← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 25 questões nesta prova · página 2 de 2 · 24 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Sem padrão de resposta — pratique a escrita Observações: As linhas que configurarem cópia, bem como rasuras, serão desconsideradas do total de linhas escritas pelo(a) candidato(a);Colégio Militar de Santa Maria — Concurso de Admissão 2021/2022 — 6º ano do Ensino Fundamental — Prova de Matemática, Língua Portuguesa e Redação
Leia o texto IV, para responder aos itens 20 a 21.
Texto IV
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(Fonte: In: www.contioutra.com/. Acessado em 30/07/2021.)
(...)
Foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia – disse a raposa.
- Bom dia – respondeu educadamente o pequeno príncipe, que olhando a sua volta, nada viu.
- Eu estou aqui – disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? – disse o principezinho. –Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa – disse a raposa.
- Vem brincar comigo – propôs ele - Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo – disse a raposa. –Não me cativaram ainda.
- Ah! desculpe – disse o principezinho.
Mas, após refletir, acrescentou:
- O que significa “cativar”?
–Tu não és daqui – disse a raposa – Que procuras?
– Procuro os homens – disse o pequeno príncipe – Que quer dizer “cativar”?
– Os homens – disse a raposa - têm fuzis e caçam.É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas?
– Não – disse o pequeno príncipe. – Eu procuro amigos. Que quer dizer “cativar”?
– É algo quase sempre esquecido – disse a raposa – Significa “criar laços”...
– Criar laços?
- Exatamente – disse a raposa. – Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.
(...)
- A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? – perguntou o pequeno príncipe.
- É preciso ser paciente – respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, a cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
(...)
(Fonte: SAINT-EXUPÉRY, Antoine. O pequeno príncipe. Tradução Dom Marcos Barbosa. São Paulo: Agir, 2004. )
Leia o trecho retirado do texto IV, para responder ao item 20.
- É preciso ser paciente – respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, a cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
O sentido da expressão sublinhada “a cada dia” no item 20, no contexto em que foi empregada, dá a ideia de:
Leia o texto IV, para responder aos itens 20 a 21.
Texto IV
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(Fonte: In: www.contioutra.com/. Acessado em 30/07/2021.)
(...)
Foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia – disse a raposa.
- Bom dia – respondeu educadamente o pequeno príncipe, que olhando a sua volta, nada viu.
- Eu estou aqui – disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? – disse o principezinho. –Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa – disse a raposa.
- Vem brincar comigo – propôs ele - Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo – disse a raposa. –Não me cativaram ainda.
- Ah! desculpe – disse o principezinho.
Mas, após refletir, acrescentou:
- O que significa “cativar”?
–Tu não és daqui – disse a raposa – Que procuras?
– Procuro os homens – disse o pequeno príncipe – Que quer dizer “cativar”?
– Os homens – disse a raposa - têm fuzis e caçam.É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas?
– Não – disse o pequeno príncipe. – Eu procuro amigos. Que quer dizer “cativar”?
– É algo quase sempre esquecido – disse a raposa – Significa “criar laços”...
– Criar laços?
- Exatamente – disse a raposa. – Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.
(...)
- A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? – perguntou o pequeno príncipe.
- É preciso ser paciente – respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, a cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
(...)
(Fonte: SAINT-EXUPÉRY, Antoine. O pequeno príncipe. Tradução Dom Marcos Barbosa. São Paulo: Agir, 2004. )
No texto, o autor utilizou travessão muitas vezes, assinale a alternativa correta quanto ao emprego desse sinal no trecho abaixo:
“ (...) Os homens- disse a raposa - têm fuzis e caçam” .
As mães sempre estão preocupadas com o futuro dos filhos. Para elas, a lição de casa e as tarefas escolares crescem de importância para fixar o estudo. Saídos de uma pandemia, a retomada das atividades exige mudanças de atitudes que deixam as crianças como simples espectadores.
Leia a tirinha abaixo, que trata sobre a lição de casa, para responder aos itens 23 e 24.
TEXTO V
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Observe na tirinha acima a fala e o pensamento da personagem “Gui” no segundo e terceiro quadrinhos, respectivamente:
“Tá, mas e se eu quiser ser o Walt Disney?” e “Tô cada vez melhor no “enrolation””.
A alternativa que resume a sua intenção é:
As mães sempre estão preocupadas com o futuro dos filhos. Para elas, a lição de casa e as tarefas escolares crescem de importância para fixar o estudo. Saídos de uma pandemia, a retomada das atividades exige mudanças de atitudes que deixam as crianças como simples espectadores.
Leia a tirinha abaixo, que trata sobre a lição de casa, para responder aos itens 23 e 24.
TEXTO V
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No fragmento “Gui, chega de ver desenho animado...” o emprego da vírgula se justifica porque:
Dia desses, nesse período de pandemia da Covid-19, você estava jogando em um aplicativo no celular. Pensando o quanto está chato tudo isso. De repente, sua mãe lhe propõe o seguinte:
- Filho, olhe o céu! Está cheio de nuvens. Vamos fazer uma brincadeira que sua avó me ensinou? Vamos tentar imaginar diversas formas nas nuvens? Veja aquela! Não parece um pássaro? Agora, espere um pouquinho, já está mudando...está virando um navio...
Durante a brincadeira, você adormece e tem um lindo sonho. Nesse sonho, a pandemia terminou, você está em um mundo onde há mais natureza, menos celulares e tecnologia; onde você e seus pais, e outras crianças e suas famílias estão aproveitando os momentos juntos para se divertirem.
Então, como seria esse sonho? O que você faria? Como aproveitaria esses instantes juntos com a família e novos amigos?
Com auxílio das imagens abaixo e do texto II, “O piquenique de Catapimba”, escreva um texto narrativo, em 1ª pessoa, em que você é o personagem principal, com base na história acima.
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Fonte: https://blog.entretrilhas.com.br/
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Fonte: http://blog.bestplay.com.br/
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Fonte: https://hemocord.com.br/
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Fonte: https://hemocord.com.br/
Texto-base:
TEXTO II
O piquenique de Catapimba
Catapimba resolveu organizar um piquenique bem divertido. Convidou a turma toda. E cada um convidou seus amigos, e os amigos dos amigos. E por fim a rua toda queria ir ao piquenique. Combinaram fazer o piquenique na represa, porque não era longe e podiam ir a pé. E o dia escolhido foi o domingo, porque ninguém tinha aula. Mariana queria fazer uma lista.
- Vamos tomar nota para não se esquecer de nada.
- Ah, não precisa tomar nota, todo mundo sabe – disse Gabriela, que queria mais era jogar futebol. E o resto da turma, que também estava louca pra jogar bola, concordou logo.
O dia do piquenique amanheceu de encomenda: céu azul e sol brilhante, vento fresquinho, gostoso. Se encontraram na pracinha. E lá se foram contentes, carregados de pacotes, de sacolas, de cestinhas. E riam de qualquer coisa, que quando a gente está junto tudo parece bacana. Chegaram à represa cansados e famintos.
- Como é, pessoal, vamos abrir os pacotes?
- O que é que vocês trouxeram de bom?
Os pacotes foram abertos, as sacolas esvaziadas. Juntaram tudo o que havia. E foi uma só risada. Tinha raquetes sem bola, tinha discos sem vitrola, tinha rola de barbante. Tinha até uma viola, ninguém sabia tocar. Tinha abridor de garrafa, mas garrafas não havia. Tinha pratos de papel, mas não tinha o que comer. Tinha copo de papel, mas não tinha o que beber. Tinha espeto de churrasco, mas carne não tinha não. Tinha lata de sardinha, tinha lata de palmito, tinha lata de salsicha, tinha tudo o que era lata. Quem trouxe foi o Barata. Mas não havia abridor. O Bruno trouxe a panela; não tinha o que cozinhar. Tinha garfo, tinha faca, mas não tinha o que cortar. Tinha vara de pescar, mas anzol não tinha não. Vejam que situação.
Ruth Rocha
Editora Rocco, Rio de Janeiro
✓ O texto deverá ter no mínimo 15 e no máximo 30 linhas;
✓ A redação deverá estar de acordo com as exigências do tipo de texto solicitado: narrativo, em 1ª pessoa;
✓ A letra deve ser legível;
✓ Deve ser empregada a linguagem culta da Língua Portuguesa;
✓ Os textos escritos a lápis não serão corrigidos;
✓ Em caso de tangenciamento do tema (abordagem parcial), a nota da redação sofrerá um desconto de 50%;
✓ Em caso de fuga do tema, letra ilegível ou em forma de poema, ou outra que não seja em prosa, a nota da redação será ZERO.
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
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Leia atenciosamente o que se segue, para fazer a produção textual: