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EsFCEx — Concurso de Admissão 2022 — Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar — Área: Magistério em Espanhol — 009. Prova Objetiva — Versão A

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército

Fundação VUNESP2022

60 questões nesta prova · página 1 de 3 · 60 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Resolução comentada

A relação com os animais é como um raio X das nossas formas de amar.

O autor afirma que a relação com os animais é 'uma espécie de raio x das nossas formas de amar', e que quem os trata como parte de si pode indicar um amor narcísico. Logo, o modo de se relacionar com animais pode revelar o modo de amar as pessoas.

Análise das alternativas

B) O texto não compara a facilidade nem fala de agressividade dos animais. C) Não afirma que tratar como crianças leva a cuidar melhor, pois há risco de maus-tratos. D) Não faz afirmação sobre empatia e afeição. E) O texto sugere que o amor por animais pode ser narcísico, não o contrário.

Referência: Christian Dunker, Reinvenção da intimidade.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação e Crase

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

Assinale a alternativa cujo trecho reescrito está de acordo com a norma-padrão de pontuação e crase.
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Resolução comentada

Apenas a alternativa E tem pontuação e crase corretas.

Em 'causa prejuízos à vida dos casais', há crase (prejuízos a + a vida), e as vírgulas isolam corretamente os adjuntos adverbiais 'muitas vezes'.

Análise das alternativas

A) Não há crase diante de palavra no plural ('a animais') e a vírgula após 'cada um' separa sujeito do verbo. B) Há vírgula indevida entre sujeito e verbo e não há crase antes de pronome ('a nós'). C) Não há crase antes de 'ele' e há vírgulas indevidas. D) Há vírgula indevida e 'a se dispersar' não tem crase (verbo).

Referência: Crase e pontuação.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Concordância Verbal

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.
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Resolução comentada

Concordância correta: 'Confundem-se... o amar o outro e o amar-se a si mesmo'.

Com verbo na voz passiva sintética, o verbo concorda com o sujeito paciente. Aqui o sujeito composto posposto ('o amar o outro e o amar-se a si mesmo') leva o verbo ao plural: 'Confundem-se'.

Análise das alternativas

A) O correto seria 'Existem laços' (sujeito plural). C) O sujeito é 'uma forma', então: 'é revivida'. D) 'Haver' no sentido de existir é impessoal: 'haver animais'. E) O sujeito é singular: 'cuidou de nós'.

Referência: Concordância verbal: voz passiva sintética, sujeito composto, verbo haver.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Resolução comentada

Emoções e sentimentos podem ser expressos, de modos distintos.

O texto diz que as emoções são detectáveis externamente (face, voz, gestos) e que os sentimentos são comunicados pela linguagem. Logo, ambos são passíveis de expressão: 'Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos'.

Análise das alternativas

A) O texto não diz que emoções fortes são facilmente verbalizadas; elas são mostradas. B) São os estímulos, não as atitudes, que desencadeiam emoções. D) Não relaciona a intensidade dos sentimentos à linguagem. E) O texto não compara a sutileza entre sentimentos e emoções.

Referência: Frans de Waal, O último abraço da matriarca.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Análise Sintática — Adjunto Adverbial

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

No trecho − Estamos sempre em contato com nossos sentimentos... −, a expressão em destaque tem a mesma função sintática do que se destacou em: (palavra “sempre” destacada em negrito)
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Língua Portuguesa Colocação Pronominal

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

Assinale a alternativa em que os trechos − Conheço meus sentimentos... – e – ...que movem o comportamento. – foram reescritos de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.
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Resolução comentada

Conheço-os e que o movem seguem a norma de colocação pronominal.

'Conheço meus sentimentos' pede o pronome oblíquo átono 'os' (objeto direto), em ênclise, pois a oração inicia o período sem fator de próclise: 'Conheço-os'. Em 'que movem o comportamento', o pronome relativo 'que' atrai o pronome, resultando em próclise: 'que o movem'.

Análise das alternativas

A) Início de oração com próclise é incorreto e 'que movem-no' contraria a atração do 'que'. B) 'Lhes' é objeto indireto, mas 'conhecer' pede objeto direto ('os'). D) 'Os conheço' abre o período com próclise e 'movem-no' contraria a norma. E) 'Lhe' é inadequado, pois o verbo é transitivo direto.

Referência: Colocação pronominal: ênclise e próclise.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Figuras de Linguagem

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)

No verso – Os poemas são pássaros que chegam − há
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Resolução comentada

'Os poemas são pássaros' é metáfora.

Há identificação direta entre dois elementos (poemas e pássaros) sem conectivo comparativo, o que caracteriza metáfora. A semelhança é a leveza e o fato de chegarem e partirem.

Análise das alternativas

B) Não há substituição por contiguidade (metonímia). C) Não há sentido oposto ao dito (ironia). D) Os poemas não recebem ações humanas; o que ocorre é a identificação com pássaros. E) Não há união de ideias contraditórias.

Referência: Figuras de linguagem: metáfora.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Verbos — Flexão de Pessoa e Número

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)

Passando-se as formas verbais em destaque nos versos − no livro que lês / Quando fechas o livro, eles alçam voo – para a primeira pessoa do plural, tem-se, respectivamente: (formas “lês” e “fechas” destacadas em negrito)
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História do Brasil Brasil Colônia — Escravidão Indígena e Bandeirantismo

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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À medida que se tornava cada vez mais aparente a insuficiência do projeto dos aldeamentos enquanto forma de suprir a força de mão de obra, os colonos passaram a intensificar outros meios de recrutamento de índios para os seus serviços. A partir da década de 1580, a despeito das restrições impostas pela legislação portuguesa, os colonos começaram a favorecer a apropriação direta do trabalhador indígena através de expedições predatórias ao sertão. Realmente, a observância estrita da lei nunca figurou entre as práticas prediletas dos paulistas. […] a lei de 1570 e legislação subsequente admitiam o cativeiro […]
(John Manuel Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes das origens de São Paulo)
A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena que
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Resolução comentada

A lei admitia o cativeiro do índio capturado em guerra justa.

A legislação portuguesa, a partir da lei de 1570, proibia a escravização indígena, mas admitia exceções: o cativeiro dos índios capturados em 'guerra justa' (declarada pela Coroa ou em defesa) e dos que praticassem antropofagia. Os colonos exploravam essa brecha para justificar expedições predatórias.

Análise das alternativas

A) Fronteira com a América espanhola não era critério legal. C) A organização tribal não justificava cativeiro. D) Aceitar missão religiosa levava ao aldeamento, não ao cativeiro. E) Desconhecer a língua geral não era critério legal.

Referência: John Manuel Monteiro, Negros da terra; lei de 1570.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Quilombos — Resistência Escrava

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Um quilombo dirigido por homens livres. Um quilombo com escravidão. Um quilombo agrícola e cuja produção estava integrada ao mercado regional. Que quilombo era esse? Esta é a história – ou uma das histórias possíveis – do quilombo do Oitizeiro, na Bahia de 1806.
(João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitezeiro – Bahia, 1806. Em: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (org.), Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil)
A partir do excerto, acerca dos quilombos no Brasil, segundo o artigo de João José Reis, é correto afirmar que
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Resolução comentada

Reis desfaz a imagem do quilombo isolado e numeroso: eram pequenos e próximos de povoações.

No artigo sobre o Oitizeiro, Reis mostra que os quilombos costumavam ser pequenos, localizados perto de fazendas, povoações e até cidades, com relações de conflito e de troca (inclusive com coiteiros) e produção ligada ao mercado local. Isso contraria a imagem do quilombo isolado e gigantesco.

Análise das alternativas

A) A origem do termo/modelo é centro-africana, e os quilombos não eram igualitários por padrão (o Oitizeiro tinha escravidão). B) Palmares foi exceção, não o modelo mais comum. C) Quilombos existiram ao longo de toda a escravidão e não foram raros. E) Em geral não havia isolamento profundo; havia comércio e relações com a sociedade em volta.

Referência: João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitizeiro, em Liberdade por um fio.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Economia Cafeeira e Expansão Ferroviária

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Analise a tabela.
Tabela “Expansão das estradas de ferro no Brasil (1854-1929)” com as colunas Anos, Região Cafeeira (km) e Brasil (km): 1854: 14,5 e 14,5; 1859: 77,9 e 109,4; 1864: 163,2 e 411,3; 1869: 450,4 e 713,1; 1874: 1.053,1 e 1.357,3; 1879: 2.395,9 e 2.895,7; 1884: 3.830,1 e 6.324,6; 1889: 5.590,3 e 9.076,1; 1894: 7.676.6 e 12.474,3; 1899: 8.173,9 e 13.980,6; 1904: 10.212,0 e 16.023,9; 1906: 11.281,3 e 17.340,4; 1929: 18.326,1 e 32.000,3.
(Sérgio Silva, Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. Apud José Miguel Arias Neto, Primeira República: economia cafeeira, urbanização e industrialização. Em: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (org.). O Brasil Republicano v.1 - O tempo do liberalismo excludente: da Proclamação da República à Revolução de 1930. Adaptado)
A partir dos dados, é correto afirmar que
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História do Brasil Movimento Republicano — Partido Republicano Paulista

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Em 3 de dezembro de 1870 foi publicado o jornal A República, que trazia estampado o “Manifesto republicano brasileiro”, o mesmo que daria base para a fundação de um novo partido em 17 de janeiro de 1872. Formado inicialmente por profissionais liberais ligados a setores urbanos, nomeadamente paulistas, o Partido Republicano organizou seu primeiro congresso em julho de 1873, quando foi reforçado por novos adeptos de fôlego: fazendeiros paulistas que, descontentes com o que consideravam ser uma política intervencionista do Estado, passaram a engrossar as fileiras da oposição à monarquia.
[…]
A cisão do Partido Liberal levou, então, à formação do Partido Republicano Paulista, em 18 de abril de 1873, que se reuniu na hoje famosa Convenção de Itu.
(Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling, Brasil, uma biografia)
O novo partido
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Resolução comentada

O PRP criticava o centralismo imperial e defendia uma república federativa por vias pacíficas.

O Manifesto Republicano de 1870 e o PRP condenavam o centralismo da monarquia e defendiam a república federativa, que daria autonomia às províncias, por meio de reforma pacífica e propaganda, sem ruptura violenta.

Análise das alternativas

B) O PRP não defendia a abolição imediata e a república não era vinculada ao impedimento da coroação. C) Não propunha fusão de Câmara e Senado nem plebiscito. D) O foco não era uma reforma eleitoral nem a crítica à insuficiência das leis abolicionistas. E) Os fazendeiros paulistas apoiavam a imigração e não havia proposta de políticas afirmativas.

Referência: Schwarcz e Starling, Brasil, uma biografia; Manifesto Republicano de 1870.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Era Vargas — O Estado após 1930

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Ao analisar a Revolução de 1930, o historiador Boris Fausto considerou que
Um novo tipo de Estado nasceu após 1930, distinguindo-se do Estado oligárquico não apenas pela centralização e pelo maior grau de autonomia como também por outros elementos.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Entre esses outros elementos constitutivos do Estado brasileiro, após 1930, é correto apontar que houve atuação relativa à questão
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Resolução comentada

Após 1930, o Estado passou a dar proteção social aos trabalhadores urbanos e a incorporá-los.

Para Fausto, o Estado pós-1930 teve como traço novo a atuação social: legislação trabalhista e previdenciária voltada aos trabalhadores urbanos, que passaram a integrar uma aliança de classes sob a liderança do Estado, base do populismo varguista.

Análise das alternativas

B) O rádio foi expandido e usado como instrumento de propaganda e a cultura foi controlada, não liberalizada. C) Não houve universalização do ensino primário; o ensino religioso foi facultativo, não proibido. D) A prioridade foi a industrialização, e o café foi alvo de proteção/destruição de estoques, não de modernização. E) Houve fortalecimento do Executivo e fechamento do Legislativo (1937).

Referência: Boris Fausto, História do Brasil (Estado após 1930).

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil República de 1946 — Eleições de 1945

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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As eleições de 1945 despertaram um grande interesse na população. Depois de anos de ditadura, a Justiça Eleitoral ainda não ajustara o processo de recepção e contagem de votos. Pacientemente, os brasileiros formaram longas filas para votar. Nas últimas eleições diretas à presidência da República, em março de 1930, tinham votado 1,9 milhão de eleitores, representando 5,7% da população total; em dezembro de 1945 votaram 6,2 milhões, representando 13,4% da população.
Em uma época em que não existiam pesquisas eleitorais, a oposição foi surpreendida pela nítida vitória de Dutra. Tomando-se como base de cálculo os votos dados aos candidatos, com exclusão dos nulos e brancos, o general venceu com 55% dos votos contra 35% atribuídos ao brigadeiro [Eduardo Gomes].
(Boris Fausto, História do Brasil)
Para Boris Fausto, a vitória eleitoral de Dutra teve relação com a
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Resolução comentada

Vitória de Dutra: máquina do PSD e prestígio de Vargas entre os trabalhadores.

Segundo Fausto, Dutra venceu por reunir o apoio da máquina estatal e eleitoral montada pelo PSD, formado a partir dos interventores estaduais do Estado Novo, e pelo apoio decisivo de Vargas, cujo prestígio entre os trabalhadores (via PTB) foi mobilizado com o 'Ele disse: votem em Dutra'. Isso explica a vitória sobre o candidato da UDN.

Análise das alternativas

A) Não há destaque para participação feminina nem para fragilidade de programas. B) O PCB lançou candidato próprio (Yedo Fiúza) e a vitória não dependeu de todo o Norte-Nordeste. D) O PTB não defendeu a extinção do salário mínimo. E) A UDN era a oposição derrotada, e as classes médias urbanas não garantiram vitória a ela.

Referência: Boris Fausto, História do Brasil (eleições de 1945).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Considere o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) das seguintes regiões metropolitanas:
Tabela com as colunas Região Metropolitana, IDHM 2000 e IDHM 2010: Belém 0,621 e 0,729; Belo Horizonte 0,682 e 0,729; Curitiba 0,698 e 0,783; Fortaleza 0,622 e 0,732; Manaus 0,585 e 0,720; Rio de Janeiro 0,686 e 0,771; São Paulo 0,714 e 0,794.
(https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&id=24037)
O aumento dos índices das regiões metropolitanas entre 2000 e 2010 deveu-se, principalmente,
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Geografia Indústria — Desconcentração Industrial

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Nas últimas décadas tem-se observado um crescente processo de desconcentração industrial no Brasil. Dentre os argumentos utilizados para explicar o processo destaca-se
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Resolução comentada

A desconcentração industrial é explicada por decisões políticas e incentivos de governos.

Segundo o gabarito, entre os argumentos que explicam a desconcentração industrial destaca-se a decisão política do governo federal ou dos estados, por meio de incentivos fiscais e outros estímulos, em favorecer a migração das indústrias.

Análise das alternativas

B) Mão de obra barata é fator, mas o gabarito destaca a decisão política. C) Matéria-prima não é o argumento central. D) Estruturas tecnológicas sólidas estão concentradas nas áreas tradicionais. E) Coesão entre regiões não é o argumento destacado.

Referência: Geografia econômica do Brasil: desconcentração industrial.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Domínios Morfoclimáticos

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 009. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Considere o mapa e os textos para responder à questão.
Brasil: domínios morfoclimáticos
Mapa do Brasil dividido em domínios morfoclimáticos com hachuras diferentes e cinco áreas numeradas: 1 na maior parte da Região Norte (Amazônia); 2 no Brasil central; 3 no interior do Nordeste; 4 em uma faixa no Sul, a leste da área 5; 5 em preto, nos planaltos do Sul. Faixas sem número representam as áreas de transição.
(Ab’Sáber, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas.)
I. Este domínio tem mostrado ser o meio físico, ecológico e paisagístico mais complexo e difícil em relação às ações antrópicas. É uma área sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos em todo o território brasileiro. Área de mamelonização extensiva, afetando todos os níveis da topografia (de 10-20 m a 1100-1300 m) de altitude.
II. Este domínio com aproximadamente 400 mil quilômetros quadrados é sujeito a climas subtropicais úmidos de planaltos com invernos relativamente brandos. O domínio comporta as paisagens menos “tropicais” do país. Ainda que a pedração dos solos não tenha sido muito grande na maior parte dos planaltos, é digno de nota que restem apenas 15% a 20% da biomassa original do domínio.
Os textos I e II referem-se, respectivamente, aos domínios indicados no mapa pelos números
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Geografia População — Pirâmide Etária e Transição Demográfica

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Considere a pirâmide etária do Brasil para responder à questão.
Pirâmide etária (2010)
Pirâmide etária do Brasil em 2010, com barras pretas para homens à esquerda e cinza para mulheres à direita, escala de 0 a 10 em cada lado e faixas de cinco anos de 0 a 4 anos até 80 anos ou mais. A base é mais estreita que as faixas de 10 a 29 anos, que são as mais largas, e as barras diminuem progressivamente nas idades mais altas.
(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
A pirâmide etária de 2010 reflete
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Geografia Agropecuária — Expansão Agrícola no Cerrado

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A rápida expansão da agricultura tecnificada de grãos e fibras no cerrado brasileiro se deve a um conjunto de fatores, sendo um deles
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Resolução comentada

O baixo valor das terras do cerrado, antes ocupadas por pecuária extensiva, favoreceu a expansão agrícola.

A expansão da agricultura tecnificada no cerrado foi favorecida pelo baixo preço das terras em campos limpos e cerrados, antes usados para pecuária extensiva, além de relevo plano e incentivos e tecnologia (correção do solo).

Análise das alternativas

A) A expansão foi puxada por capitais de outras regiões, em especial do Sul. C) Os solos do cerrado são ácidos e pobres, exigindo correção. D) A expansão provoca fortes impactos ambientais. E) Não havia antiga e densa rede urbana na região.

Referência: Geografia agrária do Brasil: ocupação do Cerrado.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Recursos Minerais

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Considere o mapa para responder à questão.
Brasil recursos minerais
Mapa do Brasil com recursos minerais representados por pontos e manchas cinza, escala de 0 a 500 km e seta do norte. Um círculo marcado com o número 1 destaca uma concentração de pontos no sudeste do Pará; um retângulo marcado com o número 2 destaca uma concentração de pontos no centro-sul de Minas Gerais.
(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
As áreas indicadas pelos números 1 e 2 correspondem, respectivamente,
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