← Voltar para a lista de provas Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército 60 questões nesta prova · página 1 de 3 · 60 com gabarito Gabarito disponível O modo de tratar animais revela a forma de amar as pessoas. O texto afirma que a relação com os animais é uma espécie de 'raio x das nossas formas de amar', revelando como amamos. Logo, D. A: o texto não fala de empatia maior. B: o texto não afirma que o amor pelos filhos é narcisista, em contraste com o amor por animais. C: não afirma que é mais simples amar pessoas. E: o texto diz que se pode maltratar o que se ama, não que se cuida melhor. Referência: Christian Dunker, Reinvenção da intimidade. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Alternativa C é a única com pontuação e crase corretas. Em 'E, muitas vezes, essa confusão se infiltra e causa prejuízos à vida dos casais', o adjunto intercalado está bem isolado por vírgulas e a crase em 'à vida' é correta (prejuízos a + a vida). Por isso C. A: crase antes de pronome ('à ele') e vírgulas indevidas. B: crase antes de palavra masculina plural ('à animais') e vírgula entre sujeito e verbo. D: vírgula separando sujeito e verbo e crase antes de pronome ('à nós'). E: vírgula indevida e crase antes de verbo ('à se dispersar'). Referência: Crase e pontuação — norma-padrão. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Verbo pronominal 'confundem-se' concorda com o sujeito composto plural. Em 'Confundem-se, no narcisismo, o amar o outro e o amar-se a si mesmo', o sujeito composto exige o verbo no plural, concordando com ele na voz passiva sintética. É a C. A: 'haver' no sentido de existir é impessoal, então 'haver animais'. B: o sujeito é singular, então 'cuidou'. D: 'Existem laços' (sujeito plural). E: o sujeito 'uma forma' é singular, então 'é revivida'. Referência: Concordância verbal — gramática normativa. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o texto, emoções e sentimentos podem ser expressos. O texto diz que as emoções são detectáveis externamente (expressão facial, voz etc.) e que os sentimentos são comunicados pela linguagem: 'Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos'. Logo, ambos podem ser expressos (D). A: o texto não relaciona a intensidade dos sentimentos à linguagem. B: não afirma que emoções fortes são facilmente verbalizadas. C: o texto não compara sutileza. E: o texto não diz que atitudes desencadeiam emoções; são os estímulos. Referência: Frans de Waal, O último abraço da matriarca. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Conheço-os; que o movem: colocação adequada. 'Conheço meus sentimentos' vira 'Conheço-os', com ênclise por não haver atrativo. Em 'que movem o comportamento', o pronome relativo 'que' atrai o pronome oblíquo, portanto 'que o movem'. É a A. B: próclise inicial e ênclise com 'que' são inadequadas. C: 'lhes' não substitui objeto direto, e 'Conheço-lhes' é incorreto. D: próclise no início de oração e ênclise após 'que' estão erradas. E: 'lhe' é inadequado para objeto direto. Referência: Colocação pronominal — norma-padrão. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Os poemas são pássaros' é uma metáfora. Há identificação direta entre poemas e pássaros, sem termo comparativo (como/tal qual), o que caracteriza metáfora. Assim, E. A: não há ideias contraditórias. B: a personificação atribui ações humanas a seres não humanos, o que não ocorre aqui. C: não há troca por contiguidade. D: não há ironia. Referência: Figuras de linguagem. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível A lei admitia o cativeiro do indígena capturado em guerra justa. Segundo Monteiro, a lei de 1570 e legislação posterior permitiam o cativeiro de índios capturados em 'guerra justa', declarada pela Coroa, e dos que praticassem antropofagia. Os colonos usaram isso como brecha. Logo, C. A, B, D e E: língua, organização tribal, adesão a missões ou localização de fronteira não eram motivos legais para o cativeiro. Referência: John Manuel Monteiro, Negros da terra. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível João José Reis desfaz a imagem do quilombo isolado e numeroso: eram pequenos e integrados. No artigo sobre o Oitizeiro, Reis mostra que os quilombos eram, em geral, pequenos, próximos a povoações e fazendas, com relações ora conflituosas, ora amistosas, desfazendo a visão de refúgio isolado. É a alternativa D. A: Palmares foi exceção, não o modelo típico. B: o isolamento não era a regra; havia integração econômica. C: quilombos existiram ao longo de todo o período escravista. E: a origem não está nas colônias francesas e o modelo não era igualitário. Referência: João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitizeiro (in Liberdade por um fio). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível O PRP criticava o centralismo e propunha uma república federativa por via pacífica. O PRP, criado após a Convenção de Itu, criticava o centralismo imperial e propunha reforma pacífica e a república federativa. Os cafeicultores paulistas queriam maior autonomia provincial. Logo, E. A: não criticava a imigração; os cafeicultores a defendiam. B: não defendia a abolição imediata, e os fazendeiros eram escravistas. C: plebiscito e fusão das casas não eram o programa. D: não propunha reforma radical contra a insuficiência das leis abolicionistas. Referência: Schwarcz e Starling, Brasil: uma biografia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O Estado pós-1930 teve atuação social, protegendo trabalhadores urbanos e os incorporando à aliança de classes. Fausto aponta que o Estado pós-1930 teve atuação social, com legislação trabalhista e proteção aos trabalhadores urbanos, que foram incorporados a uma aliança de classes sob o poder estatal. É a alternativa A. B: houve fortalecimento do Executivo, não do Legislativo. C: a política econômica passou a priorizar a industrialização. D: o rádio foi estimulado e usado na propaganda, com censura. E: não houve universalização do ensino primário nem proibição do ensino religioso. Referência: Boris Fausto, História do Brasil — Revolução de 1930 e o Estado. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Vitória de Dutra ligada à máquina do PSD e ao prestígio de Vargas. Para Boris Fausto, Dutra venceu graças à força da máquina do PSD, montada com os interventores do Estado Novo, e ao apoio de Vargas, cujo 'Ele disse: votem em Dutra' atraiu o voto trabalhador. A alternativa A reflete isso. B: não é o argumento de Fausto. C: o apoio do PCB foi a Yedo Fiúza. D: o PTB não defendeu o fim do salário mínimo. E: a UDN foi a derrotada, com o brigadeiro Eduardo Gomes. Referência: Boris Fausto, História do Brasil — República de 1945. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível A desconcentração industrial foi muito impulsionada por decisões políticas e incentivos governamentais. A desconcentração industrial, que levou indústrias da Grande São Paulo a outras áreas, foi favorecida por guerra fiscal, incentivos e investimentos de governos federal e estaduais. Assim, a decisão política de favorecer a migração (D) é o argumento destacado. A: matéria-prima não é o argumento central. B: mão de obra barata ajuda, mas o enunciado e gabarito apontam o fator político. C: estruturas tecnológicas sólidas permanecem concentradas no Sudeste. E: coesão entre regiões não explica o processo. Referência: Geografia econômica do Brasil — desconcentração industrial. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Baixo valor das terras do cerrado, antes de pecuária extensiva, favoreceu a expansão agrícola. Entre os fatores da expansão da agricultura tecnificada no cerrado estão o baixo preço das terras, planas e ocupadas por pecuária extensiva, além de tecnologia, correção de solos e políticas públicas. Por isso A é a correta. B: a expansão gerou fortes impactos ambientais. C: o capital veio sobretudo de produtores do Sul e de empresas, não de grupos goianos e mato-grossenses. D: os solos do cerrado são ácidos e pobres, precisando de correção. E: a rede urbana na região era rarefeita e recente. Referência: Geografia do Brasil — Cerrado e fronteira agrícola. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponívelEsFCEx — Concurso de Admissão 2022 — Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar — Área: Ciências Contábeis — 004. Prova Objetiva — Versão A
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)
De acordo com o texto, é possível afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)
Assinale a alternativa cujo trecho reescrito está de acordo com a norma-padrão de pontuação e crase.Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)
De acordo com o texto, é possível afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)
Assinale a alternativa em que os trechos − Conheço meus sentimentos... – e – ...que movem o comportamento. – foram reescritos de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)
No verso – Os poemas são pássaros que chegam − háResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)
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(John Manuel Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes das origens de São Paulo)
A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena queResolução comentada
Análise das alternativas
(João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitezeiro – Bahia, 1806. Em: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (org.), Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil)
A partir do excerto, acerca dos quilombos no Brasil, segundo o artigo de João José Reis, é correto afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
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(Sérgio Silva, Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. Apud José Miguel Arias Neto, Primeira República: economia cafeeira, urbanização e industrialização. Em: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (org.). O Brasil Republicano v.1 - O tempo do liberalismo excludente: da Proclamação da República à Revolução de 1930. Adaptado)
A partir dos dados, é correto afirmar que
[…]
A cisão do Partido Liberal levou, então, à formação do Partido Republicano Paulista, em 18 de abril de 1873, que se reuniu na hoje famosa Convenção de Itu.
(Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling, Brasil, uma biografia)
O novo partidoResolução comentada
Análise das alternativas
Um novo tipo de Estado nasceu após 1930, distinguindo-se do Estado oligárquico não apenas pela centralização e pelo maior grau de autonomia como também por outros elementos.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Entre esses outros elementos constitutivos do Estado brasileiro, após 1930, é correto apontar que houve atuação relativa à questãoResolução comentada
Análise das alternativas
Em uma época em que não existiam pesquisas eleitorais, a oposição foi surpreendida pela nítida vitória de Dutra. Tomando-se como base de cálculo os votos dados aos candidatos, com exclusão dos nulos e brancos, o general venceu com 55% dos votos contra 35% atribuídos ao brigadeiro [Eduardo Gomes].
(Boris Fausto, História do Brasil)
Para Boris Fausto, a vitória eleitoral de Dutra teve relação com aResolução comentada
Análise das alternativas
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(https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&id=24037)
O aumento dos índices das regiões metropolitanas entre 2000 e 2010 deveu-se, principalmente,Resolução comentada
Análise das alternativas
Brasil: domínios morfoclimáticos
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(Ab’Sáber, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas.)
I. Este domínio tem mostrado ser o meio físico, ecológico e paisagístico mais complexo e difícil em relação às ações antrópicas. É uma área sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos em todo o território brasileiro. Área de mamelonização extensiva, afetando todos os níveis da topografia (de 10-20 m a 1100-1300 m) de altitude.
II. Este domínio com aproximadamente 400 mil quilômetros quadrados é sujeito a climas subtropicais úmidos de planaltos com invernos relativamente brandos. O domínio comporta as paisagens menos “tropicais” do país. Ainda que a pedração dos solos não tenha sido muito grande na maior parte dos planaltos, é digno de nota que restem apenas 15% a 20% da biomassa original do domínio.
Os textos I e II referem-se, respectivamente, aos domínios indicados no mapa pelos números
Pirâmide etária (2010)
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(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
A pirâmide etária de 2010 refleteResolução comentada
Análise das alternativas
Brasil recursos minerais
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(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
As áreas indicadas pelos números 1 e 2 correspondem, respectivamente,
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
À medida que se tornava cada vez mais aparente a insuficiência do projeto dos aldeamentos enquanto forma de suprir a força de mão de obra, os colonos passaram a intensificar outros meios de recrutamento de índios para os seus serviços. A partir da década de 1580, a despeito das restrições impostas pela legislação portuguesa, os colonos começaram a favorecer a apropriação direta do trabalhador indígena através de expedições predatórias ao sertão. Realmente, a observância estrita da lei nunca figurou entre as práticas prediletas dos paulistas. […] a lei de 1570 e legislação subsequente admitiam o cativeiro […]
Um quilombo dirigido por homens livres. Um quilombo com escravidão. Um quilombo agrícola e cuja produção estava integrada ao mercado regional. Que quilombo era esse? Esta é a história – ou uma das histórias possíveis – do quilombo do Oitizeiro, na Bahia de 1806.
Analise a tabela.
Em 3 de dezembro de 1870 foi publicado o jornal A República, que trazia estampado o “Manifesto republicano brasileiro”, o mesmo que daria base para a fundação de um novo partido em 17 de janeiro de 1872. Formado inicialmente por profissionais liberais ligados a setores urbanos, nomeadamente paulistas, o Partido Republicano organizou seu primeiro congresso em julho de 1873, quando foi reforçado por novos adeptos de fôlego: fazendeiros paulistas que, descontentes com o que consideravam ser uma política intervencionista do Estado, passaram a engrossar as fileiras da oposição à monarquia.
Ao analisar a Revolução de 1930, o historiador Boris Fausto considerou que
As eleições de 1945 despertaram um grande interesse na população. Depois de anos de ditadura, a Justiça Eleitoral ainda não ajustara o processo de recepção e contagem de votos. Pacientemente, os brasileiros formaram longas filas para votar. Nas últimas eleições diretas à presidência da República, em março de 1930, tinham votado 1,9 milhão de eleitores, representando 5,7% da população total; em dezembro de 1945 votaram 6,2 milhões, representando 13,4% da população.
Considere o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) das seguintes regiões metropolitanas:
Nas últimas décadas tem-se observado um crescente processo de desconcentração industrial no Brasil. Dentre os argumentos utilizados para explicar o processo destaca-se
Considere o mapa e os textos para responder à questão.
Considere a pirâmide etária do Brasil para responder à questão.
A rápida expansão da agricultura tecnificada de grãos e fibras no cerrado brasileiro se deve a um conjunto de fatores, sendo um deles
Considere o mapa para responder à questão.