← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Salvador (Exército Brasileiro) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 25 questões nesta prova · página 1 de 2 · 24 com gabarito Gabarito disponível Só o 31 gera erros 3 (André), 2 (Bento) e 1 (Carlos), todos diferentes. Testando 31: André (28) errou por 3, Bento (33) errou por 2 e Carlos (30) errou por 1. Os erros 1, 2 e 3 aparecem uma vez cada, como o enunciado exige. O 31 também está entre 25 e 40. B) 32: os erros seriam 4, 1 e 2. C) 29: os erros seriam 1, 4 e 1. D) 27: os erros seriam 1, 6 e 3. E) 25: os erros seriam 3, 8 e 5. Nenhuma dessas opções dá erros 1, 2 e 3. Referência: Raciocínio lógico por verificação de hipóteses Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível O maior número de casos favoráveis (8) é o de Bernaldo. Contando os casos entre 21 e 40: primos (23, 29, 31, 37) = 4; maiores que 32 (33 a 40) = 8; múltiplos de 3 (21, 24, 27, 30, 33, 36, 39) = 7; quadrados perfeitos (25, 36) = 2; pares não múltiplos de 6 = 10 pares − 3 múltiplos de 6 (24, 30, 36) = 7. Como o total é o mesmo (20), vence quem tem mais casos favoráveis, Bernaldo, com 8. A) Arnaldo tem 4 casos. B) Dernaldo tem 2. C) Cernaldo tem 7. E) Ernaldo tem 7. Todos ficam abaixo dos 8 de Bernaldo. Referência: Probabilidade: casos favoráveis ÷ casos possíveis Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível A soma dos tempos dos quatro trechos de 1,2 km dá cerca de 1h06min. Cada metade do caminho mede 1,2 km. Ida: com capa e cesta a 4,5 km/h, 1,2/4,5 ≈ 0,267 h; sem capa e com cesta a 3 km/h, 1,2/3 = 0,4 h. Volta: sem capa e sem cesta a 5 km/h, 1,2/5 = 0,24 h; com capa a 6 km/h, 1,2/6 = 0,2 h. O total é ≈ 1,107 h, ou seja, cerca de 1h06min. Os demais intervalos não correspondem ao total calculado: B é menor que o valor obtido, e C, D e E são maiores. Referência: Velocidade média, distância e tempo Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A soma total das notas é 144, e as notas dos três alunos somam 9, o que dá média 3,0. A turma tem 5+7+7+8 = 27 alunos, mais 3, num total de 30. A soma de todas as notas é 4,8 × 30 = 144. As notas lançadas somam 0 + 21 + 42 + 72 = 135. Restam 9 pontos para os 3 alunos, e a média deles é 9 ÷ 3 = 3,0. A, C, D e E resultam em somas diferentes de 9 para os três alunos e não fecham a média da turma em 4,8. Referência: Média aritmética ponderada Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Sistema com duas equações dá a diferença de R$ 0,60 entre álcool e gasolina. Seja a o preço do álcool e g o da gasolina. 1º abastecimento: 20a + 30g = 208. 2º abastecimento: 30a + 20g = 202. Subtraindo a 1ª equação da 2ª, temos 10a − 10g = −6, logo a − g = −0,60. A diferença entre os preços é R$ 0,60. As alternativas A, B, C e D não satisfazem o sistema. Por exemplo, com a + g = 8,20 e diferença de 0,60, os preços são a = 3,80 e g = 4,40, e os dois gastos conferem. Referência: Porcentagem e sistemas lineares Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível O poema não rima em todos os versos, tem estrofes de tamanhos diferentes, é em primeira pessoa e usa repetições sonoras. Sequência: F-F-V-V-F. 1ª (F): há versos sem rima, como 'Eu sou muito inteligente!'. 2ª (F): as estrofes têm 4, 8, 4, 1 e 4 versos. 3ª (V): a porta reage ao preconceito e afirma 'Eu sou muito inteligente!', o que mostra autoestima. 4ª (V): a repetição de 'Eu abro...' e 'Eu fecho...' cria ritmo e sonoridade. 5ª (F): o eu lírico é a própria porta, falando em 1ª pessoa. As demais alternativas trazem ao menos um julgamento incorreto: dizem que todos os versos rimam, que as estrofes têm o mesmo tamanho ou que o foco é em 3ª pessoa. Referência: Versificação; foco narrativo; Vinícius de Moraes, 'A Porta' Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A diversidade se expressa nos versos que combinam palavras de sentidos opostos. A letra constrói a ideia de diversidade pelo jogo de contrários: adeus/retorno, nu/adorno, sim/não, caos/paz, dor/prazer, vela/breu. Esses pares mostram que as diferenças se complementam, o que dá sentido ao título. A) Dizer que a vida é repleta é uma afirmação genérica, que não explica o título. B) A crítica à humanidade que atropela os sinais é outro tema da música. C) O olhar do poeta é um refrão, mas não ilustra a diversidade em si. E) A denúncia dos erros que a história repete trata de outro assunto. Referência: Interpretação de texto; figuras de linguagem (antítese) Resolução comentada do VaiConcursos.Colégio Militar de Salvador — Concurso de Admissão 2020 ao 6º Ano do Ensino Fundamental (2021) — Matemática, Língua Portuguesa e Redação
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Para separar as plantações, usará o mesmo tipo de cercamento já utilizado na delimitação de seu terreno. Considerando que cada retângulo tem perímetro igual a 140 m, a quantidade de arame a ser utilizada na separação das diferentes plantações é de:
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Neste jogo, diz-se que duas peças são encaixáveis se a extremidade de uma peça tem uma fração igual ou equivalente à extremidade da outra peça ou, ainda, se a soma de uma extremidade de uma peça com uma extremidade de outra peça resulta em um número inteiro. Dos 10 pares de peças que Júlia pode formar com suas 5 peças, quantos são encaixáveis?
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Resolução comentada
Análise das alternativas
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Resolução comentada
Análise das alternativas
TURMA 2020
Quantidade de alunos | Nota
5 | 0,0
7 | 3,0
7 | 6,0
8 | 9,0Resolução comentada
Análise das alternativas
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Resolução comentada
Análise das alternativas
Doença mata mais idosos, pessoas com doenças cardíacas e negros
O Ministério da Saúde brasileiro divulgou uma análise sobre 1.985 mortes ocorridas no país. Os dados indicam algo semelhante ao que se viu em outros países. Por exemplo, a incidência maior entre homens. No Brasil, os homens são 48% da população e representam 60% dos pacientes que morreram com covid-19.
Faixa etária de 1.985 pessoas que morreram
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Fonte: Ministério da Saúde
fonte: <https://www.bbc.com/portuguese/brasil-52595760>, consultado em 13 de agosto de 2020
De acordo com as informações do texto e do gráfico acima, escolha a única afirmativa correta, dentre as alternativas abaixo:
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Bruna também marca seu polígono, partindo do ponto C e seguindo pelos pontos K, J, I, D e volta pra C, construindo o polígono CKJID, conforme a figura abaixo.
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Depois que cada um marca seu polígono no mesmo tabuleiro, surgem duas áreas de intersecção (quadriláteros mais escuros), que juntas medem Y cm². Além disso, três áreas não fizeram parte de nenhum polígono e juntas elas medem Z cm². Veja a figura abaixo.
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O valor de Z – Y, em centímetros quadrados, é:
Texto 1
Os cegos e o elefante
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1 Há muitos anos, vivia na Índia, um rei sábio e muito culto. Já havia lido todos os livros de seu
2 reino. Seus conhecimentos eram numerosos como os grãos de areia do Rio Ganges. Muitos súditos e
3 ministros, para agradar o rei, também se aplicaram aos estudos e às leituras dos velhos livros. Mas
4 viviam disputando entre si quem era o mais conhecedor, inteligente e sábio. Cada um se arvorava em
5 ser o dono da verdade e menosprezava os demais.
6 O rei se entristecia com essa rivalidade intelectual. Resolveu, então, dar-lhes uma lição.
7 Chamou-os todos para que presenciassem uma cena no palácio. Bem no centro da grande sala do
8 trono estavam alguns belos elefantes. O rei ordenou que os soldados deixassem entrar um grupo de
9 cegos de nascença.
10 Obedecendo às ordens reais, os soldados conduziram os cegos para os elefantes e, guiando-lhes
11 as mãos, mostraram-lhes os animais. Um dos cegos agarrou a perna de um elefante; o outro segurou a
12 cauda; outro tocou a barriga; outro, as costas; outro apalpou as orelhas; outro, a presa; outro, a
13 tromba.
14 O rei pediu que cada um examinasse bem, com as mãos, a parte que lhe cabia. Em seguida,
15 mandou-os vir à sua presença e perguntou-lhes:
16 – Com que se parece um elefante?
17 Começou uma discussão acalorada entre os cegos.
18 Aquele que agarrou a perna respondeu: – O elefante é como uma coluna roliça e pesada.
19 – Errado! – interferiu o cego que segurou a cauda. – O elefante é tal qual uma vassoura de
20 cabo maleável.
21 – Absurdo! – gritou aquele que tocou a barriga. – É uma parede curva e tem a pele semelhante
22 a um tambor.
23 – Vocês não perceberam nada – desdenhou o cego que tocou as costas. – O elefante parece-se com
24 uma mesa abaulada e muito alta.
25 – Nada disso! – resmungou o que tinha apalpado as orelhas. – É como uma bandeira
26 arredondada e muito grossa que não para de tremular.
27 – Pois eu não concordo com nenhum de vocês – falou alto o cego que examinara a presa. – Ele
28 é comprido, grosso e pontiagudo, forte e rígido como os chifres.
29 – Lamento dizer que todos vocês estão errados – disse com prepotência o que tinha segurado a
30 tromba. – O elefante é como a serpente, mas flutua no ar.
31 O rei se divertiu com as respostas e, virando-se para seus súditos e ministros, disse-lhes:
32 – Viram? Cada um deles disse a sua verdade. E nenhuma delas responde corretamente a
33 minha pergunta. Mas, se juntarmos todas as respostas, poderemos conhecer a grande verdade. Assim
34 são vocês: cada um tem a sua parcela de verdade. Se souberem ouvir e compreender o outro e se
35 observarem o mundo de diferentes ângulos, chegarão ao conhecimento e à sabedoria.
(Conto do budismo chinês. Extraído de DOMINGUES, Joelza Ester. História em Documento. Imagem e texto. São Paulo: FTD, 2012. Adaptado.Acesso em: 29 jul. 2020.)
O texto 1 é um conto popular que tem como objetivo proporcionar uma reflexão aos seus ouvintes ou aos seus leitores. Assim, marque a alternativa que resume corretamente o ensinamento transmitido pela narrativa.
Texto 1
Os cegos e o elefante
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1 Há muitos anos, vivia na Índia, um rei sábio e muito culto. Já havia lido todos os livros de seu
2 reino. Seus conhecimentos eram numerosos como os grãos de areia do Rio Ganges. Muitos súditos e
3 ministros, para agradar o rei, também se aplicaram aos estudos e às leituras dos velhos livros. Mas
4 viviam disputando entre si quem era o mais conhecedor, inteligente e sábio. Cada um se arvorava em
5 ser o dono da verdade e menosprezava os demais.
6 O rei se entristecia com essa rivalidade intelectual. Resolveu, então, dar-lhes uma lição.
7 Chamou-os todos para que presenciassem uma cena no palácio. Bem no centro da grande sala do
8 trono estavam alguns belos elefantes. O rei ordenou que os soldados deixassem entrar um grupo de
9 cegos de nascença.
10 Obedecendo às ordens reais, os soldados conduziram os cegos para os elefantes e, guiando-lhes
11 as mãos, mostraram-lhes os animais. Um dos cegos agarrou a perna de um elefante; o outro segurou a
12 cauda; outro tocou a barriga; outro, as costas; outro apalpou as orelhas; outro, a presa; outro, a
13 tromba.
14 O rei pediu que cada um examinasse bem, com as mãos, a parte que lhe cabia. Em seguida,
15 mandou-os vir à sua presença e perguntou-lhes:
16 – Com que se parece um elefante?
17 Começou uma discussão acalorada entre os cegos.
18 Aquele que agarrou a perna respondeu: – O elefante é como uma coluna roliça e pesada.
19 – Errado! – interferiu o cego que segurou a cauda. – O elefante é tal qual uma vassoura de
20 cabo maleável.
21 – Absurdo! – gritou aquele que tocou a barriga. – É uma parede curva e tem a pele semelhante
22 a um tambor.
23 – Vocês não perceberam nada – desdenhou o cego que tocou as costas. – O elefante parece-se com
24 uma mesa abaulada e muito alta.
25 – Nada disso! – resmungou o que tinha apalpado as orelhas. – É como uma bandeira
26 arredondada e muito grossa que não para de tremular.
27 – Pois eu não concordo com nenhum de vocês – falou alto o cego que examinara a presa. – Ele
28 é comprido, grosso e pontiagudo, forte e rígido como os chifres.
29 – Lamento dizer que todos vocês estão errados – disse com prepotência o que tinha segurado a
30 tromba. – O elefante é como a serpente, mas flutua no ar.
31 O rei se divertiu com as respostas e, virando-se para seus súditos e ministros, disse-lhes:
32 – Viram? Cada um deles disse a sua verdade. E nenhuma delas responde corretamente a
33 minha pergunta. Mas, se juntarmos todas as respostas, poderemos conhecer a grande verdade. Assim
34 são vocês: cada um tem a sua parcela de verdade. Se souberem ouvir e compreender o outro e se
35 observarem o mundo de diferentes ângulos, chegarão ao conhecimento e à sabedoria.
(Conto do budismo chinês. Extraído de DOMINGUES, Joelza Ester. História em Documento. Imagem e texto. São Paulo: FTD, 2012. Adaptado.Acesso em: 29 jul. 2020.)
Na linha 2 do texto 1, a palavra “como”, no trecho “Seus conhecimentos eram numerosos como os grãos de areia do Rio Ganges”, relaciona idéias, expressando uma:
Texto 1
Os cegos e o elefante
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1 Há muitos anos, vivia na Índia, um rei sábio e muito culto. Já havia lido todos os livros de seu
2 reino. Seus conhecimentos eram numerosos como os grãos de areia do Rio Ganges. Muitos súditos e
3 ministros, para agradar o rei, também se aplicaram aos estudos e às leituras dos velhos livros. Mas
4 viviam disputando entre si quem era o mais conhecedor, inteligente e sábio. Cada um se arvorava em
5 ser o dono da verdade e menosprezava os demais.
6 O rei se entristecia com essa rivalidade intelectual. Resolveu, então, dar-lhes uma lição.
7 Chamou-os todos para que presenciassem uma cena no palácio. Bem no centro da grande sala do
8 trono estavam alguns belos elefantes. O rei ordenou que os soldados deixassem entrar um grupo de
9 cegos de nascença.
10 Obedecendo às ordens reais, os soldados conduziram os cegos para os elefantes e, guiando-lhes
11 as mãos, mostraram-lhes os animais. Um dos cegos agarrou a perna de um elefante; o outro segurou a
12 cauda; outro tocou a barriga; outro, as costas; outro apalpou as orelhas; outro, a presa; outro, a
13 tromba.
14 O rei pediu que cada um examinasse bem, com as mãos, a parte que lhe cabia. Em seguida,
15 mandou-os vir à sua presença e perguntou-lhes:
16 – Com que se parece um elefante?
17 Começou uma discussão acalorada entre os cegos.
18 Aquele que agarrou a perna respondeu: – O elefante é como uma coluna roliça e pesada.
19 – Errado! – interferiu o cego que segurou a cauda. – O elefante é tal qual uma vassoura de
20 cabo maleável.
21 – Absurdo! – gritou aquele que tocou a barriga. – É uma parede curva e tem a pele semelhante
22 a um tambor.
23 – Vocês não perceberam nada – desdenhou o cego que tocou as costas. – O elefante parece-se com
24 uma mesa abaulada e muito alta.
25 – Nada disso! – resmungou o que tinha apalpado as orelhas. – É como uma bandeira
26 arredondada e muito grossa que não para de tremular.
27 – Pois eu não concordo com nenhum de vocês – falou alto o cego que examinara a presa. – Ele
28 é comprido, grosso e pontiagudo, forte e rígido como os chifres.
29 – Lamento dizer que todos vocês estão errados – disse com prepotência o que tinha segurado a
30 tromba. – O elefante é como a serpente, mas flutua no ar.
31 O rei se divertiu com as respostas e, virando-se para seus súditos e ministros, disse-lhes:
32 – Viram? Cada um deles disse a sua verdade. E nenhuma delas responde corretamente a
33 minha pergunta. Mas, se juntarmos todas as respostas, poderemos conhecer a grande verdade. Assim
34 são vocês: cada um tem a sua parcela de verdade. Se souberem ouvir e compreender o outro e se
35 observarem o mundo de diferentes ângulos, chegarão ao conhecimento e à sabedoria.
(Conto do budismo chinês. Extraído de DOMINGUES, Joelza Ester. História em Documento. Imagem e texto. São Paulo: FTD, 2012. Adaptado.Acesso em: 29 jul. 2020.)
Sabendo que o texto 1 é um conto, relacione cada trecho com a respectiva característica do gênero, assinalando, em seguida, a alternativa que contenha a sequência numérica correspondente.
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Texto 2
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Assinale a alternativa cuja reescritura da frase do texto 2, com a substituição das reticências, mantém a relação de sentido do texto original.
Texto 3
A PORTA
Vinícius de Moraes
Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.
Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de supetão
Pra passar o capitão.
Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.
Eu sou muito inteligente!
Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!
http://www.viniciusdemoraes.com.br/pt-br/poesia/poesias-avulsas/porta
Texto 4
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https://framos.wordpress.com/2008/05/19/hagar/Acesso em 30 de julho de 2020
A partir da leitura dos textos 3 e 4, analise as afirmativas abaixo e, em seguida, marque a alternativa com a sequência correta.
I. O texto 3 é um poema composto por 4 estrofes sendo que, na primeira, só o final de dois versos rimam entre si.
II. A voz do poema fala sobre uma personagem, sem participar do que descreve e do que narra.
III. As falas de Hagar, o viking, no último quadrinho da tirinha, revelam o tipo de comportamento para o qual a porta do texto 3 abriria.
IV. No 2º quadrinho do texto 4, a resposta de Hagar revela uma crítica à postura de algumas pessoas que se consideram donas da verdade.
V. As reticências que vemos entre parênteses, na 3ª estrofe do texto 3, indicam a interrupção proposital do pensamento que elas acompanham.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Texto 4
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https://framos.wordpress.com/2008/05/19/hagar/Acesso em 30 de julho de 2020
No texto 4, o vocábulo ‘elas’ é repetido várias vezes. Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho “Porque elas se recusam a ouvir sobre o que é bom para elas” mantém a relação de sentido do trecho original.
Texto 3
A PORTA
Vinícius de Moraes
Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.
Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de supetão
Pra passar o capitão.
Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.
Eu sou muito inteligente!
Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!
http://www.viniciusdemoraes.com.br/pt-br/poesia/poesias-avulsas/porta
Julgue verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações a seguir, acerca do texto 3. Após, assinale a alternativa que contenha a sequência correta.
( ) Todos os versos possuem rimas.
( ) As estrofes possuem o mesmo número de linhas.
( ) O poema fala sobre a importância da autoestima.
( ) As repetições são utilizadas para dar sonoridade ao poema.
( ) O foco narrativo do texto é de terceira pessoa.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto 5
Diversidade (Lenine)
Foi pra diferenciar
Que Deus criou a diferença
Que irá nos aproximar
Intuir o que ele pensa
Se cada ser é só um
E cada um com sua crença
Tudo é raro, nada é comum
Diversidade é a sentença
Que seria do adeus
Sem o retorno
Que seria do nu
Sem o adorno
Que seria do sim
Sem o talvez e o não
Que seria de mim
Sem a compreensão
Que a vida é repleta
E o olhar do poeta
Percebe na sua presença
O toque de Deus
A vela no breu
A chama da diferença
A humanidade caminha
Atropelando os sinais
A história vai repetindo
Os erros que o homem traz
O mundo segue girando
Carente de amor e paz
Se cada cabeça é um mundo
Cada um é muito mais
Que seria do caos
Sem a paz
Que seria da dor
Sem o que lhe apraz
Que seria do não
Sem o talvez e o sim
Que seria de mim...
O que seria de nós
Que a vida é repleta
E o olhar do poeta
Percebe na sua presença
O toque de Deus
A vela no breu
A chama da diferença
https://www.letras.mus.br/lenine/diversidade/Acesso em 30 de julho de 2020.
O texto 5 é a letra de uma música que tem como título a palavra “Diversidade”. O sentido desse título se expressa mais claramente quando o compositor:Resolução comentada
Análise das alternativas
Em uma caixa havia fichas numeradas de 1 a 50. Danilo sorteou uma ficha aleatoriamente e pediu que André, Bento e Carlos adivinhassem o número da ficha escolhida. Para restringir as opções, Danilo disse que o número da ficha estava entre 25 e 40, inclusive. André disse que a ficha sorteada era 28, Bento disse que era 33 e Carlos disse que era 30. Danilo disse que um deles errou por 1 número, outro errou por 2 números e outro errou por 3 números. O número da ficha escolhida por Danilo é:
O pai de João possui um terreno, quadrado, que já se encontra delimitado por uma cerca constituída por três fios de arame, por toda sua extensão. A fim de diversificar sua plantação de legumes, frutas e hortaliças, pretende dividi-lo em 12 retângulos iguais, conforme a figura abaixo.
Júlia comprou um dominó interessante, o DOMINÓ FRACIONÁRIO, no qual todas as peças são formadas por duas frações, sendo uma em cada extremidade. Em uma partida, Júlia possuía 5 peças, conforme a figura.
O engenheiro M. A. Luco projetou uma piscina com uma parte para adultos e uma parte para crianças. A parte destinada aos adultos, tem formato de um paralelepípedo com 3 metros de largura, 4 metros de comprimento e 1,8 metros de altura. A parte infantil também tem formato de um paralelepípedo, mas o engenheiro se esqueceu da medida do comprimento, lembrando apenas da medida da largura (1,2 m) e da altura (0,6 m). Ele lembrou também que, quando a piscina está cheia, a parte dos adultos utiliza 12 vezes mais água que a parte infantil. Sendo assim, o comprimento da parte infantil, em metros, é:
Cinco amigos sortearão aleatoriamente um número inteiro de 21 a 40 (20 ao todo). Arnaldo disse que sairia um número primo; Bernaldo disse que sairia um número maior que 32; Cernaldo disse que sairia um múltiplo de 3; Dernaldo disse que sairia um quadrado perfeito; e Ernaldo disse que sairia um número par, mas que não seja múltiplo de 6. Quem tem maior probabilidade de acertar, ou seja, maior possibilidade de acertar o número que será sorteado é:
Uma das fachadas de um prédio apresenta o painel abaixo, formado por lajotas iguais, quadradas, de 1 m² de área. O proprietário pretende inverter as cores das lajotas do painel. Onde está branco será substituído por lajotas pretas e vice-versa. Para esta empreitada, já possui 5 caixas de lajotas pretas. Ao fazer uma pesquisa de mercado, verificou que cada caixa de lajotas brancas cobre 1,6 m² de área e custa R$ 75,00, e cada caixa de lajotas pretas cobre 1,5 m² de área e custa R$ 90,00. Considerando que não haverá desperdício de lajotas durante sua colocação, o valor mínimo necessário para complementar a quantidade existente é de:
Chapeuzinho vermelho leva diariamente uma cesta de doces para sua vovozinha. Ela anda normalmente 5km em 1h, mas se ela colocar sua capa vermelha, passa a ser 6km em 1h, porém, se ela usar capa e carregar a cesta de doces, a distância percorrida em 1h é 4,5km e, por fim, se ela carregar a cesta, sem usar capa, são 3km em 1h. A distância de sua casa até a casa de sua avó é de 2,4km. Um belo dia, ela foi levar a cesta de doces, usando a capa, mas a deixou cair na metade do caminho. Como estava com pressa e preocupada, nem percebeu que a capa havia caído e terminou o trajeto sem a capa. Depois de entregar a cesta para a vovozinha, retornou imediatamente e encontrou a capa exatamente onde havia perdido, colocando-a para terminar o retorno para casa. Qual o tempo total que Chapeuzinho levou para ir à casa da vovó e voltar para sua casa?
Após corrigir a prova aplicada na TURMA 2020 do Colégio Bom Saber, um professor confeccionou um quadro para registrar as notas. A primeira coluna do quadro mostra a quantidade de alunos que tiraram a nota, que é apresentada na segunda coluna. Ao terminar o quadro, o professor percebeu que esqueceu de lançar as notas de Huguinho, Zezinho e Luizinho. Sabia, porém, que a média da TURMA 2020 havia sido 4,8. Considerando as informações dadas, e o quadro abaixo (feito pelo professor), a média aritmética das notas de Huguinho, Zezinho e Luizinho é:
Na fase final da construção de um edifício de 5 andares, Jonas, o engenheiro responsável pela obra, precisou calcular quantos galões de tinta seriam necessários para pintar toda superfície externa da construção, com exceção apenas das janelas. Conforme mostra o esboço simplificado da figura, o prédio possui 30m de altura total, sendo 5m referentes aos pilares de sustentação. Além disso, a largura e o comprimento do edifício são iguais a 10m e cada pilar é um paralelepípedo com dimensões 5m x 1m x 1m. Sabe-se também que as quatro faces laterais do prédio possuem a mesma quantidade de janelas, sendo que cada uma delas é um quadrado de 2m de lado. Se com 1 litro de tinta é possível pintar 25m² de superfície e que cada galão de tinta possui 3,6 litros, calcule a quantidade mínima de galões que devem ser comprados por Jonas para realizar o serviço.
O carro do pai de Maria é flex, ou seja, é possível utilizar gasolina, álcool ou ainda uma mistura de álcool e gasolina. A capacidade do tanque de combustível deste carro é de 60 litros, mas o pai de Maria, quando o combustível está próximo de terminar, abastece sempre com 50 litros. Em determinado dia, ele colocou 40% de álcool e 60% de gasolina, gastando R$ 208,00; enquanto que na parada seguinte no posto, abasteceu com 60% de álcool e 40% de gasolina, gastando R$ 202,00. Se o valor de cada litro de gasolina e cada litro de álcool se manteve o mesmo nas duas situações, a diferença entre estes valores é:
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André e Bruna encontraram um jogo de tabuleiro interessante: ÁREAS E POLÍGONOS. O tabuleiro é formado por um quadriculado de 32 quadradinhos medindo 1 cm² cada. André parte do ponto A e segue por linhas retas para os pontos E, F, G, H, B e volta para A, construindo o polígono AEFGHB, conforme a figura abaixo.
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