← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Curitiba · Aluno — 1º ano do Ensino Médio 25 questões nesta prova · página 1 de 2 · 24 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Combinações de 7 valores dois a dois: 21 cartazes, 6 com 'coragem'. Há 3 + 4 = 7 valores; os pares distintos são C(7,2) = 21. Cartazes com 'coragem': basta escolher o outro valor entre 6, ou seja, 6 pares. Porcentagem = 6/21 ≈ 28,57%. A (14,28% = 1/7) usa 3/21 ou 1/7 incorretamente. C (25%) e E (50%) e D (30,45%) não correspondem a 6/21. Apenas 6/21 ≈ 28,57% (B) está correta. Referência: Análise combinatória; porcentagem Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Contar os 'ohayôgozaimasu' em função do número m de atletas japoneses. Sendo m atletas japoneses e m de outras línguas (2m atletas), cada par de atletas se cumprimenta uma vez e cada um diz algo ao outro. Em cada par japonês–estrangeiro, só o estrangeiro diz 'ohayôgozaimasu' (1 vez): m². Em cada par de japoneses, os dois dizem: 2 · m(m−1)/2 = m(m−1). Os 2m atletas cumprimentam o ministro em japonês: 2m. Total: m² + m(m−1) + 2m = 2m² + m = 300, logo m = 12. São 24 atletas + o ministro = 25 pessoas. B (26) e C (51) vêm de contar o ministro de modo errado ou de dobrar o número de atletas. D (150) e E (151) ignoram a estrutura de contagem dos cumprimentos. Com 25 pessoas (24 atletas + ministro), o total é exatamente 300. Referência: Raciocínio lógico; contagem de cumprimentos Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Comparar densidades e preços usando a tabela. Preço do ouro por grama = 308 e da prata = 3,98. 308 ÷ 3,98 ≈ 77,4, ou seja, 1 g de ouro vale mais que 77 g e menos que 78 g de prata (77 · 3,98 = 306,46; 78 · 3,98 = 310,44). Portanto, E é correta. A: 10.490 kg/m³ = 10,49 g/cm³, não 1,049. B: 0,05/308 ≈ 0,016%, valor que não é o apontado como 0,02% no gabarito oficial (a afirmação é a menos precisa). C: 7140/10490 ≈ 68% é a densidade do zinco em relação à da prata, e não o contrário. D: cada medalha de ouro tem 6 g · 308 + 550 g · 3,98 = 1.848 + 2.189 = R$ 4.037; duas valem R$ 8.074, não 8.047. Referência: Razão e proporção; densidade; porcentagem Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Parcelas em PG de razão 1,12; achar a parcela de maio (2800) e somar tudo. Os pagamentos formam uma PG: 3136/2500 = 1,2544 = 1,12², então a razão é 1,12 e a parcela de maio é 2500 · 1,12 = 2800. Conferindo: 3136 · 1,12 = 3512,32. Total = 2500 + 2800 + 3136 + 3512,32 = R$ 11.948,32. A, B, D e E resultam de erros na soma ou de uma parcela de maio errada. Com a razão 1,12 e a parcela de maio igual a 2800, o total é 11.948,32 (C). Referência: Progressão geométrica; juros compostos Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Velocidade inversamente proporcional ao tempo: t1 = t2/1,15 e t1 + t2 = 279,5 min. Como a distância é a mesma, tempo e velocidade são inversamente proporcionais; se v1 = 1,15·v2, então t1 = t2/1,15. A soma é 4h39min30s = 279,5 min. Assim t2 · (1 + 1/1,15) = 279,5, o que dá t2 = 149,5 min (e t1 = 130 min). B é falsa: o primeiro, mais rápido, gastou 130 min. C e D (115 min) e E (135 min) não fecham a soma de 279,5 min com a razão 1,15 entre os tempos. Referência: Grandezas inversamente proporcionais; velocidade média Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sala original de área a; calcular áreas modificadas, usar a área total real (1170 m²) para achar a e a diferença. Europa = 5a/4 (acréscimo a/4); Ásia = a + 3a/4 = 7a/4; África = a + a/8 = 9a/8; Oceania = 3a; América = a. Total novo = 8,125a. A área coberta é 100 · 10 · (3 · 0,39) = 1.170 m², logo a = 144 m² e a área original total = 5 · 144 = 720 m². A diferença é 1.170 − 720 = 450 m². A, B, C e E (300, 350, 400, 500) não coincidem com 1.170 − 720 = 450, que é o acréscimo total obtido com a = 144 m². Referência: Área de figuras planas; frações Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Identificar o trecho que explica a relação entre atividade física e saúde mental. O texto explica que a atividade física favorece a saúde mental pela liberação de endorfina, o 'hormônio da alegria', que reduz estresse e ansiedade, melhora o humor e relaxa mente e corpo. Isso aparece exatamente na alternativa E. A contradiz o texto (diz 'desprezar' a rotina de cuidados, quando o texto pede que se mantenha). B inverte o sentido ('desfavorece'). C generaliza ('todas as pessoas'), enquanto o texto diz que poucos sabem disso. D inverte a ideia: o exercício auxilia na prevenção das doenças. Referência: Interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos.CMC — Processo Seletivo 2021/2022 — Exame Intelectual — 1º ano do Ensino Médio — Matemática, Língua Portuguesa e Redação
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Com base nessas informações é incorreto afirmar:
- Os pontos A, B, C, D e E são os centros das circunferências;
- Os pontos A, B e C, nessa ordem, estão alinhados e D e E, nessa ordem, estão alinhados;
- Em cada coroa circular os comprimentos das circunferências são:
9π/2 cm e 11π/2 cm;
- AB = BC = DE = 6cm e AD = DB = BE = EC = 15/4 cm.
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Sobre as coroas circulares acima são feitas as seguintes afirmações:
I – Se ADB e um ponto F distinto de ADB formam um losango onde o segmento A̅B̅ é uma das diagonais, então DF = 4,5cm.
II – Em cada coroa circular a diferença entre os raios das circunferências é de 0,5cm.
III – A área de cada coroa circular é de 5π/4 cm².
IV – DECA formam um trapézio isósceles.
É correto afirmar que são verdadeiras, apenas:
Resultado do arremesso de peso masculino – Tóquio 2020
atleta | país | comprimento (m) | colocação
Ryan Crouser | Estados Unidos | 23,30 | 1º
Joe Kovacs | Estados Unidos | 22,65 | 2º
Tomas Walsh | Nova Zelândia | 22,47 | 3º
Darlan Romani | Brasil | 21,88 | 4º
Suponha que um atleta faça um arremesso cuja trajetória é descrita pela função f(x) = –(1/25)x² + (21/25)x + 9/5, em que f(x) representa a altura (em metros) alcançada pelo peso e x representa o comprimento (em metros) desde o local de partida até o peso atingir o solo, representada no gráfico, fora de escala, abaixo:
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Com base nessas informações, é incorreto afirmar que:Resolução comentada
Análise das alternativas
Considere que:
- nesse evento metade dos convidados são atletas de língua japonesa e metade são atletas de outras línguas.
- todos os atletas estão usando uniformes que os identificam.
- todos os atletas se cumprimentam uns aos outros dizendo “bom dia” na língua oficial do atleta a quem se dirige e todos respondem na língua oficial de quem está cumprimentando.
- o ministro, anfitrião do evento, é cumprimentado por todos com o “bom dia” em língua japonesa e, no entanto, responde a todos os atletas com a palavra “yokoso” que significa “bem-vindo”.
Ou seja, aos de língua portuguesa se diz “bom dia”, aos de língua japonesa se diz “ohayõgozaimasu”, aos de língua inglesa se diz “good morning”, e assim por diante. Apenas o ministro responde cada cumprimento com “yokoso”.
Sabendo que foram ditos no total 300 vezes “ohayôgozaimasu” que significa “bom dia” em japonês, qual é o total de pessoas presentes no evento?Resolução comentada
Análise das alternativas
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(Dados: √144,96 = 12,04; √195,63 = 13,99; √241,52 = 15,54; √260,77 = 16,15)
Nessas condições, indique o comprimento e a largura de uma quadra de tênis para uma partida em duplas, respectivamente:
https://www.tecmundo.com.br/mercado/221201-medalhas-olimpicas-produzidas-lixo-eletronico-reciclado.htm acessado em 16/08/2021 9:22
Considerando-se que foram reciclados um total de 6 toneladas de metais entre ouro, cobre e prata e que as quantidades x de ouro, y de cobre e z de prata recicladas de cada um dos metais são, respectivamente, diretamente proporcionais a 2, 156 e 242, determine o valor numérico da seguinte expressão:
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Marque a alternativa que apresenta o valor numérico da expressão.
https://www.tecmundo.com.br/mercado/221201-medalhas-olimpicas-produzidas-lixo-eletronico-reciclado.htm acessado em 16/08/2021 9:22
A densidade é uma propriedade dos materiais definida como a razão entre a massa e o volume. Na tabela abaixo vemos a densidade e o preço, em um determinado dia, em reais, de um grama (g) de alguns metais.
metal | densidade (kg/m³) | preço do grama (R$)
ouro | 19330 | 308,00
prata | 10490 | 3,98
cobre | 8800 | 0,05
zinco | 7140 | 0,03
Com base nessas informações é correto afirmar:Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
- A sala Europa ficou com 5/4 de sua área prevista no projeto original.
- A sala Ásia teve em sua área original um acréscimo em m² igual ao triplo do que foi acrescentada na sala Europa.
- A sala África ficou com sua área aumentada em metade do acréscimo da sala Europa.
- A sala Oceania ficou com o triplo da área prevista no projeto original para uma sala.
Para cobrir o piso total das cinco salas, após a alteração do projeto, não havendo perdas ou sobras, foram utilizadas exatamente 100 caixas de lajota, com 10 peças retangulares com dimensões de 3m x 0,39m em cada caixa, sem espaço entre as peças na colocação.
Nessas condições, podemos afirmar que a diferença da área total, após a alteração do projeto com a área original, é de:Resolução comentada
Análise das alternativas
Fonte: www.gov.br/pt-br/noticias/cultura-artes-historia-e-esportes/2021/07/jogos-de-toquio-contam-com-mais-de-30-de-atletas-militares. Acessado em 26/08/2021 13:00
Para incentivar a prática esportiva entre os alunos, o Colégio Militar de Curitiba realiza jogos internos anualmente. Uma aluna que se destacou em diversas modalidades esportivas foi convidada a ocupar um lugar de honra durante um ato cívico, conforme ilustrado a seguir. Considere, na figura abaixo, que a aluna e a base do mastro da bandeira estão sob uma mesma linha horizontal no solo e 18,00m distantes um do outro; estando de frente para o mastro da bandeira ela vê a parte superior do mastro sob um ângulo de 30º e seus olhos estão a 1,62m do solo.
(Dados: √2 = 1,41; √3 = 1,73)
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De acordo com as condições apresentadas, o valor que corresponde à altura do mastro da bandeira é um número real que pertence ao conjunto solução de qual das inequações a seguir?
Texto I
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio
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Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
O texto aborda um aspecto que não é habitualmente discutido em épocas de jogos olímpicos. Assinale a alternativa que melhor define a origem histórica dessa abordagem.
Texto I
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio
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Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
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Texto I
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio
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Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
Leia atentamente a oração destacada no período a seguir:
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Assinale a alternativa em que a oração abaixo apresenta a mesma classificação sintática da destacada acima.
Texto I
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio
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Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
Nos trechos "Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney [...]" e "Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.". As palavras "que", em negrito, estão introduzindo, respectivamente, orações:
Texto I
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio
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Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
Leia a frase abaixo:
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Assinale a alternativa em que o emprego do pronome pessoal oblíquo em destaque obedece a mesma regra de colocação pronominal.
Texto I
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio
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Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
Leia o trecho abaixo:
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
Em qual(is) item(ens), em comparação com o período acima, o verbo assistir segue a mesma regência verbal?
I. É dever dos filhos assistir os pais na velhice.
II. Esses direitos assistem a todos os estudantes.
III. Ontem assistimos à inauguração do novo parque desportivo.
IV. Durante o resgate, algumas pessoas assistiram os familiares das vítimas.
Texto I
Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio
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Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)
Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões
Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
"Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.
"Não é um trabalho normal"
Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
"Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.
"Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
"A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".
Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021
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Sobre as orações destacadas, pode-se dizer que se tratam de orações:
Texto II
Os benefícios da atividade física para a saúde mental
É de conhecimento geral que a prática de exercícios físicos auxilia na prevenção de doenças como obesidade e problemas cardíacos. O que poucas pessoas sabem, ou pouco acreditam, é que a prática constante de atividades físicas também é muito importante para a saúde mental. Principalmente durante o período de distanciamento social, em que ficamos mais parados devido à necessidade de ficar em casa no maior tempo possível, torna-se uma grande aliada. Ou seja, contribui tanto para o bem-estar físico quanto para a disposição na realização de tarefas e na diminuição do estresse e ansiedade.
Devido à quarentena não é aconselhável sair ou ir às academias, já que a possibilidade de transmissão e contaminação por coronavírus existe e é grande. Então, mesmo em casa, é possível realizar as atividades, sempre praticando com cuidado para evitar problemas posturais, por exemplo.
Porém, é preciso que se mantenha uma rotina de cuidados pessoais para que a atividade física ganhe ainda mais valor e sensação de bem-estar. Para isso, além da rotina de exercícios, mantenha uma alimentação adequada, um sono regulado e dedique um tempo para ficar com a família.
As práticas de exercício físico, dar risada e relembrar bons momentos produzem a endorfina, conhecida como hormônio da alegria. Essa substância natural, quando liberada, reduz o estresse e a ansiedade, melhora o humor e relaxa a mente e o corpo.
Fonte: Adaptada de https://www.colegioicj.com.br/os-beneficios-da-atividade-fisica-para-a-saude-mental/ - Acesso em 10.08.2021
No texto acima, verifica-se a tentativa de ratificar a importância da atividade física para a saúde mental. Selecione a alternativa que de fato explica essa relação.Resolução comentada
Análise das alternativas
Os jogos olímpicos iniciaram na antiguidade e a versão moderna das Olimpíadas surgiu em 1896, quando o Barão Pierre de Coubertin (1863–1937) organizou a primeira edição em Atenas, na Grécia. A partir da edição de 1920, o Brasil conquistou medalhas olímpicas, uma de ouro, uma de prata e uma de bronze, na Antuérpia. No gráfico a seguir é mostrado o número de medalhas brasileiras conquistadas nos jogos olímpicos de 1920 a 2020.
Os anéis olímpicos são compostos por cinco aros entrelaçados. O símbolo foi criado em 1913 pelo Barão Pierre de Coubertin. Os anéis representam os cinco continentes (América, Europa, Ásia, África e Oceania) e simbolizam a união dos povos e dos continentes. Na figura, fora de escala, a seguir, os anéis olímpicos são representados por cinco coroas circulares sobrepostas, sendo que:
Na modalidade arremesso de peso, do atletismo masculino, é utilizada uma bola de cerca de 12cm de diâmetro e massa de 7,26kg. Um arremesso válido tem o comprimento medido do local de partida até o ponto onde a bola toca o solo. Na tabela a seguir, considere o resultado dos quatro primeiros colocados da prova final do arremesso de peso nas Olimpíadas de Tóquio 2020.
Os valores olímpicos são: amizade, excelência e respeito. Os valores paraolímpicos são: determinação, coragem, igualdade e inspiração. Deseja-se fazer cartazes motivadores utilizando os valores olímpicos e os paraolímpicos. Em cada cartaz será escrito um par distinto deles, sem repetição de palavras no par escolhido e será feito apenas uma unidade de cada cartaz. A porcentagem do total de cartazes em que o valor coragem figura como um elemento do par de valores é de aproximadamente:
Suponha que o ministro de esportes do Japão tenha organizado um evento com alguns atletas que participaram das Olimpíadas de Tóquio 2020.
A dupla brasileira de tênis feminino, Laura Pigossi e Luisa Stefani, conquistou a medalha de bronze e a terceira colocação em Tóquio 2020. Foi a primeira vez que o Brasil conquistou uma das três primeiras colocações no pódio olímpico do tênis. Sabe-se que a quadra de tênis é um retângulo, sendo que em uma partida disputada em duplas a largura é 2,74m maior que em uma partida simples (disputada por um jogador). Além disso, a área da quadra de tênis para a disputa simples é de 195,62m² e o comprimento (C) somado com a largura da quadra para a partida simples (Lₛ) é de 32m.
As medalhas das Olimpíadas de Tóquio 2020 foram produzidas com o uso de metais reciclados de mais de 6 milhões de aparelhos eletrônicos quebrados ou antigos.
As medalhas olímpicas de Tóquio 2020 têm 8,5 cm de diâmetro e uma composição variada. O modelo de ouro pesa 556g e é feito com 550g de prata reciclada e coberto com apenas 6g de ouro. Já a medalha de prata, pesa 550g e é a única produzida com o próprio material, ou seja, prata. A medalha de bronze, que fica com o terceiro colocado, tem 450g e é composta por latão vermelho (5% de zinco e 95% de cobre).
Um atleta brasileiro fez um empréstimo para comprar suas passagens aéreas com o objetivo de realizar sua participação nas Olimpíadas que aconteceram no Japão em 2021. Essa dívida foi paga em quatro meses com uma taxa de juros constante ao mês. O primeiro valor pago em abril foi de R$ 2500,00. O recibo do mês de maio foi extraviado. Em junho, o valor pago era de R$ 3136,00. A quarta e última parcela, paga em julho, foi de R$ 3512,32. Qual foi o valor total pago por essa dívida?
Em uma edição dos jogos olímpicos, dois atletas de Triatlo, esporte que combina natação, ciclismo e corrida, realizaram uma prova e percorreram a mesma distância. A velocidade média é a razão entre a distância percorrida e o tempo gasto. Sabe-se que a velocidade média do primeiro atleta foi 15% maior que a do segundo. Considerando que a soma dos tempos para a realização dessa prova pelos dois atletas foi de 4 horas, 39 minutos e 30 segundos, marque a alternativa correta.
Suponha que para a vila Olímpica do Japão estava prevista a construção de cinco salas de lazer para promover a interação social entre os atletas. Essas salas receberam os seguintes nomes: América, Europa, Ásia, África e Oceania. O projeto original previa que todas as salas seriam quadradas e com áreas iguais, porém o projeto foi modificado para atender as normas de prevenção ao COVID-19. Assim, foram modificadas quatro salas da seguinte forma:
Nos jogos de Tóquio 2020, a delegação brasileira contou com mais de 30% de atletas militares. São 92 atletas que pertencem ao Programa de Alto Rendimento do Ministério da Defesa.
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