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Exército Brasileiro — EsFCEx — Concurso de Admissão 2020 — Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História — Prova Objetiva 013 — Ver…

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História

2020Superior

70 questões nesta prova · página 2 de 4 · 70 com gabarito

História do Brasil Crise de 1929 e Deslocamento do Centro Dinâmico da Economia

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Já observamos que, de 1929 ao ponto mais baixo da depressão, a renda monetária no Brasil se reduziu entre 25 e 30 por cento. Nesse mesmo período, o índice de preços dos produtos importados subiu 33 por cento. Compreende-se, assim, que a redução no quantum das importações tenha sido superior a 60 por cento.
Depreende-se facilmente a importância crescente que, como elemento dinâmico, irá logrando a procura interna nessa etapa de depressão. Ao manter-se a procura interna com maior firmeza que a externa, o setor que produzia para o mercado interno passa a oferecer melhores oportunidades de inversão que o setor exportador. Cria-se, em consequência, uma situação praticamente nova na economia brasileira.
(Celso Furtado. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. Adaptado)
A “situação praticamente nova na economia brasileira”, segundo Furtado, refere-se
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Furtado: o mercado interno passa a ser o centro dinâmico da formação de capital.

Com a queda da renda e o encarecimento das importações, a procura interna se manteve mais firme que a externa. Os investimentos no setor voltado ao mercado interno passaram a ser mais atraentes que no setor exportador, o que levou ao deslocamento do centro dinâmico da economia.

Análise das alternativas

A: o texto não trata de transferência de capitais para o setor financeiro. B: houve proteção ao café, como a compra de estoques, e não abandono. C: não houve política voltada a ampliar disparidades regionais. D: a industrialização se concentrou em São Paulo, e não no Nordeste.

Referência: FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. Companhia das Letras, 2007.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Diretas Já e Redemocratização

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Em 1983, lideranças partidárias demandavam mudança nas regras da sucessão da presidência da República, mediante a aprovação de emenda constitucional.
Só um fato extraordinário poderia romper com as regras que impunham a vitória de um candidato eleito pelo voto indireto para a sucessão presidencial, e as oposições se encarregaram de criá-lo. A campanha com lema “Diretas Já” começou timidamente, em junho de 1983, com um comício em Goiânia, que reuniu 5 mil pessoas e demonstrou a viabilidade de um movimento de massas orientado para exigir do Congresso Nacional a aprovação da Emenda Dante de Oliveira.
A oposição contava com algumas vantagens.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)
Para Lilia Schwarcz e Heloisa Starling, uma dessas vantagens foi
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Vantagem da oposição: vitórias nas eleições diretas para governador em 1982.

Nas eleições de 1982, o PMDB elegeu nove governadores, incluindo os dos estados mais ricos, e o PDT elegeu Leonel Brizola no Rio de Janeiro. Isso deu à oposição força política e capacidade de mobilização para a campanha das Diretas Já.

Análise das alternativas

A: não houve essa interpretação do STF. B: o PDS manteve a maioria no Congresso e no Colégio Eleitoral. C: as eleições municipais de 1980 não ocorreram, pois foram adiadas para 1982. E: a oposição não teve maioria na Câmara em 1982, e o PDS dominava o Colégio Eleitoral.

Referência: SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. 2015.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Transição Demográfica

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Analise o gráfico para responder à questão.
Transição demográfica (1920-2010)
Gráfico de área “Transição demográfica (1920-2010)”, taxa anual em ‰. Linha superior (natalidade): 1920: 45; 1940: 44; 1950: 44,4; 1960: 43,3; 1970: 37,7; 1980: 37,1; 1991: 33,3; 1996: 23,01; 2000: 19,9; 2010: 20,1. Linha inferior (mortalidade): 1920: 26,4; 1940: 25,3; 1950: 20,6; 1960: 13,4; 1970: 9,4; 1980: 8,8; 1991: 9,1; 1996: 7,07; 2000: 6,7; 2010: 6,1. A área entre as linhas é rotulada “Crescimento natural”.
(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicasdo território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)
A leitura do gráfico e os conhecimentos sobre a dinâmica demográfica brasileira permitem afirmar que
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Geografia do Brasil Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Em 1998, o Brasil foi um dos países pioneiros ao adaptar e calcular um IDH subnacional para todos os municípios brasileiros, com dados do Censo Demográfico, criando o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).
(http://atlasbrasil.org.br/2013/data/rawData/publicacao_atlas_rm_pt.pdf)
Um dos pontos positivos do IDHM é o fato de ele
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O IDHM popularizou o desenvolvimento centrado nas pessoas, para além do PIB.

O IDHM, ao combinar renda, longevidade e educação, difunde a ideia de que desenvolvimento não se limita ao crescimento econômico e ao PIB, mas se centra nas pessoas. Esse é seu ponto positivo conceitual.

Análise das alternativas

A: o IDHM não é medida 'posterior' no sentido apresentado e a alternativa distorce sua função. B: afirma uma redução persistente das diferenças regionais, o que o índice não mostra por si só. C: o IDHM é uma medida municipal e não separa com nitidez urbano e rural. D: considera três dimensões (renda, saúde e educação) e esses elementos são comparáveis entre regiões.

Referência: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (PNUD/IPEA/FJP).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Industrialização Brasileira

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Para promover a industrialização, a partir dos anos de 1960, o Estado adotou várias ações importantes, dentre as quais:
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Ações estatais pós-1960: infraestrutura e distritos industriais.

A partir dos anos 1960, o Estado criou e ampliou infraestruturas (energia, transportes, comunicações) e distritos industriais em várias regiões, o que sustentou a industrialização e sua desconcentração. Foi a ação mais característica do período.

Análise das alternativas

B: o regime militar reprimiu os sindicatos e arrochou salários. C: a política era de substituição de importações, com proteção, não de abertura. D: os tecnopolos são posteriores e mais restritos. E: as privatizações são típicas dos anos 1990.

Referência: ROSS, Jurandyr L. S. (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 2001.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Estrutura Fundiária

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Segundo Théry e Mello-Théry (2018), as propriedades agrárias muito grandes (mais de 500 ha) e as muito pequenas (menos de 1 ha) ocupam zonas distintas no Brasil. Para os autores, são exemplos de áreas de concentração de propriedades muito grandes e muito pequenas, respectivamente:
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Grandes propriedades no Mato Grosso e minifúndios no Agreste pernambucano.

Théry e Mello-Théry associam as propriedades muito grandes às áreas do agronegócio, como o Mato Grosso, e as muito pequenas a regiões de agricultura familiar densa, como o Agreste nordestino, incluindo o pernambucano. Essa é a única alternativa que combina corretamente os dois polos.

Análise das alternativas

A, B, C e D trazem pares que não correspondem à distribuição apontada pelos autores. Em A, o Triângulo Mineiro é área de grandes propriedades, não de minifúndios. Em B, a Campanha Gaúcha também tem grandes propriedades. Em C e D, os exemplos de pequenas propriedades não são os apontados pelos autores.

Referência: THÉRY, Hervé; MELLO-THÉRY, Neli A. Atlas do Brasil (2018).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Estrutura Etária e Envelhecimento da População

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Observe o gráfico.
Pirâmide etária do Brasil em 2010, com barras de homens à esquerda (pretas) e de mulheres à direita (cinza), por faixas de 5 anos de 0 a 4 anos até 80 anos ou mais, escala de 0 a 10. As barras mais largas estão entre 10 e 29 anos; a base (0 a 9 anos) é mais estreita que as faixas imediatamente acima. Créditos: ©HT/NAMT 2018, Fonte: IBGE, 2010b.
(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)
Considerando as transformações recentes na pirâmide etária brasileira, uma das suas consequências é
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Geografia do Brasil Recursos Hídricos — Usos da Água

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Observe a figura que representa o uso mundial de água por três setores entre 1940 a 2000.
Gráfico de linhas do uso mundial de água entre 1940 e 2000, eixo vertical em x 1000 km³/ano (0 a 4). Quatro curvas crescentes: “Total” (linha contínua preta, de cerca de 0,5 a quase 4), “A” (pontilhada, de cerca de 0,5 a cerca de 2,6), “B” (tracejada, de quase 0 a cerca de 0,75) e “C” (linha cinza, de quase 0 a cerca de 0,4).
(Ricardo Hirata. Recursos Hídricos. In: W. Teixeira. et al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000. Adaptado)
Os totais indicados com as letras A, B e C representam, respectivamente, os consumos de água mundial pelos setores:
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Geografia do Brasil Biomas Brasileiros

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Região semiárida onde os totais anuais de precipitação, em diversos pontos, não ultrapassam os 400 mm anuais, marcada em sua paisagem por solos pedregosos com formas agressivas, como os campos de inselbergs, assim como por um regime intermitente da rede de drenagem.
(Jurandyr Luciano Sanches Ross (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 2001. Adaptado)
Essa região apresenta uma vegetação típica denominada
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Semiárido com menos de 400 mm, inselbergs e rios intermitentes: Caatinga.

A descrição (semiaridez, baixa precipitação, solos pedregosos, inselbergs e drenagem intermitente) corresponde ao Sertão nordestino. A vegetação típica dessa região é a Caatinga.

Análise das alternativas

A: a Mata Atlântica é úmida e litorânea. B: a Mata de Cocais é de transição, no Meio-Norte, com babaçu e carnaúba. D: o Cerrado tem chuvas bem maiores e sazonais. E: os Campos Sulinos ocorrem em clima subtropical úmido.

Referência: ROSS, Jurandyr L. S. (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 2001.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia do Brasil Corredores de Exportação

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Observe o mapa temático.
Mapa do Brasil com divisão estadual e manchas cinza no interior ligadas por setas a localidades do litoral rotuladas: Itaqui/Ponta da Madeira, Vitória/Tubarão, Rio de Janeiro/Sepetiba, Santos, Paranaguá e Rio Grande.
(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)
A cartografia destacada no mapa representa espacialmente
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Pedagogia Projeto Político-Pedagógico

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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De acordo com o livro Projeto-político pedagógico da escola: uma construção possível, organizado por Ilma Veiga, é correto afirmar que o projeto político-pedagógico
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O PPP organiza o trabalho pedagógico em dois níveis: a escola como um todo e a sala de aula.

Na obra organizada por Ilma Veiga, o PPP se relaciona com a organização do trabalho pedagógico em dois níveis: a organização da escola como um todo e a organização da sala de aula. Ele é um processo participativo e contínuo de construção coletiva.

Análise das alternativas

B: o PPP não é documento para prestação de contas a autoridades. C: é processo em permanente construção, não fixo nem imutável. D: a racionalização burocrática, a fragmentação e a hierarquia caracterizam a organização que o PPP busca superar. E: o PPP busca a autonomia da escola, não a centralização.

Referência: VEIGA, Ilma P. A. (org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Pedagogia Educação Especial na Perspectiva Inclusiva

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Na obra coletiva A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva, as autoras Edilene Ropoli et. al. afirmam que a inclusão cinde com as concepções que sustentam as escolas, questionando os fundamentos dos sistemas educacionais.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre os ambientes escolares, segundo a referida obra.
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Ambientes excludentes elegem uma identidade-padrão que hierarquiza as demais.

Segundo a obra, a escola excludente elege uma identidade específica como norma, e as outras identidades são avaliadas e hierarquizadas a partir dela. A escola inclusiva, ao contrário, entende a identidade como construção histórico-cultural, instável e heterogênea.

Análise das alternativas

A: as Salas de Recursos Multifuncionais complementam a escolarização e não potencializam a segregação. B: o PPP inclusivo não se limita à dimensão cognitiva para avaliações externas. D: essa descrição de identidade pertence à perspectiva inclusiva, não à excludente. E: o currículo inclusivo não é limitado pela presença de alunos com deficiência.

Referência: ROPOLI, Edilene et al. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Pedagogia Educação e Cidadania — Ladislau Dowbor

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Para Ladislau Dowbor, permitir que os jovens acessem informações básicas que afetam suas vidas, tais como a destinação do dinheiro público, poluidores da sua região, etc., representa o
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Dowbor: acesso a informações concretas da vida dos jovens como finalidade da educação.

Para Dowbor, a educação cumpre seu objetivo quando conecta o conhecimento à realidade vivida pelos jovens, como o destino do dinheiro público e os poluidores locais. Isso dá um embasamento concreto à teoria, e não a substitui nem a opõe à prática.

Análise das alternativas

A e C: 'conectividade' não é o conceito central do trecho. B: trata como cidadania e opõe prática a teoria, o que não é a ideia do autor. D: diz que a educação 'privilegia' a prática em detrimento da teoria, mas o autor busca integrá-las.

Referência: Ladislau Dowbor, Educação e cidadania (textos sobre educação e desenvolvimento local).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Legislação Educacional LDB — Categorias Administrativas das Instituições de Ensino

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Considerando a lei que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional (Lei nº 9.394, de 20.12.1996), assinale a alternativa que apresenta as categorias administrativas nas quais as instituições de ensino são classificadas.
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A LDB classifica as instituições de ensino em públicas, privadas e comunitárias.

Pelo art. 19 da Lei nº 9.394/1996, com a redação dada pela Lei nº 11.183/2005, as instituições de ensino dividem-se nas categorias administrativas pública, privada e comunitária. Por isso a correta é a D.

Análise das alternativas

A) 'Coletivas' não é categoria da LDB. B) e C) 'Abertas' e 'fechadas' não são categorias previstas. E) Omite as comunitárias.

Referência: Lei nº 9.394/1996 (LDB), art. 19.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Psicologia da Educação Aprendizagem e Desenvolvimento em Piaget

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Assinale a alternativa correta a partir dos conceitos de aprendizagem e desenvolvimento para Piaget.
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Para Piaget, a aprendizagem em sentido estrito é provocada, ao contrário do desenvolvimento, que é espontâneo.

Piaget distingue o desenvolvimento, processo espontâneo ligado à embriogênese e à maturação das estruturas, da aprendizagem, geralmente provocada por situações externas, como um experimentador ou o professor. O desenvolvimento explica a aprendizagem, e não o contrário.

Análise das alternativas

B) Inverte a relação: é o desenvolvimento que se liga à totalidade das estruturas. C) e D) Colocam a aprendizagem como explicação do desenvolvimento, o que Piaget rejeita. E) Ele nega que o desenvolvimento seja a soma de experiências de aprendizagem.

Referência: Jean Piaget, 'Desenvolvimento e aprendizagem'.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Legislação Educacional Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais — Interdisciplinaridade e Transversalidade

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Jonas, lendo a respeito da visão interdisciplinar e transversal do conhecimento, verificou que a transversalidade é um modo de se organizar o trabalho didático-pedagógico, modo esse que procura reintegrar aspectos da realidade que ficaram isolados uns dos outros pelo tratamento disciplinar. Ele também verificou que a transversalidade, assim como a interdisciplinaridade, rejeita a concepção de conhecimento que toma a realidade como algo estável, pronto e acabado.
A partir das leituras feitas, nomeadamente do art. 13, § 6º, da Resolução CNE/CEB nº 04/2010, Jonas tomou ciência de que, na abordagem curricular, a transversalidade está ligada à dimensão didático-pedagógica enquanto a interdisciplinaridade refere-se
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Resolução comentada

A interdisciplinaridade refere-se à abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento.

O art. 13, § 6º, da Resolução CNE/CEB nº 4/2010 diz que a interdisciplinaridade e a transversalidade se complementam: a transversalidade está ligada à dimensão didático-pedagógica, e a interdisciplinaridade à abordagem epistemológica dos objetos de conhecimento.

Análise das alternativas

A) Justaposição é a multidisciplinaridade. C) Trabalho coletivo é condição prática, e não a definição. D) A divisão em disciplinas é o que a interdisciplinaridade busca superar. E) Isso descreve um aspecto metodológico, que seria a dimensão didático-pedagógica atribuída à transversalidade.

Referência: Resolução CNE/CEB nº 4/2010, art. 13, § 6º.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Psicologia da Educação Concepções de Aprendizagem e Ensino — Construtivismo

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Segundo Teresa Mauri (in Coll,1999, capítulo 4), atualmente, são três as concepções da aprendizagem e do ensino escolar mais habituais entre os docentes. Para a primeira concepção, aprender consiste em conhecer as respostas corretas para as perguntas formuladas pelos professores, cabendo ao ensino reforçar positivamente tais respostas. Para a segunda concepção, aprender consiste em adquirir conhecimentos relevantes de uma cultura, competindo ao ensino proporcionar aos alunos as informações de que necessitam. Finalmente, para a terceira concepção, a aprendizagem escolar consiste em construir conhecimentos culturais a partir de atividade pessoal; o aluno é um ser ativo que aprende a aprender.
Conforme expõe Mauri no referido texto, nessa terceira vertente, o papel do ensino consiste em
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Resolução comentada

Na concepção construtivista, o ensino auxilia os alunos a construir os conhecimentos culturais.

Para Mauri, se aprender é construir conhecimentos a partir da atividade pessoal, ensinar é ajudar o aluno nessa construção, e não apenas transmitir ou reforçar respostas. Isso corresponde à terceira concepção.

Análise das alternativas

A, B e D são aspectos parciais ou genéricos, não o papel central apontado no texto. E) Transmitir é a segunda concepção, e reforçar respostas corretas é a primeira.

Referência: Teresa Mauri, in César Coll et al., O construtivismo na sala de aula (1999), cap. 4.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Pedagogia Pedagogia de Projetos

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Os tempos atuais são marcados por grandes e profundas mudanças em todos os setores da vida. Nesse contexto, verifica-se que os professores têm investido em ações pedagógicas mais adequadas à realidade vivida, ações essas capazes de criar espaços para que os alunos, eles próprios, produzam seus conhecimentos, tornando-se sujeitos críticos, reflexivos e inovadores. Em tal direção, a Pedagogia de Projetos tem se mostrado uma aliada. Entre os defensores dessa pedagogia encontra-se Moura; segundo essa autora, conforme o artigo “Pedagogia de Projetos: contribuições para uma educação transformadora” (s.d.), trabalhar por meio de projetos demanda mudanças na concepção de ensino e aprendizagem e, consequentemente, na postura do professor. Essa forma de trabalhar não pode ser vista como uma opção meramente metodológica, mas como uma pedagogia que traduz uma específica concepção do conhecimento escolar.
Ainda segundo Moura no referido texto, a Pedagogia de Projetos entende que o papel do educador na construção do conhecimento por parte do aluno é o de
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Resolução comentada

Na Pedagogia de Projetos, o educador é mediador da construção do conhecimento.

Nessa perspectiva, o aluno é sujeito ativo na construção do conhecimento. O professor deixa de ser transmissor e passa a mediar, orientando e provocando a aprendizagem.

Análise das alternativas

C) Transmissor é o papel da pedagogia tradicional. B, D e E) 'Roteirizador', 'organizador' e 'programador' reduzem o papel a planejar ou controlar, sem refletir a ideia de mediação.

Referência: Moura, 'Pedagogia de Projetos: contribuições para uma educação transformadora'.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Pedagogia Avaliação Mediadora

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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Em “Avaliação mediadora: uma relação dialógica na construção do conhecimento”, Hoffmann (in Revista Ideias, nº 22, p. 54) argumenta que a concepção comportamentalista sobre a avaliação manifesta-se na prática avaliativa de um grande número de professores. Tais profissionais demonstram não perceber o autoritarismo intrínseco a essa concepção. Quando dominados pela convicção de que a forma de avaliar na perspectiva comportamentalista é a melhor que se conhece, esses professores não podem evoluir no sentido de dois princípios presentes em uma avaliação mediadora (tipo de avaliação defendido por Hoffmann).
Na visão de Hoffmann, segundo o artigo em pauta, os dois princípios presentes em uma avaliação mediadora são o
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Resolução comentada

Os dois princípios da avaliação mediadora de Hoffmann são o acompanhamento reflexivo e o diálogo.

Hoffmann, ao tratar da avaliação mediadora, destaca a relação dialógica e o acompanhamento reflexivo do professor sobre o processo de aprendizagem do aluno. A concepção comportamentalista impede esse avanço.

Análise das alternativas

A, B, C e E trazem pares de princípios que não correspondem aos apontados pela autora no artigo, que são o acompanhamento reflexivo e o diálogo.

Referência: Jussara Hoffmann, 'Avaliação mediadora: uma relação dialógica na construção do conhecimento', Revista Ideias nº 22.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Pedagogia Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação

2020 Superior

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de História · Caderno Versão A (013. Prova Objetiva)

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No mundo atual, globalizado, as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) têm se incorporado a diversas áreas do desenvolvimento humano, entre elas a da educação. Nesse contexto, segundo Moran (2004), o professor, do ponto de vista metodológico, necessita aprender a contrabalançar processos de organização e de “provocação” na sala de aula. Para o referido autor, uma das dimensões fundamentais do educar consiste em auxiliar os alunos a descobrirem uma lógica dentro do caos de informações que possuímos, organizar numa síntese coerente (ainda que momentânea) das informações dentro de um campo de conhecimento. Moran afirma que compreender consiste em organizar, sistematizar, comparar, avaliar e contextualizar. Uma segunda dimensão pedagógica busca questionar essa compreensão, criando uma tensão para ultrapassá-la, transformá-la, caminhando em direção a novas sínteses, novas formas de compreensão.
Para isso, Moran afirma, nesse texto, que o professor precisa
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Resolução comentada

Para Moran, o professor deve questionar e tensionar a compreensão existente.

O texto descreve a segunda dimensão pedagógica como a que questiona a compreensão alcançada, criando tensão para ultrapassá-la rumo a novas sínteses. Logo, o professor precisa questionar, tensionar e provocar o nível de compreensão existente.

Análise das alternativas

A, C, D e E tratam de rotina, projetos, memorização ou transmissão, nenhum dos quais é o que o trecho diz sobre a segunda dimensão, que é a provocação do já compreendido.

Referência: José Manuel Moran (2004), sobre TIC e educação.

Resolução comentada do VaiConcursos.