← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de Santa Maria · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental 40 questões nesta prova · página 1 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Verso que mostra o desejo de viver na cidadezinha. O verso 'Lá toda a vida poder morar!' expressa diretamente o desejo do eu lírico de viver na cidade. Os outros versos só descrevem o tamanho ou o aspecto da cidade. A) Descreve a cidade como tão pequena que causa dó, sem desejo de morar. C) Refere-se à torre e ao mundo vasto. D) Apenas repete o tamanho da cidade. E) Descreve que a cidade cabe em um só olhar. Referência: Interpretação de poema: Mário Quintana, 'Cidadezinha'. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Comparação entre os poemas 'Cidadezinha' e 'Casa da Vovó'. I está correta: ambos os textos mostram afeto pelo lugar ('cheia de graça'; 'uma beleza'). II está correta: a casa da vovó é acolhedora e o eu lírico de 'Cidadezinha' deseja ter nascido lá. IV está correta: os dois poemas tratam de espaço de moradia e convivência. III está errada, pois em 'Cidadezinha' há desejo explícito de morar lá ('Lá toda a vida poder morar!'). A) Incompleta. B) Omite a IV. C) Inclui a III, que é falsa. D) Inclui a III e omite a IV. E) Reúne as afirmações corretas (I, II e IV). Referência: Intertextualidade e comparação de textos poéticos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Elementos da narrativa: lugar, motivação da mãe e foco narrativo. A afirmação I é falsa: na fala citada os dois ainda estão na floresta, e só depois a menina chega à casa da avó. A II é verdadeira: a mãe manda levar o lanche à avó doente e recomenda cuidado, o que revela preocupação. A III é verdadeira: o narrador não participa da história e usa a terceira pessoa ('Era uma vez uma menininha...'). A, B e C incluem a I, que é falsa porque a cena está na floresta. E) Omite a II, que é verdadeira. D) Reúne as duas afirmações verdadeiras (II e III). Referência: Elementos da narrativa: espaço, personagens e narrador. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Causa da fala do lobo: ele estava faminto. O lobo diz que os dentes servem 'para devorar você melhor'. A causa dessa intenção é a fome dele, apresentada em 'um lobo muito faminto espreitava na floresta'. Os demais trechos explicam a viagem da menina, não a atitude do lobo. A) Explica por que a menina foi à casa da avó. B) Explica a razão do lanche. C) É apenas a fala de Chapeuzinho ao chegar. D) É uma recomendação da mãe e não causa o desejo do lobo de devorar. Referência: Relação de causa e consequência na narrativa. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Compreensão do texto: o narrador persiste no sonho de ter uma casa. O narrador repete que 'não podia abandonar o meu sonho'. Quando desiste de construir com as próprias mãos, passa a imaginar a casa. Ele continua, portanto, a perseguir o desejo de ter uma casa. A) O narrador está em primeira pessoa ('minha casa', 'fiz'), e a história não se passa em um sonho. B) A casa de açúcar não foi destruída por falta de material. Além disso, o texto diz que o açúcar não é barato. C) Nenhuma casa foi destruída pelo homem: foram vento, mar, fogo e bichos. E) As quatro características (leve, alta, quente e doce) são as desejadas, não apenas três. Referência: Interpretação de texto: compreensão global. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Relação lógico-discursiva presente no trecho: comparação. O trecho traz duas comparações. Em 'quente como um ninho', a casa é comparada a um ninho. Em 'como se chora uma pessoa querida que morreu', o choro é comparado ao luto. Os conectivos 'como' e 'como se' marcam essa relação. Não há finalidade, tempo, oposição nem alternância. A) Não há conectivo de finalidade (para que, a fim de). B) Não há conectivo temporal; 'vieram' e 'queimaram' apenas narram fatos em sequência. D) Não há conjunção adversativa no trecho (o 'mas' está em outro ponto do texto). E) Não há 'ou' nem 'ora...ora'. Referência: Coesão textual: conectivos e relações de sentido (comparação). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Interpretação do texto 'A casa feita de sonho': o narrador desiste de construir, mas mantém a casa imaginada. I está correta: o narrador sempre quis uma casa leve, alta, quente e doce, e repete isso no início e no fim. III está correta: a casa imaginada o acompanha, pois ele vai 'pelo mundo' e diz que tem casa. IV está correta: a casa imaginada, no fim do texto, é 'leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel'. II está errada: ele nunca construiu uma casa de verdade nem fala de família. A) Incompleta, pois faltam III e IV. B) Inclui a II, que é falsa. C) Inclui a II e deixa de fora I e IV. E) Inclui a II e omite a I. D) Reúne as três afirmações verdadeiras (I, III e IV). Referência: Interpretação de texto: compreensão global e inferência (texto 'A casa feita de sonho', Ricardo Alberty). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível A mensagem do texto é nunca desistir dos objetivos. O narrador perde a casa várias vezes (papel, areia, madeira, açúcar), mas repete que não podia abandonar o seu sonho. No final, realiza o sonho de outra forma, imaginando a casa. A mensagem central é a persistência: nunca desistir dos objetivos. A) O texto não fala de morar perto de amigos. B) Não trata de reciclagem. C) Não menciona pessoas com necessidades especiais. D) Aprender a construir não é o foco, já que o narrador desiste de construir com as próprias mãos. Referência: Interpretação de texto — mensagem central Resolução comentada do VaiConcursos.Colégio Militar de Santa Maria — Concurso de Admissão 2023/2024 — 6º ano do Ensino Fundamental — Prova de Português e Matemática
Considere a imagens abaixo, bem como os textos do quadrinho, para realizar os itens 01 e 02.
FIGURA 01 / FIGURA 02 / FIGURA 03 / FIGURA 04
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Disponível em:htpp//www.mywonderstudio.com. Acesso em: 15 mai. 2023.
Percebe-se que as figuras 2, 3 e 4 complementam a fala expressa na primeira figura. Marque a alternativa que corresponde à ideia principal presente no texto acima.
Considere a imagens abaixo, bem como os textos do quadrinho, para realizar os itens 01 e 02.
FIGURA 01 / FIGURA 02 / FIGURA 03 / FIGURA 04
![]()
Disponível em:htpp//www.mywonderstudio.com. Acesso em: 15 mai. 2023.
Leia o trecho abaixo, para responder ao item 02.
“Porém, a razão que precisa dormir na hora que seus pais lhe dizem para dormir é porque você está crescendo. Você precisa de sono extra. O sono também mantém a sua mente e o seu corpo fortes, dando para eles o que precisam para funcionarem adequadamente, o que resulta em você estar mais feliz e saudável.”
É possível substituir o verbo manter (mantém) que está grifado no texto, permanecendo a mesma estrutura da frase, sem perda de sentido, por:
Leia os quadrinhos abaixo, para realizar o item 03.
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Disponível em: https//www.mywonderstudio.com. Acesso em 15 mai. 2023 – adaptado.
Conforme os quadrinhos acima, qual é a causa de Paulo estar cansado?
Leia o poema “Cidadezinha”, de Mário Quintana, para fazer os itens 04 a 06.
Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça…
Sua igrejinha de uma torre só…
Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca nem um segundo…
E fica a torre, sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!…
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (a triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha… Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar…
QUINTANA, Mário., in: Lili inventa o mundo. São Paulo: Global, 2005.
Glossário
Vasto – grande.
Fixo – Permanente.
Burricos – burrinhos.
Com base no poema acima, de Mário Quintana, indique o verso em que existe interesse em se viver nessa cidade.Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o poema “Cidadezinha”, de Mário Quintana, para fazer os itens 04 a 06.
Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça…
Sua igrejinha de uma torre só…
Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca nem um segundo…
E fica a torre, sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!…
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (a triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha… Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar…
QUINTANA, Mário., in: Lili inventa o mundo. São Paulo: Global, 2005.
Glossário
Vasto – grande.
Fixo – Permanente.
Burricos – burrinhos.
Considerando a segunda estrofe e o verso “Fica cismando como é vasto o mundo”, é correto afirmar, conforme a palavra grifada, que a torre fica:
Reprodução do comando com o destaque original:
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Leia o poema “Cidadezinha”, de Mário Quintana, para fazer os itens 04 a 06.
Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça…
Sua igrejinha de uma torre só…
Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca nem um segundo…
E fica a torre, sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!…
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (a triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!
Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha… Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar…
QUINTANA, Mário., in: Lili inventa o mundo. São Paulo: Global, 2005.
Glossário
Vasto – grande.
Fixo – Permanente.
Burricos – burrinhos.
Texto-base:
Leia o poema “Casa da Vovó”, de Lourenço e Lourival, para responder ao item 06.
Casa da Vovó
A casa da vovó é uma beleza
É uma casa cheia de fartura
A casa da vovó não tem tristeza
É realmente uma gostosura
Tem forno de tijolo no terreiro
Tem ovos de galinha caipira
Bastante porco gordo no chiqueiro
Tem tudo que a gente admira
A casa da vovó é uma maravilha
Todo fim de semana reúne a família
Vovó fica contente ao lado dos netinhos
Abraça sorridente seus netos com carinho
Disponível em: https//www.letras.mus.br/. Acesso em: 16 mai. 2023.
Considere as seguintes afirmações em relação aos poemas “Cidadezinha”, de Mário Quintana e “Casa da Vovó”, de Lourenço e Lourival, para fazer o item 06.
I. Em ambos os textos, manifesta-se carinho tanto pela Casa da Vovó como pela Cidadezinha.
II. A descrição do espaço em Casa da Vovó apresenta uma ideia de acolhimento, enquanto que na “Cidadezinha” há um desejo de se ter nascido lá.
III. Em Cidadezinha, não é percebido desejo de alguém ir morar lá; diferentemente de A Casa de Vovó que todos querem estar lá, pois “Tem tudo que a gente admira”.
IV. Tanto em Cidadezinha como em Casa da Vovó há uma ideia de espaço de moradia, de lar, de convivência.
Considere somente a alternativa correta:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto abaixo, para responder aos itens 07 a 10.
Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez uma menininha que sempre usava uma capa vermelha. Todos a chamavam de Chapeuzinho Vermelho. Um dia, a mãe de Chapeuzinho Vermelho mandou-a levar um lanche para sua avó doente, que morava do outro lado da floresta, recomendando:
- Lembre-se: tome cuidado! E não fale com estranhos!
- Está bem, mamãe.
Naquele dia, um lobo muito faminto espreitava na floresta. Quando viu a menina passando, disse:
- Olá! O que uma criança como você está fazendo sozinha na floresta? -
- Minha avó está doente, então estou levando um lanchinho para que ela se sinta melhor!
(...)
- É mesmo!? Bem, por que você não para um pouco e colhe umas flores para sua avó? Aposto que ela vai adorar.
- Hum... Está bem!
Enquanto Chapeuzinho Vermelho colhia as flores, o lobo sorrateiramente se adiantou a ela. Depois de ter levado um bom tempo colhendo as flores, finalmente ela se pôs a caminho da casa da avó.
- Vó! Eu trouxe um lanchi... v...vo...vó?
- Sim, querida! Estou tão feliz em vê-la.
- Sua voz está horrível! Suas orelhas e olhos enormes!
- Ah, a voz é só por causa – cof, cof, cof – da gripe, meu amor! Chegue mais perto! Meus olhos irão ver melhor seu adorável rosto, queridinha!
- Mas... que DENTES imensos!
- São PARA DEVORAR você melhor, meu amor!!
(...)
DUFFY, Chris. Contos de fadas em quadrinhos: Clássicos contados por extraordinários cartunistas. 3ª edição. Editora: Galera Junior, Rio de Janeiro, 2020. (Texto adaptado).
Nesse texto, o autor se serve da história para refletir sobre o mundo em que vivemos. Sobre os elementos da narrativa, considere as afirmações abaixo:
I. O Lobo-mau e Chapeuzinho Vermelho estão na casa da avó de Chapeuzinho neste trecho:
” – Minha avó está doente, então estou levando um lanchinho para que ela se sinta melhor!”
II. A mãe de Chapeuzinho está preocupada com a saúde da avó da menina.
III. No texto “Chapeuzinho Vermelho”, o narrador está na terceira pessoa.
Marque a alternativa correta:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto abaixo, para responder aos itens 07 a 10.
Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez uma menininha que sempre usava uma capa vermelha. Todos a chamavam de Chapeuzinho Vermelho. Um dia, a mãe de Chapeuzinho Vermelho mandou-a levar um lanche para sua avó doente, que morava do outro lado da floresta, recomendando:
- Lembre-se: tome cuidado! E não fale com estranhos!
- Está bem, mamãe.
Naquele dia, um lobo muito faminto espreitava na floresta. Quando viu a menina passando, disse:
- Olá! O que uma criança como você está fazendo sozinha na floresta? -
- Minha avó está doente, então estou levando um lanchinho para que ela se sinta melhor!
(...)
- É mesmo!? Bem, por que você não para um pouco e colhe umas flores para sua avó? Aposto que ela vai adorar.
- Hum... Está bem!
Enquanto Chapeuzinho Vermelho colhia as flores, o lobo sorrateiramente se adiantou a ela. Depois de ter levado um bom tempo colhendo as flores, finalmente ela se pôs a caminho da casa da avó.
- Vó! Eu trouxe um lanchi... v...vo...vó?
- Sim, querida! Estou tão feliz em vê-la.
- Sua voz está horrível! Suas orelhas e olhos enormes!
- Ah, a voz é só por causa – cof, cof, cof – da gripe, meu amor! Chegue mais perto! Meus olhos irão ver melhor seu adorável rosto, queridinha!
- Mas... que DENTES imensos!
- São PARA DEVORAR você melhor, meu amor!!
(...)
DUFFY, Chris. Contos de fadas em quadrinhos: Clássicos contados por extraordinários cartunistas. 3ª edição. Editora: Galera Junior, Rio de Janeiro, 2020. (Texto adaptado).
Leia o trecho abaixo, para responder ao item 08.
Enquanto Chapeuzinho Vermelho colhia as flores, o lobo sorrateiramente se adiantou a ela. Depois de ter levado um bom tempo colhendo as flores, finalmente ela se pôs a caminho da casa da avó.
Reprodução do trecho com o destaque original:
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No fragmento acima, o vocábulo grifado refere-se:
Leia o texto abaixo, para responder aos itens 07 a 10.
Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez uma menininha que sempre usava uma capa vermelha. Todos a chamavam de Chapeuzinho Vermelho. Um dia, a mãe de Chapeuzinho Vermelho mandou-a levar um lanche para sua avó doente, que morava do outro lado da floresta, recomendando:
- Lembre-se: tome cuidado! E não fale com estranhos!
- Está bem, mamãe.
Naquele dia, um lobo muito faminto espreitava na floresta. Quando viu a menina passando, disse:
- Olá! O que uma criança como você está fazendo sozinha na floresta? -
- Minha avó está doente, então estou levando um lanchinho para que ela se sinta melhor!
(...)
- É mesmo!? Bem, por que você não para um pouco e colhe umas flores para sua avó? Aposto que ela vai adorar.
- Hum... Está bem!
Enquanto Chapeuzinho Vermelho colhia as flores, o lobo sorrateiramente se adiantou a ela. Depois de ter levado um bom tempo colhendo as flores, finalmente ela se pôs a caminho da casa da avó.
- Vó! Eu trouxe um lanchi... v...vo...vó?
- Sim, querida! Estou tão feliz em vê-la.
- Sua voz está horrível! Suas orelhas e olhos enormes!
- Ah, a voz é só por causa – cof, cof, cof – da gripe, meu amor! Chegue mais perto! Meus olhos irão ver melhor seu adorável rosto, queridinha!
- Mas... que DENTES imensos!
- São PARA DEVORAR você melhor, meu amor!!
(...)
DUFFY, Chris. Contos de fadas em quadrinhos: Clássicos contados por extraordinários cartunistas. 3ª edição. Editora: Galera Junior, Rio de Janeiro, 2020. (Texto adaptado).
Observe o trecho “bem, por que você não para um pouco e colhe umas flores para sua avó?”
Reprodução do trecho com o destaque original:
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As partes sublinhadas indicam no contexto da narrativa Chapeuzinho Vermelho, respectivamente:
Leia o texto abaixo, para responder aos itens 07 a 10.
Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez uma menininha que sempre usava uma capa vermelha. Todos a chamavam de Chapeuzinho Vermelho. Um dia, a mãe de Chapeuzinho Vermelho mandou-a levar um lanche para sua avó doente, que morava do outro lado da floresta, recomendando:
- Lembre-se: tome cuidado! E não fale com estranhos!
- Está bem, mamãe.
Naquele dia, um lobo muito faminto espreitava na floresta. Quando viu a menina passando, disse:
- Olá! O que uma criança como você está fazendo sozinha na floresta? -
- Minha avó está doente, então estou levando um lanchinho para que ela se sinta melhor!
(...)
- É mesmo!? Bem, por que você não para um pouco e colhe umas flores para sua avó? Aposto que ela vai adorar.
- Hum... Está bem!
Enquanto Chapeuzinho Vermelho colhia as flores, o lobo sorrateiramente se adiantou a ela. Depois de ter levado um bom tempo colhendo as flores, finalmente ela se pôs a caminho da casa da avó.
- Vó! Eu trouxe um lanchi... v...vo...vó?
- Sim, querida! Estou tão feliz em vê-la.
- Sua voz está horrível! Suas orelhas e olhos enormes!
- Ah, a voz é só por causa – cof, cof, cof – da gripe, meu amor! Chegue mais perto! Meus olhos irão ver melhor seu adorável rosto, queridinha!
- Mas... que DENTES imensos!
- São PARA DEVORAR você melhor, meu amor!!
(...)
DUFFY, Chris. Contos de fadas em quadrinhos: Clássicos contados por extraordinários cartunistas. 3ª edição. Editora: Galera Junior, Rio de Janeiro, 2020. (Texto adaptado).
Segundo os fatos da narrativa, a expressão “- São PARA DEVORAR você melhor, meu amor!!” está diretamente relacionada à seguinte causa:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia a tirinha abaixo, da Turma da Mônica, para responder aos itens 11 e 12.
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No texto acima, percebe-se um diálogo entre as personagens que decidem brincar juntas. O emprego do MAS (no segundo quadrinho) tem por objetivo mostrar que:
Leia a tirinha abaixo, da Turma da Mônica, para responder aos itens 11 e 12.
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Na tirinha, as personagens da Turma da Mônica estão brincando de casinha. O humor que se produz na tirinha deve-se ao fato:
Leia a charge abaixo, para responder aos itens 13 e 14.
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Disponível em: https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com. Acesso em: 23 jul.2023.
Na tirinha, percebe-se que uma aluna apresenta a tarefa para a sua professora. Considere as afirmações abaixo:
I. O uso das reticências indica que algumas informações não foram esclarecidas.
II. A imagem da garotinha estendendo sua tarefa não está de acordo com as informações ditas nos balõezinhos acima.
III. Na fala da garotinha, ainda sobrou uma coisinha da sua casa, mesmo depois do roubo.
Marque a alternativa correta:
Leia a charge abaixo, para responder aos itens 13 e 14.
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Disponível em: https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com. Acesso em: 23 jul.2023.
Na tirinha acima, a aluna faz uso de elementos coesivos (primeiro, mais tarde e depois) para apresentar os argumentos pelos motivos de estar entregando a lição naquele estado à professora. A relação de sentido que é estabelecida pela fala da jovem é:
Leia os quadrinhos abaixo, para responder aos itens 15 e 16.
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Qual alternativa em que o emprego da vírgula é semelhante ao seu uso no primeiro quadrinho do texto acima:
Leia os quadrinhos abaixo, para responder aos itens 15 e 16.
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Considere as seguintes afirmações, para responder ao item 16.
Para Armandinho, nos quadrinhos acima:
I. Lar tem sentido exclusivamente de casa.
II. Lar corresponde ao sentido de estar junto com sua família.
III. Lar pode ser qualquer lugar em que possa pensar em sua família.
Marque a resposta cuja(s) afirmação(ões) está(ão) correta(s):
Leia o texto abaixo, para responder aos itens 17 a 20.
A casa feita de sonho
Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel, assim imaginei desde pequeno a minha casa…
E assim que ficou pronta, vieram todos os ventos da Terra e levaram a minha casa de papel, leve como uma pluma…
(...)
Fiquei sem casa, mas não desisti. E fiz a minha casa à beira-mar, com areia da praia, que é um material barato.
Mal estava pronta, vieram todas as marés do mundo e levaram a minha casa de areia, alta como uma torre…
Deu-me vontade de desistir, mas eu precisava de uma casa, não podia abandonar o meu sonho.
E resolvi fazer a minha casa de madeira, que é um material barato. Cortei-a dos bosques, com as próprias mãos! Ficou linda!… Escondida entre a folhagem…
Mas ainda mal a tinha acabado, vieram todos os fogos do céu e queimaram a minha casa de madeira, quente como um ninho…Chorei sobre as cinzas, como se chora uma pessoa querida que morreu.
Mas, mesmo assim, não desisti. E resolvi fazer a minha casa de açúcar…
Mas o açúcar não é um material barato! Pois não…
Mas eu precisava de uma casa, não podia abandonar o meu sonho.
Trabalhei, lutei, passei fome, para juntar o açúcar suficiente…
E quando a minha casa estava pronta — eram de açúcar as paredes, o chão, o teto, os móveis, as portas e as janelas — vieram todos os bichos da Terra e devoraram a minha casa de açúcar, doce como o mel…
Fiquei sem casa. E desisti de construí-la com as próprias mãos…
Perguntam-me onde moro… Onde moro eu? Sei lá!… Vou pelo mundo, aqui, além, no bosque, à beira-mar… Perguntam-me se não tenho casa… Tenho, sim! Eu podia lá abandonar o meu sonho!…
Resolvi imaginá-la. Em um lugar onde não chega o vento, nem o mar, nem o fogo, nem os bichos da Terra.
Fiz a minha casa com o meu próprio sonho. Ficou linda!
Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel…
Ricardo Alberty
Disponível em:https//contadoresdestorias.wordpress.com/. Acesso em 30 jul.2023 – Adaptado.
Marque a resposta correta em relação à compreensão e interpretação do texto acima:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto abaixo, para responder aos itens 17 a 20.
A casa feita de sonho
Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel, assim imaginei desde pequeno a minha casa…
E assim que ficou pronta, vieram todos os ventos da Terra e levaram a minha casa de papel, leve como uma pluma…
(...)
Fiquei sem casa, mas não desisti. E fiz a minha casa à beira-mar, com areia da praia, que é um material barato.
Mal estava pronta, vieram todas as marés do mundo e levaram a minha casa de areia, alta como uma torre…
Deu-me vontade de desistir, mas eu precisava de uma casa, não podia abandonar o meu sonho.
E resolvi fazer a minha casa de madeira, que é um material barato. Cortei-a dos bosques, com as próprias mãos! Ficou linda!… Escondida entre a folhagem…
Mas ainda mal a tinha acabado, vieram todos os fogos do céu e queimaram a minha casa de madeira, quente como um ninho…Chorei sobre as cinzas, como se chora uma pessoa querida que morreu.
Mas, mesmo assim, não desisti. E resolvi fazer a minha casa de açúcar…
Mas o açúcar não é um material barato! Pois não…
Mas eu precisava de uma casa, não podia abandonar o meu sonho.
Trabalhei, lutei, passei fome, para juntar o açúcar suficiente…
E quando a minha casa estava pronta — eram de açúcar as paredes, o chão, o teto, os móveis, as portas e as janelas — vieram todos os bichos da Terra e devoraram a minha casa de açúcar, doce como o mel…
Fiquei sem casa. E desisti de construí-la com as próprias mãos…
Perguntam-me onde moro… Onde moro eu? Sei lá!… Vou pelo mundo, aqui, além, no bosque, à beira-mar… Perguntam-me se não tenho casa… Tenho, sim! Eu podia lá abandonar o meu sonho!…
Resolvi imaginá-la. Em um lugar onde não chega o vento, nem o mar, nem o fogo, nem os bichos da Terra.
Fiz a minha casa com o meu próprio sonho. Ficou linda!
Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel…
Ricardo Alberty
Disponível em:https//contadoresdestorias.wordpress.com/. Acesso em 30 jul.2023 – Adaptado.
Leia o trecho abaixo, para responder ao item 18.
...vieram todos os fogos do céu e queimaram a minha casa de madeira, quente como um ninho… Chorei sobre as cinzas, como se chora uma pessoa querida que morreu.
Após a leitura, é correto afirmar que, somente neste trecho, há relações lógico-discursivas de:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto abaixo, para responder aos itens 17 a 20.
A casa feita de sonho
Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel, assim imaginei desde pequeno a minha casa…
E assim que ficou pronta, vieram todos os ventos da Terra e levaram a minha casa de papel, leve como uma pluma…
(...)
Fiquei sem casa, mas não desisti. E fiz a minha casa à beira-mar, com areia da praia, que é um material barato.
Mal estava pronta, vieram todas as marés do mundo e levaram a minha casa de areia, alta como uma torre…
Deu-me vontade de desistir, mas eu precisava de uma casa, não podia abandonar o meu sonho.
E resolvi fazer a minha casa de madeira, que é um material barato. Cortei-a dos bosques, com as próprias mãos! Ficou linda!… Escondida entre a folhagem…
Mas ainda mal a tinha acabado, vieram todos os fogos do céu e queimaram a minha casa de madeira, quente como um ninho…Chorei sobre as cinzas, como se chora uma pessoa querida que morreu.
Mas, mesmo assim, não desisti. E resolvi fazer a minha casa de açúcar…
Mas o açúcar não é um material barato! Pois não…
Mas eu precisava de uma casa, não podia abandonar o meu sonho.
Trabalhei, lutei, passei fome, para juntar o açúcar suficiente…
E quando a minha casa estava pronta — eram de açúcar as paredes, o chão, o teto, os móveis, as portas e as janelas — vieram todos os bichos da Terra e devoraram a minha casa de açúcar, doce como o mel…
Fiquei sem casa. E desisti de construí-la com as próprias mãos…
Perguntam-me onde moro… Onde moro eu? Sei lá!… Vou pelo mundo, aqui, além, no bosque, à beira-mar… Perguntam-me se não tenho casa… Tenho, sim! Eu podia lá abandonar o meu sonho!…
Resolvi imaginá-la. Em um lugar onde não chega o vento, nem o mar, nem o fogo, nem os bichos da Terra.
Fiz a minha casa com o meu próprio sonho. Ficou linda!
Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel…
Ricardo Alberty
Disponível em:https//contadoresdestorias.wordpress.com/. Acesso em 30 jul.2023 – Adaptado.
Para fazer o item 19, considere as seguintes afirmações:
I- Era importante para o narrador que sua casa fosse leve, alta, quente e doce.
II- O narrador finalmente conseguiu construir uma casa para sua família.
III- A casa imaginada acompanha o narrador aonde ele vai.
IV- Hoje, a casa do narrador, em sua imaginação, tem estas características: altura, leveza, calor e doçura.
Após a leitura do texto e das afirmações acima, marque a alternativa correta:Resolução comentada
Análise das alternativas
Leia o texto abaixo, para responder aos itens 17 a 20.
A casa feita de sonho
Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel, assim imaginei desde pequeno a minha casa…
E assim que ficou pronta, vieram todos os ventos da Terra e levaram a minha casa de papel, leve como uma pluma…
(...)
Fiquei sem casa, mas não desisti. E fiz a minha casa à beira-mar, com areia da praia, que é um material barato.
Mal estava pronta, vieram todas as marés do mundo e levaram a minha casa de areia, alta como uma torre…
Deu-me vontade de desistir, mas eu precisava de uma casa, não podia abandonar o meu sonho.
E resolvi fazer a minha casa de madeira, que é um material barato. Cortei-a dos bosques, com as próprias mãos! Ficou linda!… Escondida entre a folhagem…
Mas ainda mal a tinha acabado, vieram todos os fogos do céu e queimaram a minha casa de madeira, quente como um ninho…Chorei sobre as cinzas, como se chora uma pessoa querida que morreu.
Mas, mesmo assim, não desisti. E resolvi fazer a minha casa de açúcar…
Mas o açúcar não é um material barato! Pois não…
Mas eu precisava de uma casa, não podia abandonar o meu sonho.
Trabalhei, lutei, passei fome, para juntar o açúcar suficiente…
E quando a minha casa estava pronta — eram de açúcar as paredes, o chão, o teto, os móveis, as portas e as janelas — vieram todos os bichos da Terra e devoraram a minha casa de açúcar, doce como o mel…
Fiquei sem casa. E desisti de construí-la com as próprias mãos…
Perguntam-me onde moro… Onde moro eu? Sei lá!… Vou pelo mundo, aqui, além, no bosque, à beira-mar… Perguntam-me se não tenho casa… Tenho, sim! Eu podia lá abandonar o meu sonho!…
Resolvi imaginá-la. Em um lugar onde não chega o vento, nem o mar, nem o fogo, nem os bichos da Terra.
Fiz a minha casa com o meu próprio sonho. Ficou linda!
Leve como uma pluma, alta como uma torre, quente como um ninho e doce como o mel…
Ricardo Alberty
Disponível em:https//contadoresdestorias.wordpress.com/. Acesso em 30 jul.2023 – Adaptado.
A partir de uma leitura atenta, é correto afirmar que a mensagem do texto é:Resolução comentada
Análise das alternativas
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