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CMBH — Concurso de Admissão 2021/2022 — 6º Ano do Ensino Fundamental — Matemática, Língua Portuguesa e Produção Textual (Redação)

Colégio Militar de Belo Horizonte · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Colégio Militar de Belo Horizonte (CMBH)2021Fundamental

25 questões nesta prova · página 2 de 2 · 24 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Ideia Central

Colégio Militar de Belo Horizonte (CMBH) 2021 Fundamental

Colégio Militar de Belo Horizonte · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Leia o Texto V para responder às questões de números 20 a 24.

Texto-base:
Texto V

Diário de Tóquio #16: vitória dupla
Martine e Kahena, Tamberi e Barshim, Fratus e Dressel e a beleza de reconhecer a vitória
como algo que se divide.
Marcel Merguizo — Tóquio

Dias de luta, dias de luta, dias de luta e, às vezes, dias de glória. Os últimos dias foram dourados para o
Brasil em Tóquio. Também foram bem bronzeados, graças ao sol e aos atletas, claro. No entanto, entre uma
conquista e outra, houve a discussão sobre o que fizeram o italiano Gianmarco Tamberi e o catari Mutaz Essa
Barshim.

Eles decidiram dividir a medalha de ouro no salto em altura. Calma, cada um levou a sua e subiu ao
lugar mais alto do pódio. Mas, antes, entraram num acordo: já chegamos até aqui juntos, acertamos até onde dava
para acertar, agora vamos descansar e comemorar essa medalha de ouro juntos? O diálogo não foi exatamente
esse, mas o final da história, sim. E a lição de que ganhar com companhia é melhor. A festa do italiano, o abraço,
a aula de esportividade, estava tudo ali. Afinal, como diz o lema destas Olimpíadas: juntos mais fortes.

Fotografia de dois atletas no pódio, cada um mordendo uma medalha de ouro: à esquerda, um atleta com a bandeira da Itália; à direita, um atleta com agasalho vermelho do Catar.
Atletas do salto em altura dividem a medalha de ouro — Imagem: fotograma do YouTube

Quem também dividiu o lugar mais alto do pódio foram Kahena Kunze e Martine Grael. Obviamente,
porque são uma dupla e conquistaram o bicampeonato olímpico na vela, na classe 49erFX. Mas as entrevistas
logo após a conquista mostram que elas são mais que uma dupla, são parceiras, amigas, irmãs de leme, casco e
vela. “Eu colocaria as duas medalhas nela”, disse Martine. “Eu faria tudo de novo por ela”, completou Kahena.
Juntas, pela segunda vez, chegaram à vitória da cumplicidade, do repartir em vez de dividir, do time acima do
individual.

Fotografia de duas velejadoras sorridentes, abraçadas, com uniformes verde e amarelo do Brasil, medalhas de ouro no pescoço e buquês de flores nas mãos, sob céu azul.
Martine Grael e Kahena Kunze são ouro na classe 49erFX de vela — Imagem: Reuters

E nem precisa ser da mesma equipe, do mesmo país, para reconhecer a importância do adversário. Foi o
que fez Caeleb Dressel em entrevista a uma TV norte-americana após conquistar o ouro nos 50 metros estilo livre
dos Jogos de Tóquio. O nadador dos Estados Unidos comentou que ficou emocionado ao ver as lágrimas do
brasileiro Bruno Fratus no pódio. O bronze valia muito para o atleta brasileiro, enfim, medalhista olímpico. E o
reconhecimento do campeão só reforça a importância do feito.

O tão aclamado espírito olímpico está em alta na capital japonesa. O exemplo dos skatistas, torcendo até
para os adversários durante as provas, talvez seja apenas o mais recente acréscimo de esperança dentro de uma
edição olímpica marcada pelo reencontro dos povos após (ou melhor, durante) meses de sofrimento em meio a
uma pandemia. E, para sair juntos dessa, a vitória de um precisa ser a vitória de todos.

MERGUIZO, Marcel. Diário de Tóquio #16: vitória dupla. Globo Esporte – Blog Olímpico. Disponível em: <https://ge.globo.com/olimpiadas/blogs/blog-olimpico/post/2021/08/04/diario-de-toquio-16-vitoria-dupla.ghtml>. Acesso em: 10 set. 2021. Adaptado.

Glossário:
catari: pessoa nascida no Catar (Ásia); catariano.

Qual dos provérbios populares reproduzidos a seguir confirma a ideia central defendida na crônica esportiva (Texto V)?
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Língua Portuguesa Semântica — Elipse e Efeitos de Sentido

Colégio Militar de Belo Horizonte (CMBH) 2021 Fundamental

Colégio Militar de Belo Horizonte · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Leia o Texto V para responder às questões de números 20 a 24.

Texto-base:
Texto V

Diário de Tóquio #16: vitória dupla
Martine e Kahena, Tamberi e Barshim, Fratus e Dressel e a beleza de reconhecer a vitória
como algo que se divide.
Marcel Merguizo — Tóquio

Dias de luta, dias de luta, dias de luta e, às vezes, dias de glória. Os últimos dias foram dourados para o
Brasil em Tóquio. Também foram bem bronzeados, graças ao sol e aos atletas, claro. No entanto, entre uma
conquista e outra, houve a discussão sobre o que fizeram o italiano Gianmarco Tamberi e o catari Mutaz Essa
Barshim.

Eles decidiram dividir a medalha de ouro no salto em altura. Calma, cada um levou a sua e subiu ao
lugar mais alto do pódio. Mas, antes, entraram num acordo: já chegamos até aqui juntos, acertamos até onde dava
para acertar, agora vamos descansar e comemorar essa medalha de ouro juntos? O diálogo não foi exatamente
esse, mas o final da história, sim. E a lição de que ganhar com companhia é melhor. A festa do italiano, o abraço,
a aula de esportividade, estava tudo ali. Afinal, como diz o lema destas Olimpíadas: juntos mais fortes.

Fotografia de dois atletas no pódio, cada um mordendo uma medalha de ouro: à esquerda, um atleta com a bandeira da Itália; à direita, um atleta com agasalho vermelho do Catar.
Atletas do salto em altura dividem a medalha de ouro — Imagem: fotograma do YouTube

Quem também dividiu o lugar mais alto do pódio foram Kahena Kunze e Martine Grael. Obviamente,
porque são uma dupla e conquistaram o bicampeonato olímpico na vela, na classe 49erFX. Mas as entrevistas
logo após a conquista mostram que elas são mais que uma dupla, são parceiras, amigas, irmãs de leme, casco e
vela. “Eu colocaria as duas medalhas nela”, disse Martine. “Eu faria tudo de novo por ela”, completou Kahena.
Juntas, pela segunda vez, chegaram à vitória da cumplicidade, do repartir em vez de dividir, do time acima do
individual.

Fotografia de duas velejadoras sorridentes, abraçadas, com uniformes verde e amarelo do Brasil, medalhas de ouro no pescoço e buquês de flores nas mãos, sob céu azul.
Martine Grael e Kahena Kunze são ouro na classe 49erFX de vela — Imagem: Reuters

E nem precisa ser da mesma equipe, do mesmo país, para reconhecer a importância do adversário. Foi o
que fez Caeleb Dressel em entrevista a uma TV norte-americana após conquistar o ouro nos 50 metros estilo livre
dos Jogos de Tóquio. O nadador dos Estados Unidos comentou que ficou emocionado ao ver as lágrimas do
brasileiro Bruno Fratus no pódio. O bronze valia muito para o atleta brasileiro, enfim, medalhista olímpico. E o
reconhecimento do campeão só reforça a importância do feito.

O tão aclamado espírito olímpico está em alta na capital japonesa. O exemplo dos skatistas, torcendo até
para os adversários durante as provas, talvez seja apenas o mais recente acréscimo de esperança dentro de uma
edição olímpica marcada pelo reencontro dos povos após (ou melhor, durante) meses de sofrimento em meio a
uma pandemia. E, para sair juntos dessa, a vitória de um precisa ser a vitória de todos.

MERGUIZO, Marcel. Diário de Tóquio #16: vitória dupla. Globo Esporte – Blog Olímpico. Disponível em: <https://ge.globo.com/olimpiadas/blogs/blog-olimpico/post/2021/08/04/diario-de-toquio-16-vitoria-dupla.ghtml>. Acesso em: 10 set. 2021. Adaptado.

Glossário:
catari: pessoa nascida no Catar (Ásia); catariano.

Ao final do 2º parágrafo do Texto V, o cronista destaca o lema dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020/2021: juntos mais fortes. Considerando tal lema, é correto afirmar:
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Língua Portuguesa Coesão Referencial — Pronomes

Colégio Militar de Belo Horizonte (CMBH) 2021 Fundamental

Colégio Militar de Belo Horizonte · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Leia o Texto V para responder às questões de números 20 a 24.

Texto-base:
Texto V

Diário de Tóquio #16: vitória dupla
Martine e Kahena, Tamberi e Barshim, Fratus e Dressel e a beleza de reconhecer a vitória
como algo que se divide.
Marcel Merguizo — Tóquio

Dias de luta, dias de luta, dias de luta e, às vezes, dias de glória. Os últimos dias foram dourados para o
Brasil em Tóquio. Também foram bem bronzeados, graças ao sol e aos atletas, claro. No entanto, entre uma
conquista e outra, houve a discussão sobre o que fizeram o italiano Gianmarco Tamberi e o catari Mutaz Essa
Barshim.

Eles decidiram dividir a medalha de ouro no salto em altura. Calma, cada um levou a sua e subiu ao
lugar mais alto do pódio. Mas, antes, entraram num acordo: já chegamos até aqui juntos, acertamos até onde dava
para acertar, agora vamos descansar e comemorar essa medalha de ouro juntos? O diálogo não foi exatamente
esse, mas o final da história, sim. E a lição de que ganhar com companhia é melhor. A festa do italiano, o abraço,
a aula de esportividade, estava tudo ali. Afinal, como diz o lema destas Olimpíadas: juntos mais fortes.

Fotografia de dois atletas no pódio, cada um mordendo uma medalha de ouro: à esquerda, um atleta com a bandeira da Itália; à direita, um atleta com agasalho vermelho do Catar.
Atletas do salto em altura dividem a medalha de ouro — Imagem: fotograma do YouTube

Quem também dividiu o lugar mais alto do pódio foram Kahena Kunze e Martine Grael. Obviamente,
porque são uma dupla e conquistaram o bicampeonato olímpico na vela, na classe 49erFX. Mas as entrevistas
logo após a conquista mostram que elas são mais que uma dupla, são parceiras, amigas, irmãs de leme, casco e
vela. “Eu colocaria as duas medalhas nela”, disse Martine. “Eu faria tudo de novo por ela”, completou Kahena.
Juntas, pela segunda vez, chegaram à vitória da cumplicidade, do repartir em vez de dividir, do time acima do
individual.

Fotografia de duas velejadoras sorridentes, abraçadas, com uniformes verde e amarelo do Brasil, medalhas de ouro no pescoço e buquês de flores nas mãos, sob céu azul.
Martine Grael e Kahena Kunze são ouro na classe 49erFX de vela — Imagem: Reuters

E nem precisa ser da mesma equipe, do mesmo país, para reconhecer a importância do adversário. Foi o
que fez Caeleb Dressel em entrevista a uma TV norte-americana após conquistar o ouro nos 50 metros estilo livre
dos Jogos de Tóquio. O nadador dos Estados Unidos comentou que ficou emocionado ao ver as lágrimas do
brasileiro Bruno Fratus no pódio. O bronze valia muito para o atleta brasileiro, enfim, medalhista olímpico. E o
reconhecimento do campeão só reforça a importância do feito.

O tão aclamado espírito olímpico está em alta na capital japonesa. O exemplo dos skatistas, torcendo até
para os adversários durante as provas, talvez seja apenas o mais recente acréscimo de esperança dentro de uma
edição olímpica marcada pelo reencontro dos povos após (ou melhor, durante) meses de sofrimento em meio a
uma pandemia. E, para sair juntos dessa, a vitória de um precisa ser a vitória de todos.

MERGUIZO, Marcel. Diário de Tóquio #16: vitória dupla. Globo Esporte – Blog Olímpico. Disponível em: <https://ge.globo.com/olimpiadas/blogs/blog-olimpico/post/2021/08/04/diario-de-toquio-16-vitoria-dupla.ghtml>. Acesso em: 10 set. 2021. Adaptado.

Glossário:
catari: pessoa nascida no Catar (Ásia); catariano.

Considerando as relações lógicas presentes no Texto V, no fragmento Fragmento entre aspas: “Eu faria tudo de novo por ela”, com a palavra “ela” destacada em negrito e sublinhado. (3º parágrafo, linha 14), a palavra destacada só NÃO pode ser corretamente substituída por:
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Língua Portuguesa Coesão Textual — Relações Lógico-Semânticas

Colégio Militar de Belo Horizonte (CMBH) 2021 Fundamental

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Gabarito disponível

Leia o Texto V para responder às questões de números 20 a 24.

Texto-base:
Texto V

Diário de Tóquio #16: vitória dupla
Martine e Kahena, Tamberi e Barshim, Fratus e Dressel e a beleza de reconhecer a vitória
como algo que se divide.
Marcel Merguizo — Tóquio

Dias de luta, dias de luta, dias de luta e, às vezes, dias de glória. Os últimos dias foram dourados para o
Brasil em Tóquio. Também foram bem bronzeados, graças ao sol e aos atletas, claro. No entanto, entre uma
conquista e outra, houve a discussão sobre o que fizeram o italiano Gianmarco Tamberi e o catari Mutaz Essa
Barshim.

Eles decidiram dividir a medalha de ouro no salto em altura. Calma, cada um levou a sua e subiu ao
lugar mais alto do pódio. Mas, antes, entraram num acordo: já chegamos até aqui juntos, acertamos até onde dava
para acertar, agora vamos descansar e comemorar essa medalha de ouro juntos? O diálogo não foi exatamente
esse, mas o final da história, sim. E a lição de que ganhar com companhia é melhor. A festa do italiano, o abraço,
a aula de esportividade, estava tudo ali. Afinal, como diz o lema destas Olimpíadas: juntos mais fortes.

Fotografia de dois atletas no pódio, cada um mordendo uma medalha de ouro: à esquerda, um atleta com a bandeira da Itália; à direita, um atleta com agasalho vermelho do Catar.
Atletas do salto em altura dividem a medalha de ouro — Imagem: fotograma do YouTube

Quem também dividiu o lugar mais alto do pódio foram Kahena Kunze e Martine Grael. Obviamente,
porque são uma dupla e conquistaram o bicampeonato olímpico na vela, na classe 49erFX. Mas as entrevistas
logo após a conquista mostram que elas são mais que uma dupla, são parceiras, amigas, irmãs de leme, casco e
vela. “Eu colocaria as duas medalhas nela”, disse Martine. “Eu faria tudo de novo por ela”, completou Kahena.
Juntas, pela segunda vez, chegaram à vitória da cumplicidade, do repartir em vez de dividir, do time acima do
individual.

Fotografia de duas velejadoras sorridentes, abraçadas, com uniformes verde e amarelo do Brasil, medalhas de ouro no pescoço e buquês de flores nas mãos, sob céu azul.
Martine Grael e Kahena Kunze são ouro na classe 49erFX de vela — Imagem: Reuters

E nem precisa ser da mesma equipe, do mesmo país, para reconhecer a importância do adversário. Foi o
que fez Caeleb Dressel em entrevista a uma TV norte-americana após conquistar o ouro nos 50 metros estilo livre
dos Jogos de Tóquio. O nadador dos Estados Unidos comentou que ficou emocionado ao ver as lágrimas do
brasileiro Bruno Fratus no pódio. O bronze valia muito para o atleta brasileiro, enfim, medalhista olímpico. E o
reconhecimento do campeão só reforça a importância do feito.

O tão aclamado espírito olímpico está em alta na capital japonesa. O exemplo dos skatistas, torcendo até
para os adversários durante as provas, talvez seja apenas o mais recente acréscimo de esperança dentro de uma
edição olímpica marcada pelo reencontro dos povos após (ou melhor, durante) meses de sofrimento em meio a
uma pandemia. E, para sair juntos dessa, a vitória de um precisa ser a vitória de todos.

MERGUIZO, Marcel. Diário de Tóquio #16: vitória dupla. Globo Esporte – Blog Olímpico. Disponível em: <https://ge.globo.com/olimpiadas/blogs/blog-olimpico/post/2021/08/04/diario-de-toquio-16-vitoria-dupla.ghtml>. Acesso em: 10 set. 2021. Adaptado.

Glossário:
catari: pessoa nascida no Catar (Ásia); catariano.

No trecho “E nem precisa ser da mesma equipe, do mesmo país, para reconhecer a importância do adversário. Foi o que fez Caeleb Dressel em entrevista a uma TV norte-americana após conquistar o ouro nos 50 metros estilo livre dos Jogos de Tóquio.” (4º parágrafo, linhas 17-19), encontra-se, respectivamente, uma relação entre:
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Redação Texto Narrativo

Discursiva Colégio Militar de Belo Horizonte (CMBH) 2021 Fundamental

Colégio Militar de Belo Horizonte · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental · Questão PROPOSTA DE PRODUÇÃO TEXTUAL

Sem padrão de resposta — pratique a escrita

PRODUÇÃO TEXTUAL (REDAÇÃO)

Leia o texto motivador a seguir (Texto VI) e, em seguida, redija sua produção textual.

Texto-base:
Texto VI

Esportes coletivos geram compromisso, saúde e ensinam a lidar com derrotas

Fotografia de um grupo de jogadoras com coletes laranja e amarelos reunidas em círculo, abraçadas, numa quadra esportiva.
O esporte coletivo exige compromisso e respeito com os colegas. Se não for treinar, você prejudica todo o grupo.
Imagem: iStock

Modalidades como vôlei, basquete, futebol, handebol e rúgbi, quando fazem parte da rotina, garantem não só a melhoria do condicionamento físico e da saúde: também trazem vários benefícios psicológicos, que vão ajudar você a encarar melhor diversas situações do dia a dia, fora das quadras e dos campos.

Compromisso com o colega
No esporte individual, você faz o seu horário e organiza a vida e a prática desportiva em função das próprias necessidades. Se não for treinar, o único afetado será você. Já o esporte coletivo exige cuidado e respeito com os colegas de time, desde o cumprimento de horários até o zelo com os equipamentos e com o local de treinamento. Caso você não apareça para jogar, toda a equipe poderá sair prejudicada.

Os resultados são de todos
A derrota, seja individual, seja coletiva, é fundamental para o desenvolvimento humano, mas não é fácil lidar com ela. Mexe com a frustração e com sentimentos dolorosos. Para pessoas que foram criadas tendo tudo à mão, o esporte é um grande benefício para mostrar que ninguém vence sempre.
Num esporte de equipe, todos ganham ou todos perdem. Não há como um só jogador fazer o time vencer. É preciso haver um equilíbrio entre todos, respeito e conhecimento das limitações individuais, além de saber quanto cada um pode colaborar para que o time vença.

Fotografia vista de cima de jovens jogando basquete; um deles salta para arremessar a bola na cesta enquanto outros tentam bloquear.
No esporte coletivo, é preciso saber dividir responsabilidades: sozinho, ninguém faz o time vencer.
Imagem: iStock

Lições além das quatro linhas
Na convivência em um time, o jogador aprende a lidar com a hierarquia, a ter respeito pela autoridade, pelas regras e pela competência técnica do outro, valores que também podem ser aplicados em outras situações da vida. Praticar modalidades coletivas ensina ainda a:
• compartilhar objetivos, responsabilidades e tarefas; e
• aceitar as diferenças (de opiniões, condutas e personalidade).
O praticante de esportes coletivos sabe que o seu desempenho interfere no desempenho dos demais: um conta com o outro, e todos dividem as responsabilidades — na vitória ou na derrota da equipe.

BECK, Fernanda. Esportes coletivos geram compromisso, saúde e ensinam a lidar com derrotas. Viva Bem. 16 dez. 2019. Disponível em: <https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/12/16/esportes-coletivos-garantem-motivacao-saude-e-ensinam-a-lidar-com-derrotas.htm>. Acesso em: 27 set. 2021. Fragmento adaptado.

PROPOSTA DE PRODUÇÃO TEXTUAL: NARRATIVA

A partir da leitura do texto motivador, elabore uma narrativa sobre uma equipe de esporte coletivo na qual você aborde a seguinte ideia: NINGUÉM É VENCEDOR SOZINHO.
Escolha uma modalidade desportiva (exemplos: basquete, futebol, polo aquático, vôlei) para ambientar a sua história.
Sua narrativa deverá conter os seguintes elementos:
• enredo, isto é, a história propriamente dita;
• personagens – no mínimo, 3 (três);
• tempo; e
• espaço.

ATENÇÃO ÀS SEGUINTES ORIENTAÇÕES:
1. Componha seu texto com as partes da narrativa: situação inicial, conflito, clímax (intensificação do conflito) e desfecho.
2. Escolha um foco narrativo (1ª pessoa: narrador-personagem ou 3ª pessoa: narrador-observador) e mantenha-o no decorrer do texto.
3. Utilize diálogos em sua narrativa (de duas a quatro vezes).
4. Escreva de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
5. Dê um título coerente ao texto produzido.
6. Considere a temática desta prova, mas não copie parte(s) dos textos que a compõem.
7. Redija, no mínimo, 15 (quinze) e, no máximo, 30 (trinta) linhas.
8. Faça letra legível e evite rasurar seu texto definitivo. Em caso de erro, risque a palavra errada com um traço simples, coloque-a entre parênteses e escreva a forma correta à frente. Ex.: (marjem) margem.
9. Na FOLHA DE PRODUÇÃO TEXTUAL, não faça marcas, sinais ou quaisquer tipos de rasura que possam identificar você como autor(a).
10. Será atribuído o grau 0,0 (zero vírgula zero) à redação que apresentar texto com uma ou mais das seguintes características:
a. fuga total ao tema proposto;
b. modalidade textual diferente da solicitada;
c. ilegível;
d. linguagem e/ou texto incompreensível;
e. em forma de poema ou outra que não seja em prosa;
f. que esteja identificada ou com marcas de identificação pelo candidato;
g. com menos de 15 (quinze) ou mais de 30 (trinta) linhas;
h. não utilização de caneta esferográfica de tinta azul ou preta; e
i. redigido fora das linhas destinadas.

Limite impresso: mínimo de 15 e máximo de 30 linhas (folha de rascunho com 30 linhas numeradas).

0 linhas · 0 palavrasAté 30 linhas · espaço na prova: 30 linhas