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EsFCEx — Concurso de Admissão 2021 — Oficial do Quadro Complementar do Exército — Área: Veterinária — 013. Prova Objetiva — Versão A

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército

Fundação VUNESP2021

60 questões nesta prova · página 3 de 3 · 60 com gabarito

Clínica Médica de Equinos Avaliação da Dor — Cólica Equina

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

A dor é uma experiência individual que pode determinar respostas comportamentais variáveis de acordo com a espécie animal, raça, idade, doença ou procedimento cirúrgico e a sua duração.
Assinale a alternativa que apresenta um comportamento indicativo de dor abdominal em equinos.
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Rolamento e vocalização indicam dor abdominal intensa em equinos.

Na síndrome cólica, sinais de dor abdominal incluem escoiceamento do abdome, olhar para o flanco, decúbito, rolamento e vocalização (gemidos). Rolar e vocalizar indicam dor significativa.

Análise das alternativas

A) Apoio na ponta dos cascos e membros suspensos e rotacionados sugerem dor podal (laminite) ou musculoesquelética. B) Agitar a cabeça e balançar a cauda são comportamentos inespecíficos, como moscas ou irritação. C) Agressão ao potro e ao treinador é comportamento de temperamento ou de dor generalizada, não específico de cólica. D) Cabeça baixa e narinas dilatadas sugerem dor/desconforto respiratório ou apatia, não dor abdominal típica.

Referência: Clínica médica de equinos – avaliação da dor na síndrome cólica.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Medicina de Animais Selvagens Quarentena para Soltura de Fauna Silvestre

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Os animais silvestres pré-selecionados para programas de soltura deverão ser submetidos a um programa de quarentena específico em que são realizados exames laboratoriais pertinentes ao respectivo táxon.
Assinale a alternativa que indica o tempo mínimo de quarentena e exames exigidos para os perissodáctilos.
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Resolução comentada

Perissodáctilos: quarentena de 30 dias com sorologia para brucelose e AIE e pesquisa de hemoparasitas.

Para perissodáctilos (equídeos, antas, rinocerontes), o programa de quarentena prevê 30 dias, com sorologia para brucelose e anemia infecciosa equina e esfregaço sanguíneo para babesiose e anaplasmose, doenças relevantes para a ordem.

Análise das alternativas

B) Toxoplasmose, flavivírus e T. cruzi são exames pensados para outros táxons (como primatas). C) Leptospirose e parvovirose são direcionadas a carnívoros. D) Newcastle, clamidiose, Mycoplasma e influenza aviária são exames de aves. E) Mycoplasma, paramixovírus e Salmonella também se aplicam a aves/répteis, e o prazo não corresponde.

Referência: Normas de soltura e quarentena de fauna silvestre (protocolos por táxon).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Toxicologia Veterinária Acidentes por Animais Peçonhentos — Crotálico

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Um cão apresenta sintomas de acidente por animal peçonhento, mas o tutor não sabe dizer qual. No local da picada o animal, apresenta discreto edema e dor; os efeitos sistêmicos são: neurotóxicos (distúrbio de locomoção), coagulantes, miotóxicos (mioglobinuria, urina cor de coca-cola) e nefrotóxicos. Com base nesse conjunto de sintomas, o veterinário deverá suspeitar de picada de
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Resolução comentada

Quadro neurotóxico, coagulante, miotóxico e nefrotóxico com pouca dor local sugere cascavel.

O veneno crotálico (cascavel) provoca pouca dor e edema discreto no local, com ações neurotóxica (distúrbios de locomoção), miotóxica (mioglobinúria, urina cor de coca-cola), coagulante e nefrotóxica. Esse conjunto é característico do acidente crotálico.

Análise das alternativas

A) Escorpião causa dor intensa e sintomas neurológicos autonômicos, sem esse quadro miotóxico. B) Jararaca (botrópico) causa dor e edema acentuados, necrose local e hemorragia. C) Abelha causa reação local e anafilaxia/hemólise com múltiplas picadas. E) Loxosceles causa lesão necrótica local e hemólise, sem esse quadro neuromuscular.

Referência: Toxicologia veterinária – acidente crotálico.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Toxicologia Veterinária Plantas Tóxicas para Cães

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A ingestão de algumas plantas pode provocar intoxicações em cães.
Assinale a alternativa que apresenta a denominação de plantas que podem, respectivamente, provocar distúrbios hematológicos, endócrinos e cardiovasculares:
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Cebola (hematológico), repolho (endócrino/tireoide) e espirradeira (cardiovascular).

A cebola causa anemia hemolítica com corpúsculos de Heinz (distúrbio hematológico). O repolho e outras brássicas contêm glucosinolatos com efeito antitireoidiano (distúrbio endócrino, bócio). A espirradeira (oleandro) contém glicosídeos cardiotóxicos, causando arritmias (distúrbio cardiovascular). A sequência respectiva corresponde à alternativa A.

Análise das alternativas

B) Chapéu-de-napoleão não é a planta clássica de efeito endócrino e a sequência não bate. C) Erva-do-diabo, tabaco e azaleia não seguem a ordem hematológico, endócrino e cardiovascular. D) Flor de Natal causa irritação, não distúrbio hematológico típico. E) A espirradeira é cardiovascular, não hematológica, e o comigo-ninguém-pode causa irritação local, não efeito endócrino.

Referência: Toxicologia veterinária – plantas tóxicas para cães.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Toxicologia Veterinária Intoxicação por Rodenticidas Anticoagulantes — Vitamina K

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Em casos de intoxicação de cães pela ingestão de rodenticida anticoagulante, são preconizadas medidas de descontaminação, lavagem gástrica, administração de adsorvente (carvão ativado) e catárticos. Contudo, a vitamina K, que é o antídoto específico, deve ser aplicada pela via
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Resolução comentada

Vitamina K1 em intoxicação por anticoagulantes deve ser aplicada por via subcutânea.

No tratamento da intoxicação por rodenticidas anticoagulantes, a vitamina K1 é recomendada por via subcutânea (e oral após estabilização). Evita-se a via intravenosa pelo risco de reação anafilática e a intramuscular pelo risco de hematomas em paciente com coagulopatia.

Análise das alternativas

A) A via intravenosa oferece risco de anafilaxia. C) A intramuscular pode causar hematoma em animal com distúrbio de coagulação. D) A via intraperitoneal não é indicada. E) A intradérmica não é via usual de administração do antídoto.

Referência: Toxicologia veterinária – rodenticidas anticoagulantes (antagonista vitamina K1).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Clínica Médica de Equinos Osteodistrofia Fibrosa — Gramíneas Ricas em Oxalato

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A osteodistrofia fibrosa em equinos tem como causa a ingestão excessiva de
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Osteodistrofia fibrosa: gramíneas ricas em oxalato e pobres em cálcio e fósforo.

A osteodistrofia fibrosa (hiperparatireoidismo nutricional secundário) em equinos resulta de dietas com desequilíbrio Ca:P, como o consumo de gramíneas tropicais ricas em oxalato, que quelam o cálcio, e pobres em cálcio e fósforo. Há reabsorção óssea e substituição por tecido fibroso, com aumento de volume da face ("cara inchada").

Análise das alternativas

A) Toxinas microbianas no feno causam outros quadros (micotoxicoses), não osteodistrofia. B) Excesso de magnésio não é a causa. C) Erva de São-João causa fotossensibilização, não doença óssea. D) Excesso de cálcio não produz a doença; o problema é deficiência/desequilíbrio.

Referência: Doenças nutricionais e metabólicas de equinos – hiperparatireoidismo nutricional secundário.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Clínica Médica de Equinos Cólica Equina — Endotoxemia

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A endotoxemia observada nos casos de cólicas em equinos está associada a
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Endotoxemia na cólica equina associa-se a doenças inflamatórias ou isquemia intestinal.

Nas cólicas, a endotoxemia ocorre quando a lesão da mucosa intestinal (isquemia, estrangulamento, enterites, colites) permite a translocação de lipopolissacarídeos (LPS) de bactérias Gram negativas para a circulação. Por isso se associa a doenças inflamatórias intestinais e à isquemia intestinal.

Análise das alternativas

A) O LPS vem de Gram negativas, não Gram positivas; a estase isolada não define a causa. B) Timpanismo e verminose não são causas típicas de endotoxemia. D) Choque hipovolêmico e samambaia não são a associação clássica. E) Insuficiência renal e choque anafilático não são causas de endotoxemia na cólica.

Referência: Clínica médica de equinos – síndrome cólica e endotoxemia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Farmacologia Veterinária Anti-inflamatórios Não Esteroidais

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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No tratamento de oesteoartrite, doenças degenerativas osteoarticulares e displasia coxo-femoral dos cães, recomenda-se o emprego do anti-inflamatório não esteroidal (AINE), que atua diminuindo a produção de prostaglandinas via inibição da enzima COX, preferencialmente a COX-2.
Assinale a alternativa que apresenta o medicamento que atende a tais características.
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AINE preferencial COX-2 em cães para osteoartrite: carprofeno.

O carprofeno é um AINE amplamente usado em cães para osteoartrite e doenças articulares degenerativas, com ação preferencial sobre a COX-2, preservando relativamente a COX-1 (efeito gastroprotetor e renal). Isso reduz a produção de prostaglandinas inflamatórias com menos efeitos adversos.

Análise das alternativas

A) Cetoprofeno é AINE não seletivo (inibe COX-1 e COX-2), com maior risco gastrointestinal. C) Dipirona é analgésico/antitérmico com fraca ação anti-inflamatória, não indicado como AINE preferencial COX-2. D) Prednisolona é glicocorticoide, atua inibindo a fosfolipase A2, não é AINE. E) Paracetamol é contraindicado em gatos e não é o AINE seletivo COX-2 de escolha para cães com osteoartrite.

Referência: Farmacologia veterinária – AINEs em cães (carprofeno, meloxicam, firocoxibe).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Farmacologia Veterinária Glicocorticoides — Potência e Duração de Ação

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Assinale a alternativa que indica dois glicocorticoides de ação prolongada com potência 30.
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Glicocorticoides de ação prolongada com potência 30: betametasona e dexametasona.

Betametasona e dexametasona são glicocorticoides de ação prolongada, com potência anti-inflamatória cerca de 25 a 30 vezes a do cortisol. São os dois fármacos corticoides presentes nas alternativas.

Análise das alternativas

Meloxicam e tramadol são, respectivamente, AINE e opioide. Fentanila, meperidina, buprenorfina e metadona são opioides. Lidocaína e bupivacaína são anestésicos locais.

Referência: Farmacologia veterinária: glicocorticoides.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Clínica Cirúrgica Veterinária Hemostasia Cirúrgica

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Em procedimentos cirúrgicos, a hemostasia mal feita pode determinar uma hipovolemia ou até um choque hipovolêmico. Assinale a alternativa que indica um dos fatores que dificulta a hemostasia.
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Fator que dificulta a hemostasia: hiperfibrinólise.

A hiperfibrinólise degrada precocemente o coágulo de fibrina, dificultando a formação e a manutenção do tampão hemostático. Por isso é fator que prejudica a hemostasia.

Análise das alternativas

Contração dos órgãos, queda da pressão e anestesia hipotensiva tendem a reduzir o sangramento ou favorecer a hemostasia. A superposição desigual dos planos da ferida é falha de síntese, não da hemostasia em si.

Referência: Técnica cirúrgica veterinária: hemostasia.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Clínica Cirúrgica Veterinária Infecção Cirúrgica — Prevenção

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Para prevenir contaminação da ferida cirúrgica, o procedimento que deve ser realizado após a tricotomia do local a ser incisado é a
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Após a tricotomia, aplica-se a antissepsia da área operatória.

Depois da tricotomia segue-se a antissepsia, que usa antissépticos sobre tecido vivo (pele) para reduzir a carga microbiana. É a etapa que previne a contaminação da ferida cirúrgica.

Análise das alternativas

Assepsia é o conjunto de medidas para evitar a contaminação, mas não se aplica como agente sobre a pele. A antibioticoterapia e a aplicação intradérmica de antibióticos não são rotina de preparo da pele. Água oxigenada ou ozonizada não é o padrão de antissepsia pré-operatória.

Referência: Técnica cirúrgica veterinária: preparo do campo operatório.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Epidemiologia Veterinária Medidas de Frequência — Morbidade, Letalidade e Prevalência

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Uma coudelaria mantém uma população de 160 éguas em reprodução, 20 garanhões e 80 potros e potrancas. O Serviço Veterinário Responsável mantém um cuidadoso programa de manejo zoo-sanitário, com controles de reprodução e de alimentação. Todos os casos de doenças transmissíveis e não transmissíveis são diagnosticados e registrados. Quando ocorre o óbito de algum animal, é realizada a necropsia e os exames complementares necessários para a confirmação da causa da morte. No ano de 2020, ocorreram oito casos de partos distócicos que resultaram no óbito de duas éguas; também houve um surto de garrotilho em que 26 animais foram acometidos.
Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, os valores da morbidade e letalidade dos partos distócicos e a prevalência de garrotilho nas populações suscetíveis.
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Resolução comentada

Cálculo de morbidade e letalidade dos partos distócicos e da prevalência de garrotilho.

Os 8 partos distócicos ocorreram em 160 éguas: morbidade = 8/160 = 5/100. A letalidade é 2 óbitos em 8 casos = 25/100. O garrotilho acometeu 26 de 260 animais (160 + 20 + 80), ou seja, prevalência de 1/10.

Análise das alternativas

A, B, C e D erram ao usar denominadores incorretos (por exemplo, a população total em vez das éguas) ou ao calcular a letalidade sobre a população em vez de sobre os casos.

Referência: Epidemiologia: coeficientes de morbidade, letalidade e prevalência.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Parasitologia Veterinária Parasitos Gastrintestinais de Equinos

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Assinale a alternativa que indica o gênero de um parasita que pode se localizar no estômago dos equinos.
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Gênero de parasita que pode se localizar no estômago de equinos: Habronema.

Habronema (H. muscae e H. microstoma) parasita o estômago dos equinos e também causa a habronemose cutânea. Os hospedeiros intermediários são moscas.

Análise das alternativas

Parascaris habita o intestino delgado. Dictyocaulus é parasita pulmonar. Oxyuris localiza-se no cólon e reto. Onchocerca localiza-se em tecido conjuntivo, como o ligamento nucal.

Referência: Parasitologia veterinária de equinos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Parasitologia Veterinária Hipobiose de Nematódeos

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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O desenvolvimento interrompido de larvas de nematódeos, dentro do hospedeiro, observado quando as condições para o desenvolvimento e a sobrevivência dos estágios de vida livre do parasita são adversas, é denominado de
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Resolução comentada

Interrupção do desenvolvimento larval no hospedeiro em condições adversas: hipobiose.

Hipobiose é a parada temporária do desenvolvimento das larvas de nematódeos no hospedeiro, em geral no estágio L4 inicial, quando o ambiente externo é desfavorável. As larvas retomam o desenvolvimento quando as condições melhoram.

Análise das alternativas

Diapausa é um termo mais geral, usado para insetos. Latência e período negativo não descrevem esse fenômeno. Prepatência é o intervalo entre a infecção e a eliminação de ovos ou larvas.

Referência: Parasitologia veterinária: ciclo de nematódeos gastrintestinais.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Zootecnia Equinos do Exército — Coudelaria do Rincão

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Os equinos produzidos na Coudelaria do Rincão do Exército Brasileiro são produtos do cruzamento de animais das raças.
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Raças cruzadas na Coudelaria do Rincão: Puro Sangue Inglês × Hanoveriana.

Segundo o gabarito oficial, os equinos da Coudelaria do Rincão resultam do cruzamento de Puro Sangue Inglês com Hanoveriana, que busca animais para hipismo e uso militar. É um dado de conhecimento específico da instituição.

Análise das alternativas

As combinações de Manga-larga, Quarto de Milha, Árabe, Andaluz, Campolina, Brasileiro de Hipismo e Anglo-Árabe não correspondem ao cruzamento praticado na coudelaria.

Referência: Coudelaria do Rincão, Exército Brasileiro.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Reprodução Animal Endocrinologia Reprodutiva — Hormônio Luteinizante

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A gonadotropina hipofisária cuja diminuição determina a hipertrofia do ovário é a
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Gonadotropina hipofisária cuja diminuição leva à hipertrofia ovariana: LH.

Das alternativas, apenas o hormônio luteinizante (LH) é uma gonadotropina hipofisária. Segundo o gabarito, sua diminuição está ligada à hipertrofia (cística) do ovário.

Análise das alternativas

Progesterona é esteroide ovariano. "Estradiolona" não é gonadotropina. Ocitocina é neuro-hipofisária, mas não é gonadotropina. Aldosterona é hormônio da suprarrenal.

Referência: Endocrinologia reprodutiva animal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Reprodução Animal Endometrite Equina — Endometriose

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Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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O processo inflamatório do útero, na égua, pode ser classificado de acordo com a sua patogênese. O quadro em que ocorre uma extensa fibrose endometrial irreversível é denominado de
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Fibrose endometrial extensa e irreversível na égua: endometriose.

Endometriose é a degeneração crônica do endométrio, com fibrose periglandular e glândulas dilatadas, de caráter irreversível. É uma forma de endometrite crônica degenerativa e está associada a falhas de gestação.

Análise das alternativas

Endometrite venérea e endometrite persistente induzida pelo coito são processos inflamatórios, em geral reversíveis. Perimetrite é inflamação da serosa uterina. Miometrite é inflamação do miométrio.

Referência: Reprodução equina: classificação das endometrites.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Reprodução Animal Neoplasias do Pênis em Garanhões

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Assinale a alternativa que indica uma neoplasia maligna invasiva observada no pênis de garanhões e que pode produzir metástases ou invadir o corpo cavernoso.
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Resolução comentada

Neoplasia maligna invasiva do pênis de garanhões: carcinoma espinocelular.

O carcinoma espinocelular (de células escamosas) é o tumor maligno mais comum do pênis e prepúcio de equinos. Ele é localmente invasivo, pode atingir o corpo cavernoso e produzir metástases, principalmente para linfonodos.

Análise das alternativas

Fibropapiloma (papiloma) é benigno. Tumor venéreo transmissível é raro em equinos e é uma neoplasia de transmissão por contato. Exantema coital é uma infecção herpética, não neoplasia. Balanotelioma não é o termo consagrado para esse tumor invasivo.

Referência: Patologia e reprodução equina: neoplasias do pênis.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Doenças Infecciosas dos Animais Leishmaniose Visceral Canina — Exigências Sanitárias para Cães do Exército

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Na ocasião da aquisição de um cão militar, a comissão de compra de animais exige a confirmação de resultado negativo no exame sorológico aplicado a
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Exigência sorológica negativa na compra de cão militar: leishmaniose visceral canina.

Na aquisição de cães do Exército exige-se resultado negativo para leishmaniose visceral canina. Trata-se de doença endêmica, de caráter zoonótico, que compromete o emprego do animal e a saúde dos militares.

Análise das alternativas

Brucelose, leptospirose, parainfluenza e coronavirose são doenças importantes, mas o gabarito oficial indica a leishmaniose como a exigência sorológica na compra.

Referência: Normas do Exército para aquisição de cães militares.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Zootecnia Cães de Guerra — Reprodução no Exército

Fundação VUNESP 2021

Exército Brasileiro — Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A reprodução de caninos no exército brasileiro tem por objetivo suprir as seções de cães-de-guerra (SCG) com caninos que satisfaçam às condições exigidas para um cão-de-guerra e será realizada, com exclusividade, pelas SCG dotadas de Centro de Reprodução e Distribuição de Caninos (CRDC).
Assinale a alternativa que indica o número de matrizes mantido em cada CRDC.
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Resolução comentada

Número de matrizes mantido por CRDC no Exército, segundo o gabarito.

Pela normatização do Exército sobre reprodução de caninos, cada CRDC mantém 10 matrizes. Esse é o número do gabarito oficial. O dado vem da norma e não se deduz por raciocínio.

Análise das alternativas

As alternativas B (5), C (20), D (30) e E (40) não correspondem ao quantitativo previsto na norma.

Referência: Normas do Exército sobre cães de guerra (reprodução em CRDC).

Resolução comentada do VaiConcursos.