← Voltar para a lista de provas Comando da Aeronáutica · Exame de Admissão aos CFOAV, CFOINT e CFOINF 2022 65 questões nesta prova · página 3 de 4 · 63 com gabarito Gabarito disponível A ideia de vantagem que revela problema aparece no verso da laranja madura bichada. O texto mostra o teto solar e o voo Corujão, que pareciam vantagens e acabaram trazendo problemas. Isso se parece com a laranja madura na beira da estrada, que parece boa, mas está bichada ou tem marimbondo. B) Errada: trata de um eu lírico que não corre perigo, não de vantagem que vira desvantagem. C) Errada: fala do tempo e das glórias tardias. D) Errada: é uma descrição da tarde, da lua e da menina, sem o tema do texto. Referência: Intertextualidade e interpretação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Só a alternativa D respeita a norma padrão. Em "preferia ficar passando calor a ser visto", a regência de "preferir ... a" e a construção estão de acordo com a norma padrão. A) Errada: no trecho, "típicas" não concorda com "falta" e "escrúpulo" aparece em número diferente do original, o que gera desvio de concordância. B) Errada: "há ... atrás" é redundante. C) Errada: usa vírgula entre o sujeito e o verbo. Referência: Norma padrão: concordância, regência e redundância. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível A interrogação seguida de "creio que" marca o posicionamento pessoal do autor. No texto I, a pergunta retórica "E hoje?" seguida de "Creio que a atualidade da ideia..." mostra o autor se posicionando em primeira pessoa sobre o tema. Isso é marca típica de argumentação. A) Errada: ambos os textos são argumentativos/dissertativos, e a oposição entre eles não faz sentido. C) Errada: "creio", "concordo", "acho" e "acredito" têm sentidos diferentes e não são intercambiáveis sem alterar o sentido. D) Errada: o texto argumentativo pode usar a 1ª pessoa sem deixar de ser argumentativo. Referência: Tipologia textual e argumentação. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível f(x) = 0 para todo x em [−1, 1], logo há infinitos zeros. Para |x| ≤ 1, |x²−1| = 1−x² e f(x) = 0. Para |x| > 1, f(x) = 2(1−x²). Assim f se anula em todo o intervalo [−1, 1], com infinitos valores de x. A) Errada: em [−1, 0[ f é nula, não negativa. B) Errada: f é constante em [−1, 0], então não é crescente em todo ]−∞, 0]. C) Errada: f não é injetora, pois é constante em [−1, 1]. Referência: Função modular. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível A PA com razão 3 dá a PG 6, 12, 24, cuja soma é 42. Os termos são 3, 3+r, 3+3r, 3+7r. A condição (3+3r)² = (3+r)(3+7r) leva a 2r² − 6r = 0, e como a PA é crescente, r = 3. A PG é 6, 12, 24, e a soma é 42. B, C e D não correspondem à soma 6 + 12 + 24 = 42. Referência: Progressões aritmética e geométrica. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível f(x) = sen²x − cos²x = −cos 2x, que tem período π. Como 1/cossec x = sen x e 1/sec x = cos x, f(x) = sen²x − cos²x = −cos 2x. O período é 2π/2 = π. A) Errada: a imagem é [−1, 1]. B) Errada: em (0, π/2), −cos 2x é crescente. C) Errada: o domínio exige sen x ≠ 0 e cos x ≠ 0 apenas na forma original, e a alternativa dá um conjunto incompleto, pois também exclui os pontos de cos x = 0. D) Correta. Referência: Trigonometria: identidades e período. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Tratando as vogais como um bloco, obtêm-se 20 · 180 = 3600 = 5·6! anagramas. As vogais (A, A, A, E, I) formam um bloco com 5!/3! = 20 arranjos internos. O bloco e as consoantes M, M, T, T, C somam 6 objetos, que se permutam de 6!/(2!·2!) = 180 maneiras. O total é 20 · 180 = 3600, que é igual a 5·6!. A) Errada: 6! = 720. C) Errada: 6!/4 = 180 desconsidera o arranjo interno das vogais. D) Errada: 10!/24 = 151200 conta todos os anagramas sem exigir vogais juntas. Referência: Análise combinatória: permutação com repetição. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível P(cheque | compra acima de 100) = 27/81 = 1/3. Condicionado a compras acima de 100 reais, o espaço amostral tem 10 + 27 + 44 = 81 compras. Dessas, 27 foram pagas com cheque, então P = 27/81 = 1/3. A, B e C resultam de usar espaços amostrais ou casos favoráveis incorretos, sem restringir às compras acima de 100 reais. Por exemplo, 13/45 não corresponde a nenhuma razão da condição dada. Referência: Probabilidade condicional. Resolução comentada do VaiConcursos.Comando da Aeronáutica — Exames de Admissão aos CFOAV, CFOINT e CFOINF 2022 — Língua Inglesa, Física, Língua Portuguesa, Matemática e Redação — Versão A
TEXTO II
A VERDADEIRA LEI DE GÉRSON
Raul Marinho Gregorin
Você se lembra daquele célebre comercial do
cigarro Vila Rica, onde nosso tricampeão Gérson falava
a famosa frase: “...Porque você tem que levar
vantagem em tudo, cerrrto?”. A frase teve tanto
5 impacto que acabou sendo criada a “Lei de Gérson”, que
simboliza o oportunismo e a falta de escrúpulos típicas de
uma grande parcela de nossa sociedade. (...)
Concordo que nossa postura oportunista
realmente contribui para nos manter neste estado de
10 atraso econômico e cultural em que vivemos. Só que a
“Lei de Gérson”, na verdade é muito mais antiga que o
próprio. No excelente livro “Mauá, Empresário do
império”, de Jorge Caldeira (Ed. Companhia das Letras),
percebe-se que há quase duzentos anos atrás esta lei já
15 era cumprida. Aliás, essa deve ser a lei mais antiga do
Brasil, pois desde as capitanias hereditárias nossa
história é pontilhada de exemplos de oportunismo e falta
de escrúpulos. A própria escravidão não deixa de ser
uma mostra do viés ético de nossa sociedade desde
20 tempos imemoriais, mas isso já é outra história.
Eu não conheço a biografia do Gérson, muito
menos do publicitário que criou a frase e o comercial do
Vila Rica. Mas acho muito improvável que o Gérson real
seja um oportunista sanguinário como ficou sendo sua
25 imagem. Nem acredito que o diretor de criação da
agência poderia imaginar que esta frase seria usada mais
de vinte anos depois para designar esta nossa
característica.
Nossa língua é ferina. Quando a Volkswagen
30 lançou o Fusca com teto solar no final da década de ‘60’,
as vendas despencaram depois que passou a ter a
conotação de “carro de chifrudo”. A VASP na década de
70 criou um voo noturno ligando São Paulo ao Guarujá
para atender aos executivos que deixavam suas famílias
35 no balneáreo e passavam a semana trabalhando na
capital. O nome do voo era “Corujão” devido ao horário.
Não demorou muito, o voo passou a ser apelidado de
“Cornudão”, pelo fato das esposas ficarem na praia
enquanto os maridos ficavam na cidade. A VASP teve
40 que cancelar a linha por falta de passageiros.
E óbvio que a VW tinha introduzido o teto solar
baseado no fato do Brasil ser um país quente e
ensolarado, perfeito para aquele opcional. Só que o
consumidor preferia ficar passando calor a ser visto
45 dirigindo um carro com um buraco no teto para “deixar os
chifres de fora”. O voo corujão era perfeito,
especialmente na época em que não havia Piaçaguera e,
para chegar ao Guarujá de carro na alta temporada, o
motorista tinha que enfrentar horas de fila na balsa. Mas
50 era melhor demorar oito ou dez horas de carro do que ir
de avião, em meia hora, num voo chamado “Cornudão”...
Com o comercial do Gérson foi a mesma coisa.
Levar vantagem em tudo não significa que os outros tem
que levar desvantagem. O oportunismo foi incorporado à
55 frase por quem a leu/ouviu, não por quem a
escreveu/disse. O problema é que passou a ficar (para
usar um conceito atual) “politicamente incorreto” levar
vantagem em alguma coisa.
Na verdade, parece que nossa sociedade se
60 divide em dois grandes blocos: um que leva vantagem
em tudo (no sentido pejorativo) e outro que não pode
levar vantagem em nada. Acontece que dá para levar
vantagem em tudo sem fazer com que os outros saiam
em desvantagem. Você não precisa esmagar a outra
65 parte para sair ganhando.
(http://www.geocities.ws/cp_adhemar/leidegerson.html. Acesso em: 10 abril 2017. Texto revisado conforme a nova ortografia.)
De acordo com os episódios da história da propaganda abordados no texto II, podemos notar que as vantagens, às vezes, com o tempo, revelam problemas que as tornam desvantagens. Essa ideia está presente no seguinte trecho:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
A VERDADEIRA LEI DE GÉRSON
Raul Marinho Gregorin
Você se lembra daquele célebre comercial do
cigarro Vila Rica, onde nosso tricampeão Gérson falava
a famosa frase: “...Porque você tem que levar
vantagem em tudo, cerrrto?”. A frase teve tanto
5 impacto que acabou sendo criada a “Lei de Gérson”, que
simboliza o oportunismo e a falta de escrúpulos típicas de
uma grande parcela de nossa sociedade. (...)
Concordo que nossa postura oportunista
realmente contribui para nos manter neste estado de
10 atraso econômico e cultural em que vivemos. Só que a
“Lei de Gérson”, na verdade é muito mais antiga que o
próprio. No excelente livro “Mauá, Empresário do
império”, de Jorge Caldeira (Ed. Companhia das Letras),
percebe-se que há quase duzentos anos atrás esta lei já
15 era cumprida. Aliás, essa deve ser a lei mais antiga do
Brasil, pois desde as capitanias hereditárias nossa
história é pontilhada de exemplos de oportunismo e falta
de escrúpulos. A própria escravidão não deixa de ser
uma mostra do viés ético de nossa sociedade desde
20 tempos imemoriais, mas isso já é outra história.
Eu não conheço a biografia do Gérson, muito
menos do publicitário que criou a frase e o comercial do
Vila Rica. Mas acho muito improvável que o Gérson real
seja um oportunista sanguinário como ficou sendo sua
25 imagem. Nem acredito que o diretor de criação da
agência poderia imaginar que esta frase seria usada mais
de vinte anos depois para designar esta nossa
característica.
Nossa língua é ferina. Quando a Volkswagen
30 lançou o Fusca com teto solar no final da década de ‘60’,
as vendas despencaram depois que passou a ter a
conotação de “carro de chifrudo”. A VASP na década de
70 criou um voo noturno ligando São Paulo ao Guarujá
para atender aos executivos que deixavam suas famílias
35 no balneáreo e passavam a semana trabalhando na
capital. O nome do voo era “Corujão” devido ao horário.
Não demorou muito, o voo passou a ser apelidado de
“Cornudão”, pelo fato das esposas ficarem na praia
enquanto os maridos ficavam na cidade. A VASP teve
40 que cancelar a linha por falta de passageiros.
E óbvio que a VW tinha introduzido o teto solar
baseado no fato do Brasil ser um país quente e
ensolarado, perfeito para aquele opcional. Só que o
consumidor preferia ficar passando calor a ser visto
45 dirigindo um carro com um buraco no teto para “deixar os
chifres de fora”. O voo corujão era perfeito,
especialmente na época em que não havia Piaçaguera e,
para chegar ao Guarujá de carro na alta temporada, o
motorista tinha que enfrentar horas de fila na balsa. Mas
50 era melhor demorar oito ou dez horas de carro do que ir
de avião, em meia hora, num voo chamado “Cornudão”...
Com o comercial do Gérson foi a mesma coisa.
Levar vantagem em tudo não significa que os outros tem
que levar desvantagem. O oportunismo foi incorporado à
55 frase por quem a leu/ouviu, não por quem a
escreveu/disse. O problema é que passou a ficar (para
usar um conceito atual) “politicamente incorreto” levar
vantagem em alguma coisa.
Na verdade, parece que nossa sociedade se
60 divide em dois grandes blocos: um que leva vantagem
em tudo (no sentido pejorativo) e outro que não pode
levar vantagem em nada. Acontece que dá para levar
vantagem em tudo sem fazer com que os outros saiam
em desvantagem. Você não precisa esmagar a outra
65 parte para sair ganhando.
(http://www.geocities.ws/cp_adhemar/leidegerson.html. Acesso em: 10 abril 2017. Texto revisado conforme a nova ortografia.)
O texto II – com o objetivo de empregar uma linguagem mais cotidiana e próxima do leitor comum –, em alguns trechos desvia-se das regras da norma padrão da gramática. Assinale a alternativa em que NÃO se encontra esse tipo de desvio.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
A VERDADEIRA LEI DE GÉRSON
Raul Marinho Gregorin
Você se lembra daquele célebre comercial do
cigarro Vila Rica, onde nosso tricampeão Gérson falava
a famosa frase: “...Porque você tem que levar
vantagem em tudo, cerrrto?”. A frase teve tanto
5 impacto que acabou sendo criada a “Lei de Gérson”, que
simboliza o oportunismo e a falta de escrúpulos típicas de
uma grande parcela de nossa sociedade. (...)
Concordo que nossa postura oportunista
realmente contribui para nos manter neste estado de
10 atraso econômico e cultural em que vivemos. Só que a
“Lei de Gérson”, na verdade é muito mais antiga que o
próprio. No excelente livro “Mauá, Empresário do
império”, de Jorge Caldeira (Ed. Companhia das Letras),
percebe-se que há quase duzentos anos atrás esta lei já
15 era cumprida. Aliás, essa deve ser a lei mais antiga do
Brasil, pois desde as capitanias hereditárias nossa
história é pontilhada de exemplos de oportunismo e falta
de escrúpulos. A própria escravidão não deixa de ser
uma mostra do viés ético de nossa sociedade desde
20 tempos imemoriais, mas isso já é outra história.
Eu não conheço a biografia do Gérson, muito
menos do publicitário que criou a frase e o comercial do
Vila Rica. Mas acho muito improvável que o Gérson real
seja um oportunista sanguinário como ficou sendo sua
25 imagem. Nem acredito que o diretor de criação da
agência poderia imaginar que esta frase seria usada mais
de vinte anos depois para designar esta nossa
característica.
Nossa língua é ferina. Quando a Volkswagen
30 lançou o Fusca com teto solar no final da década de ‘60’,
as vendas despencaram depois que passou a ter a
conotação de “carro de chifrudo”. A VASP na década de
70 criou um voo noturno ligando São Paulo ao Guarujá
para atender aos executivos que deixavam suas famílias
35 no balneáreo e passavam a semana trabalhando na
capital. O nome do voo era “Corujão” devido ao horário.
Não demorou muito, o voo passou a ser apelidado de
“Cornudão”, pelo fato das esposas ficarem na praia
enquanto os maridos ficavam na cidade. A VASP teve
40 que cancelar a linha por falta de passageiros.
E óbvio que a VW tinha introduzido o teto solar
baseado no fato do Brasil ser um país quente e
ensolarado, perfeito para aquele opcional. Só que o
consumidor preferia ficar passando calor a ser visto
45 dirigindo um carro com um buraco no teto para “deixar os
chifres de fora”. O voo corujão era perfeito,
especialmente na época em que não havia Piaçaguera e,
para chegar ao Guarujá de carro na alta temporada, o
motorista tinha que enfrentar horas de fila na balsa. Mas
50 era melhor demorar oito ou dez horas de carro do que ir
de avião, em meia hora, num voo chamado “Cornudão”...
Com o comercial do Gérson foi a mesma coisa.
Levar vantagem em tudo não significa que os outros tem
que levar desvantagem. O oportunismo foi incorporado à
55 frase por quem a leu/ouviu, não por quem a
escreveu/disse. O problema é que passou a ficar (para
usar um conceito atual) “politicamente incorreto” levar
vantagem em alguma coisa.
Na verdade, parece que nossa sociedade se
60 divide em dois grandes blocos: um que leva vantagem
em tudo (no sentido pejorativo) e outro que não pode
levar vantagem em nada. Acontece que dá para levar
vantagem em tudo sem fazer com que os outros saiam
em desvantagem. Você não precisa esmagar a outra
65 parte para sair ganhando.
(http://www.geocities.ws/cp_adhemar/leidegerson.html. Acesso em: 10 abril 2017. Texto revisado conforme a nova ortografia.)
Assinale a alternativa cuja substituição do pronome grifado por outra estrutura linguística está INCORRETA:
TEXTO II
A VERDADEIRA LEI DE GÉRSON
Raul Marinho Gregorin
Você se lembra daquele célebre comercial do
cigarro Vila Rica, onde nosso tricampeão Gérson falava
a famosa frase: “...Porque você tem que levar
vantagem em tudo, cerrrto?”. A frase teve tanto
5 impacto que acabou sendo criada a “Lei de Gérson”, que
simboliza o oportunismo e a falta de escrúpulos típicas de
uma grande parcela de nossa sociedade. (...)
Concordo que nossa postura oportunista
realmente contribui para nos manter neste estado de
10 atraso econômico e cultural em que vivemos. Só que a
“Lei de Gérson”, na verdade é muito mais antiga que o
próprio. No excelente livro “Mauá, Empresário do
império”, de Jorge Caldeira (Ed. Companhia das Letras),
percebe-se que há quase duzentos anos atrás esta lei já
15 era cumprida. Aliás, essa deve ser a lei mais antiga do
Brasil, pois desde as capitanias hereditárias nossa
história é pontilhada de exemplos de oportunismo e falta
de escrúpulos. A própria escravidão não deixa de ser
uma mostra do viés ético de nossa sociedade desde
20 tempos imemoriais, mas isso já é outra história.
Eu não conheço a biografia do Gérson, muito
menos do publicitário que criou a frase e o comercial do
Vila Rica. Mas acho muito improvável que o Gérson real
seja um oportunista sanguinário como ficou sendo sua
25 imagem. Nem acredito que o diretor de criação da
agência poderia imaginar que esta frase seria usada mais
de vinte anos depois para designar esta nossa
característica.
Nossa língua é ferina. Quando a Volkswagen
30 lançou o Fusca com teto solar no final da década de ‘60’,
as vendas despencaram depois que passou a ter a
conotação de “carro de chifrudo”. A VASP na década de
70 criou um voo noturno ligando São Paulo ao Guarujá
para atender aos executivos que deixavam suas famílias
35 no balneáreo e passavam a semana trabalhando na
capital. O nome do voo era “Corujão” devido ao horário.
Não demorou muito, o voo passou a ser apelidado de
“Cornudão”, pelo fato das esposas ficarem na praia
enquanto os maridos ficavam na cidade. A VASP teve
40 que cancelar a linha por falta de passageiros.
E óbvio que a VW tinha introduzido o teto solar
baseado no fato do Brasil ser um país quente e
ensolarado, perfeito para aquele opcional. Só que o
consumidor preferia ficar passando calor a ser visto
45 dirigindo um carro com um buraco no teto para “deixar os
chifres de fora”. O voo corujão era perfeito,
especialmente na época em que não havia Piaçaguera e,
para chegar ao Guarujá de carro na alta temporada, o
motorista tinha que enfrentar horas de fila na balsa. Mas
50 era melhor demorar oito ou dez horas de carro do que ir
de avião, em meia hora, num voo chamado “Cornudão”...
Com o comercial do Gérson foi a mesma coisa.
Levar vantagem em tudo não significa que os outros tem
que levar desvantagem. O oportunismo foi incorporado à
55 frase por quem a leu/ouviu, não por quem a
escreveu/disse. O problema é que passou a ficar (para
usar um conceito atual) “politicamente incorreto” levar
vantagem em alguma coisa.
Na verdade, parece que nossa sociedade se
60 divide em dois grandes blocos: um que leva vantagem
em tudo (no sentido pejorativo) e outro que não pode
levar vantagem em nada. Acontece que dá para levar
vantagem em tudo sem fazer com que os outros saiam
em desvantagem. Você não precisa esmagar a outra
65 parte para sair ganhando.
(http://www.geocities.ws/cp_adhemar/leidegerson.html. Acesso em: 10 abril 2017. Texto revisado conforme a nova ortografia.)
Assinale a opção cuja reescrita da regência verbal apresenta INCORREÇÃO gramatical.
TEXTO II
A VERDADEIRA LEI DE GÉRSON
Raul Marinho Gregorin
Você se lembra daquele célebre comercial do
cigarro Vila Rica, onde nosso tricampeão Gérson falava
a famosa frase: “...Porque você tem que levar
vantagem em tudo, cerrrto?”. A frase teve tanto
5 impacto que acabou sendo criada a “Lei de Gérson”, que
simboliza o oportunismo e a falta de escrúpulos típicas de
uma grande parcela de nossa sociedade. (...)
Concordo que nossa postura oportunista
realmente contribui para nos manter neste estado de
10 atraso econômico e cultural em que vivemos. Só que a
“Lei de Gérson”, na verdade é muito mais antiga que o
próprio. No excelente livro “Mauá, Empresário do
império”, de Jorge Caldeira (Ed. Companhia das Letras),
percebe-se que há quase duzentos anos atrás esta lei já
15 era cumprida. Aliás, essa deve ser a lei mais antiga do
Brasil, pois desde as capitanias hereditárias nossa
história é pontilhada de exemplos de oportunismo e falta
de escrúpulos. A própria escravidão não deixa de ser
uma mostra do viés ético de nossa sociedade desde
20 tempos imemoriais, mas isso já é outra história.
Eu não conheço a biografia do Gérson, muito
menos do publicitário que criou a frase e o comercial do
Vila Rica. Mas acho muito improvável que o Gérson real
seja um oportunista sanguinário como ficou sendo sua
25 imagem. Nem acredito que o diretor de criação da
agência poderia imaginar que esta frase seria usada mais
de vinte anos depois para designar esta nossa
característica.
Nossa língua é ferina. Quando a Volkswagen
30 lançou o Fusca com teto solar no final da década de ‘60’,
as vendas despencaram depois que passou a ter a
conotação de “carro de chifrudo”. A VASP na década de
70 criou um voo noturno ligando São Paulo ao Guarujá
para atender aos executivos que deixavam suas famílias
35 no balneáreo e passavam a semana trabalhando na
capital. O nome do voo era “Corujão” devido ao horário.
Não demorou muito, o voo passou a ser apelidado de
“Cornudão”, pelo fato das esposas ficarem na praia
enquanto os maridos ficavam na cidade. A VASP teve
40 que cancelar a linha por falta de passageiros.
E óbvio que a VW tinha introduzido o teto solar
baseado no fato do Brasil ser um país quente e
ensolarado, perfeito para aquele opcional. Só que o
consumidor preferia ficar passando calor a ser visto
45 dirigindo um carro com um buraco no teto para “deixar os
chifres de fora”. O voo corujão era perfeito,
especialmente na época em que não havia Piaçaguera e,
para chegar ao Guarujá de carro na alta temporada, o
motorista tinha que enfrentar horas de fila na balsa. Mas
50 era melhor demorar oito ou dez horas de carro do que ir
de avião, em meia hora, num voo chamado “Cornudão”...
Com o comercial do Gérson foi a mesma coisa.
Levar vantagem em tudo não significa que os outros tem
que levar desvantagem. O oportunismo foi incorporado à
55 frase por quem a leu/ouviu, não por quem a
escreveu/disse. O problema é que passou a ficar (para
usar um conceito atual) “politicamente incorreto” levar
vantagem em alguma coisa.
Na verdade, parece que nossa sociedade se
60 divide em dois grandes blocos: um que leva vantagem
em tudo (no sentido pejorativo) e outro que não pode
levar vantagem em nada. Acontece que dá para levar
vantagem em tudo sem fazer com que os outros saiam
em desvantagem. Você não precisa esmagar a outra
65 parte para sair ganhando.
(http://www.geocities.ws/cp_adhemar/leidegerson.html. Acesso em: 10 abril 2017. Texto revisado conforme a nova ortografia.)
Levando em consideração que anáfora é uma palavra ou expressão que retoma um termo explícito ou implícito no texto, assinale a opção cujo termo sublinhado NÃO retoma anaforicamente a(s) palavra(s) indicada(s).
TEXTO I
O HOMEM CORDIAL
Marco A Rossi
É de 1936 o livro “Raízes do Brasil”, do historiador
Sérgio Buarque de Holanda. Nele está contida a ideia de
“homem cordial”, uma das maiores contribuições já
realizadas para a compreensão do Brasil e dos brasileiros.
5 O “homem cordial”, resultado de um cruzamento entre a
cultura colonial e o improviso de um país para sempre
inacabado, é afetuoso, interesseiro e autoritário; adora
obter vantagens em tudo, detesta regras, vive em busca de
atalhos favoráveis; não vê problema no que faz de errado,
10 embora seja raivoso na hora de apontar os erros dos
outros. Variação muito mal-humorada de um tipo único de
homo brasiliensis, o “homem cordial” é avesso ao esforço
metódico e à concentração; prefere o circunstancial, a
moda do momento e o jeito mais rápido de conquistar aquilo
15 que deseja. Adepto do “curtir a vida adoidado”, o homo
brasiliensis encarnado no “homem cordial” sofre muito
diante de compromissos que exijam dispêndio de energia e
tempo – na cultura humana do juro, opta sempre por curtir
hoje e pagar amanhã, em vez de investir agora para
20 saborear depois por tempo indeterminado e mais tranquilo.
A impessoalidade no trato, as regras universais, a ética
como parâmetro para a tomada de decisões, o antever dos
desdobramentos de sua ação sobre a vida e o planeta, o
incentivo ao fortalecimento de instituições públicas e
25 sociais, nada disso agrada ao “homem cordial”, que não
esconde amar o familiarismo nas relações sociais, as
regras particulares, a moral privada, o “salve-se quem-
puder”, o apelo a saídas pessoais diante de problemas e
questões que são, de superfície e de fundo, coletivas. Em
30 1936, Sérgio Buarque de Holanda apontava esses traços
culturais brasileiros como uma barreira intransponível para
a democracia. E hoje? Creio que a atualidade da ideia de
“homem cordial” salta aos olhos de quem observa com
interesse o país. Resta saber o tamanho desse malfazejo
35 espólio.
(Fonte: Marco. A .Rossi. Acesso 10/01/2013 às 12:30 p.m http://travessia21.blogspot.com.br/2013/01/o-homem-cordial.html.)
TEXTO II
A VERDADEIRA LEI DE GÉRSON
Raul Marinho Gregorin
Você se lembra daquele célebre comercial do
cigarro Vila Rica, onde nosso tricampeão Gérson falava
a famosa frase: “...Porque você tem que levar
vantagem em tudo, cerrrto?”. A frase teve tanto
5 impacto que acabou sendo criada a “Lei de Gérson”, que
simboliza o oportunismo e a falta de escrúpulos típicas de
uma grande parcela de nossa sociedade. (...)
Concordo que nossa postura oportunista
realmente contribui para nos manter neste estado de
10 atraso econômico e cultural em que vivemos. Só que a
“Lei de Gérson”, na verdade é muito mais antiga que o
próprio. No excelente livro “Mauá, Empresário do
império”, de Jorge Caldeira (Ed. Companhia das Letras),
percebe-se que há quase duzentos anos atrás esta lei já
15 era cumprida. Aliás, essa deve ser a lei mais antiga do
Brasil, pois desde as capitanias hereditárias nossa
história é pontilhada de exemplos de oportunismo e falta
de escrúpulos. A própria escravidão não deixa de ser
uma mostra do viés ético de nossa sociedade desde
20 tempos imemoriais, mas isso já é outra história.
Eu não conheço a biografia do Gérson, muito
menos do publicitário que criou a frase e o comercial do
Vila Rica. Mas acho muito improvável que o Gérson real
seja um oportunista sanguinário como ficou sendo sua
25 imagem. Nem acredito que o diretor de criação da
agência poderia imaginar que esta frase seria usada mais
de vinte anos depois para designar esta nossa
característica.
Nossa língua é ferina. Quando a Volkswagen
30 lançou o Fusca com teto solar no final da década de ‘60’,
as vendas despencaram depois que passou a ter a
conotação de “carro de chifrudo”. A VASP na década de
70 criou um voo noturno ligando São Paulo ao Guarujá
para atender aos executivos que deixavam suas famílias
35 no balneáreo e passavam a semana trabalhando na
capital. O nome do voo era “Corujão” devido ao horário.
Não demorou muito, o voo passou a ser apelidado de
“Cornudão”, pelo fato das esposas ficarem na praia
enquanto os maridos ficavam na cidade. A VASP teve
40 que cancelar a linha por falta de passageiros.
E óbvio que a VW tinha introduzido o teto solar
baseado no fato do Brasil ser um país quente e
ensolarado, perfeito para aquele opcional. Só que o
consumidor preferia ficar passando calor a ser visto
45 dirigindo um carro com um buraco no teto para “deixar os
chifres de fora”. O voo corujão era perfeito,
especialmente na época em que não havia Piaçaguera e,
para chegar ao Guarujá de carro na alta temporada, o
motorista tinha que enfrentar horas de fila na balsa. Mas
50 era melhor demorar oito ou dez horas de carro do que ir
de avião, em meia hora, num voo chamado “Cornudão”...
Com o comercial do Gérson foi a mesma coisa.
Levar vantagem em tudo não significa que os outros tem
que levar desvantagem. O oportunismo foi incorporado à
55 frase por quem a leu/ouviu, não por quem a
escreveu/disse. O problema é que passou a ficar (para
usar um conceito atual) “politicamente incorreto” levar
vantagem em alguma coisa.
Na verdade, parece que nossa sociedade se
60 divide em dois grandes blocos: um que leva vantagem
em tudo (no sentido pejorativo) e outro que não pode
levar vantagem em nada. Acontece que dá para levar
vantagem em tudo sem fazer com que os outros saiam
em desvantagem. Você não precisa esmagar a outra
65 parte para sair ganhando.
(http://www.geocities.ws/cp_adhemar/leidegerson.html. Acesso em: 10 abril 2017. Texto revisado conforme a nova ortografia.)
Assinale a alternativa correta com relação aos elementos da estrutura dos textos I e II.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
A VERDADEIRA LEI DE GÉRSON
Raul Marinho Gregorin
Você se lembra daquele célebre comercial do
cigarro Vila Rica, onde nosso tricampeão Gérson falava
a famosa frase: “...Porque você tem que levar
vantagem em tudo, cerrrto?”. A frase teve tanto
5 impacto que acabou sendo criada a “Lei de Gérson”, que
simboliza o oportunismo e a falta de escrúpulos típicas de
uma grande parcela de nossa sociedade. (...)
Concordo que nossa postura oportunista
realmente contribui para nos manter neste estado de
10 atraso econômico e cultural em que vivemos. Só que a
“Lei de Gérson”, na verdade é muito mais antiga que o
próprio. No excelente livro “Mauá, Empresário do
império”, de Jorge Caldeira (Ed. Companhia das Letras),
percebe-se que há quase duzentos anos atrás esta lei já
15 era cumprida. Aliás, essa deve ser a lei mais antiga do
Brasil, pois desde as capitanias hereditárias nossa
história é pontilhada de exemplos de oportunismo e falta
de escrúpulos. A própria escravidão não deixa de ser
uma mostra do viés ético de nossa sociedade desde
20 tempos imemoriais, mas isso já é outra história.
Eu não conheço a biografia do Gérson, muito
menos do publicitário que criou a frase e o comercial do
Vila Rica. Mas acho muito improvável que o Gérson real
seja um oportunista sanguinário como ficou sendo sua
25 imagem. Nem acredito que o diretor de criação da
agência poderia imaginar que esta frase seria usada mais
de vinte anos depois para designar esta nossa
característica.
Nossa língua é ferina. Quando a Volkswagen
30 lançou o Fusca com teto solar no final da década de ‘60’,
as vendas despencaram depois que passou a ter a
conotação de “carro de chifrudo”. A VASP na década de
70 criou um voo noturno ligando São Paulo ao Guarujá
para atender aos executivos que deixavam suas famílias
35 no balneáreo e passavam a semana trabalhando na
capital. O nome do voo era “Corujão” devido ao horário.
Não demorou muito, o voo passou a ser apelidado de
“Cornudão”, pelo fato das esposas ficarem na praia
enquanto os maridos ficavam na cidade. A VASP teve
40 que cancelar a linha por falta de passageiros.
E óbvio que a VW tinha introduzido o teto solar
baseado no fato do Brasil ser um país quente e
ensolarado, perfeito para aquele opcional. Só que o
consumidor preferia ficar passando calor a ser visto
45 dirigindo um carro com um buraco no teto para “deixar os
chifres de fora”. O voo corujão era perfeito,
especialmente na época em que não havia Piaçaguera e,
para chegar ao Guarujá de carro na alta temporada, o
motorista tinha que enfrentar horas de fila na balsa. Mas
50 era melhor demorar oito ou dez horas de carro do que ir
de avião, em meia hora, num voo chamado “Cornudão”...
Com o comercial do Gérson foi a mesma coisa.
Levar vantagem em tudo não significa que os outros tem
que levar desvantagem. O oportunismo foi incorporado à
55 frase por quem a leu/ouviu, não por quem a
escreveu/disse. O problema é que passou a ficar (para
usar um conceito atual) “politicamente incorreto” levar
vantagem em alguma coisa.
Na verdade, parece que nossa sociedade se
60 divide em dois grandes blocos: um que leva vantagem
em tudo (no sentido pejorativo) e outro que não pode
levar vantagem em nada. Acontece que dá para levar
vantagem em tudo sem fazer com que os outros saiam
em desvantagem. Você não precisa esmagar a outra
65 parte para sair ganhando.
(http://www.geocities.ws/cp_adhemar/leidegerson.html. Acesso em: 10 abril 2017. Texto revisado conforme a nova ortografia.)
TEXTO III
Observe a seguir um dos cartazes da campanha publicitária sobre o cigarro Vila Rica – que circulou no Brasil na década de 1970 – e deu origem à chamada Lei de Gérson, conforme citado no 1º parágrafo do texto II. O personagem do cartaz é o jogador de futebol Gérson, já citado também no texto II.
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A partir da leitura da peça publicitária, e considerando as informações do texto II sobre a “Lei de Gérson”, analise as afirmativas a seguir como verdadeira ou falsas.
I. A marca do cigarro Vila Rica aproveita a popularidade do famoso jogador Gérson para alavancar a venda do produto.
II. A “Lei da vantagem”, empregada pela arbitragem no futebol, possui regras; essas regras estão explicitadas na argumentação do texto II e na peça publicitária.
III. O vocábulo “leve” pode ser entendido tanto como verbo quanto como adjetivo em ambas as ocorrências no cartaz.
IV. No cartaz, o advérbio “também” funciona como um termo fundamental para induzir a uma proximidade entre Gérson – um ídolo do futebol – e o público; e, dessa forma, criar a estratégia de persuasão necessária à propaganda.
Está correto o que se afirma apenas em
TEXTO IV
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Sobre a charge, são feitas as seguintes afirmações:
I. A vacina provoca um efeito de tranquilidade no homem de gravata, o que se observa pela sua fisionomia serena.
II. Furar fila equivale a driblar, fintar, enganar para obter vantagem, sem se importar com o prejuízo de outrem.
III. A relação entre os conceitos de “imunização” e “humanização” é abordada na charge, sendo tal relação o núcleo do sentido crítico da mensagem.
IV. Pode-se considerar o episódio apresentado na charge como uma postura atualizada da Lei de Gérson.
Estão corretas apenas as assertivas
As despesas feitas por esses alunos estão representadas no histograma abaixo.
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Com base nessas informações, é correto afirmar que
Sobre a função f, marque a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
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Com base no gráfico, marque a alternativa correta.
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Fase 1: Uma caixa em forma de paralelepípedo reto retângulo (I) está inicialmente cheia de água. Uma torneira A, nela conectada, é aberta e seu conteúdo escoa para um reservatório cilíndrico (II) inicialmente vazio. Quando o nível da água do primeiro recipiente chega à altura da torneira A, uma torneira B é imediatamente aberta e o volume de água que dela escoa para o reservatório (I) é o mesmo que escoa pela torneira A para o cilindro (II).
Fase 2: O cilindro (II), inicialmente vazio, recebe a água que escoa do recipiente (I). Um cano C, a uma determinada altura, faz com que o volume de água que entra em (II) escoe para (III), em formato de tronco de cone, na mesma vazão.
Fase 3: O recipiente (III), também inicialmente vazio, recebe toda a água que escoa de (II) até completar seu volume máximo, quando todo o sistema é paralisado.
Considere que não há perda de água nas três fases descritas e tome, como tempo inicial, o momento em que a torneira A é aberta.
O gráfico que melhor representa a variação do volume (v), em função do tempo (t) do recipiente (III), até que o sistema seja paralisado, é
O domínio mais amplo da função real f definida por
![]()
é
Ele notou, então, que o segundo, o quarto e o oitavo termos dessa progressão aritmética formavam, nessa ordem, uma progressão geométrica.
O professor observou também que a soma dos termos dessa progressão geométrica era igual aResolução comentada
Análise das alternativas
f(x) = (sen x)/(cossec x) − (cos x)/(sec x)
Marque a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
e N = ![]()
A melhor representação, no plano cartesiano, dos pares ordenados (x , y) que satisfazem à inequação det(M) ≤ det(N) é
nas incógnitas x e y, com m ∈ IR
A solução desse sistema é o par ordenado (x , y), em que x e y são determinantes de matrizes, tais que x =
e y = ![]()
Assim, pode-se afirmar que x + y + m é igual a
![]()
A distância do vértice do cone ao ponto de tangência entre o cone e a esfera de menor raio é igual a π√3 cm.
O volume desse cone, em cm³, é igual aResolução comentada
Análise das alternativas
| Dinheiro | Cheque | Cartão
Compras até 100 reais | 40 | 25 | 34
Compras acima de 100 reais | 10 | 27 | 44
Se uma das compras efetuadas é escolhida ao acaso, então, a probabilidade de que nela se tenha utilizado cheque, sabendo que seu valor excedeu 100 reais, é igual aResolução comentada
Análise das alternativas
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Dez alunos, ao término das aulas, decidiram se reunir para um lanche.
Considere o gráfico da função real f: IR → B definida por f(x) = 1 − x² − |x² − 1|
Considere o gráfico da função real f: IR → IR representado abaixo. Nele, y = − 1 é uma assíntota.
O desenho abaixo ilustra o que ocorre nas fases apresentadas a seguir.
Seja e o número de Euler.
Um professor escreveu uma progressão aritmética crescente de 8 termos começando pelo número 3 e composta apenas de números naturais.
Considere a função real f: D → IR definida por
Sejam as matrizes M =
Considere o sistema linear
Um cone equilátero tem, em seu interior, duas esferas tangentes entre si e tangentes ao cone, conforme figura a seguir.
Considerando todos os anagramas distintos que se pode formar com todas as letras da palavra MATEMÁTICA e desprezando o acento agudo, a quantidade desses anagramas em que as vogais apareçam todas juntas é igual a
Um supermercado registrou a forma de pagamento utilizada por 180 clientes durante certa manhã e obteve a seguinte tabela: