← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Salvador (Exército Brasileiro) · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível Motivo da zombaria contra Alberto. O texto diz que voar "ainda não passara pela imaginação de nenhuma criança" da sala. Ninguém via como aquele sonho poderia ser realizado, daí as gargalhadas. A) Nem todos sonhavam as mesmas coisas, pois havia sonhos variados. B) Ser irrealizável é a visão dos colegas, não o motivo apresentado. C) Ele queria voar, não ser um pássaro. E) A timidez era de Pedrinho, e o motivo da zombaria foi o sonho de Alberto. Referência: Interpretação de texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sinônimo de "algazarra". "Algazarra" é barulho, confusão e gritaria de muita gente junta. "Tumulto" mantém esse sentido no contexto da turma rindo de Alberto. A) incompreensão, C) desconfiança e E) exclusão não indicam barulho nem agitação. B) "Perturbação" é mais genérica e não expressa a confusão coletiva ruidosa. Referência: Semântica: sinonímia contextual. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Elementos da narrativa em "A casa feita de sonho". I é verdadeira: o narrador é protagonista ("minha casa", "fiz"). IV também: o relato é predominantemente em pretérito. O gabarito considera que apenas I e IV estão corretas. II) Considerada incorreta pela banca. Os lugares citados (beira-mar, bosque) aparecem como locais onde a casa é construída, e o desfecho se passa no espaço imaginado, no sonho. III) Ventos, marés, fogo e bichos são forças da natureza que destroem as casas, não personagens com participação própria. Referência: Gênero narrativo: narrador, personagens, espaço e tempo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Comparação entre infância e vida adulta no poema. Nos versos 29 a 32, o eu lírico diz que a infância era doce e traz carícias da mãe e beijos da irmã. Ele contrapõe isso às "mágoas de agora", ou seja, ressentimentos da vida adulta. A) Ele não considera a vida adulta melhor. B) Ele afirma que a vida era doce na infância. D) O poema não fala de falta de tempo. E) O poema não menciona cidade nem obrigações. Referência: Interpretação de poema romântico (Casimiro de Abreu). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sinônimo de "despontar". "Despontar" significa surgir, nascer, como a aurora. "Raiar" tem o mesmo valor semântico, de começo e surgimento da existência. A) esquecer-se, C) escapar, D) relaxar e E) sentir não têm relação de sentido com o nascer, o princípio da existência. Referência: Semântica: sinonímia. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Função das vírgulas em "Que amor, que sonhos, que flores". As vírgulas separam termos de mesma função sintática em sequência, o que caracteriza uma enumeração. A) Não há aposto nem explicação. B) e E) Não há termos isolados ou intercalados interrompendo o fluxo. C) A vírgula não está evitando ambiguidade. Referência: Uso da vírgula: enumeração. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Uso dos dois pontos introduzindo explicação de "prenda". Os dois pontos introduzem o esclarecimento do que é a prenda: "levar de cada amigo um tapa forte na mão". É uma explicação do termo. A) O início é diálogo em discurso direto, com travessões. B) "Há" indica tempo decorrido, não lugar. C) A vírgula na enumeração com "nem" separa elementos, sem oposição. E) A vírgula isola oração adjetiva explicativa, e retirá-la a transformaria em restritiva, alterando o sentido. Referência: Pontuação: dois pontos; vírgula. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Sentido de "deu vida" no texto sobre Santos Dumont. "Deu vida" está em sentido figurado (conotativo). Santos Dumont tornou realidade, ou seja, concretizou, os engenhos que Verne só imaginara nos romances. A) Verne imaginou as invenções nos livros, mas não foi seu inventor oficial. B) É o contrário: Nemo e Fogg são personagens criados por Verne. C) O Náutilus é o submarino do Capitão Nemo, não invenção de Dumont. E) Dumont já era irredutível na infância, e o texto não diz que descobriu isso depois. Referência: Linguagem denotativa e conotativa; interpretação de texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Relação lógico-semântica entre as orações de Quintana: adversidade/concessão. No trecho, ter vivido grandes aventuras contrasta com o fato de nada ter ficado, o que é uma relação de oposição. "Contudo" expressa essa oposição, como a justaposição original. B) "Por isso" indica conclusão. C) "Logo" indica conclusão e ainda altera o sentido. D) "Caso" indica condição. E) "Já que" indica causa/explicação. Referência: Coesão: conectivos adversativos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponívelColégio Militar de Salvador — Concurso de Admissão ao 6º Ano do Ensino Fundamental 2023/2024 — Matemática e Língua Portuguesa
TEXTO 1 (refere-se às questões 21 e 22)
Sonho de criança
1 Criança tem cada uma. Dizem que certa vez, durante uma aula, um professor perguntou para
2 uma criança:
3 – Alberto, qual o seu sonho?
4 A criança, sem hesitar, prontamente respondeu:
5 – Meu sonho é voar.
6 A sala inteira caiu na gargalhada. Desde então, Alberto passou a ser motivo de piada, o
7 centro das gozações. Até o Pedrinho, que viera do sítio e era o mais tímido dos meninos, passou a
8 sorrir dele com frequência. Como se não bastasse, quase todos os coleguinhas passavam por ele
9 abanando os braços para cima e para baixo, imitando um pássaro. Pobre Alberto…
10 Também não era para menos. Qualquer menino daquela sala geralmente desejava ser
11 bombeiro, policial, quando muito advogado, aqui e acolá aparecia um candidato a médico. O
12 sonho de qualquer menina da turma era casar, ser dona de casa, aprender o ofício de costureira,
13 aqui e acolá aparecia uma mais liberal querendo ser professora. Mas, sinceramente, voar era algo
14 que ainda não passara pela imaginação fértil de nenhuma criança daquela sala. Nem mesmo pela
15 cabeça do Eugênio, o mais inteligente da turma. Daí o motivo de tanta algazarra.
16 Mas a cabeça do Alberto era uma caixa-preta. Blindada. As brincadeiras pareciam não
17 atingi-lo. Alheio às gozações, ele seguia firme em seu propósito de desbravar o espaço sideral,
18 como se nada estivesse acontecendo ao seu redor. Volta e meia era flagrado desenhando uma
19 máquina voadora em pleno intervalo das aulas. Sabia o nome de todos os planetas, antes mesmo
20 de ter aulas de Geografia. Aguardava com ansiedade as aulas de Educação Artística, onde
21 literalmente dava asas à sua imaginação.
22 Nas aulas de Educação Física, enquanto todos brigavam para jogar futebol, ele preferia
23 soltar pipa. Vai entender a cabeça de uma criança. E quase sempre fazia isso sozinho, isolado em
24 seu universo particular. Ao ver a pipa subindo, tremulando ao vento, seus olhinhos brilhavam,
25 deslumbrados, a boca esboçava um sorriso tímido, denunciando um ar de contentamento, como se
26 ele estivesse alçando voo no lugar da pipa.
27 Enfim, o tempo passou. E, de fato, como sonhado um dia, muitas crianças daquela sala
28 tornaram-se bombeiros, policiais, advogados, médicos, donas de casa, costureiras, professoras…
29 Agora todos eram adultos felizes, pois conseguiram, com algum esforço, concretizar exatamente
30 aquilo que sonharam quando crianças. Bem dizem que você é do tamanho do seu sonho.
31 O final dessa história todo mundo já conhece. O Alberto continuou com a sua persistência e,
32 mesmo depois de adulto, seguiu afirmando até para as paredes que queria voar. As pessoas,
33 lógico, continuaram sorrindo dele. E ele continuava ignorando. Perseguindo incansavelmente seu
34 sonho de criança, viajou para a França, onde se tornou mundialmente conhecido como Alberto
35 Santos Dumont, o homem que inventou o avião. E ninguém mais teve vontade de sorrir dele, ao
36 contrário, o mundo inteiro agora o admira.
SILVA, Ernaldo Francisco da. Sonho de criança. Disponível em: <http://blog.platao.com.br/sonho-de-crianca-uma-historia-que-ensina-o-poder-da-persistencia/>. Acesso em: 10 jul 2023. Adaptado
O texto 1 conta a história de Alberto e como todos riram dele ao dizer qual era o seu sonho. Assinale a alternativa abaixo, na qual é indicado o motivo pelo qual todos riam e zombavam do sonho do menino:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 1 (refere-se às questões 21 e 22)
Sonho de criança
1 Criança tem cada uma. Dizem que certa vez, durante uma aula, um professor perguntou para
2 uma criança:
3 – Alberto, qual o seu sonho?
4 A criança, sem hesitar, prontamente respondeu:
5 – Meu sonho é voar.
6 A sala inteira caiu na gargalhada. Desde então, Alberto passou a ser motivo de piada, o
7 centro das gozações. Até o Pedrinho, que viera do sítio e era o mais tímido dos meninos, passou a
8 sorrir dele com frequência. Como se não bastasse, quase todos os coleguinhas passavam por ele
9 abanando os braços para cima e para baixo, imitando um pássaro. Pobre Alberto…
10 Também não era para menos. Qualquer menino daquela sala geralmente desejava ser
11 bombeiro, policial, quando muito advogado, aqui e acolá aparecia um candidato a médico. O
12 sonho de qualquer menina da turma era casar, ser dona de casa, aprender o ofício de costureira,
13 aqui e acolá aparecia uma mais liberal querendo ser professora. Mas, sinceramente, voar era algo
14 que ainda não passara pela imaginação fértil de nenhuma criança daquela sala. Nem mesmo pela
15 cabeça do Eugênio, o mais inteligente da turma. Daí o motivo de tanta algazarra.
16 Mas a cabeça do Alberto era uma caixa-preta. Blindada. As brincadeiras pareciam não
17 atingi-lo. Alheio às gozações, ele seguia firme em seu propósito de desbravar o espaço sideral,
18 como se nada estivesse acontecendo ao seu redor. Volta e meia era flagrado desenhando uma
19 máquina voadora em pleno intervalo das aulas. Sabia o nome de todos os planetas, antes mesmo
20 de ter aulas de Geografia. Aguardava com ansiedade as aulas de Educação Artística, onde
21 literalmente dava asas à sua imaginação.
22 Nas aulas de Educação Física, enquanto todos brigavam para jogar futebol, ele preferia
23 soltar pipa. Vai entender a cabeça de uma criança. E quase sempre fazia isso sozinho, isolado em
24 seu universo particular. Ao ver a pipa subindo, tremulando ao vento, seus olhinhos brilhavam,
25 deslumbrados, a boca esboçava um sorriso tímido, denunciando um ar de contentamento, como se
26 ele estivesse alçando voo no lugar da pipa.
27 Enfim, o tempo passou. E, de fato, como sonhado um dia, muitas crianças daquela sala
28 tornaram-se bombeiros, policiais, advogados, médicos, donas de casa, costureiras, professoras…
29 Agora todos eram adultos felizes, pois conseguiram, com algum esforço, concretizar exatamente
30 aquilo que sonharam quando crianças. Bem dizem que você é do tamanho do seu sonho.
31 O final dessa história todo mundo já conhece. O Alberto continuou com a sua persistência e,
32 mesmo depois de adulto, seguiu afirmando até para as paredes que queria voar. As pessoas,
33 lógico, continuaram sorrindo dele. E ele continuava ignorando. Perseguindo incansavelmente seu
34 sonho de criança, viajou para a França, onde se tornou mundialmente conhecido como Alberto
35 Santos Dumont, o homem que inventou o avião. E ninguém mais teve vontade de sorrir dele, ao
36 contrário, o mundo inteiro agora o admira.
SILVA, Ernaldo Francisco da. Sonho de criança. Disponível em: <http://blog.platao.com.br/sonho-de-crianca-uma-historia-que-ensina-o-poder-da-persistencia/>. Acesso em: 10 jul 2023. Adaptado
Leia atentamente o trecho abaixo e assinale a alternativa na qual a palavra sublinhada foi substituída por outra que não altera seu significado, fazendo com que a frase destacada do texto transmita a mesma mensagem:
“Daí o motivo de tanta algazarra.” (linha 15)Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 2(refere-se às questões 23 e 24)
A casa feita de sonho
Ricardo Alberty
1 Leve como uma pluma,
2 alta como uma torre,
3 quente como um ninho
4 e doce como o mel,
5 assim imaginei
6 desde pequeno
7 a minha casa…
8 Mais tarde, quando me encontrei só no mundo, como não tinha dinheiro, resolvi construí-la
9 com as próprias mãos.
10 Fiz primeiro a minha casa de papel, que é um material barato.E assim que ficou pronta,
11 vieram todos os ventos da Terra e levaram a minha casa de papel, leve como uma pluma…
12 Fiquei sem casa, mas não desisti. E fiz a minha casa à beira-mar, com areia da praia, que é
13 um material barato.Mal estava pronta, vieram todas as marés do mundo e levaram a minha casa
14 de areia, alta como uma torre…
15 Deu-me vontade de desistir, mas eu precisava de uma casa e, sobretudo, não podia
16 abandonar o meu sonho.E resolvi fazer a minha casa de madeira, que é um material barato.
17 Cortei-a dos bosques, com as próprias mãos! Ficou linda!… Escondida entre a folhagem…Mas
18 ainda mal a tinha acabado, vieram todos os fogos do céu e queimaram a minha casa de madeira,
19 quente como um ninho… Chorei sobre as cinzas, como se chora uma pessoa querida que morreu.
20 Mas, mesmo assim, não desisti. E resolvi fazer a minha casa de açúcar…Mas o açúcar não
21 é um material barato! Pois não… Mas eu precisava de uma casa e, sobretudo, não podia
22 abandonar o meu sonho.
23 Trabalhei, lutei, passei fome, para juntar o açúcar suficiente…E quando a minha casa
24 estava pronta — eram de açúcar as paredes, o chão, o teto, os móveis, as portas e as janelas —
25 vieram todos os bichos da Terra e devoraram a minha casa de açúcar, doce como o mel…
26 Fiquei sem casa. E desisti de construí-la com as próprias mãos…
27 Perguntam-me onde moro… Onde moro eu? Sei lá!… Vou pelo mundo, aqui, além, no
28 bosque, à beira-mar… Perguntam-me se não tenho casa… Tenho, sim! Eu podia lá abandonar o
29 meu sonho!…
30 Resolvi imaginá-la. Num sítio aonde não chega o vento, nem o mar, nem o fogo, nem os
31 bichos da Terra.
32 Fiz a minha casa com o meu próprio sonho. Ficou linda!
33 Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel…
(ALBERTY, R. A casa feita de sonho. Disponível em:<https://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/07/23/a-casa-feita-de-sonho/>. Acesso em 24Jul 2023. Adaptado.)
Após a leitura do texto 2, é possível perceber que ele é do tipo narrativo. A partir dos seus conhecimentos sobre esse gênero textual, julgue as afirmativas abaixo e, a seguir, marque a alternativa correta:
I. O texto é narrado em primeira pessoa.
II. O espaço em que a história ocorre é uma sucessão de espaços físicos tais como a beira-mar.
III. A história possui, além do próprio narrador, outros personagens como as marés, os ventos da Terra etc.
IV. A história relata algo que aconteceu predominantemente no passado.
Estão CORRETAS apenas as alternativas:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 2(refere-se às questões 23 e 24)
A casa feita de sonho
Ricardo Alberty
1 Leve como uma pluma,
2 alta como uma torre,
3 quente como um ninho
4 e doce como o mel,
5 assim imaginei
6 desde pequeno
7 a minha casa…
8 Mais tarde, quando me encontrei só no mundo, como não tinha dinheiro, resolvi construí-la
9 com as próprias mãos.
10 Fiz primeiro a minha casa de papel, que é um material barato.E assim que ficou pronta,
11 vieram todos os ventos da Terra e levaram a minha casa de papel, leve como uma pluma…
12 Fiquei sem casa, mas não desisti. E fiz a minha casa à beira-mar, com areia da praia, que é
13 um material barato.Mal estava pronta, vieram todas as marés do mundo e levaram a minha casa
14 de areia, alta como uma torre…
15 Deu-me vontade de desistir, mas eu precisava de uma casa e, sobretudo, não podia
16 abandonar o meu sonho.E resolvi fazer a minha casa de madeira, que é um material barato.
17 Cortei-a dos bosques, com as próprias mãos! Ficou linda!… Escondida entre a folhagem…Mas
18 ainda mal a tinha acabado, vieram todos os fogos do céu e queimaram a minha casa de madeira,
19 quente como um ninho… Chorei sobre as cinzas, como se chora uma pessoa querida que morreu.
20 Mas, mesmo assim, não desisti. E resolvi fazer a minha casa de açúcar…Mas o açúcar não
21 é um material barato! Pois não… Mas eu precisava de uma casa e, sobretudo, não podia
22 abandonar o meu sonho.
23 Trabalhei, lutei, passei fome, para juntar o açúcar suficiente…E quando a minha casa
24 estava pronta — eram de açúcar as paredes, o chão, o teto, os móveis, as portas e as janelas —
25 vieram todos os bichos da Terra e devoraram a minha casa de açúcar, doce como o mel…
26 Fiquei sem casa. E desisti de construí-la com as próprias mãos…
27 Perguntam-me onde moro… Onde moro eu? Sei lá!… Vou pelo mundo, aqui, além, no
28 bosque, à beira-mar… Perguntam-me se não tenho casa… Tenho, sim! Eu podia lá abandonar o
29 meu sonho!…
30 Resolvi imaginá-la. Num sítio aonde não chega o vento, nem o mar, nem o fogo, nem os
31 bichos da Terra.
32 Fiz a minha casa com o meu próprio sonho. Ficou linda!
33 Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel…
(ALBERTY, R. A casa feita de sonho. Disponível em:<https://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/07/23/a-casa-feita-de-sonho/>. Acesso em 24Jul 2023. Adaptado.)
No trecho:
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O vocábulo destacado pode ser substituído, sem alteração do sentido original da frase, por:
TEXTO 3(refere-se à questão 25)
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(Disponível em: https://miro.medium.com/max/520/1*n1rXle5_US2BHR0MypKc1w.jpeg. Acesso em: 12 AGO 2023)
A tirinha acima apresenta dois personagens da Turma da Mônica, Cascão e seu pai. Assinale a alternativa correta que melhor retrata o que ocorre na história:
TEXTO 4 (refere-se às questões 26, 27 e 28)
MEUS OITO ANOS
Casimiro de Abreu
1 Oh! Que saudades que tenho
2 Da aurora da minha vida,
3 Da minha infância querida
4 Que os anos não trazem mais!
5 Que amor, que sonhos, que flores,
6 Naquelas tardes fagueiras
7 À sombra das bananeiras,
8 Debaixo dos laranjais!
9 Como são belos os dias
10 Do despontar da existência!
11 - Respira a alma inocência
12 Como perfumes a flor;
13 O mar é - lago sereno,
14 O céu - um manto azulado,
15 O mundo - um sonho dourado,
16 A vida - um hino d'amor!
17 Que auroras, que sol, que vida,
18 Que noites de melodia
19 Naquela doce alegria,
20 Naquele ingênuo folgar!
21 O céu bordado d’estrelas,
22 A terra de aromas cheia,
23 As ondas beijando a areia
24 E a lua beijando o mar!
25 Oh! dias da minha infância!
26 Oh! meu céu de primavera!
27 Que doce a vida não era
28 Nessa risonha manhã.
29 Em vez das mágoas de agora,
30 Eu tinha nessas delícias
31 De minha mãe as carícias
32 E beijos de minha irmã!
33 Livre filho das montanhas,
34 Eu ia bem satisfeito,
35 De camisa aberto ao peito,
36 - Pés descalços, braços nus -
37 Correndo pelas campinas
38 À roda das cachoeiras,
39 Atrás das asas ligeiras
40 Das borboletas azuis!
41 Naqueles tempos ditosos
42 Ia colher as pitangas,
43 Trepava a tirar as mangas,
44 Brincava à beira do mar;
45 Rezava às Ave-Marias,
46 Achava o céu sempre lindo,
47 Adormecia sorrindo
48 E despertava a cantar!
49 Oh! Que saudades que tenho
50 Da aurora da minha vida,
51 Da minha infância querida
52 Que os anos não trazem mais!
53 Que amor, que sonhos, que flores,
54 Naquelas tardes fagueiras
55 À sombra das bananeiras,
56 Debaixo dos laranjais!
(ABREU, C. A. Meus oito anos. Disponível em: <https://www.academia.org.br/academicos/casimiro-de-abreu/textos-escolhidos>. Acesso em 15 Ago 2023)
A partir da leitura atenta do poema, é possível dizer que o eu lírico é uma pessoa adulta que fala sobre sua infância, e, em determinado ponto do texto, ele traça um paralelo entre sua vida quando criança e sua vida atualmente. Sobre essa comparação, marque a alternativa CORRETA:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 4 (refere-se às questões 26, 27 e 28)
MEUS OITO ANOS
Casimiro de Abreu
1 Oh! Que saudades que tenho
2 Da aurora da minha vida,
3 Da minha infância querida
4 Que os anos não trazem mais!
5 Que amor, que sonhos, que flores,
6 Naquelas tardes fagueiras
7 À sombra das bananeiras,
8 Debaixo dos laranjais!
9 Como são belos os dias
10 Do despontar da existência!
11 - Respira a alma inocência
12 Como perfumes a flor;
13 O mar é - lago sereno,
14 O céu - um manto azulado,
15 O mundo - um sonho dourado,
16 A vida - um hino d'amor!
17 Que auroras, que sol, que vida,
18 Que noites de melodia
19 Naquela doce alegria,
20 Naquele ingênuo folgar!
21 O céu bordado d’estrelas,
22 A terra de aromas cheia,
23 As ondas beijando a areia
24 E a lua beijando o mar!
25 Oh! dias da minha infância!
26 Oh! meu céu de primavera!
27 Que doce a vida não era
28 Nessa risonha manhã.
29 Em vez das mágoas de agora,
30 Eu tinha nessas delícias
31 De minha mãe as carícias
32 E beijos de minha irmã!
33 Livre filho das montanhas,
34 Eu ia bem satisfeito,
35 De camisa aberto ao peito,
36 - Pés descalços, braços nus -
37 Correndo pelas campinas
38 À roda das cachoeiras,
39 Atrás das asas ligeiras
40 Das borboletas azuis!
41 Naqueles tempos ditosos
42 Ia colher as pitangas,
43 Trepava a tirar as mangas,
44 Brincava à beira do mar;
45 Rezava às Ave-Marias,
46 Achava o céu sempre lindo,
47 Adormecia sorrindo
48 E despertava a cantar!
49 Oh! Que saudades que tenho
50 Da aurora da minha vida,
51 Da minha infância querida
52 Que os anos não trazem mais!
53 Que amor, que sonhos, que flores,
54 Naquelas tardes fagueiras
55 À sombra das bananeiras,
56 Debaixo dos laranjais!
(ABREU, C. A. Meus oito anos. Disponível em: <https://www.academia.org.br/academicos/casimiro-de-abreu/textos-escolhidos>. Acesso em 15 Ago 2023)
Leia atentamente o trecho abaixo e assinale a alternativa na qual a palavra sublinhada foi reescrita de modo a possuir o mesmo valor semântico do verso original:
“Como são belos os dias
Do despontar da existência!” (versos 9 e 10)Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 4 (refere-se às questões 26, 27 e 28)
MEUS OITO ANOS
Casimiro de Abreu
1 Oh! Que saudades que tenho
2 Da aurora da minha vida,
3 Da minha infância querida
4 Que os anos não trazem mais!
5 Que amor, que sonhos, que flores,
6 Naquelas tardes fagueiras
7 À sombra das bananeiras,
8 Debaixo dos laranjais!
9 Como são belos os dias
10 Do despontar da existência!
11 - Respira a alma inocência
12 Como perfumes a flor;
13 O mar é - lago sereno,
14 O céu - um manto azulado,
15 O mundo - um sonho dourado,
16 A vida - um hino d'amor!
17 Que auroras, que sol, que vida,
18 Que noites de melodia
19 Naquela doce alegria,
20 Naquele ingênuo folgar!
21 O céu bordado d’estrelas,
22 A terra de aromas cheia,
23 As ondas beijando a areia
24 E a lua beijando o mar!
25 Oh! dias da minha infância!
26 Oh! meu céu de primavera!
27 Que doce a vida não era
28 Nessa risonha manhã.
29 Em vez das mágoas de agora,
30 Eu tinha nessas delícias
31 De minha mãe as carícias
32 E beijos de minha irmã!
33 Livre filho das montanhas,
34 Eu ia bem satisfeito,
35 De camisa aberto ao peito,
36 - Pés descalços, braços nus -
37 Correndo pelas campinas
38 À roda das cachoeiras,
39 Atrás das asas ligeiras
40 Das borboletas azuis!
41 Naqueles tempos ditosos
42 Ia colher as pitangas,
43 Trepava a tirar as mangas,
44 Brincava à beira do mar;
45 Rezava às Ave-Marias,
46 Achava o céu sempre lindo,
47 Adormecia sorrindo
48 E despertava a cantar!
49 Oh! Que saudades que tenho
50 Da aurora da minha vida,
51 Da minha infância querida
52 Que os anos não trazem mais!
53 Que amor, que sonhos, que flores,
54 Naquelas tardes fagueiras
55 À sombra das bananeiras,
56 Debaixo dos laranjais!
(ABREU, C. A. Meus oito anos. Disponível em: <https://www.academia.org.br/academicos/casimiro-de-abreu/textos-escolhidos>. Acesso em 15 Ago 2023)
No verso “Que amor, que sonhos, que flores...” (verso 5), o uso das vírgulas se justifica por:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 5(refere-se à questão 29)
![]()
Disponível em: <https://estrategia-prod-questoes.s3.amazonaws.com/images/9ACCFEA1-BE4B-EA57-A8D7-11CD245E883B/9ACCFEA1-BE4B-EA57-A8D7-11CD245E883B-400.png>. Acesso em: 25 ago 2023
Algumas histórias em quadrinhos possuem a presença de um recurso conhecido como “humor”. Na tirinha acima, Armandinho conversa com seu pai. Podemos dizer que o seu humor está presente no fato de:
TEXTO 6(refere-se à questão 30)
![]()
Disponível em: https://www.chavalzada.com/2018/03/tirinhas-de-segunda_25.html. Acesso em: 26 ago 2023
Na tirinha acima, é possível ver dois cachorros conversando. Sendo assim, podemos dizer que ela possui uma ironia presente quando:
TEXTO 7 (refere-se às questões 31 e 32)
1 - Passarinho voa?
2 - Sim.
3 - Cachorro voa?
4 - Não.
5 - Gato voa?
6 - Não.
7 - Homem voa?
8 - Sim!
9 Alberto Santos Dumont é o único que responde “sim” na brincadeira das crianças na
10 fazenda da sua família em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Isso há bem mais de cem
11 anos, quando muitas das coisas que conhecemos hoje ainda não existiam. Nem luz elétrica,
12 nem geladeira, nem televisão, nem avião.
13 Mesmo que ninguém tenha visto uma pessoa voar por ali ou por qualquer lugar do mundo,
14 Alberto não aceita pagar a prenda: levar de cada amigo um tapa forte na mão pela resposta
15 errada. Ele é irredutível. Quanto mais zombam dele, mais certeza ele tem de que todos estão
16 errados e de que isso é possível.
17 - Homem voa! Vocês nunca leram um livro do Júlio Verne?
18 Alberto leu todos os livros de Júlio Verne, um escritor francês que imaginou coisas que
19 pareciam impossíveis de existir na sua época, por isso o menino tem certeza de que é possível,
20 sim, o homem voar e ir além daquilo que se pode ver – basta imaginar e inventar!
21 Nos livros “Cinco semanas em um balão” e “A volta ao mundo em 80 dias”, transportado
22 por submarinos, balões e transatlânticos, ele havia ido a lugares nunca antes imaginados... Com
23 o Capitão Nemo e seus convidados, no Náutilus, ele tinha explorado as profundezas do oceano.
24 Com PhileasFogg, deu a volta ao mundo em 80 dias! Em Ilha de Hélie, se encantou com o
25 automóvel, que acabava de ser inventado na Europa. Com Heitor Servadac, navegou pelo
26 espaço em um foguete.
27 O mais incrível disso tudo é que, anos mais tarde, no início do século XX, Alberto Santos
28 Dumont seria reconhecido pelo próprio escritor Júlio Verne como um inventor que deu vida ao
29 mundo imaginado por ele em seus romances. O avião, o dirigível e os balões de Santos
30 Dumont maravilharam a cidade de Paris, na França, terra de Júlio Verne.
CIAVATTA, Estêvão. Mais leve que o ar: A infância de Alberto Santos Dumont. Matrix. São Paulo, 2019, p. 8-10.
Sobre a estrutura e os aspectos gramaticais do texto, é correto afirmar que:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 7 (refere-se às questões 31 e 32)
1 - Passarinho voa?
2 - Sim.
3 - Cachorro voa?
4 - Não.
5 - Gato voa?
6 - Não.
7 - Homem voa?
8 - Sim!
9 Alberto Santos Dumont é o único que responde “sim” na brincadeira das crianças na
10 fazenda da sua família em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Isso há bem mais de cem
11 anos, quando muitas das coisas que conhecemos hoje ainda não existiam. Nem luz elétrica,
12 nem geladeira, nem televisão, nem avião.
13 Mesmo que ninguém tenha visto uma pessoa voar por ali ou por qualquer lugar do mundo,
14 Alberto não aceita pagar a prenda: levar de cada amigo um tapa forte na mão pela resposta
15 errada. Ele é irredutível. Quanto mais zombam dele, mais certeza ele tem de que todos estão
16 errados e de que isso é possível.
17 - Homem voa! Vocês nunca leram um livro do Júlio Verne?
18 Alberto leu todos os livros de Júlio Verne, um escritor francês que imaginou coisas que
19 pareciam impossíveis de existir na sua época, por isso o menino tem certeza de que é possível,
20 sim, o homem voar e ir além daquilo que se pode ver – basta imaginar e inventar!
21 Nos livros “Cinco semanas em um balão” e “A volta ao mundo em 80 dias”, transportado
22 por submarinos, balões e transatlânticos, ele havia ido a lugares nunca antes imaginados... Com
23 o Capitão Nemo e seus convidados, no Náutilus, ele tinha explorado as profundezas do oceano.
24 Com PhileasFogg, deu a volta ao mundo em 80 dias! Em Ilha de Hélie, se encantou com o
25 automóvel, que acabava de ser inventado na Europa. Com Heitor Servadac, navegou pelo
26 espaço em um foguete.
27 O mais incrível disso tudo é que, anos mais tarde, no início do século XX, Alberto Santos
28 Dumont seria reconhecido pelo próprio escritor Júlio Verne como um inventor que deu vida ao
29 mundo imaginado por ele em seus romances. O avião, o dirigível e os balões de Santos
30 Dumont maravilharam a cidade de Paris, na França, terra de Júlio Verne.
CIAVATTA, Estêvão. Mais leve que o ar: A infância de Alberto Santos Dumont. Matrix. São Paulo, 2019, p. 8-10.
A partir das ideias que permeiam o texto, depreende-se que:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 8 (refere-se à questão33)
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Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/quadri/qa21060801.htm>. Acesso em 10 AGO 23.
No último quadrinho, a expressão “na verdade”
TEXTO 9 (refere-se à questão34)
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Disponível em: <https://www.sofiaeotto.com.br/quadrinhos>. Acesso em 08 AGO 23.
A efeito de humor da tirinha se constrói porque a menina
TEXTO 10 (refere-se à questão 35)
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Disponível em: <https://www.pepitoatividades.com/2018/08/tirinhas-diversas-para-o-projeto.html>. Acesso em 25 jul 23.
Sobre as ideias e as relações coesivas presentes no texto, pode-se inferir que:
TEXTO 11 (refere-se à questão 36)
Nada sobrou
1 As pessoas sem imaginação
2 podem ter tido as mais
3 imprevistas aventuras, podem
4 ter visitado as terras mais
5 estranhas. Nada lhes ficou. Nada
6 lhes sobrou. Uma vida não basta
7 apenas ser vivida: também
8 precisa ser sonhada.
QUINTANA, Mario. Caderno H. São Paulo: Globo, 2006, p. 365.
As ideias presentes no enunciado “As pessoas sem imaginação podem ter tido as mais imprevistas aventuras (...). Nada lhes ficou” (linhas 1-5) estabelecem a mesma relação lógico-semântica que em:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO 12 (refere-se à questão 37)
Menina do sonho
1 Hoje a menina do sonho não veio me acordar
2 Quem sabe até tenha vindo e eu não soube sonhar
3 Quem sabe até tenha tentado me descobrir
4 Em meio ao sono pesado a dormir, a dormir
5 Quem sabe até tenha vindo visitar meu sono
6 E quem sabe era só o abandono da alma dormida na vida
7 O que havia no fundo de mim pra se ver
8 Que ela, menina do sonho, ficou comovida
9 E não fez nada mais que sorrir
10 Partindo logo em seguida a buscar por aí
11 Outra morada pro sonho, por ser ela fada
12 Fadada a viver, com seu corpo no nada
13 O instante, o espaço, o abraço real da ilusão de existir
14 Quem terá tido essa noite
15 O sonhar visitado por ela ou por um querubim
16 Já que a menina do sonho não veio pra mim?
GIL, Gilberto. Menina do sonho. In. Um banda um. Rio de Janeiro: Warner, 1982.
Sobre as ideias presentes no texto, bem como os efeitos de sentido provocados pelos termos nele presentes, analise as afirmativas abaixo.
I. O termo “fadada” (linha 12) significa “transformada em fada”.
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III. A dúvida que permeia o eu lírico envolve a identidade da menina do sonho, ou seja, o eu lírico questiona quem ela é.
IV. “a buscar” (linha 10) e “a dormir” (linha 4) podem ser substituídos por “buscando” e “dormindo” sem prejuízo semântico.
V. O eu lírico supõe que a menina do sonho teria sorrido ao ver seu sonho.
São verdadeiras:
TEXTO 13 (refere-se à questão 38)
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Disponível em: <https://grandesnomesdapropaganda.com.br/anunciantes/shopping-center-3-lanca-campanha-e-promocao-viagem-dos-sonhos/>. Acesso em 09 ago 23.
Considerando as ideias presentes no anúncio publicitário, pode-se inferir que os clientes
TEXTO 14 (refere-se à questão 39)
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O texto acima é parte de uma propaganda do dia dos namorados. O efeito de humor no texto dá-se pela (o):
TEXTO 15 (refere-se à questão 40)
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O uso da expressão “a menos que” por Charlie Brown, no primeiro quadrinho, possibilita o efeito de humor da tirinha. Caso o garoto tivesse usado a palavra “se”, a reação de Lucy teria sido diferente. A substituição da expressão “a menos que” pelo vocábulo “se” tem o mesmo sentido que em
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