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CMPA — Concurso de Admissão 2023/2024 — 6º Ano do Ensino Fundamental — Matemática e Língua Portuguesa

Colégio Militar de Porto Alegre · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)2023Fundamental

39 questões nesta prova · página 2 de 2 · 39 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de Porto Alegre · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Em outubro de 2023, o Estatuto da Pessoa Idosa, lei que garante direitos e proteção aos cidadãos brasileiros com sessenta anos ou mais, completa vinte anos de existência. Por conta dessa data simbólica, convidamos você a refletir um pouco, nos textos da prova de Língua Portuguesa, sobre essa etapa da vida e sobre as pessoas que a compõem em nosso país.

Texto 1

Lei altera o nome do Estatuto do Idoso para Estatuto da Pessoa Idosa
A norma promove a inclusão e combate o preconceito à pessoa idosa
Publicado em 25/07/2022 09h10

Fotografia de quatro pessoas caminhando sorridentes em um parque arborizado: um jovem de camiseta laranja cumprimenta, com as mãos erguidas, um homem idoso de faixa na cabeça; ao lado, duas mulheres idosas em roupas esportivas.

1 Foi sancionado o Projeto de Lei nº 3.646, de 2019, que altera a Lei nº 10.741, de 1º de
2 de outubro de 2003 - Estatuto do Idoso, para substituir, em toda a Lei, as expressões “idoso” e
3 “idosos” pelas expressões “pessoa idosa” e “pessoas idosas”, respectivamente.

4 Segundo a justificativa do projeto de lei, o termo “pessoa” lembra a necessidade de
5 combate à desumanização do envelhecimento. Essa terminologia reflete a luta dessas pessoas
6 pelo direito à dignidade e à autonomia.

7 Nesse contexto, alguns de seus artigos já contam com as novas expressões e, desse
8 modo, a sua nomenclatura também requer tal aperfeiçoamento, especialmente considerando
9 que, no ano de 2018, o Estatuto do Idoso celebrou quinze anos de existência.

10 Não se trata, pois, de mera questão semântica, mas de escrever construtivamente,
11 numa perspectiva inclusiva, a terminologia correta para abordagem de assuntos
12 tradicionalmente caracterizados por preconceitos e estigmas, como os relacionados às
13 pessoas com idade igual ou superior a 60 anos.

14 A medida contribui para refletir a importância da pessoa idosa na sociedade e para
15 combater o preconceito que existe contra o envelhecimento e trazer dignidade e respeito a
16 essa parcela da população.

O texto 1 noticia a mudança do “Estatuto do idoso”, que passou a se chamar “Estatuto da Pessoa Idosa”. O emprego da expressão “Pessoa Idosa” busca reforçar.
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

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Gabarito disponível

Texto-base:
Em outubro de 2023, o Estatuto da Pessoa Idosa, lei que garante direitos e proteção aos cidadãos brasileiros com sessenta anos ou mais, completa vinte anos de existência. Por conta dessa data simbólica, convidamos você a refletir um pouco, nos textos da prova de Língua Portuguesa, sobre essa etapa da vida e sobre as pessoas que a compõem em nosso país.

Texto 1

Lei altera o nome do Estatuto do Idoso para Estatuto da Pessoa Idosa
A norma promove a inclusão e combate o preconceito à pessoa idosa
Publicado em 25/07/2022 09h10

Fotografia de quatro pessoas caminhando sorridentes em um parque arborizado: um jovem de camiseta laranja cumprimenta, com as mãos erguidas, um homem idoso de faixa na cabeça; ao lado, duas mulheres idosas em roupas esportivas.

1 Foi sancionado o Projeto de Lei nº 3.646, de 2019, que altera a Lei nº 10.741, de 1º de
2 de outubro de 2003 - Estatuto do Idoso, para substituir, em toda a Lei, as expressões “idoso” e
3 “idosos” pelas expressões “pessoa idosa” e “pessoas idosas”, respectivamente.

4 Segundo a justificativa do projeto de lei, o termo “pessoa” lembra a necessidade de
5 combate à desumanização do envelhecimento. Essa terminologia reflete a luta dessas pessoas
6 pelo direito à dignidade e à autonomia.

7 Nesse contexto, alguns de seus artigos já contam com as novas expressões e, desse
8 modo, a sua nomenclatura também requer tal aperfeiçoamento, especialmente considerando
9 que, no ano de 2018, o Estatuto do Idoso celebrou quinze anos de existência.

10 Não se trata, pois, de mera questão semântica, mas de escrever construtivamente,
11 numa perspectiva inclusiva, a terminologia correta para abordagem de assuntos
12 tradicionalmente caracterizados por preconceitos e estigmas, como os relacionados às
13 pessoas com idade igual ou superior a 60 anos.

14 A medida contribui para refletir a importância da pessoa idosa na sociedade e para
15 combater o preconceito que existe contra o envelhecimento e trazer dignidade e respeito a
16 essa parcela da população.

Leia mais uma vez o trecho a seguir:

“Nesse contexto, alguns de seus artigos já contam com as novas expressões e, desse modo, a sua nomenclatura também requer tal aperfeiçoamento, especialmente considerando que, no ano de 2018, o Estatuto do Idoso celebrou quinze anos de existência.” (ls 07 a 09).

De acordo com o trecho, pode-se concluir que:
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Língua Portuguesa Coesão Referencial — Pronomes

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de Porto Alegre · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

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Texto-base:
Em outubro de 2023, o Estatuto da Pessoa Idosa, lei que garante direitos e proteção aos cidadãos brasileiros com sessenta anos ou mais, completa vinte anos de existência. Por conta dessa data simbólica, convidamos você a refletir um pouco, nos textos da prova de Língua Portuguesa, sobre essa etapa da vida e sobre as pessoas que a compõem em nosso país.

Texto 1

Lei altera o nome do Estatuto do Idoso para Estatuto da Pessoa Idosa
A norma promove a inclusão e combate o preconceito à pessoa idosa
Publicado em 25/07/2022 09h10

Fotografia de quatro pessoas caminhando sorridentes em um parque arborizado: um jovem de camiseta laranja cumprimenta, com as mãos erguidas, um homem idoso de faixa na cabeça; ao lado, duas mulheres idosas em roupas esportivas.

1 Foi sancionado o Projeto de Lei nº 3.646, de 2019, que altera a Lei nº 10.741, de 1º de
2 de outubro de 2003 - Estatuto do Idoso, para substituir, em toda a Lei, as expressões “idoso” e
3 “idosos” pelas expressões “pessoa idosa” e “pessoas idosas”, respectivamente.

4 Segundo a justificativa do projeto de lei, o termo “pessoa” lembra a necessidade de
5 combate à desumanização do envelhecimento. Essa terminologia reflete a luta dessas pessoas
6 pelo direito à dignidade e à autonomia.

7 Nesse contexto, alguns de seus artigos já contam com as novas expressões e, desse
8 modo, a sua nomenclatura também requer tal aperfeiçoamento, especialmente considerando
9 que, no ano de 2018, o Estatuto do Idoso celebrou quinze anos de existência.

10 Não se trata, pois, de mera questão semântica, mas de escrever construtivamente,
11 numa perspectiva inclusiva, a terminologia correta para abordagem de assuntos
12 tradicionalmente caracterizados por preconceitos e estigmas, como os relacionados às
13 pessoas com idade igual ou superior a 60 anos.

14 A medida contribui para refletir a importância da pessoa idosa na sociedade e para
15 combater o preconceito que existe contra o envelhecimento e trazer dignidade e respeito a
16 essa parcela da população.

Nos trechos “Essa terminologia reflete a luta dessas pessoas pelo direito à dignidade e à autonomia” (ls. 05 e 06) e “Nesse contexto, alguns de seus artigos já contam com as novas expressões” (l. 07), as palavras destacadas referem-se, respectivamente, — as palavras “dessas” e “seus” e o termo “respectivamente” estão em negrito.
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Língua Portuguesa Significação das Palavras — Sinonímia

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

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Texto-base:
Em outubro de 2023, o Estatuto da Pessoa Idosa, lei que garante direitos e proteção aos cidadãos brasileiros com sessenta anos ou mais, completa vinte anos de existência. Por conta dessa data simbólica, convidamos você a refletir um pouco, nos textos da prova de Língua Portuguesa, sobre essa etapa da vida e sobre as pessoas que a compõem em nosso país.

Texto 1

Lei altera o nome do Estatuto do Idoso para Estatuto da Pessoa Idosa
A norma promove a inclusão e combate o preconceito à pessoa idosa
Publicado em 25/07/2022 09h10

Fotografia de quatro pessoas caminhando sorridentes em um parque arborizado: um jovem de camiseta laranja cumprimenta, com as mãos erguidas, um homem idoso de faixa na cabeça; ao lado, duas mulheres idosas em roupas esportivas.

1 Foi sancionado o Projeto de Lei nº 3.646, de 2019, que altera a Lei nº 10.741, de 1º de
2 de outubro de 2003 - Estatuto do Idoso, para substituir, em toda a Lei, as expressões “idoso” e
3 “idosos” pelas expressões “pessoa idosa” e “pessoas idosas”, respectivamente.

4 Segundo a justificativa do projeto de lei, o termo “pessoa” lembra a necessidade de
5 combate à desumanização do envelhecimento. Essa terminologia reflete a luta dessas pessoas
6 pelo direito à dignidade e à autonomia.

7 Nesse contexto, alguns de seus artigos já contam com as novas expressões e, desse
8 modo, a sua nomenclatura também requer tal aperfeiçoamento, especialmente considerando
9 que, no ano de 2018, o Estatuto do Idoso celebrou quinze anos de existência.

10 Não se trata, pois, de mera questão semântica, mas de escrever construtivamente,
11 numa perspectiva inclusiva, a terminologia correta para abordagem de assuntos
12 tradicionalmente caracterizados por preconceitos e estigmas, como os relacionados às
13 pessoas com idade igual ou superior a 60 anos.

14 A medida contribui para refletir a importância da pessoa idosa na sociedade e para
15 combater o preconceito que existe contra o envelhecimento e trazer dignidade e respeito a
16 essa parcela da população.

No contexto da notícia, pode-se concluir que os vocábulos destacados em “[...] de mera questão semântica, mas de escrever construtivamente, numa perspectiva inclusiva, a terminologia correta para abordagem de assuntos tradicionalmente caracterizados por preconceitos e estigmas, como os relacionados às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos” (ls. 10 a 13) — os vocábulos “perspectiva” e “estigmas” estão em negrito.
têm o mesmo sentido, respectivamente, de
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

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Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 2

Cora Coralina
POETISA E CONFEITEITA
1 Era uma vez uma casa em uma ponte. Lá vivia uma garotinha chamada Cora, que sabia
2 que era poetisa.

3 Sua família não achava isso. Eles não queriam que ela lesse livros e não queriam
4 mandá-la para o ensino médio. Eles pensavam que seu trabalho era encontrar um bom
5 marido e formar uma família.

6 Quando cresceu, Cora se apaixonou por um homem e eles se casaram. Ela se mudou
7 com ele para a cidade grande e tiveram quatro filhos. Ela trabalhou em todos os tipos de
8 de empregos para garantir que seus filhos pudessem ir para a escola.

9 Cora teve uma vida ocupada, mas nunca se esqueceu de que era uma poetisa. Ela
10 escrevia todos os dias.

11 Quando estava com sessenta anos, se mudou de volta para a casa na ponte. Decidiu
12 que era hora de começar sua carreira como poetisa. Cora ainda precisava de dinheiro, então
13 assava bolos para vender junto com seus poemas na porta da sua casa.

14 Os poemas de Cora começaram a ser admirados por outros poetas e escritores. Ela
15 ganhou prêmios, medalhas e — quando estava com setenta e cinco anos — publicou seu
16 primeiro livro.

17 Jornalistas vieram do país todo para entrevistá-la enquanto ela assava bolos. E quando
18 eles se foram, ela se sentou à escrivaninha e começou a escrever de novo, cercada pelo
19 delicioso cheiro de tortas, biscoitos e bolos.
20 20 DE AGOSTO DE 1889 – 10 DE ABRIL DE 1985
21 BRASIL

Ilustração de Cora Coralina idosa, de cabelos brancos e blusa azul, sentada em uma cadeira de vime entre folhagens, com a citação: “Sou uma mulher que escalou as montanhas da vida, removendo pedras e plantando flores.” — Cora Coralina.

Acerca da leitura do texto 2, julgue as afirmativas a seguir verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) O texto apresenta, em forma de narrativa, aspectos da vida e da obra de Cora Coralina, destacando, unicamente, o fato de ela ter sido uma grande poetisa da literatura nacional.
( ) De acordo com o texto, Cora despertou-se para a poesia apenas com sessenta anos.
( ) O narrador do texto, em 3ª pessoa, apresenta fatos relevantes sobre Cora Coralina, além de mostrar aos leitores aspectos que dizem respeito ao íntimo dessa personagem.
( ) Pode-se concluir, do texto, que o envelhecimento não é impeditivo para que as pessoas produzam, bem como alcancem seus objetivos, se assim o desejarem.
( ) Cora sempre teve o incentivo da família para a prática poética, mas as necessidades financeiras a levaram a adiar o sonho da carreira como poetisa.
A opção que preenche os parênteses à esquerda corretamente, de cima para baixo, é:
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Língua Portuguesa Coesão Referencial

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

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Texto-base:
Texto 2

Cora Coralina
POETISA E CONFEITEITA
1 Era uma vez uma casa em uma ponte. Lá vivia uma garotinha chamada Cora, que sabia
2 que era poetisa.

3 Sua família não achava isso. Eles não queriam que ela lesse livros e não queriam
4 mandá-la para o ensino médio. Eles pensavam que seu trabalho era encontrar um bom
5 marido e formar uma família.

6 Quando cresceu, Cora se apaixonou por um homem e eles se casaram. Ela se mudou
7 com ele para a cidade grande e tiveram quatro filhos. Ela trabalhou em todos os tipos de
8 de empregos para garantir que seus filhos pudessem ir para a escola.

9 Cora teve uma vida ocupada, mas nunca se esqueceu de que era uma poetisa. Ela
10 escrevia todos os dias.

11 Quando estava com sessenta anos, se mudou de volta para a casa na ponte. Decidiu
12 que era hora de começar sua carreira como poetisa. Cora ainda precisava de dinheiro, então
13 assava bolos para vender junto com seus poemas na porta da sua casa.

14 Os poemas de Cora começaram a ser admirados por outros poetas e escritores. Ela
15 ganhou prêmios, medalhas e — quando estava com setenta e cinco anos — publicou seu
16 primeiro livro.

17 Jornalistas vieram do país todo para entrevistá-la enquanto ela assava bolos. E quando
18 eles se foram, ela se sentou à escrivaninha e começou a escrever de novo, cercada pelo
19 delicioso cheiro de tortas, biscoitos e bolos.
20 20 DE AGOSTO DE 1889 – 10 DE ABRIL DE 1985
21 BRASIL

Ilustração de Cora Coralina idosa, de cabelos brancos e blusa azul, sentada em uma cadeira de vime entre folhagens, com a citação: “Sou uma mulher que escalou as montanhas da vida, removendo pedras e plantando flores.” — Cora Coralina.

Analise as seguintes afirmações a respeito do texto 2:

I. No trecho “Lá vivia uma garotinha chamada Cora, que sabia que era poetisa” (ls. 01 e 02), a palavra “Lá” se refere ao vocábulo “casa” (l.01), apresentado na frase anterior.
II. Em “Quando cresceu, Cora se apaixonou por um homem e eles se casaram” (l.06), a palavra destacada marca a passagem da vida de Cora, indicando que ela não é mais uma criança; e em “Quando estava com sessenta anos, se mudou de volta para a casa na ponte” (l.11), a palavra indica que Cora passou da vida adulta para a velhice. III. O texto não possibilita resgatar quem é o responsável pela ação expressa pela palavra destacada em “Decidiu que era hora de começar sua carreira como poetisa” (ls 11 e 12), o que gera ambiguidade na leitura. — As palavras “Quando” (duas vezes) e “Decidiu” estão em negrito.

É correto o que se afirma em:
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

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Texto-base:
Texto 2

Cora Coralina
POETISA E CONFEITEITA
1 Era uma vez uma casa em uma ponte. Lá vivia uma garotinha chamada Cora, que sabia
2 que era poetisa.

3 Sua família não achava isso. Eles não queriam que ela lesse livros e não queriam
4 mandá-la para o ensino médio. Eles pensavam que seu trabalho era encontrar um bom
5 marido e formar uma família.

6 Quando cresceu, Cora se apaixonou por um homem e eles se casaram. Ela se mudou
7 com ele para a cidade grande e tiveram quatro filhos. Ela trabalhou em todos os tipos de
8 de empregos para garantir que seus filhos pudessem ir para a escola.

9 Cora teve uma vida ocupada, mas nunca se esqueceu de que era uma poetisa. Ela
10 escrevia todos os dias.

11 Quando estava com sessenta anos, se mudou de volta para a casa na ponte. Decidiu
12 que era hora de começar sua carreira como poetisa. Cora ainda precisava de dinheiro, então
13 assava bolos para vender junto com seus poemas na porta da sua casa.

14 Os poemas de Cora começaram a ser admirados por outros poetas e escritores. Ela
15 ganhou prêmios, medalhas e — quando estava com setenta e cinco anos — publicou seu
16 primeiro livro.

17 Jornalistas vieram do país todo para entrevistá-la enquanto ela assava bolos. E quando
18 eles se foram, ela se sentou à escrivaninha e começou a escrever de novo, cercada pelo
19 delicioso cheiro de tortas, biscoitos e bolos.
20 20 DE AGOSTO DE 1889 – 10 DE ABRIL DE 1985
21 BRASIL

Ilustração de Cora Coralina idosa, de cabelos brancos e blusa azul, sentada em uma cadeira de vime entre folhagens, com a citação: “Sou uma mulher que escalou as montanhas da vida, removendo pedras e plantando flores.” — Cora Coralina.

O texto 2 afirma que, para a família de Cora, o trabalho dela deveria ser encontrar um bom marido e formar uma família. Nesse sentido, pode-se concluir que a família da poetisa, de acordo com as informações do texto, tinha uma visão de mundo que
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Língua Portuguesa Pontuação — Travessão

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

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Texto-base:
Texto 2

Cora Coralina
POETISA E CONFEITEITA
1 Era uma vez uma casa em uma ponte. Lá vivia uma garotinha chamada Cora, que sabia
2 que era poetisa.

3 Sua família não achava isso. Eles não queriam que ela lesse livros e não queriam
4 mandá-la para o ensino médio. Eles pensavam que seu trabalho era encontrar um bom
5 marido e formar uma família.

6 Quando cresceu, Cora se apaixonou por um homem e eles se casaram. Ela se mudou
7 com ele para a cidade grande e tiveram quatro filhos. Ela trabalhou em todos os tipos de
8 de empregos para garantir que seus filhos pudessem ir para a escola.

9 Cora teve uma vida ocupada, mas nunca se esqueceu de que era uma poetisa. Ela
10 escrevia todos os dias.

11 Quando estava com sessenta anos, se mudou de volta para a casa na ponte. Decidiu
12 que era hora de começar sua carreira como poetisa. Cora ainda precisava de dinheiro, então
13 assava bolos para vender junto com seus poemas na porta da sua casa.

14 Os poemas de Cora começaram a ser admirados por outros poetas e escritores. Ela
15 ganhou prêmios, medalhas e — quando estava com setenta e cinco anos — publicou seu
16 primeiro livro.

17 Jornalistas vieram do país todo para entrevistá-la enquanto ela assava bolos. E quando
18 eles se foram, ela se sentou à escrivaninha e começou a escrever de novo, cercada pelo
19 delicioso cheiro de tortas, biscoitos e bolos.
20 20 DE AGOSTO DE 1889 – 10 DE ABRIL DE 1985
21 BRASIL

Ilustração de Cora Coralina idosa, de cabelos brancos e blusa azul, sentada em uma cadeira de vime entre folhagens, com a citação: “Sou uma mulher que escalou as montanhas da vida, removendo pedras e plantando flores.” — Cora Coralina.

No trecho “[...] medalhas e – quando estava com setenta e cindo anos – publicou seu primeiro livro” (ls 15 e 16), o emprego dos travessões tem como objetivo
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Efeitos de Sentido

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Texto-base:
Texto 2

Cora Coralina
POETISA E CONFEITEITA
1 Era uma vez uma casa em uma ponte. Lá vivia uma garotinha chamada Cora, que sabia
2 que era poetisa.

3 Sua família não achava isso. Eles não queriam que ela lesse livros e não queriam
4 mandá-la para o ensino médio. Eles pensavam que seu trabalho era encontrar um bom
5 marido e formar uma família.

6 Quando cresceu, Cora se apaixonou por um homem e eles se casaram. Ela se mudou
7 com ele para a cidade grande e tiveram quatro filhos. Ela trabalhou em todos os tipos de
8 de empregos para garantir que seus filhos pudessem ir para a escola.

9 Cora teve uma vida ocupada, mas nunca se esqueceu de que era uma poetisa. Ela
10 escrevia todos os dias.

11 Quando estava com sessenta anos, se mudou de volta para a casa na ponte. Decidiu
12 que era hora de começar sua carreira como poetisa. Cora ainda precisava de dinheiro, então
13 assava bolos para vender junto com seus poemas na porta da sua casa.

14 Os poemas de Cora começaram a ser admirados por outros poetas e escritores. Ela
15 ganhou prêmios, medalhas e — quando estava com setenta e cinco anos — publicou seu
16 primeiro livro.

17 Jornalistas vieram do país todo para entrevistá-la enquanto ela assava bolos. E quando
18 eles se foram, ela se sentou à escrivaninha e começou a escrever de novo, cercada pelo
19 delicioso cheiro de tortas, biscoitos e bolos.
20 20 DE AGOSTO DE 1889 – 10 DE ABRIL DE 1985
21 BRASIL

Ilustração de Cora Coralina idosa, de cabelos brancos e blusa azul, sentada em uma cadeira de vime entre folhagens, com a citação: “Sou uma mulher que escalou as montanhas da vida, removendo pedras e plantando flores.” — Cora Coralina.

O texto se inicia com a expressão “Era uma vez” (l.01). Ao empregá-la, a autora tem por objetivo
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Linguagem Figurada

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Texto-base:
Texto 2

Cora Coralina
POETISA E CONFEITEITA
1 Era uma vez uma casa em uma ponte. Lá vivia uma garotinha chamada Cora, que sabia
2 que era poetisa.

3 Sua família não achava isso. Eles não queriam que ela lesse livros e não queriam
4 mandá-la para o ensino médio. Eles pensavam que seu trabalho era encontrar um bom
5 marido e formar uma família.

6 Quando cresceu, Cora se apaixonou por um homem e eles se casaram. Ela se mudou
7 com ele para a cidade grande e tiveram quatro filhos. Ela trabalhou em todos os tipos de
8 de empregos para garantir que seus filhos pudessem ir para a escola.

9 Cora teve uma vida ocupada, mas nunca se esqueceu de que era uma poetisa. Ela
10 escrevia todos os dias.

11 Quando estava com sessenta anos, se mudou de volta para a casa na ponte. Decidiu
12 que era hora de começar sua carreira como poetisa. Cora ainda precisava de dinheiro, então
13 assava bolos para vender junto com seus poemas na porta da sua casa.

14 Os poemas de Cora começaram a ser admirados por outros poetas e escritores. Ela
15 ganhou prêmios, medalhas e — quando estava com setenta e cinco anos — publicou seu
16 primeiro livro.

17 Jornalistas vieram do país todo para entrevistá-la enquanto ela assava bolos. E quando
18 eles se foram, ela se sentou à escrivaninha e começou a escrever de novo, cercada pelo
19 delicioso cheiro de tortas, biscoitos e bolos.
20 20 DE AGOSTO DE 1889 – 10 DE ABRIL DE 1985
21 BRASIL

Ilustração de Cora Coralina idosa, de cabelos brancos e blusa azul, sentada em uma cadeira de vime entre folhagens, com a citação: “Sou uma mulher que escalou as montanhas da vida, removendo pedras e plantando flores.” — Cora Coralina.

O primeiro livro de Cora Coralina chama-se “Poemas dos becos de Goiás e estórias mais”. A poetisa inicia esse livro com o poema “Ressalva”, no qual se lê, na primeira estrofe:
“Este livro foi escrito
por uma mulher
que no tarde da vida
recria e poetiza sua própria
vida.”
CORALINA, C. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais.

A expressão “no tarde da vida” diz respeito ao fato, apresentado no texto 2, de Cora Coralina.
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Língua Portuguesa Relações Lógico-Semânticas — Causa e Consequência

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Texto-base:
Texto 2

Cora Coralina
POETISA E CONFEITEITA
1 Era uma vez uma casa em uma ponte. Lá vivia uma garotinha chamada Cora, que sabia
2 que era poetisa.

3 Sua família não achava isso. Eles não queriam que ela lesse livros e não queriam
4 mandá-la para o ensino médio. Eles pensavam que seu trabalho era encontrar um bom
5 marido e formar uma família.

6 Quando cresceu, Cora se apaixonou por um homem e eles se casaram. Ela se mudou
7 com ele para a cidade grande e tiveram quatro filhos. Ela trabalhou em todos os tipos de
8 de empregos para garantir que seus filhos pudessem ir para a escola.

9 Cora teve uma vida ocupada, mas nunca se esqueceu de que era uma poetisa. Ela
10 escrevia todos os dias.

11 Quando estava com sessenta anos, se mudou de volta para a casa na ponte. Decidiu
12 que era hora de começar sua carreira como poetisa. Cora ainda precisava de dinheiro, então
13 assava bolos para vender junto com seus poemas na porta da sua casa.

14 Os poemas de Cora começaram a ser admirados por outros poetas e escritores. Ela
15 ganhou prêmios, medalhas e — quando estava com setenta e cinco anos — publicou seu
16 primeiro livro.

17 Jornalistas vieram do país todo para entrevistá-la enquanto ela assava bolos. E quando
18 eles se foram, ela se sentou à escrivaninha e começou a escrever de novo, cercada pelo
19 delicioso cheiro de tortas, biscoitos e bolos.
20 20 DE AGOSTO DE 1889 – 10 DE ABRIL DE 1985
21 BRASIL

Ilustração de Cora Coralina idosa, de cabelos brancos e blusa azul, sentada em uma cadeira de vime entre folhagens, com a citação: “Sou uma mulher que escalou as montanhas da vida, removendo pedras e plantando flores.” — Cora Coralina.

Nas linhas 12 e 13 do texto 2, lê-se:

Informação 1: “Cora ainda precisava de dinheiro” (l.12)
Informação 2: “assava bolos para vender junto com seus poemas na porta da sua casa” (l.13).

Entre a informação da linha 12 e a informação da linha 13, identifica-se no texto, respectivamente, uma relação de
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

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Texto-base:
Texto 3

Ao leitor

1 Alguém deve rever, escrever e assinar os autos do Passado
2 antes que o Tempo passe tudo a raso.
3 É o que procuro fazer, para a geração nova, sempre
4 atenta e enlevada nas estórias, lendas, tradições, sociologia
5 e folclore de nossa terra.
6 Para a gente moça, pois, escrevi este livro de estórias.
7 Sei que serei lida e entendida.
CORALINA, C. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais.

O poema de Cora Coralina intitula-se “Ao leitor”. Após a leitura, verifica-se que esse texto elege um grupo de leitores em particular a quem o conteúdo é dirigido. Esse grupo é o de
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Resolução comentada

Público a quem o poema se dirige.

Nos versos 3 a 6, a autora diz escrever 'para a geração nova' e 'para a gente moça'. O grupo é, portanto, o das pessoas jovens.

Análise das alternativas

B) Não há referência a idosos. C) Não se fala em acesso à educação formal. D) Quem assina os autos do passado é a própria autora, não o público. E) O texto não menciona homens que gostam de poesia. A) Correta.

Referência: Interpretação de texto.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação — Vírgula

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de Porto Alegre · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 3

Ao leitor

1 Alguém deve rever, escrever e assinar os autos do Passado
2 antes que o Tempo passe tudo a raso.
3 É o que procuro fazer, para a geração nova, sempre
4 atenta e enlevada nas estórias, lendas, tradições, sociologia
5 e folclore de nossa terra.
6 Para a gente moça, pois, escrevi este livro de estórias.
7 Sei que serei lida e entendida.
CORALINA, C. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais.

No verso da linha 06, lê-se: “Para a gente moça, pois, escrevi este livro de estórias”.
Caso o trecho fosse reescrito, com a inclusão das vírgulas destacadas a seguir, sob a forma “Para a gente, moça, pois, escrevei este livro de estórias”, o enunciado
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Resolução comentada

Efeito das vírgulas em 'gente, moça'.

Em 'a gente moça', 'moça' é adjetivo que caracteriza 'gente' (gente jovem). Com a vírgula entre os dois, 'moça' passa a ser vocativo, ou seja, a autora estaria chamando alguém de 'moça'. O sentido muda, e 'moça' deixa de caracterizar 'gente'.

Análise das alternativas

A e B) Afirmam que o sentido não mudaria, mas ele muda. D) 'Gente' não passa a caracterizar 'moça'. E) 'A gente' não passa a ter o valor de 'ele'. C) Correta.

Referência: Pontuação: vírgula e vocativo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Gêneros Textuais

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de Porto Alegre · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 3

Ao leitor

1 Alguém deve rever, escrever e assinar os autos do Passado
2 antes que o Tempo passe tudo a raso.
3 É o que procuro fazer, para a geração nova, sempre
4 atenta e enlevada nas estórias, lendas, tradições, sociologia
5 e folclore de nossa terra.
6 Para a gente moça, pois, escrevi este livro de estórias.
7 Sei que serei lida e entendida.
CORALINA, C. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais.

É comum que os autores, ao publicarem um livro, escrevam um prefácio ou apresentação – ou convidem alguém para isso -, uma espécie de “carta aos leitores”, geralmente um texto em prosa, com o objetivo de informar os leitores de alguns aspectos da obra que chega ao público, bem como das possíveis intenções do/a autor/a com o livro. Nesse sentido, pode-se afirmar que o texto 3, o poema “Ao leitor,
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Resolução comentada

O poema cumpre a função de apresentação do livro.

O poema se dirige ao leitor (a gente moça) e diz a intenção da obra: registrar o passado e as estórias para a nova geração. Ele cumpre, portanto, a função de prefácio. Como é escrito em versos, soma a isso um efeito poético logo no início do livro.

Análise das alternativas

A) Os objetivos são esclarecidos nos versos 1 a 6. C) O poema se dirige diretamente ao público. D) Cumpre a finalidade e não faz nenhuma afirmação sobre estratégia 'consagrada pela maioria'. E) Nada impede que um poema sirva de apresentação, e a linguagem do texto é acessível.

Referência: Interpretação de texto; gêneros textuais (prefácio).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Polissemia — Efeito de Humor

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de Porto Alegre · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 4

Armandinho

Tirinha em três quadros. Quadro 1: Armandinho, de cabelo azul, fala a um médico de jaleco branco, de quem só se veem as pernas: “Quem é o paciente?”. Quadro 2: Armandinho, olhando para cima, responde: “A minha avó, sem dúvida!”. Quadro 3: ao lado do médico e de outro adulto, Armandinho completa, gesticulando: “Ela nunca me dá bronca!”. Assinatura: Alexandre Beck.

Na tira, o efeito de humor é construído a partir do/da
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Língua Portuguesa Interpretação de Texto — Tirinha

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de Porto Alegre · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

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Texto-base:
Texto 4

Armandinho

Tirinha em três quadros. Quadro 1: Armandinho, de cabelo azul, fala a um médico de jaleco branco, de quem só se veem as pernas: “Quem é o paciente?”. Quadro 2: Armandinho, olhando para cima, responde: “A minha avó, sem dúvida!”. Quadro 3: ao lado do médico e de outro adulto, Armandinho completa, gesticulando: “Ela nunca me dá bronca!”. Assinatura: Alexandre Beck.

Considerando exclusivamente o ponto de vista do garoto Armandinho, a palavra “paciente” (quadro 1), refere-se à/ao
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Língua Portuguesa Interpretação de Gráficos

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de Porto Alegre · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

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Texto-base:
Texto 5

Gráfico 1 – População idosa no Brasil

Gráfico de barras horizontais comparando a distribuição etária da população: Brasil 2018 (barras azuis, à esquerda) e Brasil 2060 (barras laranja, à direita), por faixa de idade de 0 a 4 até +90 anos. Destaques: em 2018, 13,25% da população tem 60 anos ou mais, 57,22% tem entre 20 e 59 anos e 29,22% tem entre 0 e 19 anos; em 2060, 32,60% da população tem 60 anos ou mais, 47,36% tem entre 20 e 59 anos e 19,95% tem entre 0 e 19 anos. Percentuais por faixa em 2018/2060: 0 a 4: 7,09%/4,72%; 5 a 9: 6,97%/4,92%; 10 a 14: 7,28%/5,08%; 15 a 19: 7,88%/5,23%; 20 a 24: 8,29%/5,39%; 25 a 29: 8,08%/5,12%; 30 a 34: 8,29%/5,87%; 35 a 39: 7,99%/6,13%; 40 a 44: 7,14%/6,25%; 45 a 49: 6,37%/6,15%; 50 a 54: 5,90%/6,10%; 55 a 59: 5,16%/6,35%; 60 a 64: 4,22%/6,69%; 65 a 69: 3,37%/6,25%; 70 a 74: 2,37%/5,82%; 75 a 79: 1,62%/5,04%; 80 a 84: 1,05%/3,75%; 85 a 89: 0,56%/2,82%; +90: 0,36%/2,23%.

No texto 5, do gênero “gráfico, apresenta-se um comparativo entre a população idosa no Brasil em 2018 e a projeção dessa população para 2060, com dados numéricos a esse respeito. Nesse texto, a organização das barras laterais
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Língua Portuguesa Interpretação de Gráficos

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de Porto Alegre · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

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Texto-base:
Texto 5

Gráfico 1 – População idosa no Brasil

Gráfico de barras horizontais comparando a distribuição etária da população: Brasil 2018 (barras azuis, à esquerda) e Brasil 2060 (barras laranja, à direita), por faixa de idade de 0 a 4 até +90 anos. Destaques: em 2018, 13,25% da população tem 60 anos ou mais, 57,22% tem entre 20 e 59 anos e 29,22% tem entre 0 e 19 anos; em 2060, 32,60% da população tem 60 anos ou mais, 47,36% tem entre 20 e 59 anos e 19,95% tem entre 0 e 19 anos. Percentuais por faixa em 2018/2060: 0 a 4: 7,09%/4,72%; 5 a 9: 6,97%/4,92%; 10 a 14: 7,28%/5,08%; 15 a 19: 7,88%/5,23%; 20 a 24: 8,29%/5,39%; 25 a 29: 8,08%/5,12%; 30 a 34: 8,29%/5,87%; 35 a 39: 7,99%/6,13%; 40 a 44: 7,14%/6,25%; 45 a 49: 6,37%/6,15%; 50 a 54: 5,90%/6,10%; 55 a 59: 5,16%/6,35%; 60 a 64: 4,22%/6,69%; 65 a 69: 3,37%/6,25%; 70 a 74: 2,37%/5,82%; 75 a 79: 1,62%/5,04%; 80 a 84: 1,05%/3,75%; 85 a 89: 0,56%/2,82%; +90: 0,36%/2,23%.

Caso o gráfico fosse utilizado para ilustrar uma reportagem publicada em 2060, a partir dos dados nele contidos, um título com credibilidade e informações coerentes com esses dados, para tal reportagem, seria
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Língua Portuguesa Interpretação de Gráficos

Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de Porto Alegre · Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental

Gabarito disponível

Texto-base:
Texto 5

Gráfico 1 – População idosa no Brasil

Gráfico de barras horizontais comparando a distribuição etária da população: Brasil 2018 (barras azuis, à esquerda) e Brasil 2060 (barras laranja, à direita), por faixa de idade de 0 a 4 até +90 anos. Destaques: em 2018, 13,25% da população tem 60 anos ou mais, 57,22% tem entre 20 e 59 anos e 29,22% tem entre 0 e 19 anos; em 2060, 32,60% da população tem 60 anos ou mais, 47,36% tem entre 20 e 59 anos e 19,95% tem entre 0 e 19 anos. Percentuais por faixa em 2018/2060: 0 a 4: 7,09%/4,72%; 5 a 9: 6,97%/4,92%; 10 a 14: 7,28%/5,08%; 15 a 19: 7,88%/5,23%; 20 a 24: 8,29%/5,39%; 25 a 29: 8,08%/5,12%; 30 a 34: 8,29%/5,87%; 35 a 39: 7,99%/6,13%; 40 a 44: 7,14%/6,25%; 45 a 49: 6,37%/6,15%; 50 a 54: 5,90%/6,10%; 55 a 59: 5,16%/6,35%; 60 a 64: 4,22%/6,69%; 65 a 69: 3,37%/6,25%; 70 a 74: 2,37%/5,82%; 75 a 79: 1,62%/5,04%; 80 a 84: 1,05%/3,75%; 85 a 89: 0,56%/2,82%; +90: 0,36%/2,23%.

A leitura dos dados do gráfico permite concluir que
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