← Voltar para a lista de provas Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército 60 questões nesta prova · página 1 de 3 · 60 com gabarito Gabarito disponível O texto sugere que a relação com os animais é como um raio X da nossa forma de amar as pessoas. O autor diz que a relação com os animais é "uma espécie de raio x das nossas formas de amar", indicando que o modo de tratar os animais revela o modo de amar. Isso sustenta a ideia de que a relação com os animais de estimação pode revelar como se ama as pessoas. A) Errada: o texto não diz que amar pessoas seja mais simples, nem que os animais sejam agressivos. B) Errada: tratar animais como crianças pode indicar amor narcísico, e não melhor cuidado. C) Errada: o texto relaciona o narcisismo a ambos, sem opor o amor pelos filhos. D) Errada: o texto não faz essa afirmação sobre empatia e afeição. Referência: Christian Dunker, Reinvenção da intimidade. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Apenas a alternativa D tem pontuação correta e o uso adequado da crase. Em "causa prejuízos à vida dos casais", ocorre crase pela fusão da preposição "a" (exigida por "prejuízos a") com o artigo "a" de "vida". As vírgulas isolam corretamente o adjunto adverbial "muitas vezes". A) Errada: há vírgula entre "amor" e seu complemento, e há crase indevida antes de verbo ("à se dispersar"). B) Errada: há crase antes de pronome ("à ele") e vírgulas indevidas, além de crase em "para à realidade". C) Errada: há vírgula entre sujeito e verbo e crase antes de pronome ("à nós"). E) Errada: não há crase antes de palavra masculina plural ("à animais") e há vírgula entre sujeito e verbo. Referência: Emprego da crase e da vírgula. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Com o verbo na voz passiva sintética, o verbo concorda com o sujeito: "Confundem-se... o amar o outro e o amar-se". Em "Confundem-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo", o sujeito é composto (dois infinitivos substantivados), por isso o verbo vai ao plural, na passiva sintética. A concordância está de acordo com a norma-padrão. B) Errada: "haver" com sentido de existir é impessoal, e o correto é "haver animais" (sem plural), com "É comum haver". C) Errada: o sujeito é "uma forma" (singular), e o correto seria "é revivida". D) Errada: o sujeito "uma figura" é singular, e o verbo deveria ser "cuidou". E) Errada: o sujeito "laços" é plural, e o certo seria "Existem". Referência: Concordância verbal: voz passiva sintética, verbos haver e existir. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto diz que emoções são detectáveis externamente e que sentimentos são comunicados pela linguagem, logo ambos podem ser expressos. O texto afirma que as emoções são detectáveis na expressão facial, na voz e nos gestos, e que os sentimentos são comunicados pela linguagem. Assim, tanto emoções quanto sentimentos são passíveis de expressão ("Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos"). A) Errada: o texto não diz que emoções fortes são facilmente verbalizadas. C) Errada: o texto não relaciona a intensidade dos sentimentos ao domínio da linguagem. D) Errada: o texto não compara a sutileza entre sentimentos e emoções. E) Errada: são os estímulos que desencadeiam emoções, e não as atitudes da pessoa. Referência: Frans de Waal, O último abraço da matriarca. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Os pronomes ficam depois do verbo na primeira frase e antes dele na segunda (atraídos pelo "que"). Em "Conheço meus sentimentos", o verbo está no início da oração sem fator de próclise, então usa-se ênclise: "Conheço-os". Em "que movem o comportamento", o pronome relativo "que" atrai o pronome para antes do verbo: "que o movem". Além disso, o objeto direto exige "o(s)", e não "lhe(s)". B) Errada: "lhes" é objeto indireto, e "conheço" pede objeto direto. C) Errada: "lhe" não serve para objeto direto de "mover". D) Errada: não se inicia com pronome oblíquo nessa norma, e a ênclise depois de "que" é inadequada. E) Errada: próclise no início da frase e ênclise depois de "que" contrariam a norma. Referência: Colocação pronominal: próclise e ênclise. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível "Os poemas são pássaros" é uma comparação implícita, ou seja, uma metáfora. O verso identifica diretamente poemas e pássaros, sem conectivo comparativo, o que caracteriza a metáfora. Há uma relação de semelhança entre os dois termos (a leveza e o voo). A) Errada: não há troca de um termo por outro de relação de contiguidade. B) Errada: não se diz o contrário do que se pensa. D) Errada: o sentido não é atribuir ações humanas a seres não humanos; a imagem é de poemas como pássaros. E) Errada: não há união de ideias contraditórias no verso. Referência: Figuras de linguagem: metáfora. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível A lei admitia o cativeiro dos índios capturados em guerra justa. A lei de 1570 e a legislação posterior proibiam a escravização indígena, mas admitiam o cativeiro dos capturados em "guerra justa" (autorizada pela Coroa contra índios hostis) e dos resgatados. Os paulistas usavam essas brechas para justificar as expedições predatórias. A) Errada: ocupar regiões de fronteira não era motivo legal para o cativeiro. C) Errada: quem aceitava a missão era aldeado, e não escravizado. D) Errada: a organização em tribos não era critério legal. E) Errada: não conhecer a língua geral não era critério legal. Referência: John Manuel Monteiro, Negros da terra; lei de 1570. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo João José Reis, os quilombos eram em geral pequenos, próximos a povoações e com relações variadas com o entorno. O artigo de Reis desfaz a imagem do quilombo isolado e gigantesco, como Palmares. A maioria era formada por poucos fugidos, perto de fazendas, vilas e cidades, com relações ora de conflito, ora de troca, como o Oitizeiro, integrado ao mercado regional. A) Errada: o texto destaca a integração à economia regional, não o isolamento. B) Errada: os quilombos existiram durante todo o período escravista, e não só no século XVII. C) Errada: Palmares foi exceção, não o modelo mais comum. E) Errada: o quilombo não derivou de colônias francesas, e o termo tem origem africana (banto). Referência: João José Reis, "Escravos e coiteiros no quilombo do Oitizeiro", em Liberdade por um fio. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível O PRP criticava o centralismo imperial e propunha uma república federativa por reforma pacífica. O Partido Republicano Paulista, apoiado por fazendeiros paulistas descontentes com o intervencionismo do Estado, defendia a descentralização e o federalismo, isto é, a república federativa, por meio de propaganda e reforma pacífica. Seu foco era o centralismo do trono e da administração. A) Errada: os paulistas apoiavam a imigração e não defendiam políticas afirmativas para libertos. B) Errada: a fusão de Câmara e Senado e um plebiscito não eram bandeira do partido. C) Errada: o PRP era moderado quanto à abolição, e muitos de seus membros eram escravocratas. D) Errada: a ênfase não era a insuficiência das leis abolicionistas nem a reforma eleitoral radical. Referência: Schwarcz e Starling, Brasil: uma biografia; Convenção de Itu (1873). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Após 1930, o Estado passou a dar proteção social aos trabalhadores urbanos e a incorporá-los numa aliança de classes. Para Fausto, o Estado pós-1930 teve atuação social com legislação trabalhista e sindicatos oficiais, que protegiam o trabalhador urbano e o incorporavam depois a uma aliança de classes sob controle estatal, o que desembocou no populismo. Essa é uma das diferenças em relação ao Estado oligárquico. A) Errada: não houve universalização do ensino primário, e o ensino religioso foi facultativo na escola pública, não proibido. B) Errada: o rádio foi estimulado e usado pelo Estado, e houve censura e propaganda. D) Errada: o Poder Executivo foi fortalecido, com fechamento das casas legislativas, e não o contrário. E) Errada: a política econômica avançou para a industrialização e a diversificação, e não para priorizar a agricultura de exportação. Referência: Boris Fausto, História do Brasil: o Estado pós-1930. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Dutra venceu com a máquina do PSD e o prestígio de Vargas entre os trabalhadores. Para Boris Fausto, a vitória de Dutra se explica pela máquina eleitoral do PSD, montada com os interventores do Estado Novo, e pelo apoio tardio de Vargas, cujo prestígio entre os trabalhadores se traduziu em votos ("Ele disse: votem em Dutra"). Esse apoio foi decisivo. A) Errada: o PCB lançou candidato próprio (Yedo Fiúza) e não apoiou Dutra. B) Errada: o texto e a análise de Fausto não atribuem a vitória à participação das mulheres nem à fragilidade dos programas. C) Errada: a UDN era a oposição, de Eduardo Gomes, e perdeu a eleição. E) Errada: o PTB não defendeu a extinção do salário mínimo, e a base de Dutra não se deveu ao empresariado paulista. Referência: Boris Fausto, História do Brasil: eleições de 1945. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível A desconcentração industrial teve forte influência de decisões políticas e incentivos de governos federal e estaduais. Entre os argumentos que explicam a desconcentração está a política de incentivos (fiscais, doação de terrenos, infraestrutura), com a guerra fiscal entre estados e programas federais como a Zona Franca de Manaus e a Sudene. Esses incentivos favoreceram a migração de indústrias para fora do eixo tradicional do Sudeste. B) Errada: mão de obra barata e abundante não é o argumento central, e era até um fator de concentração em grandes centros. C) Errada: a diversificação de produtos não depende de matéria-prima local e não é o fator de desconcentração. D) Errada: as estruturas de formação de tecnologia estão concentradas nos polos tradicionais, sobretudo no Sudeste. E) Errada: a coesão entre regiões não é a razão do processo, que tem motivação econômica das empresas e dos governos. Referência: Geografia econômica do Brasil: desconcentração industrial e guerra fiscal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível A expansão da agricultura no cerrado foi favorecida pelo baixo preço das terras, antes ocupadas por pecuária extensiva. As terras de campos limpos e cerrados tinham baixo valor, pois eram usadas pela pecuária extensiva. Isso, somado à topografia plana e à tecnologia (calagem, adubação, mecanização), atraiu a agricultura tecnificada de grãos e fibras. A) Errada: a expansão provocou fortes impactos ambientais, como desmatamento e perda de biodiversidade. B) Errada: a região não tinha rede urbana antiga e densa; ela é de ocupação recente. C) Errada: o capital veio sobretudo de produtores do Sul e Sudeste e de empresas, não de grupos goianos e mato-grossenses. E) Errada: os solos do cerrado são ácidos, pobres em nutrientes e com alumínio tóxico, e precisam de correção. Referência: Geografia agrária do Brasil: fronteira agrícola do Centro-Oeste e do Cerrado. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponívelEsFCEx — Concurso de Admissão 2022 — Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar — Área: Estatística — 007. Prova Objetiva — Versão A
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)
De acordo com o texto, é possível afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)
Assinale a alternativa cujo trecho reescrito está de acordo com a norma-padrão de pontuação e crase.Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)
De acordo com o texto, é possível afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)
![]()
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)
Assinale a alternativa em que os trechos − Conheço meus sentimentos... – e – ...que movem o comportamento. – foram reescritos de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)
No verso – Os poemas são pássaros que chegam − háResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)
![]()
(John Manuel Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes das origens de São Paulo)
A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena queResolução comentada
Análise das alternativas
(João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitezeiro – Bahia, 1806. Em: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (org.), Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil)
A partir do excerto, acerca dos quilombos no Brasil, segundo o artigo de João José Reis, é correto afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
![]()
(Sérgio Silva, Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. Apud José Miguel Arias Neto, Primeira República: economia cafeeira, urbanização e industrialização. Em: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (org.). O Brasil Republicano v.1 - O tempo do liberalismo excludente: da Proclamação da República à Revolução de 1930. Adaptado)
A partir dos dados, é correto afirmar que
[…]
A cisão do Partido Liberal levou, então, à formação do Partido Republicano Paulista, em 18 de abril de 1873, que se reuniu na hoje famosa Convenção de Itu.
(Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling, Brasil, uma biografia)
O novo partidoResolução comentada
Análise das alternativas
Um novo tipo de Estado nasceu após 1930, distinguindo-se do Estado oligárquico não apenas pela centralização e pelo maior grau de autonomia como também por outros elementos.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Entre esses outros elementos constitutivos do Estado brasileiro, após 1930, é correto apontar que houve atuação relativa à questãoResolução comentada
Análise das alternativas
Em uma época em que não existiam pesquisas eleitorais, a oposição foi surpreendida pela nítida vitória de Dutra. Tomando-se como base de cálculo os votos dados aos candidatos, com exclusão dos nulos e brancos, o general venceu com 55% dos votos contra 35% atribuídos ao brigadeiro [Eduardo Gomes].
(Boris Fausto, História do Brasil)
Para Boris Fausto, a vitória eleitoral de Dutra teve relação com aResolução comentada
Análise das alternativas
![]()
(https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&id=24037)
O aumento dos índices das regiões metropolitanas entre 2000 e 2010 deveu-se, principalmente,Resolução comentada
Análise das alternativas
Brasil: domínios morfoclimáticos
![]()
(Ab’Sáber, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas.)
I. Este domínio tem mostrado ser o meio físico, ecológico e paisagístico mais complexo e difícil em relação às ações antrópicas. É uma área sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos em todo o território brasileiro. Área de mamelonização extensiva, afetando todos os níveis da topografia (de 10-20 m a 1100-1300 m) de altitude.
II. Este domínio com aproximadamente 400 mil quilômetros quadrados é sujeito a climas subtropicais úmidos de planaltos com invernos relativamente brandos. O domínio comporta as paisagens menos “tropicais” do país. Ainda que a pedração dos solos não tenha sido muito grande na maior parte dos planaltos, é digno de nota que restem apenas 15% a 20% da biomassa original do domínio.
Os textos I e II referem-se, respectivamente, aos domínios indicados no mapa pelos números
Pirâmide etária (2010)
![]()
(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
A pirâmide etária de 2010 refleteResolução comentada
Análise das alternativas
Brasil recursos minerais
![]()
(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
As áreas indicadas pelos números 1 e 2 correspondem, respectivamente,
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
À medida que se tornava cada vez mais aparente a insuficiência do projeto dos aldeamentos enquanto forma de suprir a força de mão de obra, os colonos passaram a intensificar outros meios de recrutamento de índios para os seus serviços. A partir da década de 1580, a despeito das restrições impostas pela legislação portuguesa, os colonos começaram a favorecer a apropriação direta do trabalhador indígena através de expedições predatórias ao sertão. Realmente, a observância estrita da lei nunca figurou entre as práticas prediletas dos paulistas. […] a lei de 1570 e legislação subsequente admitiam o cativeiro […]
Um quilombo dirigido por homens livres. Um quilombo com escravidão. Um quilombo agrícola e cuja produção estava integrada ao mercado regional. Que quilombo era esse? Esta é a história – ou uma das histórias possíveis – do quilombo do Oitizeiro, na Bahia de 1806.
Analise a tabela.
Em 3 de dezembro de 1870 foi publicado o jornal A República, que trazia estampado o “Manifesto republicano brasileiro”, o mesmo que daria base para a fundação de um novo partido em 17 de janeiro de 1872. Formado inicialmente por profissionais liberais ligados a setores urbanos, nomeadamente paulistas, o Partido Republicano organizou seu primeiro congresso em julho de 1873, quando foi reforçado por novos adeptos de fôlego: fazendeiros paulistas que, descontentes com o que consideravam ser uma política intervencionista do Estado, passaram a engrossar as fileiras da oposição à monarquia.
Ao analisar a Revolução de 1930, o historiador Boris Fausto considerou que
As eleições de 1945 despertaram um grande interesse na população. Depois de anos de ditadura, a Justiça Eleitoral ainda não ajustara o processo de recepção e contagem de votos. Pacientemente, os brasileiros formaram longas filas para votar. Nas últimas eleições diretas à presidência da República, em março de 1930, tinham votado 1,9 milhão de eleitores, representando 5,7% da população total; em dezembro de 1945 votaram 6,2 milhões, representando 13,4% da população.
Considere o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) das seguintes regiões metropolitanas:
Nas últimas décadas tem-se observado um crescente processo de desconcentração industrial no Brasil. Dentre os argumentos utilizados para explicar o processo destaca-se
Considere o mapa e os textos para responder à questão.
Considere a pirâmide etária do Brasil para responder à questão.
A rápida expansão da agricultura tecnificada de grãos e fibras no cerrado brasileiro se deve a um conjunto de fatores, sendo um deles
Considere o mapa para responder à questão.