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EsFCEx — Concurso de Admissão 2020 — Oficial do Quadro Complementar do Exército — Enfermagem — Prova 006, Versão A

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem

Fundação VUNESP2020Superior

70 questões nesta prova · página 2 de 4 · 70 com gabarito

História do Brasil Crise de 1929 e Industrialização

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Já observamos que, de 1929 ao ponto mais baixo da depressão, a renda monetária no Brasil se reduziu entre 25 e 30 por cento. Nesse mesmo período, o índice de preços dos produtos importados subiu 33 por cento. Compreende-se, assim, que a redução no quantum das importações tenha sido superior a 60 por cento.
Depreende-se facilmente a importância crescente que, como elemento dinâmico, irá logrando a procura interna nessa etapa de depressão. Ao manter-se a procura interna com maior firmeza que a externa, o setor que produzia para o mercado interno passa a oferecer melhores oportunidades de inversão que o setor exportador. Cria-se, em consequência, uma situação praticamente nova na economia brasileira.
(Celso Furtado. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. Adaptado)
A “situação praticamente nova na economia brasileira”, segundo Furtado, refere-se
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Para Furtado, o mercado interno passou a ser o centro dinâmico da formação de capital.

Furtado explica que, após 1929, a demanda interna se manteve mais firme que a externa e o setor voltado ao mercado interno passou a oferecer melhores oportunidades de investimento. O centro dinâmico deslocou-se do setor exportador para o mercado interno, base da industrialização.

Análise das alternativas

A) O texto não trata de transferência de capitais do setor agrário para o financeiro. B) Não há passagem da hegemonia para industriais nordestinos. C) Não se trata de ampliar as disparidades regionais por política. E) O texto não fala em abandono da proteção ao café ou ao algodão; a política de defesa do café continuou.

Referência: Furtado, C. Formação econômica do Brasil. Companhia das Letras, 2007.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Redemocratização — Diretas Já

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Em 1983, lideranças partidárias demandavam mudança nas regras da sucessão da presidência da República, mediante a aprovação de emenda constitucional.
Só um fato extraordinário poderia romper com as regras que impunham a vitória de um candidato eleito pelo voto indireto para a sucessão presidencial, e as oposições se encarregaram de criá-lo. A campanha com lema “Diretas Já” começou timidamente, em junho de 1983, com um comício em Goiânia, que reuniu 5 mil pessoas e demonstrou a viabilidade de um movimento de massas orientado para exigir do Congresso Nacional a aprovação da Emenda Dante de Oliveira.
A oposição contava com algumas vantagens.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)
Para Lilia Schwarcz e Heloisa Starling, uma dessas vantagens foi
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Em 1982, o PMDB elegeu nove governadores, incluindo os estados mais ricos, e o PDT venceu no Rio.

As eleições diretas de 1982 para governador deram vitória à oposição em estados importantes, como São Paulo e Minas Gerais (PMDB), e no Rio de Janeiro (PDT, com Brizola). Isso deu à campanha das Diretas apoio político e estrutura estadual.

Análise das alternativas

B) A oposição não obteve maioria na Câmara em 1982; o PDS manteve vantagem no Colégio Eleitoral. C) Não houve essa decisão do STF. D) As eleições de 1980 não ocorreram; as municipais foram em 1982 ou 1985 e não deram esse resultado. E) O PMDB não obteve maioria no Senado, e o PDS manteve maioria no Congresso.

Referência: Schwarcz, L. M.; Starling, H. M. Brasil: uma biografia. Companhia das Letras, 2015.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Transição Demográfica

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Analise o gráfico para responder à questão.
Gráfico de área "Transição demográfica (1920-2010)", taxa anual em por mil. Curva superior (natalidade): 1920: 45; 1940: 44; 1950: 44,4; 1960: 43,3; 1970: 37,7; 1980: 37,1; 1991: 33,3; 1996: 23,01; 2000: 19,9; 2010: 20,1. Curva inferior (mortalidade): 1920: 26,4; 1940: 25,3; 1950: 20,6; 1960: 13,4; 1970: 9,4; 1980: 8,8; 1991: 9,1; 1996: 7,07; 2000: 6,7; 2010: 6,1. A área entre as curvas, em cinza, é rotulada "Crescimento natural".
(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicasdo território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)
A leitura do gráfico e os conhecimentos sobre a dinâmica demográfica brasileira permitem afirmar que
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Geografia do Brasil Indicadores Sociais — IDHM

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Em 1998, o Brasil foi um dos países pioneiros ao adaptar e calcular um IDH subnacional para todos os municípios brasileiros, com dados do Censo Demográfico, criando o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).
(http://atlasbrasil.org.br/2013/data/rawData/publicacao_atlas_rm_pt.pdf)
Um dos pontos positivos do IDHM é o fato de ele
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Um ponto positivo do IDHM é popularizar o desenvolvimento centrado nas pessoas, não só no PIB.

O IDHM, como o IDH, incorpora renda, educação e longevidade, e passa a medir o desenvolvimento para além do crescimento econômico e do PIB. Isso difundiu o conceito de desenvolvimento humano nos municípios.

Análise das alternativas

A) Considera três dimensões (longevidade, educação e renda) e as dimensões são comparáveis. C) O IDHM não destaca separadamente rural e urbano. D) Não depende da divulgação do IDH mundial. E) Os avanços do IDHM não indicam redução persistente das diferenças regionais.

Referência: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (PNUD/IPEA/FJP).

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Geografia do Brasil Industrialização Brasileira

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Para promover a industrialização, a partir dos anos de 1960, o Estado adotou várias ações importantes, dentre as quais:
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A partir dos anos 1960, o Estado criou infraestrutura em distritos industriais em várias regiões.

No período, a industrialização foi apoiada por ações estatais como a criação e a ampliação de infraestrutura em distritos industriais, a exemplo de Sudene, Zona Franca de Manaus e distritos em vários estados. O Estado atuou como indutor do desenvolvimento.

Análise das alternativas

A) O modelo era de substituição de importações e protecionismo, não de abertura. C) As privatizações predominaram só a partir dos anos 1990. D) O regime militar reprimiu os sindicatos. E) Os tecnopolos são mais característicos de períodos posteriores.

Referência: Ross, J. L. S. (org.). Geografia do Brasil. Edusp, 2001.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Estrutura Fundiária

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Segundo Théry e Mello-Théry (2018), as propriedades agrárias muito grandes (mais de 500 ha) e as muito pequenas (menos de 1 ha) ocupam zonas distintas no Brasil. Para os autores, são exemplos de áreas de concentração de propriedades muito grandes e muito pequenas, respectivamente:
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Propriedades muito grandes concentram-se no Mato Grosso e as muito pequenas, no Agreste pernambucano.

Segundo Théry e Mello-Théry, as grandes propriedades se concentram na fronteira agrícola do Centro-Oeste, como Mato Grosso, e as minúsculas em áreas de agricultura familiar do Nordeste, como o Agreste pernambucano.

Análise das alternativas

A) Bahia e Triângulo Mineiro não correspondem a esse padrão apontado. B) Amazonas e Santa Catarina não são os exemplos indicados pelos autores. D) Pará e São Paulo também não. E) Goiás e Campanha Gaúcha não correspondem, pois a Campanha tem grandes propriedades pecuaristas.

Referência: Théry, H.; Mello-Théry, N. A. Atlas do Brasil (2018).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Estrutura Etária — Pirâmide Etária

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Observe o gráfico.
Pirâmide etária do Brasil em 2010, com homens à esquerda e mulheres à direita, faixas de 0 a 4 anos até 80 anos ou mais, eixo horizontal de 0 a 10 por cento. As barras são mais largas entre 10 e 24 anos e estreitam-se tanto na base (0 a 9 anos) quanto no topo. Créditos na figura: ©HT/NAMT 2018, Fonte: IBGE, 2010b.
(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)
Considerando as transformações recentes na pirâmide etária brasileira, uma das suas consequências é
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Geografia do Brasil Recursos Hídricos — Usos da Água

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Observe a figura que representa o uso mundial de água por três setores entre 1940 a 2000.
Gráfico de linhas do uso mundial de água entre 1940 e 2000, em mil km³ por ano. A linha "Total" sobe de cerca de 0,5 para cerca de 3,8; a linha pontilhada A sobe de cerca de 0,5 para cerca de 2,6; a linha tracejada B sobe de cerca de 0,1 para cerca de 0,75; a linha cinza C sobe de cerca de 0,05 para cerca de 0,4.
(Ricardo Hirata. Recursos Hídricos. In: W. Teixeira. et al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000. Adaptado)
Os totais indicados com as letras A, B e C representam, respectivamente, os consumos de água mundial pelos setores:
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Geografia do Brasil Domínios Morfoclimáticos — Caatinga

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Região semiárida onde os totais anuais de precipitação, em diversos pontos, não ultrapassam os 400 mm anuais, marcada em sua paisagem por solos pedregosos com formas agressivas, como os campos de inselbergs, assim como por um regime intermitente da rede de drenagem.
(Jurandyr Luciano Sanches Ross (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 2001. Adaptado)
Essa região apresenta uma vegetação típica denominada
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Semiárido com menos de 400 mm, solos pedregosos, inselbergs e rios intermitentes corresponde à Caatinga.

As características descritas, como semiaridez, precipitação baixa, relevo com inselbergs e rios intermitentes, correspondem ao domínio das depressões intermontanas semiáridas do Nordeste. A vegetação típica é a Caatinga, adaptada à seca, com plantas xerófilas e caducifólias.

Análise das alternativas

A) A Mata Atlântica é úmida e litorânea. B) Os Campos Sulinos ocorrem no clima subtropical do Sul. C) A Mata de Cocais é transicional, entre Amazônia e Caatinga. E) O Cerrado tem maior pluviosidade e vegetação de savana.

Referência: Ross, J. L. S. (org.). Geografia do Brasil. Edusp, 2001.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Transportes — Corredores de Exportação

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Observe o mapa temático.
Mapa do Brasil com divisão estadual e manchas cinza com setas apontando para portos: Itaqui/Ponta da Madeira, Vitória/Tubarão, Rio de Janeiro/Sepetiba, Santos, Paranaguá e Rio Grande. As manchas partem do interior (Centro-Oeste, Minas Gerais, Pará/Maranhão e Sul) em direção a esses portos.
(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)
A cartografia destacada no mapa representa espacialmente
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Enfermagem em Saúde Mental Crise Suicida — Abordagem

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Frente a um indivíduo agressivo, em condição de intenso sofrimento manifestado pelo desejo de realizar ato autolesivo com o objetivo de morte, o enfermeiro/socorrista deve, entre outros cuidados,
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Na crise suicida, deve-se conduzir a conversa sem pressa, transmitindo que o paciente não está sozinho.

A abordagem recomendada envolve calma, escuta atenta, tempo e presença, transmitindo ao indivíduo que ele não está sozinho e ganhando tempo até a chegada de apoio. Isso favorece o vínculo e reduz o risco do ato.

Análise das alternativas

B) Aproximar-se de forma silenciosa e sem ser visto pode intensificar a agressividade e o risco; a abordagem deve ser transparente. C) Usar a imprensa é antiético e pode aumentar a exposição e o risco. D) Mudar de local logo no início pode ser inviável e desestabilizar o paciente. E) Comparar com outras pessoas minimiza o sofrimento e pode ser invalidante.

Referência: Manuais de prevenção do suicídio (OMS/Ministério da Saúde) e abordagem à crise em saúde mental.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Enfermagem Médico-Cirúrgica Pós-operatório de Ressecção Transuretral da Próstata

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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M.S., 72 anos, sexo masculino, hipertenso, diabético, com diagnóstico de neoplasia da próstata, foi submetido à ressecção transuretral da próstata há 36 horas. No início do plantão, ao realizar o exame físico, o enfermeiro constatou: glicemia capilar (jejum) = 126 mg/dL; temperatura axilar = 36,9 ºC; pulso = 78 batimentos por minuto, respiração = 16 movimentos por minuto; pressão arterial = 132 X 82 mmHg e, entre outros itens, o paciente portava acesso periférico para a reposição de eletrólitos e administração de medicamentos, e sonda vesical de demora. O enfermeiro observou que a cor da urina, que no plantão anterior apresentava cor rosada, evoluíra para âmbar. Ao atualizar/definir o(s) diagnóstico(s) de enfermagem e prescrever os cuidados de enfermagem para M.S., ele deve considerar que a alteração na coloração da urina é indicativa de
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Resolução comentada

A mudança da urina de rosada para âmbar após RTU de próstata indica redução do sangramento.

No pós-operatório de RTU de próstata é esperada hematúria, e a urina rosada reflete a presença de sangue. A evolução para âmbar (cor normal) sugere diminuição do sangramento. Os sinais vitais e a glicemia estão normais, o que não indica sepse nem outro problema.

Análise das alternativas

A) Hiper-hidratação diluiria a urina, deixando-a mais clara, e não âmbar. C) Não há febre, taquicardia, taquipneia ou hipotensão que sugiram sepse. D) A glicemia de 126 mg/dL não justifica glicosúria, e esta não altera a cor para âmbar. E) A microproteinúria não é visível na cor da urina.

Referência: Enfermagem médico-cirúrgica – cuidados no pós-operatório de RTU de próstata e irrigação vesical.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Pública Política Nacional de Atenção Básica — Princípios

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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M.P., 32 anos, sexo feminino, casada, reside há dois meses na área de abrangência de uma unidade básica de saúde (UBS). Ao ter sua gravidez confirmada por meio de teste adquirido em farmácia, procurou a UBS para iniciar o pré-natal. Ao ser atendida, informou, entre outros assuntos, que a empresa onde trabalhava como recepcionista oferecia assistência médica. Frente a essa situação, foi orientada a procurar um médico do convênio para o acompanhamento de sua gestação, pois havia muita procura por atendimento na UBS por pessoas que não tinham acesso a convênios.
De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, a situação apresentada fere ao princípio da Atenção Básica de
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Negar atendimento por a pessoa ter convênio fere a universalidade da Atenção Básica.

A PNAB estabelece a universalidade como princípio: a Atenção Básica deve ser porta de entrada acessível a todas as pessoas, sem restrição, independentemente de possuírem plano de saúde. Orientar M.P. a procurar o convênio por ter assistência privada restringe seu acesso ao SUS, ferindo esse princípio.

Análise das alternativas

A) Participação da comunidade trata do controle social, que não é o foco da situação. B) Longitudinalidade é o acompanhamento contínuo ao longo do tempo, não o acesso inicial. C) Hierarquização refere-se à organização em níveis de complexidade, sem relação com a negativa. D) Regionalização trata da organização territorial das redes, também não é o ponto da situação.

Referência: Política Nacional de Atenção Básica (Portaria GM/MS nº 2.436/2017) – princípios do SUS: universalidade, equidade e integralidade.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Epidemiologia Mortalidade Infantil — Componentes

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Com a finalidade de conhecer o perfil epidemiológico da população infantil de duas regiões, a equipe de saúde elaborou, entre outros itens, a tabela apresentada a seguir.
Tabela "Taxas de mortalidade infantil e seus componentes – Brasil, regiões sudeste e sul, 2016", colunas Região, Componente e 2016. Sudeste: neonatal precoce 6,1; neonatal tardia 2,2; pós-neonatal 3,9. Sul: neonatal precoce 5,1; neonatal tardia 1,9; pós-neonatal 3,0.
(Ministério da Saúde. Saúde Brasil 2018 uma análise de situação de saúde e das doenças e agravos crônicos: desafios e perspectivas. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. Adaptado)
Os dados apresentados mostram que
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Epidemiologia Vigilância Epidemiológica — Investigação de Casos

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Leia atentamente a notícia a seguir.
Empresário que levou coronavírus para Trancoso vira alvo de inquérito policial
Homem ignorou quarentena e infectou três pessoas
Um empresário cearense (Ec), apontado pelo Governo da Bahia como transmissor do novo coronavírus em Trancoso, distrito de Porto Seguro, extremo sul do estado, virou alvo de um inquérito policial.
A investigação foi aberta a pedido do Ministério Público da Bahia (MP). O órgão entende que o empresário ignorou recomendações de quarentena quando estava em São Paulo e viajou para Trancoso, mesmo sob suspeita de estar com a Covid-19. A viagem ocorreu no dia 12 de março e o teste com resultado positivo foi divulgado no sábado passado, dia 14.
Ao partir para Trancoso, o empresário espalhou o vírus para três pessoas: sua esposa (E), uma amiga (A) e o cozinheiro (Co) que trabalha para ele no distrito baiano.
O empresário cearense (Ec) está em isolamento em sua casa na praia de Itapororoca, em Trancoso, junto com outras 16 pessoas, entre familiares, amigos e funcionários.
Antes de viajar para a Bahia, o empresário cearense (Ec) esteve num casamento em Itacaré, no sul do estado, dia 7 de março. Na cerimônia, realizada em um resort de luxo, havia entre os 500 convidados um homem (H) de 26 anos de São Paulo que estava com Covid-19. Dias após a cerimônia, outros convidados do casamento também testaram positivo para o vírus.
Segundo o promotor de Justiça Thomás Raimundo Brito, hóspedes que estiveram no evento contraíram coronavírus, conforme exames realizados e cujos resultados foram divulgados posteriormente. No ofício, o MP solicita ainda que o hotel informe se os trabalhadores foram submetidos a exames.
(https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/empresario-que-levou-coronavirus-para-trancoso-vira-alvo-de-inquerito-policial/ . Adaptado)
Frente a essa situação, considerando-se os aspectos relacionados à vigilância epidemiológica, é correto afirmar que
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Resolução comentada

Caso-índice é o primeiro caso identificado/notificado em um surto; aqui, Ec é o caso que desencadeou a investigação.

Na vigilância epidemiológica, o caso-índice é o primeiro caso notificado e identificado que motiva a investigação, mesmo que não seja o primário. Ec foi apontado pelo governo e pelo MP como o transmissor em Trancoso e é a partir dele que se identificam os contatos (E, A, Co). Por isso, nessa situação, ele é o caso-índice.

Análise das alternativas

A) O isolamento de contatos é medida de controle, não momento da investigação clínico-laboratorial. B) H viajou para os EUA e depois adoeceu em outro local; caso autóctone é o contraído no local de residência/identificação, e a infecção de H teria origem externa, sendo, portanto, importada/alóctone. D) Co se infectou em Trancoso, a partir de Ec, o que o torna autóctone, não alóctone. E) A testagem e a divulgação de resultados são etapas laboratoriais/de análise, não a etapa de campo, que envolve busca ativa, entrevistas e coleta de dados no local.

Referência: Guia de Vigilância em Saúde (Ministério da Saúde) – investigação epidemiológica de casos e surtos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Enfermagem em Saúde Coletiva Avaliação Nutricional — IMC da Pessoa Idosa

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Texto-base:
Para responder às questões de números 36 a 38, considere o relato a seguir.
J.R., 69 anos, sexo masculino, hipertenso, portador de diabete tipo 2, há 12 anos, insulinodependente, compareceu à unidade básica de saúde (UBS) para consulta de enfermagem. Relatou que vinha se alimentando e fazendo caminhadas de acordo com as orientações recebidas, ingeria regularmente os medicamentos prescritos, mas estava confuso sobre o uso de dispositivo caneta com agulha de 4 mm para aplicação de insulina, que havia recebido há poucos dias. Queixou-se que, eventualmente, vinha apresentando episódios de tonturas ao se levantar da cama ou da poltrona. Ao realizar o exame físico de J.R., o enfermeiro obteve: peso = 76 800 g; altura = 170 cm, e aferiu a pressão arterial com o objetivo de investigar a ocorrência de hipotensão ortostática. Dando prosseguimento à consulta, o enfermeiro completou o exame físico e, em conjunto com J.R., elaborou o plano de cuidados e metas a serem atingidas, orientando-o sobre a aplicação da insulina com caneta.

O índice de massa corporal (IMC) de J.R., sua interpretação (I) e a conduta (C) a ser adotada pelo enfermeiro são, respectivamente:
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Resolução comentada

IMC = 26,6 kg/m², eutrófico para idoso, e a conduta é manter as orientações de alimentação e atividade física.

IMC = 76,8/(1,70)² = 76,8/2,89 ≈ 26,6 kg/m². Para pessoas idosas, a classificação adotada pelo Ministério da Saúde considera eutrofia entre 22 e 27 kg/m². A conduta é reforçar a manutenção dos cuidados com alimentação e atividade física.

Análise das alternativas

A) Errada: classificar como sobrepeso e encaminhar a grupo de emagrecimento não se aplica a idoso eutrófico. B) Errada: o IMC de 28,8 está incorreto. C) Errada: o IMC de 28,8 está incorreto, assim como a classificação de obeso. E) Errada: o IMC de 22,36 está incorreto.

Referência: Ministério da Saúde – SISVAN, classificação do IMC para pessoas idosas (Lipschitz).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem Hipotensão Ortostática — Aferição da Pressão Arterial

Fundação Vunesp 2020 Superior

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Texto-base:
Para responder às questões de números 36 a 38, considere o relato a seguir.
J.R., 69 anos, sexo masculino, hipertenso, portador de diabete tipo 2, há 12 anos, insulinodependente, compareceu à unidade básica de saúde (UBS) para consulta de enfermagem. Relatou que vinha se alimentando e fazendo caminhadas de acordo com as orientações recebidas, ingeria regularmente os medicamentos prescritos, mas estava confuso sobre o uso de dispositivo caneta com agulha de 4 mm para aplicação de insulina, que havia recebido há poucos dias. Queixou-se que, eventualmente, vinha apresentando episódios de tonturas ao se levantar da cama ou da poltrona. Ao realizar o exame físico de J.R., o enfermeiro obteve: peso = 76 800 g; altura = 170 cm, e aferiu a pressão arterial com o objetivo de investigar a ocorrência de hipotensão ortostática. Dando prosseguimento à consulta, o enfermeiro completou o exame físico e, em conjunto com J.R., elaborou o plano de cuidados e metas a serem atingidas, orientando-o sobre a aplicação da insulina com caneta.

Para investigar a ocorrência de hipotensão ortostática, o enfermeiro deve realizar duas mensurações da pressão arterial com intervalo de
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Resolução comentada

A hipotensão ortostática é investigada com medidas sentado e em pé com intervalo de 3 minutos, considerando positiva a queda de PAS >20 ou PAD >10 mmHg.

A pressão é aferida com o paciente sentado e, após 3 minutos, em pé. Considera-se positivo quando há queda da PAS >20 mmHg ou da PAD >10 mmHg.

Análise das alternativas

B) Errada: o intervalo e os critérios estão incorretos. C) Errada: as posições e os critérios estão incorretos. D) Errada: as posições e os critérios estão incorretos. E) Errada: ambas as medidas na posição sentado não avaliam a postura.

Referência: Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial; Ministério da Saúde.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Enfermagem em Saúde Coletiva Insulinoterapia — Aplicação com Caneta

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

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Texto-base:
Para responder às questões de números 36 a 38, considere o relato a seguir.
J.R., 69 anos, sexo masculino, hipertenso, portador de diabete tipo 2, há 12 anos, insulinodependente, compareceu à unidade básica de saúde (UBS) para consulta de enfermagem. Relatou que vinha se alimentando e fazendo caminhadas de acordo com as orientações recebidas, ingeria regularmente os medicamentos prescritos, mas estava confuso sobre o uso de dispositivo caneta com agulha de 4 mm para aplicação de insulina, que havia recebido há poucos dias. Queixou-se que, eventualmente, vinha apresentando episódios de tonturas ao se levantar da cama ou da poltrona. Ao realizar o exame físico de J.R., o enfermeiro obteve: peso = 76 800 g; altura = 170 cm, e aferiu a pressão arterial com o objetivo de investigar a ocorrência de hipotensão ortostática. Dando prosseguimento à consulta, o enfermeiro completou o exame físico e, em conjunto com J.R., elaborou o plano de cuidados e metas a serem atingidas, orientando-o sobre a aplicação da insulina com caneta.

Ao orientar J.R. sobre a aplicação da insulina, com o dispositivo que dispõe, deve-se esclarecer que
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Resolução comentada

Com agulha de 4 mm, a prega cutânea é dispensável.

Com agulhas curtas de 4 mm, a aplicação é feita em ângulo de 90° e, em geral, sem prega subcutânea, exceto em pessoas muito magras ou crianças. J.R. tem IMC de 26,6 kg/m², por isso a prega é dispensável.

Análise das alternativas

A) Errada: com agulha de 4 mm o ângulo é de 90°, e não obrigatoriamente 45°. B) Errada: o álcool a 70% pode ser usado, embora a pele limpa dispense antissepsia. C) Errada: é preciso aguardar cerca de 10 segundos antes de retirar a agulha. D) Errada: massagem vigorosa não é indicada e pode alterar a absorção.

Referência: Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes; Ministério da Saúde.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Enfermagem em Doenças Transmissíveis Sífilis — Diagnóstico Laboratorial

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

Gabarito disponível

S.L., 32 anos, sexo masculino, casado, 3º sargento do exército, compareceu ao ambulatório para exame periódico de saúde. Em consulta de enfermagem, S.L não referiu queixas, e, ao exame físico, não foram observadas alterações ou anormalidades. Conforme protocolo, entre outras ações, o enfermeiro realizou o teste rápido para sífilis, obtendo resultado “reagente”. Assim sendo, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde, foi solicitado o exame de VDRL, cujo resultado foi “não reagente”. Ao analisar os exames e registros existentes no prontuário, o enfermeiro constatou que, há cinco anos, S.L. fora tratado para sífilis e considerado curado após queda adequada de títulos em testes não treponêmicos. Frente a essa situação, o enfermeiro deve considerar que
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Teste rápido reagente com VDRL não reagente em paciente já tratado exige novo teste treponêmico de metodologia diferente.

Pelo fluxograma, teste treponêmico reagente seguido de teste não treponêmico não reagente exige um segundo teste treponêmico, com metodologia diferente do primeiro, como TPHA. Se também reagir, é diagnóstico de sífilis ou cicatriz sorológica de infecção tratada, que é o caso provável aqui.

Análise das alternativas

A) Errada: repetir o mesmo teste rápido não resolve a discordância. B) Errada: outro teste não treponêmico não é o passo indicado. C) Errada: não há base para diagnosticar sífilis latente tardia e tratar imediatamente. E) Errada: não há sífilis secundária, pois o paciente é assintomático.

Referência: Ministério da Saúde – Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para IST.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Enfermagem em Doenças Transmissíveis Tuberculose — Busca Ativa de Sintomáticos Respiratórios

Fundação Vunesp 2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem · Caderno 006. Prova Objetiva — Versão A

Gabarito disponível

Conforme orientação do Ministério da Saúde, o enfermeiro e sua equipe visitam, a cada seis meses, o presídio militar sediado em sua área de atuação para realizar a busca ativa de sintomáticos respiratórios para tuberculose. Nesta oportunidade, a coleta de material para a realização dos exames preconizados deve ser realizada em detentos que apresentem
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Resolução comentada

Em população privada de liberdade, a busca ativa considera sintomático respiratório quem tem tosse de qualquer duração.

Para a população geral, o sintomático respiratório tem tosse por 3 semanas ou mais. Em populações de maior risco, como as privadas de liberdade, o Ministério da Saúde recomenda investigar quem apresentar tosse de qualquer duração.

Análise das alternativas

A) Errada: febre vespertina não é critério de sintomático respiratório. C) Errada: emagrecimento e duas semanas não são os critérios definidos. D) Errada: o corte de duas semanas não vale para essa população. E) Errada: três semanas é o critério da população geral.

Referência: Ministério da Saúde – Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil.

Resolução comentada do VaiConcursos.