← Voltar para a lista de provas Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de Português 70 questões nesta prova · página 3 de 4 · 70 com gabarito Gabarito disponível Schneider propõe que os pais repensem sua participação e respeitem a autoridade do professor. Ele afirma que é importante retomar o respeito pela profissão e pela autoridade do professor, critica os pais que ditam como ele deve trabalhar e sugere reflexão. Isso leva à alternativa C. A) O texto não fala em ajudar os filhos a refletir sobre o papel da família. B) A participação coletiva é mencionada, mas não para melhorar o desempenho dos filhos. D) Fala em respeitar os professores, não em os pais exercerem autoridade. E) Ele critica a intromissão dos pais no ofício do professor. Referência: Interpretação de texto (entrevista, Veja São Paulo, 2020). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Sequenciação: o texto apresenta a série de passos e a quebra de expectativa. O gabarito oficial é E: justaposição com conexão causal. As demais não correspondem ao gabarito oficial. Referência: Koch e Elias (2011). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gonçalves Dias: nostalgia e amor à pátria; Oswald: saudade de São Paulo com humor. No poema romântico, o eu lírico, no exílio, exalta a pátria e sente saudade dela. Em Oswald, a paródia modernista usa ironia e humor ('mais terra', 'a Rua 15') e expressa saudade de São Paulo e do progresso. A) Atribui a Gonçalves Dias só saudade e humor; ele não tem humor. B) Oswald não expressa desapego à paisagem. C) Oswald não revela desapreço pela cidade, ao contrário. E) Gonçalves Dias não sente saudade da civilização. Referência: Canção do Exílio (Gonçalves Dias) e Canto de Regresso à Pátria (Oswald de Andrade). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Relação entre textos: intertextualidade. Barthes diz que todo texto é um intertexto, ou seja, outros textos estão presentes nele. Isso define intertextualidade, que é a relação entre o poema de Oswald e o de Gonçalves Dias. A) Intratextualidade é relação dentro do mesmo texto. B) Polifonia é a presença de várias vozes. D) Polissemia é pluralidade de sentidos de uma palavra. E) Heterogeneidade refere-se à natureza mista do discurso, não a essa relação entre textos. Referência: Koch (2018); Barthes (1974). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Tipos textuais de Travaglia: dissertativo, narrativo, injuntivo e descritivo. O 1º trecho argumenta e defende uma tese (dissertativo). O 2º relata ações em sequência temporal (narrativo). O 3º traz ordens ('Saia!'), logo injuntivo. O 4º caracteriza a casa e a personagem (descritivo). B, C, D e E: trocam a ordem dos tipos e não correspondem às passagens. Em D, ainda há repetição de 'injuntivo', e os quatro tipos devem aparecer uma vez cada. Referência: Travaglia, em Marquesi, Pauliukonis e Elias (2017): tipos textuais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Acentuação: 'ideia', 'voo' (sem acento) e 'bálsamo' (proparoxítona). Em B, 'ideia' e 'voo' perderam o acento pelo Acordo Ortográfico, e 'bálsamo' é proparoxítona, portanto acentuada. Está tudo de acordo com a norma. A) 'jóia' perdeu o acento: 'joia'. C) 'rúbrica' é paroxítona: 'rubrica'. D) 'Saimos' deve ser 'Saímos' (hiato i). E) 'enjôo' perdeu o acento: 'enjoo'. Referência: Acordo Ortográfico e regras de acentuação gráfica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Concordância e flexão verbal: são / ser / tenham / comportarem / têm. 'Os problemas... não são' (plural). 'Simples de serem esclarecidos' exigiria 'ser' no infinitivo não flexionado, mas a banca marca 'serem' porque o sujeito 'os problemas' é paciente; ambas as formas são aceitas, e a questão fecha com 'serem'. 'Certos linguistas tenham tentado' pede subjuntivo após 'embora'. 'As línguas não se comportarem' (infinitivo flexionado após 'de'). 'As pesquisas têm demonstrado' é plural. A) 'é' não concorda com 'problemas', e 'têm' não combina com 'embora'. B) 'é' está no singular e 'comportar' não está flexionado. C) 'têm' no lugar de 'tenham' após 'embora', e 'comportam' não se encaixa em 'apesar de'. E) 'tem' está no singular, mas o sujeito 'as pesquisas' é plural. Referência: Concordância verbal; infinitivo flexionado; modo subjuntivo após 'embora'. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Única alternativa sem erro ortográfico: D. Em D, 'empecilho', 'transpô-lo' e 'improvisar' estão corretos. As demais alternativas trazem grafias incorretas. A) 'traz' deveria ser 'atrás'. B) 'mixto' deve ser 'misto'. C) 'descrição' deveria ser 'discrição' (reserva), e 'exceço' deve ser 'excesso'. E) 'previlégio' deve ser 'privilégio', e 'gosar' deve ser 'gozar'. Referência: Ortografia oficial da língua portuguesa. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para Bakhtin, estilo e gênero têm relação orgânica e indissolúvel. O fragmento começa afirmando a relação orgânica e indissolúvel do estilo com o gênero, e diz que os estilos de linguagem são estilos de gênero de cada esfera. A alternativa C reproduz essa ideia. A) Inverte a relação: são as condições e a função que geram os gêneros, não os estilos que os constituem. B) As esferas e as condições geram gêneros, não 'correspondem a estilos'. D) Esferas não são estilos. E) A estabilidade relativa é dos gêneros (tipos de enunciados), não dos estilos. Referência: Bakhtin, Estética da criação verbal (2003, p. 266). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Crase: 'chegou a uma conclusão' (a + artigo indefinido não gera crase) e 'faz mal às pessoas'. 'Chegar' pede preposição 'a'; diante de 'uma' não há crase, pois o artigo indefinido não se funde com 'a' (a + uma). 'Faz mal às pessoas' tem a + as, com crase correta. A) 'à esta' e 'à um' são erros: não há crase antes de pronome demonstrativo nem de artigo masculino. C) 'à uma' e 'à qualquer' são erros: não há crase antes de artigo indefinido nem de pronome indefinido. D) 'mal as pessoas' exige crase: 'mal às pessoas'. E) 'à certa' e 'à pessoas' são erros: não há crase antes de palavra no plural sem artigo. Referência: Regras de uso do acento indicativo de crase. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Konitz seguiu caminho próprio, gravou muito e não foi uma estrela. O texto diz que ele esteve 'na contramão do jazz', não copiou Parker, gravou 95 álbuns como líder e nunca teve agente nem foi estrela. Isso corresponde exatamente à alternativa E. A) Ele não seguiu os padrões de Parker; foi o oposto. B) Gravou muito (não discografia rara) e o texto não fala em esquecimento dos fãs. C) Não há menção a exílio nem a influência sobre Marsalis e Pizzarelli. D) Não se diz que perdeu o estrelato por escolha nem que foi apadrinhado por Parker. Referência: Interpretação de texto: inferência a partir de informações explícitas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Velho' em 'velho jazz' expressa afeto e reverência ao jazz tradicional. O adjetivo 'velho', anteposto ao substantivo, tem valor afetivo e respeitoso: o autor lamenta a perda de músicos da geração clássica do jazz. Revela reverência ao jazz tradicional, e não depreciação. A) Não se fala de vigor no passado remoto. B) Não há descaso; o autor valoriza Konitz. C) Nada no trecho indica alcance cultural limitado. E) Não há ideia de insuperabilidade. Referência: Sentido contextual e valor expressivo do adjetivo. Resolução comentada do VaiConcursos.EsFCEx — Concurso de Admissão 2020 — Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Magistério de Português — 016. Prova Objetiva — Versão A
Leia o texto e responda às questões de números 41 e 42.
Veja: Os professores sairão mais valorizados desta pandemia?
Alexandre Schneider: Será importante a retomada do respeito pela profissão, da autoridade do professor em sala de aula. Obviamente, quando os pais participam, a escola fica melhor. Mas a participação deles tem de ser na melhora no coletivo. Entretanto muitos atravessam a fronteira e entendem que eles têm de dizer como o professor deve exercer o seu ofício. Ou, mais grave, entendem que o professor não tem o direito de chamar a atenção de um estudante. Talvez este seja um bom momento de reflexão. Estamos vendo com os nossos filhos como é difícil colocá-los na frente de um computador ou de um tablet para as tarefas escolares.
(Alexandre Schneider. Enem deveria ser transferido para o meio do ano que vem. Veja São Paulo, 8 de julho de 2020, p.15. Adaptado)
É correto dizer que Schneider propõe que os paisResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto e responda às questões de números 41 e 42.
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(Alexandre Schneider. Enem deveria ser transferido para o meio do ano que vem. Veja São Paulo, 8 de julho de 2020, p.15. Adaptado)
De acordo com Koch (2008, p. 36), “a reativação de referentes no texto é realizada através da referenciação anafórica ou catafórica, formando-se, deste modo, cadeias coesivas mais ou menos longas”. Assim, a coesão estabelecida pelos termos deles e muitos é
Conquistar o diploma universitário, arranjar emprego, sair da casa dos pais. É um desenrolar natural do ciclo da vida para aqueles jovens já com alguma renda. Certo? Não, muitos jovens preferem manter-se na casa dos pais.
(Veja, 8 de julho de 2020, p. 62. Adaptado)
Koch e Elias (2011, p. 152-173) tratam da sequenciação textual, indicando “os diversos tipos de atividades realizadas pelo produtor para fazer o texto progredir, mantendo o fio discursivo”. Assim, de acordo com as autoras, a sequenciação desse texto caracteriza-se porResolução comentada
Análise das alternativas
Para as questões de números 44, 45 e 46, considere a tirinha “Mocoronga vírus”.
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(https://nanquim.com.br/category/tirinhas/. Acesso em 08.07.2020)
Para responder à questão, leia também o texto:
“… a compreensão de um texto é um processo que se caracteriza pela utilização de conhecimento prévio: o leitor utiliza na leitura o que ele já sabe, o conhecimento adquirido ao longo da vida. É mediante a interação de diversos níveis de conhecimento, como o conhecimento linguístico, o textual, o conhecimento de mundo, que o leitor consegue construir o sentido do texto. É porque o eleitor utiliza justamente diversos níveis de conhecimento que interagem entre si, a leitura é considerada um processo interativo. Pode-se dizer que sem o engajamento prévio do leitor não haverá compreensão”.
(Kleiman, 2005, p. 13)
Na sequência dos quadrinhos, o conhecimento prévio considera que o leitor tenha, além de conhecimentos linguísticos, o conhecimento de todo um contexto. Assim, para a construção de sentido, é necessário que o leitor se utilize de informações
Para as questões de números 44, 45 e 46, considere a tirinha “Mocoronga vírus”.
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(https://nanquim.com.br/category/tirinhas/. Acesso em 08.07.2020)
Considere as observações de Travaglia (In: Marquesi, Pauliukonis e Elias, 2017, p. 78):
“(…) é o caso das histórias em quadrinhos e das tiras que além da língua utilizam imagens (geralmente desenhos) que apresentam personagens, dispensando a descrição, cenários, atitudes, ações e ainda representam formas de linguagem utilizada face a face (como gestos e expressões fisionômicas), já que esses gêneros geralmente trazem um diálogo.”
A sequência que apresenta um confronto entre o coronavírus e um “herói” é do gênero das tiras e se constrói por tipos que são
Para as questões de números 44, 45 e 46, considere a tirinha “Mocoronga vírus”.
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(https://nanquim.com.br/category/tirinhas/. Acesso em 08.07.2020)
Segundo Travaglia (In: Marquesi, Pauliukonis e Elias, 2017, p. 75), “O cruzamento ou fusão ocorre quando dois ou mais tipos de textos de tipologias diferentes ocupam o mesmo espaço textual”.
Desse modo, é correto dizer que a composição da tirinha, além de imagens visuais, faz-se, predominantemente, por um cruzamento de tipos
Leia a tira para responder às questões de números 47 e 48.
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(Mauricio de Sousa. Turma da Mônica. http://turmadamonica.uol.com.br/donasdarua/hqs.php. Acesso em 08.07.2020)
Na relação entre Mônica e Cebolinha, o segundo quadrinho apresenta um
Leia a tira para responder às questões de números 47 e 48.
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(Mauricio de Sousa. Turma da Mônica. http://turmadamonica.uol.com.br/donasdarua/hqs.php. Acesso em 08.07.2020)
Considerando as “formas de introdução de referentes no modelo textual”, conforme Koch e Elias (2011, p.127-135), há, na sequência do primeiro para o segundo quadrinho, um processo de progressão referencial que se identifica como um uso de
Para responder às questões de números 49 e 50, leia os dois fragmentos:
I – Fragmento do poema “Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias:
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
(…)
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
II – Fragmento do poema “Canto de Regresso à Pátria”, de Oswald de Andrade:
Minha terra tem palmares
onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
(…)
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
Depreende-se, respectivamente, nos trechos dos poemas de Gonçalves Dias e de Oswald de Andrade, sentimentos que denotamResolução comentada
Análise das alternativas
Para responder às questões de números 49 e 50, leia os dois fragmentos:
I – Fragmento do poema “Canção do Exílio”, de Gonçalves Dias:
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
(…)
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
II – Fragmento do poema “Canto de Regresso à Pátria”, de Oswald de Andrade:
Minha terra tem palmares
onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
(…)
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
Koch (2018, p. 46), em “a construção dos sentidos no texto: intertextualidade e polifonia”, cita Barthes (1974): “O texto redistribui a língua. Uma das vias dessa construção é a de permutar textos, fragmentos de textos, que existiram ou existem ao redor do texto considerado, e, por fim, dentro dele mesmo: todo o texto é um intertexto; outros textos estão presentes nele, em níveis variáveis, sob formas mais ou menos reconhecíveis”.
Conforme as palavras de Barthes, citadas por Koch, a relação entre os textos é deResolução comentada
Análise das alternativas
• “A quarentena é um período curto diante da vida escolar das crianças e adolescentes. Se o trabalho for bem feito. A pandemia passa e eles não terão perdas ao longo da vida.”
(Veja São Paulo, 8 de julho de 2020, p. 15. Adaptado)
• Um suco de laranja sem gelo e um chopinho bem gelado. O garçom colocou o chope diante dele e o suco, diante dela. O casal, sorrindo, trocou as bebidas e brindou aquele momento especial.
(Gislene Carvalho. In: Tic Tac & outros microcontos, 2019, p. 81)
• – Embusteiro! Saia! Já não suporto sua presença. Eu também já sinto vergonha de ser mãe de semelhante ingrato! Saia! Não quero mais vê-lo!
(Júlia Lopes de Almeida. A caolha. In: Os cem melhores contos brasileiros do século. 2001, p. 53. Adaptado)
• A caolha (...) morava numa casa pequena, paga pelo filho único, operário numa oficina de alfaiate; ela lavava roupa para hospitais e dava conta de todo o serviço.
(Júlia Lopes de Almeida. A caolha. In: Os cem melhores contos brasileiros do século. 2001, p. 53. Adaptado)
De acordo com Travaglia (In: Marquesi, Pauliukonis e Elias, 2017, p. 76): “o conteúdo temático se refere ao tipo de informação que geralmente é ou pode ser veiculado por dada categoria de texto (tipo, subtipo, gênero ou espécie)”. Para ele, há quatro tipos fundamentais que entram na composição de todos os gêneros.
Os quatro tipos estão representados nas passagens acima pela respectiva ordem:Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Os problemas das relações entre Lógica e Linguística não __________ simples de __________ esclarecidos, mas ninguém duvida de que seria necessário, em princípio, opor o plano lógico-semântico ao plano da manifestação linguística. Entretanto, embora certos linguistas __________ tentado distinguir a modalidade linguística da lógica, as definições oferecidas trazem, na maior parte das vezes, a marca lógica. E afinal, apesar de as línguas naturais não se __________ de maneira lógica, as pesquisas __________ demonstrado que os domínios da Lógica e da Linguística são inseparáveis.
(M.H. Moura Neves, Texto e Gramática, 2006, p. 157. Adaptado)Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
A relação orgânica e indissolúvel do estilo com o gênero se revela nitidamente também na questão dos estilos de linguagem ou funcionais. No fundo, os estilos de linguagem ou funcionais não são outra coisa senão estilo de gênero de determinadas esferas da atividade humana e da comunicação. Em cada campo existem e são empregados gêneros que correspondem às condições específicas de cada campo; é a esses gêneros que correspondem determinados estilos. Uma determinada função (científica, técnica, publicística, oficial, cotidiana) e determinadas condições de comunicação discursiva, específicas de cada campo, geram determinados gêneros, isto é, determinados tipos de enunciados estilísticos, temáticos e composicionais relativamente estáveis.
(Bakhtin, 2003, p. 266)
A partir da leitura do fragmento, é correto afirmar que, para Bakthin,Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia a tira para responder às questões de números 56 e 57.
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(M. Schulz, “Minduim Charles”. Em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 09.07.2020)
As informações verbais e não verbais do último quadrinho sugerem que o personagem
Leia a tira para responder às questões de números 56 e 57.
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(M. Schulz, “Minduim Charles”. Em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 09.07.2020)
Anexo predicativo – Esse determinante predicativo não se restringe à referência ao sujeito, em orações com o concurso de verbos como ser, estar, ficar, etc. Pode aparecer em predicados simples e complexos, com o concurso de verbos outros de ação ou processo, referidos ao sujeito, ao complemento direto, ao complemento relativo e ao complemento indireto.
(Bechara, 2019: 428)
Com base na definição apresentada, as expressões “Nicolau.” (1º quadrinho), “de ‘Nico’” (2º quadrinho) e “como ‘Príncipe Nico’” (3º quadrinho) são classificadas, correta e respectivamente, como:
A psicóloga Julianne Holt-Lunstad, da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, revisou estudos englobando, ao todo, 3,7 milhões de voluntários e chegouResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 59 a 64.
Tudo, menos uma estrela
O velho jazz está sendo ceifado pela Covid-19. Depois do pianista Ellis Marsalis e do guitarrista Bucky Pizzarelli, foi a vez, na semana passada, do saxofonista Lee Konitz, ainda na ativa aos 92 anos. Os jornais deram a sua morte não por ter sido um grande músico, mas por “ter tocado com Miles Davis”, nos discos de um revolucionário noneto¹ que, em 1949-50, lançou o cool jazz². Era um estilo com raízes na big band³ de Claude Thornhill, de onde tinham saído, além de Lee, o sax-barítono Gerry Mulligan e o arranjador Gil Evans, todos no noneto. Mas só Miles levou a fama.
Lee foi dos poucos sax-altos nascidos no bebop⁴ que não tentaram copiar Charlie Parker. Suas frases longas e sem vibrato eram a antítese de Parker. E, desde então, sempre esteve na contramão do jazz, gravando discos em que tocava sozinho, ou com um trio sem piano ou com uma orquestra de 90 figuras.
Ele era tudo, menos uma estrela do jazz. Nunca teve agente ou assessor de imprensa e, ao morrer, devia ser o único músico do mundo sem email. O incrível é que, avesso a qualquer carreira comercial, tenha gravado tanto. Levantei sua discografia e, de 1949 a 2018, contei 95 álbuns como líder. Somando-se os de que só participou, são mais setenta.
(Ruy Castro, “Tudo, menos uma estrela”. Folha de S.Paulo, 27.04.2020. Adaptado)
¹ Conjunto formado por nove músicos.
² Estilo que se caracteriza por ser, na maioria das vezes, uma música mais lenta e mais melancólica. Há mais espaços na música, ela é mais estendida, e menos notas são tocadas.
³ Indica um grande grupo instrumental associado ao jazz. Constitui-se, basicamente, de 12 a 25 músicos e contém primordialmente 4 tipos de instrumentos.
⁴ Representa uma das correntes mais influentes do jazz. Seu nome provém da onomatopeia feita ao imitar o som de martelos que batiam no metal na construção das ferrovias americanas, gerando uma “melodia” cheia de pequenas notas.
As informações do texto permitem concluir que Lee KonitzResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 59 a 64.
Tudo, menos uma estrela
O velho jazz está sendo ceifado pela Covid-19. Depois do pianista Ellis Marsalis e do guitarrista Bucky Pizzarelli, foi a vez, na semana passada, do saxofonista Lee Konitz, ainda na ativa aos 92 anos. Os jornais deram a sua morte não por ter sido um grande músico, mas por “ter tocado com Miles Davis”, nos discos de um revolucionário noneto¹ que, em 1949-50, lançou o cool jazz². Era um estilo com raízes na big band³ de Claude Thornhill, de onde tinham saído, além de Lee, o sax-barítono Gerry Mulligan e o arranjador Gil Evans, todos no noneto. Mas só Miles levou a fama.
Lee foi dos poucos sax-altos nascidos no bebop⁴ que não tentaram copiar Charlie Parker. Suas frases longas e sem vibrato eram a antítese de Parker. E, desde então, sempre esteve na contramão do jazz, gravando discos em que tocava sozinho, ou com um trio sem piano ou com uma orquestra de 90 figuras.
Ele era tudo, menos uma estrela do jazz. Nunca teve agente ou assessor de imprensa e, ao morrer, devia ser o único músico do mundo sem email. O incrível é que, avesso a qualquer carreira comercial, tenha gravado tanto. Levantei sua discografia e, de 1949 a 2018, contei 95 álbuns como líder. Somando-se os de que só participou, são mais setenta.
(Ruy Castro, “Tudo, menos uma estrela”. Folha de S.Paulo, 27.04.2020. Adaptado)
¹ Conjunto formado por nove músicos.
² Estilo que se caracteriza por ser, na maioria das vezes, uma música mais lenta e mais melancólica. Há mais espaços na música, ela é mais estendida, e menos notas são tocadas.
³ Indica um grande grupo instrumental associado ao jazz. Constitui-se, basicamente, de 12 a 25 músicos e contém primordialmente 4 tipos de instrumentos.
⁴ Representa uma das correntes mais influentes do jazz. Seu nome provém da onomatopeia feita ao imitar o som de martelos que batiam no metal na construção das ferrovias americanas, gerando uma “melodia” cheia de pequenas notas.
Na frase do primeiro parágrafo “O velho jazz está sendo ceifado pela Covid-19.”, o autor emprega o termo “velho” como uma forma de demonstrarResolução comentada
Análise das alternativas
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Leia o texto para responder à questão.
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Considere as passagens:
Assinale a alternativa em que a acentuação gráfica está de acordo com a norma culta.
Assinale a alternativa em que os verbos preenchem corretamente as lacunas.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas conforme a ortografia oficial.
Leia o fragmento para responder à questão.
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Assinale a alternativa que dá correta sequência ao trecho da notícia extraída e adaptada de https://saude.abril.com.br:
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