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EsFCEx — Concurso de Admissão 2021 — Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Informática — 007. Prova Objetiva — Versão A

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército

Fundação VUNESP2021

60 questões nesta prova · página 2 de 3 · 60 com gabarito

Sistemas Operacionais Linux — Shell Script e Substituição de Comandos

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Em uma linha de um shell script para bash no sistema operacional Linux, deseja-se atribuir a data do sistema à variável d. O comando que atinge esse resultado é:
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Substituição de comando no bash para atribuir a data a uma variável.

A sintaxe d=$(date) executa o comando date e atribui sua saída à variável d. É a substituição de comandos do bash, sem espaços ao redor do sinal de igual.

Análise das alternativas

A) Redireciona a saída do echo para um arquivo chamado d. B) Atribui a string literal 'date' à variável. C) Sintaxe de redirecionamento de entrada, sem atribuição. D) Grava a saída de date em um arquivo chamado d, e não em uma variável.

Referência: Bash — substituição de comandos $(...).

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Sistemas Operacionais Linux — Comandos kill e killall

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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No sistema operacional Linux, os comandos kill e killall servem para
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Função dos comandos kill e killall.

Ambos enviam sinais a processos (por padrão, SIGTERM). O kill identifica o processo pelo PID, enquanto o killall o identifica pelo nome, atingindo todos os processos com esse nome.

Análise das alternativas

A) Não excluem arquivos. C) Não removem diretórios (isso é rm -r). D) Não eliminam partições. E) Não excluem usuários (isso é userdel).

Referência: Manuais man kill e man killall (Linux).

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Sistemas Operacionais Linux — Nomenclatura de Discos e Partições

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Um certo computador com sistema operacional Linux tem um único disco do tipo SATA, o qual possui duas partições primárias e uma lógica, englobada por uma estendida. Essa partição lógica é referida no sistema por:
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Numeração de partições em discos SATA no Linux.

Discos SATA são nomeados /dev/sdX. Em disco com partição de tabela MBR, as partições primárias e a estendida usam os números 1 a 4. Com duas primárias (sda1 e sda2) e uma estendida (sda3), a primeira lógica recebe o número 5, portanto /dev/sda5.

Análise das alternativas

A) sda3 seria a partição estendida, não a lógica. B) sda4 não é usada nesse cenário; os números 1 a 4 são reservados às primárias/estendida. D) sda2 e E) sda1 são as partições primárias.

Referência: Nomenclatura de dispositivos e partições no Linux (MBR: lógicas começam em 5).

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Arquitetura de Computadores Dispositivos de Entrada — Mouse Óptico

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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O mouse eletromecânico vem sendo substituído pelo mouse ótico, que possui como uma de suas características
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Mouse óptico compara imagens via processador óptico.

O mouse óptico usa um LED para iluminar a superfície e uma pequena câmera que captura imagens em alta frequência. Um processador de imagem as compara para determinar se e quanto o mouse se moveu.

Análise das alternativas

A) O LED serve para iluminar, não como sensor. B) Precisa de iluminação. C) Não requer mousepad reticulado (isso era dos primeiros mouses ópticos). D) A câmera é monocromática, não RGB.

Referência: Tanenbaum – Organização Estruturada de Computadores.

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Arquitetura de Computadores Memória Flash

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A memória flash é um tipo de memória
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Flash pode usar nivelamento de desgaste.

Como as células flash se desgastam com as escritas, alguns modelos usam wear leveling, que espalha as escritas remapeando blocos muito escritos para blocos menos utilizados.

Análise das alternativas

A) O desgaste ocorre após dezenas ou centenas de milhares de escritas, não de 100 a 1000. B) A diferença de largura de banda não é de 100 vezes. C) A latência do flash é bem menor que a do disco rígido. E) Nesses laptops híbridos, o disco pode ser desligado, o que economiza energia.

Referência: Patterson & Hennessy – memória flash.

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Arquitetura de Computadores RAID — Níveis

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Em relação a alguns dos diversos níveis da técnica conhecida como “array redundante de discos pouco dispendiosos”, ou RAID (Redundant Array of Inexpensive Drives), assinale a alternativa que apresenta afirmações corretas para cada nível de RAID.
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RAID 5 distribui a paridade entre os discos.

No RAID 5, a paridade é distribuída por todos os discos, evitando que um único disco de paridade seja gargalo nas escritas, como ocorre no RAID 4.

Análise das alternativas

B) O RAID 0 não tolera falhas; o espelhamento é o RAID 1. C) O striping é característica do RAID 0, não do RAID 1. D) A descrição, com paridade em blocos e leituras pequenas independentes, corresponde ao RAID 4; o RAID 2 usa código de Hamming. E) A descrição de custo reduzido com informação redundante corresponde ao RAID 3/4/5; o RAID 6 usa paridade dupla.

Referência: Patterson & Hennessy – níveis de RAID.

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Arquitetura de Computadores Sistemas de Numeração — Código ASCII e Base Hexadecimal

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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No código ASCII padrão, o caractere “{“, na base numérica decimal, possui o código 123. Esse mesmo caractere pode ser representado, na base hexadecimal, como:
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123 decimal = 7B hexadecimal.

Dividindo 123 por 16, obtém-se 7 e resto 11 (B), logo 123 = 7B₁₆.

Análise das alternativas

A) 7C₁₆ = 124. C) 6A₁₆ = 106. D) 6C₁₆ = 108. E) 7A₁₆ = 122.

Referência: Conversão de bases e tabela ASCII.

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Arquitetura de Computadores Álgebra Booleana — Simplificação de Expressões

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Considere a seguinte expressão booleana:
Expressão booleana: ABCD + AB(CD barrado) + (AB barrado)CD, em que “CD barrado” é o complemento do produto CD e “AB barrado” é o complemento do produto AB.
Aplicando teoremas de álgebra booleana, uma simplificação correta dessa expressão é:
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Arquitetura de Computadores Aritmética Binária — Soma

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Considere dois números A e B representados na base numérica binária:
A = 00010111₂
B = 00101001₂
Assinale a alternativa que apresenta o resultado da soma A+B, na base binária.
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23 + 41 = 64 = 01000000₂.

A = 00010111₂ = 23 e B = 00101001₂ = 41. A soma é 64, que em binário de 8 bits é 01000000₂.

Análise das alternativas

A) 01100000₂ = 96. B) 10000000₂ = 128. C) 00100000₂ = 32. D) 11000000₂ = 192. Nenhum equivale a 64.

Referência: Aritmética binária.

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Arquitetura de Computadores Modos de Endereçamento

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Em um processador, considere a instrução MOV, que carrega um valor em um registrador, conforme apresentado a seguir.
MOV R2, 34
Em particular, essa instrução carrega o valor 34 no registrador R2.
Do ponto de vista do operando 34, trata-se de um endereçamento
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Operando constante na instrução: endereçamento imediato.

Em MOV R2, 34, o valor 34 faz parte da própria instrução e é usado diretamente como operando, o que caracteriza o endereçamento imediato.

Análise das alternativas

A) No implícito o operando é subentendido pela instrução. B) O indexado soma um registrador de índice a um endereço. C) No direto, o valor informado seria o endereço de memória. E) No indireto, o valor indicaria um endereço que contém o endereço do operando.

Referência: Modos de endereçamento de processadores.

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Sistemas Operacionais Virtualização — Tipos de Hipervisor

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Na virtualização de sistemas, um hipervisor tipo 0 (zero) é uma solução de virtualização
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Hipervisor tipo 0 é baseado em hardware/firmware.

O hipervisor tipo 0 é implementado em hardware ou firmware, que fornece suporte à criação e ao gerenciamento de máquinas virtuais (por exemplo, partições lógicas em mainframes e servidores).

Análise das alternativas

B) Descreve a emulação. C) Descreve a paravirtualização. D) Descreve o hipervisor tipo 1 (SO com função de virtualização). E) Descreve o hipervisor tipo 2 (aplicação sobre o SO hospedeiro).

Referência: Silberschatz – Conceitos de Sistemas Operacionais (virtualização).

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Arquitetura de Computadores Arquiteturas Paralelas — Paralelismo em Nível de Tarefas

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No contexto de arquiteturas paralelas, o paralelismo em nível de tarefas (Task-Level Parallelism, TLP) surge quando
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TLP: tarefas independentes executadas em paralelo.

O paralelismo em nível de tarefas ocorre quando são criadas tarefas (threads/processos) que podem operar de modo independente e em paralelo, típico de arquiteturas MIMD com múltiplos processadores.

Análise das alternativas

B), C) e E) descrevem paralelismo em nível de dados (DLP/SIMD, vetoriais, GPU). D) Pipelining é paralelismo em nível de instruções (ILP).

Referência: Hennessy & Patterson – Arquitetura de Computadores.

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Sistemas Distribuídos Computação em Nuvem

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Um dos principais fatores que contribuiu para que a computação em nuvem tenha se tornado viável foi
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A virtualização viabilizou a computação em nuvem.

A virtualização permite compartilhar o hardware entre várias máquinas virtuais isoladas, com melhor aproveitamento, controle e elasticidade dos recursos. Isso é a base da oferta de serviços sob demanda típica da nuvem.

Análise das alternativas

A) Múltiplos processadores não trouxeram simplicidade ao desenvolvimento e não são o fator central. C) Linguagens web são anteriores e não bastam para a nuvem. D) SSD é um avanço de armazenamento, não o fator principal. E) Servidores de alta disponibilidade não eram ofertados apenas por grandes provedores, e esse não é o fator principal.

Referência: Conceitos de computação em nuvem e virtualização.

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Segurança da Informação ABNT NBR ISO/IEC 27001 — Controles de Segurança de Equipamentos

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Para garantir a segurança dos equipamentos, com o objetivo de impedir perdas, danos, furto ou roubo, ou comprometimento de ativos e interrupção das operações da organização, a ABNT NBR ISO/IEC 27001:2013 estabelece como controle que
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Resolução comentada

Proteção contra falta de energia: controle de segurança de equipamentos.

Na seção de segurança de equipamentos da norma (Anexo A), o controle de utilidades determina que os equipamentos sejam protegidos contra falta de energia elétrica e outras interrupções causadas por falhas das utilidades de apoio.

Análise das alternativas

A) Trata do uso de informação de autenticação secreta (controle de acesso/responsabilidades dos usuários). C) Refere-se a pontos de acesso como áreas de entrega, que pertencem à segurança física de áreas. D) Gestão de mudanças pertence à segurança nas operações. E) Política de criptografia pertence ao domínio de criptografia.

Referência: ABNT NBR ISO/IEC 27001:2013, Anexo A (A.11.2 Equipamentos).

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Redes de Computadores Comunicação de Dados — Modulação Digital

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A modulação digital pode ser realizada por meio da modulação de um sinal de portadora sobreposto à banda passante. A Figura 1 representa um sinal binário que se deseja transmitir, enquanto as demais são associadas a diversos métodos de modulação.
Quatro sinais alinhados no tempo. Acima, a sequência de bits 0 1 0 1 1 0 0 1 0. Fig. 1: sinal binário retangular, alto nos bits 1 e baixo nos bits 0. Fig. 2: onda senoidal contínua de amplitude e frequência constantes, com mudanças de fase nas transições entre bits. Fig. 3: onda senoidal de amplitude constante cuja frequência é maior nos bits 1 e menor nos bits 0. Fig. 4: onda senoidal presente apenas durante os bits 1 e linha reta (sem sinal) durante os bits 0. Linhas verticais tracejadas marcam os limites dos bits.
Sobre as figuras apresentadas, é correto afirmar que a Figura
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Redes de Computadores Protocolos de Roteamento — RIP

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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O protocolo RIP (Routing Information Protocol) é um protocolo de roteamento
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RIP usa vetor de distância.

O RIP é baseado no algoritmo de vetor de distância (Bellman-Ford): cada roteador mantém um vetor com as distâncias (número de saltos) até os destinos e o repassa aos vizinhos imediatos periodicamente.

Análise das alternativas

A) Não existe 'vetor de qualidade de comunicação'. B) e C) O RIP é distribuído, sem autoridade centralizada. D) Falhas são detectadas pela ausência de atualizações (timeouts), sem necessidade de reinicializar a rede.

Referência: RFC 2453 – RIP v2.

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Redes de Computadores Protocolo RTP

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O protocolo RTP (Real-time Transport Protocol) é utilizado em aplicações multimídia, como voz sobre IP (VoIP). Uma de suas características é
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RTP possui timestamp gerado pela origem.

O cabeçalho do RTP traz um campo de marca de tempo (timestamp) produzido pela origem, indicando o instante da primeira amostra do pacote. Isso permite ao receptor reproduzir o fluxo com a temporização correta e reduzir os efeitos do jitter.

Análise das alternativas

A) O RTP não garante retransmissão. B) O número de sequência é incrementado em uma unidade, não decrementado. D) Não há confirmação de recebimento no RTP; o RTCP apenas fornece relatórios de qualidade. E) Não existe campo de número de retransmissões.

Referência: RFC 3550 – RTP.

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Segurança da Informação Sniffers — Prevenção em Redes Cabeadas

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Uma forma de evitar a captura não autorizada de pacotes de dados por meio de farejadores (sniffers) em redes Ethernet cabeadas é
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Redes comutadas dificultam sniffing.

Em redes com hubs (meio compartilhado), todo quadro chega a todas as portas, facilitando a captura. Em redes comutadas (switches), os quadros vão apenas à porta de destino, reduzindo a possibilidade de sniffing.

Análise das alternativas

A) Limpadores de log apagam rastros e não impedem a captura. B) Anti-spam não tem relação com sniffing. D) Trocar switch por hub piora a situação. E) A navegação anônima não cifra o tráfego na rede.

Referência: Segurança em redes Ethernet – sniffers.

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Segurança da Informação Redes Sem Fio — WPA-PSK

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Com relação ao modo WPA-PSK em segurança de redes sem fio, é correto afirmar que
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WPA-PSK é vulnerável a ataques de dicionário/rainbow tables.

No WPA-PSK, a chave é derivada da senha (passphrase) e do SSID. Capturado o handshake, é possível um ataque offline de força bruta/dicionário, que pode ser acelerado por tabelas rainbow pré-computadas para SSIDs comuns.

Análise das alternativas

A) Replay ARP com autenticação falsa é característica do WEP. B) O handshake do WPA é de quatro vias. C) O uso de servidor RADIUS é do WPA-Enterprise (802.1X). D) A PSK não cifra diretamente a sessão; dela derivam-se as chaves de sessão (PMK/PTK).

Referência: IEEE 802.11i / WPA-PSK.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Linguagens de Programação Linguagem C — Recursividade

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 007. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Analise a seguinte função, elaborada na linguagem C de programação.
func_f(n)
int n;
{
int a, b;
if (n == 0)
return(1);
a = n – 1;
b = func_f(a);
return(n*b);
}
Caso, no programa principal, seja colocada a linha
printf(”%d”, func_f(4));
o valor impresso na saída padrão será:
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Resolução comentada

func_f é o fatorial; func_f(4)=24.

A função é recursiva: func_f(0)=1 e func_f(n)=n*func_f(n-1). Assim, func_f(4)=4*3*2*1*1=24.

Análise das alternativas

B) 0 e C) 1 seriam apenas o caso base. D) 6 é func_f(3). E) 12 não resulta do cálculo.

Referência: Linguagem C – recursividade (fatorial).

Resolução comentada do VaiConcursos.