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Colégio Militar de Manaus — Concurso de Admissão 2021/2022 — 6º Ano do Ensino Fundamental — Matemática, Língua Portuguesa e Redação

Colégio Militar de Manaus (CMM) — Exército Brasileiro, DECEx/DEPA · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Colégio Militar de Manaus (CMM)2021Fundamental

25 questões nesta prova · página 2 de 2 · 23 com gabarito

Língua Portuguesa Pontuação — Emprego dos Sinais de Pontuação

Colégio Militar de Manaus (CMM) 2021 Fundamental

Colégio Militar de Manaus (CMM) — Exército Brasileiro, DECEx/DEPA · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO I (Adaptado)

O HOMEM QUE ESPALHOU O DESERTO

Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pouco, apesar do dia a dia constante, de manhã à noite.

Mas o menino cresceu, ganhou tesouras maiores. Parecia determinado, à medida que o tempo passava, a acabar com as folhas todas. Dominado por uma estranha impulsão, ele não queria ir à escola, não queria ir ao cinema, não tinha namoradas ou amigos. Apenas tesouras, das mais diversas qualidades e tipos. Dormia com elas no quarto. À noite, com uma pedra de amolar, afiava bem os cortes, preparando-as para as tarefas do dia seguinte. Às vezes, deixava aberta a janela, para que o luar brilhasse nas tesouras polidas.

A mãe, muito contente, apesar do filho detestar a escola e ir mal nas letras. Todavia, era um menino comportado, não saía de casa, não andava em más companhias, não se embriagava aos sábados como os outros meninos do quarteirão, não frequentava ruas suspeitas onde mulheres pintadas exageradamente se postavam às janelas, chamando os incautos. Seu único prazer eram as tesouras e o corte das folhas.

Só que, agora, ele era maior e as árvores começaram a perder. Ele demorou apenas uma semana para limpar a jabuticabeira. Quinze dias para a mangueira menor e vinte e cinco para a maior. Quarenta dias para o abacateiro que era imenso, tinha mais de cinquenta anos. E seis meses depois, quando concluiu, já a jabuticabeira tinha novas folhas e ele precisou recomeçar.

Certa noite, regressando do quintal agora silencioso, porque o desbastamento das árvores tinha afugentado pássaros e destruído ninhos, ele concluiu que de nada adiantaria podar as folhas. Elas se recomporiam sempre. É uma capacidade da natureza, morrer e reviver. Como o seu cérebro era diminuto, ele demorou meses para encontrar a solução: um machado.

Numa terça-feira, bem cedo, que não era de perder tempo, começou a derrubada do abacateiro. Levou dez dias, porque não estava habituado a manejar machados, as mãos calejaram, sangraram. Adquirida a prática, limpou o quintal e descansou aliviado.

Mas insatisfeito, porque agora passava os dias a olhar aquela desolação, ele saiu de machado em punho, para os arredores da cidade. Onde encontrava árvore, capões, matos, atacava, limpava, deixava os montes de lenha arrumadinhos para quem quisesse se servir. Os donos dos terrenos não se importavam, estavam em via de vendê-los para fábricas ou imobiliárias e precisavam de tudo limpo mesmo. E o homem do machado descobriu que podia ganhar a vida com o seu instrumento. Onde quer que precisassem derrubar árvores, ele era chamado. Não parava. Contratou uma secretária para organizar uma agenda. Depois, auxiliares. Montou uma companhia, construiu edifícios para guardar machados, abrigar seus operários devastadores. Importou tratores e máquinas especializadas do estrangeiro. Mandou assistentes fazerem cursos nos Estados Unidos e Europa. Eles voltaram peritos de primeira linha. E trabalhavam, derrubavam. Foram do sul ao norte, não deixando nada em pé. Onde quer que houvesse uma folha verde, lá estava uma tesoura, um machado, um aparelho eletrônico para arrasar.

E enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num deserto, terra calcinada. E então, o governo, para remediar, mandou buscar em Israel técnicos especializados em tornar férteis as terras do deserto. E os homens mandaram plantar árvores. E enquanto as árvores eram plantadas, o homem do machado ensinava ao filho sua profissão.

BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras proibidas. Rio de Janeiro. Editora Codecri, 1979.

Considerando-se a norma culta, quanto ao emprego dos sinais de pontuação e sua justificativa, assinale a alternativa correta:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Os dois-pontos introduzem a fala da mãe.

Em 'a mãe corria com a tesoura: tome filhinho, venha brincar com as suas folhas', os dois-pontos antecedem a fala da personagem, em discurso direto sem aspas. Por isso a alternativa B está correta.

Análise das alternativas

A) Errada: os parênteses inserem um comentário do narrador, não informações técnicas. C) Errada: a vírgula poderia, sim, ser trocada por dois-pontos, que introduziriam o esclarecimento. D) Errada: os dois-pontos antecedem um esclarecimento/aposto ('a solução: um machado'), não uma enumeração. E) Errada: a vírgula após 'Depois' isola um adjunto adverbial, mas a alternativa o chama de 'expressão destacada' de forma imprecisa. Além disso, esse trecho tem elipse do verbo.

Referência: Emprego dos dois-pontos e dos parênteses.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Linguagem Figurada — Ironia

Colégio Militar de Manaus (CMM) 2021 Fundamental

Colégio Militar de Manaus (CMM) — Exército Brasileiro, DECEx/DEPA · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO II
SUBSTITUIÇÃO

No meu prédio
compraram a área da frente,
toda arborizada,
para enfeitar a entrada.
Depois, acharam bobagem,
destruíram a paisagem,
e a transformaram em garagem.
Em compensação, porém,
por amor à ecologia,
puseram, no mesmo dia,
papel pintado no hall,
onde se vê sob o sol,
em nuances coloridas,
lindas árvores floridas...

(Leila Miccolis)

Disponível em: https://www.blocosonline.com.br/sites_pessoais/sites/lm/leila/leilacec.html

Em relação ao poema lido (texto II), ao afirmar que o fato de substituírem a paisagem natural por um papel pintado no hall “por amor à ecologia”, o autor explora o(s) recurso(s):
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

'Por amor à ecologia' é expressão irônica que critica a hipocrisia da substituição.

Eles destroem a área verde real e a trocam por árvores desenhadas em papel de parede, dizendo agir 'por amor à ecologia'. O sentido literal da expressão é o oposto da atitude descrita, e isso caracteriza a ironia. Ela serve para criticar a hipocrisia e o consumismo.

Análise das alternativas

A) Errada: não há preocupação ecológica real, só aparente. B) Errada: o humor não é o recurso central, e a gabarito-C engloba a ironia crítica. D) Errada: o poema não admira a paisagem, ele lamenta a perda dela. E) Errada: a sustentabilidade não é praticada, e é justamente isso que se critica.

Referência: Figuras de linguagem: ironia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Intertextualidade — Comparação entre Textos

Colégio Militar de Manaus (CMM) 2021 Fundamental

Colégio Militar de Manaus (CMM) — Exército Brasileiro, DECEx/DEPA · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO I (Adaptado)

O HOMEM QUE ESPALHOU O DESERTO

Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pouco, apesar do dia a dia constante, de manhã à noite.

Mas o menino cresceu, ganhou tesouras maiores. Parecia determinado, à medida que o tempo passava, a acabar com as folhas todas. Dominado por uma estranha impulsão, ele não queria ir à escola, não queria ir ao cinema, não tinha namoradas ou amigos. Apenas tesouras, das mais diversas qualidades e tipos. Dormia com elas no quarto. À noite, com uma pedra de amolar, afiava bem os cortes, preparando-as para as tarefas do dia seguinte. Às vezes, deixava aberta a janela, para que o luar brilhasse nas tesouras polidas.

A mãe, muito contente, apesar do filho detestar a escola e ir mal nas letras. Todavia, era um menino comportado, não saía de casa, não andava em más companhias, não se embriagava aos sábados como os outros meninos do quarteirão, não frequentava ruas suspeitas onde mulheres pintadas exageradamente se postavam às janelas, chamando os incautos. Seu único prazer eram as tesouras e o corte das folhas.

Só que, agora, ele era maior e as árvores começaram a perder. Ele demorou apenas uma semana para limpar a jabuticabeira. Quinze dias para a mangueira menor e vinte e cinco para a maior. Quarenta dias para o abacateiro que era imenso, tinha mais de cinquenta anos. E seis meses depois, quando concluiu, já a jabuticabeira tinha novas folhas e ele precisou recomeçar.

Certa noite, regressando do quintal agora silencioso, porque o desbastamento das árvores tinha afugentado pássaros e destruído ninhos, ele concluiu que de nada adiantaria podar as folhas. Elas se recomporiam sempre. É uma capacidade da natureza, morrer e reviver. Como o seu cérebro era diminuto, ele demorou meses para encontrar a solução: um machado.

Numa terça-feira, bem cedo, que não era de perder tempo, começou a derrubada do abacateiro. Levou dez dias, porque não estava habituado a manejar machados, as mãos calejaram, sangraram. Adquirida a prática, limpou o quintal e descansou aliviado.

Mas insatisfeito, porque agora passava os dias a olhar aquela desolação, ele saiu de machado em punho, para os arredores da cidade. Onde encontrava árvore, capões, matos, atacava, limpava, deixava os montes de lenha arrumadinhos para quem quisesse se servir. Os donos dos terrenos não se importavam, estavam em via de vendê-los para fábricas ou imobiliárias e precisavam de tudo limpo mesmo. E o homem do machado descobriu que podia ganhar a vida com o seu instrumento. Onde quer que precisassem derrubar árvores, ele era chamado. Não parava. Contratou uma secretária para organizar uma agenda. Depois, auxiliares. Montou uma companhia, construiu edifícios para guardar machados, abrigar seus operários devastadores. Importou tratores e máquinas especializadas do estrangeiro. Mandou assistentes fazerem cursos nos Estados Unidos e Europa. Eles voltaram peritos de primeira linha. E trabalhavam, derrubavam. Foram do sul ao norte, não deixando nada em pé. Onde quer que houvesse uma folha verde, lá estava uma tesoura, um machado, um aparelho eletrônico para arrasar.

E enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num deserto, terra calcinada. E então, o governo, para remediar, mandou buscar em Israel técnicos especializados em tornar férteis as terras do deserto. E os homens mandaram plantar árvores. E enquanto as árvores eram plantadas, o homem do machado ensinava ao filho sua profissão.

BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras proibidas. Rio de Janeiro. Editora Codecri, 1979.

Texto-base:
TEXTO II
SUBSTITUIÇÃO

No meu prédio
compraram a área da frente,
toda arborizada,
para enfeitar a entrada.
Depois, acharam bobagem,
destruíram a paisagem,
e a transformaram em garagem.
Em compensação, porém,
por amor à ecologia,
puseram, no mesmo dia,
papel pintado no hall,
onde se vê sob o sol,
em nuances coloridas,
lindas árvores floridas...

(Leila Miccolis)

Disponível em: https://www.blocosonline.com.br/sites_pessoais/sites/lm/leila/leilacec.html

Tanto o texto I quanto o texto II abordam:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Tema comum aos dois textos: a destruição da natureza movida por interesse econômico.

No texto I, o homem transforma a derrubada de árvores em negócio e fica milionário enquanto o país vira deserto. No texto II, a área arborizada vira garagem, e o prédio mantém só uma falsa natureza em papel de parede. Nos dois casos, a natureza é sacrificada por conveniência, lucro e utilidade prática.

Análise das alternativas

B) Errada: só o texto II trata de estética (o papel pintado), e a derrubada no texto I tem outra motivação. C) Errada: a educação dos pais não é tema do texto II. D) Errada: a preservação é o que está ausente nos dois textos, e eles a defendem só de forma implícita. E) Errada: nenhum dos textos apresenta uma 'descoberta' desse tipo.

Referência: Intertextualidade e comparação entre textos (conto de Ignácio de Loyola Brandão e poema de Leila Miccolis).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Coesão Textual — Referenciação

Colégio Militar de Manaus (CMM) 2021 Fundamental

Colégio Militar de Manaus (CMM) — Exército Brasileiro, DECEx/DEPA · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO II
SUBSTITUIÇÃO

No meu prédio
compraram a área da frente,
toda arborizada,
para enfeitar a entrada.
Depois, acharam bobagem,
destruíram a paisagem,
e a transformaram em garagem.
Em compensação, porém,
por amor à ecologia,
puseram, no mesmo dia,
papel pintado no hall,
onde se vê sob o sol,
em nuances coloridas,
lindas árvores floridas...

(Leila Miccolis)

Disponível em: https://www.blocosonline.com.br/sites_pessoais/sites/lm/leila/leilacec.html

No poema Substituição, a palavra “onde” presente no décimo segundo verso está substituindo qual palavra anteriormente mencionada?
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Referente do pronome relativo 'onde' no poema.

No verso 'papel pintado no hall, / onde se vê sob o sol', 'onde' retoma 'hall', o local em que se vê o papel pintado com árvores floridas.

Análise das alternativas

A) 'área' foi transformada em garagem. B) 'paisagem' foi destruída. C) 'garagem' não é o local do papel pintado. D) 'papel' não é lugar, e 'onde' exige referente de lugar.

Referência: Coesão referencial; pronome relativo 'onde'.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Redação — Texto Narrativo

Discursiva Colégio Militar de Manaus (CMM) 2021 Fundamental 10 pontos

Colégio Militar de Manaus (CMM) — Exército Brasileiro, DECEx/DEPA · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental · Questão 25

Sem padrão de resposta — pratique a escrita

PROVA DE REDAÇÃO

Texto-base:
TEXTO III

COMO SE FAZ UM REFLORESTAMENTO?

Para reflorestar um terreno baldio devido ao abate indiscriminado, incêndio ou desmatamento causado pelas mudanças climáticas, é necessário traçar um plano. O reflorestamento deve ser sustentável, isto é, não se trata de plantar árvores de forma arbitrária. A seguir, elencamos as principais questões que devem ser consideradas:

1. Fazer um estudo de campo
É necessário analisar o terreno e verificar as condições do local: desde o solo (profundidade, textura e fertilidade) até o clima (temporada seca ou úmida) ou o tipo de população que habita o ecossistema (fauna e flora nativa).

2. Escolher as espécies a serem plantadas
O mais recomendável é escolher espécies nativas, mas também podem ser incluídas espécies importadas de crescimento rápido compatíveis com o solo e o clima. A forma e o momento do transporte também são importantes, evitando o sol ou as fortes correntes de vento.

3. Escolher um método de plantio
É necessário preparar o terreno, escolher as ferramentas adequadas e optar pela técnica menos invasiva. Além disso, devemos considerar a altura e a cobertura de cada nova planta para que não prejudiquem umas às outras.

4. Estabelecer um plano de proteção
No plano de monitoramento, é necessário desenvolver a forma de proteger a área reflorestada contra possíveis doenças, pragas, incêndios ou abates ilegais, entre outros fatores. A manutenção e as avaliações são vitais para consolidar o reflorestamento.

Infográfico “Por que é importante cuidar das florestas?” com cinco tópicos ilustrados: aumentam os nutrientes do solo através das raízes e das folhas que caem de suas copas; são os principais sumidouros de carbono do planeta, pois absorvem dióxido de carbono e soltam oxigênio; proporcionam alimentos, tanto básicos quanto suplementares, e renda para milhões de pessoas; agem como aquedutos naturais, uma vez que redistribuem até 95% da água que absorvem; abrigam 80% da biodiversidade terrestre mundial (animais, plantas e insetos). Fonte: FAO.

Fonte: https://www.iberdrola.com/sustentabilidade/o-que-e-reflorestamento.

Texto-base:
TEXTO IV

Imagem com o título “EGO vs ECO”: um globo terrestre dividido ao meio; à esquerda, cidade com chaminés soltando fumaça escura e árvores secas; à direita, natureza verde com árvore frondosa, leão, panda, girafa e aves.

https://www.epochtimes.com.br/petroleo-meio-ambiente-e-sustentabilidade/

PROPOSTA DE REDAÇÃO

Moradores do município Águas Claras enfrentam um problema: para incentivar o turismo, uma imponente construtora elabora um projeto que ameaça desmatar a Floresta dos Pássaros, um lugar com natureza exuberante preservada, onde se abrigam aves de variadas espécies e árvores centenárias, além da nascente do rio Juruá.

Elabore uma narrativa que resolva os seguintes conflitos:
Qual o projeto da construtora?
Que impacto esse projeto terá sobre a Floresta dos Pássaros?
Que personagem(ns) agirão para defender a Floresta dos Pássaros?
Que personagem representa os interesses da construtora?

ORIENTAÇÕES GERAIS
1. Apresente letra legível.
2. Faça o rascunho, se necessário, na página indicada neste bloco. Contudo, o RASCUNHO NÃO SERÁ CORRIGIDO.
3. Não assine seu texto.
4. Mantenha o alinhamento correto das margens da sua produção textual.
5. Não ultrapasse os limites de extensão e quantidade de linhas da Folha de Redação.
6. Será atribuído grau 0,0 (zero vírgula zero) à Redação que apresentar texto com uma ou mais das seguintes características: I – fuga total ao tema proposto; II – modalidade textual diferente da pedida; III – ilegível; IV linguagem e/ou texto incompreensível; V – em forma de poema ou outra que não seja em prosa; VI – que esteja identificada ou com marcas de identificação pelo candidato; VII - com menos de 15 (quinze) ou menos de 30 (trinta) linhas; VIII – não utilização de caneta esferográfica de tinta azul ou preta; IX – redigido fora das linhas destinadas.
Folha para rascunho (página 16) com 30 linhas numeradas.
Pontuação (capa da prova): 1 (um) item de Redação = 10 pontos. A redação somente será corrigida se o candidato alcançar 50% da pontuação de cada uma das disciplinas.

0 linhas · 0 palavrasAté 30 linhas · espaço na prova: 30 linhas