente benefícios da computação em nuvem. Porém, o 'porque' não funciona como justificativa direta: a II apresenta uma característica da nuvem, não explica por que processos mudam nem a necessidade apontada em I.

Análise das alternativas

A) Errada: a II não é a justificativa da I segundo o gabarito. B) e D) Erradas: nenhuma das asserções é falsa. E) Errada: ambas são verdadeiras.

Referência: Computação em nuvem – flexibilidade e agilidade (NIST SP 800-145; Taurion)

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Segurança da Informação Tipos de Ataques

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Em segurança da informação, o termo ataque é definido como algum agente externo em ação na busca para obter algum tipo de retorno atingindo algum ativo de valor. Existem as mais variadas formas e tipos de ataques, entre eles:

I. difamação, obstrução;

II. interceptação, modificação;

III. interrupção, personificação.

Analise os itens acima e assinale
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Resolução comentada

Interceptação, modificação, interrupção e personificação são tipos de ataque; difamação e obstrução não.

Os ataques clássicos de segurança incluem interrupção, interceptação, modificação e fabricação/personificação (masquerade). Assim, os itens II e III listam tipos de ataque reconhecidos. O item I traz 'difamação' e 'obstrução', que não são categorias técnicas padrão.

Análise das alternativas

A) Errada: o item III também está correto. B) Errada: inclui o item I, incorreto. C) Errada: inclui o item I, incorreto. E) Errada: o item I está incorreto.

Referência: Stallings, Criptografia e Segurança de Redes – ataques passivos e ativos

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