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EsFCEx — Concurso de Admissão 2022 — Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar — Área: Informática — 008. Prova Objetiva — Versão A

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército

Fundação VUNESP2022

60 questões nesta prova · página 1 de 3 · 60 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Resolução comentada

O modo de tratar os animais funciona como 'raio x' das nossas formas de amar.

No último parágrafo, o autor diz que a relação com os animais aparece 'como uma espécie de raio x das nossas formas de amar'. Quem trata o animal como parte de si, por exemplo chamando-o de 'nenê', pode estar revelando uma forma narcísica de amar. Logo, a relação com o animal pode revelar o modo como a pessoa ama outras pessoas.

Análise das alternativas

A) O texto não afirma que tratar o animal como criança leve a cuidar melhor; diz que isso pode indicar amor narcísico e até maus-tratos. B) O texto também aponta o narcisismo no amor por filhos e mulheres, então não há a oposição que a alternativa sugere. C) Não há comparação sobre a facilidade de amar pessoas ou animais, nem menção a agressividade dos animais. D) A ideia de empatia e afeição maiores não aparece no texto. O texto fala apenas em reconhecer o outro como diferente.

Referência: Christian Dunker, Reinvenção da intimidade (texto da prova).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação e Crase

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

Assinale a alternativa cujo trecho reescrito está de acordo com a norma-padrão de pontuação e crase.
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Resolução comentada

Só a alternativa B tem pontuação e crase corretas.

Em 'E, muitas vezes, essa confusão se infiltra e causa prejuízos à vida dos casais', a expressão intercalada está entre vírgulas e há crase, pois 'causar prejuízos a' pede preposição a e 'a vida' tem artigo feminino.

Análise das alternativas

A: há vírgula indevida e crase antes de verbo ('à se dispersar'). C: a vírgula separa sujeito e verbo, e há crase antes de pronome ('à nós'). D: há crase antes de palavra masculina plural ('à animais') e vírgula indevida. E: há crase antes de pronome ('à ele') e outras vírgulas indevidas.

Referência: Pontuação e emprego do acento indicativo de crase.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Concordância Verbal

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.
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Resolução comentada

A concordância correta é 'Confundem-se... o amar o outro e o amar-se a si mesmo', com sujeito composto.

Na alternativa A, o sujeito composto 'o amar o outro e o amar-se a si mesmo', na voz passiva sintética, leva o verbo ao plural: 'Confundem-se'.

Análise das alternativas

B: o verbo deveria ser 'Existem', pois o sujeito é 'laços'. C: 'haver' com sentido de existir é impessoal, então seria 'haver animais'. D: o verbo deveria concordar com 'uma forma', ficando 'é revivida'. E: o sujeito é singular, então seria 'cuidou'.

Referência: Concordância verbal: voz passiva sintética, verbos haver e existir.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Resolução comentada

O texto diz que emoções são detectáveis externamente e que os sentimentos são comunicados pela linguagem, portanto ambos podem ser expressos.

Segundo o texto, mostramos nossas emoções (expressão facial, gestos etc.) e falamos sobre nossos sentimentos. Logo, ambos são passíveis de expressão.

Análise das alternativas

A: o texto não compara a sutileza. C: não se afirma que emoções fortes sejam facilmente verbalizadas. D: não se liga a intensidade dos sentimentos à linguagem. E: o texto diz que estímulos desencadeiam as emoções, não as atitudes da pessoa.

Referência: Interpretação de texto, com base em Frans de Waal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Análise Sintática — Adjunto Adverbial

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

No trecho − Estamos sempre em contato com nossos sentimentos... −, a expressão em destaque tem a mesma função sintática do que se destacou em: (palavra “sempre” destacada em negrito)
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Língua Portuguesa Colocação Pronominal

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

Assinale a alternativa em que os trechos − Conheço meus sentimentos... – e – ...que movem o comportamento. – foram reescritos de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.
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Resolução comentada

Conheço-os (ênclise com verbo no início) e que o movem (próclise atraída pelo pronome relativo).

'Meus sentimentos' é objeto direto, então o pronome é 'os', e não 'lhes'. Como a oração não pode começar por pronome oblíquo, usa-se a ênclise: 'Conheço-os'. Em 'que movem o comportamento', o relativo 'que' atrai o pronome para antes do verbo ('que o movem'), e o objeto direto pede 'o'.

Análise das alternativas

A: 'lhes' é objeto indireto, e a ênclise após 'que' é inadequada. B: 'lhe' é objeto indireto e está no singular. D e E: a ênclise 'movem-no' é inadequada após 'que', e iniciar com pronome oblíquo é inadequado na norma-padrão.

Referência: Colocação pronominal: ênclise e próclise.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Figuras de Linguagem

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)

No verso – Os poemas são pássaros que chegam − há
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Resolução comentada

'Os poemas são pássaros' é uma metáfora, pois identifica poemas a pássaros sem conectivo comparativo.

O verso estabelece uma identidade entre poemas e pássaros, sem 'como' ou outro termo de comparação. É uma comparação implícita, ou seja, uma metáfora.

Análise das alternativas

Paradoxo exigiria ideias contraditórias. Ironia exigiria dizer o contrário do que se pensa. Metonímia seria a troca de um termo por outro relacionado. Personificação seria atribuir ações humanas a seres não humanos, o que não ocorre aqui.

Referência: Figuras de linguagem: metáfora.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Verbos — Flexão de Pessoa e Número

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)

Passando-se as formas verbais em destaque nos versos − no livro que lês / Quando fechas o livro, eles alçam voo – para a primeira pessoa do plural, tem-se, respectivamente: (formas “lês” e “fechas” destacadas em negrito)
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História do Brasil Brasil Colônia — Escravidão Indígena e Bandeirantismo

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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À medida que se tornava cada vez mais aparente a insuficiência do projeto dos aldeamentos enquanto forma de suprir a força de mão de obra, os colonos passaram a intensificar outros meios de recrutamento de índios para os seus serviços. A partir da década de 1580, a despeito das restrições impostas pela legislação portuguesa, os colonos começaram a favorecer a apropriação direta do trabalhador indígena através de expedições predatórias ao sertão. Realmente, a observância estrita da lei nunca figurou entre as práticas prediletas dos paulistas. […] a lei de 1570 e legislação subsequente admitiam o cativeiro […]
(John Manuel Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes das origens de São Paulo)
A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena que
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Resolução comentada

A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena capturado em guerra justa.

A lei de 1570 e a legislação posterior proibiam a escravização indígena, mas admitiam o cativeiro dos capturados em guerra justa, isto é, aprovada pela Coroa, e dos que praticavam antropofagia. Os colonos usaram essa brecha para justificar as expedições predatórias.

Análise das alternativas

A, B, D e E apresentam critérios que não existiam na legislação. Organização tribal, localização fronteiriça, adesão a missões e desconhecimento da língua geral não justificavam o cativeiro.

Referência: John Manuel Monteiro, Negros da terra.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Quilombos — Resistência Escrava

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Um quilombo dirigido por homens livres. Um quilombo com escravidão. Um quilombo agrícola e cuja produção estava integrada ao mercado regional. Que quilombo era esse? Esta é a história – ou uma das histórias possíveis – do quilombo do Oitizeiro, na Bahia de 1806.
(João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitezeiro – Bahia, 1806. Em: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (org.), Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil)
A partir do excerto, acerca dos quilombos no Brasil, segundo o artigo de João José Reis, é correto afirmar que
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Resolução comentada

Segundo João José Reis, os quilombos eram em geral pequenos, próximos a povoações e com relações variadas com o entorno.

Reis rejeita a imagem do quilombo isolado e gigante. Na maioria dos casos eram poucos fugidos, perto de fazendas, vilas e cidades, com relações ora conflituosas, ora amistosas, como no Oitizeiro, que tinha integração ao mercado regional.

Análise das alternativas

A: Palmares foi exceção, não regra. B: o isolamento total é a visão que Reis questiona. C: os quilombos ocorreram ao longo de todo o período escravista. E: o quilombo não derivou de organizações das colônias francesas, e muitos quilombos tinham hierarquias próprias e até escravidão.

Referência: João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitizeiro (Liberdade por um fio).

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Economia Cafeeira e Expansão Ferroviária

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Analise a tabela.
Tabela “Expansão das estradas de ferro no Brasil (1854-1929)” com as colunas Anos, Região Cafeeira (km) e Brasil (km): 1854: 14,5 e 14,5; 1859: 77,9 e 109,4; 1864: 163,2 e 411,3; 1869: 450,4 e 713,1; 1874: 1.053,1 e 1.357,3; 1879: 2.395,9 e 2.895,7; 1884: 3.830,1 e 6.324,6; 1889: 5.590,3 e 9.076,1; 1894: 7.676.6 e 12.474,3; 1899: 8.173,9 e 13.980,6; 1904: 10.212,0 e 16.023,9; 1906: 11.281,3 e 17.340,4; 1929: 18.326,1 e 32.000,3.
(Sérgio Silva, Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. Apud José Miguel Arias Neto, Primeira República: economia cafeeira, urbanização e industrialização. Em: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (org.). O Brasil Republicano v.1 - O tempo do liberalismo excludente: da Proclamação da República à Revolução de 1930. Adaptado)
A partir dos dados, é correto afirmar que
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História do Brasil Movimento Republicano — Partido Republicano Paulista

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Em 3 de dezembro de 1870 foi publicado o jornal A República, que trazia estampado o “Manifesto republicano brasileiro”, o mesmo que daria base para a fundação de um novo partido em 17 de janeiro de 1872. Formado inicialmente por profissionais liberais ligados a setores urbanos, nomeadamente paulistas, o Partido Republicano organizou seu primeiro congresso em julho de 1873, quando foi reforçado por novos adeptos de fôlego: fazendeiros paulistas que, descontentes com o que consideravam ser uma política intervencionista do Estado, passaram a engrossar as fileiras da oposição à monarquia.
[…]
A cisão do Partido Liberal levou, então, à formação do Partido Republicano Paulista, em 18 de abril de 1873, que se reuniu na hoje famosa Convenção de Itu.
(Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling, Brasil, uma biografia)
O novo partido
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Resolução comentada

O PRP criticava o centralismo da monarquia e propunha uma república federativa por via pacífica.

O Partido Republicano Paulista, formado na Convenção de Itu, tinha como bandeira o federalismo, em oposição ao centralismo imperial, e defendia a mudança pela via pacífica, sem tratar da abolição imediata.

Análise das alternativas

A: o PRP não defendia a abolição imediata. B: não propunha reforma radical da legislação eleitoral. D: não defendia a fusão de Câmara e Senado nem um plebiscito. E: não censurava a imigração, que os cafeicultores incentivavam, nem propunha políticas afirmativas.

Referência: Schwarcz e Starling, Brasil, uma biografia (Convenção de Itu, 1873).

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Era Vargas — O Estado após 1930

Fundação VUNESP 2022

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Ao analisar a Revolução de 1930, o historiador Boris Fausto considerou que
Um novo tipo de Estado nasceu após 1930, distinguindo-se do Estado oligárquico não apenas pela centralização e pelo maior grau de autonomia como também por outros elementos.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Entre esses outros elementos constitutivos do Estado brasileiro, após 1930, é correto apontar que houve atuação relativa à questão
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Resolução comentada

O Estado pós-1930 teve atuação social, dando proteção aos trabalhadores urbanos e incorporando-os a uma aliança de classes.

Segundo Fausto, o novo Estado passou a atuar na questão social, com legislação trabalhista e previdência, e incorporou os trabalhadores urbanos a uma aliança de classes sob o poder estatal.

Análise das alternativas

B: não houve ampliação da liberdade artística, e o rádio foi estimulado, embora controlado. C: não houve universalização do ensino primário, e o ensino religioso foi admitido. D: houve fortalecimento do Executivo. E: a prioridade passou a ser a industrialização, e não a agricultura de exportação.

Referência: Boris Fausto, História do Brasil: o Estado pós-1930.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil República de 1946 — Eleições de 1945

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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As eleições de 1945 despertaram um grande interesse na população. Depois de anos de ditadura, a Justiça Eleitoral ainda não ajustara o processo de recepção e contagem de votos. Pacientemente, os brasileiros formaram longas filas para votar. Nas últimas eleições diretas à presidência da República, em março de 1930, tinham votado 1,9 milhão de eleitores, representando 5,7% da população total; em dezembro de 1945 votaram 6,2 milhões, representando 13,4% da população.
Em uma época em que não existiam pesquisas eleitorais, a oposição foi surpreendida pela nítida vitória de Dutra. Tomando-se como base de cálculo os votos dados aos candidatos, com exclusão dos nulos e brancos, o general venceu com 55% dos votos contra 35% atribuídos ao brigadeiro [Eduardo Gomes].
(Boris Fausto, História do Brasil)
Para Boris Fausto, a vitória eleitoral de Dutra teve relação com a
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Resolução comentada

Dutra venceu por causa da máquina do PSD, montada com os interventores, e do prestígio de Vargas entre os trabalhadores.

Segundo Boris Fausto, o PSD contou com a estrutura dos interventores estaduais nomeados por Vargas. Dutra também recebeu o apoio de Vargas, popular entre os trabalhadores, o que decidiu a eleição.

Análise das alternativas

A: o texto não apresenta a participação feminina nem a fragilidade dos programas como causa. B: o PTB não defendeu a extinção do salário mínimo. C: o apoio do Partido Comunista não foi decisivo para Dutra. D: a UDN foi derrotada, e esse não é o argumento que explica a vitória de Dutra.

Referência: Boris Fausto, História do Brasil: eleições de 1945.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Considere o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) das seguintes regiões metropolitanas:
Tabela com as colunas Região Metropolitana, IDHM 2000 e IDHM 2010: Belém 0,621 e 0,729; Belo Horizonte 0,682 e 0,729; Curitiba 0,698 e 0,783; Fortaleza 0,622 e 0,732; Manaus 0,585 e 0,720; Rio de Janeiro 0,686 e 0,771; São Paulo 0,714 e 0,794.
(https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&id=24037)
O aumento dos índices das regiões metropolitanas entre 2000 e 2010 deveu-se, principalmente,
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Geografia Indústria — Desconcentração Industrial

Fundação VUNESP 2022

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Nas últimas décadas tem-se observado um crescente processo de desconcentração industrial no Brasil. Dentre os argumentos utilizados para explicar o processo destaca-se
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Resolução comentada

A desconcentração industrial é explicada, entre outros fatores, por decisões políticas e incentivos de governos.

Incentivos fiscais, doações de terrenos e infraestrutura oferecidos pelo governo federal ou pelos estados levaram indústrias a sair das áreas tradicionais, o que explica a desconcentração. A alternativa D destaca essa decisão política.

Análise das alternativas

A, B, C e E trazem fatores genéricos ou inadequados. A coesão entre regiões (E) não é argumento central do processo, e o fator tecnológico (C) tende a concentrar a indústria, não a espalhá-la. Segundo o gabarito oficial, a D é a melhor resposta.

Referência: Geografia industrial do Brasil: desconcentração.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Domínios Morfoclimáticos

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Considere o mapa e os textos para responder à questão.
Brasil: domínios morfoclimáticos
Mapa do Brasil dividido em domínios morfoclimáticos com hachuras diferentes e cinco áreas numeradas: 1 na maior parte da Região Norte (Amazônia); 2 no Brasil central; 3 no interior do Nordeste; 4 em uma faixa no Sul, a leste da área 5; 5 em preto, nos planaltos do Sul. Faixas sem número representam as áreas de transição.
(Ab’Sáber, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas.)
I. Este domínio tem mostrado ser o meio físico, ecológico e paisagístico mais complexo e difícil em relação às ações antrópicas. É uma área sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos em todo o território brasileiro. Área de mamelonização extensiva, afetando todos os níveis da topografia (de 10-20 m a 1100-1300 m) de altitude.
II. Este domínio com aproximadamente 400 mil quilômetros quadrados é sujeito a climas subtropicais úmidos de planaltos com invernos relativamente brandos. O domínio comporta as paisagens menos “tropicais” do país. Ainda que a pedração dos solos não tenha sido muito grande na maior parte dos planaltos, é digno de nota que restem apenas 15% a 20% da biomassa original do domínio.
Os textos I e II referem-se, respectivamente, aos domínios indicados no mapa pelos números
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Geografia População — Pirâmide Etária e Transição Demográfica

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Considere a pirâmide etária do Brasil para responder à questão.
Pirâmide etária (2010)
Pirâmide etária do Brasil em 2010, com barras pretas para homens à esquerda e cinza para mulheres à direita, escala de 0 a 10 em cada lado e faixas de cinco anos de 0 a 4 anos até 80 anos ou mais. A base é mais estreita que as faixas de 10 a 29 anos, que são as mais largas, e as barras diminuem progressivamente nas idades mais altas.
(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
A pirâmide etária de 2010 reflete
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Geografia Agropecuária — Expansão Agrícola no Cerrado

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

A rápida expansão da agricultura tecnificada de grãos e fibras no cerrado brasileiro se deve a um conjunto de fatores, sendo um deles
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Resolução comentada

A expansão agrícola no cerrado foi favorecida pelo baixo preço das terras antes ocupadas por pecuária extensiva.

As terras de campos limpos e cerrados tinham baixo valor, pois eram usadas pela pecuária extensiva. Somado ao relevo plano e à tecnologia de correção do solo, isso atraiu a agricultura tecnificada.

Análise das alternativas

A: há fortes impactos ambientais. C: os solos do cerrado são ácidos e pobres, e precisam de correção com calcário e adubação. D: o capital veio em grande parte de fora, sobretudo do Sul do país. E: não havia uma rede urbana antiga e densa no cerrado.

Referência: Geografia agrária do Brasil: o cerrado e o agronegócio.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Recursos Minerais

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 008. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Considere o mapa para responder à questão.
Brasil recursos minerais
Mapa do Brasil com recursos minerais representados por pontos e manchas cinza, escala de 0 a 500 km e seta do norte. Um círculo marcado com o número 1 destaca uma concentração de pontos no sudeste do Pará; um retângulo marcado com o número 2 destaca uma concentração de pontos no centro-sul de Minas Gerais.
(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
As áreas indicadas pelos números 1 e 2 correspondem, respectivamente,
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