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EsFCEx — Concurso de Admissão 2022 — Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar — Área: Magistério em Inglês — 013. Prova Objetiva — Versão A

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército

Fundação VUNESP2022

60 questões nesta prova · página 1 de 3 · 60 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

O texto afirma que a forma de tratar os animais indica a forma de amar.

O autor diz que a relação com os animais aparece "como uma espécie de raio x das nossas formas de amar". Ele acrescenta que quem humaniza os animais pode revelar um amor mais simples e narcísico. Logo, o modo de se relacionar com os animais pode revelar como a pessoa ama as pessoas.

Análise das alternativas

A) O texto não compara a facilidade de amar pessoas e animais, nem diz que os animais são agressivos. C) O narcisismo é associado ao amor pelos animais e também a filhos e mulheres, sem a oposição que a alternativa propõe. D) O texto diz o contrário: o amor narcísico pode levar a maltratar. E) A relação entre amar o diferente e ter empatia não é afirmada no texto.

Referência: Christian Dunker, Reinvenção da intimidade.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação e Crase

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

Assinale a alternativa cujo trecho reescrito está de acordo com a norma-padrão de pontuação e crase.
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Resolução comentada

Pontuação e crase: só a alternativa E respeita a norma-padrão.

Em E, os adjuntos adverbiais deslocados "E, muitas vezes," estão isolados por vírgulas. A crase em "à vida dos casais" é correta: "prejuízos" pede a preposição "a" e "vida" é substantivo feminino com artigo "a".

Análise das alternativas

A) Há vírgula indevida depois de "amor", e "à se dispersar" está errado, porque não há crase diante de verbo. B) "Em relação à animais" tem crase indevida diante de palavra plural sem artigo, e a vírgula entre sujeito e verbo ("cada um, revive") também está errada. C) Tem crase em "à ele" (pronome não admite) e em "para à realidade" (crase depois de preposição), além de vírgulas indevidas. D) A vírgula separa sujeito e verbo ("relação, com os animais repete"), e "à nós" tem crase indevida diante de pronome.

Referência: Gramática normativa: emprego da vírgula e do acento grave indicativo de crase.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Concordância Verbal

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 03.
Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.
Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.
Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.
(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta concordância verbal de acordo com a norma-padrão.
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Resolução comentada

Concordância correta: "Confundem-se, no narcisismo, o amar o outro e o amar-se a si mesmo", verbo concordando com o sujeito composto.

Na voz passiva sintética, o verbo concorda com o sujeito: "o amar o outro e o amar-se a si mesmo" forma sujeito composto, por isso "Confundem-se" no plural. A alternativa C é a correta.

Análise das alternativas

A) O sujeito "Uma figura prestativa e generosa" é singular, logo o verbo deveria ser "cuidou". B) "Existe" deveria concordar com "laços": "Existem". D) "Haver" no sentido de existir é impessoal: "É comum haver animais". E) O sujeito "uma forma de amar e ser amado" é singular: "é revivida".

Referência: Gramática normativa: concordância verbal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Resolução comentada

O texto afirma que tanto emoções quanto sentimentos podem ser expressos: as emoções são mostradas e os sentimentos, comunicados pela linguagem.

O autor diz que as emoções são detectáveis externamente (expressão facial, voz etc.) e que nos comunicamos sobre os sentimentos pela linguagem. Logo, ambos são passíveis de expressão, e a alternativa A é a correta.

Análise das alternativas

B) O texto não relaciona a intensidade dos sentimentos ao domínio da linguagem verbal. C) Não compara a sutileza dos sentimentos e das emoções. D) Não afirma que emoções fortes sejam facilmente verbalizadas, já que as emoções são mostradas, e os sentimentos, falados. E) O texto diz que as emoções são desencadeadas por estímulos, e não pelas atitudes da própria pessoa.

Referência: Frans de Waal, O último abraço da matriarca.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Análise Sintática — Adjunto Adverbial

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

No trecho − Estamos sempre em contato com nossos sentimentos... −, a expressão em destaque tem a mesma função sintática do que se destacou em: (palavra “sempre” destacada em negrito)
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Língua Portuguesa Colocação Pronominal

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 04 a 06.
Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.
(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

Assinale a alternativa em que os trechos − Conheço meus sentimentos... – e – ...que movem o comportamento. – foram reescritos de acordo com a norma-padrão de colocação pronominal.
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Resolução comentada

Reescrita correta: "Conheço-os" (ênclise, início de oração) e "que o movem" (próclise por causa do pronome relativo).

"Conheço meus sentimentos": o objeto direto é substituído por "os"; como a oração começa pelo verbo, usa-se ênclise (Conheço-os). Em "que movem o comportamento", o pronome relativo "que" atrai o pronome oblíquo, daí "que o movem". A alternativa D é a correta.

Análise das alternativas

A) "lhes" é objeto indireto, e o verbo conhecer pede objeto direto (os). B) Não se inicia oração com próclise e "que movem-no" desrespeita a atração do relativo. C) "lhe" não é adequado ao objeto direto. E) Próclise no início da oração e ênclise depois do relativo estão incorretas.

Referência: Gramática normativa: colocação pronominal.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Figuras de Linguagem

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)

No verso – Os poemas são pássaros que chegam − há
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Resolução comentada

"Os poemas são pássaros" é uma metáfora, comparação implícita sem conectivo.

O verso identifica diretamente poemas e pássaros, sem usar elemento comparativo (como, tal qual), o que caracteriza a metáfora. Os poemas ganham as características dos pássaros: chegam, pousam, voam. A alternativa B é a correta.

Análise das alternativas

A) Metonímia substituiria um termo por outro com relação de contiguidade, o que não ocorre. C) Ironia diria o contrário do que se pensa, e não é o caso. D) A personificação atribuiria características humanas a seres não humanos, e aqui a relação é entre poemas e pássaros. E) Paradoxo reuniria ideias contraditórias, o que não há no verso.

Referência: Mario Quintana, Rua dos Cataventos; figuras de linguagem.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Verbos — Flexão de Pessoa e Número

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Texto-base:
Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...
(Mario Quintana. Rua dos Cataventos & outros poemas)

Passando-se as formas verbais em destaque nos versos − no livro que lês / Quando fechas o livro, eles alçam voo – para a primeira pessoa do plural, tem-se, respectivamente: (formas “lês” e “fechas” destacadas em negrito)
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História do Brasil Brasil Colônia — Escravidão Indígena e Bandeirantismo

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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À medida que se tornava cada vez mais aparente a insuficiência do projeto dos aldeamentos enquanto forma de suprir a força de mão de obra, os colonos passaram a intensificar outros meios de recrutamento de índios para os seus serviços. A partir da década de 1580, a despeito das restrições impostas pela legislação portuguesa, os colonos começaram a favorecer a apropriação direta do trabalhador indígena através de expedições predatórias ao sertão. Realmente, a observância estrita da lei nunca figurou entre as práticas prediletas dos paulistas. […] a lei de 1570 e legislação subsequente admitiam o cativeiro […]
(John Manuel Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes das origens de São Paulo)
A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena que
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Resolução comentada

A legislação portuguesa admitia o cativeiro do indígena capturado em guerra justa.

A lei de 1570 e a legislação subsequente proibiam em princípio a escravização indígena, mas admitiam o cativeiro dos índios capturados em guerra justa (por exemplo, os que resistissem à ocupação ou praticassem hostilidades) e dos que praticassem antropofagia. A alternativa C é a correta.

Análise das alternativas

A) Manter organização tribal não era motivo legal para o cativeiro. B) Ocupar regiões fronteiriças não justificava a escravização. D) Aceitar integrar missão religiosa levava ao aldeamento, e não ao cativeiro. E) Desconhecer a língua geral não era critério legal.

Referência: John M. Monteiro, Negros da terra; legislação portuguesa de 1570 sobre a liberdade dos índios.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Quilombos — Resistência Escrava

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Um quilombo dirigido por homens livres. Um quilombo com escravidão. Um quilombo agrícola e cuja produção estava integrada ao mercado regional. Que quilombo era esse? Esta é a história – ou uma das histórias possíveis – do quilombo do Oitizeiro, na Bahia de 1806.
(João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitezeiro – Bahia, 1806. Em: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (org.), Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil)
A partir do excerto, acerca dos quilombos no Brasil, segundo o artigo de João José Reis, é correto afirmar que
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Resolução comentada

Segundo João José Reis, a visão do quilombo isolado no alto da serra é enganosa: eram pequenos, próximos a povoações e com relações variadas.

O artigo mostra, pelo caso do Oitizeiro, que quilombos frequentemente eram pequenos, situados perto de povoações, fazendas e centros urbanos, mantendo relações ora conflituosas, ora amistosas, inclusive comerciais, com a sociedade em volta. Isso desmonta a imagem de grandes quilombos isolados nas serras. A alternativa E é a correta.

Análise das alternativas

A) Palmares foi exceção, e não o modelo predominante. B) Os quilombos existiram em todo o período escravista e foram numerosos, não raros. C) Os quilombos não derivavam de organizações das colônias francesas nem eram, na maior parte, igualitários. D) A maioria não vivia em profundo isolamento, pois mantinha vínculos econômicos e sociais com o entorno.

Referência: João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitizeiro – Bahia, 1806, em Liberdade por um fio.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Economia Cafeeira e Expansão Ferroviária

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Analise a tabela.
Tabela “Expansão das estradas de ferro no Brasil (1854-1929)” com as colunas Anos, Região Cafeeira (km) e Brasil (km): 1854: 14,5 e 14,5; 1859: 77,9 e 109,4; 1864: 163,2 e 411,3; 1869: 450,4 e 713,1; 1874: 1.053,1 e 1.357,3; 1879: 2.395,9 e 2.895,7; 1884: 3.830,1 e 6.324,6; 1889: 5.590,3 e 9.076,1; 1894: 7.676.6 e 12.474,3; 1899: 8.173,9 e 13.980,6; 1904: 10.212,0 e 16.023,9; 1906: 11.281,3 e 17.340,4; 1929: 18.326,1 e 32.000,3.
(Sérgio Silva, Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. Apud José Miguel Arias Neto, Primeira República: economia cafeeira, urbanização e industrialização. Em: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado (org.). O Brasil Republicano v.1 - O tempo do liberalismo excludente: da Proclamação da República à Revolução de 1930. Adaptado)
A partir dos dados, é correto afirmar que
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História do Brasil Movimento Republicano — Partido Republicano Paulista

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Em 3 de dezembro de 1870 foi publicado o jornal A República, que trazia estampado o “Manifesto republicano brasileiro”, o mesmo que daria base para a fundação de um novo partido em 17 de janeiro de 1872. Formado inicialmente por profissionais liberais ligados a setores urbanos, nomeadamente paulistas, o Partido Republicano organizou seu primeiro congresso em julho de 1873, quando foi reforçado por novos adeptos de fôlego: fazendeiros paulistas que, descontentes com o que consideravam ser uma política intervencionista do Estado, passaram a engrossar as fileiras da oposição à monarquia.
[…]
A cisão do Partido Liberal levou, então, à formação do Partido Republicano Paulista, em 18 de abril de 1873, que se reuniu na hoje famosa Convenção de Itu.
(Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling, Brasil, uma biografia)
O novo partido
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Resolução comentada

O PRP criticava o centralismo imperial e propunha reforma pacífica rumo a uma república federativa.

O Partido Republicano Paulista, formado por fazendeiros do Oeste Paulista e profissionais liberais, criticava o centralismo do trono e da administração, defendendo a república federativa por meio de reforma pacífica, sem ruptura revolucionária. A alternativa A é a correta, de acordo com o gabarito oficial.

Análise das alternativas

B) O PRP não propunha uma radical reforma da legislação eleitoral nem atacava a insuficiência das leis abolicionistas. C) O partido não censurava a imigração, que lhe interessava como alternativa de mão de obra. D) A fusão da Câmara e do Senado e o plebiscito não faziam parte do programa. E) O PRP não defendia a imediata abolição nem o impedimento da coroação do herdeiro do trono.

Referência: Schwarcz e Starling, Brasil, uma biografia; Manifesto Republicano de 1870 e Convenção de Itu (1873).

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil Era Vargas — O Estado após 1930

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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Ao analisar a Revolução de 1930, o historiador Boris Fausto considerou que
Um novo tipo de Estado nasceu após 1930, distinguindo-se do Estado oligárquico não apenas pela centralização e pelo maior grau de autonomia como também por outros elementos.
(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)
Entre esses outros elementos constitutivos do Estado brasileiro, após 1930, é correto apontar que houve atuação relativa à questão
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Resolução comentada

Após 1930, o Estado passou a proteger os trabalhadores urbanos e a incorporá-los a uma aliança de classes promovida pelo poder estatal.

Segundo Boris Fausto, o novo Estado distinguiu-se do oligárquico por voltar-se para a questão social, com legislação trabalhista e sindicatos atrelados ao Estado, buscando incorporar os trabalhadores urbanos a uma aliança de classes sob o controle estatal. A alternativa D é a correta.

Análise das alternativas

A) Houve fortalecimento do Executivo federal, não das casas legislativas. B) O Estado ampliou o controle sobre a cultura, com censura e uso do rádio como instrumento de propaganda. C) Não houve universalização da educação primária no período, e o ensino religioso foi admitido nas escolas públicas. E) A política econômica passou a priorizar a industrialização e o mercado interno, e não a modernização da agricultura de exportação.

Referência: Boris Fausto, História do Brasil.

Resolução comentada do VaiConcursos.

História do Brasil República de 1946 — Eleições de 1945

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

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As eleições de 1945 despertaram um grande interesse na população. Depois de anos de ditadura, a Justiça Eleitoral ainda não ajustara o processo de recepção e contagem de votos. Pacientemente, os brasileiros formaram longas filas para votar. Nas últimas eleições diretas à presidência da República, em março de 1930, tinham votado 1,9 milhão de eleitores, representando 5,7% da população total; em dezembro de 1945 votaram 6,2 milhões, representando 13,4% da população.
Em uma época em que não existiam pesquisas eleitorais, a oposição foi surpreendida pela nítida vitória de Dutra. Tomando-se como base de cálculo os votos dados aos candidatos, com exclusão dos nulos e brancos, o general venceu com 55% dos votos contra 35% atribuídos ao brigadeiro [Eduardo Gomes].
(Boris Fausto, História do Brasil)
Para Boris Fausto, a vitória eleitoral de Dutra teve relação com a
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Resolução comentada

Para Boris Fausto, a vitória de Dutra deveu-se à máquina eleitoral do PSD e ao prestígio de Vargas entre os trabalhadores.

Dutra, ex-ministro da Guerra do Estado Novo, contou com o apoio da máquina do PSD, formada a partir dos interventores estaduais, e recebeu o apoio de Vargas, cujo prestígio entre os trabalhadores foi decisivo (movimento queremista e apoio tardio de Getúlio a Dutra). Por isso, a alternativa B é a correta.

Análise das alternativas

A) A participação das mulheres e a fragilidade dos programas dos demais candidatos não são as explicações de Fausto. C) O apoio do Partido Comunista foi dado a Yedo Fiúza, e não a Dutra, e o apoio não foi decisivo em todo o Norte-Nordeste. D) O PTB defendia os direitos trabalhistas, e não a extinção do salário mínimo. E) A UDN, de Eduardo Gomes, foi derrotada; a explicação não está no êxito da UDN em mostrar os malefícios do Estado Novo.

Referência: Boris Fausto, História do Brasil.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)

Fundação VUNESP 2022

Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército · Caderno 013. Prova Objetiva — Modelo de prova (Versão) A

Gabarito disponível

Considere o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) das seguintes regiões metropolitanas:
Tabela com as colunas Região Metropolitana, IDHM 2000 e IDHM 2010: Belém 0,621 e 0,729; Belo Horizonte 0,682 e 0,729; Curitiba 0,698 e 0,783; Fortaleza 0,622 e 0,732; Manaus 0,585 e 0,720; Rio de Janeiro 0,686 e 0,771; São Paulo 0,714 e 0,794.
(https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&id=24037)
O aumento dos índices das regiões metropolitanas entre 2000 e 2010 deveu-se, principalmente,
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Geografia Indústria — Desconcentração Industrial

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Nas últimas décadas tem-se observado um crescente processo de desconcentração industrial no Brasil. Dentre os argumentos utilizados para explicar o processo destaca-se
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Resolução comentada

A desconcentração industrial foi impulsionada por decisões políticas e incentivos de governos federal e estaduais.

Segundo o gabarito oficial, entre os argumentos que explicam a desconcentração industrial destaca-se a decisão política do governo federal ou dos estados, por meio de incentivos fiscais e guerra fiscal, de favorecer a migração de indústrias para outras regiões. A alternativa A é a correta.

Análise das alternativas

B) Estruturas sólidas de formação de tecnologia permanecem concentradas nas áreas mais desenvolvidas. C) A presença de matérias-primas não explica o processo de modo geral. D) Mão de obra barata e abundante é um fator, mas o gabarito aponta a decisão política. E) A coesão entre estados ou regiões não é o motivador do processo.

Referência: Geografia econômica do Brasil: desconcentração industrial.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Domínios Morfoclimáticos

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Considere o mapa e os textos para responder à questão.
Brasil: domínios morfoclimáticos
Mapa do Brasil dividido em domínios morfoclimáticos com hachuras diferentes e cinco áreas numeradas: 1 na maior parte da Região Norte (Amazônia); 2 no Brasil central; 3 no interior do Nordeste; 4 em uma faixa no Sul, a leste da área 5; 5 em preto, nos planaltos do Sul. Faixas sem número representam as áreas de transição.
(Ab’Sáber, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas.)
I. Este domínio tem mostrado ser o meio físico, ecológico e paisagístico mais complexo e difícil em relação às ações antrópicas. É uma área sujeita aos mais fortes processos de erosão e de movimentos coletivos de solos em todo o território brasileiro. Área de mamelonização extensiva, afetando todos os níveis da topografia (de 10-20 m a 1100-1300 m) de altitude.
II. Este domínio com aproximadamente 400 mil quilômetros quadrados é sujeito a climas subtropicais úmidos de planaltos com invernos relativamente brandos. O domínio comporta as paisagens menos “tropicais” do país. Ainda que a pedração dos solos não tenha sido muito grande na maior parte dos planaltos, é digno de nota que restem apenas 15% a 20% da biomassa original do domínio.
Os textos I e II referem-se, respectivamente, aos domínios indicados no mapa pelos números
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Geografia População — Pirâmide Etária e Transição Demográfica

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Considere a pirâmide etária do Brasil para responder à questão.
Pirâmide etária (2010)
Pirâmide etária do Brasil em 2010, com barras pretas para homens à esquerda e cinza para mulheres à direita, escala de 0 a 10 em cada lado e faixas de cinco anos de 0 a 4 anos até 80 anos ou mais. A base é mais estreita que as faixas de 10 a 29 anos, que são as mais largas, e as barras diminuem progressivamente nas idades mais altas.
(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
A pirâmide etária de 2010 reflete
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Geografia Agropecuária — Expansão Agrícola no Cerrado

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A rápida expansão da agricultura tecnificada de grãos e fibras no cerrado brasileiro se deve a um conjunto de fatores, sendo um deles
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Resolução comentada

A expansão agrícola no Cerrado foi favorecida pelo baixo valor das terras, antes ocupadas por pecuária extensiva.

Segundo o gabarito oficial, um dos fatores da rápida expansão da agricultura tecnificada no Cerrado foi o baixo preço das terras em campos limpos e cerrados, antes usados em pecuária extensiva. Associado à topografia plana e à tecnologia (correção de solos, mecanização), isso atraiu investidores. A alternativa C é a correta.

Análise das alternativas

A) Os solos do Cerrado são ácidos e pobres em nutrientes, exigindo correção com calcário e adubação. B) A afirmação sobre grupos goianos e mato-grossenses com grandes capitais não é o fator apontado; o capital veio em grande parte do Sul. D) A expansão causou fortes impactos ambientais, como desmatamento e perda de biodiversidade. E) A rede urbana antiga e densa não é característica do Cerrado, de ocupação rarefeita.

Referência: Geografia do Brasil: agropecuária e fronteira agrícola do Cerrado.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Geografia Recursos Minerais

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Considere o mapa para responder à questão.
Brasil recursos minerais
Mapa do Brasil com recursos minerais representados por pontos e manchas cinza, escala de 0 a 500 km e seta do norte. Um círculo marcado com o número 1 destaca uma concentração de pontos no sudeste do Pará; um retângulo marcado com o número 2 destaca uma concentração de pontos no centro-sul de Minas Gerais.
(Théry, H. e Mello-Théry, N.A. Atlas do Brasil: Disparidades e dinâmicas do território.)
As áreas indicadas pelos números 1 e 2 correspondem, respectivamente,
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