← Voltar para a lista de provas Comando da Aeronáutica — Escola de Especialistas de Aeronáutica · Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica (CFS 2/2020) — Aeronavegantes e Não-Aeronavegantes 96 questões nesta prova · página 1 de 5 · 93 com gabarito Gabarito disponível A posse vem de contemplar o amanhecer sozinha, sem interrupções. Ela está sozinha e em silêncio, 'a primeira do dia' a ver a espuma do mar, antes de a casa e o mundo acordarem. Essa exclusividade momentânea gera a sensação de que mar, sol e terra são seus. B) O texto não diz que será impossível contemplar a imagem depois; ela fala do reencontro com os filhos como algo positivo. C) A proximidade do mar não explica a sensação de posse. D) Não há menção a riqueza nem a compras. Referência: Interpretação de texto: Clarice Lispector. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Um nada vazio e rico' reúne o lado infeliz e o feliz da insônia. O título une infeliz e feliz. O trecho 'É um nada a um tempo vazio e rico' reúne, numa só imagem, a face negativa ('vazio') e a positiva ('rico') da insônia. A), B) e D) expressam apenas o lado negativo da insônia (desespero, solidão, tempo que não passa), sem a face feliz. Referência: Interpretação de texto: Clarice Lispector, 'Insônia infeliz e feliz'. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Mas' contrapõe as sensações ruins do 1º parágrafo aos benefícios do 2º. O primeiro parágrafo expõe o desespero, a solidão e o incômodo de estar acordada de madrugada. O segundo parágrafo, introduzido por 'mas', contrapõe a isso o lado positivo: a solidão como dom, o silêncio e a beleza do amanhecer. A) e B) 'Mas' é adversativa; não acrescenta ideias que confirmam o parágrafo anterior. D) Inverte a ordem: o lado negativo vem primeiro, e o positivo, depois. Referência: Coesão: conjunção adversativa 'mas'. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'A casa vai acordando': metonímia (continente pelo conteúdo). A casa não acorda; quem acorda são as pessoas que nela estão, os filhos. Há troca do conteúdo (moradores) pelo continente (casa), o que caracteriza a metonímia. A) Hipérbole é exagero, e não há exagero no trecho. C) Antítese é oposição de ideias, o que não ocorre aqui. D) Ironia é dizer o contrário do que se pensa, o que também não ocorre. Referência: Figuras de linguagem: metonímia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Ba-ia-cu, ta-pe-cei-ro, cons-trói: todos têm ditongo decrescente. Baiacu tem 'ai', tapeceiro tem 'ei' e constrói tem 'ói'. Em todos a vogal vem antes da semivogal, o que caracteriza o ditongo decrescente. A) Não há hiato nessas palavras. B) Tritongo (semivogal-vogal-semivogal) não aparece em nenhuma delas. C) Ditongo crescente (semivogal + vogal) não é comum às três; aqui todos são decrescentes. Referência: Encontros vocálicos: ditongo, hiato e tritongo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Turma, atilho, flora, hoste. Turma é coletivo de trabalhadores e alunos (3). Atilho é feixe de espigas de milho (4). Flora é o conjunto de plantas de uma região (2). Hoste é o conjunto de inimigos ou soldados (1). A sequência é 3-4-2-1. B, C e D trocam a correspondência de pelo menos um coletivo, por exemplo atribuindo 'atilho' a inimigos ou 'flora' a soldados. Referência: Substantivos coletivos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Plural: quintas-feiras, beija-flores, abaixo-assinados. Em 'quinta-feira' (substantivo + substantivo, ou numeral + substantivo) ambos os elementos vão ao plural: quintas-feiras. Em 'beija-flor' (verbo + substantivo) só o substantivo varia: beija-flores. Em 'abaixo-assinado' (advérbio + adjetivo) só o segundo elemento varia: abaixo-assinados. A) Não pluraliza 'feira' nem os demais corretamente. B) 'abaixo-assinado' ficou no singular. C) 'beijas-flor' e 'abaixos-assinados' são formas incorretas. Referência: Plural dos substantivos compostos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Pronome negativo atrai o pronome oblíquo (próclise). A palavra negativa 'ninguém' é fator de próclise. O correto seria 'Ninguém lhe disse...'. Em B a ênclise ('disse-lhe') é inadequada. A) Correta: futuro do presente pede mesóclise quando não há fator de próclise. C) Correta: ênclise é aceitável, pois não há fator de próclise para o verbo 'parecer' (a oração principal começa com sujeito). D) Correta: pronome reflexivo em próclise, com sujeito 'Eu' e verbo no pretérito. Em D a próclise é plenamente aceita. Referência: Colocação pronominal: próclise com palavras negativas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Superlativo sintético erudito: amarguíssimo é forma popular. O superlativo sintético erudito vem do radical latino do adjetivo: acre → acérrimo, nobre → nobilíssimo, soberbo → superbíssimo. Já 'amarguíssimo' é formado sobre o radical português 'amargo', logo é a forma popular (a erudita seria 'amaríssimo'). Por isso D é a que não traz superlativo erudito. A) acérrimo: erudito, de 'acre'. B) nobilíssimo: erudito, do latim 'nobilis'. C) superbíssimo: erudito, do latim 'superbus'. D) amarguíssimo: popular, por isso é a resposta correta. Referência: Gramática normativa: grau do adjetivo (superlativo sintético erudito x popular). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Análise sintática dos versos. 'Ninguém' é o sujeito do verbo 'requebra' (e de 'dança'), logo a alternativa B está correta. A: 'Rainha do frevo e do maracatu' é aposto do vocativo. C: 'Dora' é vocativo, pois é o chamamento. D: 'Dora' não é aposto, e sim o termo ao qual o aposto se refere. Referência: Termos da oração: sujeito, vocativo e aposto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Predominância da linguagem coloquial. 'Entre eu e minha mãe' desrespeita a norma culta, que exige pronome oblíquo tônico após 'entre' ('entre mim e'). Esse uso é típico da fala cotidiana, logo coloquial. B, C e D usam 'entre mim e...' corretamente, conforme a norma culta. D ainda traz vocabulário mais formal ('afronta', 'ingresias'). Referência: Variação linguística: linguagem coloquial x norma culta. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Advérbio que indica a avaliação subjetiva do falante. 'Obscenamente' traz um julgamento do falante sobre o modo do aceno, o que revela subjetividade. É um advérbio de modo com valor avaliativo. B indica tempo ('no meio da noite'). C indica negação/tempo ('não... mais'). D indica lugar ('ao lado da estação'). Todos descrevem circunstâncias objetivas. Referência: Advérbios e locuções adverbiais: valor modalizador. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Oração coordenada sindética adversativa. Em 'Eu quis dizer. Você não quis escutar', a ligação natural é 'Eu quis dizer, mas você não quis escutar', com ideia de oposição. Isso caracteriza uma coordenada sindética adversativa. A seria explicativa ('pois Deus está contigo'). C seria explicativa ('pois a única conclusão é morrer'). D seria aditiva ('e vai triturar'). Referência: Orações coordenadas sindéticas: adversativas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Identificar o verbo defectivo. 'Abolir' é defectivo, pois não é conjugado em algumas pessoas (por exemplo, não existe 'eu abulo'). Usa-se principalmente em formas em que após o radical vem 'e' ou 'i'. Pedir, andar e matar são verbos plenos, conjugados em todas as pessoas e tempos. Referência: Verbos defectivos (abolir, banir, colorir etc.). Resolução comentada do VaiConcursos. Questão anulada Gabarito disponível Classificação do sujeito nas três frases. Em 1, o sujeito é 'o nobre deputado', um só núcleo, logo simples. Em 2, 'Não se dorme' é verbo intransitivo com partícula 'se', o que indica sujeito indeterminado. Em 3, há três núcleos ('tempestade, transbordamento, deslizamento'), logo sujeito composto. As demais alternativas trocam a ordem ou os tipos. A atribui sujeito composto à frase 2, mas ela tem verbo intransitivo + se. C diz que a frase 1 é composta, mas ela tem um único núcleo. D diz que a frase 1 é indeterminada, mas o sujeito está expresso. Referência: Tipos de sujeito: simples, composto, indeterminado. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Oração subordinada adverbial final. 'Para que o resultado do Exame Nacional fosse melhor' expressa a finalidade da ação principal. É iniciada pela conjunção final 'para que'. A traz oração temporal ('quando decidiram') e a finalidade só aparece como substantivo ('intenção'). B é consecutiva ('tão... que'). C é causal ('como' = porque). Referência: Orações subordinadas adverbiais finais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Concordância verbal conforme a norma culta. Em 'Desconheciam-se os motivos', a voz passiva sintética exige que o verbo concorde com o sujeito paciente 'os motivos' (plural). A: 'existe' deveria estar no plural, 'existem', pois concorda com 'fatos'. B: 'Haviam' deveria ser 'Havia', pois 'haver' no sentido de existir é impessoal. C: o núcleo do sujeito é 'atitude' (singular), logo 'comoveu'. Referência: Concordância verbal: voz passiva sintética, haver impessoal. Resolução comentada do VaiConcursos.EEAR — Exame de Admissão ao CFS 2/2020 — Aeronavegantes e Não-Aeronavegantes — Português, Inglês, Matemática e Física — Código 21
Insônia infeliz e feliz
Clarice Lispector
De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem? Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se pensa. Sente-se. Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
Leia: “O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha”.
Essa sensação de posse deve-se ao fato de elaResolução comentada
Análise das alternativas
Insônia infeliz e feliz
Clarice Lispector
De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem? Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se pensa. Sente-se. Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
Qual dos trechos abaixo justifica o título do texto “Insônia infeliz e feliz”?Resolução comentada
Análise das alternativas
Insônia infeliz e feliz
Clarice Lispector
De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem? Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se pensa. Sente-se. Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
Por que o segundo parágrafo do texto inicia-se com a conjunção “mas”?Resolução comentada
Análise das alternativas
Insônia infeliz e feliz
Clarice Lispector
De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem? Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se pensa. Sente-se. Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
Leia: “Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando”.
No trecho acima, “a casa vai acordando” é umaResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
1 – inimigos, soldados
2 – plantas de uma região
3 – trabalhadores, alunos
4 – feixe de espigas de milho
( ) turma
( ) atilho
( ) flora
( ) hosteResolução comentada
Análise das alternativas
1 – Costumava faltar às aulas todas as _______. (quinta-feira)
2 – Sempre via muitos _______ no caminho de casa. (beija-flor)
3 – Os _______ de vários bairros solicitavam mais investimento em infraestrutura. (abaixo-assinado)Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
“Oh, Dora,
Rainha do frevo e do maracatu,
Ninguém requebra nem dança
Melhor do que tu”
Analisando sintaticamente os versos acima, pode-se afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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No texto acima, as orações substantivas em destaque são, respectivamente,Resolução comentada
Análise das alternativas
1 – Com a eloquência de sua oratória, fez o nobre deputado defesa da Reforma da Previdência.
2 – Não se dorme bem com o calor insuportável em uma grande metrópole durante o verão tropical brasileiro.
3 – Tempestade forte, transbordamento de rios e deslizamento de encostas castigaram a cidade do Rio de Janeiro em 2019.
Tem-se, respectivamente,Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
As palavras baiacu, tapeceiro e constrói têm em comum a presença de um
Relacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta dos substantivos coletivos.
Complete as frases de acordo com as regras do plural para os substantivos compostos constantes dos parênteses e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está inadequada.
Assinale a alternativa que não contém adjetivo no grau superlativo sintético erudito.
Leia:
Assinale a alternativa em que há predominância da linguagem coloquial.
Assinale a alternativa em que o advérbio ou a locução adverbial indica a subjetividade de quem analisa um evento.
Em qual alternativa a oração em destaque é subordinada adjetiva reduzida?
Se transformarmos os períodos simples em períodos compostos, em qual alternativa haverá uma oração coordenada sindética adversativa?
Leia:
Assinale a alternativa que apresenta um verbo defectivo.
Em “Pediu a mãe um copo de água”, pode-se afirmar que,
Leia e responda.
Em qual alternativa há uma oração subordinada adverbial final?
Em qual alternativa a concordância verbal está de acordo com o padrão culto da língua portuguesa?