← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Belém · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental 25 questões nesta prova · página 2 de 2 · 24 com gabarito Gabarito disponível A repetição em "Labirinto labiríntico" reforça a complexidade do labirinto. O adjetivo "labiríntico" repete a ideia contida em "labirinto". Essa redundância é proposital: o texto diz que não era um labirinto qualquer, e a repetição enfatiza que ele é extremamente complexo e confuso. Por isso a alternativa B está correta. A) Errada: a palavra não é desnecessária, pois cumpre função expressiva. C) Errada: o texto trata de um único labirinto, não de vários. D) Errada: o texto apresenta o labirinto como difícil, não fácil. E) Errada: "labiríntico" é o adjetivo que qualifica o substantivo "labirinto", e não o contrário. Referência: Recursos expressivos: repetição e ênfase em título. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Tipo de narrador do Texto IV. O texto está na 3ª pessoa ('o menino detetive se viu', 'pensou') e o narrador sabe o que o menino sente e pensa, mas não é personagem. Ele conhece a história sem participar dela, como narrador-observador onisciente. A está errada: ele não conta a própria história. B está errada: não age na história. D está errada: não interage com o menino. E está errada: não o instrui, apenas narra. Referência: Foco narrativo – narrador em 3ª pessoa Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Sem padrão de resposta — pratique a escrita Limite impresso: no mínimo 15 (quinze) e no máximo 30 (trinta) linhas.Colégio Militar de Belém — Concurso de Admissão 2021/22 — 6º Ano do Ensino Fundamental — Matemática, Língua Portuguesa e Redação
Leia o texto IV para responder às questões de 21 a 24.
TEXTO IV
Labirinto labiríntico
De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu
totalmente perdido em um labirinto.
Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.
Como sairia dali? Não tinha nem ideia.
5 O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor
caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem
muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.
Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.
Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo
10 inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.
Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do
passado e o mundo do futuro. Uau!
Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e
sonhava do destino estava representado naquela imagem.
15 Que fantástico, pensou.
Mas o mais fantástico ainda estava por vir.
Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo,
reparou que, nessa imagem, havia algo mais.
Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um
20 investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.
E, assustado, percebeu que era ele próprio!
Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha.
Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.
Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.
25 Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.
Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse
quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que
deveria cruzar para voltar ao seu lar.
O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se
30 surpreendeu com o que viu.
Era um quebra-cabeça infinito.
Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E
no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será
que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar
35 um quebra-cabeça assim?
Encontrou outra dica do fabricante: “Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do
labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo”.
Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?
Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram
40 esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo
ou um telefonema com ou sem fio.
Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem
hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.
Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.
45 Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça
não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.
(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.
Ao propor como título “Labirinto labiríntico”, pode-se afirmar que o autor do textoResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto IV para responder às questões de 21 a 24.
TEXTO IV
Labirinto labiríntico
De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu
totalmente perdido em um labirinto.
Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.
Como sairia dali? Não tinha nem ideia.
5 O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor
caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem
muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.
Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.
Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo
10 inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.
Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do
passado e o mundo do futuro. Uau!
Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e
sonhava do destino estava representado naquela imagem.
15 Que fantástico, pensou.
Mas o mais fantástico ainda estava por vir.
Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo,
reparou que, nessa imagem, havia algo mais.
Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um
20 investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.
E, assustado, percebeu que era ele próprio!
Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha.
Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.
Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.
25 Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.
Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse
quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que
deveria cruzar para voltar ao seu lar.
O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se
30 surpreendeu com o que viu.
Era um quebra-cabeça infinito.
Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E
no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será
que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar
35 um quebra-cabeça assim?
Encontrou outra dica do fabricante: “Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do
labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo”.
Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?
Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram
40 esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo
ou um telefonema com ou sem fio.
Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem
hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.
Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.
45 Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça
não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.
(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.
Sobre o texto IV, afirma-se que o narradorResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto IV para responder às questões de 21 a 24.
TEXTO IV
Labirinto labiríntico
De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu
totalmente perdido em um labirinto.
Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.
Como sairia dali? Não tinha nem ideia.
5 O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor
caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem
muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.
Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.
Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo
10 inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.
Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do
passado e o mundo do futuro. Uau!
Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e
sonhava do destino estava representado naquela imagem.
15 Que fantástico, pensou.
Mas o mais fantástico ainda estava por vir.
Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo,
reparou que, nessa imagem, havia algo mais.
Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um
20 investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.
E, assustado, percebeu que era ele próprio!
Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha.
Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.
Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.
25 Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.
Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse
quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que
deveria cruzar para voltar ao seu lar.
O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se
30 surpreendeu com o que viu.
Era um quebra-cabeça infinito.
Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E
no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será
que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar
35 um quebra-cabeça assim?
Encontrou outra dica do fabricante: “Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do
labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo”.
Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?
Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram
40 esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo
ou um telefonema com ou sem fio.
Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem
hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.
Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.
45 Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça
não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.
(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.
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Leia o texto IV para responder às questões de 21 a 24.
TEXTO IV
Labirinto labiríntico
De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu
totalmente perdido em um labirinto.
Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.
Como sairia dali? Não tinha nem ideia.
5 O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor
caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem
muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.
Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.
Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo
10 inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.
Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do
passado e o mundo do futuro. Uau!
Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e
sonhava do destino estava representado naquela imagem.
15 Que fantástico, pensou.
Mas o mais fantástico ainda estava por vir.
Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo,
reparou que, nessa imagem, havia algo mais.
Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um
20 investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.
E, assustado, percebeu que era ele próprio!
Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha.
Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.
Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.
25 Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.
Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse
quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que
deveria cruzar para voltar ao seu lar.
O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se
30 surpreendeu com o que viu.
Era um quebra-cabeça infinito.
Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E
no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será
que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar
35 um quebra-cabeça assim?
Encontrou outra dica do fabricante: “Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do
labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo”.
Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?
Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram
40 esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo
ou um telefonema com ou sem fio.
Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem
hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.
Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.
45 Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça
não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.
(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.
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PROPOSTA DE PRODUÇÃO TEXTUAL
Utilizando sua criatividade, redija um texto narrativo, em prosa e em 1ª pessoa, contando a história de um personagem (ou a sua) que aprendeu uma grande lição de vida por meio de um jogo do qual participou. A produção deve ter um título, não deve conter fragmentos dos textos da prova e deve apresentar no mínimo 15 (quinze) e no máximo 30 (trinta) linhas.
ORIENTAÇÕES
1. Escreva o texto na variedade padrão (norma culta) da língua portuguesa.
2. Construa, no mínimo, 3 (três) parágrafos.
3. Apresente letra legível (a textos ilegíveis será atribuído grau zero).
4. Além do título, coloque um cenário/local e personagens no texto.
5. Mantenha fidelidade ao tema e à forma do texto solicitados na proposta. Caso fuja totalmente ao tema ou à modalidade do texto solicitados, será atribuído grau zero à produção textual.
6. Use a FOLHA DE RASCUNHO para planejar o texto, porém, para efeito de avaliação, produza a versão final na FOLHA DE REDAÇÃO, constante do CADERNO DE REDAÇÃO. Se o texto não estiver escrito na FOLHA DE REDAÇÃO, não será corrigido.
7. Use, somente, caneta esferográfica de TINTA AZUL ou PRETA.
8. Não faça marcas, sinais ou qualquer tipo de rasura que possa identificar a FOLHA DE REDAÇÃO. Caso haja identificação, a prova será anulada.
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
PROVA DE REDAÇÃO