← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 1º Ano do Ensino Médio 40 questões nesta prova · página 1 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível Como deve ser a casa segundo o texto I. O texto diz que o lar precisa ter funcionalidade, beleza, alegria e história. Ele também defende a decoração como expressão pessoal, com objetos e lembranças da família. Por isso a decoração deve unir elementos pessoais a alegria e funcionalidade. A) O texto não fala de aluguel. C) "Somente" alegria e beleza ignora funcionalidade e história. D) "Apenas" itens de viagem restringe o que o texto diz, pois ele também menciona coleções e objetos de outras gerações. E) O texto não pede elementos contemporâneos nem evitar objetos valiosos. Referência: Interpretação de texto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Análise sintática do último parágrafo do texto I. "Como ela mesmo se define" indica conformidade com o que se afirma antes, então é oração subordinada adverbial conformativa, introduzida por "como". B) "Socialite", "destaque da mídia" e "moradora do Chopin" são todos apostos de Narcisa. C) O sujeito da primeira oração é "nossa convidada de hoje", e Narcisa é o predicativo. D) "De Copacabana" liga-se a "carioca" e indica origem, funcionando como complemento nominal, não circunstância de lugar. E) O "e" tem valor aditivo, não adversativo. Referência: Orações subordinadas adverbiais conformativas; aposto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Julgamento de assertivas sobre o poema de Drummond. II está correta: piso sem arranhão significa que ninguém dança, então ele prefere o piso marcado pelos bailes. IV está correta: ele quer uma casa em que se perceba logo que "aqui tem vida". Estão corretas apenas II e IV. I) Falsa: sofá sem mancha é sinal de casa sem festa, e ele critica isso. III) Falsa: a casa que ele defende é lugar de vida, festa e movimento, não de descanso. Por isso A, B, C e E estão erradas. Referência: Interpretação de texto poético. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Função da coloquialidade em "Tá na cara que é casa sem festa". A linguagem coloquial ("tá na cara", "pra") aproxima o sujeito lírico do leitor. O tom é de conversa e deixa a mensagem mais familiar e fácil de entender. A) A expressão é informal, não língua padrão. B) O verso trata de casa sem festa, e não de poder aquisitivo. C) A coloquialidade tira a formalidade do texto. D) Não há saudosismo, o poema fala de casa com vida no presente. Referência: Funções da linguagem e variação linguística (registro coloquial). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Ideia comum aos dois textos sobre o lar/casa. O texto I defende o lar como extensão de quem mora nele, com histórias para contar. O texto II diz que casa com vida é a que está "sempre pronta pros amigos, filhos, netos, vizinhos". O ponto comum é a casa acolhedora, aberta a quem chega. A) Drummond defende arrumar a casa, mas deixando tempo para viver nela. Não defende desordem permanente, e o texto I nem trata disso. B) Só o texto II associa casa e festa, e não diz que há festas sempre. D) Os objetos fora do lugar são imagem do texto II, e o texto I não fala disso. E) O texto I valoriza achados de viagens, então a alternativa contraria o texto. Referência: Interpretação comparativa de textos (intertextualidade). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Sentido de 'prontas para receber visitas e impróprias para receber a vida'. A autora critica casas arrumadas só na aparência, que 'parecem cenários' e não têm vida cotidiana (cheiro de comida, sons). Elas aparentam ser um lar, mas não o são. A) O texto não diz que os moradores não as usam. C) Não são feitas apenas para visitas. D) O frio é só um dos exemplos, não a explicação. E) Não se fala em imóveis à venda. Referência: Interpretação de texto: sentido figurado. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Por que a casa é metáfora da vida. A autora afirma que nosso jeito de morar traduz nosso jeito de ser e que a casa representa o 'nosso mundo interior'. A casa é, portanto, extensão da personalidade. B) O texto não fala de lembranças vagas. C) Nem toda casa é bagunçada; o texto cita vários tipos. D) Casas feias por fora e bonitas por dentro são só um exemplo. E) O texto diz que convivemos com defeitos e virtudes. Referência: Interpretação de texto: metáfora. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gênero textual da receita: instruir. Uma receita tem lista de ingredientes e modo de preparo em verbos no imperativo (pegue, misture, adicione). A função principal é instruir o leitor sobre como realizar um procedimento, aqui de forma figurada. A) A receita não é de bolo. B) Não é poema: não há versos rimados nem estrutura de poema. C) Apenas informar sobre o lar feliz não define o gênero. E) Não explica nem avalia um fato real. Referência: Gêneros textuais: receita (tipo injuntivo/instrucional). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Termos da oração na 'Receita de um lar feliz'. I é correta: 'ternura', 'bondade' e 'compreensão' são objetos diretos de 'adicione'. IV é correta: 'fogo da fé' sugere que a fé, ou seja, acreditar, é o que move a realização da felicidade. II é falsa porque 'com alegria' e 'com paciência' são adjuntos adverbiais de modo (ou companhia), não de intensidade. III é falsa porque 'com fartura' é adjunto adverbial de modo, não objeto indireto. A) Incompleta. B, C e D incluem a II, a III ou ambas, que são falsas. E) Reúne as corretas: I e IV. Referência: Sintaxe: complementos verbais e adjuntos adverbiais. Resolução comentada do VaiConcursos.Colégio Militar de Santa Maria — Concurso de Admissão 2023/2024 — 1º Ano do Ensino Médio — Prova de Português e Matemática
Texto I
Toda a casa tem uma história para contar
Um tête-à-tête com a maravilhosa Narcisa Tamborindeguy, que conta um pouco que como encara o conceito de “lar”
Por Manu Müller
Em 17 de março de 2023
O lar é o lugar mais importante do mundo. Ele é o berço do nosso caráter, da nossa personalidade e dos nossos hábitos, como ressalta o arquiteto Witoldrybczynski, a palavra “lar” reúne os significados de casa e família, de moradia e abrigo, de propriedade e afeição.
A decoração faz parte dessa apropriação espacial.
O lar precisa ter funcionalidade, beleza, alegria e história. Nos últimos anos, a decoração tem se tornado cada vez mais uma prática voltada para a verdadeira expressão da personalidade pessoal de uma maneira menos rígida e mais orgânica.
Ela tem aberto portas para ressignificação de objetos de outras gerações, com destaque para experiências, coleções e achados de viagens. Não existe certo ou errado na hora de expor suas lembranças, o que vale é ser autêntico e despertar o que te torna único.
Vale misturar fragmentos de modo eclético ou destacar objetos que amamos em um cantinho especial, de modo a tornar nossa casa única, uma extensão de nós mesmos.
Não há dúvida, um lar deve ter histórias para contar. Engraçadas então, melhor ainda.
Daí nossa convidada de hoje é Narcisa Tamborindeguy, socialite, destaque da mídia, moradora do Chopin, e como ela mesmo se define, uma carioca de Copacabana.
Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: 03 ago. 2023.
Glossário
* Ressignificar (ressignificação) – Dar um novo sentido a algo.
Após a leitura do texto acima, é correto dizer que a casa deve ter:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Toda a casa tem uma história para contar
Um tête-à-tête com a maravilhosa Narcisa Tamborindeguy, que conta um pouco que como encara o conceito de “lar”
Por Manu Müller
Em 17 de março de 2023
O lar é o lugar mais importante do mundo. Ele é o berço do nosso caráter, da nossa personalidade e dos nossos hábitos, como ressalta o arquiteto Witoldrybczynski, a palavra “lar” reúne os significados de casa e família, de moradia e abrigo, de propriedade e afeição.
A decoração faz parte dessa apropriação espacial.
O lar precisa ter funcionalidade, beleza, alegria e história. Nos últimos anos, a decoração tem se tornado cada vez mais uma prática voltada para a verdadeira expressão da personalidade pessoal de uma maneira menos rígida e mais orgânica.
Ela tem aberto portas para ressignificação de objetos de outras gerações, com destaque para experiências, coleções e achados de viagens. Não existe certo ou errado na hora de expor suas lembranças, o que vale é ser autêntico e despertar o que te torna único.
Vale misturar fragmentos de modo eclético ou destacar objetos que amamos em um cantinho especial, de modo a tornar nossa casa única, uma extensão de nós mesmos.
Não há dúvida, um lar deve ter histórias para contar. Engraçadas então, melhor ainda.
Daí nossa convidada de hoje é Narcisa Tamborindeguy, socialite, destaque da mídia, moradora do Chopin, e como ela mesmo se define, uma carioca de Copacabana.
Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: 03 ago. 2023.
Glossário
* Ressignificar (ressignificação) – Dar um novo sentido a algo.
Considere o trecho abaixo, e com base nas assertivas responda ao item 02.
“Vale misturar fragmentos de modo eclético ou destacar objetos que amamos em um cantinho especial, de modo a tornar nossa casa única, uma extensão de nós mesmos. ”
Reprodução do trecho com o destaque original:
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I. No parágrafo em tela, existem 04 orações.
II. O termo grifado é adjunto adnominal.
III. Existem duas orações subordinadas adjetivas.
IV. Há uma relação de causa/consequência: ao decorar a casa, ela se torna personalizada.
Marque a alternativa correta:
Texto I
Toda a casa tem uma história para contar
Um tête-à-tête com a maravilhosa Narcisa Tamborindeguy, que conta um pouco que como encara o conceito de “lar”
Por Manu Müller
Em 17 de março de 2023
O lar é o lugar mais importante do mundo. Ele é o berço do nosso caráter, da nossa personalidade e dos nossos hábitos, como ressalta o arquiteto Witoldrybczynski, a palavra “lar” reúne os significados de casa e família, de moradia e abrigo, de propriedade e afeição.
A decoração faz parte dessa apropriação espacial.
O lar precisa ter funcionalidade, beleza, alegria e história. Nos últimos anos, a decoração tem se tornado cada vez mais uma prática voltada para a verdadeira expressão da personalidade pessoal de uma maneira menos rígida e mais orgânica.
Ela tem aberto portas para ressignificação de objetos de outras gerações, com destaque para experiências, coleções e achados de viagens. Não existe certo ou errado na hora de expor suas lembranças, o que vale é ser autêntico e despertar o que te torna único.
Vale misturar fragmentos de modo eclético ou destacar objetos que amamos em um cantinho especial, de modo a tornar nossa casa única, uma extensão de nós mesmos.
Não há dúvida, um lar deve ter histórias para contar. Engraçadas então, melhor ainda.
Daí nossa convidada de hoje é Narcisa Tamborindeguy, socialite, destaque da mídia, moradora do Chopin, e como ela mesmo se define, uma carioca de Copacabana.
Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: 03 ago. 2023.
Glossário
* Ressignificar (ressignificação) – Dar um novo sentido a algo.
Marque a alternativa correta abaixo com base no último parágrafo do texto.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto I
Toda a casa tem uma história para contar
Um tête-à-tête com a maravilhosa Narcisa Tamborindeguy, que conta um pouco que como encara o conceito de “lar”
Por Manu Müller
Em 17 de março de 2023
O lar é o lugar mais importante do mundo. Ele é o berço do nosso caráter, da nossa personalidade e dos nossos hábitos, como ressalta o arquiteto Witoldrybczynski, a palavra “lar” reúne os significados de casa e família, de moradia e abrigo, de propriedade e afeição.
A decoração faz parte dessa apropriação espacial.
O lar precisa ter funcionalidade, beleza, alegria e história. Nos últimos anos, a decoração tem se tornado cada vez mais uma prática voltada para a verdadeira expressão da personalidade pessoal de uma maneira menos rígida e mais orgânica.
Ela tem aberto portas para ressignificação de objetos de outras gerações, com destaque para experiências, coleções e achados de viagens. Não existe certo ou errado na hora de expor suas lembranças, o que vale é ser autêntico e despertar o que te torna único.
Vale misturar fragmentos de modo eclético ou destacar objetos que amamos em um cantinho especial, de modo a tornar nossa casa única, uma extensão de nós mesmos.
Não há dúvida, um lar deve ter histórias para contar. Engraçadas então, melhor ainda.
Daí nossa convidada de hoje é Narcisa Tamborindeguy, socialite, destaque da mídia, moradora do Chopin, e como ela mesmo se define, uma carioca de Copacabana.
Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: 03 ago. 2023.
Glossário
* Ressignificar (ressignificação) – Dar um novo sentido a algo.
Leia o trecho abaixo, para responder ao item 04.
Não existe certo ou errado na hora de expor suas lembranças, o que vale é ser autêntico e despertar o que te torna único.
Reprodução do trecho com o destaque original:
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Quanto à oração sublinhada no período acima, ela tem por função:
Texto II
Casa arrumada é assim
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
(...)
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
Disponível em: http://inspiracasa.com.br/casa-arrumada-carlos-drummond-de-andrade/. Acesso em: 03 ago. 23.
Considere as seguintes assertivas, para resolver o item 05.
I. A casa para o sujeito lírico não pode ter manchas no sofá.
II. Em seu olhar, prefere uma casa em que o piso está riscado de tantos bailinhos.
III. O sujeito lírico observa que a casa é um lugar para descanso da família que lá mora.
IV. Ele deseja uma casa que se possa dizer: aqui houve uma história de vida.
Com base nessas afirmações, marque a alternativa correta:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
Casa arrumada é assim
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
(...)
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
Disponível em: http://inspiracasa.com.br/casa-arrumada-carlos-drummond-de-andrade/. Acesso em: 03 ago. 23.
Leia o trecho abaixo, para responder ao item 06.
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar .
Reprodução do trecho com o destaque original:
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Conforme seu estudo da sintaxe, é correto dizer que a oração grafada tem a seguinte função sintática:
Texto II
Casa arrumada é assim
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
(...)
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
Disponível em: http://inspiracasa.com.br/casa-arrumada-carlos-drummond-de-andrade/. Acesso em: 03 ago. 23.
No trecho “Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha. ”, retirado de um dos versos do poema, o pronome relativo grifado acima tem a seguinte função:
Reprodução do trecho com o destaque original:
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Texto II
Casa arrumada é assim
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
(...)
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
Disponível em: http://inspiracasa.com.br/casa-arrumada-carlos-drummond-de-andrade/. Acesso em: 03 ago. 23.
Lendo esse poema de Drummond, a intenção do sujeito lírico ao empregar traços de coloquialidade como a deste verso: “Tá na cara que é uma casa sem festa” é:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto II
Casa arrumada é assim
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
(...)
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
Disponível em: http://inspiracasa.com.br/casa-arrumada-carlos-drummond-de-andrade/. Acesso em: 03 ago. 23.
Leia o trecho abaixo, para responder ao item 09.
“Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…”
Reprodução do trecho com o destaque original:
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Em qual das alternativas abaixo, estabelece-se a mesma regra de atração do pronome como o encontrado no fragmento:
Texto II
Casa arrumada é assim
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
(...)
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
Disponível em: http://inspiracasa.com.br/casa-arrumada-carlos-drummond-de-andrade/. Acesso em: 03 ago. 23.
No fragmento “Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela”, o vocábulo destacado apresenta uma relação de:
Reprodução do trecho com o destaque original:
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Texto II
Casa arrumada é assim
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
(...)
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
Disponível em: http://inspiracasa.com.br/casa-arrumada-carlos-drummond-de-andrade/. Acesso em: 03 ago. 23.
No verso a seguir “A que está sempre pronta pros amigos, filhos...”, é correto afirmar que o vocábulo destacado se refere:
Reprodução do trecho com o destaque original:
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Texto I
Toda a casa tem uma história para contar
Um tête-à-tête com a maravilhosa Narcisa Tamborindeguy, que conta um pouco que como encara o conceito de “lar”
Por Manu Müller
Em 17 de março de 2023
O lar é o lugar mais importante do mundo. Ele é o berço do nosso caráter, da nossa personalidade e dos nossos hábitos, como ressalta o arquiteto Witoldrybczynski, a palavra “lar” reúne os significados de casa e família, de moradia e abrigo, de propriedade e afeição.
A decoração faz parte dessa apropriação espacial.
O lar precisa ter funcionalidade, beleza, alegria e história. Nos últimos anos, a decoração tem se tornado cada vez mais uma prática voltada para a verdadeira expressão da personalidade pessoal de uma maneira menos rígida e mais orgânica.
Ela tem aberto portas para ressignificação de objetos de outras gerações, com destaque para experiências, coleções e achados de viagens. Não existe certo ou errado na hora de expor suas lembranças, o que vale é ser autêntico e despertar o que te torna único.
Vale misturar fragmentos de modo eclético ou destacar objetos que amamos em um cantinho especial, de modo a tornar nossa casa única, uma extensão de nós mesmos.
Não há dúvida, um lar deve ter histórias para contar. Engraçadas então, melhor ainda.
Daí nossa convidada de hoje é Narcisa Tamborindeguy, socialite, destaque da mídia, moradora do Chopin, e como ela mesmo se define, uma carioca de Copacabana.
Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: 03 ago. 2023.
Glossário
* Ressignificar (ressignificação) – Dar um novo sentido a algo.
Texto II
Casa arrumada é assim
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas…
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida…
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto…
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
(...)
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…
E reconhecer nela o seu lugar.
Disponível em: http://inspiracasa.com.br/casa-arrumada-carlos-drummond-de-andrade/. Acesso em: 03 ago. 23.
Ao ler o texto I, de Malu Müller e o texto II, de Carlos Drummond de Andrade, pode-se dizer que para ambos:
Glossário:
Adornos –enfeites, objetos de decoração.Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto III
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Considerando o texto publicitário acima, pode-se inferir que seu objetivo básico é:
Texto IV
Mundo Interior
A casa da gente é uma metáfora da nossa vida, é a representação exata e fiel do nosso mundo interior. Li essa frase outro dia e achei perfeito.
Poucas coisas traduzem tão bem nosso jeito de ser como nosso jeito de morar. Tudo pode ser revelador: se deixamos a comida estragar na geladeira, se temos a mania de deixar as janelas sempre fechadas, se há coisas para consertar. Isso também é estilo de vida. Há casas em que tudo o que é aparente está em ordem, mas reina confusão dentro dos armários.
Há casas tão limpas, tão lindas, tão perfeitas que parecem cenários: faz falta um cheiro de comida e um som vindo lá do quarto.
Há casas escuras. Há casas feias por fora e bonitas por dentro. Há casas pequenas onde cabem toda a família e os amigos, há casas com lareira que se mantêm frias, há casas prontas para receber visitas e impróprias para receber a vida.
Pode parecer apenas o lugar onde a gente dorme, come e vê televisão, mas nossa casa é muito mais que isso. É a nossa caverna, o nosso castelo, o esconderijo secreto, onde coabitamos com nossos defeitos e virtudes.
Disponível em: https://gabiparavoce.blogspot.com. Acesso em: 04 ago. 2023 (adaptado).
Segundo o texto, por que “há casas prontas para receber visitas e impróprias para receber a vida”?Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto IV
Mundo Interior
A casa da gente é uma metáfora da nossa vida, é a representação exata e fiel do nosso mundo interior. Li essa frase outro dia e achei perfeito.
Poucas coisas traduzem tão bem nosso jeito de ser como nosso jeito de morar. Tudo pode ser revelador: se deixamos a comida estragar na geladeira, se temos a mania de deixar as janelas sempre fechadas, se há coisas para consertar. Isso também é estilo de vida. Há casas em que tudo o que é aparente está em ordem, mas reina confusão dentro dos armários.
Há casas tão limpas, tão lindas, tão perfeitas que parecem cenários: faz falta um cheiro de comida e um som vindo lá do quarto.
Há casas escuras. Há casas feias por fora e bonitas por dentro. Há casas pequenas onde cabem toda a família e os amigos, há casas com lareira que se mantêm frias, há casas prontas para receber visitas e impróprias para receber a vida.
Pode parecer apenas o lugar onde a gente dorme, come e vê televisão, mas nossa casa é muito mais que isso. É a nossa caverna, o nosso castelo, o esconderijo secreto, onde coabitamos com nossos defeitos e virtudes.
Disponível em: https://gabiparavoce.blogspot.com. Acesso em: 04 ago. 2023 (adaptado).
Segundo a autora, “A casa da gente é uma metáfora da nossa vida” porque:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto IV
Mundo Interior
A casa da gente é uma metáfora da nossa vida, é a representação exata e fiel do nosso mundo interior. Li essa frase outro dia e achei perfeito.
Poucas coisas traduzem tão bem nosso jeito de ser como nosso jeito de morar. Tudo pode ser revelador: se deixamos a comida estragar na geladeira, se temos a mania de deixar as janelas sempre fechadas, se há coisas para consertar. Isso também é estilo de vida. Há casas em que tudo o que é aparente está em ordem, mas reina confusão dentro dos armários.
Há casas tão limpas, tão lindas, tão perfeitas que parecem cenários: faz falta um cheiro de comida e um som vindo lá do quarto.
Há casas escuras. Há casas feias por fora e bonitas por dentro. Há casas pequenas onde cabem toda a família e os amigos, há casas com lareira que se mantêm frias, há casas prontas para receber visitas e impróprias para receber a vida.
Pode parecer apenas o lugar onde a gente dorme, come e vê televisão, mas nossa casa é muito mais que isso. É a nossa caverna, o nosso castelo, o esconderijo secreto, onde coabitamos com nossos defeitos e virtudes.
Disponível em: https://gabiparavoce.blogspot.com. Acesso em: 04 ago. 2023 (adaptado).
No fragmento, “Há casas tão limpas, tão lindas, tão perfeitas que parecem cenários” a repetição dos termos grifados tem a função de:
Reprodução do trecho com o destaque original:
![]()
Texto IV
Mundo Interior
A casa da gente é uma metáfora da nossa vida, é a representação exata e fiel do nosso mundo interior. Li essa frase outro dia e achei perfeito.
Poucas coisas traduzem tão bem nosso jeito de ser como nosso jeito de morar. Tudo pode ser revelador: se deixamos a comida estragar na geladeira, se temos a mania de deixar as janelas sempre fechadas, se há coisas para consertar. Isso também é estilo de vida. Há casas em que tudo o que é aparente está em ordem, mas reina confusão dentro dos armários.
Há casas tão limpas, tão lindas, tão perfeitas que parecem cenários: faz falta um cheiro de comida e um som vindo lá do quarto.
Há casas escuras. Há casas feias por fora e bonitas por dentro. Há casas pequenas onde cabem toda a família e os amigos, há casas com lareira que se mantêm frias, há casas prontas para receber visitas e impróprias para receber a vida.
Pode parecer apenas o lugar onde a gente dorme, come e vê televisão, mas nossa casa é muito mais que isso. É a nossa caverna, o nosso castelo, o esconderijo secreto, onde coabitamos com nossos defeitos e virtudes.
Disponível em: https://gabiparavoce.blogspot.com. Acesso em: 04 ago. 2023 (adaptado).
No trecho, “Há casas em que tudo o que é aparente está em ordem, mas reina confusão dentro dos armários”.
Reprodução do trecho com o destaque original:
![]()
Dentro do contexto da crônica acima, a ideia que remete à palavra grifada nesse fragmento é:
Texto V
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Disponível em: https://www.facebook.com/MinhaFamilia. Acesso em: 07 ago. 2023.
Após a análise do texto publicitário acima, é correto afirmar que:
Texto VI
Receita de um lar feliz
Ingredientes:
04 xícaras de amor.
02 xícaras de lealdade.
03 xícaras de deixa para lá.
01 xícara de amizade.
05 colheres de esperança.
02 colheres de ternura.
04 partes de paciência.
01 barril de alegria.
01 pitada de fé.
Modo de Preparo:
Pegue o amor e lealdade, misture com a alegria.
Adicione ternura, bondade e compreensão;
Tempere com paciência,
Refogue com amizade e esperança.
Aqueça tudo no fogo da fé.
Sirva com fartura.
Disponível em: https://armazemdetexto.blogspot.com.br. Acesso em: 03 ago. 2023.
Os gêneros textuais funcionam com um propósito comunicativo definido. No texto ‘‘Receita de um lar feliz’’, quanto ao gênero textual, pode-se afirmar que apresenta:Resolução comentada
Análise das alternativas
Texto VI
Receita de um lar feliz
Ingredientes:
04 xícaras de amor.
02 xícaras de lealdade.
03 xícaras de deixa para lá.
01 xícara de amizade.
05 colheres de esperança.
02 colheres de ternura.
04 partes de paciência.
01 barril de alegria.
01 pitada de fé.
Modo de Preparo:
Pegue o amor e lealdade, misture com a alegria.
Adicione ternura, bondade e compreensão;
Tempere com paciência,
Refogue com amizade e esperança.
Aqueça tudo no fogo da fé.
Sirva com fartura.
Disponível em: https://armazemdetexto.blogspot.com.br. Acesso em: 03 ago. 2023.
Para responder ao item 20, considere as seguintes assertivas:
I. O verbo adicionar (adicione) possui respectivamente os seguintes complementos verbais “ternura”, “bondade” e “compreensão”.
II. Os termos da oração “com alegria” e “com paciência” são adjuntos adverbiais de intensidade.
III. “Com fartura” é objeto indireto do verbo servir (sirva).
IV. Na frase “Aqueça tudo no fogo da fé.” a palavra grifada busca apresentar a importância de acreditarmos em nossas ações para a concretização da nossa felicidade.
Marque a alternativa correta, após a leitura das afirmações acima.Resolução comentada
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