← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de São Paulo · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa 30 questões nesta prova · página 1 de 2 · 30 com gabarito Gabarito disponível A distância total é 3.750 km, ou 3.750.000.000 mm. 6/15 = 2/5 e 15/45 = 1/3, que somados dão 11/15 do caminho. Restam 4/15, que correspondem a 1.000 km, então o total é 1.000 ÷ 4 × 15 = 3.750 km. Como 1 km = 1.000.000 mm, o total é 3.750.000.000 mm. A) Errada: 22.500.000 dm = 2.250 km. B) Errada: 2.750.000.000 mm = 2.750 km. C) Errada: 37.500.000 cm = 375 km. D) Errada: 375.000.000 dm = 37.500 km. Referência: Frações e conversão de unidades de comprimento. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Para arrecadar 2/3 do custo são necessários 20.000 pagantes. Dois terços de 1.800.000 réis são 1.200.000 réis. Dividindo por 60 réis por pessoa, 1.200.000 ÷ 60 = 20.000 pedestres. A, B, C e E) Erradas: não resultam de 1.200.000 ÷ 60. Referência: Frações: problemas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível São necessários cerca de 10 meses para arrecadar o custo da obra. Por dia: 8 pessoas/hora × 12 horas = 96 pessoas, e 96 × 60 réis = 5.760 réis. O custo é 1.800.000 réis, e 1.800.000 ÷ 5.760 = 312,5 dias, o que dá cerca de 10,4 meses de 30 dias, aproximadamente 10 meses. A, B, C e E) Erradas: 5, 7, 8 ou 12 meses não correspondem a cerca de 312 dias. Referência: Problemas com as quatro operações / regra de três. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível MDC(180, 252, 120) = 12, e a soma dos divisores de 12 é 28. O maior número de grupos é o MDC dos três números: 180 = 2²·3²·5, 252 = 2²·3²·7 e 120 = 2³·3·5, logo MDC = 2²·3 = 12. Os divisores de 12 são 1, 2, 3, 4, 6 e 12, e sua soma é 28. A) Errada: 12 não é primo. B) Errada: 12 não é maior que 20. C) Errada: 12 não é múltiplo de 5. D) Errada: 12 é par. Referência: Máximo divisor comum (MDC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A senha do código 988923199979 é 025995329395. Últimos três algarismos: 9+7+9 = 25, que dá 025. Os três anteriores: 199 ÷ 2 = 99,5, que dá 995. Os próximos três (923) invertidos dão 329. Os três primeiros: 988 ÷ (9+8+8) = 988 ÷ 25 = 39,52, que dá 395. A senha é 025995329395. A, B, C e E) Erradas: apresentam erro em algum dos blocos (995, 329 ou 395). Referência: Problemas com as quatro operações, seguindo o algoritmo do enunciado. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Existe 1 automóvel do tipo D. Como A = 2(B+C+D) e A+B+C+D = 60, temos A = 40 e B+C+D = 20. Sendo B = 3(C+D), então 4(C+D) = 20, logo C+D = 5. Como C = 4D, 5D = 5 e D = 1. B, C, D e E) Erradas: com D = 2, 3, 4 ou 5, C+D seria 10, 15, 20 ou 25, o que contradiz C+D = 5. Referência: Problemas com as quatro operações / equações. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível MMC(10,12) = 60 dias após 7 de setembro, que cai em domingo, 6 de novembro. Os encontros ocorrem a cada MMC(10,12) = 60 dias. De 7/set, 23 dias chegam a 30/set, mais 31 chegam a 31/out (54 dias) e mais 6 chegam a 6/nov. Como 60 = 8 × 7 + 4, a quarta-feira avança 4 dias e cai em domingo. A, B, C e E) Erradas: as datas e os dias da semana não correspondem a 60 dias após quarta-feira, 7 de setembro. Referência: Mínimo múltiplo comum (MMC). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível (8 × 8 + 8) ÷ 8 = 9. Resolvendo os parênteses: 8 × 8 = 64 e 64 + 8 = 72. Depois, 72 ÷ 8 = 9. A) 1 + 1 = 2. B) 8 − 24 ÷ 8 = 8 − 3 = 5. C) (1 + 8) − 1 = 8. D) 8 + 16 ÷ 8 = 10. Referência: Ordem das operações em expressões numéricas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Dedução lógica: Geraldo é o mais velho e mora em Osasco, Fábio em Barueri e José em São Paulo. Fábio joga só handebol, então não joga tênis nem futebol. Por isso não mora em Osasco (tênis) nem em São Paulo (futebol, e ele é mais velho que o de SP), e portanto mora em Barueri. José joga tênis e não pode ser o de Osasco, e Geraldo joga futebol e não pode ser o de SP. Logo Geraldo mora em Osasco e joga futebol e tênis, e José mora em SP e joga tênis e futebol. Como Fábio é mais velho que José e o jogador de handebol (Fábio) não é o mais velho, Geraldo é o mais velho e José o mais novo. B) Errada: Geraldo não joga handebol e Fábio não joga futebol e tênis. C) Errada: José não mora em Osasco. D) Errada: José não mora em Osasco, e Geraldo não mora em SP. E) Errada: Fábio não joga futebol e tênis nem mora em Osasco, e não pode ser o mais velho. Referência: Raciocínio lógico: associação de informações. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O narrador é identificado pelo uso de "eu" e "nós". O texto é escrito em primeira pessoa, com verbos e pronomes como "eu nasci", "meu pai", "nós seríamos". Esses termos mostram que a narradora é personagem da história. A) Errada: o vocabulário italiano não identifica o narrador. B) Errada: não há vocabulário específico de meninas. D) Errada: palavras carinhosas não identificam quem narra. E) Errada: "vocês" indica os destinatários (leitores), não o narrador. Referência: Foco narrativo: narrador em primeira pessoa. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Fazer a América" significa buscar prosperidade, e a menina é a que amou a América. No texto, "fazer a América" é partir para as Américas em busca de enriquecer, como os pais fazem. Entre as opções, só a A é compatível com o gabarito oficial: a menina que amou a América. B) Errada: não foi ela quem descobriu a América. C) Errada: a expressão não se resume a mudar de lugar. D) Errada: ela nasceu na Itália. E) Errada: nada no texto indica que ela odiou a América. Referência: LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. FTD, 2018. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A aldeia era todo o mundo da menina, que era pequeno. "Onde começava a minha vida e terminava o meu mundo" indica que o mundo dela se limitava à pequena aldeia de Saracena, onde nasceu. É uma expressão figurada para a pequenez desse universo. A) Errada: o trecho não trata de deixar o lugar. B) Errada: não há rejeição de ser italiana. C) Errada: não se fala da profissão dos pais. D) Errada: "voz" é metáfora dos sons da terra, não da voz da menina. Referência: LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. FTD, 2018. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A autora situa tempo e espaço da história em sua memória. No início do texto, a narradora diz: "Longe, na minha memória: lá é o tempo e o espaço da minha história". Portanto, segundo ela, tempo e espaço estão na memória. A) Errada: a Itália e 1890 são o cenário narrado, mas a autora diz que o tempo e o espaço estão na memória. B) Errada: o Brasil e o futuro não são o espaço e o tempo indicados. D) Errada: as descrições são o meio de contar, não onde se localizam. E) Errada: ela diz que é memória, não imaginação. Referência: LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. FTD, 2018. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O pronome "ela" retoma "minha mãe". Na frase, "Eu perdera minha querida avozinha, mas ia ganhar finalmente minha mãe. Ela tinha escrito...", o pronome "Ela" retoma o termo "mãe", mencionado imediatamente antes. É a mãe que escreveu a carta sobre o enxoval. A) Errada: a avó havia sido perdida e não poderia escrever. C) Errada: "querida" é adjetivo. D) Errada: "espera" faz parte da expressão "à minha espera". E) Errada: "roupas" é objeto e não pode ser sujeito de "tinha escrito". Referência: Coesão referencial: pronomes pessoais. Resolução comentada do VaiConcursos.Colégio Militar de São Paulo — Concurso de Admissão 2022/2023 — 6º ano — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa
Resolução comentada
Análise das alternativas
Assim sendo, o resultado da divisão entre a soma da distância latitudinal com a longitudinal territorial, pela diferença entre as distâncias latitudinal e longitudinal é de, aproximadamente:
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O Viaduto do Chá foi o primeiro viaduto da cidade de São Paulo. Tem esse nome porque havia nas proximidades uma extensa plantação de chá da Índia. Com estrutura metálica vinda da Alemanha, o viaduto foi inaugurado em 1892. Liga a rua Direita (Centro Velho) com a rua do Chá, atual rua Barão de Itapetininga (Centro Novo). Durante muitos anos o Viaduto do Chá foi o principal cartão postal da cidade. O viaduto era iluminado por 26 lâmpadas a gás e contava, para fins estéticos, com obras de arte em suas quatro extremidades e balaustrada de bronze, com o logotipo da Companhia de Ferro. Eram cobrados Rs 60 (sessenta réis) ou três vinténs (que na época eram equivalentes) para a utilização da passagem, o que garantiu o apelido de Viaduto dos Três Vinténs. Considerando que naquele momento a construção custou Rs 1800$000 (um milhão e oitocentos mil réis), responda o que se pede:
Disponível em: https://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/pontos-turisticos/viaduto-do-cha/ - adaptado. Acesso em 15 Jun. 2022.
Qual será a quantidade de pedestres pagantes para que alcancemos 2/3 do valor dessa obra?Resolução comentada
Análise das alternativas
O Viaduto do Chá foi o primeiro viaduto da cidade de São Paulo. Tem esse nome porque havia nas proximidades uma extensa plantação de chá da Índia. Com estrutura metálica vinda da Alemanha, o viaduto foi inaugurado em 1892. Liga a rua Direita (Centro Velho) com a rua do Chá, atual rua Barão de Itapetininga (Centro Novo). Durante muitos anos o Viaduto do Chá foi o principal cartão postal da cidade. O viaduto era iluminado por 26 lâmpadas a gás e contava, para fins estéticos, com obras de arte em suas quatro extremidades e balaustrada de bronze, com o logotipo da Companhia de Ferro. Eram cobrados Rs 60 (sessenta réis) ou três vinténs (que na época eram equivalentes) para a utilização da passagem, o que garantiu o apelido de Viaduto dos Três Vinténs. Considerando que naquele momento a construção custou Rs 1800$000 (um milhão e oitocentos mil réis), responda o que se pede:
Disponível em: https://www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/pontos-turisticos/viaduto-do-cha/ - adaptado. Acesso em 15 Jun. 2022.
Sabendo que o fluxo médio de pessoas que utilizavam a passagem era de 8 pessoas por hora e que o viaduto ficava fechado durante o período da noite, ou seja, estava aberto das 06:00h às 18:00h, qual será o tempo aproximado, em meses, para que o valor arrecadado com a utilização da passagem possa equivaler ao custo da obra?Resolução comentada
Análise das alternativas
A área que hoje constitui o Parque do Ibirapuera, anteriormente, era um território úmido e sujeito a constantes alagamentos, daí ser conhecido como ypi-ra-ouêra, que tem o sentido de "pau podre" ou "árvore apodrecida" no idioma tupi. Em 1927, porém, o funcionário municipal Manuel Lopes de Oliveira, conhecido como “Manequinho Lopes”, concebeu o projeto de cultivar em seu solo inúmeros eucaliptos australianos, visando assim a extrair as águas deste antigo campo de pastagens e reduzir sua taxa de umidade. Seu sucesso foi tão significativo que hoje ele dá nome ao viveiro do Parque Ibirapuera.
Hoje o Parque do Ibirapuera é um dos mais visitados da cidade e também o que proporciona o maior número de atrações. Em seu interior, é possível encontrar opções como o Planetário, o Museu de Arte Contemporânea, a Oca, o Auditório Ibirapuera, o Pavilhão da Bienal, o Pavilhão Japonês e o Viveiro, entre outras.
Disponível em: https://www.infoescola.com/sao-paulo/parque-do-ibirapuera/ - adaptado. Acesso em: 17 Jun. 2022.
A quantidade média de visitantes que o Parque do Ibirapuera recebeu em um determinado período foi dividido de acordo com o seu grau de escolaridade e foi representado na tabela abaixo:
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Com base nas informações da tabela acima, assinale a alternativa correta:Resolução comentada
Análise das alternativas
Veja o algoritmo que o aplicativo faz para associar o código à sua senha:
Vamos supor que o código seja o número 349896167540. A senha obedecerá aos seguintes critérios:
i) Somar os três últimos algarismos do código (540 = 5 + 4 + 0 = 9) Usar para a senha 009.
ii) Obter a metade dos próximos 3 algarismos anteriores (167 ÷ 2 = 83,5) Usar 835.
iii) Os próximos três algarismos serão invertidos (no caso 896) Usar para a senha 698.
iv) E por fim, os três primeiros algarismos do código serão divididos pela soma de seus próprios algarismos [349 ÷ (3 + 4 + 9) = 349 ÷ 16 = 21,8] Usar 218.
Portanto, para o código 349896167540 a senha será 009835698218.
Um jogador, ao se inscrever, obteve o código 988923199979. Determine a senha associada a esse código e assinale a alternativa correspondente.Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Nota: As dimensões na figura estão em metros.
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“A estrela de cinco pontas, símbolo dos Colégios Militares, representa a vitória; e o castelo representa as fortificações, bem como é o símbolo da Arma de Engenharia do Exército Brasileiro.
A vinda da Coroa Portuguesa para o Brasil impôs a necessidade de reforçar as fortificações, que resistem até os dias de hoje, em pontos estratégicos do litoral brasileiro e nos longínquos rincões de nossas fronteiras. Para esse projeto, houve a convocação dos melhores nomes da engenharia portuguesa, que acabaram por constituir o embrião da engenharia militar brasileira. Da natureza de seu trabalho, surgiu o símbolo da Arma – o tradicional ‘castelo’”.
Disponível em: https://www.cmcg.eb.mil.br/simbolo#:~:text=Significado%20do%20S%C3%ADmbolo&text=A%20estrela%20de%20cinco%20pontas,de%20Engenharia%20do%20Ex%C3%A9rcito%20Brasileiro. Acesso em: 24 Jun. 2022.
O texto representa o orgulho do aluno do colégio militar, e o símbolo é a estrela de cinco pontas representada abaixo.
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Disponível em: http://www.cmrj.eb.mil.br/editoria-a/menu-nivel-2/menu-nivel-3/pagina-2-titulo-do-texto-institucional/76-corpo-alunos/historico/111-significado-do-simbolo Acesso em: 24 Jun. 2022.
Com base na figura, e nas afirmações abaixo, assinale as alternativas verdadeiras.
I. Unindo as pontas com segmentos de reta, temos um pentágono.
II. A estrela é classificada como um hexágono.
III. Pode ser classificada como um polígono.
IV. Podemos passar 5 diagonais, partindo de um único vértice, de um decágono regular.
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(Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/mapa-mundi.htm. Acesso em 24 Jun 2020.)
O primeiro avião (A1) percorreu a enorme distância de 25.300 km em 48 horas e 15 minutos. O segundo avião (A2) fez o mesmo percurso em 44 horas e 36 minutos. Marque a alternativa que apresenta a distância aproximada que os dois aviões voaram, em média, em 1 hora. (A velocidade média é a distância voada dividida pelo tempo necessário para isso).
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Poliedro é todo sólido geométrico que possui faces (superfícies) formadas por polígonos. Planificação de um sólido geométrico é a figura geométrica plana formada pela superfície desse sólido. Observe uma das possíveis planificações ou projeções do cubo.
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Agora, atente-se para a seguinte projeção:
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Ao montar um dado a partir dessa planificação, podemos afirmar que a soma dos números representados na face que contém o número 2 com sua face oposta é igual a:Resolução comentada
Análise das alternativas
Informação 1 — Alunos: Fábio; Geraldo; José
Informação 2 — Esportes: futebol; handebol; tênis de mesa
Informação 3 — Cidades: Barueri; Osasco; São Paulo
Informações Diversas
(1) Pelo menos dois deles jogam tênis de mesa e pelo menos dois futebol.
(2) Um deles mora em Osasco, um em São Paulo e um em Barueri. Nenhum deles vive em dois desses lugares.
(3) Apenas José e o que mora em Osasco são jogadores de tênis de mesa.
(4) Apenas Geraldo e o que mora em São Paulo são jogadores de futebol.
(5) Fábio, que joga handebol, é mais velho que o menino que mora em São Paulo.
(6) Nenhum dos jogadores de tênis de mesa joga handebol.
(7) O jogador de handebol não é o mais velho dos três meninos.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
A menina que fez a América
A minha história começa muitos e muitos anos atrás. Atrás de onde? – podem perguntar vocês. E eu responderei: atrás de hoje. Ontem. Antes de anteontem. Longe, na minha memória: lá é o tempo e o espaço da minha história.
Aqui está para vocês o papel da minha história: vou contar…
Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, no sul da Itália, uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no mar Adriático.
É lá. Lá, naquela terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do reflorescer da primavera.
Saracena: este era o nome do lugar pequenino onde nasci. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre os telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do riso das crianças e do lamento dos sinos nas igrejas.
Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.
Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella. Meu pai morreu muito cedo, de um ataque do coração, quando eu tinha dois anos de idade e meu irmãozinho era ainda uma criança de berço. E foi assim que minha mãe, Giusepina Ventimiglia, uma jovem fiandeira da Saracena, ficou sendo uma viúva moça, com dois filhos para criar. Mas não ficou sozinha por muito tempo…
Em fins do século XIX, a vida estava difícil para os trabalhadores dos campos da Itália e de outras partes da Europa. Faltava serviço e, quando havia, era mal pago. Então, começaram a surgir notícias de que lá, no outro lado do oceano, nas terras jovens e ainda pouco exploradas do Novo Mundo, havia necessidade de gente disposta a trabalhar duro com a promessa de enriquecer em pouco tempo.
E os homens começaram a partir, sozinhos ou com as famílias. Iam para a América do Norte ou vinham para a América do Sul, muitos deles para o Brasil. Eram os imigrantes. E para cá vieram, sobretudo depois de 1888, a fim de substituir a mão de obra dos africanos, libertados após a abolição da escravatura.
Por isso, quando Vincenzo Laurito pediu a mão de Giuseppina Ventimiglia, foi logo dizendo:
- Você quer ir para o Brasil comigo? As crianças ficam aqui na aldeia com os avós, até juntarmos dinheiro por lá. Então mandaremos buscá-las.
Assim, Vincenzo casou-se com Giuseppina, e os dois partiram para fazer a América. E eu e meu irmãozinho Caetano ficamos sozinhos na Saracena. Ele, sob a guarda do pai de nosso pai morto; eu, sob os cuidados dos pais de nossa mãe ausente.
Éramos órfãos adotados em lares diferentes. Mas nosso destino comum já estava traçado: algum dia também nós seríamos dois pequenos emigrados da Calábria, que atravessariam o mar em busca da família, agora partida em duas metades: uma, italiana; outra, brasileira.
(…)
LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. 3ª edição. FTD: São Paulo. 2018
GLOSSÁRIO
Silvestre: selvagem; aquilo que tem característica de selva.
Reflorescer: cobrir-se novamente de flores.
Chiar: produzir som ou canto.
Burburinho: barulho que não se consegue distinguir; confusão de vozes.
Lamento: expressar mágoa; queixar-se de algo.
Fiandeira: mulher que produz fio a partir de fibras, usado depois na costura.
Novo Mundo: nome dado às Américas (América do Norte, América do Sul e América Central).
Escravatura: o mesmo que escravidão.
Chamamos de narrador (ou narradora) a pessoa que narra (ou conta) a história. Assinale a alternativa que indica os mecanismos utilizados no texto que permitem ao leitor identificar o narrador.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
A menina que fez a América
A minha história começa muitos e muitos anos atrás. Atrás de onde? – podem perguntar vocês. E eu responderei: atrás de hoje. Ontem. Antes de anteontem. Longe, na minha memória: lá é o tempo e o espaço da minha história.
Aqui está para vocês o papel da minha história: vou contar…
Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, no sul da Itália, uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no mar Adriático.
É lá. Lá, naquela terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do reflorescer da primavera.
Saracena: este era o nome do lugar pequenino onde nasci. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre os telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do riso das crianças e do lamento dos sinos nas igrejas.
Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.
Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella. Meu pai morreu muito cedo, de um ataque do coração, quando eu tinha dois anos de idade e meu irmãozinho era ainda uma criança de berço. E foi assim que minha mãe, Giusepina Ventimiglia, uma jovem fiandeira da Saracena, ficou sendo uma viúva moça, com dois filhos para criar. Mas não ficou sozinha por muito tempo…
Em fins do século XIX, a vida estava difícil para os trabalhadores dos campos da Itália e de outras partes da Europa. Faltava serviço e, quando havia, era mal pago. Então, começaram a surgir notícias de que lá, no outro lado do oceano, nas terras jovens e ainda pouco exploradas do Novo Mundo, havia necessidade de gente disposta a trabalhar duro com a promessa de enriquecer em pouco tempo.
E os homens começaram a partir, sozinhos ou com as famílias. Iam para a América do Norte ou vinham para a América do Sul, muitos deles para o Brasil. Eram os imigrantes. E para cá vieram, sobretudo depois de 1888, a fim de substituir a mão de obra dos africanos, libertados após a abolição da escravatura.
Por isso, quando Vincenzo Laurito pediu a mão de Giuseppina Ventimiglia, foi logo dizendo:
- Você quer ir para o Brasil comigo? As crianças ficam aqui na aldeia com os avós, até juntarmos dinheiro por lá. Então mandaremos buscá-las.
Assim, Vincenzo casou-se com Giuseppina, e os dois partiram para fazer a América. E eu e meu irmãozinho Caetano ficamos sozinhos na Saracena. Ele, sob a guarda do pai de nosso pai morto; eu, sob os cuidados dos pais de nossa mãe ausente.
Éramos órfãos adotados em lares diferentes. Mas nosso destino comum já estava traçado: algum dia também nós seríamos dois pequenos emigrados da Calábria, que atravessariam o mar em busca da família, agora partida em duas metades: uma, italiana; outra, brasileira.
(…)
LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. 3ª edição. FTD: São Paulo. 2018
GLOSSÁRIO
Silvestre: selvagem; aquilo que tem característica de selva.
Reflorescer: cobrir-se novamente de flores.
Chiar: produzir som ou canto.
Burburinho: barulho que não se consegue distinguir; confusão de vozes.
Lamento: expressar mágoa; queixar-se de algo.
Fiandeira: mulher que produz fio a partir de fibras, usado depois na costura.
Novo Mundo: nome dado às Américas (América do Norte, América do Sul e América Central).
Escravatura: o mesmo que escravidão.
Como podemos entender o título do texto “A menina que fez a América”?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
A menina que fez a América
A minha história começa muitos e muitos anos atrás. Atrás de onde? – podem perguntar vocês. E eu responderei: atrás de hoje. Ontem. Antes de anteontem. Longe, na minha memória: lá é o tempo e o espaço da minha história.
Aqui está para vocês o papel da minha história: vou contar…
Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, no sul da Itália, uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no mar Adriático.
É lá. Lá, naquela terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do reflorescer da primavera.
Saracena: este era o nome do lugar pequenino onde nasci. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre os telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do riso das crianças e do lamento dos sinos nas igrejas.
Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.
Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella. Meu pai morreu muito cedo, de um ataque do coração, quando eu tinha dois anos de idade e meu irmãozinho era ainda uma criança de berço. E foi assim que minha mãe, Giusepina Ventimiglia, uma jovem fiandeira da Saracena, ficou sendo uma viúva moça, com dois filhos para criar. Mas não ficou sozinha por muito tempo…
Em fins do século XIX, a vida estava difícil para os trabalhadores dos campos da Itália e de outras partes da Europa. Faltava serviço e, quando havia, era mal pago. Então, começaram a surgir notícias de que lá, no outro lado do oceano, nas terras jovens e ainda pouco exploradas do Novo Mundo, havia necessidade de gente disposta a trabalhar duro com a promessa de enriquecer em pouco tempo.
E os homens começaram a partir, sozinhos ou com as famílias. Iam para a América do Norte ou vinham para a América do Sul, muitos deles para o Brasil. Eram os imigrantes. E para cá vieram, sobretudo depois de 1888, a fim de substituir a mão de obra dos africanos, libertados após a abolição da escravatura.
Por isso, quando Vincenzo Laurito pediu a mão de Giuseppina Ventimiglia, foi logo dizendo:
- Você quer ir para o Brasil comigo? As crianças ficam aqui na aldeia com os avós, até juntarmos dinheiro por lá. Então mandaremos buscá-las.
Assim, Vincenzo casou-se com Giuseppina, e os dois partiram para fazer a América. E eu e meu irmãozinho Caetano ficamos sozinhos na Saracena. Ele, sob a guarda do pai de nosso pai morto; eu, sob os cuidados dos pais de nossa mãe ausente.
Éramos órfãos adotados em lares diferentes. Mas nosso destino comum já estava traçado: algum dia também nós seríamos dois pequenos emigrados da Calábria, que atravessariam o mar em busca da família, agora partida em duas metades: uma, italiana; outra, brasileira.
(…)
LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. 3ª edição. FTD: São Paulo. 2018
GLOSSÁRIO
Silvestre: selvagem; aquilo que tem característica de selva.
Reflorescer: cobrir-se novamente de flores.
Chiar: produzir som ou canto.
Burburinho: barulho que não se consegue distinguir; confusão de vozes.
Lamento: expressar mágoa; queixar-se de algo.
Fiandeira: mulher que produz fio a partir de fibras, usado depois na costura.
Novo Mundo: nome dado às Américas (América do Norte, América do Sul e América Central).
Escravatura: o mesmo que escravidão.
No trecho “Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.”, o que a garota quis dizer?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
A menina que fez a América
A minha história começa muitos e muitos anos atrás. Atrás de onde? – podem perguntar vocês. E eu responderei: atrás de hoje. Ontem. Antes de anteontem. Longe, na minha memória: lá é o tempo e o espaço da minha história.
Aqui está para vocês o papel da minha história: vou contar…
Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, no sul da Itália, uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no mar Adriático.
É lá. Lá, naquela terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do reflorescer da primavera.
Saracena: este era o nome do lugar pequenino onde nasci. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre os telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do riso das crianças e do lamento dos sinos nas igrejas.
Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.
Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella. Meu pai morreu muito cedo, de um ataque do coração, quando eu tinha dois anos de idade e meu irmãozinho era ainda uma criança de berço. E foi assim que minha mãe, Giusepina Ventimiglia, uma jovem fiandeira da Saracena, ficou sendo uma viúva moça, com dois filhos para criar. Mas não ficou sozinha por muito tempo…
Em fins do século XIX, a vida estava difícil para os trabalhadores dos campos da Itália e de outras partes da Europa. Faltava serviço e, quando havia, era mal pago. Então, começaram a surgir notícias de que lá, no outro lado do oceano, nas terras jovens e ainda pouco exploradas do Novo Mundo, havia necessidade de gente disposta a trabalhar duro com a promessa de enriquecer em pouco tempo.
E os homens começaram a partir, sozinhos ou com as famílias. Iam para a América do Norte ou vinham para a América do Sul, muitos deles para o Brasil. Eram os imigrantes. E para cá vieram, sobretudo depois de 1888, a fim de substituir a mão de obra dos africanos, libertados após a abolição da escravatura.
Por isso, quando Vincenzo Laurito pediu a mão de Giuseppina Ventimiglia, foi logo dizendo:
- Você quer ir para o Brasil comigo? As crianças ficam aqui na aldeia com os avós, até juntarmos dinheiro por lá. Então mandaremos buscá-las.
Assim, Vincenzo casou-se com Giuseppina, e os dois partiram para fazer a América. E eu e meu irmãozinho Caetano ficamos sozinhos na Saracena. Ele, sob a guarda do pai de nosso pai morto; eu, sob os cuidados dos pais de nossa mãe ausente.
Éramos órfãos adotados em lares diferentes. Mas nosso destino comum já estava traçado: algum dia também nós seríamos dois pequenos emigrados da Calábria, que atravessariam o mar em busca da família, agora partida em duas metades: uma, italiana; outra, brasileira.
(…)
LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. 3ª edição. FTD: São Paulo. 2018
GLOSSÁRIO
Silvestre: selvagem; aquilo que tem característica de selva.
Reflorescer: cobrir-se novamente de flores.
Chiar: produzir som ou canto.
Burburinho: barulho que não se consegue distinguir; confusão de vozes.
Lamento: expressar mágoa; queixar-se de algo.
Fiandeira: mulher que produz fio a partir de fibras, usado depois na costura.
Novo Mundo: nome dado às Américas (América do Norte, América do Sul e América Central).
Escravatura: o mesmo que escravidão.
Segundo a autora do texto, onde se localizam o espaço e o tempo da história?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
A menina que fez a América
A minha história começa muitos e muitos anos atrás. Atrás de onde? – podem perguntar vocês. E eu responderei: atrás de hoje. Ontem. Antes de anteontem. Longe, na minha memória: lá é o tempo e o espaço da minha história.
Aqui está para vocês o papel da minha história: vou contar…
Eu nasci no ano de 1890, numa pequena aldeia da Calábria, no sul da Itália, uma terra em forma de bota, que dá um pontapé no mar Mediterrâneo e um chute de calcanhar no mar Adriático.
É lá. Lá, naquela terra entre mares, foi que eu nasci num dia de inverno, quando as flores silvestres que perfumavam o ar puro dos campos da minha aldeia estavam à espera do reflorescer da primavera.
Saracena: este era o nome do lugar pequenino onde nasci. A Saracena de 1890 era aquela sem a comunicação do telefone, os sons do rádio e as imagens da televisão nas casas; sem o eco dos carros e das motocicletas nas estradas ou o ronco dos aviões sobre os telhados. A música que andava no ar, nos tempos da minha infância, vinha do canto dos pássaros, do chiar das rodas das carroças, das batidas dos cascos dos cavalos, do burburinho do riso das crianças e do lamento dos sinos nas igrejas.
Essa era a voz da terra onde começava a minha vida e terminava o meu mundo.
Nunca cheguei a conhecer meu pai, Domenico Gallo. Só em retrato: um homem alto, bonito, de finos bigodes. Ah, esqueci de dizer que meu nome é Fortunata e que, quando menina, me chamavam de Fortunatella. Meu pai morreu muito cedo, de um ataque do coração, quando eu tinha dois anos de idade e meu irmãozinho era ainda uma criança de berço. E foi assim que minha mãe, Giusepina Ventimiglia, uma jovem fiandeira da Saracena, ficou sendo uma viúva moça, com dois filhos para criar. Mas não ficou sozinha por muito tempo…
Em fins do século XIX, a vida estava difícil para os trabalhadores dos campos da Itália e de outras partes da Europa. Faltava serviço e, quando havia, era mal pago. Então, começaram a surgir notícias de que lá, no outro lado do oceano, nas terras jovens e ainda pouco exploradas do Novo Mundo, havia necessidade de gente disposta a trabalhar duro com a promessa de enriquecer em pouco tempo.
E os homens começaram a partir, sozinhos ou com as famílias. Iam para a América do Norte ou vinham para a América do Sul, muitos deles para o Brasil. Eram os imigrantes. E para cá vieram, sobretudo depois de 1888, a fim de substituir a mão de obra dos africanos, libertados após a abolição da escravatura.
Por isso, quando Vincenzo Laurito pediu a mão de Giuseppina Ventimiglia, foi logo dizendo:
- Você quer ir para o Brasil comigo? As crianças ficam aqui na aldeia com os avós, até juntarmos dinheiro por lá. Então mandaremos buscá-las.
Assim, Vincenzo casou-se com Giuseppina, e os dois partiram para fazer a América. E eu e meu irmãozinho Caetano ficamos sozinhos na Saracena. Ele, sob a guarda do pai de nosso pai morto; eu, sob os cuidados dos pais de nossa mãe ausente.
Éramos órfãos adotados em lares diferentes. Mas nosso destino comum já estava traçado: algum dia também nós seríamos dois pequenos emigrados da Calábria, que atravessariam o mar em busca da família, agora partida em duas metades: uma, italiana; outra, brasileira.
(…)
LAURITO, Ilka Brunhilde. A menina que fez a América. 3ª edição. FTD: São Paulo. 2018
GLOSSÁRIO
Silvestre: selvagem; aquilo que tem característica de selva.
Reflorescer: cobrir-se novamente de flores.
Chiar: produzir som ou canto.
Burburinho: barulho que não se consegue distinguir; confusão de vozes.
Lamento: expressar mágoa; queixar-se de algo.
Fiandeira: mulher que produz fio a partir de fibras, usado depois na costura.
Novo Mundo: nome dado às Américas (América do Norte, América do Sul e América Central).
Escravatura: o mesmo que escravidão.
Releia o seguinte trecho:
“Eu perdera minha querida avozinha, mas ia ganhar finalmente minha mãe. Ela tinha escrito que havia um enxoval a minha espera no Brasil, e que eu devia deixar todas as minhas roupas velhas para trás.”
O pronome pessoal ela se refere a que outro termo na frase?Resolução comentada
Análise das alternativas
Uma expedição militar no Pantanal percorreu no primeiro dia 6/15 do caminho, no segundo dia 15/45 desse mesmo caminho e no terceiro dia os restantes 1.000 km. Marque a alternativa que indica a distância total percorrida:
O Brasil é considerado um país de dimensões continentais, em razão de sua extensa área territorial. A distância dos pontos extremos latitudinal (norte-sul) do Brasil é de 4.394 quilômetros, do Monte Caburaí, em Roraima, até o Arroio Chuí, no Rio Grande do Sul. Já na extensão longitudinal (leste-oeste), os pontos extremos localizam-se na nascente do rio Moa, no Acre até a Ponta do Seixas na Paraíba, e têm uma distância de 4.319 km entre eles.
Texto-base:
Texto-base:
Leia o texto abaixo e responda.
A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - OBMEP é um projeto nacional dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada – IMPA, com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática – SBM, e promovida com recursos do Ministério da Educação – MEC e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações – MCTI. Os Colégios Militares sempre participam, com enormes percentuais de premiação. Para o próximo evento, o Colégio Militar de Campo Grande (CMCG) irá inscrever 180 alunos; o Colégio Militar do Rio de Janeiro (CMRJ) 252 e o Colégio Militar de São Paulo inscreverá 120 alunos. Esses alunos serão divididos virtualmente em grupos de estudo preparatório para a Olimpíada. Cada grupo deverá ter representantes dos três Colégios e o número de alunos de cada Colégio deverá ser sempre o mesmo em cada grupo. Dessa maneira, o maior número de grupos que pode ser formado será:
Um aplicativo de jogos pela internet permite a adesão de jogadores por intermédio de log in. Para isso, é fornecido ao interessado, um código de acesso e sua respectiva senha.
No estacionamento do CMSP, há um total de 60 automóveis de passageiros dos tipos ”A”, ”B”, "C" e "D". O número de automóveis "A" é o dobro do número de automóveis dos outros três tipos juntos. Além disso, o número de automóveis do tipo "B" é o triplo dos tipos "C" e "D" juntos e, ainda, a quantidade de carros "C" é quatro vezes a quantidade de carros "D". Assim posto, assinale a alternativa que mostra a quantidade de carros do tipo “D” existentes nesse estacionamento.
Maria e Ricardo, futuros alunos do CMSP, moram em cidades distintas no interior. Maria costuma visitar a capital uma vez a cada 10 dias, enquanto Ricardo a visita a cada 12 dias. Sabendo que ambos se encontraram em uma quarta-feira, dia 7 de setembro, para acompanhar o Desfile Militar do CPOR/CMSP, assinale a alternativa que indica a próxima vez que os dois irão se encontrar.
Em uma vila militar, muitas casas estão sendo pintadas. A pintura externa da fachada das casas vai da parede até o telhado (retângulo mais o triângulo isósceles) conforme o esboço da figura abaixo. O custo total da pintura será de R$ 1.310,17. Calcule a área a ser pintada e assinale a alternativa correta do valor em m² gasto com a pintura.
Leia o excerto:
Uma missão militar envolvendo dois aviões cargueiros militares partiu da Europa e cruzaram a Ásia e a Austrália chegando à Antártica. Durante esse percurso sobrevoaram, também, o Oceano Pacífico e o Oceano Índico.
Em nosso dia a dia, temos contato com objetos que têm o formato de poliedro.
O Aluno Renato, do 6º Ano do Colégio Militar de São Paulo, gosta muito de brincar com números e obteve resultados de 1 a 9 utilizando, nas operações matemáticas, apenas o algarismo 8, os quatro símbolos aritméticos: +, −, x, ÷ e parênteses. Renato sabe que na aritmética há prioridades entre as operações fundamentais. A afirmativa correta que representa o resultado 9 é a letra:
José, Geraldo e Fábio, alunos do Colégio Militar de São Paulo foram para um acampamento de férias. Leia atentamente as informações sobre esses alunos, a seguir, e assinale a alternativa referente a cada um dos três meninos: onde moram, qual dos três esportes praticam, quem é o mais velho e o mais novo:
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