← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível A raposa ensina que fazer amigos exige paciência e tempo para criar laços. A raposa diz que 'é preciso ser paciente' e que o príncipe deve se aproximar a cada dia. Ela também critica quem não tem tempo de conhecer. Isso mostra que fazer amigos exige tempo e convivência para criar laços. A: o texto não diz que a viagem tinha esse motivo, pois ele procurava homens e amigos. C: o que lembraria a raposa do príncipe seria o trigo dourado e o barulho de passos, não os passos lembrando o trigo. D: a raposa vê a amizade como algo bom, que alegra a vida. E: ela diz que 'a linguagem é uma fonte de mal-entendidos' e pede silêncio. Referência: Interpretação de texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O narrador intervém pouco, e os fatos são revelados pelos diálogos. O fragmento é quase todo diálogo, e as raras intervenções do narrador são verbos de dizer e pequenas indicações ('respondeu polidamente', 'A raposa pareceu intrigada'). Os fatos e as ideias aparecem pelas falas das personagens. A: o narrador não opina nem julga. B: os verbos de dizer estão no pretérito, não no presente. C: o espaço quase não é descrito, só se cita a macieira e os campos de trigo. E: a recusa da raposa não é o clímax; o ponto alto é o segredo final ('só se vê bem com o coração'). Referência: Elementos da narrativa: narrador, espaço e clímax. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O principezinho é ingênuo: não conhece o mundo e faz perguntas simples e repetidas. Ele repete 'Que quer dizer cativar?', não entende o que a raposa diz de início, procura 'os homens' para achar amigos e fala com simplicidade e pureza. Essas atitudes caracterizam ingenuidade. A e E (esperto, perspicaz) não combinam com quem precisa que lhe expliquem tudo. C: ele convida a raposa para brincar, sem timidez. D: ele é educado e gentil, nada hostil. Referência: Caracterização de personagens. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Em C, 'E por isso' liga a semelhança entre todos (causa) ao aborrecimento da raposa (efeito). No trecho, 'todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem' é a causa, e a raposa 'se aborrece um pouco' é a consequência. O conector 'por isso' marca explicitamente essa relação de causa e efeito. A: apenas acrescenta uma informação. B: faz uma comparação. D: 'mas' expressa oposição (ressalva), não causa. E: 'mas' introduz contraste entre o trigo inútil e os cabelos dourados. Referência: Coesão: conectivos e relações semânticas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível A mensagem central da canção é que o amigo está presente nos momentos difíceis. O refrão 'Amigo, estou aqui' vem ligado a 'se a fase é ruim', 'tantos problemas que não têm fim' e 'seus problemas são meus também'. A mensagem é o apoio constante do amigo na adversidade. A: a canção não diz que a amizade nasce da brincadeira. B: não afirma que brinquedos substituem amigos, e sim que amigo é coisa séria. C: a paciência e a convivência são ideias do texto 1, não da canção. E: a canção não diz que quem tem amigos não sofre, só que o amigo ajuda a enfrentar o sofrimento. Referência: Interpretação de texto (letra de canção). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Há semelhança nos pares I (exclusividade) e III (amizade ligada ao coração). No par I, os dois trechos tratam a amizade como algo exclusivo: ser 'único no mundo' equivale a fazer algo 'por você e mais ninguém'. No par III, ver bem 'com o coração' equivale a ser amigo por 'opção, do coração'. Nos dois pares a amizade é vista como sentimento afetivo e profundo. O par II não é semelhante: 'criar laços' fala de construir vínculo, enquanto 'os outros podem ser até melhores do que eu' fala de humildade do eu poético. Por isso A, B, D e E, que incluem II, estão erradas, e E ainda deixa de fora o par I. Referência: Comparação entre textos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível No refrão, 'aqui' tem sentido figurado de presença e disponibilidade, que nenhuma acepção do verbete cobre exatamente. 'Amigo, estou aqui' não indica só um lugar físico: significa 'conte comigo', 'estou disponível nos momentos ruins'. Nenhuma das acepções do verbete (espaço, tempo, 'eis', ênfase de pessoa) traduz perfeitamente essa ideia de apoio. A e B reduzem 'aqui' a lugar ou proximidade física (acepções 1 e 3), o que ignora o sentido de apoio. C: a acepção 8 só marca posição particular com pronome, não demonstra o quanto os amigos são especiais. E: a acepção 4 é temporal e não se refere a momentos compartilhados. Referência: Polissemia e leitura de verbete de dicionário. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível 'Sobressaltado' significa assustado e perturbado; 'envergonhado' não combina com esse estado. Sobressaltado indica susto, inquietação e agitação repentina. Atordoado, atemorizado, perturbado e desnorteado se aproximam desse sentido. Envergonhado remete a vergonha, sentimento que não tem relação com acordar de repente por causa de um pesadelo. A, C, D e E expressam perturbação, medo ou desorientação, compatíveis com o susto. Só B (envergonhado) não se aplica ao contexto. Referência: Sinonímia e sentido contextual. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível O último parágrafo é o plano moral; os quatro primeiros formam o plano narrativo. O plano narrativo conta os fatos nos quatro primeiros parágrafos. O 5º parágrafo ('Assim se comporta um verdadeiro amigo...') resume o ensinamento, que é o plano moral da fábula. A: o 1º parágrafo é narrativo, não moral. B: o narrativo não inclui os três últimos parágrafos, já que o último é a moral. C: os dois primeiros parágrafos são narração. D: o 4º parágrafo ainda é narrativo, e a moral só aparece no 5º. Referência: Estrutura da fábula: plano narrativo e plano moral. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Os dois textos afirmam que amizade verdadeira se prova nos momentos difíceis e levam o leitor a refletir sobre o sentido de 'amigo'. II é correta: o texto 3 mostra o amigo que corre para ajudar na noite de angústia, e o texto 4 diz que a amizade 'se prova nas tempestades'. IV é correta: um é fábula e o outro é texto de opinião, e ambos fazem pensar sobre o verdadeiro sentido de ser amigo. I é falsa: só o texto 4 trata da banalização do termo. III é falsa: nenhum dos textos diz que a amizade se conquista com bens materiais. No texto 3, o dinheiro é oferecido como ajuda, não como forma de comprar amizade. Referência: Comparação entre textos: tema e gêneros. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A citação de Fuller entre aspas reforça a tese do autor sobre a banalização de 'amigo'. Em III, as aspas indicam citação de um estudioso (Thomas Fuller). O autor a usa como argumento de autoridade para sustentar que há um critério para saber quem é amigo de verdade, o que apoia sua crítica ao uso banal da palavra. A: em I as aspas marcam o uso corriqueiro e questionável da palavra, sem ironia ou sarcasmo. B: em II a expressão mostra a superficialidade da amizade nas redes, não um valor muito cultivado. C: o autor afirma o contrário, que nas redes a amizade é superficial. E: a citação é um argumento, não prova falta de argumentos. Referência: Pontuação: usos das aspas (citação e destaque de uso questionável). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar de Juiz de Fora — Concurso de Admissão 2023/2024 — 6º ano do Ensino Fundamental — Matemática e Língua Portuguesa — Prova 1
A seguir, você vai ler um fragmento retirado do livro “O pequeno Príncipe”, de Antoine Saint-Exupéry. O livro é uma história encantadora sobre um menino que viaja entre planetas, conhecendo personagens únicos, como a raposa e a rosa. A obra ensina importantes lições sobre a amizade, o amor e o valor das pequenas coisas da vida.
TEXTO 1
E foi então que apareceu a raposa:
– Bom dia, disse a raposa.
– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
– Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
– Sou uma raposa, disse a raposa.
– Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
– Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
– Ah! desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
– Que quer dizer "cativar"?
– Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
– Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
– Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
– Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
– Criar laços?
– Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
– Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
– É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
– Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
– Num outro planeta?
– Sim.
– Há caçadores nesse planeta?
– Não.
– Que bom! E galinhas?
– Também não.
– Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua ideia.
– Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
– O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
– Por favor... cativa-me! – disse ela.
– Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
– A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
– Que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.
– É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-.....entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
[...]
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
– Ah! Eu vou chorar.
[...]
E voltou, então, à raposa:
– Adeus, disse ele...
– Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
SAINT-EXUPÉRY. Antoine de. O pequeno príncipe. 31.ed. Rio de Janeiro: Editora Agir: 1987. (Adaptado)
Após a leitura atenta do trecho de O Pequeno Príncipe, de Antoine Saint-Exupéry, assinale a alternativa correta sobre os sentidos desse fragmento.Resolução comentada
Análise das alternativas
A seguir, você vai ler um fragmento retirado do livro “O pequeno Príncipe”, de Antoine Saint-Exupéry. O livro é uma história encantadora sobre um menino que viaja entre planetas, conhecendo personagens únicos, como a raposa e a rosa. A obra ensina importantes lições sobre a amizade, o amor e o valor das pequenas coisas da vida.
TEXTO 1
E foi então que apareceu a raposa:
– Bom dia, disse a raposa.
– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
– Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
– Sou uma raposa, disse a raposa.
– Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
– Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
– Ah! desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
– Que quer dizer "cativar"?
– Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
– Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
– Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
– Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
– Criar laços?
– Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
– Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
– É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
– Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
– Num outro planeta?
– Sim.
– Há caçadores nesse planeta?
– Não.
– Que bom! E galinhas?
– Também não.
– Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua ideia.
– Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
– O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
– Por favor... cativa-me! – disse ela.
– Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
– A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
– Que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.
– É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-.....entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
[...]
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
– Ah! Eu vou chorar.
[...]
E voltou, então, à raposa:
– Adeus, disse ele...
– Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
SAINT-EXUPÉRY. Antoine de. O pequeno príncipe. 31.ed. Rio de Janeiro: Editora Agir: 1987. (Adaptado)
Quanto aos elementos essenciais da narrativa que constituem o fragmento lido de O Pequeno Príncipe, assinale a alternativa que contém a descrição correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
A seguir, você vai ler um fragmento retirado do livro “O pequeno Príncipe”, de Antoine Saint-Exupéry. O livro é uma história encantadora sobre um menino que viaja entre planetas, conhecendo personagens únicos, como a raposa e a rosa. A obra ensina importantes lições sobre a amizade, o amor e o valor das pequenas coisas da vida.
TEXTO 1
E foi então que apareceu a raposa:
– Bom dia, disse a raposa.
– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
– Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
– Sou uma raposa, disse a raposa.
– Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
– Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
– Ah! desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
– Que quer dizer "cativar"?
– Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
– Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
– Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
– Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
– Criar laços?
– Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
– Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
– É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
– Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
– Num outro planeta?
– Sim.
– Há caçadores nesse planeta?
– Não.
– Que bom! E galinhas?
– Também não.
– Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua ideia.
– Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
– O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
– Por favor... cativa-me! – disse ela.
– Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
– A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
– Que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.
– É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-.....entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
[...]
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
– Ah! Eu vou chorar.
[...]
E voltou, então, à raposa:
– Adeus, disse ele...
– Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
SAINT-EXUPÉRY. Antoine de. O pequeno príncipe. 31.ed. Rio de Janeiro: Editora Agir: 1987. (Adaptado)
Por suas atitudes e falas no texto lido, o principezinho pode ser caracterizado comoResolução comentada
Análise das alternativas
A seguir, você vai ler um fragmento retirado do livro “O pequeno Príncipe”, de Antoine Saint-Exupéry. O livro é uma história encantadora sobre um menino que viaja entre planetas, conhecendo personagens únicos, como a raposa e a rosa. A obra ensina importantes lições sobre a amizade, o amor e o valor das pequenas coisas da vida.
TEXTO 1
E foi então que apareceu a raposa:
– Bom dia, disse a raposa.
– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
– Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
– Sou uma raposa, disse a raposa.
– Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
– Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
– Ah! desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
– Que quer dizer "cativar"?
– Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
– Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
– Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
– Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
– Criar laços?
– Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
– Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
– É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
– Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
– Num outro planeta?
– Sim.
– Há caçadores nesse planeta?
– Não.
– Que bom! E galinhas?
– Também não.
– Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua ideia.
– Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
– O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
– Por favor... cativa-me! – disse ela.
– Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
– A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
– Que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.
– É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-.....entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
[...]
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
– Ah! Eu vou chorar.
[...]
E voltou, então, à raposa:
– Adeus, disse ele...
– Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
SAINT-EXUPÉRY. Antoine de. O pequeno príncipe. 31.ed. Rio de Janeiro: Editora Agir: 1987. (Adaptado)
Dos excertos abaixo, retirados do texto 1, assinale aquele em que se estabeleça uma relação de causa e efeito.Resolução comentada
Análise das alternativas
A seguir, você vai ler um fragmento retirado do livro “O pequeno Príncipe”, de Antoine Saint-Exupéry. O livro é uma história encantadora sobre um menino que viaja entre planetas, conhecendo personagens únicos, como a raposa e a rosa. A obra ensina importantes lições sobre a amizade, o amor e o valor das pequenas coisas da vida.
TEXTO 1
E foi então que apareceu a raposa:
– Bom dia, disse a raposa.
– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
– Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
– Sou uma raposa, disse a raposa.
– Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
– Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
– Ah! desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
– Que quer dizer "cativar"?
– Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
– Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
– Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
– Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
– Criar laços?
– Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
– Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
– É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
– Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
– Num outro planeta?
– Sim.
– Há caçadores nesse planeta?
– Não.
– Que bom! E galinhas?
– Também não.
– Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua ideia.
– Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
– O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
– Por favor... cativa-me! – disse ela.
– Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
– A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
– Que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.
– É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-.....entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
[...]
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
– Ah! Eu vou chorar.
[...]
E voltou, então, à raposa:
– Adeus, disse ele...
– Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
SAINT-EXUPÉRY. Antoine de. O pequeno príncipe. 31.ed. Rio de Janeiro: Editora Agir: 1987. (Adaptado)
Releia um trecho do diálogo entre o principezinho e a raposa.
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De acordo com o contexto, o vocábulo em negrito sugere que a raposa
TEXTO 2
Amigo, estou aqui
Amigo, estou aqui
Se a fase é ruim
E são tantos problemas que não tem fim
Não se esqueça que ouviu de mim
Amigo, estou aqui
Os seus problemas são meus também
E isso eu faço por você e mais ninguém
O que eu quero é ver o seu bem
Amigo, estou aqui
Os outros podem ser até bem melhores do que eu
Como os brinquedos são,
Porém amigo seu é coisa séria, pois é opção, do coração, viu?
O tempo vai passar, os anos vão confirmar
As três palavras que proferi:
Amigo, estou aqui
Compositores: Randy Newman / Randy S. Newman / Renato Rosenberg
Disponível em: https://www.google.com/search?gs_ssp. Acesso em 03 de julho de 2023.
A canção Amigo, estou aqui se constitui em uma declaração do enunciador (eu poético) para seu amigo. Assinale a alternativa que contém a mensagem principal dessa declaração.Resolução comentada
Análise das alternativas
A seguir, você vai ler um fragmento retirado do livro “O pequeno Príncipe”, de Antoine Saint-Exupéry. O livro é uma história encantadora sobre um menino que viaja entre planetas, conhecendo personagens únicos, como a raposa e a rosa. A obra ensina importantes lições sobre a amizade, o amor e o valor das pequenas coisas da vida.
TEXTO 1
E foi então que apareceu a raposa:
– Bom dia, disse a raposa.
– Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
– Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
– Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
– Sou uma raposa, disse a raposa.
– Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
– Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
– Ah! desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
– Que quer dizer "cativar"?
– Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
– Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
– Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
– Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
– Criar laços?
– Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
– Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
– É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
– Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
– Num outro planeta?
– Sim.
– Há caçadores nesse planeta?
– Não.
– Que bom! E galinhas?
– Também não.
– Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua ideia.
– Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
– O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
– Por favor... cativa-me! – disse ela.
– Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
– A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
– Que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.
– É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-.....entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
[...]
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
– Ah! Eu vou chorar.
[...]
E voltou, então, à raposa:
– Adeus, disse ele...
– Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
SAINT-EXUPÉRY. Antoine de. O pequeno príncipe. 31.ed. Rio de Janeiro: Editora Agir: 1987. (Adaptado)
Texto-base:
TEXTO 2
Amigo, estou aqui
Amigo, estou aqui
Se a fase é ruim
E são tantos problemas que não tem fim
Não se esqueça que ouviu de mim
Amigo, estou aqui
Os seus problemas são meus também
E isso eu faço por você e mais ninguém
O que eu quero é ver o seu bem
Amigo, estou aqui
Os outros podem ser até bem melhores do que eu
Como os brinquedos são,
Porém amigo seu é coisa séria, pois é opção, do coração, viu?
O tempo vai passar, os anos vão confirmar
As três palavras que proferi:
Amigo, estou aqui
Compositores: Randy Newman / Randy S. Newman / Renato Rosenberg
Disponível em: https://www.google.com/search?gs_ssp. Acesso em 03 de julho de 2023.
Os textos 1 e 2 tratam do tema “amizade”. Leia o quadro abaixo, com pares de frases retiradas dos textos 1 e 2.
PAR | TEXTO 1 | TEXTO 2
I | “Serás para mim único no mundo.” | “E isso eu faço por você e mais ninguém.”
II | “Significa ‘criar laços’...” | “Os outros podem ser até bem melhores do que eu”
III | “O essencial é invisível para os olhos.” | “Porém amigo seu é coisa séria pois é opção, do coração, viu?”
Assinale o par ou os pares em que há semelhança na abordagem do tema “amizade”.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 2
Amigo, estou aqui
Amigo, estou aqui
Se a fase é ruim
E são tantos problemas que não tem fim
Não se esqueça que ouviu de mim
Amigo, estou aqui
Os seus problemas são meus também
E isso eu faço por você e mais ninguém
O que eu quero é ver o seu bem
Amigo, estou aqui
Os outros podem ser até bem melhores do que eu
Como os brinquedos são,
Porém amigo seu é coisa séria, pois é opção, do coração, viu?
O tempo vai passar, os anos vão confirmar
As três palavras que proferi:
Amigo, estou aqui
Compositores: Randy Newman / Randy S. Newman / Renato Rosenberg
Disponível em: https://www.google.com/search?gs_ssp. Acesso em 03 de julho de 2023.
Leia o verbete de dicionário do vocábulo aqui para responder à próxima questão.
aqui advérbio 1. neste ou a este lugar (num contexto espacial)."minha casa é a." 2. a este lugar, até este lugar. "de Salvador a. é uma grande distância" 3. especialmente próximo (no espaço). "o amigo a. diz que não viu nada" 4. nesta ocasião, neste momento, neste ponto (num contexto temporal). "a. houve uma pausa e, logo depois, retomou–se o fio da história" 5. hoje, agora, o momento atual (num contexto temporal). "até a., tudo correu bem" 6. FIGURADO nesta vida, neste mundo (num contexto espaço–temporal). "a. se faz, a. se paga" 7. indica o que se apresenta ou mostra (a alguém) [num contexto espacial]; eis. "a. está o dinheiro que lhe pedi" 8. us. para marcar individualidade, posição particular, associado a pronomes de primeira pessoa (eu, nós); cá. "nós a. não sairemos sem a solução do problema"
HOUAISS, Dicionário da Língua Portuguesa. 1. ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009.
Considerando os significados apresentados no verbete, assinale a alternativa correta quanto ao emprego do vocábulo aqui no refrão da canção Amigo, estou aqui.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 3
Os dois amigos
Certa noite, um dos amigos acordou sobressaltado. Pulou da cama e se vestiu apressadamente e se dirigiu à casa do outro. Ao chegar, bateu fortemente na porta do amigo e todos despertaram. Os criados abriram a porta assustados e ele entrou na residência. O dono da casa, que o esperava com uma sacola de dinheiro em uma mão e sua espada na outra, disse-lhe:
– Meu amigo: sei que você não é homem de sair correndo em plena noite sem algum motivo. Se você veio à minha casa é porque alguma coisa grave te aconteceu. Se você perdeu dinheiro no jogo, aqui está o dinheiro, pegue-o. E se você se envolveu em alguma briga e necessita de ajuda para enfrentar os que te perseguem, a gente vai lutar junto. Já sabe que pode contar comigo para tudo.
O visitante respondeu:
– Eu agradeço muito as suas generosas ofertas, mas não estou aqui por nenhum desses motivos. Eu estava dormindo tranquilamente quando sonhei que você estava intranquilo e triste e que a angústia te dominava e que estava precisando de mim ao seu lado. O pesadelo me preocupou e por esse motivo eu vim para a sua casa a essa hora. Eu não poderia ficar tranquilo enquanto não comprovasse por mim mesmo que você estava bem.
Assim se comporta um verdadeiro amigo. Não espera que o seu companheiro procure por ele, mas quando acha que algo está acontecendo, ele corre para oferecer sua ajuda.
Disponível em: https://br.guiainfantil.com/materias/cultura–e–lazer/contos–infantis/os–dois–amigos–fabula–de–la–fontaine/. Acesso em 24 de julho de 2023. (Adaptado)
Na primeira frase do texto, afirma-se: “Certa noite, um dos amigos acordou sobressaltado.” No contexto, o homem sobressaltado SÓ NÃO estavaResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 3
Os dois amigos
Certa noite, um dos amigos acordou sobressaltado. Pulou da cama e se vestiu apressadamente e se dirigiu à casa do outro. Ao chegar, bateu fortemente na porta do amigo e todos despertaram. Os criados abriram a porta assustados e ele entrou na residência. O dono da casa, que o esperava com uma sacola de dinheiro em uma mão e sua espada na outra, disse-lhe:
– Meu amigo: sei que você não é homem de sair correndo em plena noite sem algum motivo. Se você veio à minha casa é porque alguma coisa grave te aconteceu. Se você perdeu dinheiro no jogo, aqui está o dinheiro, pegue-o. E se você se envolveu em alguma briga e necessita de ajuda para enfrentar os que te perseguem, a gente vai lutar junto. Já sabe que pode contar comigo para tudo.
O visitante respondeu:
– Eu agradeço muito as suas generosas ofertas, mas não estou aqui por nenhum desses motivos. Eu estava dormindo tranquilamente quando sonhei que você estava intranquilo e triste e que a angústia te dominava e que estava precisando de mim ao seu lado. O pesadelo me preocupou e por esse motivo eu vim para a sua casa a essa hora. Eu não poderia ficar tranquilo enquanto não comprovasse por mim mesmo que você estava bem.
Assim se comporta um verdadeiro amigo. Não espera que o seu companheiro procure por ele, mas quando acha que algo está acontecendo, ele corre para oferecer sua ajuda.
Disponível em: https://br.guiainfantil.com/materias/cultura–e–lazer/contos–infantis/os–dois–amigos–fabula–de–la–fontaine/. Acesso em 24 de julho de 2023. (Adaptado)
O texto 3 classifica-se como fábula. Do ponto de vista estrutural, esse gênero textual se divide em dois planos: narrativo e moral. Sobre o plano narrativo e o plano moral do texto 3, assinale a alternativa correta.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 3
Os dois amigos
Certa noite, um dos amigos acordou sobressaltado. Pulou da cama e se vestiu apressadamente e se dirigiu à casa do outro. Ao chegar, bateu fortemente na porta do amigo e todos despertaram. Os criados abriram a porta assustados e ele entrou na residência. O dono da casa, que o esperava com uma sacola de dinheiro em uma mão e sua espada na outra, disse-lhe:
– Meu amigo: sei que você não é homem de sair correndo em plena noite sem algum motivo. Se você veio à minha casa é porque alguma coisa grave te aconteceu. Se você perdeu dinheiro no jogo, aqui está o dinheiro, pegue-o. E se você se envolveu em alguma briga e necessita de ajuda para enfrentar os que te perseguem, a gente vai lutar junto. Já sabe que pode contar comigo para tudo.
O visitante respondeu:
– Eu agradeço muito as suas generosas ofertas, mas não estou aqui por nenhum desses motivos. Eu estava dormindo tranquilamente quando sonhei que você estava intranquilo e triste e que a angústia te dominava e que estava precisando de mim ao seu lado. O pesadelo me preocupou e por esse motivo eu vim para a sua casa a essa hora. Eu não poderia ficar tranquilo enquanto não comprovasse por mim mesmo que você estava bem.
Assim se comporta um verdadeiro amigo. Não espera que o seu companheiro procure por ele, mas quando acha que algo está acontecendo, ele corre para oferecer sua ajuda.
Disponível em: https://br.guiainfantil.com/materias/cultura–e–lazer/contos–infantis/os–dois–amigos–fabula–de–la–fontaine/. Acesso em 24 de julho de 2023. (Adaptado)
Releia os fragmentos do texto 3.
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No sentido geral da fábula lida, as palavras destacadas retomam, respectivamente, os seguintes termos:
TEXTO 3
Os dois amigos
Certa noite, um dos amigos acordou sobressaltado. Pulou da cama e se vestiu apressadamente e se dirigiu à casa do outro. Ao chegar, bateu fortemente na porta do amigo e todos despertaram. Os criados abriram a porta assustados e ele entrou na residência. O dono da casa, que o esperava com uma sacola de dinheiro em uma mão e sua espada na outra, disse-lhe:
– Meu amigo: sei que você não é homem de sair correndo em plena noite sem algum motivo. Se você veio à minha casa é porque alguma coisa grave te aconteceu. Se você perdeu dinheiro no jogo, aqui está o dinheiro, pegue-o. E se você se envolveu em alguma briga e necessita de ajuda para enfrentar os que te perseguem, a gente vai lutar junto. Já sabe que pode contar comigo para tudo.
O visitante respondeu:
– Eu agradeço muito as suas generosas ofertas, mas não estou aqui por nenhum desses motivos. Eu estava dormindo tranquilamente quando sonhei que você estava intranquilo e triste e que a angústia te dominava e que estava precisando de mim ao seu lado. O pesadelo me preocupou e por esse motivo eu vim para a sua casa a essa hora. Eu não poderia ficar tranquilo enquanto não comprovasse por mim mesmo que você estava bem.
Assim se comporta um verdadeiro amigo. Não espera que o seu companheiro procure por ele, mas quando acha que algo está acontecendo, ele corre para oferecer sua ajuda.
Disponível em: https://br.guiainfantil.com/materias/cultura–e–lazer/contos–infantis/os–dois–amigos–fabula–de–la–fontaine/. Acesso em 24 de julho de 2023. (Adaptado)
Texto-base:
TEXTO 4
Amizade verdadeira
Nós vivemos tempos em que há certa banalização da palavra “amigo”. Nas redes sociais, é hábito se contabilizar “eu tenho tantos amigos”, como se a ideia de amizade pudesse ser tão superficial. Amizade implica convivência, mesmo que a distância, numa capacidade de doação e compreensão. E, por vezes até, requer algum gesto de recusa, porque um amigo ou uma amiga não é quem concorda sempre, mas quem discorda também, de modo que proteja a outra pessoa.
Com facilidade se chama de “amigo” ou “amiga” quem é, somente, um colega, uma conhecida, um parceiro momentâneo. Esse uso corriqueiro da palavra “amigo” precisa ser revisto, afinal de contas há um critério explícito para que se saiba se alguém, de fato, é amigo. O historiador inglês Thomas Fuller (1608–1661) registrou: “Homem nenhum pode ser feliz sem um amigo, nem pode estar certo desse amigo enquanto não for infeliz”.
A frase é forte. Porque amizade é aquela que se prova também nas tempestades, na hora da amargura, da encrenca e da necessidade, e não apenas nos momentos de alegria e comemoração.
DE SOUZA, Maurício; CORTELLA, Mario Sérgio. Vamos pensar um pouco? Lições ilustradas com a turma da Mônica. Editora Cortez. 1ªed: 2020. p. 50. (Adaptado)
Sobre a abordagem acerca do tema amizade, analise as seguintes afirmações a respeito dos textos 3 e 4.
I. Os textos convergem quanto à temática, porque tratam a amizade como uma relação banalizada atualmente.
II. Ambos os textos afirmam que amigos de verdade se apoiam em todos os momentos da vida, não apenas nos momentos mais fáceis.
III. Os dois textos tratam a amizade como algo valioso, mas que pode ser facilmente conquistado por meio de bens materiais.
IV. Por meio de gêneros textuais distintos, os dois textos provocam reflexão sobre o verdadeiro sentido da palavra “amigo”.
Estão corretasResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 4
Amizade verdadeira
Nós vivemos tempos em que há certa banalização da palavra “amigo”. Nas redes sociais, é hábito se contabilizar “eu tenho tantos amigos”, como se a ideia de amizade pudesse ser tão superficial. Amizade implica convivência, mesmo que a distância, numa capacidade de doação e compreensão. E, por vezes até, requer algum gesto de recusa, porque um amigo ou uma amiga não é quem concorda sempre, mas quem discorda também, de modo que proteja a outra pessoa.
Com facilidade se chama de “amigo” ou “amiga” quem é, somente, um colega, uma conhecida, um parceiro momentâneo. Esse uso corriqueiro da palavra “amigo” precisa ser revisto, afinal de contas há um critério explícito para que se saiba se alguém, de fato, é amigo. O historiador inglês Thomas Fuller (1608–1661) registrou: “Homem nenhum pode ser feliz sem um amigo, nem pode estar certo desse amigo enquanto não for infeliz”.
A frase é forte. Porque amizade é aquela que se prova também nas tempestades, na hora da amargura, da encrenca e da necessidade, e não apenas nos momentos de alegria e comemoração.
DE SOUZA, Maurício; CORTELLA, Mario Sérgio. Vamos pensar um pouco? Lições ilustradas com a turma da Mônica. Editora Cortez. 1ªed: 2020. p. 50. (Adaptado)
Releia as seguintes frases, retiradas do texto 4:
I – Nós vivemos tempos em que há certa banalização da palavra “amigo”.
II – Nas redes sociais, é hábito se contabilizar “eu tenho tantos amigos”
III – “Homem nenhum pode ser feliz sem um amigo, nem pode estar certo desse amigo enquanto não for infeliz”.
O emprego das aspas nas frases acima ajuda a revelar a opinião do autor do texto 4 sobre o tema amizade. Assinale a opção correta sobre esse emprego.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 4
Amizade verdadeira
Nós vivemos tempos em que há certa banalização da palavra “amigo”. Nas redes sociais, é hábito se contabilizar “eu tenho tantos amigos”, como se a ideia de amizade pudesse ser tão superficial. Amizade implica convivência, mesmo que a distância, numa capacidade de doação e compreensão. E, por vezes até, requer algum gesto de recusa, porque um amigo ou uma amiga não é quem concorda sempre, mas quem discorda também, de modo que proteja a outra pessoa.
Com facilidade se chama de “amigo” ou “amiga” quem é, somente, um colega, uma conhecida, um parceiro momentâneo. Esse uso corriqueiro da palavra “amigo” precisa ser revisto, afinal de contas há um critério explícito para que se saiba se alguém, de fato, é amigo. O historiador inglês Thomas Fuller (1608–1661) registrou: “Homem nenhum pode ser feliz sem um amigo, nem pode estar certo desse amigo enquanto não for infeliz”.
A frase é forte. Porque amizade é aquela que se prova também nas tempestades, na hora da amargura, da encrenca e da necessidade, e não apenas nos momentos de alegria e comemoração.
DE SOUZA, Maurício; CORTELLA, Mario Sérgio. Vamos pensar um pouco? Lições ilustradas com a turma da Mônica. Editora Cortez. 1ªed: 2020. p. 50. (Adaptado)
Releia o trecho retirado do texto 4:
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Assinale a alternativa em que a relação semântica expressa pelo elemento coesivo em destaque seja a mesma do trecho acima.
TEXTO 4
Amizade verdadeira
Nós vivemos tempos em que há certa banalização da palavra “amigo”. Nas redes sociais, é hábito se contabilizar “eu tenho tantos amigos”, como se a ideia de amizade pudesse ser tão superficial. Amizade implica convivência, mesmo que a distância, numa capacidade de doação e compreensão. E, por vezes até, requer algum gesto de recusa, porque um amigo ou uma amiga não é quem concorda sempre, mas quem discorda também, de modo que proteja a outra pessoa.
Com facilidade se chama de “amigo” ou “amiga” quem é, somente, um colega, uma conhecida, um parceiro momentâneo. Esse uso corriqueiro da palavra “amigo” precisa ser revisto, afinal de contas há um critério explícito para que se saiba se alguém, de fato, é amigo. O historiador inglês Thomas Fuller (1608–1661) registrou: “Homem nenhum pode ser feliz sem um amigo, nem pode estar certo desse amigo enquanto não for infeliz”.
A frase é forte. Porque amizade é aquela que se prova também nas tempestades, na hora da amargura, da encrenca e da necessidade, e não apenas nos momentos de alegria e comemoração.
DE SOUZA, Maurício; CORTELLA, Mario Sérgio. Vamos pensar um pouco? Lições ilustradas com a turma da Mônica. Editora Cortez. 1ªed: 2020. p. 50. (Adaptado)
Texto-base:
TEXTO 5
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Disponível em: http:// inovarepesquisa.com.br/blog/infográfico–amizades–na–era–digital/ (Adaptado). Acesso em 01 de agosto de 2023.
Na opinião de Mário Sérgio Cortella (texto 4), nas redes sociais, quantidade de “amigos” não significa amizade verdadeira, pois amizade implica convivência, mesmo que a distância. Que informação do texto 5 corrobora a opinião do autor do texto 4?
TEXTO 5
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Disponível em: http:// inovarepesquisa.com.br/blog/infográfico–amizades–na–era–digital/ (Adaptado). Acesso em 01 de agosto de 2023.
Sobre a leitura do texto 5, julgue as alternativas a respeito dos jovens internautas no Brasil como verdadeiras (V) ou falsas (F) e marque a alternativa com a sequência correta.
( ) A maioria prefere os sites de relacionamento.
( ) Menos da metade conhece alguém que já esteve com um amigo virtual.
( ) Um quinto já encontrou ao menos uma vez com um amigo virtual.
( ) A minoria já se encontrou com um amigo virtual.
TEXTO 6
Leia atentamente a tirinha abaixo, cujo personagem principal é Armandinho.
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Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/465841155184599639/ tirinha. Acesso em: 24 de julho de 2023.
O texto 6, uma tirinha do Armandinho, tem como finalidade principal
TEXTO 6
Leia atentamente a tirinha abaixo, cujo personagem principal é Armandinho.
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Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/465841155184599639/ tirinha. Acesso em: 24 de julho de 2023.
Nos 1º e 2º quadrinhos da tirinha, há uma quebra de expectativa, porque, com base na fala popular e no senso comum, a mulher
TEXTO 6
Leia atentamente a tirinha abaixo, cujo personagem principal é Armandinho.
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Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/465841155184599639/ tirinha. Acesso em: 24 de julho de 2023.
Releia a fala da mulher no 2º quadrinho:
O que um sapo faz por você?!
Nessa fala, o emprego de sinal de interrogação seguido de sinal de exclamação teve por finalidade
TEXTO 7
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https://www.behance.net/gallery/23224627/Dia–do–Amigo acesso em 05 de setembro de 2023
As palavras todas em maiúsculas dominam o espaço do texto publicitário acima. O tamanho e a disposição dessas palavras
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