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EsFCEx — Concurso de Admissão 2021 — Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Veterinária — 013. Prova Objetiva — Versão A

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército

Fundação VUNESP2021

60 questões nesta prova · página 2 de 3 · 60 com gabarito

Clínica Médica de Equinos Laminite Equina — Sobrecarga de Carboidratos

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A laminite em equídeos dos graus I a IV de Obel, que ocorre com certa frequência após endotoxemia, está relacionada ao excesso de
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A laminite se associa ao excesso de ácido lático (DL) no intestino grosso.

A sobrecarga de carboidratos fermentáveis chega ao intestino grosso e provoca proliferação de bactérias produtoras de ácido lático, que baixa o pH. Isso causa a morte de bactérias gram-negativas, liberação de endotoxinas e de outros fatores, e leva à laminite.

Análise das alternativas

A) Sais biliares no fígado não participam dessa patogenia. C) Amilase pancreática em excesso não é a causa. D) Enteroquinase no delgado não tem relação. E) Pepsina no estômago não tem relação, pois equinos têm digestão gástrica pouco relevante nessa patogenia.

Referência: Clínica médica de equinos: laminite e classificação de Obel.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Fisiologia Veterinária Fisiologia do Exercício em Equinos — Fadiga

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A fadiga observada em equinos submetidos ao exercício prolongado resulta, em parte, de um declínio na concentração sanguínea de
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A fadiga em exercício prolongado se relaciona à queda de glicose sanguínea.

No exercício prolongado de resistência, os estoques de glicogênio hepático e muscular se esgotam e a glicemia cai, contribuindo para a fadiga do equino. Por isso a glicose é a resposta.

Análise das alternativas

A, C e D) Albuminas, fibrinogênio e globulinas são proteínas plasmáticas que não caem de modo relevante com a fadiga. B) O ácido úrico não é um substrato energético cuja queda cause fadiga.

Referência: Fisiologia do exercício em equinos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Nutrição Animal Macrominerais — Fósforo

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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O macromineral que se apresenta na forma orgânica nas carnes e como ácido fítico nos vegetais é o
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Fósforo: orgânico nas carnes e fitato nos vegetais.

O fósforo está na forma orgânica (fosfolipídios, nucleotídeos, fosfoproteínas) nas carnes e armazenado como ácido fítico (fitato) nos vegetais. Nos vegetais ele é pouco disponível para monogástricos, por falta de fitase.

Análise das alternativas

A) Sódio não forma fitato nem é orgânico nessa forma. B) Selênio é microelemento. D) Magnésio pode se ligar ao fitato, mas o macromineral característico é o fósforo. E) Cálcio é principalmente inorgânico (hidroxiapatita) e não é o constituinte do ácido fítico.

Referência: Nutrição animal: macrominerais, fósforo e fitato.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Nutrição Animal Aditivos em Rações — Antioxidantes Sintéticos

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Um antioxidante sintético empregado como conservante no preparo de rações para animais é o
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Etoxiquim é antioxidante sintético usado em rações.

O etoxiquim (etoxiquina) é antioxidante sintético amplamente usado para evitar a rancificação de gorduras e a oxidação de vitaminas em rações. Os demais itens são vitaminas ou compostos naturais.

Análise das alternativas

A) Ácido pantotênico é a vitamina B5, não antioxidante. B) Ácido ascórbico é a vitamina C, antioxidante natural/vitamina. C) Ácido cítrico é um acidificante e sinergista de antioxidantes, de origem natural. E) Alfa-tocoferol é a vitamina E, antioxidante natural.

Referência: Aditivos em nutrição animal: antioxidantes (BHT, BHA, etoxiquina).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Microbiologia Veterinária Escherichia coli Diarreiogênica — Patotipos

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A Escherichia coli enterovirulenta que acomete com bastante gravidade, preferencialmente, crianças e idosos está incluída na classe
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EHEC (O157:H7) causa quadros graves, inclusive em crianças e idosos.

A E. coli entero-hemorrágica (EHEC, produtora de toxina Shiga) causa colite hemorrágica e pode evoluir para síndrome hemolítico-urêmica, sendo mais grave em crianças e idosos. Por isso é a classe indicada no gabarito.

Análise das alternativas

B) ETEC causa diarreia aquosa (do viajante e de neonatos), em geral menos grave. C) EPEC está ligada à diarreia infantil em lactentes, sem preferência por idosos. D) EIEC causa disenteria semelhante à da Shigella, sem a gravidade típica descrita. E) EAggEC causa diarreia persistente, principalmente em crianças e imunossuprimidos.

Referência: Microbiologia veterinária e médica: patotipos de E. coli diarreiogênica.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Higiene e Inspeção de Alimentos Higienização — Componentes de Detergentes

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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O componente de um detergente responsável por umedecer os utensílios que serão limpos é o
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O componente que umedece os utensílios no detergente é o emoliente, segundo o gabarito.

Nos componentes do detergente, o emoliente é o agente responsável por umedecer e amolecer a sujidade na superfície dos utensílios, facilitando a ação da limpeza, conforme o gabarito oficial.

Análise das alternativas

A) O emulsificador dispersa gorduras em água. B) Repelente não é componente típico de detergente para esse fim. C) O solvente dissolve a sujidade. D) O dispersante mantém partículas em suspensão e evita redeposição.

Referência: Higiene e inspeção de alimentos – higienização e composição de detergentes.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Higiene e Inspeção de Alimentos Doenças Transmitidas por Alimentos — Intoxicação Estafilocócica

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Uma doença transmitida por alimentos cujos sinais clínicos podem se apresentar a partir de 30 minutos do consumo do alimento é a intoxicação alimentar causada pela ingestão da exotoxina, termoestável produzida pela bactéria.
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Intoxicação estafilocócica: toxina termoestável de S. aureus, sintomas em cerca de 30 minutos a poucas horas.

O Staphylococcus aureus produz enterotoxinas termoestáveis no alimento, que causam sintomas (náuseas, vômitos) de início rápido, a partir de cerca de 30 minutos a poucas horas após a ingestão. A toxina resiste ao cozimento.

Análise das alternativas

A) Campylobacter jejuni causa infecção com incubação de dias. C) Yersinia enterocolitica também causa infecção, com incubação mais longa. D) Listeria monocytogenes tem incubação longa e causa infecção invasiva. E) Clostridium botulinum produz toxina termolábil, com início de horas a dias.

Referência: Higiene e inspeção de alimentos – DTA, intoxicação estafilocócica.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Higiene e Inspeção de Alimentos Reinspeção de Víveres e Forragens no Exército

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A inspeção realizada em víveres e forragens já inspecionados no âmbito do exército brasileiro é denominada de reinspeção de alimentos. Para os artigos estocados e não distribuídos, a reinspeção deve ser realizada em intervalos
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Reinspeção de víveres e forragens estocados no Exército é semestral.

Nas normas do Exército sobre inspeção de alimentos, os artigos estocados e não distribuídos devem passar por reinspeção em intervalos semestrais, conforme o gabarito oficial.

Análise das alternativas

B) Quinzenal, C) mensal e E) semanal são intervalos curtos demais para o estoque. D) O intervalo trimestral não corresponde ao prazo estabelecido.

Referência: Normas do Exército Brasileiro sobre inspeção de víveres e forragens.

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Bem-Estar Animal Eutanásia — Métodos Aceitáveis

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Um dos procedimentos que o Guia Brasileiro de Boas Práticas para a Eutanásia em animais indica para a realização da eutanásia em cães é o emprego de
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Para cães, o Guia indica anestesia geral seguida de cloreto de potássio.

O Guia Brasileiro de Boas Práticas para a Eutanásia em animais admite, para cães, a overdose de anestésico e a anestesia geral profunda seguida de cloreto de potássio, garantindo inconsciência antes da parada cardíaca. Isso respeita o bem-estar animal.

Análise das alternativas

A) A embolia gasosa só é aceitável em animais já anestesiados e não é recomendada como método isolado para cães. B) O hidrato de cloral é restrito, sobretudo a grandes animais. C) Os bloqueadores neuromusculares são inaceitáveis, pois causam paralisia sem inconsciência. E) A descompressão não é indicada para cães.

Referência: CFMV / Guia Brasileiro de Boas Práticas para a Eutanásia em Animais.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Defesa Sanitária Animal Trânsito Internacional de Equinos — Dourina (OIE)

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE) estabelece que na importação de equinos provenientes de países infectados pela dourina, o rebanho de origem dos animais não deve ter apresentado casos da doença por período de tempo, em meses anteriores ao embarque, igual a
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Para dourina, o rebanho de origem deve estar livre de casos por 6 meses.

O Código Sanitário para os Animais Terrestres da OIE estabelece, para equinos oriundos de países infectados pela dourina, que o rebanho de origem não tenha apresentado casos da doença nos 6 meses anteriores ao embarque, conforme o gabarito oficial.

Análise das alternativas

A) 4 meses, B) 3 meses e C) 2 meses são prazos menores do que o exigido. E) 12 meses é prazo maior do que o previsto no código.

Referência: OIE (WOAH) – Código Sanitário para os Animais Terrestres, capítulo da dourina.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Higiene e Inspeção de Alimentos Boas Práticas de Fabricação — Classificação de Itens de Inspeção

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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No roteiro de inspeções de um processo de produção de alimentos, o item que atende às recomendações de boas práticas de fabricação e controle e que pode influir em grau não crítico na qualidade ou segurança dos produtos e dos trabalhadores em sua interação com os produtos e processos é considerado como
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Item que influi em grau não crítico na qualidade ou segurança é classificado como recomendável.

Na classificação dos itens de inspeção de boas práticas de fabricação, o item "recomendável" é aquele que pode influir em grau não crítico na qualidade ou segurança dos produtos e dos trabalhadores. Os mais críticos são classificados como imprescindíveis ou necessários, conforme o gabarito oficial.

Análise das alternativas

A) Necessário se refere a influência em grau crítico moderado, mais relevante que o recomendável. B) Imprescindível é o grau crítico máximo. D) Informativo não influi na qualidade ou segurança, apenas fornece informações. E) Preponderante não é categoria dessa classificação.

Referência: Roteiro de inspeção de boas práticas de fabricação (classificação de itens: imprescindível, necessário, recomendável, informativo).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Epidemiologia Veterinária Surtos de DTA — Taxa de Ataque

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
As questões de números 32 a 34 estão associadas aos valores constantes da tabela apresentada a seguir.
Tabela: Surto de Doença Transmitida por alimentos em militares da unidade “X”, segundo a refeição consumida e a condição de saúde. Colunas: Refeição; Militares que consumiram a refeição (Doentes, Sadios); Militares que não consumiram a refeição (Doentes, Sadios). Café da manhã: 60, 100, 40, 90. Almoço: 100, 150, 2, 50. Jantar: 80, 130, 30, 65.

Assinale a alternativa que apresenta o valor da taxa de ataque, expressa em percentual, dos indivíduos que consumiram a refeição do almoço.
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Epidemiologia Veterinária Surtos de DTA — Diferença de Riscos

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
As questões de números 32 a 34 estão associadas aos valores constantes da tabela apresentada a seguir.
Tabela: Surto de Doença Transmitida por alimentos em militares da unidade “X”, segundo a refeição consumida e a condição de saúde. Colunas: Refeição; Militares que consumiram a refeição (Doentes, Sadios); Militares que não consumiram a refeição (Doentes, Sadios). Café da manhã: 60, 100, 40, 90. Almoço: 100, 150, 2, 50. Jantar: 80, 130, 30, 65.

Assinale a alternativa que apresenta o valor da diferença de risco de adoecer, expressa em percentual, em relação à refeição do jantar.
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Epidemiologia Veterinária Surtos de DTA — Risco Relativo

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
As questões de números 32 a 34 estão associadas aos valores constantes da tabela apresentada a seguir.
Tabela: Surto de Doença Transmitida por alimentos em militares da unidade “X”, segundo a refeição consumida e a condição de saúde. Colunas: Refeição; Militares que consumiram a refeição (Doentes, Sadios); Militares que não consumiram a refeição (Doentes, Sadios). Café da manhã: 60, 100, 40, 90. Almoço: 100, 150, 2, 50. Jantar: 80, 130, 30, 65.

Assinale a alternativa que apresenta o valor do risco relativo de adoecer, expresso em percentual, em relação à refeição do café da manhã.
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Doenças Infecciosas dos Animais Parvovirose Canina

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A presença de vômito e diarreia francamente sanguinolenta em cães jovens, de início súbito, em animais com ausência de vacinação ou com esquema vacinal incompleto, associada à leucopenia na patologia clínica é sugestiva de
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Diarreia hemorrágica, vômito e leucopenia em filhote não vacinado sugerem parvovirose.

A parvovirose canina (parvovírus CPV-2) acomete filhotes sem vacinação ou com esquema incompleto, causando vômito e diarreia hemorrágica de início súbito, com leucopenia por destruição de células de multiplicação rápida na medula e nas criptas intestinais.

Análise das alternativas

B) A bordetelose causa tosse (traqueobronquite). C) A leishmaniose tem evolução crônica com lesões de pele e viscerais. D) A raiva causa sinais neurológicos. E) A brucelose causa problemas reprodutivos.

Referência: Doenças infecciosas de cães – parvovirose canina.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Saúde Pública Veterinária Febre Maculosa Brasileira — Reservatórios

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A Febre Maculosa Brasileira (FMB) é uma riquetsiose transmitida pela picada de carrapatos do complexo Amblyoma cajennense.
Assinale a alternativa que indica um reservatório importante da FMB no Brasil.
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Resolução comentada

Equinos são reservatórios importantes da febre maculosa brasileira, segundo o gabarito.

Na FMB, os carrapatos do complexo Amblyomma cajennense são vetores e também reservatórios, e os equinos atuam como hospedeiros primários dos estágios adultos, amplificando a população do vetor. O gabarito oficial indica equinos como o reservatório importante entre as alternativas.

Análise das alternativas

B) Bovinos não são o reservatório de destaque para essa doença. C) Aves silvestres não são o reservatório apontado pela questão. D) Camundongos não são o reservatório de destaque para a FMB no Brasil. E) Suínos não são o reservatório apontado pela questão.

Referência: Saúde pública veterinária – febre maculosa brasileira (Rickettsia rickettsii).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Etologia Veterinária Mecanismos de Defesa Primários e Secundários

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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No estudo do comportamento dos animais em relação a predadores e a ataques sociais, os tipos básicos de defesa são classificados em primários e secundários.
Assinale a alternativa que indica uma situação que representa um mecanismo de defesa primário.
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Resolução comentada

Defesa primária é a que evita o encontro com o predador, como descansar em tocas.

Defesas primárias operam antes de o predador detectar ou atacar a presa, como camuflagem, esconderijos e tocas. O coelho descansando em tocas evita o encontro com o predador. As defesas secundárias entram em ação depois do ataque ou do contato.

Análise das alternativas

A) Fingir-se de morto (tanatose) é defesa secundária. C) A carapaça do tatu protege durante o ataque, portanto é secundária. D) Mariposas exibindo manchas de olhos intimidam o predador já próximo, o que é secundário. E) Morder outro animal é reação de defesa ativa contra um ataque em andamento.

Referência: Etologia – defesas primárias e secundárias contra predadores.

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Etologia Veterinária Espaço Individual — Distância Mínima

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A maioria dos animais preserva uma distância mínima para si mesma. A distância mínima dentro da qual a aproximação provoca a reação de ataque ou fuga é denominada de
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Distância mínima cuja aproximação gera ataque ou fuga é o espaço individual.

O espaço individual é a distância mínima que o animal mantém ao redor de si. Quando ela é invadida, ocorre reação de fuga ou ataque. Difere de território e área familiar, que são áreas mais amplas.

Análise das alternativas

A) Espaço social é a distância mantida entre os membros do grupo. B) Território é área defendida de forma ativa. C) Área familiar é a região habitual de deslocamento do animal. E) Área de descanso é o local destinado ao repouso.

Referência: Etologia aplicada – espaço individual e distância de fuga.

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Etologia Veterinária Comportamento Agonístico

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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O comportamento de um animal associado à ameaça, ao ataque ou à defesa, que pode incluir fuga, passividade ou agressão, é denominado de comportamento
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Comportamento ligado a ameaça, ataque ou defesa é o agonístico.

O comportamento agonístico engloba as interações associadas a conflito: ameaça, ataque, defesa, fuga, submissão e passividade. Por isso, o enunciado descreve exatamente esse tipo de comportamento.

Análise das alternativas

A) Social é um termo amplo para interações entre indivíduos. B) Comportamento de gangue não é categoria etológica adequada. D) Eliminatório se refere a defecação e micção. E) Anômalo se refere a comportamentos anormais ou estereotipados.

Referência: Etologia aplicada – comportamento agonístico.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Defesa Sanitária Animal Doenças de Notificação Obrigatória

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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As doenças erradicadas ou nunca registradas no país, que requerem a notificação imediata ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento de qualquer caso suspeito ou diagnóstico laboratorial, estão incluídas na categoria 1.
Assinale a alternativa que apresenta uma doença que pertence a essa categoria.
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Resolução comentada

Encefalomielite Equina Venezuelana é doença exótica de categoria 1.

A categoria 1 reúne doenças exóticas, erradicadas ou nunca registradas no país, de notificação imediata. A Encefalomielite Equina Venezuelana não ocorre no Brasil e está nessa categoria, conforme o gabarito oficial.

Análise das alternativas

A) e D) As encefalomielites Oeste e Leste ocorrem no Brasil e são enquadradas em outra categoria. C) O mormo está presente no país, com foco em controle, e não se enquadra como doença nunca registrada. E) A anemia infecciosa equina é endêmica no Brasil e pertence a outra categoria.

Referência: Lista de doenças de notificação obrigatória ao MAPA (categorias de notificação).

Resolução comentada do VaiConcursos.