← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Curitiba (Exército Brasileiro – DECEx/DEPA) · Aluno — 6º ano do Ensino Fundamental 40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível O texto narra o cotidiano de avô e neto. O texto é narrativo e mostra os passeios, as brincadeiras e a cumplicidade entre o menino e o avô cadeirante. Seu objetivo é contar uma história cotidiana sobre essa relação. A: não há crítica ao avô. B: não há problema na praça. D: o avô sai de casa. E: o texto não é instrucional. Referência: Interpretação de texto — finalidade Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Duro na queda' indica quem não desiste facilmente. A expressão idiomática designa a pessoa resistente, que não desanima diante das dificuldades. Isso combina com o avô que enfrenta contratempos e obstáculos com a cadeira de rodas. B, C, D e E: tomam a expressão ao pé da letra (queda, defeito na cadeira, mau condutor). O texto não relata nada disso. Referência: Expressões idiomáticas Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Narrador em 3ª pessoa que apenas observa. O narrador conta os fatos em 3ª pessoa ('o avô apertava', 'o menino viajava') e não participa da história. Ele é, portanto, narrador-observador em 3ª pessoa. A e E: não é narrador-personagem, pois não participa da ação. B e D: não há 1ª pessoa no texto. Referência: Tipos de narrador Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Andantes são quem anda, os caminhantes. No contexto da praça, 'andantes' são as pessoas que andam, ou seja, os caminhantes ou transeuntes. Eles aparecem ao lado das árvores, estátuas e carrinhos de bebê. A: andaimes são estruturas de obra. C: feirantes são vendedores de feira. D: pedantes são pessoas presunçosas. E: pedicures são profissionais dos pés. Referência: Sinônimos e sentido contextual Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O travessão introduz a fala do avô. O travessão marca o início do discurso direto. A frase anterior diz que o avô perguntava, então a pergunta é fala dele. A: não é intervenção do narrador. B: é discurso direto, não indireto. C: não se trata de destaque de expressão. E: a pergunta é do avô, não do menino, que apenas responde. Referência: Pontuação — travessão e discurso direto Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar de Curitiba — Concurso de Admissão 2023/2024 — Exame Intelectual do 6º ano (Matemática e Língua Portuguesa)
Leia o texto I e responda às questões 21 a 26.
TEXTO I
O menino e o avô menino
A cadeira de rodas do avô tornou-se o passatempo preferido do menino.
O avô apertava o cinto de segurança na cintura e rodava com as mãos grudadas nos braços da cadeira e os pés firmes nos pedais.
Duro na queda, ele chamava o menino de roda-dura.
[...]
Como até o tempo passa, os dois passaram por contratempos, tropeços, obstáculos e ganharam confiança um no outro.
Enquanto manobravam a cadeira de rodas, à procura de acesso e acessibilidade – ou enquanto esperavam o transporte acessível que demorava para chegar – o avô ensinava ao menino os caminhos por entre as pedras e lhe mostrava as deficiências físicas e culturais da cidade.
Na praça, o menino e o avô brincavam por entre as árvores, as estátuas de pedra, os andantes, os carrinhos de bebê. [...]
Na sorveteria, o avô perguntava com um sorriso enrugado nos lábios:
— O que acontece com a bola na casquinha de sorvete?
A resposta derretia no céu da boca do menino, como num passe de mágica.
[...]
No vaivém de cada dia e cada noite, para um lado e para o outro da calçada – rebaixada ou não –, o menino viajava nas brincadeiras e brinquedos, nas travessuras e travessias, nas histórias contadas e inventadas, nas pausas e silêncios.
[...]
Nunca se soube se era o menino que conduzia o avô ou se era o avô que guiava o menino, na roda viva e comprida do tempo.
SILVA, Lindomar da. O menino e o avô menino. Belo Horizonte: Páginas, 2020. p. 4-32. (Adaptado)
De acordo com a leitura e interpretação do texto I “O menino e o avô menino”, pode-se afirmar que seu objetivo é:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto I e responda às questões 21 a 26.
TEXTO I
O menino e o avô menino
A cadeira de rodas do avô tornou-se o passatempo preferido do menino.
O avô apertava o cinto de segurança na cintura e rodava com as mãos grudadas nos braços da cadeira e os pés firmes nos pedais.
Duro na queda, ele chamava o menino de roda-dura.
[...]
Como até o tempo passa, os dois passaram por contratempos, tropeços, obstáculos e ganharam confiança um no outro.
Enquanto manobravam a cadeira de rodas, à procura de acesso e acessibilidade – ou enquanto esperavam o transporte acessível que demorava para chegar – o avô ensinava ao menino os caminhos por entre as pedras e lhe mostrava as deficiências físicas e culturais da cidade.
Na praça, o menino e o avô brincavam por entre as árvores, as estátuas de pedra, os andantes, os carrinhos de bebê. [...]
Na sorveteria, o avô perguntava com um sorriso enrugado nos lábios:
— O que acontece com a bola na casquinha de sorvete?
A resposta derretia no céu da boca do menino, como num passe de mágica.
[...]
No vaivém de cada dia e cada noite, para um lado e para o outro da calçada – rebaixada ou não –, o menino viajava nas brincadeiras e brinquedos, nas travessuras e travessias, nas histórias contadas e inventadas, nas pausas e silêncios.
[...]
Nunca se soube se era o menino que conduzia o avô ou se era o avô que guiava o menino, na roda viva e comprida do tempo.
SILVA, Lindomar da. O menino e o avô menino. Belo Horizonte: Páginas, 2020. p. 4-32. (Adaptado)
Observe o período: “Duro na queda, ele chamava o menino de roda-dura.”, retirado do texto I. Conforme o contexto, o que significa a expressão “Duro na queda”?Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto I e responda às questões 21 a 26.
TEXTO I
O menino e o avô menino
A cadeira de rodas do avô tornou-se o passatempo preferido do menino.
O avô apertava o cinto de segurança na cintura e rodava com as mãos grudadas nos braços da cadeira e os pés firmes nos pedais.
Duro na queda, ele chamava o menino de roda-dura.
[...]
Como até o tempo passa, os dois passaram por contratempos, tropeços, obstáculos e ganharam confiança um no outro.
Enquanto manobravam a cadeira de rodas, à procura de acesso e acessibilidade – ou enquanto esperavam o transporte acessível que demorava para chegar – o avô ensinava ao menino os caminhos por entre as pedras e lhe mostrava as deficiências físicas e culturais da cidade.
Na praça, o menino e o avô brincavam por entre as árvores, as estátuas de pedra, os andantes, os carrinhos de bebê. [...]
Na sorveteria, o avô perguntava com um sorriso enrugado nos lábios:
— O que acontece com a bola na casquinha de sorvete?
A resposta derretia no céu da boca do menino, como num passe de mágica.
[...]
No vaivém de cada dia e cada noite, para um lado e para o outro da calçada – rebaixada ou não –, o menino viajava nas brincadeiras e brinquedos, nas travessuras e travessias, nas histórias contadas e inventadas, nas pausas e silêncios.
[...]
Nunca se soube se era o menino que conduzia o avô ou se era o avô que guiava o menino, na roda viva e comprida do tempo.
SILVA, Lindomar da. O menino e o avô menino. Belo Horizonte: Páginas, 2020. p. 4-32. (Adaptado)
No período “(...) e lhe mostrava as deficiências físicas e culturais da cidade.”, retirado do texto I, a palavra grifada refere-se a qual(is) termo(s) anterior(es)?
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Leia o texto I e responda às questões 21 a 26.
TEXTO I
O menino e o avô menino
A cadeira de rodas do avô tornou-se o passatempo preferido do menino.
O avô apertava o cinto de segurança na cintura e rodava com as mãos grudadas nos braços da cadeira e os pés firmes nos pedais.
Duro na queda, ele chamava o menino de roda-dura.
[...]
Como até o tempo passa, os dois passaram por contratempos, tropeços, obstáculos e ganharam confiança um no outro.
Enquanto manobravam a cadeira de rodas, à procura de acesso e acessibilidade – ou enquanto esperavam o transporte acessível que demorava para chegar – o avô ensinava ao menino os caminhos por entre as pedras e lhe mostrava as deficiências físicas e culturais da cidade.
Na praça, o menino e o avô brincavam por entre as árvores, as estátuas de pedra, os andantes, os carrinhos de bebê. [...]
Na sorveteria, o avô perguntava com um sorriso enrugado nos lábios:
— O que acontece com a bola na casquinha de sorvete?
A resposta derretia no céu da boca do menino, como num passe de mágica.
[...]
No vaivém de cada dia e cada noite, para um lado e para o outro da calçada – rebaixada ou não –, o menino viajava nas brincadeiras e brinquedos, nas travessuras e travessias, nas histórias contadas e inventadas, nas pausas e silêncios.
[...]
Nunca se soube se era o menino que conduzia o avô ou se era o avô que guiava o menino, na roda viva e comprida do tempo.
SILVA, Lindomar da. O menino e o avô menino. Belo Horizonte: Páginas, 2020. p. 4-32. (Adaptado)
Analise o tipo de narrador empregado no texto I. É correto afirmar que:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto I e responda às questões 21 a 26.
TEXTO I
O menino e o avô menino
A cadeira de rodas do avô tornou-se o passatempo preferido do menino.
O avô apertava o cinto de segurança na cintura e rodava com as mãos grudadas nos braços da cadeira e os pés firmes nos pedais.
Duro na queda, ele chamava o menino de roda-dura.
[...]
Como até o tempo passa, os dois passaram por contratempos, tropeços, obstáculos e ganharam confiança um no outro.
Enquanto manobravam a cadeira de rodas, à procura de acesso e acessibilidade – ou enquanto esperavam o transporte acessível que demorava para chegar – o avô ensinava ao menino os caminhos por entre as pedras e lhe mostrava as deficiências físicas e culturais da cidade.
Na praça, o menino e o avô brincavam por entre as árvores, as estátuas de pedra, os andantes, os carrinhos de bebê. [...]
Na sorveteria, o avô perguntava com um sorriso enrugado nos lábios:
— O que acontece com a bola na casquinha de sorvete?
A resposta derretia no céu da boca do menino, como num passe de mágica.
[...]
No vaivém de cada dia e cada noite, para um lado e para o outro da calçada – rebaixada ou não –, o menino viajava nas brincadeiras e brinquedos, nas travessuras e travessias, nas histórias contadas e inventadas, nas pausas e silêncios.
[...]
Nunca se soube se era o menino que conduzia o avô ou se era o avô que guiava o menino, na roda viva e comprida do tempo.
SILVA, Lindomar da. O menino e o avô menino. Belo Horizonte: Páginas, 2020. p. 4-32. (Adaptado)
No período “Na praça, o menino e o avô brincavam por entre as árvores, as estátuas de pedra, os andantes, os carrinhos de bebê.” (texto I), o termo “andantes” pode ser corretamente substituído, sem prejuízo de sentido no contexto, por:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto I e responda às questões 21 a 26.
TEXTO I
O menino e o avô menino
A cadeira de rodas do avô tornou-se o passatempo preferido do menino.
O avô apertava o cinto de segurança na cintura e rodava com as mãos grudadas nos braços da cadeira e os pés firmes nos pedais.
Duro na queda, ele chamava o menino de roda-dura.
[...]
Como até o tempo passa, os dois passaram por contratempos, tropeços, obstáculos e ganharam confiança um no outro.
Enquanto manobravam a cadeira de rodas, à procura de acesso e acessibilidade – ou enquanto esperavam o transporte acessível que demorava para chegar – o avô ensinava ao menino os caminhos por entre as pedras e lhe mostrava as deficiências físicas e culturais da cidade.
Na praça, o menino e o avô brincavam por entre as árvores, as estátuas de pedra, os andantes, os carrinhos de bebê. [...]
Na sorveteria, o avô perguntava com um sorriso enrugado nos lábios:
— O que acontece com a bola na casquinha de sorvete?
A resposta derretia no céu da boca do menino, como num passe de mágica.
[...]
No vaivém de cada dia e cada noite, para um lado e para o outro da calçada – rebaixada ou não –, o menino viajava nas brincadeiras e brinquedos, nas travessuras e travessias, nas histórias contadas e inventadas, nas pausas e silêncios.
[...]
Nunca se soube se era o menino que conduzia o avô ou se era o avô que guiava o menino, na roda viva e comprida do tempo.
SILVA, Lindomar da. O menino e o avô menino. Belo Horizonte: Páginas, 2020. p. 4-32. (Adaptado)
Conforme interpretação do texto I, analise o seguinte período: “– O que acontece com a bola na casquinha de sorvete?”. Neste período, o sinal de travessão indica:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto II e responda às questões 27 a 30.
TEXTO II
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SOUSA, Mauricio de. Disponível em: <https://www.deficienteciente.com.br/historias-em-quadrinhos-ensinam-como-lidar-com-as-diferencas.html>. Acesso em 06 out. 2023.
De acordo com a leitura e análise da linguagem verbal e não-verbal do texto II, é correto afirmar que:
Leia o texto II e responda às questões 27 a 30.
TEXTO II
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SOUSA, Mauricio de. Disponível em: <https://www.deficienteciente.com.br/historias-em-quadrinhos-ensinam-como-lidar-com-as-diferencas.html>. Acesso em 06 out. 2023.
No período “Mas, felizmente, de alguns anos pra cá, essa realidade tem mudado [...]” (terceiro quadrinho, texto II), a palavra “felizmente” indica que a fala da personagem Mônica expressa:
Leia o texto I e responda às questões 21 a 26.
TEXTO I
O menino e o avô menino
A cadeira de rodas do avô tornou-se o passatempo preferido do menino.
O avô apertava o cinto de segurança na cintura e rodava com as mãos grudadas nos braços da cadeira e os pés firmes nos pedais.
Duro na queda, ele chamava o menino de roda-dura.
[...]
Como até o tempo passa, os dois passaram por contratempos, tropeços, obstáculos e ganharam confiança um no outro.
Enquanto manobravam a cadeira de rodas, à procura de acesso e acessibilidade – ou enquanto esperavam o transporte acessível que demorava para chegar – o avô ensinava ao menino os caminhos por entre as pedras e lhe mostrava as deficiências físicas e culturais da cidade.
Na praça, o menino e o avô brincavam por entre as árvores, as estátuas de pedra, os andantes, os carrinhos de bebê. [...]
Na sorveteria, o avô perguntava com um sorriso enrugado nos lábios:
— O que acontece com a bola na casquinha de sorvete?
A resposta derretia no céu da boca do menino, como num passe de mágica.
[...]
No vaivém de cada dia e cada noite, para um lado e para o outro da calçada – rebaixada ou não –, o menino viajava nas brincadeiras e brinquedos, nas travessuras e travessias, nas histórias contadas e inventadas, nas pausas e silêncios.
[...]
Nunca se soube se era o menino que conduzia o avô ou se era o avô que guiava o menino, na roda viva e comprida do tempo.
SILVA, Lindomar da. O menino e o avô menino. Belo Horizonte: Páginas, 2020. p. 4-32. (Adaptado)
Texto-base:
Leia o texto II e responda às questões 27 a 30.
TEXTO II
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SOUSA, Mauricio de. Disponível em: <https://www.deficienteciente.com.br/historias-em-quadrinhos-ensinam-como-lidar-com-as-diferencas.html>. Acesso em 06 out. 2023.
Relacione o texto I “O menino e o avô menino” com o texto II, a história em quadrinhos, e assinale a alternativa correta:
Leia o texto II e responda às questões 27 a 30.
TEXTO II
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SOUSA, Mauricio de. Disponível em: <https://www.deficienteciente.com.br/historias-em-quadrinhos-ensinam-como-lidar-com-as-diferencas.html>. Acesso em 06 out. 2023.
No período “Mas, felizmente, de alguns anos pra cá, essa realidade tem mudado [...]” (terceiro quadrinho, texto II), a palavra destacada estabelece a relação de:
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Leia o texto III e responda às questões 31 a 33.
TEXTO III
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SCHULZ, Charles. Disponível em: <https://www.acessasaber.com.br/atividades/interpretacao-de-texto-tira-charlie-brown-9-ano/>. Acesso em 07 out. 2023. (Adaptado).
Com base na leitura e interpretação do texto III, assinale a alternativa correta:
Leia o texto III e responda às questões 31 a 33.
TEXTO III
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SCHULZ, Charles. Disponível em: <https://www.acessasaber.com.br/atividades/interpretacao-de-texto-tira-charlie-brown-9-ano/>. Acesso em 07 out. 2023. (Adaptado).
No período “Tenho que terminar agora, (...)”, do quarto quadrinho do texto III, a expressão destacada transmite a ideia de:
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Leia o texto III e responda às questões 31 a 33.
TEXTO III
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SCHULZ, Charles. Disponível em: <https://www.acessasaber.com.br/atividades/interpretacao-de-texto-tira-charlie-brown-9-ano/>. Acesso em 07 out. 2023. (Adaptado).
De acordo com o texto III, o personagem Charlie Brown:
Leia o texto IV e responda às questões 34 a 36.
TEXTO IV
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ITURRUSGARAI, Adão. Disponível em: <https://www.compauta.com.br/tirinha-115/>. Acesso em 07 out. 2023.
Após a leitura do texto IV, observe a fala do segundo quadrinho: “Legal! E tá conseguindo numa boa?”. A expressão “Legal”, acompanhada do ponto de exclamação, indica:
Leia o texto IV e responda às questões 34 a 36.
TEXTO IV
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ITURRUSGARAI, Adão. Disponível em: <https://www.compauta.com.br/tirinha-115/>. Acesso em 07 out. 2023.
Observe o terceiro e o quarto quadrinho do texto IV. No terceiro quadrinho, na fala de uma das personagens, encontramos a expressão: “Dois dias...”. Nela, o uso de reticências indica:
Leia o texto IV e responda às questões 34 a 36.
TEXTO IV
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ITURRUSGARAI, Adão. Disponível em: <https://www.compauta.com.br/tirinha-115/>. Acesso em 07 out. 2023.
No quarto quadrinho do texto IV, a fala da personagem à esquerda “...7 horas, 25 minutos e 32 segundos!” e sua expressão facial, indicam:
Leia o texto V e responda à questão 37.
TEXTO V
A beleza das pinturas de Van Gogh
O pintor holandês Van Gogh é um dos principais artistas da história.
Em cores fortes e vibrantes, pintou belos quadros mostrando os campos banhados de sol, a variedade colorida das flores, as noites estreladas.
TUFANO, Douglas. Gramática Fundamental: guia para o professor. 4. ed. Ensino Fundamental. 5. A Beleza das pinturas de Van Gogh. São Paulo: Moderna, 2020, p. 250.
Após a leitura e interpretação do texto V, observe o seguinte trecho: “pintou belos quadros”. Das alternativas abaixo, assinale a única em que aparece o antônimo de “belos” em destaque:
I. Quando a situação ficou ruim, achei melhor dar no pé.
II. Meu amigo me contou uma história sem pé nem cabeça.
III. Mamãe seguiu a receita do bolo ao pé da letra.
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Leia o texto VI e responda à questão 39.
TEXTO VI
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BANDEIRA, Guilherme. Vírgula não é enfeite! Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/392376186282877379/>. Acesso em 07 out. 2023.
Analise os aspectos verbais e não-verbais do texto VI. Sobre o uso da pontuação, assinale a opção correta.
Leia o texto VII e responda à questão 40.
TEXTO VII
Verbete
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jeito: jei.to
substantivo masculino 1. Habilidade 2. Modo/maneira 3. Talento 4. Aspecto/tipo.
BECHARA, Evanildo (Org.). Dicionário Escolar da Academia Brasileira de Letras: Língua Portuguesa. 3. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2011.
Após a leitura do texto VII (que apresenta quatro diferentes sentidos para o vocábulo “jeito”), identifique, nos períodos abaixo, as expressões destacadas que correspondam adequadamente ao sentido de “modo/maneira”, com as correções adequadas, se for o caso e, em seguida, marque a assertiva correta.
I. Preciso dar um jeito nesse relógio, está sempre parando.
II. Esse não é o jeito de uma pessoa educada se comportar.
III. Acho que você leva jeito para ser goleiro.
IV. O professor inventou um jeito de diferenciar as mensagens eletrônicas.
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Leia os períodos abaixo e marque a opção que expressa adequadamente o sentido dos termos em destaque:
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