← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Belo Horizonte · Admissão ao 1º ano do Ensino Médio 40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível Riscos éticos/morais citados por Osório: falsificação de informações e medo de substituição. O texto afirma que, entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações (fake news e deepfakes). Também aponta como outro risco o temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. Logo, a alternativa C reúne os dois riscos apresentados. A) Regulamentação e monopólio aparecem como medidas e preocupações, não como os principais riscos citados. B) Osório diz que a tecnologia não destrói empregos, mas os desloca. D) Padronização e falta de investimento não são tratados como desafios. E) A falta de consciência das máquinas é apenas uma constatação, e o texto não fala em desconfiança nas operações. Referência: OSÓRIO, Fernando. Jornal da USP (texto-base da questão). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O texto é dissertativo-argumentativo. O texto traz uma tese (a IA traz vantagens, mas exige regulamentação) e a sustenta com argumentos, exemplos e citações do especialista. Isso caracteriza o tipo dissertativo-argumentativo. A) Parcial e meramente expositivo não condiz com o texto. B) Notícia é gênero, não tipo, e o texto vai além de informar. C) Não é crônica nem relato de experiências. E) Não é prescritivo, pois não traz instruções. Referência: Tipologia textual Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Aceitar / aprimorada / origina / como resultado / aumenta é a reescrita fiel. 'Adotar' equivale a 'aceitar', 'otimizada' a 'aprimorada', 'gera' a 'origina', 'consequentemente' a 'como resultado' e 'multiplica' a 'aumenta'. Só a E mantém o sentido original. A) 'degradada' inverte o sentido de 'otimizada'. B) 'uniformiza' empregos não equivale a 'multiplica'. C) 'agravada' inverte o sentido. D) 'melhorada' é próxima, mas 'desenvolve empregos' e 'também' alteram o sentido da conclusão. Referência: Reescrita de frases e sinonímia Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sequência correta: F, V, F, V, V. 1ª falsa: o texto diz que há riscos se a IA for mal utilizada, não quando usada com responsabilidade. 2ª verdadeira: a produção otimizada faz a empresa crescer, vender e empregar mais. 3ª falsa: o professor diz que a tecnologia desloca empregos e cria novos. 4ª verdadeira: ele defende órgãos de controle. 5ª verdadeira: a Ebia foi criada para regulamentar e dominar a tecnologia. As demais alternativas erram ao trocar o valor de pelo menos uma das afirmativas. Referência: Interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O período tem três orações e três conjunções/um pronome; I e IV são falsas. As orações são: 'Osório cita… os ascensoristas' (principal), 'que deram lugar à tecnologia' (subordinada adjetiva) e 'conforme o tempo passou' (subordinada adverbial conformativa). Há conjunções ('e', 'como', 'conforme') e o pronome relativo 'que', então II e III estão corretas. I) Falsa: são três orações, não quatro. IV) Falsa: não há orações coordenadas. Assim, apenas II e III estão corretas. Referência: Período composto — análise sintática Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Mas' indica oposição e pode ser trocado por 'todavia' sem alterações. No título, 'mas' liga vantagens e questões éticas, uma ideia de oposição (adversativa). 'Todavia' é conjunção adversativa de mesmo valor, que substitui 'mas' sem exigir mudanças. A e E) 'Mas' não é explicativa. A) 'Visto que' é causal/explicativa. B) 'Não obstante' é adversativa/concessiva, mas exigiria alterações de estrutura. C) 'Visto que' não tem o valor de oposição. E) 'Contudo' é adversativa, mas o valor 'explicação' está errado. Referência: Conjunções coordenativas adversativas Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível O eu lírico sugere que a tecnologia serve de fuga à timidez. Nos versos 'Saiu de cena pra poder entrar / E aliviar a sua timidez', a tela do celular aparece como refúgio contra a timidez. B) Ele termina encontrando a solidão. C) Não há realização profissional no texto. D) O ego é vestido na tela, não é consequência da rotina. E) A rotina é dramatizada, mas não é descrita como dádiva sublimada. Referência: Interpretação de texto poético Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível O maior impacto apontado é o distanciamento entre as pessoas pelo excesso de tecnologia. O texto afirma que a comunicação pode 'levar as pessoas a se distanciarem umas das outras, isolando-se de tudo', e que o modo de socializar mudou. O impacto central é o distanciamento social. A) Não se fala em necessidade diária de conexão. C) Os desafios são citados, mas não como o maior impacto. D) Não há foco em aquisição de aparelhos. E) A velocidade é uma característica, não o maior impacto. Referência: Interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Em 'isolando-se', gerúndio sem preposição, a ênclise é obrigatória. 'Isolando-se' é um gerúndio isolado, sem palavra atrativa nem preposição 'em', e nesse caso a ênclise é obrigatória. A) Em 'tornou-se' não há fator de próclise obrigatória (o sujeito é substantivo). B) A ênclise ali é a norma, mas não obrigatória, pois a próclise também é possível. D) Em 'se distanciarem', a mesóclise só ocorre com futuro do presente/pretérito, e nesse caso não ocorre. E) Em 'tem se tornado', o pronome fica após o auxiliar; não cabe ênclise ao particípio. Referência: Colocação pronominal Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Segundo o gabarito, a exceção é a alternativa B. O enunciado pede a única alternativa que não descreve uma interferência da internet no comportamento dos usuários segundo o texto. O texto apresenta vantagens e transformações, mas não adverte nem orienta o leitor a ter cautela com a exposição, como diz a B. Seu tom é descritivo-expositivo. A, C e D tratam de informar sobre a importância da web, os meios de comunicação e as vantagens no trabalho e no pessoal, o que o texto faz. E) é incompatível com o texto, mas o gabarito oficial indica B como a exceção. Questão de interpretação discutível. Referência: Interpretação de texto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O poema mostra que o essencial (as coisas reais) perde a maravilha com a tecnologia. Nos versos 'ao nosso redor / coisas reais / que perdem a maravilha', o eu lírico indica que o valor do que é real e essencial se perde com a vida conectada. O poema critica a automatização da vida moderna. A) 'a gente vai virando… seguindo a moderna trilha' indica uma trajetória automática. B) As relações ficam mais superficiais, não mais sólidas. D) O poema critica a conexão em 'ilhas' isoladas. E) Há alteração: o perfil substitui a convivência direta. Referência: Interpretação de texto poético Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelCMBH — Concurso de Admissão 2023/2024 — 1º ano do Ensino Médio — Prova de Matemática e Língua Portuguesa
TEXTO I
Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais
Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.
O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA) é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.
É possível que a Inteligência Artificial seja caracterizada como um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.
Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais, podendo oferecer riscos caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos. “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.
Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar Fake News e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa). “Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso”, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”
Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.
Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”
O professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”
O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”
OSÓRIO, Fernando. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/avanco-da-inteligencia-artificial-traz-vantagens-mas-abre-questoes-eticas-morais-e-sociais/. Acesso em: 25 jul. 2023.
De acordo com o professor Fernando Osório, quais são os principais desafios éticos e morais associados à Inteligência Artificial?Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais
Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.
O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA) é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.
É possível que a Inteligência Artificial seja caracterizada como um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.
Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais, podendo oferecer riscos caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos. “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.
Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar Fake News e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa). “Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso”, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”
Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.
Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”
O professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”
O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”
OSÓRIO, Fernando. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/avanco-da-inteligencia-artificial-traz-vantagens-mas-abre-questoes-eticas-morais-e-sociais/. Acesso em: 25 jul. 2023.
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta da tipologia textual do Texto I.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais
Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.
O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA) é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.
É possível que a Inteligência Artificial seja caracterizada como um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.
Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais, podendo oferecer riscos caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos. “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.
Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar Fake News e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa). “Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso”, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”
Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.
Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”
O professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”
O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”
OSÓRIO, Fernando. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/avanco-da-inteligencia-artificial-traz-vantagens-mas-abre-questoes-eticas-morais-e-sociais/. Acesso em: 25 jul. 2023.
Analise o período a seguir, retirado do Texto I:
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Qual das alternativas abaixo apresenta uma oração subordinada com a mesma função sintática da oração destacada acima:
TEXTO I
Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais
Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.
O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA) é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.
É possível que a Inteligência Artificial seja caracterizada como um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.
Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais, podendo oferecer riscos caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos. “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.
Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar Fake News e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa). “Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso”, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”
Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.
Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”
O professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”
O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”
OSÓRIO, Fernando. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/avanco-da-inteligencia-artificial-traz-vantagens-mas-abre-questoes-eticas-morais-e-sociais/. Acesso em: 25 jul. 2023.
O trecho a seguir foi retirado do sexto parágrafo do Texto I, leia-o para responder à questão de número 24.
“Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”
Assinale a alternativa em que o trecho acima foi reescrito de uma maneira fiel ao seu sentido original.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais
Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.
O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA) é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.
É possível que a Inteligência Artificial seja caracterizada como um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.
Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais, podendo oferecer riscos caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos. “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.
Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar Fake News e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa). “Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso”, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”
Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.
Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”
O professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”
O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”
OSÓRIO, Fernando. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/avanco-da-inteligencia-artificial-traz-vantagens-mas-abre-questoes-eticas-morais-e-sociais/. Acesso em: 25 jul. 2023.
Com base na leitura do Texto I e considerando as implicações da Tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial, julgue as afirmativas abaixo utilizando (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Como as máquinas não têm consciência nem vontade própria, a Inteligência Artificial oferece riscos quando usada responsavelmente.
( ) As empresas crescem, vendem mais e empregam um número maior de pessoas devido a uma produção otimizada e inteligente por meio das máquinas.
( ) A modernização, impulsionada pela Inteligência Artificial, inevitavelmente leva à destruição de empregos e à falta de oportunidades no mercado de trabalho.
( ) A criação de órgãos de controle é defendida pelo professor Fernando Osório como uma medida necessária para lidar com os desafios éticos da Inteligência Artificial.
( ) A Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) é uma iniciativa que busca regulamentar e dominar a tecnologia da Inteligência Artificial no Brasil.
Assinale a alternativa que contém a ordem correta das respostas:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais
Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.
O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA) é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.
É possível que a Inteligência Artificial seja caracterizada como um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.
Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais, podendo oferecer riscos caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos. “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.
Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar Fake News e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa). “Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso”, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”
Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.
Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”
O professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”
O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”
OSÓRIO, Fernando. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/avanco-da-inteligencia-artificial-traz-vantagens-mas-abre-questoes-eticas-morais-e-sociais/. Acesso em: 25 jul. 2023.
O trecho a seguir foi retirado do sexto parágrafo do Texto I, releia-o para responder à questão de número 26.
“Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou.”
I. No período, há quatro orações.
II. No período, há três conjunções e um pronome.
III. No período, há uma oração principal e duas subordinadas.
IV. No período, há uma oração coordenada assindética, uma coordenada sindética e duas orações subordinadas.
Estão corretas as seguintes proposições:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais
Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.
O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA) é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.
É possível que a Inteligência Artificial seja caracterizada como um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.
Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais, podendo oferecer riscos caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos. “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.
Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar Fake News e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa). “Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso”, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”
Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.
Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”
O professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”
O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”
OSÓRIO, Fernando. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/avanco-da-inteligencia-artificial-traz-vantagens-mas-abre-questoes-eticas-morais-e-sociais/. Acesso em: 25 jul. 2023.
No título do Texto I, o termo “mas” traz uma ideia de ____________ e poderia ser substituído por ___________, ___________ necessárias alterações para a manutenção da correção semântica e gramatical do período.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
Avanço da Inteligência Artificial traz vantagens, mas abre questões éticas, morais e sociais
Fernando Osório destaca os principais problemas que podem ser provocados pelo uso da tecnologia e alerta para a necessidade de criação de regras e leis regulatórias.
O uso da tecnologia e, consequentemente, da Inteligência Artificial (IA) é cada vez maior em todas as áreas do conhecimento, nas mais simples atividades do dia a dia de qualquer ser humano e em qualquer parte do mundo, sem nem mesmo que as pessoas percebam sua presença.
É possível que a Inteligência Artificial seja caracterizada como um campo das ciências da computação em que máquinas ou algoritmos realizam tarefas. Assim, é usada em buscas na internet, compras no comércio eletrônico, serviços bancários virtuais, aplicativos e smartphones, entre diversos outros produtos e serviços.
Mas, assim como a Inteligência Artificial pode trazer inúmeras vantagens, como praticidade, velocidade e qualidade dos serviços, também esbarra em questões éticas, morais e sociais, podendo oferecer riscos caso seja usada irresponsavelmente ou para fins negativos. “Toda tecnologia sempre oferece riscos, se for mal utilizada; assim como ocorre com as armas ou a energia nuclear, por exemplo”, comenta Fernando Osório, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. Especialista do Centro de Inteligência Artificial (C4AI), também da USP, Osório afirma que, quanto mais avançada a tecnologia – como ocorre ano após ano –, mais a sociedade deve ser impactada.
Entre os principais riscos, o especialista cita a falsificação de informações. Com ela, pode-se gerar Fake News e os chamados deepfakes (imagens criadas por Inteligência Artificial que reproduzem aparência, expressões e até a voz de uma pessoa). “Confiar cegamente na Inteligência Artificial, só porque é uma máquina mais sofisticada, é algo muito perigoso”, destaca o professor. Apesar disso, Osório ressalta que máquinas não têm consciência nem vontade própria, apenas seguem os comandos dados pelos humanos. “Se uma Inteligência Artificial ou um robô fizerem ações ruins, é porque alguém teve a intenção de programá-los para fazerem isso.”
Outro possível risco do rápido crescimento da Inteligência Artificial diz respeito ao temor dos humanos de serem substituídos por robôs, máquinas e algoritmos. O pesquisador garante que esse não é o papel da Inteligência Artificial e que a preocupação com o desemprego poderia ser muito maior caso não houvesse uma modernização, já que “essa tecnologia não destrói empregos, ela desloca empregos, criando muitos novos empregos e oportunidades”.
Osório cita, como exemplo, as operadoras telefônicas e os ascensoristas, que deram lugar à tecnologia conforme o tempo passou. São profissões que desapareceram, mas que abrem espaço para postos melhores que, de acordo com o professor, seguem gerando muitos outros empregos nas áreas de produção, vendas, instalação e manutenção. A Inteligência Artificial produz mais, com melhor qualidade e menor custo. Dessa forma, a empresa cresce, vende mais e emprega mais pessoas. “Adotar uma produção otimizada e inteligente gera crescimento, evita falências, torna competitivas as empresas e, consequentemente, multiplica empregos.”
O professor defende a necessidade de criar regras de uso dessa tecnologia, o que, segundo ele, já vem sendo debatido por pesquisadores, desenvolvedores e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). No Brasil, por exemplo, foram criados recentemente a Estratégia Brasileira de Inteligência Artificial (Ebia) e diversos Centros de Pesquisa e Aplicação da Inteligência Artificial, “para regulamentar e dominar essa tecnologia”
O pesquisador defende ainda a regulamentação e a criação de órgãos de controle para que as empresas se preocupem em realocar seus funcionários em novas funções, evitando também o monopólio de grandes conglomerados. “Somente com muita educação e investimentos em estudos, pesquisas, conhecimentos, tecnologias e inovação poderemos garantir um futuro melhor.”
OSÓRIO, Fernando. Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/avanco-da-inteligencia-artificial-traz-vantagens-mas-abre-questoes-eticas-morais-e-sociais/. Acesso em: 25 jul. 2023.
Releia o trecho a seguir:
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Considerando o sistema ortográfico vigente, identifique a alternativa em que todas as palavras foram acentuadas pela mesma regra do vocábulo em destaque.
TEXTO II
Toda tecnologia oferece riscos quando mal utilizada
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Disponível em: https://jornalbocadamata.com.br/educacao/uso-excessivo-da-tecnologia-em-criancas-o-que-fazer/. Acesso em 14 set. 2023.
Considerando os elementos verbais e não verbais do Texto II, assinale a resposta correta.
TEXTO III
Desconstrução
Quando se viu pela primeira vez
Na tela escura de seu celular
Saiu de cena pra poder entrar
E aliviar a sua timidez
Vestiu um ego que não satisfez
Dramatizou o vil da rotina
Como fosse dádiva divina
Queria só um pouco de atenção
Mas encontrou a própria solidão
E o frio não fustigou sua carne em demasia
Composição: Tiago Iorc. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tiago-iorc/desconstrucao/. Acesso em: 14 set. 2023. Modificado.
Glossário:
ego – exprime a ideia de “eu” egocêntrico, egoísmo, egoísta, egolatria, ególatra etc.
O eu lírico do Texto III retrata sua experiência em relação à tecnologia e à interação social aoResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO III
Desconstrução
Quando se viu pela primeira vez
Na tela escura de seu celular
Saiu de cena pra poder entrar
E aliviar a sua timidez
Vestiu um ego que não satisfez
Dramatizou o vil da rotina
Como fosse dádiva divina
Queria só um pouco de atenção
Mas encontrou a própria solidão
E o frio não fustigou sua carne em demasia
Composição: Tiago Iorc. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tiago-iorc/desconstrucao/. Acesso em: 14 set. 2023. Modificado.
Glossário:
ego – exprime a ideia de “eu” egocêntrico, egoísmo, egoísta, egolatria, ególatra etc.
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TEXTO III
Desconstrução
Quando se viu pela primeira vez
Na tela escura de seu celular
Saiu de cena pra poder entrar
E aliviar a sua timidez
Vestiu um ego que não satisfez
Dramatizou o vil da rotina
Como fosse dádiva divina
Queria só um pouco de atenção
Mas encontrou a própria solidão
E o frio não fustigou sua carne em demasia
Composição: Tiago Iorc. Disponível em: https://www.letras.mus.br/tiago-iorc/desconstrucao/. Acesso em: 14 set. 2023. Modificado.
Glossário:
ego – exprime a ideia de “eu” egocêntrico, egoísmo, egoísta, egolatria, ególatra etc.
Releia o verso abaixo:
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Em qual das alternativas a palavra destacada exerce a mesma função que o termo sublinhado no trecho acima?
TEXTO IV
O comportamento individual
O avanço da tecnologia trouxe inúmeras mudanças para a sociedade. Uma das áreas mais impactadas é a comunicação. Hoje em dia, podemos nos conectar instantaneamente com pessoas ao redor do mundo através de dispositivos eletrônicos, como smartphones e computadores. No entanto, essa facilidade de comunicação também trouxe desafios, como a necessidade de lidar com o excesso de informações e a falta de privacidade.
A forma de se socializar é uma prática que vem mudando, em vez de nos relacionarmos diretamente com quem está disponível ao nosso redor em cada momento, buscamos nas redes sociais o contato com pessoas específicas. Esse comportamento, que passa por uma mudança muito mais severa e acelerada do que nunca, merece atenção especial. Adultos chegam no trabalho e habitualmente conferem as últimas atualizações dos aplicativos de relacionamentos.
Hoje, temos acesso à informação oriunda de todos os lugares. A comunicação tornou-se mais rápida, dinâmica e tem se tornado mais interessante, porém pode levar as pessoas a se distanciarem umas das outras, isolando-se de tudo. Entretanto, é importante destacar que o desejo de se aprimorar para se adequar às inovações da tecnologia é um aspecto necessário para continuarmos conectados ao mundo digital. Vivemos a era da exposição e do compartilhamento. Público e privado começam a se confundir. A ideia de privacidade mudará ou desaparecerá.
O usuário iniciante se sente não raramente desorientado no oceano de informações e possibilidades disponíveis na rede mundial. Mas assim que penetramos no universo da web, descobrimos que ele constitui não apenas um imenso "território" em expansão acelerada, mas que também oferece inúmeros "mapas", filtros, seleções para ajudar o navegante a se orientar. O melhor guia para a web é a própria web. Talvez seja preciso ceder por um instante a seu aspecto lúdico para descobrir, no desvio de um link, os sites que mais se aproximam de nossos interesses profissionais ou de nossas paixões e que poderão alimentar da melhor maneira possível nossa jornada pessoal.
Estaremos, nós, nos tornando mais próximos das máquinas que dos humanos? As relações sociais estão se modificando e nos modificando também, esse novo panorama, portanto, é a nova realidade em que estamos inseridos.
Disponível em: https://www.meupositivo.com.br/panoramapositivo/tecnologia-para-a-sociedade-atual/. Acesso em: 02 ago. 2023. Modificado.
Segundo o Texto IV, o maior impacto na sociedade refere-seResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO IV
O comportamento individual
O avanço da tecnologia trouxe inúmeras mudanças para a sociedade. Uma das áreas mais impactadas é a comunicação. Hoje em dia, podemos nos conectar instantaneamente com pessoas ao redor do mundo através de dispositivos eletrônicos, como smartphones e computadores. No entanto, essa facilidade de comunicação também trouxe desafios, como a necessidade de lidar com o excesso de informações e a falta de privacidade.
A forma de se socializar é uma prática que vem mudando, em vez de nos relacionarmos diretamente com quem está disponível ao nosso redor em cada momento, buscamos nas redes sociais o contato com pessoas específicas. Esse comportamento, que passa por uma mudança muito mais severa e acelerada do que nunca, merece atenção especial. Adultos chegam no trabalho e habitualmente conferem as últimas atualizações dos aplicativos de relacionamentos.
Hoje, temos acesso à informação oriunda de todos os lugares. A comunicação tornou-se mais rápida, dinâmica e tem se tornado mais interessante, porém pode levar as pessoas a se distanciarem umas das outras, isolando-se de tudo. Entretanto, é importante destacar que o desejo de se aprimorar para se adequar às inovações da tecnologia é um aspecto necessário para continuarmos conectados ao mundo digital. Vivemos a era da exposição e do compartilhamento. Público e privado começam a se confundir. A ideia de privacidade mudará ou desaparecerá.
O usuário iniciante se sente não raramente desorientado no oceano de informações e possibilidades disponíveis na rede mundial. Mas assim que penetramos no universo da web, descobrimos que ele constitui não apenas um imenso "território" em expansão acelerada, mas que também oferece inúmeros "mapas", filtros, seleções para ajudar o navegante a se orientar. O melhor guia para a web é a própria web. Talvez seja preciso ceder por um instante a seu aspecto lúdico para descobrir, no desvio de um link, os sites que mais se aproximam de nossos interesses profissionais ou de nossas paixões e que poderão alimentar da melhor maneira possível nossa jornada pessoal.
Estaremos, nós, nos tornando mais próximos das máquinas que dos humanos? As relações sociais estão se modificando e nos modificando também, esse novo panorama, portanto, é a nova realidade em que estamos inseridos.
Disponível em: https://www.meupositivo.com.br/panoramapositivo/tecnologia-para-a-sociedade-atual/. Acesso em: 02 ago. 2023. Modificado.
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TEXTO IV
O comportamento individual
O avanço da tecnologia trouxe inúmeras mudanças para a sociedade. Uma das áreas mais impactadas é a comunicação. Hoje em dia, podemos nos conectar instantaneamente com pessoas ao redor do mundo através de dispositivos eletrônicos, como smartphones e computadores. No entanto, essa facilidade de comunicação também trouxe desafios, como a necessidade de lidar com o excesso de informações e a falta de privacidade.
A forma de se socializar é uma prática que vem mudando, em vez de nos relacionarmos diretamente com quem está disponível ao nosso redor em cada momento, buscamos nas redes sociais o contato com pessoas específicas. Esse comportamento, que passa por uma mudança muito mais severa e acelerada do que nunca, merece atenção especial. Adultos chegam no trabalho e habitualmente conferem as últimas atualizações dos aplicativos de relacionamentos.
Hoje, temos acesso à informação oriunda de todos os lugares. A comunicação tornou-se mais rápida, dinâmica e tem se tornado mais interessante, porém pode levar as pessoas a se distanciarem umas das outras, isolando-se de tudo. Entretanto, é importante destacar que o desejo de se aprimorar para se adequar às inovações da tecnologia é um aspecto necessário para continuarmos conectados ao mundo digital. Vivemos a era da exposição e do compartilhamento. Público e privado começam a se confundir. A ideia de privacidade mudará ou desaparecerá.
O usuário iniciante se sente não raramente desorientado no oceano de informações e possibilidades disponíveis na rede mundial. Mas assim que penetramos no universo da web, descobrimos que ele constitui não apenas um imenso "território" em expansão acelerada, mas que também oferece inúmeros "mapas", filtros, seleções para ajudar o navegante a se orientar. O melhor guia para a web é a própria web. Talvez seja preciso ceder por um instante a seu aspecto lúdico para descobrir, no desvio de um link, os sites que mais se aproximam de nossos interesses profissionais ou de nossas paixões e que poderão alimentar da melhor maneira possível nossa jornada pessoal.
Estaremos, nós, nos tornando mais próximos das máquinas que dos humanos? As relações sociais estão se modificando e nos modificando também, esse novo panorama, portanto, é a nova realidade em que estamos inseridos.
Disponível em: https://www.meupositivo.com.br/panoramapositivo/tecnologia-para-a-sociedade-atual/. Acesso em: 02 ago. 2023. Modificado.
Analise o trecho a seguir:
“A comunicação tornou-se¹ mais rápida, dinâmica e tem se tornado² mais interessante, porém pode levar as pessoas a se distanciarem³ umas das outras, isolando-se⁴ de tudo.”
É correto afirmar que,Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO IV
O comportamento individual
O avanço da tecnologia trouxe inúmeras mudanças para a sociedade. Uma das áreas mais impactadas é a comunicação. Hoje em dia, podemos nos conectar instantaneamente com pessoas ao redor do mundo através de dispositivos eletrônicos, como smartphones e computadores. No entanto, essa facilidade de comunicação também trouxe desafios, como a necessidade de lidar com o excesso de informações e a falta de privacidade.
A forma de se socializar é uma prática que vem mudando, em vez de nos relacionarmos diretamente com quem está disponível ao nosso redor em cada momento, buscamos nas redes sociais o contato com pessoas específicas. Esse comportamento, que passa por uma mudança muito mais severa e acelerada do que nunca, merece atenção especial. Adultos chegam no trabalho e habitualmente conferem as últimas atualizações dos aplicativos de relacionamentos.
Hoje, temos acesso à informação oriunda de todos os lugares. A comunicação tornou-se mais rápida, dinâmica e tem se tornado mais interessante, porém pode levar as pessoas a se distanciarem umas das outras, isolando-se de tudo. Entretanto, é importante destacar que o desejo de se aprimorar para se adequar às inovações da tecnologia é um aspecto necessário para continuarmos conectados ao mundo digital. Vivemos a era da exposição e do compartilhamento. Público e privado começam a se confundir. A ideia de privacidade mudará ou desaparecerá.
O usuário iniciante se sente não raramente desorientado no oceano de informações e possibilidades disponíveis na rede mundial. Mas assim que penetramos no universo da web, descobrimos que ele constitui não apenas um imenso "território" em expansão acelerada, mas que também oferece inúmeros "mapas", filtros, seleções para ajudar o navegante a se orientar. O melhor guia para a web é a própria web. Talvez seja preciso ceder por um instante a seu aspecto lúdico para descobrir, no desvio de um link, os sites que mais se aproximam de nossos interesses profissionais ou de nossas paixões e que poderão alimentar da melhor maneira possível nossa jornada pessoal.
Estaremos, nós, nos tornando mais próximos das máquinas que dos humanos? As relações sociais estão se modificando e nos modificando também, esse novo panorama, portanto, é a nova realidade em que estamos inseridos.
Disponível em: https://www.meupositivo.com.br/panoramapositivo/tecnologia-para-a-sociedade-atual/. Acesso em: 02 ago. 2023. Modificado.
Depreende-se do Texto IV que a internet pode interferir no comportamento dos usuários, EXCETO quando buscaResolução comentada
Análise das alternativas
Texto V
TecnologILHA
De conexão
em conexão
de ilha
em ilha
de Wi-Fi
em Wi-Fi
perfil do pai
perfil da filha
perfil do filho
perfil do espírito
e da família
a gente vai virando
gente de tecnolog(ilha)
ao nosso redor
coisas reais
que perdem a maravilha
assim nós vamos vivendo
seguindo a moderna trilha
GUIMARÃES, Giano. Disponível em: https://www.instagram.com/poesiaconectada/. Acesso em: 28 jul. 2023.
Após uma leitura atenta do Texto V, é correto afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
Texto VI
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WILL. O mito do vestido. Will Tirando. 27 FEV 2015. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/mito-do-vestido/. Acesso em: 9 set. 2023.
Considerando os períodos compostos existentes no Texto VI, é correto afirmar que, respectivamente, há uma oração subordinada
Texto VII
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Disponível em: https://asemanacuritibanos.com.br/opiniao/armadilhas-da-lingua/diante-da-inteligencia-artificial-o-que-resta-ao-ser-humano-em-termos-de-autoria/. Acesso em: 09 set. 2023.
No Texto VII, os vocábulos “incrível” e “precisará” são acentuados seguindo regras distintas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Considerando isso, analise as seguintes proposições:
I. O vocábulo “dólar”, por ser paroxítono, é acentuado seguindo a mesma regra da palavra “incrível".
II. O vocábulo “tecnológico” é acentuado por ser um proparoxítono. Já a palavra “incrível”, por ser uma paroxítona terminada em “l”.
III. A acentuação gráfica do vocábulo “dominó” justifica-se pelo mesmo motivo da palavra “precisará”.
Estão corretas:
Texto VII
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Disponível em: https://asemanacuritibanos.com.br/opiniao/armadilhas-da-lingua/diante-da-inteligencia-artificial-o-que-resta-ao-ser-humano-em-termos-de-autoria/. Acesso em: 09 set. 2023.
Qual dos períodos compostos abaixo possui uma oração que possui o mesmo valor sintático da sentença “que não precisará da humanidade do futuro”.
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