← Voltar para a lista de provas Exército Brasileiro — Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx) · Oficial do Quadro Complementar do Exército 60 questões nesta prova · página 2 de 3 · 60 com gabarito Gabarito disponível Para Libâneo, a avaliação considera a relação mútua entre aspectos quantitativos e qualitativos. Libâneo sustenta que a avaliação escolar deve combinar dados quantitativos (notas, provas) e qualitativos (apreciação do desenvolvimento), numa relação de reciprocidade. O caso da professora Celeste ilustra a visão equivocada de que rigor e reprovação em massa indicam qualidade. A) e C) rejeitam um dos polos de forma absoluta, o que contraria a visão do autor. D) generaliza indevidamente que provas prejudicam. E) defende recompensas e prêmios, o que não corresponde à concepção de avaliação do autor. Referência: Libâneo, J. C. (2013), Didática. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para Naura Ferreira, a formação para a gestão democrática relaciona-se com a emancipação do profissional como indivíduo social e sujeito histórico. O gabarito aponta a alternativa C: a formação dos profissionais para a gestão democrática está ligada à sua emancipação como indivíduo social e sujeito histórico, e não a meras habilidades técnicas ou instrumentais. A) reduz a formação a competência tecnológica. B) foca em controle e resolução de conflitos, perspectiva gerencial. D) enfatiza o provimento do cargo, aspecto isolado. E) liga a formação ao mundo do trabalho e globalização, enfoque que a autora não prioriza aqui. Referência: Ferreira, N. S. C. (2013), gestão democrática da educação e formação de profissionais. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Para Alcântara (2022), responder às indagações exige refletir sobre a cultura escolar. As perguntas sobre função social da escola, inclusão, acesso às TIC e esgotamento do modelo escolar convergem para a necessidade de repensar a cultura escolar, isto é, as práticas, formas de organização e valores que estruturam a escola. Essa é a resposta do gabarito (E). A), B), C) e D) tratam de aspectos pontuais (qualidade, metodologias, tecnologias, frequência), que são parte do problema, mas não esgotam a reflexão exigida, que é mais ampla e sobre o modelo escolar como um todo. Referência: Alcântara (2022), sobre escola e cultura escolar na pandemia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Paulilo (2017): a mobilização popular por escolarização nos anos 1970/80 em São Paulo é explicativa, mas ausente da reflexão sobre fracasso escolar. O gabarito oficial é D. Paulilo destaca que a mobilização popular por escolarização em São Paulo nos anos 1970/1980 é elemento relevante para explicar a construção da noção de fracasso escolar, embora tenha sido negligenciada na reflexão sobre ela. A) inverte a ideia de como se dá a tomada de consciência do fracasso. B) atribui ao escolanovismo uma visão que o gabarito não adota. C) apresenta a visão da teoria da carência cultural, criticada pelo autor. E) privilegia fatores externos, tese também criticada pelo enfoque dos fatores intraescolares. Referência: Paulilo, A. L. (2017), estudos sobre fracasso escolar. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível A crise de paradigmas revela a superação de um modelo que escamoteou do professor a percepção da função social e política do ato de ensinar. Segundo o gabarito, a organização do trabalho docente fragmentada e tecnicista retirou do professor a condição de profissional capaz de perceber a função social e política do ato de ensinar. Por isso se busca, no PPP, resgatar essa dimensão. A) trata da definição dos objetivos da escola, que não é o foco do trecho. C) fala de agente principal de transformação, ideia mais ampla e não apontada pelo gabarito. D) e E) referem-se a metodologias e avaliação, aspectos secundários no argumento. Referência: Santiago, A. R. In: Veiga, I. P. A. (org.), Projeto político-pedagógico da escola, 1996. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Formação dos profissionais da educação: desenvolver competências para integração com a comunidade e para relacionamento com as famílias. Conforme o gabarito oficial, a alternativa correta é D: os programas de formação devem preparar os profissionais para integração com a comunidade e para o relacionamento com as famílias, em consonância com o texto da Resolução CNE/CEB nº 4/2010, art. 57, §2º. A), B), C) e E) trazem ideias genéricas sobre gestão e concepção do estudante que não correspondem à redação do dispositivo citado, ainda que pareçam coerentes com temas próximos das diretrizes. Referência: Resolução CNE/CEB nº 4/2010, art. 57, §2º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Educação especial: oferta tem início na educação infantil e estende-se ao longo da vida. O art. 58, §3º, da LDB prevê que a oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na educação infantil e estende-se ao longo da vida, observados o inciso III do art. 4º e o art. 58. Assim a alternativa B é a correta. A) e E) iniciam a oferta apenas no ensino fundamental, o que contraria a lei. C) restringe à faixa etária de zero a seis anos, quando a lei prevê extensão ao longo da vida. D) não corresponde ao texto legal, que fixa o início na educação infantil. Referência: Lei nº 9.394/1996 (LDB), art. 58, §3º. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Fundeb: recursos distribuídos proporcionalmente ao número de alunos da educação básica presencial matriculados nas redes. O art. 212-A, III, da CF prevê que a distribuição dos recursos dos fundos, dentro de cada Estado, é feita entre o Estado e seus Municípios na proporção do número de alunos matriculados nas respectivas redes, nas diversas etapas e modalidades da educação básica presencial. Por isso a alternativa C está correta. A) A distribuição não considera a população infantil nem a escolaridade superior da localidade. B) O critério é número de alunos, e não de escolas. D) A arrecadação do ente não é o critério de distribuição. E) O desempenho em avaliações não é critério de distribuição do Fundeb nesse dispositivo. Referência: Constituição Federal de 1988, art. 212-A, III. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O direito ao respeito no ECA abrange a preservação da imagem, identidade, autonomia, valores, ideias e crenças, espaços e objetos pessoais. O art. 17 do ECA define que o direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais. Por isso a alternativa E está correta. A) trata do direito de ser educado sem castigo físico, previsto em dispositivo distinto do ECA. B) refere-se ao direito de ir, vir e estar, que é um dos aspectos do direito à liberdade (art. 16). C) descreve aspectos do direito à liberdade. D) trata do direito à vida e à saúde (art. 7º). Referência: Lei nº 8.069/1990 (ECA), art. 17. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Colocação pronominal: próclise obrigatória/ênclise correta conforme a norma-padrão. Em E, o verbo 'sentem' inicia a oração depois do sujeito 'Os alunos', sem palavra atrativa, e a ênclise 'sentem-se' é adequada na norma-padrão. Nas demais, há erro de colocação. A) o advérbio 'realmente' atrai o pronome: 'realmente se mostraram'. B) não se inicia frase com pronome oblíquo átono ('Dispus-me'). C) com verbo auxiliar no particípio, o pronome fica junto do auxiliar ('Tendo-se esquecido'); 'esquecido-se' é errado. D) 'Nada' é pronome indefinido atrativo, exigindo próclise ('Nada mais me interessaria'). Referência: Gramática normativa — colocação pronominal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Concordância com 'crise... exacerbada', grafia de 'infraestrutura' e plural de 'sem-teto'. O gabarito oficial é B. Pelo gabarito, a sequência correta é 'exacerbados … infraestrutura … sem-teto'. 'Infraestrutura' é escrita sem hífen após o Acordo Ortográfico, e 'sem-teto' é substantivo composto invariável quando designa pessoas ('os sem-teto'). Já 'exacerbados' concordaria com 'o desemprego e a crise', sujeito composto, ambos atingidos pelo efeito da pandemia. A) 'infra-estrutura' com hífen está errado, e 'sem-tetos' é flexão incorreta. C) 'exacerbada' no singular não concorda com o sujeito composto, e 'sem teto' sem hífen está errado. D) 'infra-estrutura' e 'sem-tetos' estão errados. E) 'exacerbada', 'infra-estrutura' e 'sem tetos' estão errados. Referência: Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa; regras de concordância nominal com sujeito composto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sinônimos contextuais: renitente = persistente; nefastos = prejudiciais; escapar = livrar-se. No texto, 'renitente' qualifica a crise que insiste em permanecer, isto é, persistente; 'nefastos' são efeitos danosos, ou seja, prejudiciais; 'escapar da situação de rua' significa livrar-se dela. Apenas a alternativa A traz os três sinônimos adequados ao contexto. B) 'assustadores' e 'fugir' não equivalem a 'nefastos' e 'escapar' no contexto, e 'contumaz' refere-se a hábito. C) 'perene' é duradouro, 'perturbadores' é inexato e 'constranger-se' não tem relação com escapar. D) 'alarmantes' e 'combater' (oposto de escapar) estão incorretos. E) 'intensa' não é sinônimo de renitente, e 'safar-se', embora próximo, vem junto de outros termos errados. Referência: Semântica e vocabulário contextual (dicionários da língua portuguesa). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Tipologia predominante no texto sobre Aurélia. O texto caracteriza Aurélia por meio de adjetivos e comparações (formosura, elegância, esplendor, plenitude de sua graça), sem desenvolver uma sequência de ações, o que o torna predominantemente descritivo. O foco é exaltar a beleza e a graça da personagem. B) O texto afirma que o que se via era ela e sua beleza, não que a riqueza se sobrepunha. C) Não há relato de relação amorosa secreta. D) Não há análise argumentativa. E) Não se conta desventura, e o texto é descritivo. Referência: Tipologia textual: descrição (José de Alencar, Senhora) Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponívelEsFCEx — Concurso de Admissão 2022 — Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar — Área: Magistério em Português — 015. Prova Objetiva — Versão A
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
“O fracasso de alguns alunos explica-se pelo desinteresse das famílias na escola”.
“Para ser aprovado com a professora X, o aluno tem que ser bom”.
“Quando muitos reprovam é porque o índice de qualidade do ensino é alto”.
As frases apresentadas expressam concepções sobre o fracasso escolar. Acerca do tema, Paulilo (2017) defende queResolução comentada
Análise das alternativas
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(Hernández; Ventura, 2017)
Para Hernández e Ventura (2017), dois aspectos essenciais que se plasmam nos projetos sãoResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 31 a 34.
O jornal e sua importância na escola
Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.
Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.
Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.
De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.
Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.
(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)
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Leia o texto para responder às questões de números 31 a 34.
O jornal e sua importância na escola
Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.
Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.
Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.
De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.
Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.
(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)
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Leia o texto para responder às questões de números 31 a 34.
O jornal e sua importância na escola
Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.
Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.
Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.
De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.
Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.
(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)
A colocação dos pronomes oblíquos átonos atende à norma-padrão em:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 31 a 34.
O jornal e sua importância na escola
Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.
Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.
Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.
De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.
Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.
(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)
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Leia o texto para responder às questões de números 35 e 36.
O desemprego e a renitente crise econômica, __________ após mais de dois anos de pandemia, têm provocado efeitos nefastos na já precária __________ habitacional da cidade de São Paulo. Para parte da população mais vulnerável, a solução entre comer e pagar o aluguel é viver em favelas – isso sem contar os que não conseguem escapar da situação de rua: o número de __________ avançou 31% durante a crise sanitária, atingindo ao menos 31.884 pessoas.
(Expulsos de casa. Editorial. Folha de S.Paulo, 27.06.2022. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com os termos:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 35 e 36.
O desemprego e a renitente crise econômica, __________ após mais de dois anos de pandemia, têm provocado efeitos nefastos na já precária __________ habitacional da cidade de São Paulo. Para parte da população mais vulnerável, a solução entre comer e pagar o aluguel é viver em favelas – isso sem contar os que não conseguem escapar da situação de rua: o número de __________ avançou 31% durante a crise sanitária, atingindo ao menos 31.884 pessoas.
(Expulsos de casa. Editorial. Folha de S.Paulo, 27.06.2022. Adaptado)
No contexto em que estão empregados, os termos “renitente”, “nefastos” e “escapar” significam, correta e respectivamente:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia a tira para responder às questões de números 37 e 38.
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(André Dahmer, “Não há nada acontecendo”. Folha de S.Paulo, 27.07.2022)
Considerando o duplo sentido das palavras e o efeito de humor pretendido pela tira, é correto afirmar que a fala do interlocutor de Joca caracteriza-se por ser de
Leia a tira para responder às questões de números 37 e 38.
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(André Dahmer, “Não há nada acontecendo”. Folha de S.Paulo, 27.07.2022)
Na fala do primeiro quadrinho, a expressão “Joca” corresponde ao
Leia o texto para responder às questões de números 39 a 44.
Havia baile em São Clemente
Aurélia ali estava como sempre, deslumbrante de formosura, de espírito e de luxo. Seu trajo era um primor de elegância; suas joias valiam um tesouro, mas ninguém apercebia-se disso. O que se via e admirava era ela, sua beleza, que enchia a sala, como um esplendor.
O baile em vez de fatigá-la, ao contrário a expandia. Semelhante às flores tropicais, filhas do sol, que ostentam o brilhante matiz nas horas mais ardentes do dia, era justamente nesse pélago de luz e paixões, que Aurélia revelava toda a opulência de sua beleza.
Seixas a contemplava de parte.
As outras moças, de meia-noite em diante, começavam a fanar-se; o cansaço desbotava-lhes a cor, ou afogueava-lhes o rosto. O talhe denunciava o excesso da fadiga na languidez das inflexões ou na rispidez do gesto.
Aurélia, ao contrário, à medida que se adiantava a noite, desferia de si mais seduções, e parecia entrar na plenitude de sua graça. A correção artística de seu trajo ia desaparecendo no bulício do baile. Como o primeiro esboço que surge afinal do cinzel impetuoso do artista, ao fogo da inspiração, sua estátua recebia da admiração da turba os últimos toques.
(José de Alencar, Senhora)
Com a leitura, conclui-se que se trata de um texto predominantementeResolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto para responder às questões de números 39 a 44.
Havia baile em São Clemente
Aurélia ali estava como sempre, deslumbrante de formosura, de espírito e de luxo. Seu trajo era um primor de elegância; suas joias valiam um tesouro, mas ninguém apercebia-se disso. O que se via e admirava era ela, sua beleza, que enchia a sala, como um esplendor.
O baile em vez de fatigá-la, ao contrário a expandia. Semelhante às flores tropicais, filhas do sol, que ostentam o brilhante matiz nas horas mais ardentes do dia, era justamente nesse pélago de luz e paixões, que Aurélia revelava toda a opulência de sua beleza.
Seixas a contemplava de parte.
As outras moças, de meia-noite em diante, começavam a fanar-se; o cansaço desbotava-lhes a cor, ou afogueava-lhes o rosto. O talhe denunciava o excesso da fadiga na languidez das inflexões ou na rispidez do gesto.
Aurélia, ao contrário, à medida que se adiantava a noite, desferia de si mais seduções, e parecia entrar na plenitude de sua graça. A correção artística de seu trajo ia desaparecendo no bulício do baile. Como o primeiro esboço que surge afinal do cinzel impetuoso do artista, ao fogo da inspiração, sua estátua recebia da admiração da turba os últimos toques.
(José de Alencar, Senhora)
No texto, um pronome que mantém relação de coesão referencial com o termo “Aurélia” é o destacado em:
A professora Celeste é conhecida por aplicar provas difíceis e reprovar muitos alunos. Parte da comunidade escolar considera que ela é uma excelente professora porque transmite conteúdo denso e extenso e poucos conseguem aprovação. O caso da professora Celeste virou tema dos momentos de formação continuada na escola. Nos escritos de Libâneo (2013), o grupo de professores da escola leu que o entendimento correto de avaliação consiste em
A educação escolar na contemporaneidade apresenta um conjunto de desafios, dentre eles, a construção de um processo de democratização da gestão escolar. Sobre essa questão, Naura Ferreira (2013) estabelece uma relação entre a administração da educação e as políticas de formação dos profissionais. Para a autora, a formação dos profissionais para uma gestão escolar democrática relaciona-se diretamente com
“Qual a função social da escola em um contexto de pandemia e isolamento social? Como garantir o direito à educação de todos, considerando as pessoas com deficiência? Como garantir o direito à educação de todos, considerando as pessoas em maior vulnerabilidade social e econômica, em um modelo que se vale das TIC’S, às quais nem todos têm acesso? O modelo escolar que temos já se esgotou e a pandemia só deixou isso mais evidente? Quais e como têm sido utilizadas as TIC’S?”. Discutindo o modelo e o funcionamento da escola durante e pós pandemia, Alcântara (2022) compreende que a resposta às indagações anteriores exige uma reflexão sobre
“Alguns alunos fracassam porque não têm dom para estudar”
No entendimento de Hernández e Ventura (2017), o ponto de partida para a definição de um projeto de trabalho é a escolha do tema. Como demonstrado no quadro a seguir, os autores sintetizam possíveis atividades do docente após a escolha do projeto.
Ao refletir sobre o projeto político-pedagógico, Anna Rosa Santiago (In: Veiga, 1996) discorre sobre a crise de paradigmas impulsora de mudanças na educação e na escola. Um dos aspectos da crise refere-se à superação de um modelo de organização do trabalho docente que escamoteou do professor o papel de
Os programas de formação inicial e continuada dos profissionais da educação, vinculados às orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica (Resolução CNE/CEB nº 04/2010), devem prepará-los para o desempenho de suas atribuições, considerando necessário, de acordo com o artigo 57, § 2º da referida resolução,
De acordo com Ropoli (2010), “A educação inclusiva questiona a artificialidade das identidades normais e entende as diferenças como resultantes da multiplicidade, e não da diversidade, como comumente se proclama. Trata-se de uma educação que garante o direito à diferença e não à diversidade, pois assegurar o direito à diversidade é continuar na mesma, ou seja, é seguir reafirmando o idêntico”. Com relação ao tema, a Lei Federal nº 9.394/96 (Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional), em seu artigo 58, § 3º, prevê que a oferta de educação especial tem início
O artigo 212 da Constituição Federal de 1988 estabelece que a União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito, e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do ensino. Para fins de distribuição, o artigo 212-A, III prevê que os recursos serão distribuídos entre cada Estado e seus Municípios, proporcionalmente
A Lei Federal nº 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), em seu artigo 4º, afirma que é dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. Conforme artigo 17 do mesmo diploma legal, o direito ao respeito abrange
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