← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Belém (Exército Brasileiro) · Admissão ao 1º Ano do Ensino Médio 25 questões nesta prova · página 1 de 2 · 24 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível 9 trabalhos tiveram nota 8, ou seja, 15% de 60. A soma das notas é 60 × 9,7 = 582. Sendo a trabalhos com nota 8 e 60 − a com nota 10, temos 8a + 10(60 − a) = 582, o que dá 600 − 2a = 582 e a = 9. Então 9/60 = 15%. 5%, 7,5%, 10% e 12,5% corresponderiam a 3, 4,5, 6 e 7,5 trabalhos, e nenhum deles produz média 9,7. Referência: Média aritmética ponderada e porcentagem. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Maria tem 4/9 da herança, o que implica idade de 36 anos. Maria recebeu 28.000 de 63.000, isto é, 4/9 do total. Paulo e João juntos têm 20 + 25 = 45 anos e recebem os 5/9 restantes. Como a divisão é proporcional à idade, 45 anos correspondem a 5/9 do total de idades, que é 81. Logo, Maria tem 81 − 45 = 36 anos. 35, 37, 38 e 39 anos não mantêm a proporção, pois Maria não receberia exatamente R$ 28.000,00. Referência: Divisão proporcional direta. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Resolvendo n² + 5n − 750 = 0, obtém-se n = 25 bolas. Com n bolas, o preço de cada uma é 600/n. Pela condição, 600/n − 600/(n+5) = 4, o que dá 3000 = 4n(n+5), ou n² + 5n − 750 = 0. A raiz positiva é n = 25 (preço de R$ 24,00 por bola; a R$ 20,00, compram-se 30). Para 15, 18, 20 e 28 bolas, a diferença de 4 reais no preço e de 5 bolas a mais não se verifica. Referência: Equação do 2º grau: problemas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível O sistema leva a R$ 7,00 o kg de pitaya. Sejam a o preço do kg da pitaya e b o do taperebá. Temos 0,4a + 0,25b = 5,05 e 0,55a + 0,15b = 5,20. Multiplicando a 1ª por 3 e a 2ª por 5, obtém-se 1,2a + 0,75b = 15,15 e 2,75a + 0,75b = 26. Subtraindo, 1,55a = 10,85 e a = 7. Os valores 10,00, 9,50, 8,50 e 7,50 não satisfazem as duas equações do sistema. Referência: Sistemas de equações do 1º grau. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O ângulo FNH mede 120°. No triângulo retângulo FGH, GH é metade da hipotenusa FH, então o ângulo GFH é 30° e o ângulo FHG é 60°. Assim, o ângulo FHI vale 90° − 60° = 30°. Como FN = NH, o triângulo FNH é isósceles com ângulos de 30° em F e em H, e FNH = 180° − 60° = 120°. 90°, 125°, 130° e 135° não resultam da soma dos ângulos internos do triângulo FNH com base 30°. Referência: Geometria plana: ângulos em triângulos e retângulos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Paysandu = 1 e Remo = 2, logo Remo 2 x 1 Paysandu. No Paysandu, todos os expoentes têm paridade 2x, 2x+1, ..., 2x+4. O resultado é 1 − 1 + 1 − 1 + 1 = 1. No Remo, (−1)^4x = 1, −(−1)^(4x+1) = +1, −(−1)^(4x+2) = −1 e −(−1)^(4x+3) = +1, e a soma é 2. O placar é Remo 2 x 1 Paysandu. As demais alternativas trazem placares que não correspondem a Remo = 2 e Paysandu = 1. Referência: Potenciação de base −1 (paridade do expoente). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Resolver x(117−0,3x) > 9720 dá x entre 120 e 270, então o mínimo é 121. A arrecadação é x(117 − 0,3x) > 9720, ou seja, 0,3x² − 117x + 9720 < 0, que equivale a x² − 390x + 32400 < 0. As raízes são 120 e 270, e a desigualdade vale para 120 < x < 270. O menor inteiro é 121.
Com x = 101 ou 111 (A e B), a arrecadação fica abaixo de 9720. Com 120 seria exatamente 9720, e a questão pede "mais de". As opções 131 e 141 (D e E) servem, mas não são o mínimo. Referência: Inequação do 2º grau. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A canção valoriza a cultura e o imaginário amazônicos, como mostra "Eu sou / Amazônia". O eu lírico se identifica com a região por meio de elementos culturais (carimbó, uirapuru, tacacá, Ver-o-Peso). A metáfora "Eu sou Amazônia" resume essa valorização da identidade e das tradições locais. A) Não há reclamação; o tom é de exaltação. B) Não há falta de reconhecimento do folclore, mas celebração. D) Não há crítica ambiental no verso. E) A feira aparece como cenário cultural e afetivo, não como análise socioeconômica. Referência: Interpretação de texto; letra de "Flor do Grão-Pará" (Chico Sena). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Bafafá" significa confusão, tumulto. "Bafafá" é um termo coloquial que designa confusão, tumulto, briga. No verso, ao lado de locais típicos de Belém, a palavra remete à agitação da cidade. B) Popularidade não é o sentido de "bafafá". C) O vocábulo não sugere união nem estagnação. D) Compra e venda remetem à feira ou ao Ver-o-Peso, não a "bafafá". E) Tempo quente e úmido não tem relação com a palavra. Referência: Semântica: significação de palavras no contexto (regionalismo). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "te como" inicia oração sem fator de próclise, o que contraria a norma culta. A questão pede a construção incorreta. Em "Sorvo-te, te como", a segunda oração começa com o pronome átono, sem palavra atrativa. Pela norma padrão, o pronome não inicia oração e deveria vir em ênclise ("como-te"). Nas demais há adequação: ênclise em verbo no início de oração ("Sorvo-te", "entrego-me") e próclise com palavra atrativa ("Quem te toma"). A) "Sorvo-te": verbo no início da oração, ênclise correta. C) "Aqui no Norte te deliciamos": a próclise é aceita porque o adjunto adverbial antecede o verbo. D) "Aos teus atrativos entrego-me": ênclise aceitável, sem fator de próclise. E) "Quem te toma": o pronome "quem" atrai o oblíquo, próclise correta. Referência: Colocação pronominal (próclise, ênclise e mesóclise) na gramática normativa. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A 6ª estrofe contrapõe o sorvete do Sudeste ao açaí puro comido no quintal. Na 6ª estrofe o eu poético diz que o sorvete de açaí faz sucesso no Sudeste, mas que "bom mesmo é te ter puro / Depois atar a rede, no quintal". O conectivo "Mas" e a expressão "bom mesmo" destacam uma forma de consumo (o açaí puro, à moda local) acima de outra (o sorvete). A) 3ª: descreve textura e sabor, sem comparar formas de consumo. B) 4ª: fala dos caroços, da polpa e do alimento para a população. C) 5ª: lista acompanhamentos regionais (peixe, camarão, farinha), sem hierarquizá-los. E) 8ª: exalta a riqueza do açaí e o fato de saciar a fome. Referência: Interpretação de texto poético; estrofes 3 a 6 de "Açaí Poético", de Roseane Namastê. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Principal objetivo do texto III. O texto apresenta pesquisas da Fiocruz e dados do Ministério da Saúde, ou seja, argumentos científicos e de autoridade, para mostrar que o açaí pode carregar o parasita da doença de Chagas e causar danos à saúde. A) Não explica a produção e a comercialização, nem fala em crescimento desenfreado da doença. C) Não se limita à exemplificação sobre higienização. D) Não apresenta formas de segurança alimentar como foco. E) Não discute sintomas, e a pesquisa afirma que a presença do DNA não implica contágio. Referência: Interpretação de texto; tipos de argumento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Oração subordinada substantiva subjetiva. Em "Acontece que...", a oração iniciada por "que" é o sujeito do verbo "acontece". Em "É certo que ele trará os refrigerantes", a oração também é sujeito do verbo "ser" ("Isso é certo"), logo é subjetiva. A) Completiva nominal (de "convencida"). B) Predicativa. D) Objetiva direta. E) Objetiva indireta ("lembrou-se de"). Referência: Orações subordinadas substantivas subjetivas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Relação entre as orações de "visto que... mesmo o organismo já estando morto". "Visto que" introduz causa. A segunda oração ("mesmo o organismo já estando morto") expressa concessão e poderia ser reescrita com "conquanto" (embora o organismo já esteja morto). B e D) A segunda ideia não é de condição, e "conquanto" não é conjunção condicional. C e D) A primeira oração não expressa finalidade. E) A segunda não expressa consequência. Referência: Orações adverbiais causais e concessivas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Regência de "levar a" com sentido de conduzir a um resultado. No texto, "levar" é transitivo indireto ("levar à transmissão"), sem objeto direto, com sentido de ter como consequência. Em "levaram a diferentes fins" ocorre a mesma regência e o mesmo sentido de resultar em. A) "Levou a mão" é transitivo direto, com sentido de pôr. B) "o levava à festa" tem objeto direto e sentido de condução física. C e E) Têm objeto direto ("o", "-no") e o complemento com "a", o que difere da regência do trecho. Referência: Regência verbal. Resolução comentada do VaiConcursos.Colégio Militar de Belém — Concurso de Admissão 2020/21 — 1º Ano do Ensino Médio — Matemática, Língua Portuguesa e Redação
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Sabe-se que M̅N̅ = M̅B̅ = 40 m e que o ângulo NM̂B = 30°. A área MNCB, destinada à realização de atividades físicas, é: (Se necessário, utilize √2 = 1,4 e √3 = 1,7).
O percentual de alunos que ficou com nota 8 foi de:Resolução comentada
Análise das alternativas
Sabendo que a distância entre os observadores é de 40 metros, determine a distância entre João e a base do relógio. (Se necessário, utilize √2 = 1,4 e √3 = 1,7).
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Paulo tem 20 anos, João tem 25 anos e Maria recebeu R$ 28.000,00 da herança.
Com base nesses dados, responda qual é a idade de Maria.Resolução comentada
Análise das alternativas
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A distância aproximada percorrida por esse atleta, em uma semana, é de:
(Se necessário, use π = 3)
A quantidade de bolas compradas por Adriano é:Resolução comentada
Análise das alternativas
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A área e o perímetro aproximados do triângulo ABC são, respectivamente:
(Se necessário use: sen 120° = 0,87; cos 120° = −0,5; cos 78° = 0,20; cos 72° = 0,30 ; sen 78° = 0,98 ; sen 72° = 0,95 e √3 = 1,73 )Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Um dia, Paulo foi ensinar seu filho a confeccionar sua própria pipa, fazendo um esboço em uma folha de papel, como mostra a figura:
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Com essa folha de papel, um quadrado ABCD de 30 cm de lado, será feita uma pipa de formato ABFPE, com P̅C̅ = F̅C̅ = x e D̅E̅ = D̅P̅ = 30 − x. Qual a área máxima dessa pipa?
Paysandu: (−1)²ˣ + (−1)²ˣ⁺¹ + (−1)²ˣ⁺² + (−1)²ˣ⁺³ + (−1)²ˣ⁺⁴
Remo: (−1)⁴ˣ − (−1)⁴ˣ⁺¹ − (−1)⁴ˣ⁺² − (−1)⁴ˣ⁺³Resolução comentada
Análise das alternativas
A empresa só fecha contrato com a faculdade se lhe for garantido arrecadar mais de R$ 9.720,00 nessa viagem.
Qual o número mínimo de alunos que precisam participar da viagem para que a arrecadação seja mais de R$ 9.720,00?Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
Flor do Grão-Pará
(Composição: Chico Sena / Intérprete: Lucinha Bastos)
Sim, eu tenho a cara do Pará
O calor do carimbó
O uirapuru que sonha
Sou muito mais,
Eu sou
Amazônia.
Rosa flor, vem plantar mangueira
E o cheira-cheira do tacacá
Meu amor, ata a baladeira
E balança à beira do rio-mar.
Belém, Belém acordou a feira
Que é bem na beira do Guajará
Belém, Belém, menina morena
Vem ver-o-peso do meu cantar
Belém, Belém és minha bandeira
És a flor que cheira do Grão-Pará.
Belém, Belém do Paranatinga
Do Bar do Parque, do bafafá
Bem-te-vi, sabiá, palmeira
Não dá baladeira
Deixa voar.
(Texto adaptado) Disponível em: <www.letras.mus.br>. Acesso em: 14 set. 2020.
O texto I demonstra a cidade de Belém, de modo aResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
Flor do Grão-Pará
(Composição: Chico Sena / Intérprete: Lucinha Bastos)
Sim, eu tenho a cara do Pará
O calor do carimbó
O uirapuru que sonha
Sou muito mais,
Eu sou
Amazônia.
Rosa flor, vem plantar mangueira
E o cheira-cheira do tacacá
Meu amor, ata a baladeira
E balança à beira do rio-mar.
Belém, Belém acordou a feira
Que é bem na beira do Guajará
Belém, Belém, menina morena
Vem ver-o-peso do meu cantar
Belém, Belém és minha bandeira
És a flor que cheira do Grão-Pará.
Belém, Belém do Paranatinga
Do Bar do Parque, do bafafá
Bem-te-vi, sabiá, palmeira
Não dá baladeira
Deixa voar.
(Texto adaptado) Disponível em: <www.letras.mus.br>. Acesso em: 14 set. 2020.
A palavra, em negrito, no trecho “Belém, Belém do Paranatinga, do Bar do Parque, do bafafá”, remete a um(a)Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
AÇAÍ Poético
(Roseane Namastê)
Alimentas meus desejos despertos
Suprindo ânsias: de ti, de poesia
Por isso a ti oferto meus versos
Quero dizer da tua inegável magia...
Tua cor, ah como atrai
Linda, forte, vibrante
Vinho vivo, cor alegre
AÇAÍ, que cor marcante...
E a textura? Cremosa!
Sumo grosso, consistente!
Sorvo-te, te como, contente
Fruta esperta e formosa...
Teus caroços são lindos
Gostosa tua polpa é
A população nutrindo
De qualquer jeito é bem-vindo!
Aqui no Norte te deliciamos
Com peixe frito, carne-seca
Pirarucu, camarão, degustamos
Farinhas d’água ou tapioca, cá estamos!
Teu sorvete é divino, especial
Lá no Sudeste é só sucesso
Mas bom mesmo é te ter puro
Depois atar a rede, no quintal!
Confesso por ti meu gosto
Aos teus atrativos entrego-me
É fruto de mil encantos
Sou louca por ti, não nego!
AÇAÍ, fruta imensamente rica
Alimento, sabores e alegrias
Do povo, a fome sacias
Quem te toma por aqui fica!
(Texto adaptado) Disponível em: <https://www.recantodasletras.com.br/poesias-regionais/1756014>. Acesso em: 1º set. 2020.
Quanto à colocação do pronome oblíquo, conforme a norma padrão da língua, estão corretas as seguintes construções, EXCETO:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
AÇAÍ Poético
(Roseane Namastê)
Alimentas meus desejos despertos
Suprindo ânsias: de ti, de poesia
Por isso a ti oferto meus versos
Quero dizer da tua inegável magia...
Tua cor, ah como atrai
Linda, forte, vibrante
Vinho vivo, cor alegre
AÇAÍ, que cor marcante...
E a textura? Cremosa!
Sumo grosso, consistente!
Sorvo-te, te como, contente
Fruta esperta e formosa...
Teus caroços são lindos
Gostosa tua polpa é
A população nutrindo
De qualquer jeito é bem-vindo!
Aqui no Norte te deliciamos
Com peixe frito, carne-seca
Pirarucu, camarão, degustamos
Farinhas d’água ou tapioca, cá estamos!
Teu sorvete é divino, especial
Lá no Sudeste é só sucesso
Mas bom mesmo é te ter puro
Depois atar a rede, no quintal!
Confesso por ti meu gosto
Aos teus atrativos entrego-me
É fruto de mil encantos
Sou louca por ti, não nego!
AÇAÍ, fruta imensamente rica
Alimento, sabores e alegrias
Do povo, a fome sacias
Quem te toma por aqui fica!
(Texto adaptado) Disponível em: <https://www.recantodasletras.com.br/poesias-regionais/1756014>. Acesso em: 1º set. 2020.
Conforme análise do texto II, em que estrofe o eu poético enfatiza uma forma de consumo do açaí diante de outra?Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO III
Açaí: essa fruta refrescante esconde um perigo!
Na época do calor, muita gente adora tomar um açaí para refrescar-se. Também pudera: essa fruta é deliciosa e pode ser combinada com vários outros ingredientes e frutas.
Acontece que essa saborosa fruta pode esconder um perigo: o parasita que transmite a doença de Chagas. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 10% dos alimentos à base de açaí no Pará e no Rio de Janeiro apresentaram DNA do parasita dessa doença.
A Fiocruz colheu amostras de açaí em feiras e supermercados, entre 2010 e 2015, no Pará, e entre 2010 e 2012, no Rio de Janeiro, e constatou a presença de material genético, embora isso não signifique risco de contágio. A análise de 140 amostras de alimentos à base de açaí encontrou o parasita Trypanosoma cruzi em 14 produtos, o que representa 10% do total da amostragem. O inseto que transmite o Trypanosoma cruzi, conhecido popularmente como barbeiro, também foi identificado em uma das amostras.
Nos dois estados, estão sendo comercializados produtos contaminados, entre eles, xarope de guaraná, sucos de açaí, polpas congeladas e frutos frescos. Segundo a Fundação, a presença do DNA do parasita nesses alimentos não provoca a transmissão à doença de Chagas, visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto. Nesse estado, ele é incapaz de provocar uma infecção.
Mas, ainda assim, a Fiocruz alerta para a necessidade de serem observadas boas práticas de higiene e de manipulação dos produtos derivados do açaí. O pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular de Doenças Endêmicas da Fiocruz, Otacílio Moreira, diz: “Reforçamos que, como não foi avaliado o potencial de infecção dos microrganismos, é provável que eles estivessem mortos e não pudessem provocar o agravo. Mas a simples presença do DNA do parasita mostra que houve contato com o alimento, apontando para falhas no processo de produção, que podem levar à transmissão da doença de Chagas”.
Não apenas quem vende e compra os produtos devem observar tais práticas, mas, sobretudo, quem os produz, pois em itens produzidos pela indústria alimentícia, que deveria aplicar normas de segurança alimentar, foi identificado o DNA do parasita.
A pesquisadora da Fiocruz Renata Trotta Barroso Ferreira explica que: “Apesar de existirem importantes estratégias sendo implementadas, o Brasil ainda está num estágio embrionário e pontual no combate à doença de Chagas, transmitida pelo consumo alimentar, incluindo o açaí, por exemplo. As boas práticas de higiene e de manufatura, assim como a aproximação entre instituições de ciência e os produtores de açaí, são essenciais para contribuir na solução deste problema”.
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados no país, entre 2007 e 2016, cerca de 200 casos agudos de doença de Chagas, anualmente, sendo 69% causados por transmissão oral, ou seja, por contaminação de bebidas e comidas. Das notificações registradas nesse período, quase a totalidade (95%) ocorreu na região Norte, sendo 85% no Pará, estado onde o consumo do suco fresco de açaí é uma tradição alimentar.
A doença de Chagas é tipicamente uma doença tropical, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi. O site DNDi alerta que a ingestão oral de alimentos contaminados se dá por barbeiros infectados ou suas fezes, e o alto número de parasitas que entram no organismo pode agravar ainda mais a doença, levando, inclusive, a óbito a pessoa infectada.
Diante disso, quando for tomar açaí, analise as condições de armazenamento da fruta, seja fresca, seja em polpa, e se quem a está manipulando aplica corretamente regras de higiene e métodos de manuseio e venda adequados.
(Texto adaptado) <https://www.greenme.com.br/consumir/consumo-consciente/7689-acai-esconde-um-perigo/>. Acesso em: 14 set. 2020.
Observa-se que o texto III tem como principal objetivo,Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO III
Açaí: essa fruta refrescante esconde um perigo!
Na época do calor, muita gente adora tomar um açaí para refrescar-se. Também pudera: essa fruta é deliciosa e pode ser combinada com vários outros ingredientes e frutas.
Acontece que essa saborosa fruta pode esconder um perigo: o parasita que transmite a doença de Chagas. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 10% dos alimentos à base de açaí no Pará e no Rio de Janeiro apresentaram DNA do parasita dessa doença.
A Fiocruz colheu amostras de açaí em feiras e supermercados, entre 2010 e 2015, no Pará, e entre 2010 e 2012, no Rio de Janeiro, e constatou a presença de material genético, embora isso não signifique risco de contágio. A análise de 140 amostras de alimentos à base de açaí encontrou o parasita Trypanosoma cruzi em 14 produtos, o que representa 10% do total da amostragem. O inseto que transmite o Trypanosoma cruzi, conhecido popularmente como barbeiro, também foi identificado em uma das amostras.
Nos dois estados, estão sendo comercializados produtos contaminados, entre eles, xarope de guaraná, sucos de açaí, polpas congeladas e frutos frescos. Segundo a Fundação, a presença do DNA do parasita nesses alimentos não provoca a transmissão à doença de Chagas, visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto. Nesse estado, ele é incapaz de provocar uma infecção.
Mas, ainda assim, a Fiocruz alerta para a necessidade de serem observadas boas práticas de higiene e de manipulação dos produtos derivados do açaí. O pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular de Doenças Endêmicas da Fiocruz, Otacílio Moreira, diz: “Reforçamos que, como não foi avaliado o potencial de infecção dos microrganismos, é provável que eles estivessem mortos e não pudessem provocar o agravo. Mas a simples presença do DNA do parasita mostra que houve contato com o alimento, apontando para falhas no processo de produção, que podem levar à transmissão da doença de Chagas”.
Não apenas quem vende e compra os produtos devem observar tais práticas, mas, sobretudo, quem os produz, pois em itens produzidos pela indústria alimentícia, que deveria aplicar normas de segurança alimentar, foi identificado o DNA do parasita.
A pesquisadora da Fiocruz Renata Trotta Barroso Ferreira explica que: “Apesar de existirem importantes estratégias sendo implementadas, o Brasil ainda está num estágio embrionário e pontual no combate à doença de Chagas, transmitida pelo consumo alimentar, incluindo o açaí, por exemplo. As boas práticas de higiene e de manufatura, assim como a aproximação entre instituições de ciência e os produtores de açaí, são essenciais para contribuir na solução deste problema”.
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados no país, entre 2007 e 2016, cerca de 200 casos agudos de doença de Chagas, anualmente, sendo 69% causados por transmissão oral, ou seja, por contaminação de bebidas e comidas. Das notificações registradas nesse período, quase a totalidade (95%) ocorreu na região Norte, sendo 85% no Pará, estado onde o consumo do suco fresco de açaí é uma tradição alimentar.
A doença de Chagas é tipicamente uma doença tropical, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi. O site DNDi alerta que a ingestão oral de alimentos contaminados se dá por barbeiros infectados ou suas fezes, e o alto número de parasitas que entram no organismo pode agravar ainda mais a doença, levando, inclusive, a óbito a pessoa infectada.
Diante disso, quando for tomar açaí, analise as condições de armazenamento da fruta, seja fresca, seja em polpa, e se quem a está manipulando aplica corretamente regras de higiene e métodos de manuseio e venda adequados.
(Texto adaptado) <https://www.greenme.com.br/consumir/consumo-consciente/7689-acai-esconde-um-perigo/>. Acesso em: 14 set. 2020.
A partir da leitura do fragmento “Acontece que essa saborosa fruta pode esconder um perigo [...]”, no início do 2º parágrafo, constata-se a presença de uma oração subordinada substantiva subjetiva. Nos excertos a seguir, indique aquele que contém uma oração equivalente a essa.Resolução comentada
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TEXTO III
Açaí: essa fruta refrescante esconde um perigo!
Na época do calor, muita gente adora tomar um açaí para refrescar-se. Também pudera: essa fruta é deliciosa e pode ser combinada com vários outros ingredientes e frutas.
Acontece que essa saborosa fruta pode esconder um perigo: o parasita que transmite a doença de Chagas. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 10% dos alimentos à base de açaí no Pará e no Rio de Janeiro apresentaram DNA do parasita dessa doença.
A Fiocruz colheu amostras de açaí em feiras e supermercados, entre 2010 e 2015, no Pará, e entre 2010 e 2012, no Rio de Janeiro, e constatou a presença de material genético, embora isso não signifique risco de contágio. A análise de 140 amostras de alimentos à base de açaí encontrou o parasita Trypanosoma cruzi em 14 produtos, o que representa 10% do total da amostragem. O inseto que transmite o Trypanosoma cruzi, conhecido popularmente como barbeiro, também foi identificado em uma das amostras.
Nos dois estados, estão sendo comercializados produtos contaminados, entre eles, xarope de guaraná, sucos de açaí, polpas congeladas e frutos frescos. Segundo a Fundação, a presença do DNA do parasita nesses alimentos não provoca a transmissão à doença de Chagas, visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto. Nesse estado, ele é incapaz de provocar uma infecção.
Mas, ainda assim, a Fiocruz alerta para a necessidade de serem observadas boas práticas de higiene e de manipulação dos produtos derivados do açaí. O pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular de Doenças Endêmicas da Fiocruz, Otacílio Moreira, diz: “Reforçamos que, como não foi avaliado o potencial de infecção dos microrganismos, é provável que eles estivessem mortos e não pudessem provocar o agravo. Mas a simples presença do DNA do parasita mostra que houve contato com o alimento, apontando para falhas no processo de produção, que podem levar à transmissão da doença de Chagas”.
Não apenas quem vende e compra os produtos devem observar tais práticas, mas, sobretudo, quem os produz, pois em itens produzidos pela indústria alimentícia, que deveria aplicar normas de segurança alimentar, foi identificado o DNA do parasita.
A pesquisadora da Fiocruz Renata Trotta Barroso Ferreira explica que: “Apesar de existirem importantes estratégias sendo implementadas, o Brasil ainda está num estágio embrionário e pontual no combate à doença de Chagas, transmitida pelo consumo alimentar, incluindo o açaí, por exemplo. As boas práticas de higiene e de manufatura, assim como a aproximação entre instituições de ciência e os produtores de açaí, são essenciais para contribuir na solução deste problema”.
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados no país, entre 2007 e 2016, cerca de 200 casos agudos de doença de Chagas, anualmente, sendo 69% causados por transmissão oral, ou seja, por contaminação de bebidas e comidas. Das notificações registradas nesse período, quase a totalidade (95%) ocorreu na região Norte, sendo 85% no Pará, estado onde o consumo do suco fresco de açaí é uma tradição alimentar.
A doença de Chagas é tipicamente uma doença tropical, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi. O site DNDi alerta que a ingestão oral de alimentos contaminados se dá por barbeiros infectados ou suas fezes, e o alto número de parasitas que entram no organismo pode agravar ainda mais a doença, levando, inclusive, a óbito a pessoa infectada.
Diante disso, quando for tomar açaí, analise as condições de armazenamento da fruta, seja fresca, seja em polpa, e se quem a está manipulando aplica corretamente regras de higiene e métodos de manuseio e venda adequados.
(Texto adaptado) <https://www.greenme.com.br/consumir/consumo-consciente/7689-acai-esconde-um-perigo/>. Acesso em: 14 set. 2020.
No trecho “... visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto”, em negrito no 4º parágrafo, verifica-se que a primeira oração expressa ideia deResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO III
Açaí: essa fruta refrescante esconde um perigo!
Na época do calor, muita gente adora tomar um açaí para refrescar-se. Também pudera: essa fruta é deliciosa e pode ser combinada com vários outros ingredientes e frutas.
Acontece que essa saborosa fruta pode esconder um perigo: o parasita que transmite a doença de Chagas. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 10% dos alimentos à base de açaí no Pará e no Rio de Janeiro apresentaram DNA do parasita dessa doença.
A Fiocruz colheu amostras de açaí em feiras e supermercados, entre 2010 e 2015, no Pará, e entre 2010 e 2012, no Rio de Janeiro, e constatou a presença de material genético, embora isso não signifique risco de contágio. A análise de 140 amostras de alimentos à base de açaí encontrou o parasita Trypanosoma cruzi em 14 produtos, o que representa 10% do total da amostragem. O inseto que transmite o Trypanosoma cruzi, conhecido popularmente como barbeiro, também foi identificado em uma das amostras.
Nos dois estados, estão sendo comercializados produtos contaminados, entre eles, xarope de guaraná, sucos de açaí, polpas congeladas e frutos frescos. Segundo a Fundação, a presença do DNA do parasita nesses alimentos não provoca a transmissão à doença de Chagas, visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto. Nesse estado, ele é incapaz de provocar uma infecção.
Mas, ainda assim, a Fiocruz alerta para a necessidade de serem observadas boas práticas de higiene e de manipulação dos produtos derivados do açaí. O pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular de Doenças Endêmicas da Fiocruz, Otacílio Moreira, diz: “Reforçamos que, como não foi avaliado o potencial de infecção dos microrganismos, é provável que eles estivessem mortos e não pudessem provocar o agravo. Mas a simples presença do DNA do parasita mostra que houve contato com o alimento, apontando para falhas no processo de produção, que podem levar à transmissão da doença de Chagas”.
Não apenas quem vende e compra os produtos devem observar tais práticas, mas, sobretudo, quem os produz, pois em itens produzidos pela indústria alimentícia, que deveria aplicar normas de segurança alimentar, foi identificado o DNA do parasita.
A pesquisadora da Fiocruz Renata Trotta Barroso Ferreira explica que: “Apesar de existirem importantes estratégias sendo implementadas, o Brasil ainda está num estágio embrionário e pontual no combate à doença de Chagas, transmitida pelo consumo alimentar, incluindo o açaí, por exemplo. As boas práticas de higiene e de manufatura, assim como a aproximação entre instituições de ciência e os produtores de açaí, são essenciais para contribuir na solução deste problema”.
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados no país, entre 2007 e 2016, cerca de 200 casos agudos de doença de Chagas, anualmente, sendo 69% causados por transmissão oral, ou seja, por contaminação de bebidas e comidas. Das notificações registradas nesse período, quase a totalidade (95%) ocorreu na região Norte, sendo 85% no Pará, estado onde o consumo do suco fresco de açaí é uma tradição alimentar.
A doença de Chagas é tipicamente uma doença tropical, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi. O site DNDi alerta que a ingestão oral de alimentos contaminados se dá por barbeiros infectados ou suas fezes, e o alto número de parasitas que entram no organismo pode agravar ainda mais a doença, levando, inclusive, a óbito a pessoa infectada.
Diante disso, quando for tomar açaí, analise as condições de armazenamento da fruta, seja fresca, seja em polpa, e se quem a está manipulando aplica corretamente regras de higiene e métodos de manuseio e venda adequados.
(Texto adaptado) <https://www.greenme.com.br/consumir/consumo-consciente/7689-acai-esconde-um-perigo/>. Acesso em: 14 set. 2020.
No enunciado “que podem levar à transmissão da doença de Chagas”, em negrito no 5º parágrafo, o verbo “levar” assume a mesma regência e o mesmo valor semântico em:Resolução comentada
Análise das alternativas
No espaço "Belém Porto Futuro", recém-inaugurado no centro de Belém, foi construída uma praça que tem a forma de um retângulo ABCD. A praça foi dividida em duas partes, sendo uma delas reservada para atividades físicas, como mostra a figura a seguir:
Na feira de ciências do CMBel, foram apresentados 60 trabalhos e todos foram avaliados com uma nota que poderia ser 8 ou 10 pontos. Após a avaliação de todos os trabalhos, verificou-se que a média aritmética das notas obtidas foi de 9,7 pontos.
A praça Siqueira Campos ou Praça do Relógio, localizada no centro de Belém, é um dos principais pontos turísticos da cidade e também considerada um cartão portal. Na figura a seguir, temos uma situação representada, em que o Relógio é visto por dois observadores, Pedro e João, sob ângulos de 30° e 60° com a horizontal, respectivamente.
Um fazendeiro de Castanhal deixou uma herança de R$ 63.000,00 para ser dividida entre seus três filhos: Paulo, João e Maria, de modo diretamente proporcional à idade de cada um.
Um atleta faz seu treinamento físico na cidade de Belém, percorrendo 10 voltas por dia na pista a seguir. Essa pista é composta por três arcos de circunferência (de centros O, P e Q) e duas extensões em linha reta (D̅E̅ e E̅A̅).
Adriano veste-se de Papai Noel, no dia de Natal, para distribuir presentes a uma comunidade carente num bairro de Ananindeua. Ele gasta R$600,00 na compra de várias bolas iguais para as crianças. Se cada bola fosse R$ 4,00 mais barata, ele conseguiria comprar 5 bolas a mais, gastando os mesmos R$ 600,00.
A seguir temos a representação de algumas ruas do município de Belém, gerando a figura geométrica com as seguintes medidas: B̅D̅ = 98m, BD̂C = BĈA = 30°, AB̂C = 120° e CB̂D = 72°.
Marcos foi ao Ver-o-Peso e comprou 400 gramas de pitaya e 250 gramas de taperebá, pagando, no total, R$ 5,05 pelas frutas. Outro cliente comprou os mesmos produtos na mesma barraca, porém em quantidades diferentes: 550 gramas de pitaya e 150 gramas de taperebá, que custaram juntos R$ 5,20. O preço do quilograma de pitaya é:
Em um suposto retângulo FGHI, o comprimento do lado G̅H̅ é metade do comprimento da diagonal F̅H̅. Se N é um ponto do lado I̅H̅ tal que F̅N̅ = N̅H̅, então a medida do ângulo FN̂H é:
Uma das brincadeiras do mês de julho, em Belém, é a prática de soltar "pipa". Para isso foi destinado um local apropriado, longe de fios de alta tensão e de pedestres. A seguir, temos a representação de vários tipos de pipa.
Em 2019, Paysandu e Remo disputaram a final do campeonato paraense de futsal. Terminada a partida, o Remo era bicampeão. Determine o resultado do jogo, de acordo com as expressões a seguir, sendo x um número natural.
Uma empresa de turismo vai promover uma viagem de formatura dos alunos que cursam turismo na Universidade Federal do Pará. Para isso, vai receber de cada um dos x alunos que viajarem a quantia de (117 - 0,3x) reais. Mas, com uma condição:
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