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EsFCEx — Concurso de Admissão 2020 — 007. Prova Objetiva — Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística — Versão A

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística

Fundação VUNESP2020

70 questões nesta prova · página 2 de 4 · 70 com gabarito

História do Brasil Economia Brasileira após a Crise de 1929

Fundação Vunesp 2020

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística · Caderno Versão A

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Já observamos que, de 1929 ao ponto mais baixo da depressão, a renda monetária no Brasil se reduziu entre 25 e 30 por cento. Nesse mesmo período, o índice de preços dos produtos importados subiu 33 por cento. Compreende-se, assim, que a redução no quantum das importações tenha sido superior a 60 por cento.
Depreende-se facilmente a importância crescente que, como elemento dinâmico, irá logrando a procura interna nessa etapa de depressão. Ao manter-se a procura interna com maior firmeza que a externa, o setor que produzia para o mercado interno passa a oferecer melhores oportunidades de inversão que o setor exportador. Cria-se, em consequência, uma situação praticamente nova na economia brasileira.
(Celso Furtado. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. Adaptado)
A “situação praticamente nova na economia brasileira”, segundo Furtado, refere-se
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Resolução comentada

Furtado: com a crise de 1929, o mercado interno passou a ser o centro dinâmico da formação de capital.

A queda das importações e a manutenção da procura interna tornaram o setor voltado ao mercado interno mais atraente para investimentos que o setor exportador. A "situação nova" é o centro dinâmico se deslocar para o mercado interno, que passou a predominar na formação de capital.

Análise das alternativas

A) Não houve hegemonia de industriais nordestinos. B) O texto não trata de abandono da proteção à agricultura. C) Não há menção à transferência de capitais para o setor financeiro. E) O texto não trata de política para ampliar disparidades regionais.

Referência: Celso Furtado, Formação econômica do Brasil.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Redemocratização — Diretas Já

Fundação Vunesp 2020

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística · Caderno Versão A

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Em 1983, lideranças partidárias demandavam mudança nas regras da sucessão da presidência da República, mediante a aprovação de emenda constitucional.
Só um fato extraordinário poderia romper com as regras que impunham a vitória de um candidato eleito pelo voto indireto para a sucessão presidencial, e as oposições se encarregaram de criá-lo. A campanha com lema “Diretas Já” começou timidamente, em junho de 1983, com um comício em Goiânia, que reuniu 5 mil pessoas e demonstrou a viabilidade de um movimento de massas orientado para exigir do Congresso Nacional a aprovação da Emenda Dante de Oliveira.
A oposição contava com algumas vantagens.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)
Para Lilia Schwarcz e Heloisa Starling, uma dessas vantagens foi
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Em 1982 o PMDB elegeu governadores nos estados mais ricos e o PDT elegeu Brizola no Rio de Janeiro.

As eleições diretas de 1982 para governador deram à oposição o comando de estados importantes: o PMDB elegeu nove governadores, incluídos os de São Paulo e Minas Gerais, e o PDT elegeu Brizola no Rio. Isso deu à campanha das Diretas Já uma base política e estrutural.

Análise das alternativas

A) A oposição não teve maioria na Câmara nem no Colégio Eleitoral, onde o PDS predominava. B) Em 1980 não houve eleições municipais, que foram em 1982 e 1976. D) Não houve tal decisão do STF. E) O PMDB não obteve maioria no Senado, e o PDS manteve a maioria no Congresso.

Referência: Schwarcz e Starling, Brasil: uma biografia (2015).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Transição Demográfica

Fundação Vunesp 2020

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística · Caderno Versão A

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Analise o gráfico para responder à questão.
Gráfico “Transição demográfica (1920-2010)”, taxa anual (‰) de 0 a 50 entre 1920 e 2010. Curva superior (natalidade): 45; 44; 44,4; 43,3; 37,7; 37,1; 33,3; 23,01; 19,9; 20,1. Curva inferior (mortalidade): 26,4; 25,3; 20,6; 13,4; 9,4; 8,8; 9,1; 7,07; 6,7; 6,1. A área entre as curvas, em cinza, é rotulada “Crescimento natural”. Eixo horizontal: 1920, 1940, 1950, 1960, 1970, 1980, 1991, 1996, 2000, 2010.
(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicasdo território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)
A leitura do gráfico e os conhecimentos sobre a dinâmica demográfica brasileira permitem afirmar que
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Geografia do Brasil Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)

Fundação Vunesp 2020

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística · Caderno Versão A

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Em 1998, o Brasil foi um dos países pioneiros ao adaptar e calcular um IDH subnacional para todos os municípios brasileiros, com dados do Censo Demográfico, criando o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).
(http://atlasbrasil.org.br/2013/data/rawData/publicacao_atlas_rm_pt.pdf)
Um dos pontos positivos do IDHM é o fato de ele
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O IDHM popularizou o desenvolvimento centrado nas pessoas, além do PIB.

O IDH e o IDHM propõem medir o desenvolvimento por renda, saúde e educação. Com isso, deslocam o foco do crescimento econômico e do PIB para a vida das pessoas, o que é um ponto positivo do índice.

Análise das alternativas

B) O IDHM não decorre de ser calculado depois do IDH mundial e não o desqualifica, e o enunciado pede um ponto positivo. C) A redução das diferenças regionais não é algo que o índice indique como "persistente". D) Considera três dimensões (renda, longevidade e educação) e as compara entre regiões. E) O índice por município não destaca com nitidez as diferenças urbano-rural.

Referência: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (PNUD/IPEA/FJP).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Industrialização Brasileira

Fundação Vunesp 2020

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística · Caderno Versão A

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Para promover a industrialização, a partir dos anos de 1960, o Estado adotou várias ações importantes, dentre as quais:
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A partir dos anos 1960, o Estado criou infraestrutura e distritos industriais em várias regiões.

O Estado atuou como indutor da industrialização, com infraestrutura (energia, transportes, comunicações) e distritos industriais, inclusive fora do Sudeste, como a Zona Franca de Manaus e a atuação da Sudene. Isso corresponde à alternativa E.

Análise das alternativas

A) Houve estatização, não privatização, de ramos industriais nessa época. B) Os tecnopolos são posteriores e pouco difundidos. C) O modelo era de substituição de importações e protecionismo. D) O regime militar reprimiu o sindicalismo e arrochou salários.

Referência: Geografia da industrialização brasileira (regime militar, anos 1960-70).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Estrutura Fundiária

Fundação Vunesp 2020

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Segundo Théry e Mello-Théry (2018), as propriedades agrárias muito grandes (mais de 500 ha) e as muito pequenas (menos de 1 ha) ocupam zonas distintas no Brasil. Para os autores, são exemplos de áreas de concentração de propriedades muito grandes e muito pequenas, respectivamente:
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Resolução comentada

Grandes propriedades no Mato Grosso; minifúndios no Agreste pernambucano.

Segundo o gabarito, as propriedades muito grandes (acima de 500 ha) concentram-se na fronteira agrícola do Centro-Oeste, como o Mato Grosso. As muito pequenas (abaixo de 1 ha) concentram-se em áreas de agricultura familiar densamente povoadas, como o Agreste pernambucano.

Análise das alternativas

A, B, C e E trocam ou combinam mal os locais. Santa Catarina, Triângulo Mineiro e Campanha Gaúcha não se encaixam nos padrões de concentração descritos pelos autores. Por isso o par correto é o da alternativa D.

Referência: Théry e Mello-Théry (2018), sobre a estrutura fundiária brasileira.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Estrutura Etária da População

Fundação Vunesp 2020

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística · Caderno Versão A

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Observe o gráfico.
Pirâmide etária do Brasil em 2010, com barras de homens (esquerda, pretas) e mulheres (direita, cinza) por faixas de 5 anos, de 0 a 4 anos até 80 anos ou mais; eixo horizontal de 0 a 10. Fonte indicada na figura: ©HT/NAMT 2018, IBGE 2010b.
(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)
Considerando as transformações recentes na pirâmide etária brasileira, uma das suas consequências é
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Geografia do Brasil Recursos Hídricos — Uso da Água

Fundação Vunesp 2020

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística · Caderno Versão A

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Observe a figura que representa o uso mundial de água por três setores entre 1940 a 2000.
Gráfico de linhas do uso mundial de água (x 1000 km³/ano, de 0 a 4) entre 1940 e 2000, com a curva “Total” (contínua preta, a mais alta) e três curvas rotuladas A (pontilhada, a segunda mais alta), B (tracejada) e C (cinza contínua, a mais baixa).
(Ricardo Hirata. Recursos Hídricos. In: W. Teixeira. et al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000. Adaptado)
Os totais indicados com as letras A, B e C representam, respectivamente, os consumos de água mundial pelos setores:
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Geografia do Brasil Biomas — Caatinga

Fundação Vunesp 2020

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Região semiárida onde os totais anuais de precipitação, em diversos pontos, não ultrapassam os 400 mm anuais, marcada em sua paisagem por solos pedregosos com formas agressivas, como os campos de inselbergs, assim como por um regime intermitente da rede de drenagem.
(Jurandyr Luciano Sanches Ross (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 2001. Adaptado)
Essa região apresenta uma vegetação típica denominada
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As características descritas são do semiárido nordestino, de vegetação de Caatinga.

Precipitação abaixo de 400 mm, solos pedregosos com inselbergs e rios intermitentes caracterizam o sertão semiárido. A vegetação típica dessa região é a Caatinga.

Análise das alternativas

A) Campos Sulinos ocorrem no clima subtropical úmido. B) Mata Atlântica é úmida, litorânea. D) O Cerrado tem chuvas maiores e é uma savana. E) A Mata de Cocais é uma transição entre a Amazônia e a Caatinga, com babaçu e carnaúba.

Referência: Ross (org.), Geografia do Brasil; domínios morfoclimáticos (Ab'Saber).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Corredores de Exportação

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Observe o mapa temático.
Mapa do Brasil com divisão estadual e áreas em cinza com setas apontando para o litoral, rotuladas Itaqui/Ponta da Madeira, Vitória/Tubarão, Rio de Janeiro/Sepetiba, Santos, Paranaguá e Rio Grande.
(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)
A cartografia destacada no mapa representa espacialmente
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Estatística Medidas de Tendência Central

Fundação Vunesp 2020

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística · Caderno Versão A

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Um posto de trabalho é incumbido de registrar durante 10 meses o número de ocorrências verificadas de um determinado evento. A tabela a seguir demonstra os resultados obtidos.
Tabela. Mês 1 a 10 e total; número de ocorrências: 110, 140, 120, 130, 140, 120, 130, 150, 110, 120; total 1.270.
Com relação aos dados dessa tabela, o resultado da divisão da moda pelo módulo da diferença entre a mediana e a média aritmética (número de ocorrências por mês) é igual a
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Estatística Mediana em Distribuição de Frequências

Fundação Vunesp 2020

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Estatística · Caderno Versão A

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A tabela de frequências relativas acumuladas a seguir refere-se à distribuição dos salários dos empregados de uma empresa, sendo que não foi fornecida a correspondente frequência relativa acumulada do terceiro intervalo de classe (denotado por X na tabela).
Tabela. Classes de salários (R$), fechadas à esquerda: 1.000,00 a 3.000,00; 3.000,00 a 5.000,00; 5.000,00 a 7.000,00; 7.000,00 a 9.000,00; 9.000,00 a 11.000,00. Frequências relativas acumuladas (%): 10; 30; X; 80; 100.
Dado que o valor da mediana dessa distribuição obtida pelo método da interpolação linear apresentou um valor igual a R$ 6.600,00, obtém-se que X é igual a
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Estatística Coeficiente de Variação

Fundação Vunesp 2020

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Sejam P₁ e P₂ duas populações independentes formadas por números estritamente positivos com tamanhos 20 e 25, respectivamente. O coeficiente de variação de P₁ é igual a 50% com a soma dos quadrados de seus elementos igual a 2.500. Sabe-se que a soma dos quadrados dos elementos de P₂ é igual a 2.900 e a média aritmética é igual a média aritmética de P₁. O coeficiente de variação de P₂ é igual a
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Usa CV=σ/μ e Σx²/n = σ²+μ² para achar a média de P1 e o CV de P2.

Em P1, σ=0,5μ, então Σx²/n = 2500/20 = 125 = 1,25μ² e μ=10. Em P2, a média também é 10 e Σx²/n = 2900/25 = 116, então σ²=116−100=16 e σ=4. CV₂=4/10=0,40.

Análise das alternativas

B) 0,20, C) 0,60, D) 0,64 e E) 0,80 resultam de erros no uso da relação entre a soma dos quadrados, a média e a variância.

Referência: Coeficiente de variação; variância populacional.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Estatística Probabilidade — Eventos Independentes

Fundação Vunesp 2020

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Considere que em um estudo a probabilidade de ocorrer um evento E seja igual a P(E). Dados 2 eventos E₁ e E₂ independentes, sabe-se que P(E₁) = 40% e a probabilidade de ocorrer pelo menos um dos 2 eventos é igual a 80%. O valor de P(E₂) é igual a
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Resolução comentada

União de eventos independentes: P(E1∪E2)=P(E1)+P(E2)−P(E1)P(E2).

0,8 = 0,4 + p − 0,4p, então 0,4 = 0,6p e p = 2/3.

Análise das alternativas

A) 7/10, C) 9/10, B) 3/4 e D) 2/5 não satisfazem a equação. Por exemplo, com 2/5 a união seria 0,4+0,4−0,16=0,64, e não 0,8.

Referência: Probabilidade da união e independência de eventos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Estatística Probabilidade Clássica

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Em um censo realizado em um clube com 420 associados, apurou-se que 2/3 dos associados possuem automóvel e o restante não. Considerando que existem somente as marcas X e Y de automóvel, tem-se que 35 associados possuem as marcas X e Y e 145 possuem somente a marca Y. Escolhendo um associado ao acaso, a probabilidade de ele possuir somente a marca X é igual a
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Resolução comentada

Conjuntos: só X = total com carro − (ambas) − (só Y).

Têm automóvel 2/3 de 420 = 280 associados. Só X = 280 − 35 − 145 = 100. A probabilidade é 100/420 = 5/21.

Análise das alternativas

B) 5/14 = 150/420, valor que não aparece nos conjuntos. C) 11/42 = 110/420, erro de contagem. D) 9/28 = 135/420, erro de contagem. E) 27/56 não corresponde a nenhum conjunto do problema.

Referência: Teoria dos conjuntos; probabilidade clássica.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Estatística Probabilidade Condicional

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Em uma faculdade com 600 alunos, tem-se que 60% são homens e o restante mulheres. Verifica-se que 40% dos homens residem no bairro X e o restante dos homens em outros bairros. Sabe-se que 200 alunos desta faculdade residem no bairro X e 400 em outros bairros. Escolhendo aleatoriamente 1 aluno da faculdade e observando que é homem, tem-se que a probabilidade de ele não morar no bairro X é igual a
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Resolução comentada

Probabilidade condicional restrita aos homens.

Há 60% de 600 = 360 homens. Desses, 40% (144) moram no bairro X e 216 moram em outros bairros. Dado que é homem, P(não morar em X)=216/360=3/5.

Análise das alternativas

A) 5/9 e B) 2/3 não resultam da divisão 216/360. D) 2/5 é a probabilidade de o homem morar em X. E) 23/30 não decorre dos dados.

Referência: Probabilidade condicional P(A|B)=P(A∩B)/P(B).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Estatística Distribuição Normal

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Em uma fábrica de determinado tipo de peça, considera-se que X seja uma variável aleatória representando o comprimento em centímetros (cm) de uma peça, apresentando uma distribuição normal, tamanho infinito, com média igual a 8 cm e variância 4 cm². Selecionando aleatoriamente uma peça, tem-se que a probabilidade do comprimento dessa peça se distanciar da média por menos de 2 cm é de:
Dados: Se Z tem distribuição normal padrão, então: P(Z ≥ 1,0) = 0,16, P(Z ≥ 1,5) = 0,07 e P(Z ≥ 1,7) = 0,04
Obs.: P(Z ≥ z) é a probabilidade de Z ser maior ou igual a z.
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Resolução comentada

Normal com média 8 e desvio-padrão 2; P(|X−8|<2)=P(|Z|<1).

A variância é 4, então o desvio-padrão é 2. Distanciar-se da média por menos de 2 cm equivale a |Z|<1. Como P(Z≥1)=0,16, P(|Z|<1)=1−2·0,16=0,68=68%.

Análise das alternativas

A) 84% seria P(Z<1), que é só uma cauda. C) 92% não corresponde a nenhum intervalo pedido. D) 95% seria o intervalo de cerca de 2 desvios, não de 1. E) 96% é P(|Z|<1,7)=1−2·0,04=0,92 mais um erro, e também não é o intervalo pedido.

Referência: Distribuição normal padrão; padronização Z=(X−μ)/σ.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Estatística Função Geradora de Momentos

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Uma variável aleatória X se distribui uniformemente no intervalo (2, 5). A função geratriz de momentos Mₓ(t) de X é dada por
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Estatística Propriedades dos Estimadores — Eficiência

Fundação Vunesp 2020

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Dois estimadores não viesados, E₁ = mX + nY + 2mZ e E₂ = mX + (m + n)Y + 2nZ, são utilizados para estimar a média µ de uma população normal com variância igual a 49. (X, Y, Z) corresponde a uma amostra aleatória, extraída da população, com reposição, com m e n sendo parâmetros reais. O estimador mais eficiente, entre E₁ e E₂, apresenta uma variância igual a
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Resolução comentada

Não viés dá m=2/7 e n=1/7, e a menor variância é 17.

Para E1, 3m+n=1, e para E2, 2m+3n=1; resolvendo, m=2/7 e n=1/7. Var(E1)=49(5m²+n²)=49·21/49=21, e Var(E2)=49(2m²+... ) = 49(m²+(m+n)²+4n²)=49·17/49=17. O mais eficiente é E2, com variância 17.

Análise das alternativas

21 é a variância de E1, o estimador menos eficiente. 12, 13 e 14 não correspondem a nenhuma das variâncias calculadas.

Referência: Eficiência de estimadores não viesados.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Estatística Intervalo de Confiança para a Média

Fundação Vunesp 2020

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Em um estudo, obteve-se um intervalo de confiança ao nível de (1 – α) para a média µ de uma população normalmente distribuída igual a [20 – K, 20 + K]. Esse intervalo foi obtido com base em uma amostra aleatória, com reposição, de tamanho 64. Posteriormente, decide-se obter um novo intervalo de confiança ao nível de (1 – α) para µ utilizando-se uma nova amostra aleatória, com reposição, de tamanho 49 obtendo-se um novo intervalo igual a [21,44 ; 22,56]. O valor de K é então igual a
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Resolução comentada

A semiamplitude com n=49 é 0,56, e com n=64 vale 0,56·7/8 = 0,49.

O segundo intervalo tem semiamplitude (22,56−21,44)/2 = 0,56 = z·σ/√49. A semiamplitude é proporcional a 1/√n, então com n=64: K = 0,56·√49/√64 = 0,56·7/8 = 0,49.

Análise das alternativas

0,14, 0,28 e 0,63 não resultam da proporção 7/8, e 0,56 é a semiamplitude da amostra de 49, não da de 64.

Referência: Intervalo de confiança para a média.

Resolução comentada do VaiConcursos.