← Voltar para a lista de provas Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Informática 70 questões nesta prova · página 3 de 4 · 70 com gabarito Gabarito disponível Atomicidade: uma operação de semáforo iniciada não é interrompida por acesso de outro processo. As operações sobre semáforos (como P/down e V/up) são indivisíveis. Uma vez iniciada a operação, nenhum outro processo acessa o semáforo até que ela termine ou o processo seja bloqueado. Isso evita condições de corrida no próprio semáforo. A) Persistência após reinicialização não faz parte da atomicidade. B) Valor máximo não é o conceito. C) A restauração de características originais também não é. E) As operações não devem ser interrompidas no meio, e a atomicidade garante exatamente isso. Referência: Tanenbaum, Sistemas Operacionais Modernos: semáforos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O SIMD serve ao gráfico porque os algoritmos gráficos são regulares, com a mesma operação repetida sobre muitos elementos. O SIMD aplica a mesma instrução a vários dados ao mesmo tempo. O processamento gráfico opera de forma repetitiva e regular sobre muitos pixels e vértices, e isso casa com o modelo. B) Executar sequências diferentes sobre dados diferentes é MIMD. C) Sequências diferentes sobre um único dado é MISD. D) O SIMD opera sobre grandes conjuntos de dados, e o ganho não vem de clock maior. E) O paralelismo é de dados, não de nível de instrução. Referência: Taxonomia de Flynn; Patterson & Hennessy: GPUs. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O IaaS oferece infraestrutura básica; o PaaS oferece camadas superiores (middleware, bancos de dados). No IaaS, o consumidor recebe recursos computacionais fundamentais (processamento, armazenamento e rede). No PaaS, recebe uma plataforma com camadas superiores, como middleware, bancos de dados e componentes para as aplicações. A) Auto serviço sob demanda é característica essencial de todos os modelos. B) A elasticidade rápida também é característica de ambos. D) O modelo de serviço independe do modelo de implantação (público, privado, comunitário). E) Essa descrição, com cliente fino, é a do SaaS, e o PaaS não a tem como definição. Referência: NIST SP 800-145: definição de computação em nuvem. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O vírus de macro infecta documentos usando conteúdo ativo (macros) das aplicações. Os vírus de macro infectam documentos, como os de processadores de texto e planilhas, e não partes executáveis de código. Eles exploram o suporte a macros (conteúdo ativo) das aplicações. Por isso independem do sistema operacional. A) Costumam ser independentes de plataforma, pois dependem da aplicação. B) Descreve ransomware. C) Descreve keylogger. D) Descreve rootkit. Referência: Stallings: tipos de malware, vírus de macro. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No RSA, a chave pública é {e, n} e a privada é {d, n}. Por convenção, a chave pública do receptor é PU = {e, n}, usada para cifrar, e a privada é PR = {d, n}, usada para decifrar. Para decifrar, o receptor usa d e n. A) d e e são inversos multiplicativos módulo ϕ(n), e n é o produto de dois primos, não um primo. C) d é difícil de calcular conhecendo apenas e e n, e e é menor que ϕ(n), não maior. D) d e e são expoentes das chaves, e n é o módulo. E) A decifração usa apenas d e n. Referência: Stallings: algoritmo RSA. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Na banda base, tensões positiva e negativa podem representar os bits 1 e 0. Na transmissão em banda base, o sinal ocupa frequências desde zero até um máximo e a conversão é direta, como em NRZ, onde uma tensão positiva representa 1 e uma negativa representa 0. Isso é possível em fios. B) Na banda passante modulam-se amplitude, frequência e fase. C) Fibras ópticas podem usar banda base, por exemplo ligando e desligando a luz. D) Essa descrição de banda de frequências em torno da portadora vale para a banda passante. E) A faixa de zero até um máximo caracteriza a banda base. Referência: Tanenbaum, Redes de Computadores: transmissão em banda base e banda passante. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O buffer de reprodução absorve a variação de atraso (jitter) dos pacotes. Os pacotes chegam com atrasos variáveis. O receptor armazena os dados e inicia a reprodução após certo atraso, para que o fluxo seja tocado de forma contínua. Essa variação do atraso é o jitter, e o buffer a compensa. A) A notificação ao emissor é função de protocolos de controle (como o RTCP), não do buffer. B) O buffer não recupera pacotes perdidos. C) A correção de erros depende de códigos FEC específicos. E) O buffer aumenta o atraso fim-a-fim, não o diminui. Referência: Kurose/Tanenbaum: multimídia em redes, jitter e buffer de reprodução. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A faixa 127.x.x.x é reservada para loopback e não trafega em rede alguma. Todo o bloco 127.0.0.0/8 é reservado para loopback, ou seja, para o próprio host. Datagramas com destino nessa faixa permanecem internamente no equipamento e não se espera que trafeguem em nenhuma rede. A) e B) Esses endereços não são atribuídos a dispositivos da rede, e a faixa toda (não só 127.0.0.1) é loopback. D) Multicast usa a faixa 224.0.0.0/4. E) Comunicação de rotas entre roteadores não usa a faixa 127. Referência: RFC 1122 e RFC 5735: endereços especiais IPv4. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A varredura de ping por echo request usa ICMP, então se restringe o tráfego ICMP. O ping envia mensagens ICMP Echo Request e espera Echo Reply. Bloquear ou filtrar o ICMP no firewall impede esse tipo de mapeamento de hosts ativos. A) e C) FIN e SYN são flags do TCP, usadas em outras varreduras (port scan), não no ping. B) DHCP serve para atribuição de endereços. D) UDP é outro protocolo de transporte, e o ping tradicional não o utiliza. Referência: Segurança de redes: firewalls e filtragem de ICMP. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível SSLv3 e TLS diferem no cálculo do MAC: o TLS usa HMAC, o SSLv3 usa um MAC próprio. O SSLv3 usa um MAC baseado em construção própria (similar ao HMAC, mas com concatenação de padding), e o TLS usa o HMAC padronizado (RFC 2104). Por isso o escopo e a forma do cálculo do MAC são distintos nos dois protocolos. Segundo o gabarito, esta é a diferença correta. A) O SSLv3 já possuía sessões e conexões, com parâmetros compartilhados entre múltiplas conexões. C) O SSLv3 também previa compressão (parâmetro de compressão). D) O Fortezza era suportado no SSLv3 e não no TLS. E) O alerta no_certificate existia no SSLv3 e foi removido no TLS, ocorrendo o oposto do afirmado. Referência: Stallings, Criptografia e Segurança de Redes: SSL e TLS; RFC 2246. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A simulação da pilha deixa apenas A, que fica no topo. Empilha A, B, C gera [A,B,C]. Os dois desempilha removem C e B, deixando [A]. Empilha D e desempilha remove D, e empilha E e desempilha remove E. Resta apenas A, que é o topo. D, E, B e C foram todos empilhados e depois removidos pelas operações de desempilhar (LIFO), então nenhum deles permanece na pilha. Referência: Estruturas de dados: pilha (LIFO). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Para variar a primeira dimensão a cada elemento, o laço interno deve percorrer o índice i de matriz[i][j]. Em D, o laço externo percorre j (0 a 19, segunda dimensão) e o interno percorre i (0 a 9, primeira dimensão). Assim, a cada elemento impresso muda a primeira dimensão (matriz[0][0], matriz[1][0], ...). Os limites e os índices iniciando em 0 estão corretos. A) Troca os índices (matriz[j][i]) e estoura os limites, pois j vai até 19 na dimensão de tamanho 10. B) Índices de 1 a 10 e de 1 a 20 saem dos limites (o último acesso é 10 ou 20) e não começam na posição inicial. C) Varia a segunda dimensão a cada elemento (ordem por linhas). E) Percorre apenas uma parte triangular com índices fora dos limites. Referência: Linguagem C: matrizes bidimensionais e laços aninhados. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Mesma chamada a falar() produz comportamentos diferentes conforme o tipo real do objeto: polimorfismo. Animal tem o método virtual puro falar(), e o ponteiro Animal* aponta primeiro para um Gato e depois para um Cao. A mesma chamada a->falar() executa implementações diferentes (Miau/Auau), escolhidas em tempo de execução pela ligação dinâmica. Isso é polimorfismo. A) Encapsulamento é ocultar dados e implementação, e não está em jogo aqui. B) Sobrecarga é o mesmo nome com assinaturas diferentes, o que não ocorre. C) Abstração é modelar o essencial; a classe abstrata a viabiliza, mas o comportamento variável é o polimorfismo. E) Herança é o mecanismo de reuso que permite o polimorfismo, não o comportamento descrito. Referência: Programação orientada a objetos: polimorfismo por subtipo e funções virtuais em C++. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A instância de D herda de B e A: funA, funB, funC, funE. D herda de B, que herda de A. Logo acessa funE (própria), funB e funC (de B) e funA (de A). funD pertence a C, fora da hierarquia. A) Ignora a herança. C e D) Incluem funD, de C. E) Omite funA, herdado indiretamente. Referência: Python 3: herança. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Classes abstratas podem ter métodos estáticos invocáveis. Em Java, classes abstratas podem conter métodos estáticos, que podem ser chamados diretamente pelo nome da classe, sem instância. A) Podem ser invocados sem instâncias. B) Classes abstratas também podem ter métodos concretos. C) Podem ser derivadas por outras classes abstratas. D) Podem conter métodos final. Referência: Java: classes abstratas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível $_GET['page'] retorna o valor do parâmetro 'page'. A query string 'page=html&content=body' preenche $_GET com page='html' e content='body', então $_GET['page'] retorna 'html'. A) Não há geração de HTML. B) '/get.php' é o caminho. D) É a query string completa. E) É o host. Referência: PHP: superglobal $_GET. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Transição do Serviço coloca o serviço em produção de forma controlada. No ITIL v3, a Transição do Serviço realiza a mudança para o ambiente de produção com controle e mínimo impacto. B) Operação executa o serviço em produção. C) Desenho planeja o serviço. D) Melhoria Contínua busca melhorias. E) Estratégia define diretrizes e objetivos. Referência: ITIL v3, ciclo de vida do serviço. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Habilitadores integram o 4º princípio do COBIT 5. Os habilitadores são fatores que influenciam o funcionamento da governança e gestão de TI, e são tratados no princípio 'Permitir uma abordagem holística'. B e E) 'Eventos de risco' não é o termo. C) 'Informantes' não existe. D) Habilitadores pertencem ao 4º princípio, não ao 1º. Referência: COBIT 5: cinco princípios. Resolução comentada do VaiConcursos.EsFCEx — Concurso de Admissão 2020 — Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Informática — Prova Objetiva 008 — Versão A
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
C = Mᵉ mod n
M = Cᵈ mod n = (Mᵉ)ᵈ mod n = Mᵉᵈ mod n
A respeito de e, d e n, é correto afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Empilha “A”
Empilha “B”
Empilha “C”
Desempilha
Desempilha
Empilha “D”
Desempilha
Empilha “E”
Desempilha
Após a execução dessa sequência de instruções, o topo da pilha terá o elemento:Resolução comentada
Análise das alternativas
![]()
O caminhamento central (infixado) sobre essa árvore produz a sequência de visitação:Resolução comentada
Análise das alternativas
#include <iostream>
class Animal {
public:
virtual void falar() = 0;
virtual ~Animal() = default;
};
class Gato final : public Animal {
public:
void falar(){
std::cout << "Miau\n";
}
};
class Cao final : public Animal {
public:
void falar(){
std::cout << "Auau\n";
}
};
int main(){
Animal *a;
a = new Gato;
a->falar();
delete a;
a = new Cao;
a->falar();
delete a;
}
Na programação orientada a objetos, a capacidade de a classe Animal se comportar de forma diferente em cada uma das invocações do método falar(), é chamada de:Resolução comentada
Análise das alternativas
class A:
def funA(self, x):
pass
class B(A):
def funB(self, x, y):
pass
def funC(self, x):
pass
class C(A):
def funD(self, x):
pass
class D(B):
def funE(self, x):
pass
Como resultado, uma instância da classe “D” somente possui acesso ao(s) método(s):Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
http://servidor/get.php?page=html&content=body
Caso a página requisitada acesse a variável superglobal $_GET["page"] ela retornará:Resolução comentada
Análise das alternativas
![]()
É correto afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Os semáforos são utilizados em sistemas operacionais e permitem controlar o acesso a recursos compartilhados. Uma das suas características essenciais é a atomicidade, que garante que
O processamento SIMD, utilizado em GPUs modernas, é apropriado para processamento gráfico porque
Em computação em nuvem, dois modelos de serviço são conhecidos por plataforma como serviço (PaaS) e infraestrutura como serviço (IaaS). Uma diferença entre eles é que
Atualmente, diversos tipos de vírus de computador e software malicioso são conhecidos, e suas características influenciam as medidas de proteção. O tipo designado como vírus de macro tem como característica
No algoritmo de criptografia de chave pública RSA, a encriptação e a decriptação têm a seguinte forma, em que M representa um bloco de texto claro (originado no emissor) e C, um bloco de texto cifrado (encaminhado ao receptor):
A transmissão de dados requer a conversão de bits em sinais elétricos para a sua transmissão. Dois esquemas que fazem essa conversão diretamente são a transmissão em banda base e a transmissão em banda passante, que apresentam as seguintes características: na transmissão em banda
Em aplicações de streaming de áudio e vídeo sobre redes IP, os receptores utilizam uma estrutura de dados conhecida como buffer de reprodução (playback buffer). A função desse buffer é
Cada endereço IPv4 possui uma divisão lógica em duas partes: uma para identificar a rede e outra para identificar o host. A respeito de datagramas IPv4 cujo endereço de destino tem como identificador de rede o valor 127 em decimal (em seu primeiro byte), é correto afirmar:
Um método para mapear uma rede de computadores alvo antes de se realizar um ataque é conhecido como varredura de ping por echo request. Embora possa haver necessidades organizacionais que determinem a liberação do tipo de tráfego relacionado a esta varredura, os firewalls em geral são capazes de filtrá-lo. Para prevenir varreduras desse tipo, pode-se restringir tráfego
Os protocolos SSL (Secure Socket Layer) e TLS (Transport Layer Security) permitem o tráfego seguro em conexões TCP por meio de encriptação de dados e outros mecanismos de segurança. Uma diferença entre o SSLv3 e o TLS é
Sobre uma estrutura de dados na forma de pilha, foi aplicada a seguinte sequência de instruções:
Observe a árvore binária a seguir:
Na linguagem de programação C, para imprimir todos os elementos da matriz “int matriz[10][20];”, iniciando da posição inicial e variando a primeira dimensão após a impressão de cada elemento, pode-se utilizar o código:
Considere a execução do código C++ a seguir:
Considere o código em Python 3 a seguir:
Na linguagem de programação Java, as classes abstratas
Uma página PHP foi requisitada por meio da URL:
Com base no Diagrama UML de sequência a seguir:
Segundo a abordagem do ITIL v3, a fase do ciclo de vida do serviço em que este é movido para produção, de forma controlada e causando o menor impacto possível, é a fase de:
No COBIT 5, os fatores que influenciam se a governança e gestão corporativas da Tecnologia da Informação irão funcionar são denominados