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EsFCEx — Concurso de Admissão 2022 — Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar — Área: Direito — 005. Prova Objetiva — Versão A

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército

Fundação VUNESP2022

60 questões nesta prova · página 1 de 3 · 60 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Resolução comentada

O texto sugere que a relação com os animais de estimação funciona como um raio X de nossas formas de amar.

O autor afirma que a relação com os animais 'vai aparecer ... como uma espécie de raio x das nossas formas de amar'. Ou seja, o modo como alguém trata os animais pode revelar como ama as pessoas, e a alternativa A está de acordo.

Análise das alternativas

B) O texto diz que tratá-los como filhos pode indicar amor narcísico, mas não que isso leve a cuidar melhor. C) O texto liga o narcisismo a ambos os casos e não opõe filhos e animais. D) O texto não fala em empatia nem em afeição. E) Não há a afirmação de que é mais simples amar pessoas por serem os animais agressivos.

Referência: Christian Dunker, Reinvenção da intimidade.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação e Crase

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

Assinale a alternativa cujo trecho reescrito está de acordo com a norma-padrão de pontuação e crase.
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Resolução comentada

Só a alternativa B tem pontuação e crase corretas.

Em 'E, muitas vezes, essa confusão se infiltra e causa prejuízos à vida dos casais', a expressão intercalada está entre vírgulas. A crase em 'à vida' é correta, pois 'causar prejuízos a' pede a preposição 'a' e 'vida' é feminino com artigo.

Análise das alternativas

A) Há vírgula indevida após 'amor', e 'à se dispersar' não admite crase diante de verbo. C) Separa-se o sujeito do verbo com uma vírgula incorreta, e 'à nós' não tem crase diante de pronome. D) 'À animais' não tem crase (palavra plural masculina sem artigo feminino), e a vírgula após 'cada um' é indevida. E) 'À ele' e 'para à realidade' não têm crase, e as vírgulas isolam termos indevidamente.

Referência: Crase e pontuação, norma-padrão.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Concordância Verbal

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.
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Resolução comentada

Só a alternativa E tem concordância verbal correta: 'Confundem-se' concorda com o sujeito composto plural.

Em 'Confundem-se, no narcisismo, o amar o outro e o amar-se a si mesmo', o sujeito é composto e plural, e o verbo na voz passiva sintética vai ao plural. Assim a concordância está de acordo com a norma-padrão.

Análise das alternativas

A) O correto seria 'Existem', pois 'laços de afeto' é o sujeito plural. B) O verbo 'haver' no sentido de existir é impessoal: 'haver animais'. C) O sujeito é 'uma forma', singular, logo 'é revivida'. D) O sujeito é 'uma figura', singular, logo 'cuidou'.

Referência: Concordância verbal: sujeito composto e voz passiva sintética.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Resolução comentada

O texto afirma que tanto emoções quanto sentimentos podem ser expressos.

O autor diz que as emoções são detectáveis externamente (expressão facial, voz, gestos) e que os sentimentos são comunicados pela linguagem. Logo, ambos são passíveis de expressão, cada um a seu modo: 'Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.'

Análise das alternativas

A) O texto não afirma que emoções fortes sejam facilmente verbalizadas, mas que são mostradas. B) Não há comparação de sutileza entre sentimentos e emoções. D) O texto não relaciona a intensidade dos sentimentos ao domínio da linguagem. E) O texto diz que os estímulos desencadeiam as emoções, não as atitudes da pessoa.

Referência: Frans de Waal, O último abraço da matriarca.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Análise Sintática — Adjunto Adverbial

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

No trecho − Estamos sempre em contato com nossos sentimentos... −, a expressão em destaque tem a mesma função sintática do que se destacou em: (palavra “sempre” destacada em negrito)
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Língua Portuguesa Colocação Pronominal

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

Assinale a alternativa em que os trechos − Conheço meus sentimentos... – e – ...que movem o comportamento. – foram reescritos de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.
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Resolução comentada

Na norma-padrão, usa-se 'Conheço-os' (ênclise) e 'que o movem' (próclise, por causa do pronome relativo).

Em 'Conheço meus sentimentos', o pronome 'os' substitui o objeto direto, e a oração principal sem palavra atrativa leva ênclise: 'Conheço-os'. Em 'que movem o comportamento', o pronome relativo 'que' atrai o pronome oblíquo, o que leva à próclise: 'que o movem'. Assim, a alternativa E está correta.

Análise das alternativas

A) Não se começa frase com pronome oblíquo, e 'movem-no' ignora o 'que' atrativo. B) 'Lhe' é objeto indireto, e o verbo conhecer pede objeto direto. C) Começar a frase com 'Os conheço' é inadequado na norma-padrão, e 'movem-no' também é errado. D) 'Lhe' não é adequado para objeto direto.

Referência: Colocação pronominal: próclise e ênclise.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Figuras de Linguagem

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)

No verso – Os poemas são pássaros que chegam − há
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Resolução comentada

'Os poemas são pássaros' é uma metáfora, pois liga dois termos sem conectivo comparativo.

A metáfora identifica os poemas com pássaros diretamente, sem 'como' ou 'tal qual', com base na semelhança de chegar e partir livremente. Por isso a figura é a metáfora.

Análise das alternativas

B) O paradoxo une ideias contraditórias, o que não ocorre aqui. C) Na ironia diz-se o contrário do que se pensa. D) A personificação dá características humanas a seres não humanos, e aqui o processo é outro. E) A metonímia troca um termo por outro com relação lógica, como parte pelo todo, sem identificação entre elementos distintos.

Referência: Figuras de linguagem: metáfora.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Verbos — Flexão de Pessoa e Número

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)

Passando-se as formas verbais em destaque nos versos − no livro que lês / Quando fechas o livro, eles alçam voo – para a primeira pessoa do plural, tem-se, respectivamente: (formas “lês” e “fechas” destacadas em negrito)
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História do Brasil Brasil Colônia — Escravidão Indígena e Bandeirantismo

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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À medida que se tornava cada vez mais aparente a insuficiência do projeto dos aldeamentos enquanto forma de suprir a força de mão de obra, os colonos passaram a intensificar outros meios de recrutamento de índios para os seus serviços. A partir da década de 1580, a despeito das restrições impostas pela legislação portuguesa, os colonos começaram a favorecer a apropriação direta do trabalhador indígena através de expedições predatórias ao sertão. Realmente, a observância estrita da lei nunca figurou entre as práticas prediletas dos paulistas. […] a lei de 1570 e legislação subsequente admitiam o cativeiro […]
(John Manuel Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes das origens de São Paulo)
A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena que
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Resolução comentada

A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena capturado em guerra justa.

A lei de 1570 e a legislação posterior só permitiam escravizar índios em duas situações: a guerra justa, autorizada pela Coroa ou pelo governador, e o resgate de prisioneiros de outros grupos. Os colonos ampliaram essa brecha para justificar as expedições ao sertão. A alternativa correta é a B.

Análise das alternativas

A) Não conhecer a língua geral nunca foi motivo legal de cativeiro. C) Quem aderia às missões era aldeado, e não escravizado. D) A organização em tribos não era critério de escravização. E) Ocupar regiões fronteiriças com a América espanhola não era hipótese legal de cativeiro.

Referência: John Manuel Monteiro, Negros da terra.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Quilombos — Resistência Escrava

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Um quilombo dirigido por homens livres. Um quilombo com escravidão. Um quilombo agrícola e cuja produção estava integrada ao mercado regional. Que quilombo era esse? Esta é a história – ou uma das histórias possíveis – do quilombo do Oitizeiro, na Bahia de 1806.
(João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitezeiro – Bahia, 1806. Em: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (org.), Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil)
A partir do excerto, acerca dos quilombos no Brasil, segundo o artigo de João José Reis, é correto afirmar que
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Resolução comentada

Segundo João José Reis, o quilombo típico era pequeno, próximo a povoações e em relação com a sociedade do entorno.

O artigo de Reis, ao tratar do Oitizeiro, desfaz a imagem do quilombo como espaço isolado na serra, com milhares de fugidos. Na maior parte dos casos os quilombos tinham poucos moradores, ficavam perto de fazendas, vilas e cidades, e mantinham relações ora conflituosas, ora amistosas, inclusive comerciais. A alternativa D descreve isso.

Análise das alternativas

A) Palmares foi exceção pelo tamanho, e não o modelo mais comum. B) A afirmação de profundo isolamento contradiz a ideia central do texto: havia integração ao mercado regional. C) Os quilombos existiram em todo o período escravista, e não houve a raridade apontada. E) O formato quilombo tem origem africana (banto), e não de colônias francesas da América Central.

Referência: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (org.), Liberdade por um fio.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Economia Cafeeira e Expansão Ferroviária

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Analise a tabela.
Tabela “Expansão das estradas de ferro no Brasil (1854-1929)” com as colunas Anos, Região Cafeeira (km) e Brasil (km): 1854: 14,5 e 14,5; 1859: 77,9 e 109,4; 1864: 163,2 e 411,3; 1869: 450,4 e 713,1; 1874: 1.053,1 e 1.357,3; 1879: 2.395,9 e 2.895,7; 1884: 3.830,1 e 6.324,6; 1889: 5.590,3 e 9.076,1; 1894: 7.676.6 e 12.474,3; 1899: 8.173,9 e 13.980,6; 1904: 10.212,0 e 16.023,9; 1906: 11.281,3 e 17.340,4; 1929: 18.326,1 e 32.000,3.
(Sérgio Silva, Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. Apud José Miguel Arias Neto, Primeira República: economia cafeeira, urbanização e industrialização. Em: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (org.). O Brasil Republicano v.1 - O tempo do liberalismo excludente: da Proclamação da República à Revolução de 1930. Adaptado)
A partir dos dados, é correto afirmar que
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História do Brasil Movimento Republicano — Partido Republicano Paulista

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Em 3 de dezembro de 1870 foi publicado o jornal A República, que trazia estampado o “Manifesto republicano brasileiro”, o mesmo que daria base para a fundação de um novo partido em 17 de janeiro de 1872. Formado inicialmente por profissionais liberais ligados a setores urbanos, nomeadamente paulistas, o Partido Republicano organizou seu primeiro congresso em julho de 1873, quando foi reforçado por novos adeptos de fôlego: fazendeiros paulistas que, descontentes com o que consideravam ser uma política intervencionista do Estado, passaram a engrossar as fileiras da oposição à monarquia.
[…]
A cisão do Partido Liberal levou, então, à formação do Partido Republicano Paulista, em 18 de abril de 1873, que se reuniu na hoje famosa Convenção de Itu.
(Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling, Brasil, uma biografia)
O novo partido
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Resolução comentada

O PRP criticava o centralismo imperial e propunha uma reforma pacífica rumo a uma república federativa.

O Manifesto Republicano de 1870 e o PRP, formado por fazendeiros paulistas, defendiam a federação e a descentralização, contra o centralismo do trono e da administração. A mudança seria feita por meios pacíficos e legais, não por rompimento violento. A alternativa E sintetiza isso.

Análise das alternativas

A) O PRP não propunha uma reforma radical da legislação eleitoral nem criticava as leis abolicionistas como insuficientes. Muitos de seus fazendeiros eram escravistas. B) Os republicanos paulistas não defendiam a abolição imediata, e o impedimento da coroação não fazia parte do programa. C) Não se propunha fusão de Câmara e Senado nem plebiscito. D) O PRP apoiava a imigração e não pedia políticas afirmativas para libertos.

Referência: Schwarcz e Starling, Brasil, uma biografia; Manifesto Republicano de 1870.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Era Vargas — O Estado após 1930

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Ao analisar a Revolução de 1930, o historiador Boris Fausto considerou que
Um novo tipo de Estado nasceu após 1930, distinguindo-se do Estado oligárquico não apenas pela centralização e pelo maior grau de autonomia como também por outros elementos.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Entre esses outros elementos constitutivos do Estado brasileiro, após 1930, é correto apontar que houve atuação relativa à questão
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Resolução comentada

Após 1930, o Estado passou a dar proteção social aos trabalhadores urbanos e a incorporá-los à aliança de classes.

Segundo Fausto, o novo Estado se distinguia por elementos como a atuação social, com legislação trabalhista e sindicatos oficiais. Por meio dela os trabalhadores urbanos foram incorporados a uma aliança de classes mediada pelo Estado, base do populismo varguista.

Análise das alternativas

A) O Estado ampliou o controle cultural e usou o rádio, o DIP e a propaganda, sem entravar a radiodifusão. C) A prioridade passou a ser a industrialização e o mercado interno, não a modernização da agricultura de exportação. D) Houve fortalecimento do Executivo, e o Congresso foi fechado em 1937. E) A educação primária não foi universalizada, e o ensino religioso foi facultado nas escolas públicas.

Referência: Boris Fausto, História do Brasil.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil República de 1946 — Eleições de 1945

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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As eleições de 1945 despertaram um grande interesse na população. Depois de anos de ditadura, a Justiça Eleitoral ainda não ajustara o processo de recepção e contagem de votos. Pacientemente, os brasileiros formaram longas filas para votar. Nas últimas eleições diretas à presidência da República, em março de 1930, tinham votado 1,9 milhão de eleitores, representando 5,7% da população total; em dezembro de 1945 votaram 6,2 milhões, representando 13,4% da população.
Em uma época em que não existiam pesquisas eleitorais, a oposição foi surpreendida pela nítida vitória de Dutra. Tomando-se como base de cálculo os votos dados aos candidatos, com exclusão dos nulos e brancos, o general venceu com 55% dos votos contra 35% atribuídos ao brigadeiro [Eduardo Gomes].
(Boris Fausto, História do Brasil)
Para Boris Fausto, a vitória eleitoral de Dutra teve relação com a
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Resolução comentada

Para Boris Fausto, Dutra venceu graças à máquina do PSD e ao prestígio de Vargas entre os trabalhadores.

Dutra foi o candidato do PSD, partido formado pelos interventores estaduais, que contavam com a estrutura do Estado Novo. Ele também obteve o apoio decisivo de Vargas, que o indicou com o 'Ele disse: vote em Dutra', mobilizando os trabalhadores ligados ao PTB. Isso explica a vitória.

Análise das alternativas

A) O voto feminino já existia desde 1932, e o texto não afirma que programas fracos explicaram o resultado. B) O PCB lançou candidato próprio (Yedo Fiúza), e a votação não foi decisiva em todos os estados do Norte-Nordeste. D) O PTB defendia os direitos trabalhistas, não a extinção do salário mínimo. E) A UDN foi a derrotada e apoiava Eduardo Gomes, e as classes médias não deram a vitória a Dutra.

Referência: Boris Fausto, História do Brasil.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Considere o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) das seguintes regiões metropolitanas:
Tabela com as colunas Região Metropolitana, IDHM 2000 e IDHM 2010: Belém 0,621 e 0,729; Belo Horizonte 0,682 e 0,729; Curitiba 0,698 e 0,783; Fortaleza 0,622 e 0,732; Manaus 0,585 e 0,720; Rio de Janeiro 0,686 e 0,771; São Paulo 0,714 e 0,794.
(https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&id=24037)
O aumento dos índices das regiões metropolitanas entre 2000 e 2010 deveu-se, principalmente,
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Geografia Indústria — Desconcentração Industrial

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Nas últimas décadas tem-se observado um crescente processo de desconcentração industrial no Brasil. Dentre os argumentos utilizados para explicar o processo destaca-se
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Resolução comentada

A desconcentração industrial foi explicada em grande parte pelos incentivos políticos de governos federal e estaduais.

A guerra fiscal e os incentivos federais e estaduais (isenções, terrenos, infraestrutura, crédito) atraíram indústrias para fora da Região Metropolitana de São Paulo. A decisão política de favorecer essa migração é, portanto, o argumento destacado, e a alternativa A é a correta.

Análise das alternativas

B) Mão de obra barata ajuda a explicar a mudança, mas o enunciado pede o argumento de destaque, e a banca considera a decisão política o principal. A alternativa também é imprecisa ao dizer 'predominantemente'. C) As matérias-primas não são o fator central, pois muitas indústrias se instalam longe delas. D) As estruturas sólidas de tecnologia continuam concentradas no Sudeste. E) A coesão entre regiões não é o motivador.

Referência: Geografia econômica do Brasil: desconcentração industrial.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Domínios Morfoclimáticos

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Considere o mapa e os textos para responder à questão.
Brasil: domínios morfoclimáticos
Mapa do Brasil dividido em domínios morfoclimáticos com hachuras diferentes e cinco áreas numeradas: 1 na maior parte da Região Norte (Amazônia); 2 no Brasil central; 3 no interior do Nordeste; 4 em uma faixa no Sul, a leste da área 5; 5 em preto, nos planaltos do Sul. Faixas sem número representam as áreas de transição.
(Ab’Sáber, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas.)
I. Este domínio tem mostrado ser o meio físico, ecológico e paisagístico mais complexo e difícil em relação às ações antrópicas. É uma área sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos em todo o território brasileiro. Área de mamelonização extensiva, afetando todos os níveis da topografia (de 10-20 m a 1100-1300 m) de altitude.
II. Este domínio com aproximadamente 400 mil quilômetros quadrados é sujeito a climas subtropicais úmidos de planaltos com invernos relativamente brandos. O domínio comporta as paisagens menos “tropicais” do país. Ainda que a pedração dos solos não tenha sido muito grande na maior parte dos planaltos, é digno de nota que restem apenas 15% a 20% da biomassa original do domínio.
Os textos I e II referem-se, respectivamente, aos domínios indicados no mapa pelos números
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Geografia População — Pirâmide Etária e Transição Demográfica

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Considere a pirâmide etária do Brasil para responder à questão.
Pirâmide etária (2010)
Pirâmide etária do Brasil em 2010, com barras pretas para homens à esquerda e cinza para mulheres à direita, escala de 0 a 10 em cada lado e faixas de cinco anos de 0 a 4 anos até 80 anos ou mais. A base é mais estreita que as faixas de 10 a 29 anos, que são as mais largas, e as barras diminuem progressivamente nas idades mais altas.
(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
A pirâmide etária de 2010 reflete
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Geografia Agropecuária — Expansão Agrícola no Cerrado

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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A rápida expansão da agricultura tecnificada de grãos e fibras no cerrado brasileiro se deve a um conjunto de fatores, sendo um deles
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Resolução comentada

O baixo valor das terras do cerrado, antes ocupadas pela pecuária extensiva, favoreceu a expansão agrícola.

A expansão da agricultura tecnificada no cerrado teve como fatores o relevo plano, o uso de tecnologia (correção de solos, mecanização, pesquisa da Embrapa), o apoio de políticas públicas e o baixo preço da terra. Esses terrenos de campos e cerrados eram ocupados pela pecuária extensiva, e o baixo preço permitiu a ocupação em larga escala.

Análise das alternativas

A) A expansão provocou fortes impactos ambientais, como desmatamento e perda de biodiversidade. C) Os solos do cerrado são ácidos e pobres em nutrientes, e precisaram de correção. D) O capital veio principalmente de produtores do Sul e Sudeste, não de grupos locais. E) A rede urbana da região era rarefeita e recente.

Referência: Geografia do Brasil: ocupação do cerrado e modernização agrícola.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Recursos Minerais

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 005. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Considere o mapa para responder à questão.
Brasil recursos minerais
Mapa do Brasil com recursos minerais representados por pontos e manchas cinza, escala de 0 a 500 km e seta do norte. Um círculo marcado com o número 1 destaca uma concentração de pontos no sudeste do Pará; um retângulo marcado com o número 2 destaca uma concentração de pontos no centro-sul de Minas Gerais.
(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
As áreas indicadas pelos números 1 e 2 correspondem, respectivamente,
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