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Colégio Militar de Juiz de Fora — Concurso de Admissão 2021/2022 — 6º ano do Ensino Fundamental — Matemática e Língua Portuguesa — Prova 1

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental

2021Fundamental

25 questões nesta prova · página 1 de 2 · 24 com gabarito

Matemática Sistema de Medidas — Massa

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

Para montar algumas janelas e portas, um serralheiro comprou três tipos de alumínio, conforme mostra a tabela a seguir:

Tabela com duas colunas, Alumínio e Quantidade adquirida: Tipo 1, 3,5 kg; Tipo 2, 700 g; Tipo 3, 2,8 kg.

Sabendo que o Kg do alumínio custa R$ 32,50, o valor gasto por esse serralheiro é de:
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Matemática Números Naturais e Frações — Operações e Comparação

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

Analise as afirmações, usando (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.

I – O maior número com 3 algarismos diferentes é igual ao valor da subtração 1151-152. ( )
II – A fração 16/30 é maior do que o resultado da multiplicação 4/5 · 2/3. ( )
III – O perímetro de um quadrado cujo lado mede 0,23 metros é igual a 92 centímetros. ( )
IV – Um polígono de 10 lados sempre tem perímetro maior que o polígono de 5 lados. ( )
V – Em uma tonelada, temos um total de 1.000.000 de gramas. ( )

Marque a alternativa abaixo que apresenta a sequência correta da análise das afirmações anteriores.
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Resolução comentada

Julgar cinco afirmações sobre números, frações, perímetro e unidades.

I é falsa: o maior número de 3 algarismos diferentes é 987, e 1151 − 152 = 999. II é falsa: 4/5 · 2/3 = 8/15 e 16/30 = 8/15, então são iguais. III é verdadeira: 4 × 0,23 m = 0,92 m = 92 cm. IV é falsa: o perímetro depende do tamanho dos lados, não do número deles. V é verdadeira: 1 t = 1000 kg = 1.000.000 g. A sequência é F-F-V-F-V.

Análise das alternativas

As alternativas A, B, C e D contêm pelo menos um julgamento errado. Em A, I é dado como V. Em B e D, IV é dado como V. Em C, II é dado como V e V é dado como F. Só E traz F-F-V-F-V.

Referência: Operações com naturais, equivalência de frações, perímetro e unidades de massa.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Áreas de Figuras Planas

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

A piscina de um colégio possui 25 metros de comprimento, 5 metros de largura e 2 metros de altura. Se essa piscina for revestida com azulejos quadrados de lado igual a 25 centímetros, quantos azulejos serão necessários para revestir toda a piscina (fundo e laterais)?
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Resolução comentada

Área total a revestir (fundo + 4 paredes) dividida pela área de cada azulejo.

Fundo: 25 × 5 = 125 m². Laterais: 2 × (25 × 2) + 2 × (5 × 2) = 100 + 20 = 120 m². Área total = 245 m². Cada azulejo mede 0,25 × 0,25 = 0,0625 m², então 245 ÷ 0,0625 = 3920 azulejos.

Análise das alternativas

A, B, D e E não correspondem ao cálculo. Quem esquece parte das laterais, ou usa uma área errada, chega a esses valores. Só 3920 resulta da divisão de 245 m² por 0,0625 m².

Referência: Geometria plana e espacial: área de retângulos e conversão de unidades (cm para m).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Sistema de Medidas — Massa

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

A mascote do Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB) é o carneiro Nicodemus. Seu nome é uma homenagem ao General de Brigada César Augusto Nicodemus de Souza, militar que oficializou a mascote dos colégios militares na década de 1990. O Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) possui 3 carneiros que se revezam no papel de mascote. Cada Nicodemus do CMJF se alimenta de 500g de folhagens por dia. A quantidade de folhagem consumida pelas mascotes em 30 dias é de:

Desenho do carneiro mascote, com boina vermelha e o brasão do CMJF no corpo.
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Matemática Múltiplos e Divisores

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

A diferença entre o maior múltiplo de 8 com 4 algarismos e o menor múltiplo de 11 com 3 algarismos é:
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Resolução comentada

9992 − 110 = 9882.

O maior número de 4 algarismos é 9999, e o maior múltiplo de 8 até ele é 9992 (9992 ÷ 8 = 1249). O menor múltiplo de 11 com 3 algarismos é 110 (11 × 10). A diferença é 9992 − 110 = 9882.

Análise das alternativas

A) Errada: 9877 resulta de valores incorretos. B) Errada: 9002 resulta de valores incorretos. D) Errada: 9776 resulta de valores incorretos. E) Errada: 9878 resulta de valores incorretos.

Referência: Múltiplos e divisores.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Probabilidade

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

Zequinha, um candidato inscrito no Concurso de Admissão ao CMJF, precisava se arrumar para fazer a prova. Ele já estava de camisa de malha e bermuda, precisando apenas escolher um par de meias que combinasse com sua roupa.
Em sua gaveta, havia seis pares de meias brancas, três pares de meias pretas, dois pares de meias azuis e um par de meias marrom. Qual é a fração que indica a probabilidade de Zequinha retirar um par de meias de cor azul, sabendo que ele pegou o par de meias sem olhar?
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Resolução comentada

Probabilidade de meias azuis = 2/12 = 1/6.

O total de pares é 6 + 3 + 2 + 1 = 12, e há 2 pares azuis. A probabilidade é 2/12 = 1/6.

Análise das alternativas

A) Errada: 2/5 não corresponde ao total de 12 pares. C) Errada: 1/2 seria a probabilidade de meias brancas (6/12). D) Errada: 1/4 seria 3/12 (pretas). E) Errada: 1/12 seria a probabilidade da marrom.

Referência: Probabilidade simples: casos favoráveis ÷ casos possíveis.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Porcentagem

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

A renda per capita é um indicativo que ajuda a medir o grau de desenvolvimento econômico de um país ou de uma região. Observe a tabela abaixo onde consta o rendimento mensal de diversos estados.

Tabela - Rendimento nominal mensal domiciliar per capita da população residente, segundo as Unidades da Federação – 2019
Tabela em duas partes, colunas Brasil e Unidades da Federação e Rendimento nominal mensal domiciliar per capita 2019 (R$): Brasil 1.438,67; Acre 889,95; Alagoas 730,86; Amapá 879,67; Amazonas 842,08; Bahia 912,81; Ceará 942,36; Distrito Federal 2.685,76; Espírito Santo 1.476,55; Goiás 1.306,31; Maranhão 635,59; Mato Grosso 1.402,87; Mato Grosso do Sul 1.514,31; Minas Gerais 1.357,59; Pará 806,76; Paraíba 928,86; Paraná 1.620,88; Pernambuco 970,11; Piauí 826,81; Rio de Janeiro 1.881,57; Rio Grande do Sul 1.842,98; Rio Grande do Norte 1.056,59; Rondônia 1.136,48; Roraima 1.043,94; Santa Catarina 1.769,45; São Paulo 1.945,73; Sergipe 979,78; Tocantins 1.055,60.
Fonte de consulta: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/26956-ibge-divulga-o-rendimento-domiciliar-per-capita-2019, acessado em 01/10/2021

Determine quantos por cento a renda do estado de Minas Gerais é maior do que a renda do estado da Bahia. Em seguida, assinale o número natural mais próximo do valor encontrado.
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Matemática Áreas de Figuras Planas

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

O Senhor Evandro possui 2 terrenos de mesma área: um com formato de retângulo e outro com formato de quadrado. O terreno retangular tem 40 metros de comprimento. O quadrado tem lado igual a 6000 centímetros. A largura do terreno de formato retangular é de:
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Resolução comentada

Largura do terreno retangular = 90 m.

O quadrado tem lado 6000 cm = 60 m, logo sua área é 60 × 60 = 3600 m². Como as áreas são iguais, a largura do retângulo é 3600 ÷ 40 = 90 m.

Análise das alternativas

A) Errada: 900 m erra a ordem de grandeza. B) Errada: 600 cm = 6 m. C) Errada: 9 m erra a ordem de grandeza. D) Errada: 60000 cm = 600 m.

Referência: Área de retângulo e quadrado; conversão cm → m.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Matemática Medidas de Tempo

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

Nas Olimpíadas Tókio 2020, o queniano Eliud Kipchoge, de 36 anos, venceu a Maratona com um tempo de 2 horas, 08 minutos e 44 segundos. Paulo Roberto de Paula, o brasileiro melhor colocado na competição, terminou a prova em 2 horas, 26 minutos e 08 segundos. Em quanto tempo, após o vencedor, o brasileiro completou a prova?

Fotografia de um maratonista queniano cruzando a faixa de chegada com o punho erguido, com a inscrição Tokyo 2020 na faixa.
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Matemática Leitura e Interpretação de Gráficos

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

O salário mínimo em 2021 vale R$ 1.100,00. O preço médio do litro da gasolina em Juiz de Fora é de R$ 6,50. No gráfico abaixo, há informações sobre o número de litros de gasolina comprado com 1 salário mínimo no período 2002 – 2020.

Gráfico de barras “Quantos litros de gasolina podem ser comprados com um salário mínimo?”, de 2002 a 2020: 2002, 127; 2003, 108; 2004, 103; 2005, 130; 2006, 135; 2007, 150; 2008, 166; 2009, 184; 2010, 197; 2011, 202; 2012, 227; 2013, 234; 2014, 242; 2015, 237; 2016, 235; 2017, 254; 2018, 227; 2019, 231; 2020, 234. Fonte: ANP e Ipeadata. Arte/PedroScavone-2021.

Com base nessas informações responda:
Dentre as alternativas abaixo, em qual dos anos seria possível comprar mais gasolina do que em 2021 com 1 salário mínimo?
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Matemática Números Naturais — Operações e Propriedades

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

Todos os meses o menino José, para receber sua mesada, precisa resolver um desafio matemático proposto por seu pai. O desafio do mês de outubro está reproduzido abaixo. O produto dos valores que devem ser colocados nos quadrinhos para tornar a operação correta corresponde ao valor da mesada, que será de:

Subtração armada com quadrinhos em branco: minuendo com quadrinho, 2, quadrinho; subtraendo com 4, quadrinho, 9; resultado 0 3 8.
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Matemática Expressões Numéricas com Frações

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

Pedro, durante as férias, foi visitar seu tio, que é professor de Matemática. Assim que chegou à casa do tio, Pedro pediu a senha do wi-fi. Para testar os conhecimentos matemáticos do sobrinho, o tio escreveu a senha do wi-fi faltando o último número. A solução da expressão numérica representa o número que falta na senha do wi-fi.

Placa “Wi-Fi — SENHA:” com a expressão: chave, 8 + 0,25 · colchete, 16 − 3/4 · parêntese, 2/3 − 3/8, fecha parêntese, + 7/32, fecha colchete, + 5, fecha chave, − 121/11.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o último número da senha do wi-fi.
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO 1
Medo de saci

Pedrinho, naqueles tempos, costumava passar as férias no sítio de Dona Benta, onde brincava de tudo, como está nas Reinações de Narizinho e na Viagem ao céu. Só não está contado o que lhe aconteceu antes da famosa viagem ao céu, quando andava com a cabeça cheia de sacis.
A coisa foi assim. Estava ele na varanda com os olhos no horizonte, posto lá onde aparecia o verde-escuro do Capoeirão dos Tucanos, a mata virgem do sítio. De repente, disse:
— Vovó, eu ando com ideias de ir caçar na mata virgem.
Dona Benta, ali na sua cadeirinha de pernas cotós, entretida no tricô, ergueu os óculos para a testa.
— Não sabe que naquela mata há onças? — disse com ar sério — Certa vez uma onça pintada veio de lá, invadiu aqui o pasto e pegou um lindo novilho da vaca Mocha.
— Mas eu não tenho medo de onça, vovó! — exclamou Pedrinho, fazendo o mais belo ar de desprezo.
Dona Benta riu-se de tanta coragem.
— Olhem o valentão! Quem foi que naquela tarde entrou aqui berrando com uma ferroada de vespa na ponta do nariz?
— Sim, vovó, de vespa eu tenho medo, não nego — mas de onça, não! Se ela vier do meu lado, prego-lhe uma pelotada do meu bodoque novo no olho esquerdo; e outra bem no meio do focinho e outra...
— Chega! — interrompeu Dona Benta, com medo de levar também uma pelotada.
— Mas, além de onças, existem cobras. Dizem que até urutus há naquele mato.
— Cobra? — e Pedrinho fez outra cara de pouco caso ainda maior. — Cobra mata-se com um pedaço de pau, vovó. Cobra!... Como se eu lá tivesse medo de cobra...
Dona Benta começou a admirar a coragem do neto, mas disse ainda:
— E há aranhas caranguejeiras, daquelas peludas, enormes, que devoram até filhotes de passarinho.
O menino cuspiu de lado com desprezo e esfregou o pé em cima.
— Aranha mata-se assim, vovó — e seu pé parecia mesmo estar esmagando várias aranhas caranguejeiras.
— E também há sacis — rematou Dona Benta.
Pedrinho calou-se. Embora nunca o houvesse confessado a ninguém, percebia-se que tinha medo de saci.
Nesse ponto, não havia nenhuma diferença entre ele, que era da cidade, e os demais meninos nascidos e crescidos na roça. Todos tinham medo de saci, tais eram as histórias correntes a respeito do endiabrado moleque duma perna só.
Desde esse dia, ficou Pedrinho com o saci na cabeça. Vivia falando em saci e tomando informações a respeito. Quando consultou tia Nastácia, a resposta dela foi, depois de fazer o sinal da cruz e dizer "Credo!".
— Pois saci, Pedrinho, é uma coisa que gente da cidade nega, diz que não há — mas há. Não existe velho por aí, desses que nascem e morrem no meio do mato, que não jure ter visto saci. Nunca vi nenhum, mas sei quem viu.
— Quem?
— O tio Barnabé. Fale com ele. Homem sabido está ali! Entende de todas as feitiçarias e de saci, de mula-sem-cabeça, de lobisomem — de tudo.
Pedrinho ficou pensativo.

LOBATO, Monteiro. O Saci / Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 2005.(Adaptado)

Vocabulário:
Cotós: pequenas / baixa estatura.
Novilho: boi novo/ bezerro.
Pelotada: pedras pequenas de barro.
Bodoque: arco utilizado para arremessar bolas pequenas.
Urutu: cobra temida pelo poder do veneno.

De acordo com o texto 1, Pedrinho era:
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Resolução comentada

Pedrinho era corajoso, embora tivesse medo de saci.

Ele fala com desprezo de onças, cobras e aranhas, mas calou-se ao ouvir 'saci', e o narrador diz que ele tinha medo de saci. Portanto, mostrava-se corajoso, mas temia o saci.

Análise das alternativas

A) Errada: ele se assusta com vespa e saci. B) Errada: ele é da cidade, mas tem medo de saci como os meninos da roça. C) Errada: ele não é da roça. E) Errada: ele teme saci e vespa.

Referência: Interpretação de texto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Foco Narrativo

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

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Texto-base:
TEXTO 1
Medo de saci

Pedrinho, naqueles tempos, costumava passar as férias no sítio de Dona Benta, onde brincava de tudo, como está nas Reinações de Narizinho e na Viagem ao céu. Só não está contado o que lhe aconteceu antes da famosa viagem ao céu, quando andava com a cabeça cheia de sacis.
A coisa foi assim. Estava ele na varanda com os olhos no horizonte, posto lá onde aparecia o verde-escuro do Capoeirão dos Tucanos, a mata virgem do sítio. De repente, disse:
— Vovó, eu ando com ideias de ir caçar na mata virgem.
Dona Benta, ali na sua cadeirinha de pernas cotós, entretida no tricô, ergueu os óculos para a testa.
— Não sabe que naquela mata há onças? — disse com ar sério — Certa vez uma onça pintada veio de lá, invadiu aqui o pasto e pegou um lindo novilho da vaca Mocha.
— Mas eu não tenho medo de onça, vovó! — exclamou Pedrinho, fazendo o mais belo ar de desprezo.
Dona Benta riu-se de tanta coragem.
— Olhem o valentão! Quem foi que naquela tarde entrou aqui berrando com uma ferroada de vespa na ponta do nariz?
— Sim, vovó, de vespa eu tenho medo, não nego — mas de onça, não! Se ela vier do meu lado, prego-lhe uma pelotada do meu bodoque novo no olho esquerdo; e outra bem no meio do focinho e outra...
— Chega! — interrompeu Dona Benta, com medo de levar também uma pelotada.
— Mas, além de onças, existem cobras. Dizem que até urutus há naquele mato.
— Cobra? — e Pedrinho fez outra cara de pouco caso ainda maior. — Cobra mata-se com um pedaço de pau, vovó. Cobra!... Como se eu lá tivesse medo de cobra...
Dona Benta começou a admirar a coragem do neto, mas disse ainda:
— E há aranhas caranguejeiras, daquelas peludas, enormes, que devoram até filhotes de passarinho.
O menino cuspiu de lado com desprezo e esfregou o pé em cima.
— Aranha mata-se assim, vovó — e seu pé parecia mesmo estar esmagando várias aranhas caranguejeiras.
— E também há sacis — rematou Dona Benta.
Pedrinho calou-se. Embora nunca o houvesse confessado a ninguém, percebia-se que tinha medo de saci.
Nesse ponto, não havia nenhuma diferença entre ele, que era da cidade, e os demais meninos nascidos e crescidos na roça. Todos tinham medo de saci, tais eram as histórias correntes a respeito do endiabrado moleque duma perna só.
Desde esse dia, ficou Pedrinho com o saci na cabeça. Vivia falando em saci e tomando informações a respeito. Quando consultou tia Nastácia, a resposta dela foi, depois de fazer o sinal da cruz e dizer "Credo!".
— Pois saci, Pedrinho, é uma coisa que gente da cidade nega, diz que não há — mas há. Não existe velho por aí, desses que nascem e morrem no meio do mato, que não jure ter visto saci. Nunca vi nenhum, mas sei quem viu.
— Quem?
— O tio Barnabé. Fale com ele. Homem sabido está ali! Entende de todas as feitiçarias e de saci, de mula-sem-cabeça, de lobisomem — de tudo.
Pedrinho ficou pensativo.

LOBATO, Monteiro. O Saci / Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 2005.(Adaptado)

Vocabulário:
Cotós: pequenas / baixa estatura.
Novilho: boi novo/ bezerro.
Pelotada: pedras pequenas de barro.
Bodoque: arco utilizado para arremessar bolas pequenas.
Urutu: cobra temida pelo poder do veneno.

Sobre o narrador do texto 1, pode-se afirmar que está em:
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Resolução comentada

O narrador está em 3ª pessoa, pois narra sem participar da história.

O narrador conta os fatos de fora ('Pedrinho... costumava passar as férias'), sem ser personagem. Por isso o foco é de 3ª pessoa, e o narrador é observador.

Análise das alternativas

B) Errada: ele não vivencia a história. C) Errada: narrador-personagem seria de 1ª pessoa. D) Errada: o narrador não é o personagem principal. E) Errada: a 1ª pessoa implicaria participação.

Referência: Foco narrativo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

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Texto-base:
TEXTO 1
Medo de saci

Pedrinho, naqueles tempos, costumava passar as férias no sítio de Dona Benta, onde brincava de tudo, como está nas Reinações de Narizinho e na Viagem ao céu. Só não está contado o que lhe aconteceu antes da famosa viagem ao céu, quando andava com a cabeça cheia de sacis.
A coisa foi assim. Estava ele na varanda com os olhos no horizonte, posto lá onde aparecia o verde-escuro do Capoeirão dos Tucanos, a mata virgem do sítio. De repente, disse:
— Vovó, eu ando com ideias de ir caçar na mata virgem.
Dona Benta, ali na sua cadeirinha de pernas cotós, entretida no tricô, ergueu os óculos para a testa.
— Não sabe que naquela mata há onças? — disse com ar sério — Certa vez uma onça pintada veio de lá, invadiu aqui o pasto e pegou um lindo novilho da vaca Mocha.
— Mas eu não tenho medo de onça, vovó! — exclamou Pedrinho, fazendo o mais belo ar de desprezo.
Dona Benta riu-se de tanta coragem.
— Olhem o valentão! Quem foi que naquela tarde entrou aqui berrando com uma ferroada de vespa na ponta do nariz?
— Sim, vovó, de vespa eu tenho medo, não nego — mas de onça, não! Se ela vier do meu lado, prego-lhe uma pelotada do meu bodoque novo no olho esquerdo; e outra bem no meio do focinho e outra...
— Chega! — interrompeu Dona Benta, com medo de levar também uma pelotada.
— Mas, além de onças, existem cobras. Dizem que até urutus há naquele mato.
— Cobra? — e Pedrinho fez outra cara de pouco caso ainda maior. — Cobra mata-se com um pedaço de pau, vovó. Cobra!... Como se eu lá tivesse medo de cobra...
Dona Benta começou a admirar a coragem do neto, mas disse ainda:
— E há aranhas caranguejeiras, daquelas peludas, enormes, que devoram até filhotes de passarinho.
O menino cuspiu de lado com desprezo e esfregou o pé em cima.
— Aranha mata-se assim, vovó — e seu pé parecia mesmo estar esmagando várias aranhas caranguejeiras.
— E também há sacis — rematou Dona Benta.
Pedrinho calou-se. Embora nunca o houvesse confessado a ninguém, percebia-se que tinha medo de saci.
Nesse ponto, não havia nenhuma diferença entre ele, que era da cidade, e os demais meninos nascidos e crescidos na roça. Todos tinham medo de saci, tais eram as histórias correntes a respeito do endiabrado moleque duma perna só.
Desde esse dia, ficou Pedrinho com o saci na cabeça. Vivia falando em saci e tomando informações a respeito. Quando consultou tia Nastácia, a resposta dela foi, depois de fazer o sinal da cruz e dizer "Credo!".
— Pois saci, Pedrinho, é uma coisa que gente da cidade nega, diz que não há — mas há. Não existe velho por aí, desses que nascem e morrem no meio do mato, que não jure ter visto saci. Nunca vi nenhum, mas sei quem viu.
— Quem?
— O tio Barnabé. Fale com ele. Homem sabido está ali! Entende de todas as feitiçarias e de saci, de mula-sem-cabeça, de lobisomem — de tudo.
Pedrinho ficou pensativo.

LOBATO, Monteiro. O Saci / Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 2005.(Adaptado)

Vocabulário:
Cotós: pequenas / baixa estatura.
Novilho: boi novo/ bezerro.
Pelotada: pedras pequenas de barro.
Bodoque: arco utilizado para arremessar bolas pequenas.
Urutu: cobra temida pelo poder do veneno.

A partir da passagem do texto I “Quando consultou tia Nastácia, a resposta dela foi, depois de fazer o sinal da cruz e dizer ‘Credo!’ ”, pode-se inferir que Tia Nastácia apresentou essa reação porque:
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Resolução comentada

Tia Nastácia faz o sinal da cruz e diz 'Credo!' porque tem medo de saci.

O sinal da cruz e a exclamação 'Credo!' são reações típicas de quem teme algo sobrenatural. Ela ainda afirma que o saci existe e que conhece quem o viu, o que reforça o medo.

Análise das alternativas

A) Errada: o gesto demonstra receio. B) Errada: gostar não combina com a reação. C) Errada: nada indica amizade. E) Errada: ela afirma que o saci existe.

Referência: Inferência textual.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Figuras de Linguagem — Ironia

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO 1
Medo de saci

Pedrinho, naqueles tempos, costumava passar as férias no sítio de Dona Benta, onde brincava de tudo, como está nas Reinações de Narizinho e na Viagem ao céu. Só não está contado o que lhe aconteceu antes da famosa viagem ao céu, quando andava com a cabeça cheia de sacis.
A coisa foi assim. Estava ele na varanda com os olhos no horizonte, posto lá onde aparecia o verde-escuro do Capoeirão dos Tucanos, a mata virgem do sítio. De repente, disse:
— Vovó, eu ando com ideias de ir caçar na mata virgem.
Dona Benta, ali na sua cadeirinha de pernas cotós, entretida no tricô, ergueu os óculos para a testa.
— Não sabe que naquela mata há onças? — disse com ar sério — Certa vez uma onça pintada veio de lá, invadiu aqui o pasto e pegou um lindo novilho da vaca Mocha.
— Mas eu não tenho medo de onça, vovó! — exclamou Pedrinho, fazendo o mais belo ar de desprezo.
Dona Benta riu-se de tanta coragem.
— Olhem o valentão! Quem foi que naquela tarde entrou aqui berrando com uma ferroada de vespa na ponta do nariz?
— Sim, vovó, de vespa eu tenho medo, não nego — mas de onça, não! Se ela vier do meu lado, prego-lhe uma pelotada do meu bodoque novo no olho esquerdo; e outra bem no meio do focinho e outra...
— Chega! — interrompeu Dona Benta, com medo de levar também uma pelotada.
— Mas, além de onças, existem cobras. Dizem que até urutus há naquele mato.
— Cobra? — e Pedrinho fez outra cara de pouco caso ainda maior. — Cobra mata-se com um pedaço de pau, vovó. Cobra!... Como se eu lá tivesse medo de cobra...
Dona Benta começou a admirar a coragem do neto, mas disse ainda:
— E há aranhas caranguejeiras, daquelas peludas, enormes, que devoram até filhotes de passarinho.
O menino cuspiu de lado com desprezo e esfregou o pé em cima.
— Aranha mata-se assim, vovó — e seu pé parecia mesmo estar esmagando várias aranhas caranguejeiras.
— E também há sacis — rematou Dona Benta.
Pedrinho calou-se. Embora nunca o houvesse confessado a ninguém, percebia-se que tinha medo de saci.
Nesse ponto, não havia nenhuma diferença entre ele, que era da cidade, e os demais meninos nascidos e crescidos na roça. Todos tinham medo de saci, tais eram as histórias correntes a respeito do endiabrado moleque duma perna só.
Desde esse dia, ficou Pedrinho com o saci na cabeça. Vivia falando em saci e tomando informações a respeito. Quando consultou tia Nastácia, a resposta dela foi, depois de fazer o sinal da cruz e dizer "Credo!".
— Pois saci, Pedrinho, é uma coisa que gente da cidade nega, diz que não há — mas há. Não existe velho por aí, desses que nascem e morrem no meio do mato, que não jure ter visto saci. Nunca vi nenhum, mas sei quem viu.
— Quem?
— O tio Barnabé. Fale com ele. Homem sabido está ali! Entende de todas as feitiçarias e de saci, de mula-sem-cabeça, de lobisomem — de tudo.
Pedrinho ficou pensativo.

LOBATO, Monteiro. O Saci / Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 2005.(Adaptado)

Vocabulário:
Cotós: pequenas / baixa estatura.
Novilho: boi novo/ bezerro.
Pelotada: pedras pequenas de barro.
Bodoque: arco utilizado para arremessar bolas pequenas.
Urutu: cobra temida pelo poder do veneno.

É possível identificar ironia na seguinte passagem do texto I:
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Resolução comentada

A ironia está em chamar de 'valentão' quem fugiu chorando de uma vespa.

Dona Benta diz 'Olhem o valentão!' para zombar da bravata de Pedrinho e lembra logo em seguida que ele entrou berrando por causa de uma ferroada. Dizer o contrário do que se pensa, com intenção de zombar, é ironia.

Análise das alternativas

A) Errada: o elogio a tio Barnabé é sincero. C) Errada: expressa humor, mas sem inversão de sentido. D) Errada: é descrição de gesto. E) Errada: é informação sobre os perigos da mata.

Referência: Figuras de linguagem: ironia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Coesão Referencial — Pronomes

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO 1
Medo de saci

Pedrinho, naqueles tempos, costumava passar as férias no sítio de Dona Benta, onde brincava de tudo, como está nas Reinações de Narizinho e na Viagem ao céu. Só não está contado o que lhe aconteceu antes da famosa viagem ao céu, quando andava com a cabeça cheia de sacis.
A coisa foi assim. Estava ele na varanda com os olhos no horizonte, posto lá onde aparecia o verde-escuro do Capoeirão dos Tucanos, a mata virgem do sítio. De repente, disse:
— Vovó, eu ando com ideias de ir caçar na mata virgem.
Dona Benta, ali na sua cadeirinha de pernas cotós, entretida no tricô, ergueu os óculos para a testa.
— Não sabe que naquela mata há onças? — disse com ar sério — Certa vez uma onça pintada veio de lá, invadiu aqui o pasto e pegou um lindo novilho da vaca Mocha.
— Mas eu não tenho medo de onça, vovó! — exclamou Pedrinho, fazendo o mais belo ar de desprezo.
Dona Benta riu-se de tanta coragem.
— Olhem o valentão! Quem foi que naquela tarde entrou aqui berrando com uma ferroada de vespa na ponta do nariz?
— Sim, vovó, de vespa eu tenho medo, não nego — mas de onça, não! Se ela vier do meu lado, prego-lhe uma pelotada do meu bodoque novo no olho esquerdo; e outra bem no meio do focinho e outra...
— Chega! — interrompeu Dona Benta, com medo de levar também uma pelotada.
— Mas, além de onças, existem cobras. Dizem que até urutus há naquele mato.
— Cobra? — e Pedrinho fez outra cara de pouco caso ainda maior. — Cobra mata-se com um pedaço de pau, vovó. Cobra!... Como se eu lá tivesse medo de cobra...
Dona Benta começou a admirar a coragem do neto, mas disse ainda:
— E há aranhas caranguejeiras, daquelas peludas, enormes, que devoram até filhotes de passarinho.
O menino cuspiu de lado com desprezo e esfregou o pé em cima.
— Aranha mata-se assim, vovó — e seu pé parecia mesmo estar esmagando várias aranhas caranguejeiras.
— E também há sacis — rematou Dona Benta.
Pedrinho calou-se. Embora nunca o houvesse confessado a ninguém, percebia-se que tinha medo de saci.
Nesse ponto, não havia nenhuma diferença entre ele, que era da cidade, e os demais meninos nascidos e crescidos na roça. Todos tinham medo de saci, tais eram as histórias correntes a respeito do endiabrado moleque duma perna só.
Desde esse dia, ficou Pedrinho com o saci na cabeça. Vivia falando em saci e tomando informações a respeito. Quando consultou tia Nastácia, a resposta dela foi, depois de fazer o sinal da cruz e dizer "Credo!".
— Pois saci, Pedrinho, é uma coisa que gente da cidade nega, diz que não há — mas há. Não existe velho por aí, desses que nascem e morrem no meio do mato, que não jure ter visto saci. Nunca vi nenhum, mas sei quem viu.
— Quem?
— O tio Barnabé. Fale com ele. Homem sabido está ali! Entende de todas as feitiçarias e de saci, de mula-sem-cabeça, de lobisomem — de tudo.
Pedrinho ficou pensativo.

LOBATO, Monteiro. O Saci / Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 2005.(Adaptado)

Vocabulário:
Cotós: pequenas / baixa estatura.
Novilho: boi novo/ bezerro.
Pelotada: pedras pequenas de barro.
Bodoque: arco utilizado para arremessar bolas pequenas.
Urutu: cobra temida pelo poder do veneno.

Marque a alternativa em que o termo indicado é aquele ao qual o pronome destacado se refere.
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Língua Portuguesa Significado de Palavras e Expressões no Contexto

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO 2
Cidade Invisível: os gringos entenderam o folclore brasileiro? Confira!
16/02/2021 às 21:00 Jean Carlos Foss

Cidade Invisível, a mais nova produção brasileira da Netflix vem ganhando notoriedade na plataforma. A série, que aborda o universo do folclore brasileiro, se passa em um Brasil no qual, secretamente, as lendas urbanas e contos fantásticos são reais.
Na região brasileira, a série alcançou o topo das mais assistidas do streaming. E, fora do Brasil, a produção também está se tornando extremamente popular. Nos Estados Unidos, Cidade Invisível também está, atualmente, em 1º lugar no top 10 da Netflix.
Além disso, a série tem apresentado uma boa performance entre a crítica internacional. No Decider, por exemplo, o projeto foi qualificado como envolvente e as atuações, incluindo a de Marco Pigossi, foram destacadas. Apesar disso, a falta de explicação para algumas das lendas apresentadas na série foi notada pelos críticos.
De acordo com o ReadySteadyCut, o tom misterioso da série chama a atenção e rende uma comparação honrosa com o sucesso dos anos 90, Arquivo X. Ademais, o site apontou a rapidez e dinâmica dos episódios como fatores importantes para prender a atenção de diversos tipos de público.

Fãs de todo o mundo reagem à Cidade Invisível através das redes sociais

No Twitter, a comoção dos fãs americanos está sendo notada pelo público brasileiro. Sob o nome Invisible City, os assinantes gringos elogiaram bastante a produção brasileira.

Captura de publicação do Instagram (netflixbrasil) com cena da série e comentário em inglês com a tradução: “MDDC estou assistindo #CidadeInvisivel na Netflix e é tão doido e emocionante! Definitivamente uma nova série de fantasia favorita.”
Imagem I
“MDDC estou assistindo #CidadeInvisivel na Netflix e é tão doido e emocionante! Definitivamente uma nova série de fantasia favorita.”

Captura de publicação do Instagram (netflixbrasil) com cena em preto e branco da série e comentário em inglês com a tradução: “Assistindo a um programa/filme/série brasileira super esquisita que eu não sei o nome, mas tem espíritos da natureza se fingindo de humanos e é uma viagem.”
Imagem II
“Assistindo a um programa/filme/série brasileira super esquisita que eu não sei o nome, mas tem espíritos da natureza se fingindo de humanos e é uma viagem”.

Captura de publicação do Instagram (netflixbrasil) com o ator da série e comentário em inglês com a tradução: “Acabei de assistir o primeiro episódio de “Cidade Invisível” na Netflix. Realmente intrigante! Não faço ideia do caminho que vai tomar, mas estou ansioso para descobrir!”
Imagem III
“Acabei de assistir o primeiro episódio de Cidade Invisível na Netflix. Realmente intrigante! Não faço ideia do caminho que vai tomar, mas estou ansioso para descobrir!”.

Captura de publicação do Instagram (netflixbrasil) com personagem de chapéu de palha e comentário em inglês com a tradução: “okay, eu acabei de assistir de uma vez só e é impressionante. AMEI. folclore brasileiro, ótima história, atuações magníficas, personagens cativantes, o suspense, a ação, a revelação. AQUELE FINAL!! eu preciso da s02”.
Imagem IV
“Okay, eu acabei de assistir de uma vez só e é impressionante. AMEI. Folclore brasileiro, ótima história, atuações magníficas, personagens cativantes, o suspense, a ação, a revelação. AQUELE FINAL!! Eu preciso da 2ª temporada”.

https://www.tecmundo.com.br/minha-serie/211138-cidade-invisivel-gringos-entenderam-folclore-brasileiro-confira.htm. Acesso em 09 de agosto de 2021. (Adaptado)

Vocabulário:
Streaming: plataforma de filme, série e músicas com transmissão em tempo real de conteúdos.
Performance: desempenho.

O texto 2 apresenta comentários de telespectadores sobre a série. Na legenda da imagem III, a expressão “Realmente intrigante!” indica que o telespectador se sentiu:
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Língua Portuguesa Finalidade do Texto

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

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Texto-base:
Texto 3
A Guerra de Troia

Ilustração de um grande cavalo de madeira sobre rodas, em uma planície diante de muralhas; abaixo, o endereço https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-e-guerra-troia.htm (parcialmente cortado na origem).

A Guerra de Troia é um episódio que também inspirou muitos livros e filmes. É palco dos mais famosos heróis da mitologia grega, como Aquiles, Ulisses, Ajax, Heitor, Pátroclo, Eneias, dentre outros.
Tudo começou quando Éris jogou uma maçã de ouro no meio dos convidados do casamento de Peleu e Tétis. Nela estava escrito: “Para a mais bela deusa”.
A partir de então, iniciou-se uma ferrenha disputa entre Atena, Hera e Afrodite pelo pomo dourado, na qual Páris, príncipe troiano, ficou incumbido em decidir para qual das deusas ficaria o fruto. Recebeu muitas promessas, mas acabou escolhendo Afrodite, após ela lhe oferecer a mais bonita mulher do mundo, Helena, esposa de Menelau, rei de Esparta. Juntos, eles fugiram para Troia. Enfurecido, o marido reuniu suas tropas e foi à Troia em busca de sua amada. Iniciou-se, então, uma sangrenta guerra que durou dez anos.
Uma estratégia ousada dos aqueus pôs fim às batalhas. Eles ofereceram aos troianos um gigante cavalo de madeira. O que os inimigos não sabiam é que a escultura era oca e estava recheada de soldados.
Na calada da noite, os soldados saíram do interior do cavalo, abriram os portões da cidade e o exército grego devastou toda a cidade. Assim, Helena foi obrigada a voltar a Esparta.

https://mitologiagrega.net.br/as-18-principais-historias-da-mitologia-grega/#historias-mitologia-guerra-de-troia. Acesso em 09 de agosto de 2021. (Adaptado)

O objetivo principal do texto 3 é:
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Língua Portuguesa Relações de Causa e Consequência

2021 Fundamental

Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental · Caderno Prova 1

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Texto-base:
Texto 3
A Guerra de Troia

Ilustração de um grande cavalo de madeira sobre rodas, em uma planície diante de muralhas; abaixo, o endereço https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-e-guerra-troia.htm (parcialmente cortado na origem).

A Guerra de Troia é um episódio que também inspirou muitos livros e filmes. É palco dos mais famosos heróis da mitologia grega, como Aquiles, Ulisses, Ajax, Heitor, Pátroclo, Eneias, dentre outros.
Tudo começou quando Éris jogou uma maçã de ouro no meio dos convidados do casamento de Peleu e Tétis. Nela estava escrito: “Para a mais bela deusa”.
A partir de então, iniciou-se uma ferrenha disputa entre Atena, Hera e Afrodite pelo pomo dourado, na qual Páris, príncipe troiano, ficou incumbido em decidir para qual das deusas ficaria o fruto. Recebeu muitas promessas, mas acabou escolhendo Afrodite, após ela lhe oferecer a mais bonita mulher do mundo, Helena, esposa de Menelau, rei de Esparta. Juntos, eles fugiram para Troia. Enfurecido, o marido reuniu suas tropas e foi à Troia em busca de sua amada. Iniciou-se, então, uma sangrenta guerra que durou dez anos.
Uma estratégia ousada dos aqueus pôs fim às batalhas. Eles ofereceram aos troianos um gigante cavalo de madeira. O que os inimigos não sabiam é que a escultura era oca e estava recheada de soldados.
Na calada da noite, os soldados saíram do interior do cavalo, abriram os portões da cidade e o exército grego devastou toda a cidade. Assim, Helena foi obrigada a voltar a Esparta.

https://mitologiagrega.net.br/as-18-principais-historias-da-mitologia-grega/#historias-mitologia-guerra-de-troia. Acesso em 09 de agosto de 2021. (Adaptado)

Entre o segundo e o terceiro parágrafos do texto 3, há uma relação de:
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