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EsFCEx — Concurso de Admissão 2021 — Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Enfermagem — 005. Prova Objetiva — Versão A

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército

Fundação VUNESP2021

60 questões nesta prova · página 3 de 3 · 59 com gabarito

Enfermagem Médico-Cirúrgica Nutrição Parenteral — Complicações

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Frente a um paciente internado em unidade de terapia intensiva recebendo nutrição parenteral – NP, considere as complicações potenciais (CP), suas causas (C) e as ações/intervenções de enfermagem (IE) que, entre outros cuidados, constituem medidas de prevenção para sua ocorrência e assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

Sepse por solução contaminada previne-se com técnica estéril.

A sepse é complicação da NP causada por solução ou cateter contaminado. Sua prevenção inclui técnica estéril na troca de equipo, curativo e bolsa.

Análise das alternativas

A) A hipoglicemia decorre da interrupção abrupta da NP, e a prevenção é a retirada gradual; a causa citada (intolerância à glicose) é da hiperglicemia. C) A embolia gasosa se previne com controle da infusão, mas a intervenção listada está incompleta e o item é inferior ao B. D) Com cateter coagulado, não se deve apenas interromper a infusão. E) A hiperglicemia decorre de excesso de glicose ou intolerância, e não de interrupção abrupta (que causa hipoglicemia).

Referência: Brunner & Suddarth, Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica (nutrição parenteral).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Enfermagem em Urgência e Emergência Acolhimento com Classificação de Risco

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Em uma unidade de pronto atendimento – UPA, ao realizar o acolhimento com classificação de risco de A.S., 68 anos, sexo feminino, com queixa de “falta de ar”, o enfermeiro constatou que a paciente apresentava dispneia, sem presença de cianose. Ao aferir os sinais vitais obteve: frequência cardíaca = 82 batimentos por minuto, frequência respiratória = 26 movimentos por minuto; pressão arterial = 112 x 76 mmHg. À ausculta pulmonar constatou a presença de sibilos generalizados. Considerando que o quadro apresentado é compatível com uma crise asmática, deve classificar e encaminhar A.S. com a cor
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Resolução comentada

Dispneia com FR 26 e sibilos, sem cianose e com sinais vitais estáveis: amarelo.

A paciente tem desconforto respiratório moderado, com sibilos, mas sem cianose, sem instabilidade hemodinâmica e com FC e PA normais. Isso a coloca na prioridade 2 (amarelo, atendimento urgente), e não na emergência (vermelho).

Análise das alternativas

A) e B) Roxa e azul não são cores do protocolo usual de classificação em cinco cores. C) Vermelho é para risco imediato de vida, como cianose, uso intenso de musculatura ou saturação muito baixa, ausentes aqui. E) Verde é para casos pouco urgentes, o que não condiz com dispneia com sibilos generalizados.

Referência: Protocolos de acolhimento com classificação de risco (Ministério da Saúde / Manchester).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Coletiva Visita Domiciliar — Genograma

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Texto-base:
Para responder as questões de números 43 e 44, considere o relato a seguir.
A.N., 84 anos, sexo masculino, viúvo, militar reformado, diabético, hipertenso, recebeu alta hospitalar após ter sido submetido a artroplastia de quadril, devido à sua dificuldade de locomoção, foi considerado elegível para inclusão no programa de assistência domiciliar. No 14º dia pós-operatório, ao realizar a primeira visita domiciliar, planejada com o objetivo de acompanhar a recuperação e adaptação do paciente e identificar as necessidades e singularidades do usuário e da família como subsídios para a elaboração de um plano de cuidados, o enfermeiro observou que A.N. residia com cinco familiares e que se apresentava dependente nos quesitos banho, transferência e banheiro. Ao realizar o curativo da incisão cirúrgica, observou que os pontos já haviam sido retirados e a incisão estava cicatrizada, à exceção do ponto distal que apresentava presença de exsudato seroso, em pequena quantidade. Ao final da visita, fez as orientações necessárias e deu início à elaboração do genograma apresentado a seguir.
Genograma: A.N. (quadrado) ligado a S.N. (círculo duplo, com o ano 2018 acima); filhos Z.N. (quadrado, ligado a N.N., círculo) e D.N. (quadrado duplo, com 2015 abaixo); J.R. (quadrado) ligado a M.N. (círculo duplo) por linha com dois traços e o ano 2002; filhos D.R. (quadrado, ligado à linha por traço com dois cortes), P.R. (círculo) e F.R. (quadrado), estes dois ligados por linhas que partem do mesmo ponto. Uma linha curva fechada envolve A.N., S.N., D.N., J.R., M.N., D.R., P.R. e F.R.

A análise da figura apresenta permite afirmar que
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Enfermagem Médico-Cirúrgica Tratamento de Feridas — Coberturas e Curativos

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Texto-base:
Para responder as questões de números 43 e 44, considere o relato a seguir.
A.N., 84 anos, sexo masculino, viúvo, militar reformado, diabético, hipertenso, recebeu alta hospitalar após ter sido submetido a artroplastia de quadril, devido à sua dificuldade de locomoção, foi considerado elegível para inclusão no programa de assistência domiciliar. No 14º dia pós-operatório, ao realizar a primeira visita domiciliar, planejada com o objetivo de acompanhar a recuperação e adaptação do paciente e identificar as necessidades e singularidades do usuário e da família como subsídios para a elaboração de um plano de cuidados, o enfermeiro observou que A.N. residia com cinco familiares e que se apresentava dependente nos quesitos banho, transferência e banheiro. Ao realizar o curativo da incisão cirúrgica, observou que os pontos já haviam sido retirados e a incisão estava cicatrizada, à exceção do ponto distal que apresentava presença de exsudato seroso, em pequena quantidade. Ao final da visita, fez as orientações necessárias e deu início à elaboração do genograma apresentado a seguir.
Genograma: A.N. (quadrado) ligado a S.N. (círculo duplo, com o ano 2018 acima); filhos Z.N. (quadrado, ligado a N.N., círculo) e D.N. (quadrado duplo, com 2015 abaixo); J.R. (quadrado) ligado a M.N. (círculo duplo) por linha com dois traços e o ano 2002; filhos D.R. (quadrado, ligado à linha por traço com dois cortes), P.R. (círculo) e F.R. (quadrado), estes dois ligados por linhas que partem do mesmo ponto. Uma linha curva fechada envolve A.N., S.N., D.N., J.R., M.N., D.R., P.R. e F.R.

Ao realizar o curativo, no ponto em que se observa a presença de exsudato seroso em pequena quantidade, está correta a utilização de curativo
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Saúde Coletiva Princípios do SUS — Política Nacional de Atenção Básica

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Considere a notícia a seguir.
Novo medicamento entra no rol do SUS para combate ao diabetes em Minas
Pacientes com diabetes têm agora mais uma opção de medicamento, acessível pelo Sistema Único de Saúde (SUS), para tratamento da doença. Minas Gerais acaba de ampliar a oferta de remédios para pessoas com diabetes mellitus tipo 2 (DM2), com a dapaglifozina.
O fármaco é indicado para portadores dessa classe de diabetes, com 65 anos ou mais, com doença cardiovascular estabelecida ou com doença renal relacionada ao transtorno. O formulário de solicitação do medicamento já foi disponibilizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).
Essa é mais uma alternativa para o controle dos níveis de glicose no sangue, prevenindo e reduzindo os impactos do desequilíbrio na saúde.
A decisão de incorporar o novo medicamento como alternativa ao tratamento de diabetes tipo 2 é considerada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - Regional Minas Gerais (SBEM-MG) um avanço para aqueles com doença cardiovascular ou renal.
O alvo é, entre o público dentro do perfil definido para o uso da dapagliflozina, principalmente pessoas que não conseguiram controle adequado da DM2 em outros tratamentos.
Até o momento, o SUS fornece à população opções como as insulinas humana NPH e humana regular, e os medicamentos metformina, glibenclamida e glicazida. No entanto, a dapagliflozina pertence a uma classe de medicamentos diferente das já ofertadas. Atualmente, mais de 12 milhões de brasileiros convivem com a doença
(https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2021/06/18/interna_bem_viver,1278161/novo-medicamento-entra-no-rol-do-sus-para-combate-ao-diabetes-em-minas.shtml. 18.06.21. Adaptado)
De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, a disponibilização, pelo SUS, do medicamento dapagliflozina para portadores de diabete tipo 2 com 65 anos ou mais, com doença cardiovascular estabelecida ou com doença renal relacionada ao transtorno, atende ao princípio do SUS de
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Resolução comentada

Ofertar medicamento conforme a necessidade do paciente expressa a integralidade.

A integralidade envolve ofertar o conjunto de ações e serviços, incluindo a assistência farmacêutica, para atender às necessidades da pessoa. A incorporação de um novo medicamento para um perfil específico de paciente amplia o acesso ao cuidado integral.

Análise das alternativas

A) População adscrita é o conjunto de pessoas de um território de referência da equipe, o que não está em foco. B) Descentralização trata da distribuição de responsabilidades entre os entes federados. D) Longitudinalidade é o acompanhamento contínuo do usuário ao longo do tempo. E) Coordenação do cuidado é a articulação entre os pontos da rede, o que também não é o caso.

Referência: Política Nacional de Atenção Básica (Portaria 2.436/2017); Lei 8.080/1990.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Coletiva História das Políticas de Saúde no Brasil

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A criação do Ministério da Saúde ocorreu em
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Resolução comentada

O Ministério da Saúde foi criado em 1953, por desmembramento do Ministério da Educação e Saúde.

O Ministério da Saúde foi criado em 1953 (Lei 1.920), no governo Vargas, ao se desmembrar o antigo Ministério da Educação e Saúde. Antes disso, a saúde pública era tratada em estruturas como o Departamento Nacional de Saúde.

Análise das alternativas

B) 1851 não corresponde à criação do ministério; houve ações da Junta de Higiene Pública, não um ministério. C) A Constituição de 1988 e a Lei 8.080/90 criaram o SUS, não o Ministério. D) Oswaldo Cruz foi sanitarista e diretor da Saúde Pública, nunca ministro da saúde. E) 1808 refere-se à chegada da corte e às primeiras escolas médicas, sem ministério.

Referência: Lei nº 1.920/1953; história das políticas de saúde no Brasil.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Coletiva Febre Amarela — Prevenção e Vacinação

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Em 15 dias, o Exército Brasileiro participará de missão interministerial do Governo Federal que reforçará o atendimento em saúde na Amazônia para reduzir os impactos do surto da COVID-19 e das enchentes. Para as comunidades afetadas, serão transportados materiais e insumos diversos, além de cestas de alimentos. A população das localidades onde estão instalados Pelotões Especiais de Fronteira do Exercito também receberá a visita das equipes de saúde.
Frente a essa situação, considerando que as ações serão desenvolvidas em áreas de risco para a febre amarela, no âmbito da saúde, ao preparar os militares que participarão da missão, o enfermeiro deve
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Resolução comentada

A vacina contra febre amarela deve ser aplicada ao menos 10 dias antes de entrar em área de risco.

A vacina deve ser administrada pelo menos 10 dias antes de ingressar em área de risco, para que haja tempo de proteção. Indivíduos com menos de 60 anos e ainda não vacinados têm indicação, conforme o gabarito.

Análise das alternativas

A) Errada: os macacos são sentinelas, não transmissores. B) Errada: a febre amarela não exige isolamento por 14 dias e não se transmite de pessoa a pessoa. C) Errada: quem já teve a doença adquire imunidade duradoura. D) Errada: a dose de reforço não é recomendada por esquema atual, pois a dose única é considerada suficiente.

Referência: Ministério da Saúde: Manual de Vigilância da Febre Amarela e Calendário de Vacinação.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Coletiva Hanseníase

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Apesar de ter cura, no Brasil, a hanseníase ainda representa um problema de saúde pública e a ampla disseminação de informações e conscientização da população, o diagnóstico e o tratamento precoces constituem importantes ações para o controle da doença e a redução do preconceito. Em relação a essa doença, é correto afirmar que
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Resolução comentada

Contatos de pacientes com hanseníase devem ser avaliados anualmente por 5 anos.

As diretrizes do Ministério da Saúde preveem avaliação dermatoneurológica dos contatos domiciliares e sociais, ao menos uma vez ao ano, por 5 anos. Conforme o gabarito oficial, B é a correta.

Análise das alternativas

A) Errada: a PQT é segura na gestação e não deve ser suspensa. C) Errada: a sensibilidade dos olhos é avaliada com fio dental ou monofilamento de 0,05 g na córnea. D) Errada: a forma infectante é a multibacilar (MB), não a paucibacilar. E) Errada: a talidomida é permitida, sob regulamentação e controle, em reações hansênicas.

Referência: Ministério da Saúde: Diretrizes para vigilância, atenção e eliminação da hanseníase.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Coletiva Tuberculose — Efeitos Adversos dos Medicamentos

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Considerando que o paciente/cliente portador de tuberculose deve ser orientado a respeito da ocorrência dos principais efeitos adversos e da necessidade de retornar ao serviço de saúde na presença de algum sintoma que identifique como possivelmente associado ao uso dos medicamentos, analise o quadro a seguir e relacione o medicamento utilizado no tratamento da tuberculose ao respectivo efeito adverso que pode ser observado.
Quadro com duas colunas. Medicamento utilizado no tratamento da tuberculose: a Rifampicina; b Isoniazida; c Pirazinamida; d Etambutol; e Estreptomicina. Efeito adverso: I Neurite óptica; II Hipoacusia; III Insuficiência renal; IV Ansiedade e euforia; V Suor/urina de cor avermelhada.
Assinale a alternativa contendo a associação correta.
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Ética e Legislação em Enfermagem Bioética — Princípio da Autonomia

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Para responder às questões de números 50 e 51, considere o relato apresentado a seguir.
Após retornar de licença, J.G., 22 anos, soldado, procurou o ambulatório de saúde da organização militar – OM, onde prestava serviços, com história e queixas que caracterizavam doença de transmissão sexual. Face a essa situação, o enfermeiro que estava realizando o atendimento ofereceu a realização de testes rápidos para sífilis e HIV. Ao fazê-lo, explicou que J.G. poderia ou não aceitar realizá-los e orientou sobre sua importância, a forma com que são feitos e o significado e as limitações de seus resultados. Após obter sua concordância, solicitou a assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido e deu segmento aos procedimentos de coleta de material e realização dos testes obtendo resultado “reagente” para sífilis e “não reagente” para HIV. Face a essa situação, realizou as orientações necessárias e deu prosseguimento ao caso de acordo com as medidas propostas pelo Ministério da Saúde.

A abordagem realizada pelo enfermeiro a respeito da realização dos testes rápidos está em consonância com o princípio de bioética de
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Resolução comentada

Informar e obter consentimento do paciente corresponde ao princípio da autonomia.

O enfermeiro explicou que J.G. podia aceitar ou não os testes, informou finalidade, método e limitações e colheu o termo de consentimento. Isso respeita a autodeterminação do paciente, ou seja, a autonomia.

Análise das alternativas

A) Errada: não maleficência é evitar dano. B) Errada: beneficência é agir em prol do bem do paciente. C) Errada: justiça trata da equidade. D) Errada: individualidade não é um dos princípios clássicos da bioética.

Referência: Princípios da bioética (Beauchamp e Childress).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Coletiva Sífilis — Teste Rápido e Conduta

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Texto-base:
Para responder às questões de números 50 e 51, considere o relato apresentado a seguir.
Após retornar de licença, J.G., 22 anos, soldado, procurou o ambulatório de saúde da organização militar – OM, onde prestava serviços, com história e queixas que caracterizavam doença de transmissão sexual. Face a essa situação, o enfermeiro que estava realizando o atendimento ofereceu a realização de testes rápidos para sífilis e HIV. Ao fazê-lo, explicou que J.G. poderia ou não aceitar realizá-los e orientou sobre sua importância, a forma com que são feitos e o significado e as limitações de seus resultados. Após obter sua concordância, solicitou a assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido e deu segmento aos procedimentos de coleta de material e realização dos testes obtendo resultado “reagente” para sífilis e “não reagente” para HIV. Face a essa situação, realizou as orientações necessárias e deu prosseguimento ao caso de acordo com as medidas propostas pelo Ministério da Saúde.

Frente ao resultado obtido no teste rápido para sífilis, o enfermeiro deve, entre outras ações,
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Resolução comentada

Após teste rápido reagente para sífilis, confirma-se com teste não treponêmico (VDRL).

O teste rápido é treponêmico. Quando reagente, deve ser complementado com um teste não treponêmico, como o VDRL, para confirmar o diagnóstico e monitorar o tratamento, sem retardar o início deste, quando indicado.

Análise das alternativas

A) Errada: o teste rápido já é treponêmico, e a complementação deve ser não treponêmica. B) Errada: repetir o teste rápido não confirma o diagnóstico. D) Errada: não se pode classificar como sífilis primária só pelo teste rápido. E) Errada: não se pode afirmar sífilis secundária só pelo resultado.

Referência: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para IST (Ministério da Saúde).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Coletiva Imunização — Calendário Vacinal

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Em 31.07.2021, um Soldado recruta, 18 anos, sexo masculino, ao comparecer para inspeção de saúde apresentou ao oficial enfermeiro sua carteira de vacinação contendo os seguintes registros:
Carteira de vacinação. Nome: XXXX. Data de Nascimento: 15/06/2003. Registros: Dupla adulto dT 10/02/2014; Hepatite B 10/02/2014; HPV 10/02/2014; Tríplice viral 29/09/2016; Dupla adulto dT 29/09/2016; Hepatite B 29/09/2016.
Frente a esses registros, o enfermeiro deve
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Saúde Coletiva Rede de Frio — Organização de Caixas Térmicas

Fundação VUNESP 2021

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1º Tenente QCO, Enfermeiro, recebeu a missão de organizar a campanha de vacinação da população de uma vila ribeirinha. Para tal, utilizará caixas térmicas para o transporte e conservação das vacinas. Ao prepará-las, o enfermeiro deve
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Resolução comentada

O sensor do termômetro deve ficar no centro da caixa até atingir a temperatura mínima de +1 ºC.

Ao preparar a caixa térmica, posiciona-se o sensor do termômetro no centro e monitora-se até a temperatura adequada, para garantir a climatização antes de acondicionar os imunobiológicos. Conforme o gabarito oficial, B é a correta.

Análise das alternativas

A) Errada: as bobinas são completadas com água potável e, se necessário, com a solução recomendada, não com água salgada. C) Errada: o registrador não é fixado na tampa. D) Errada: as bobinas não devem cobrir diretamente os imunobiológicos, para evitar congelamento. E) Errada: a ambientação das bobinas obedece a critérios diferentes, com a temperatura-alvo e o procedimento descritos de outro modo.

Referência: Manual de Rede de Frio / Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação (Ministério da Saúde).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Epidemiologia Cobertura Vacinal — Cálculo

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Observe a tabela a seguir.
Tabela: Vacina COVID-19 segundo tipo e número de doses aplicadas em idosos de 60 a 69 anos. Município X. Primeiro semestre 2021. Colunas: Tipo de vacina COVID-19; 1ª dose; 2ª dose; TOTAL. Coronavac: 3 800; 1 900; 5 700. Oxford Astrazeneca: 3 500; 1 100; 4 600. TOTAL: 7 300; 3 000; 10 300.
Considerando-se que, para o ano de 2021, o município X tem a população na faixa de 60 a 69 anos de idade estimada de 10 000 idosos, e este foi o público-alvo para vacinação nos meses de abril e maio, a cobertura vacinal para o período é de
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Ética e Legislação em Enfermagem Resolução COFEN 292/2004 — Captação e Transplante de Órgãos

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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De acordo com a Resolução COFEN 292/2004, que normatiza a atuação do enfermeiro na captação e transplante de órgãos e tecidos, incumbe ao enfermeiro:
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Resolução comentada

Pela Res. COFEN 292/2004, o enfermeiro pode realizar a enucleação se habilitado pela APABO.

A resolução inclui, entre as competências do enfermeiro, realizar a enucleação do globo ocular quando tecnicamente habilitado pela Associação Panamericana de Bancos de Olhos (APABO). Conforme o gabarito, E é a correta.

Análise das alternativas

A) Errada: a imunização do doador potencial não consta como incumbência. B) Errada: a avaliação do doador e a informação sobre o receptor não estão assim definidas. C) Errada: a comunicação da morte encefálica à família cabe ao médico. D) Errada: o acompanhamento do órgão até o receptor não é descrito como responsabilidade assim formulada.

Referência: Resolução COFEN nº 292/2004.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Enfermagem em Saúde Mental Dependência de Álcool — Instrumento AUDIT

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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O diagnóstico e tratamento precoces da dependência ao álcool tem papel fundamental no prognóstico desse transtorno. Considerando-se que, de modo geral, as pessoas se aproximam dos serviços de saúde devido a queixas clínicas, a aplicação de um instrumento de triagem e detecção de problemas ligados ao álcool no momento da consulta de enfermagem constitui uma ótima oportunidade para detecção desse problema e a intervenção precoce. O instrumento que permite detectar diferentes níveis de consumo de álcool, desde o consumo baixo risco, de risco, nocivo ou ainda a dependência de uma forma rápida e simplificada, é o questionário
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Resolução comentada

O AUDIT é o instrumento de triagem para uso de álcool.

O AUDIT (Alcohol Use Disorders Identification Test) permite identificar níveis de consumo, de baixo risco, de risco, nocivo ou dependência, de forma rápida e simples, e é usado na atenção primária.

Análise das alternativas

B) Errada: o MEEM avalia função cognitiva. C) Errada: a fluência verbal avalia cognição. D) Errada: o Pfeffer avalia atividades funcionais do idoso. E) Errada: o índice de Katz avalia independência nas atividades de vida diária.

Referência: OMS/Ministério da Saúde: AUDIT.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Coletiva Risco Cardiovascular — Escore de Framingham

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Para responder as questões de números 57 a 59, considere o relato a seguir.
R.S., 66 anos, sexo masculino, hipertenso, portador de diabete tipo 2 há 14 anos, insulinodependente há 6 meses, ex-tabagista há dez anos, compareceu ao ambulatório de saúde acompanhado de sua filha, para consulta de enfermagem. Relatou ao enfermeiro que vinha tomando regularmente a medicação para hipertensão, estava se esforçando para seguir a dieta e o programa de atividade física orientado, mas tinha dificuldades na aplicação da insulina introduzida como tratamento na última consulta médica. Ao exame físico o enfermeiro obteve: temperatura axilar = 36,6 ºC, frequência cardíaca = 76 batimentos por minuto, respiração = 18 movimentos respiratórios por minuto; pressão arterial = 128 X 86 mmHg; peso = 84 400 g; altura 181 cm, circunferência abdominal = 90 cm; glicemia capilar = 178 mg/dL. Ao analisar os resultados de exames realizados recentemente, constatou hemograma normal, glicemia de jejum = 99 mg/dL; hemoglobina glicosilada = 5,2%; colesterol total = 153 mg/dL; HDL colesterol = 32 mg/dL; LDL colesterol = 108 mg/dL; VLDL = 13 mg/DL; triglicérides = 66 mg/dL. À palpação e ausculta não constatou alterações. Após realizar o exame dos pés do cliente, o enfermeiro calculou o índice de massa corporal - IMC e, utilizando o escore de Framingham realizou a estratificação de risco cardiovascular de R.S.
Finalizando a consulta, orientou pai e filha sobre a técnica de preparo de insulina e, em conjunto com R.S., estabeleceu metas e elaborou o plano de cuidados, agendando seu retorno.

Para a estratificação de risco cardiovascular aplicando o escore de Framingham, o enfermeiro utiliza as variáveis: níveis pressóricos,
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Resolução comentada

O escore de Framingham usa sexo, idade, tabagismo, HDL e LDL, além dos níveis pressóricos.

O escore estima o risco cardiovascular com base em idade, sexo, pressão arterial, colesterol total/HDL ou LDL, tabagismo e diabetes. Na questão, E lista as variáveis que fazem parte do escore.

Análise das alternativas

A) Errada: hemoglobina glicada e IMC não compõem o escore. B) Errada: frequência cardíaca, IMC e glicemia capilar não fazem parte. C) Errada: glicemia de jejum, TGO e TGP não fazem parte. D) Errada: frequência cardíaca, IMC e circunferência abdominal não fazem parte.

Referência: Escore de risco de Framingham; cadernos de atenção básica do Ministério da Saúde.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Coletiva Pé Diabético — Teste com Monofilamento

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Texto-base:
Para responder as questões de números 57 a 59, considere o relato a seguir.
R.S., 66 anos, sexo masculino, hipertenso, portador de diabete tipo 2 há 14 anos, insulinodependente há 6 meses, ex-tabagista há dez anos, compareceu ao ambulatório de saúde acompanhado de sua filha, para consulta de enfermagem. Relatou ao enfermeiro que vinha tomando regularmente a medicação para hipertensão, estava se esforçando para seguir a dieta e o programa de atividade física orientado, mas tinha dificuldades na aplicação da insulina introduzida como tratamento na última consulta médica. Ao exame físico o enfermeiro obteve: temperatura axilar = 36,6 ºC, frequência cardíaca = 76 batimentos por minuto, respiração = 18 movimentos respiratórios por minuto; pressão arterial = 128 X 86 mmHg; peso = 84 400 g; altura 181 cm, circunferência abdominal = 90 cm; glicemia capilar = 178 mg/dL. Ao analisar os resultados de exames realizados recentemente, constatou hemograma normal, glicemia de jejum = 99 mg/dL; hemoglobina glicosilada = 5,2%; colesterol total = 153 mg/dL; HDL colesterol = 32 mg/dL; LDL colesterol = 108 mg/dL; VLDL = 13 mg/DL; triglicérides = 66 mg/dL. À palpação e ausculta não constatou alterações. Após realizar o exame dos pés do cliente, o enfermeiro calculou o índice de massa corporal - IMC e, utilizando o escore de Framingham realizou a estratificação de risco cardiovascular de R.S.
Finalizando a consulta, orientou pai e filha sobre a técnica de preparo de insulina e, em conjunto com R.S., estabeleceu metas e elaborou o plano de cuidados, agendando seu retorno.

Observe a figura a seguir e, de acordo com o preconizado pelo Ministério da Saúde (2013), assinale a alternativa em que são apresentados os pontos em que deve ser aplicado o monofilamento de Semmes-Weinstein 10g ao ser realizado o teste de sensibilidade dos pés em pacientes diabéticos.
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Saúde Coletiva Insulinoterapia — Preparo e Aplicação de Insulina

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Texto-base:
Para responder as questões de números 57 a 59, considere o relato a seguir.
R.S., 66 anos, sexo masculino, hipertenso, portador de diabete tipo 2 há 14 anos, insulinodependente há 6 meses, ex-tabagista há dez anos, compareceu ao ambulatório de saúde acompanhado de sua filha, para consulta de enfermagem. Relatou ao enfermeiro que vinha tomando regularmente a medicação para hipertensão, estava se esforçando para seguir a dieta e o programa de atividade física orientado, mas tinha dificuldades na aplicação da insulina introduzida como tratamento na última consulta médica. Ao exame físico o enfermeiro obteve: temperatura axilar = 36,6 ºC, frequência cardíaca = 76 batimentos por minuto, respiração = 18 movimentos respiratórios por minuto; pressão arterial = 128 X 86 mmHg; peso = 84 400 g; altura 181 cm, circunferência abdominal = 90 cm; glicemia capilar = 178 mg/dL. Ao analisar os resultados de exames realizados recentemente, constatou hemograma normal, glicemia de jejum = 99 mg/dL; hemoglobina glicosilada = 5,2%; colesterol total = 153 mg/dL; HDL colesterol = 32 mg/dL; LDL colesterol = 108 mg/dL; VLDL = 13 mg/DL; triglicérides = 66 mg/dL. À palpação e ausculta não constatou alterações. Após realizar o exame dos pés do cliente, o enfermeiro calculou o índice de massa corporal - IMC e, utilizando o escore de Framingham realizou a estratificação de risco cardiovascular de R.S.
Finalizando a consulta, orientou pai e filha sobre a técnica de preparo de insulina e, em conjunto com R.S., estabeleceu metas e elaborou o plano de cuidados, agendando seu retorno.

Ao orientar R.S. e sua filha a respeito do preparo da insulina, o enfermeiro deve
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Resolução comentada

Exercício, calor, febre e massagem aumentam a absorção da insulina e podem causar hipoglicemia.

Fatores que aumentam o fluxo sanguíneo local, como exercício, temperatura elevada, febre, banho quente, compressas e massagem, aceleram a absorção da insulina, com risco de hipoglicemia. Essa orientação é correta para o preparo e a aplicação.

Análise das alternativas

A) Errada: seringas em mL não correspondem às graduadas em unidades de insulina, o que causa erro de dose. B) Errada: valores pós-prandiais acima de 100 mg/dL não justificam antecipar a insulina. C) Errada: o antebraço não é local recomendado de aplicação. E) Errada: a velocidade de absorção varia conforme a região de aplicação.

Referência: Diretrizes de insulinoterapia (Sociedade Brasileira de Diabetes; Ministério da Saúde).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Epidemiologia Vigilância Epidemiológica — Notificação Compulsória

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Considere os aspectos relacionados à vigilância epidemiológica e assinale a alternativa correta.
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Resolução comentada

Qualquer cidadão pode comunicar à autoridade de saúde doença de notificação compulsória.

A notificação compulsória é obrigatória para médicos e demais profissionais de saúde, mas a legislação também prevê que qualquer cidadão possa comunicar à autoridade sanitária a ocorrência de doença ou agravo de notificação compulsória.

Análise das alternativas

A) Errada: não é competência exclusiva do médico, abrange outros profissionais e serviços. C) Errada: hospitais não são dispensados, pois o SIH tem finalidade distinta. D) Errada: a COVID-19 exigia notificação imediata, não semanal. E) Errada: a lista inclui também agravos e eventos de saúde pública, não só doenças transmissíveis.

Referência: Legislação brasileira de notificação compulsória (Ministério da Saúde).

Resolução comentada do VaiConcursos.