← Voltar para a lista de provas Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Capelão Militar do Exército — Evangélico 41 questões nesta prova · página 1 de 3 · 40 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Acentuação correta em D: estupefatas, pôde. “Estupefatas” é paroxítona terminada em -s, sem acento. “Pôde” (pretérito perfeito) leva circunflexo para se diferenciar de “pode”. A alternativa D está correta. A: após o Acordo, “heroico” perdeu o acento (paroxítona com ditongo aberto “oi”). B: “para” (verbo) não tem mais acento diferencial. C: “frequentemente” perdeu o trema. E: “voo” perdeu o circunflexo no hiato “oo”. Referência: Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: regras de acentuação gráfica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A frase final mostra o papel vital das tecnologias na saúde, além do trabalho e do lazer. O parágrafo diz que as tecnologias permitem a continuidade do trabalho e das relações sociais e ainda podem “fazer a diferença entre a vida e a morte”. Isso mostra papel vital na medicina e nos hospitais, além de seus usos no trabalho e no lazer. Resposta: A. B: o texto não fala em uso indiscriminado nem em perda de vidas por isso. C: as tecnologias não deixaram o trabalho e o lazer. D: o texto não diz que as tecnologias dispensam ações regulatórias. E: o texto não diz que o uso na saúde é lento e primitivo. Referência: Interpretação de texto: Estadão, 20.04.2020. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível “Além disso” agrega informação nova, em adição. “Além disso” é expressão de adição. O 3º parágrafo acrescenta outras possibilidades de uso da IA (criação de remédios, previsão da epidemia etc.) às do parágrafo anterior, o que corresponde à alternativa B. A seria comparação (“como”, “assim como”). C seria oposição (“mas”, “no entanto”). D seria conclusão (“portanto”). E seria causa (“porque”). Referência: Coesão textual: conectivos e valores semânticos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O último parágrafo defende a celeridade regulatória, mesmo com tentativas e erros. O parágrafo diz que os processos regulatórios precisam avançar com agilidade em tempos excepcionais. Diz também que as soluções virão por tentativas e erros, e que “a única atitude inaceitável é não tentar”. A resposta é C. A: o texto não fala em parcimônia como risco. B: ele não condiciona a agilidade à ausência de erros. D: ele não considera a rapidez perigosa. E: ele não apregoa “organicidade” nem diz que não há espaço para erros. Referência: Interpretação de texto: Estadão, 20.04.2020. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A tipologia é argumentativa: editorial que defende o uso da IA. O texto é um editorial, publicado na seção Opinião, e defende um ponto de vista: a IA será útil para frear os primeiros estágios de um surto por meio de rastreamento robusto. O texto argumenta e apresenta tese, portanto é argumentativo (E). A diz que a IA servirá para coibir o acesso a informações, o que o texto não diz. B diz que o texto é uma crônica narrativa, o que não é. C diz que é resenha descritiva, o que não ocorre. D diz que é carta injuntiva e fala em dispensa de profissionais da saúde, o que o texto não afirma. Referência: Tipologia textual: texto argumentativo/editorial. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Sequência E: interveio, medeiam, convier, mantiveram, haja, utilizarão. “Intervir” segue “vir”, e o pretérito perfeito de “a pandemia” é “interveio”. “Mediar” é verbo irregular, e o presente é “medeiam”. “Se convier” é futuro do subjuntivo. “Mantiveram” é o pretérito perfeito de “manter”. “Caso haja” pede o presente do subjuntivo, e “utilizarão” concorda com o contexto de futuro. A resposta é E. A e C trazem “interviu”, “convir” ou “manteram”, formas incorretas. B traz “mediam”, que é imperfeito, e não encaixa. D traz “intervenho”, “medeam”, “manteram” e “há”, todos inadequados. Referência: Gramática normativa: conjugação de verbos irregulares (intervir, mediar, convir, manter, haver). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Só a alternativa C atende à ortografia oficial. “Anti-higiênicas” é grafado com hífen, pois o prefixo “anti-” termina em vogal e o segundo elemento começa com “h”. A resposta é C. A: o certo é “paralisação” e “autoaprendizagem”, sem hífen. B: o correto é “infraestrutura” e “expandir”. D: o correto é “coprodução”, e há erro de digitação no “bem muito bem”. E: “antirracistas” é escrito sem hífen e com “rr”. Referência: Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: emprego do hífen com prefixos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto conclui que a vida digna para todos exige mais do que a solidariedade pontual. O título e o final do texto dizem que ser solidário é bom, mas não basta. É preciso que a sociedade transforme a realidade e trate todos com dignidade. Isso leva à alternativa A. B: o texto critica a elite, que retomará seus afazeres privados, e não fala em empenho contínuo contra a desigualdade. C: as doações não estancaram as consequências da pandemia. D: a cifra é “formidável”, mas o texto diz que ela não resolve a desigualdade. E: não há afirmação de que a elite pretenda resolver o saneamento depois da pandemia. Referência: Interpretação de texto: editorial do Estadão, 31.05.2020. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Concordância verbal correta em A. “Costuma haver, em momentos de tragédia, espíritos solidários”: o verbo “haver” no sentido de “existir” é impessoal, e o auxiliar “costumar” fica no singular. A resposta é A. B: o certo seria “trata-se de uma crise vital”, pois o verbo é impessoal, com sujeito indeterminado. C: com “tanto... como...”, o verbo vai ao plural: “mobilizaram-se”. D: o sujeito “os 100 milhões” pede “somam-se”. E: o sujeito é “a cifra”, no singular: “não é suficiente”. Referência: Gramática normativa: concordância verbal; verbos impessoais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Concordância nominal correta em B. “Relegar... e privá-los... não são crimes bastante graves?” tem sujeito composto por dois infinitivos, o que justifica o verbo no plural. “Crimes” é o predicativo e concorda com “graves”, e “bastante” (= suficientemente) fica invariável. Pela gabarito, a resposta é B. A: “sendo socialmente consciente” deveria ser “conscientes”, para concordar com “empresas”. C: “eles mesmo” deveria ser “eles mesmos”. D: “segue incluso... a péssima distribuição” exigiria “inclusa” e “segue”, por concordância com o sujeito feminino. E: “a solidariedade… é necessário” exigiria “necessária”. Referência: Gramática normativa: concordância nominal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Só a alternativa C usa a crase de acordo com a norma. Em “à qual se acrescenta”, o verbo “acrescentar” exige a preposição “a”, que se funde ao artigo do pronome relativo “a qual” (feminino): à qual. Em “frente às necessidades”, há crase com artigo feminino plural. A resposta é C. A: há dois erros, “à dar” (a crase não ocorre diante de verbo) e “as doações” (faltou a crase, pois “continuidade a as doações”). B: “à retomada” com “estimular” é indevido, pois o verbo é transitivo direto, e portanto “a retomada” não leva preposição. D: “à começar” e “à outro patamar” são erros, porque não há crase diante de verbo nem de palavra masculina. E: “à todas” é erro, porque não há crase diante de pronome indefinido plural, e “a água” leva só “a”. Referência: Gramática normativa: emprego do acento indicativo de crase. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Coordenação aparece em A, na oração com “nem” (aditiva). Em “não dispõem de esgoto tratado, nem têm acesso à tecnologia”, as orações são independentes sintaticamente e ligadas por “nem”, conjunção aditiva. É uma coordenada sindética aditiva, como diz a alternativa A. B: “mesmo que demande…” é subordinada adverbial concessiva. C: “para que a sociedade se transforme” é subordinada adverbial final. D: “Embora seja louvável” é subordinada adverbial concessiva. E: “que viram sua renda desaparecer” é subordinada adjetiva restritiva. Referência: Gramática normativa: período composto por coordenação e subordinação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O eu lírico pretende renunciar a bens, desejos e convívio para falar com Deus. Os versos falam em ficar a sós, calar a voz, folgar os nós dos sapatos e da gravata, esquecer a data, ter mãos vazias e alma e corpo nus. Isso indica renúncia a bens materiais (sapatos, gravata), aos desejos e receios e ao convívio social (“a sós”). A resposta é D. A: ele não pretende cumprir compromissos, pois quer esquecer a data e perder a conta. B: o texto não fala em fracasso de projeto de vida. C: ele busca solidão, não sociabilidade. E: a paz buscada é interior, e o texto não trata de atitudes em relação ao próximo. Referência: Interpretação de texto poético: “Se eu quiser falar com Deus” (Gilberto Gil). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Apenas a alternativa B está corretamente pontuada. Em “A crença em Deus desafia os arrogantes, e o poeta se conscientizou disso”, a vírgula antes do “e” separa orações coordenadas com sujeitos diferentes. É um uso admitido, e não há erro de pontuação. A alternativa B está correta. A: falta vírgula depois de “ao contrário” (“Não, não é fácil…”, “ao contrário, é preciso…”). C: há vírgula indevida entre verbo e complemento (“assumir, novas atitudes”) e falta pontuação em “como, por exemplo,”. D: há vírgulas separando o sujeito do verbo (“acessórios, são”) e antes do “e” (“horários, e acessórios”). E: os dois-pontos depois de “que” são indevidos, porque quebram a ligação entre o verbo e sua completiva. Referência: Gramática normativa: emprego da vírgula. Resolução comentada do VaiConcursos.EsFCEx — Concurso de Admissão 2020 — 002. Prova Objetiva — Capelão Militar do Exército Evangélico — Versão A
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(André Dahmer, “Não há nada acontecendo”. Folha de S.Paulo, 09.07.2020)
No segundo e no terceiro quadrinhos, as falas do personagem fundamentam-se no pressuposto de queResolução comentada
Análise das alternativas
A tecnologia contra o vírus
Além de confrontar a humanidade, em nível pessoal e civilizacional, um dos efeitos da pandemia é transportar o futuro de um horizonte longínquo para o aqui e agora. Com o confinamento generalizado, a sociedade está sofrendo um choque de digitalização. Mas enquanto o mundo do trabalho e o do lazer têm tempo para se adaptar a esse futuro tornado prematuramente contemporâneo pela força de um vírus, aqueles que combatem este vírus com tecnologias como inteligência artificial (IA), robótica e big data precisam acelerar dramaticamente seus procedimentos para enfrentar a velocidade da sua disseminação. Afinal, além de permitir a continuidade do trabalho e das relações sociais, essas tecnologias podem fazer a diferença entre a vida e a morte no front de batalha.
Segundo a revista especializada em saúde STAT, a IA está sendo experimentada pelas redes hospitalares para pré-examinar e instruir possíveis infectados; identificar pacientes de alto risco para que os médicos possam se antecipar proativamente; examinar profissionais de saúde na linha de frente; detectar a covid-19 e diferenciá-la de outras doenças respiratórias; prever quais quadros irão se deteriorar; rastrear leitos e equipamentos; acompanhar os pacientes fora do hospital; detectar a distância altas temperaturas e impedir que pessoas doentes entrem em espaços públicos; e avaliar respostas a tratamentos experimentais.
Além disso, a IA pode acelerar a criação de remédios e vacinas, prever a evolução da epidemia, mensurar o impacto de políticas públicas e aprimorá-las para nos defender contra os surtos futuros que com toda probabilidade virão.
Um rastreamento robusto do vírus é decisivo para frear os primeiros estágios de um surto e será decisivo para as estratégias de transição da quarentena para as atividades normais. O procedimento tradicional de rastrear e notificar os contatos de um infectado é lento, mas pode ser feito instantaneamente através da localização e dos dados dos celulares e de aplicativos para notificação de resultados positivos.
Em tempos excepcionais, os processos regulatórios também precisam avançar em condições excepcionais. Como tudo o mais nesta pandemia, a chave está na agilidade. Assim como os tecnólogos estão acelerando seus processos de criação e produção de novas máquinas, as agências reguladoras, autoridades políticas e sociedade civil precisarão acelerar o processo de deliberação sobre o que é ou não aceitável. Como em todo avanço científico e tecnológico, as soluções virão por sucessivas tentativas e erros. A única atitude inaceitável é não tentar.
(Estadão. Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 20.04.2020. Adaptado)
Em relação às informações apresentadas no primeiro parágrafo, a frase que o conclui – ... essas tecnologias podem fazer a diferença entre a vida e a morte no front de batalha. – permite entender que as tecnologiasResolução comentada
Análise das alternativas
A tecnologia contra o vírus
Além de confrontar a humanidade, em nível pessoal e civilizacional, um dos efeitos da pandemia é transportar o futuro de um horizonte longínquo para o aqui e agora. Com o confinamento generalizado, a sociedade está sofrendo um choque de digitalização. Mas enquanto o mundo do trabalho e o do lazer têm tempo para se adaptar a esse futuro tornado prematuramente contemporâneo pela força de um vírus, aqueles que combatem este vírus com tecnologias como inteligência artificial (IA), robótica e big data precisam acelerar dramaticamente seus procedimentos para enfrentar a velocidade da sua disseminação. Afinal, além de permitir a continuidade do trabalho e das relações sociais, essas tecnologias podem fazer a diferença entre a vida e a morte no front de batalha.
Segundo a revista especializada em saúde STAT, a IA está sendo experimentada pelas redes hospitalares para pré-examinar e instruir possíveis infectados; identificar pacientes de alto risco para que os médicos possam se antecipar proativamente; examinar profissionais de saúde na linha de frente; detectar a covid-19 e diferenciá-la de outras doenças respiratórias; prever quais quadros irão se deteriorar; rastrear leitos e equipamentos; acompanhar os pacientes fora do hospital; detectar a distância altas temperaturas e impedir que pessoas doentes entrem em espaços públicos; e avaliar respostas a tratamentos experimentais.
Além disso, a IA pode acelerar a criação de remédios e vacinas, prever a evolução da epidemia, mensurar o impacto de políticas públicas e aprimorá-las para nos defender contra os surtos futuros que com toda probabilidade virão.
Um rastreamento robusto do vírus é decisivo para frear os primeiros estágios de um surto e será decisivo para as estratégias de transição da quarentena para as atividades normais. O procedimento tradicional de rastrear e notificar os contatos de um infectado é lento, mas pode ser feito instantaneamente através da localização e dos dados dos celulares e de aplicativos para notificação de resultados positivos.
Em tempos excepcionais, os processos regulatórios também precisam avançar em condições excepcionais. Como tudo o mais nesta pandemia, a chave está na agilidade. Assim como os tecnólogos estão acelerando seus processos de criação e produção de novas máquinas, as agências reguladoras, autoridades políticas e sociedade civil precisarão acelerar o processo de deliberação sobre o que é ou não aceitável. Como em todo avanço científico e tecnológico, as soluções virão por sucessivas tentativas e erros. A única atitude inaceitável é não tentar.
(Estadão. Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 20.04.2020. Adaptado)
Na sequenciação textual, a expressão “Além disso”, que inicia o 3º parágrafo, tem a função deResolução comentada
Análise das alternativas
A tecnologia contra o vírus
Além de confrontar a humanidade, em nível pessoal e civilizacional, um dos efeitos da pandemia é transportar o futuro de um horizonte longínquo para o aqui e agora. Com o confinamento generalizado, a sociedade está sofrendo um choque de digitalização. Mas enquanto o mundo do trabalho e o do lazer têm tempo para se adaptar a esse futuro tornado prematuramente contemporâneo pela força de um vírus, aqueles que combatem este vírus com tecnologias como inteligência artificial (IA), robótica e big data precisam acelerar dramaticamente seus procedimentos para enfrentar a velocidade da sua disseminação. Afinal, além de permitir a continuidade do trabalho e das relações sociais, essas tecnologias podem fazer a diferença entre a vida e a morte no front de batalha.
Segundo a revista especializada em saúde STAT, a IA está sendo experimentada pelas redes hospitalares para pré-examinar e instruir possíveis infectados; identificar pacientes de alto risco para que os médicos possam se antecipar proativamente; examinar profissionais de saúde na linha de frente; detectar a covid-19 e diferenciá-la de outras doenças respiratórias; prever quais quadros irão se deteriorar; rastrear leitos e equipamentos; acompanhar os pacientes fora do hospital; detectar a distância altas temperaturas e impedir que pessoas doentes entrem em espaços públicos; e avaliar respostas a tratamentos experimentais.
Além disso, a IA pode acelerar a criação de remédios e vacinas, prever a evolução da epidemia, mensurar o impacto de políticas públicas e aprimorá-las para nos defender contra os surtos futuros que com toda probabilidade virão.
Um rastreamento robusto do vírus é decisivo para frear os primeiros estágios de um surto e será decisivo para as estratégias de transição da quarentena para as atividades normais. O procedimento tradicional de rastrear e notificar os contatos de um infectado é lento, mas pode ser feito instantaneamente através da localização e dos dados dos celulares e de aplicativos para notificação de resultados positivos.
Em tempos excepcionais, os processos regulatórios também precisam avançar em condições excepcionais. Como tudo o mais nesta pandemia, a chave está na agilidade. Assim como os tecnólogos estão acelerando seus processos de criação e produção de novas máquinas, as agências reguladoras, autoridades políticas e sociedade civil precisarão acelerar o processo de deliberação sobre o que é ou não aceitável. Como em todo avanço científico e tecnológico, as soluções virão por sucessivas tentativas e erros. A única atitude inaceitável é não tentar.
(Estadão. Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 20.04.2020. Adaptado)
As informações do último parágrafo permitem concluir queResolução comentada
Análise das alternativas
A tecnologia contra o vírus
Além de confrontar a humanidade, em nível pessoal e civilizacional, um dos efeitos da pandemia é transportar o futuro de um horizonte longínquo para o aqui e agora. Com o confinamento generalizado, a sociedade está sofrendo um choque de digitalização. Mas enquanto o mundo do trabalho e o do lazer têm tempo para se adaptar a esse futuro tornado prematuramente contemporâneo pela força de um vírus, aqueles que combatem este vírus com tecnologias como inteligência artificial (IA), robótica e big data precisam acelerar dramaticamente seus procedimentos para enfrentar a velocidade da sua disseminação. Afinal, além de permitir a continuidade do trabalho e das relações sociais, essas tecnologias podem fazer a diferença entre a vida e a morte no front de batalha.
Segundo a revista especializada em saúde STAT, a IA está sendo experimentada pelas redes hospitalares para pré-examinar e instruir possíveis infectados; identificar pacientes de alto risco para que os médicos possam se antecipar proativamente; examinar profissionais de saúde na linha de frente; detectar a covid-19 e diferenciá-la de outras doenças respiratórias; prever quais quadros irão se deteriorar; rastrear leitos e equipamentos; acompanhar os pacientes fora do hospital; detectar a distância altas temperaturas e impedir que pessoas doentes entrem em espaços públicos; e avaliar respostas a tratamentos experimentais.
Além disso, a IA pode acelerar a criação de remédios e vacinas, prever a evolução da epidemia, mensurar o impacto de políticas públicas e aprimorá-las para nos defender contra os surtos futuros que com toda probabilidade virão.
Um rastreamento robusto do vírus é decisivo para frear os primeiros estágios de um surto e será decisivo para as estratégias de transição da quarentena para as atividades normais. O procedimento tradicional de rastrear e notificar os contatos de um infectado é lento, mas pode ser feito instantaneamente através da localização e dos dados dos celulares e de aplicativos para notificação de resultados positivos.
Em tempos excepcionais, os processos regulatórios também precisam avançar em condições excepcionais. Como tudo o mais nesta pandemia, a chave está na agilidade. Assim como os tecnólogos estão acelerando seus processos de criação e produção de novas máquinas, as agências reguladoras, autoridades políticas e sociedade civil precisarão acelerar o processo de deliberação sobre o que é ou não aceitável. Como em todo avanço científico e tecnológico, as soluções virão por sucessivas tentativas e erros. A única atitude inaceitável é não tentar.
(Estadão. Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 20.04.2020. Adaptado)
Analisando as informações textuais, conclui-se corretamente que a tipologia predominante no texto é aResolução comentada
Análise das alternativas
A tecnologia contra o vírus
Além de confrontar a humanidade, em nível pessoal e civilizacional, um dos efeitos da pandemia é transportar o futuro de um horizonte longínquo para o aqui e agora. Com o confinamento generalizado, a sociedade está sofrendo um choque de digitalização. Mas enquanto o mundo do trabalho e o do lazer têm tempo para se adaptar a esse futuro tornado prematuramente contemporâneo pela força de um vírus, aqueles que combatem este vírus com tecnologias como inteligência artificial (IA), robótica e big data precisam acelerar dramaticamente seus procedimentos para enfrentar a velocidade da sua disseminação. Afinal, além de permitir a continuidade do trabalho e das relações sociais, essas tecnologias podem fazer a diferença entre a vida e a morte no front de batalha.
Segundo a revista especializada em saúde STAT, a IA está sendo experimentada pelas redes hospitalares para pré-examinar e instruir possíveis infectados; identificar pacientes de alto risco para que os médicos possam se antecipar proativamente; examinar profissionais de saúde na linha de frente; detectar a covid-19 e diferenciá-la de outras doenças respiratórias; prever quais quadros irão se deteriorar; rastrear leitos e equipamentos; acompanhar os pacientes fora do hospital; detectar a distância altas temperaturas e impedir que pessoas doentes entrem em espaços públicos; e avaliar respostas a tratamentos experimentais.
Além disso, a IA pode acelerar a criação de remédios e vacinas, prever a evolução da epidemia, mensurar o impacto de políticas públicas e aprimorá-las para nos defender contra os surtos futuros que com toda probabilidade virão.
Um rastreamento robusto do vírus é decisivo para frear os primeiros estágios de um surto e será decisivo para as estratégias de transição da quarentena para as atividades normais. O procedimento tradicional de rastrear e notificar os contatos de um infectado é lento, mas pode ser feito instantaneamente através da localização e dos dados dos celulares e de aplicativos para notificação de resultados positivos.
Em tempos excepcionais, os processos regulatórios também precisam avançar em condições excepcionais. Como tudo o mais nesta pandemia, a chave está na agilidade. Assim como os tecnólogos estão acelerando seus processos de criação e produção de novas máquinas, as agências reguladoras, autoridades políticas e sociedade civil precisarão acelerar o processo de deliberação sobre o que é ou não aceitável. Como em todo avanço científico e tecnológico, as soluções virão por sucessivas tentativas e erros. A única atitude inaceitável é não tentar.
(Estadão. Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 20.04.2020. Adaptado)
A coesão textual por referenciação está corretamente indicada com o termo destacado em:
A tecnologia contra o vírus
Além de confrontar a humanidade, em nível pessoal e civilizacional, um dos efeitos da pandemia é transportar o futuro de um horizonte longínquo para o aqui e agora. Com o confinamento generalizado, a sociedade está sofrendo um choque de digitalização. Mas enquanto o mundo do trabalho e o do lazer têm tempo para se adaptar a esse futuro tornado prematuramente contemporâneo pela força de um vírus, aqueles que combatem este vírus com tecnologias como inteligência artificial (IA), robótica e big data precisam acelerar dramaticamente seus procedimentos para enfrentar a velocidade da sua disseminação. Afinal, além de permitir a continuidade do trabalho e das relações sociais, essas tecnologias podem fazer a diferença entre a vida e a morte no front de batalha.
Segundo a revista especializada em saúde STAT, a IA está sendo experimentada pelas redes hospitalares para pré-examinar e instruir possíveis infectados; identificar pacientes de alto risco para que os médicos possam se antecipar proativamente; examinar profissionais de saúde na linha de frente; detectar a covid-19 e diferenciá-la de outras doenças respiratórias; prever quais quadros irão se deteriorar; rastrear leitos e equipamentos; acompanhar os pacientes fora do hospital; detectar a distância altas temperaturas e impedir que pessoas doentes entrem em espaços públicos; e avaliar respostas a tratamentos experimentais.
Além disso, a IA pode acelerar a criação de remédios e vacinas, prever a evolução da epidemia, mensurar o impacto de políticas públicas e aprimorá-las para nos defender contra os surtos futuros que com toda probabilidade virão.
Um rastreamento robusto do vírus é decisivo para frear os primeiros estágios de um surto e será decisivo para as estratégias de transição da quarentena para as atividades normais. O procedimento tradicional de rastrear e notificar os contatos de um infectado é lento, mas pode ser feito instantaneamente através da localização e dos dados dos celulares e de aplicativos para notificação de resultados positivos.
Em tempos excepcionais, os processos regulatórios também precisam avançar em condições excepcionais. Como tudo o mais nesta pandemia, a chave está na agilidade. Assim como os tecnólogos estão acelerando seus processos de criação e produção de novas máquinas, as agências reguladoras, autoridades políticas e sociedade civil precisarão acelerar o processo de deliberação sobre o que é ou não aceitável. Como em todo avanço científico e tecnológico, as soluções virão por sucessivas tentativas e erros. A única atitude inaceitável é não tentar.
(Estadão. Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 20.04.2020. Adaptado)
O complemento nominal está semanticamente mais coeso ao núcleo, por representar uma construção derivada mediante a nominalização, fenômeno que não ocorre no adjunto nominal.
(Bechara, 2019)
Com base na explicação, há um complemento nominal corretamente destacado em:
A tecnologia contra o vírus
Além de confrontar a humanidade, em nível pessoal e civilizacional, um dos efeitos da pandemia é transportar o futuro de um horizonte longínquo para o aqui e agora. Com o confinamento generalizado, a sociedade está sofrendo um choque de digitalização. Mas enquanto o mundo do trabalho e o do lazer têm tempo para se adaptar a esse futuro tornado prematuramente contemporâneo pela força de um vírus, aqueles que combatem este vírus com tecnologias como inteligência artificial (IA), robótica e big data precisam acelerar dramaticamente seus procedimentos para enfrentar a velocidade da sua disseminação. Afinal, além de permitir a continuidade do trabalho e das relações sociais, essas tecnologias podem fazer a diferença entre a vida e a morte no front de batalha.
Segundo a revista especializada em saúde STAT, a IA está sendo experimentada pelas redes hospitalares para pré-examinar e instruir possíveis infectados; identificar pacientes de alto risco para que os médicos possam se antecipar proativamente; examinar profissionais de saúde na linha de frente; detectar a covid-19 e diferenciá-la de outras doenças respiratórias; prever quais quadros irão se deteriorar; rastrear leitos e equipamentos; acompanhar os pacientes fora do hospital; detectar a distância altas temperaturas e impedir que pessoas doentes entrem em espaços públicos; e avaliar respostas a tratamentos experimentais.
Além disso, a IA pode acelerar a criação de remédios e vacinas, prever a evolução da epidemia, mensurar o impacto de políticas públicas e aprimorá-las para nos defender contra os surtos futuros que com toda probabilidade virão.
Um rastreamento robusto do vírus é decisivo para frear os primeiros estágios de um surto e será decisivo para as estratégias de transição da quarentena para as atividades normais. O procedimento tradicional de rastrear e notificar os contatos de um infectado é lento, mas pode ser feito instantaneamente através da localização e dos dados dos celulares e de aplicativos para notificação de resultados positivos.
Em tempos excepcionais, os processos regulatórios também precisam avançar em condições excepcionais. Como tudo o mais nesta pandemia, a chave está na agilidade. Assim como os tecnólogos estão acelerando seus processos de criação e produção de novas máquinas, as agências reguladoras, autoridades políticas e sociedade civil precisarão acelerar o processo de deliberação sobre o que é ou não aceitável. Como em todo avanço científico e tecnológico, as soluções virão por sucessivas tentativas e erros. A única atitude inaceitável é não tentar.
(Estadão. Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 20.04.2020. Adaptado)
A pandemia da covid-19 __________ assustadoramente na rotina das pessoas ao redor do mundo. Nesse novo cenário, inteligência artificial (IA), robótica e big data __________ a relação do homem com o conhecimento. Se __________, a IA pode mensurar o impacto de políticas públicas e aprimorá-las para nos defender contra os surtos futuros. Daqui a alguns anos, com os resultados da IA em outras áreas além da saúde, será possível analisar se as pessoas __________ ou não os mesmos pontos de vista sobre as práticas mediadas pela tecnologia. Caso __________ mudança, é importante saber como __________ os novos padrões da medicina.
De acordo com a norma-padrão, as formas verbais que preenchem, respectivamente, as lacunas do enunciado são:Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Ser solidário é bom, mas não basta
As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.
O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.
Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.
Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.
Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.
(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)
De acordo com a leitura do texto, conclui-se queResolução comentada
Análise das alternativas
Ser solidário é bom, mas não basta
As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.
O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.
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Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.
Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.
(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)
Assinale a afirmação correta sobre o terceiro parágrafo, em destaque, no texto.
Ser solidário é bom, mas não basta
As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.
O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.
Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.
Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.
Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.
(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)
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Ser solidário é bom, mas não basta
As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.
O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.
Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.
Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.
Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.
(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)
A frase, reescrita a partir do texto, assume versão correta, quanto à concordância verbal, emResolução comentada
Análise das alternativas
Ser solidário é bom, mas não basta
As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.
O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.
Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.
Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.
Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.
(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)
Assinale a alternativa correta, quanto à concordância nominal, da frase reescrita a partir do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Ser solidário é bom, mas não basta
As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.
O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.
Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.
Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.
Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.
(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, corretamente, o segmento frasal, de acordo com o acento indicativo da crase.
É preciso estimularResolução comentada
Análise das alternativas
Ser solidário é bom, mas não basta
As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.
O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.
Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.
Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.
Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.
(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o pronome que substitui o termo em destaque na primeira frase está corretamente posicionado, de acordo com a norma-padrão.
Ser solidário é bom, mas não basta
As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.
O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.
Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.
Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.
Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.
(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)
Observa-se relação de coordenação entre as orações na alternativaResolução comentada
Análise das alternativas
Se eu quiser falar com Deus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
(www.google.com.br, acesso em 10.07.2020)
Lendo-se a letra da canção, conclui-se que o eu lírico, para falar com Deus, pretendeResolução comentada
Análise das alternativas
Se eu quiser falar com Deus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
(www.google.com.br, acesso em 10.07.2020)
A frase, reescrita a partir dos versos da canção, está correta, quanto à pontuação, emResolução comentada
Análise das alternativas
Leia a tira.
Assinale a alternativa em que se atende à norma-padrão de acentuação gráfica.
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Assinale a alternativa em que o enunciado atende à ortografia oficial.
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