← Voltar para a lista de provas Colégio Militar de São Paulo · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa 40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito Gabarito disponível Compreensão dos fatos do texto I. A luz só apareceu depois que Taine subiu ao topo e jogou formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça, que soltou os galhos. É o que diz a alternativa B. A) Os irmãos queriam soltar os galhos, e não derrubar a árvore. C) Os animais tentaram e não conseguiram. D) A competição foi a segunda ideia, depois das sementes e dos animais. E) Os irmãos não conseguiram sozinhos, e a luz surgiu com a ação de Taine. Referência: Interpretação de texto narrativo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Tipo de narrador do texto I. O narrador conta os fatos sem participar deles, usando a terceira pessoa ("os irmãos", "Taine"). É um narrador observador. A) Não há primeira pessoa no texto. B) Nenhum irmão narra. D) O narrador não é personagem. E) Ser onisciente não o torna personagem principal. Referência: Foco narrativo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Palavras afetadas pelo Acordo Ortográfico de 1990. O Acordo eliminou o acento dos ditongos abertos ei e oi em palavras paroxítonas. Assim, "ideia" (antes "idéia") e "jiboia" (antes "jibóia") perderam o acento. B) "Plantas" não leva acento e "lá" é monossílabo tônico, regra mantida. C) "Jacaré" é oxítona em e e "céu" tem ditongo aberto éu, regra mantida. D) "Índio" e "miúdo" seguem regras que não mudaram. E) "Árvore" é proparoxítona e "sumaúma" tem hiato em u, regras mantidas. Referência: Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Conclusão sobre perseverança a partir do trecho. Taine é miúdo, mas persiste e alcança o topo, enquanto os mais fortes desistem. A conclusão é que quem persevera conquista o objetivo, e não necessariamente o mais forte. A) Perseverança não é exclusiva dos fracos. B) O texto contradiz que o sucesso seja só dos fortes. C) "Sempre" é generalização indevida. D) A perseverança leva ao resultado, e não o impede. Referência: Inferência textual. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Valor semântico da conjunção "mas". No trecho, "mas" liga duas ações em sequência: o inverno voltou e o passarinho também regressou. A oposição é fraca, e o "mas" funciona quase como adição. Em A, "bateu na janela, mas pediu para entrar" tem o mesmo valor, pois os fatos não se contradizem de fato. B, C, D e E trazem contraste ou quebra de expectativa mais nítidos (mal tratado e voltou, não confiou e o outro confiou, morou e ficou fora, tinha frio e não pediu). Por isso o "mas" tem valor adversativo forte, diferente do trecho. Referência: Conjunções coordenativas adversativas. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Análise comparativa dos textos I e III. São corretas II, III e IV. O texto I narra a persistência de Taine. A canção fala em ir à luta e enfrentar desafios, o que também é perseverança. Os dois textos tratam de valores humanos, como empatia, coragem e amor. I está errada, pois a canção não é uma narrativa indígena. V está errada, pois a canção não descreve ações heroicas concretas. Isso elimina A, C e E, e a letra D é a que reúne II, III e IV. Referência: Interpretação e comparação de textos. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Gabarito disponível Comparação temática entre notícia e conto indígena. Os dois textos tratam de perseverança. Taine persevera até chegar ao topo da sumaúma, e Fagundes persevera nos estudos até se tornar oficial. Os gêneros são diferentes (conto e notícia), mas o tema é o mesmo. B) A diferença de gêneros não implica temas diferentes. C) Nenhum dos textos trata de fé. D) Os gêneros são diferentes, e o tema não é espiritualidade. E) O conto não é um texto instrucional com passos. Referência: Intertextualidade e tema. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponívelColégio Militar de São Paulo — Concurso de Admissão 2023/2024 — 6º ano — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.
Sobre o texto I, é correto afirmar queResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.
Sobre o narrador do texto I, é correto afirmar que a história é narradaResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.
Leia o trecho abaixo e responda ao que se pede:
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Assinale a opção em que os vocábulos seguem as mesmas regras de acentuação das palavras destacadas no trecho acima:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.
Assinale a opção que traz palavras cuja regra de acentuação foi alterada pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, de 1990:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.
Leia:
“Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. ”
Considerando todo o texto I e particularmente o trecho acima, é possível concluir queResolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.
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TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.
Leia o trecho a seguir, retirado do texto I, e assinale a resposta correta.
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O termo em destaque apresenta o sentido de:
TEXTO II
O CANÁRIO
Em um ano de rigorosíssimo inverno, um canário veio bater à janela de um camponês, como que pedindo permissão para entrar.
O bom homem abriu-a e recebeu amistosamente, na sua morada, a confiante avezinha, que se pôs a comer as migalhas de pão caídas da mesa.
Assim que a primavera apareceu e o arvoredo se cobriu de verdejantes folhas, o camponês abriu a janela, e o seu hospedezinho voou para a floresta próxima, onde começou a cantar alegremente.
O inverno voltou, mas o passarinho regressou também, trazendo consigo sua pequena companheira. O camponês e seus filhos gostavam de ver como os pássaros olhavam para eles com grande confiança.
– Ah! – disse uma das crianças – Eles olham para nós como se quisessem dizer alguma coisa.
– Sim, – respondeu o pai – se pudessem falar, diriam: “A confiança desperta a confiança e a afeição produz a afeição”.
Figueiredo Pimentel. Contos da carochinha. Belo Horizonte: Vila Rica, 2005.
(Adaptado para fins didáticos)
Leia o trecho:
O inverno voltou, mas o passarinho regressou também, trazendo consigo sua pequena companheira. O camponês e seus filhos gostavam de ver como os pássaros olhavam para eles com grande confiança.
Assinale a única opção em que a palavra “mas” tenha sido empregada com o mesmo valor semântico do trecho destacado:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO II
O CANÁRIO
Em um ano de rigorosíssimo inverno, um canário veio bater à janela de um camponês, como que pedindo permissão para entrar.
O bom homem abriu-a e recebeu amistosamente, na sua morada, a confiante avezinha, que se pôs a comer as migalhas de pão caídas da mesa.
Assim que a primavera apareceu e o arvoredo se cobriu de verdejantes folhas, o camponês abriu a janela, e o seu hospedezinho voou para a floresta próxima, onde começou a cantar alegremente.
O inverno voltou, mas o passarinho regressou também, trazendo consigo sua pequena companheira. O camponês e seus filhos gostavam de ver como os pássaros olhavam para eles com grande confiança.
– Ah! – disse uma das crianças – Eles olham para nós como se quisessem dizer alguma coisa.
– Sim, – respondeu o pai – se pudessem falar, diriam: “A confiança desperta a confiança e a afeição produz a afeição”.
Figueiredo Pimentel. Contos da carochinha. Belo Horizonte: Vila Rica, 2005.
(Adaptado para fins didáticos)
Observe o uso da vírgula nos trechos destacados a seguir:
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O uso da vírgula, nos trechos acima, acontece, respectivamente, para
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.
Texto-base:
TEXTO III
LAÇOS
Nando Reis (part. Ana Vilela)
Quem cuida com carinho de outra pessoa
Se importa com alguém que nem conheceria
Quem abre o coração e ama de verdade
Se doa simplesmente por humanidade
Se coloca no lugar do outro, sente empatia
Você que vai à luta e segue sempre em frente
Enfrenta os desafios que o destino traz
A vida é preciosa todo mundo sente
Afeto e compaixão a gente sempre entende
Máximo respeito a você que faz
Laços de ternura e aliança
Hão de ser a diferença
O impossível pode acontecer
Só amor é capaz de dar a vida
E encontrar uma saída
Pra esperança vir de novo a cada novo amanhecer
Fonte: https://www.letras.mus.br/nando-reis/lacos-part-ana-vilela/
A partir da análise dos textos I e III, pode-se afirmar que
I – os textos I e III são narrativas indígenas sobre perseverança e coragem.
II – o texto I narra a história do perseverante Taine.
III – o texto III trata também de perseverar frente às dificuldades.
IV – os textos I e III tratam de valores humanos.
V – os textos I e III descrevem ações heroicas concretas.
Assinale a alternativa que apresente as afirmações corretas.Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO III
LAÇOS
Nando Reis (part. Ana Vilela)
Quem cuida com carinho de outra pessoa
Se importa com alguém que nem conheceria
Quem abre o coração e ama de verdade
Se doa simplesmente por humanidade
Se coloca no lugar do outro, sente empatia
Você que vai à luta e segue sempre em frente
Enfrenta os desafios que o destino traz
A vida é preciosa todo mundo sente
Afeto e compaixão a gente sempre entende
Máximo respeito a você que faz
Laços de ternura e aliança
Hão de ser a diferença
O impossível pode acontecer
Só amor é capaz de dar a vida
E encontrar uma saída
Pra esperança vir de novo a cada novo amanhecer
Fonte: https://www.letras.mus.br/nando-reis/lacos-part-ana-vilela/
No título da canção (texto III), aparece a palavra “laços” que foi empregada no sentido de “ter vínculo, união”, que é um sentido figurado (conotativo), mas pode ser empregada no seu sentido denotativo de “nó, com uma, duas ou mais alças que se desata facilmente”.
Analise as alternativas abaixo e assinale a opção em que o vocábulo destacado expressa seu sentido figurado:
TEXTO IV
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Fonte: https://maristalab.com.br/maristalab/como-ensinar-resiliencia-as-criancas/
O texto IV faz parte da divulgação de uma campanha sobre resiliência. Segundo o dicionário, resiliência significa “capacidade de se adaptar à má sorte”. A partir da leitura, pode-se afirmar que o cartaz tem por principal finalidade
TEXTO IV
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Fonte: https://maristalab.com.br/maristalab/como-ensinar-resiliencia-as-criancas/
O título do cartaz traz os dois-pontos ( : ). Tal pontuação foi usada para
TEXTO V
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Fonte: https://www.professorideal.com/mensagens-e-charges/
Na tirinha, Chico Bento está rezando. Considerando o texto verbal e não-verbal, pode-se afirmar que
TEXTO V
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Fonte: https://www.professorideal.com/mensagens-e-charges/
Assinale a alternativa que expressa um sentido de causa/consequência, partindo do contexto da tirinha acima:
TEXTO VI
MILITAR RETORNA COMO ASPIRANTE A OFICIAL AO BATALHÃO ONDE SERVIU COMO SOLDADO
Natal (RN) – O jovem militar Yuri Henrique de Souza Fagundes teve a oportunidade de se apresentar como Aspirante a Oficial no 7º Batalhão de Engenharia de Combate, onde se alistou e serviu como soldado 8 anos atrás. A trajetória do militar é um exemplo de dedicação aos estudos, o que permitiu ao ex-soldado formar-se oficial do Exército Brasileiro.
Em 2015, Fagundes incorporou como recruta na 1ª Companhia de Engenharia de Combate, aos 18 anos. Após a formação básica, foi designado para o Pelotão de Obras.
O jovem comentou que o serviço militar obrigatório foi um divisor de águas em sua trajetória profissional. “Antes de entrar no quartel, eu não queria estudar e não era muito dedicado às minhas tarefas. Mas quando entrei para a vida militar, comecei a me desenvolver mais, porque pude enxergar o valor da hierarquia e da disciplina, que são os pilares do Exército”.
Desde pequeno, Fagundes tinha vontade de ser militar, mas foi durante o período de formação como soldado que um monitor, o Sargento Max, o orientou a seguir a carreira por meio das escolas de formação militar. Foi então que ele pesquisou sobre as provas do concurso e começou a sua preparação. Licenciado em 2016, dedicou-se intensivamente aos estudos por dois anos.
Os seus esforços lhe renderam a aprovação no disputado concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, de onde seguiu para a Academia Militar das Agulhas Negras.
Por sua aplicação e disciplina, o Aspirante a Oficial Fagundes concluiu o Curso de Formação de Oficiais em uma colocação que lhe possibilitou escolher, por mérito intelectual, voltar a servir no Batalhão Visconde de Taunay, na cidade de Natal (RN).
Atualmente, o Aspirante a Oficial Fagundes atua como comandante de pelotão, envolvido na formação dos novos soldados da unidade. Para os soldados sob seu comando e para todo o 7º Batalhão de Engenharia de Combate, a história de dedicação e superação do soldado que se tornou oficial serve de exemplo e inspiração. É uma motivação para cada um batalhar e alcançar os objetivos pessoais e coletivos.
Fonte: Noticiário do Exército. 7º Batalhão de Engenharia de Combate In: https://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/ /asset_publisher/U3X7kX8FkEXD/content/id/16578663 (Adaptado)
Leia, atentamente, o trecho a seguir:
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No trecho acima, a expressão destacada significa que
TEXTO VI
MILITAR RETORNA COMO ASPIRANTE A OFICIAL AO BATALHÃO ONDE SERVIU COMO SOLDADO
Natal (RN) – O jovem militar Yuri Henrique de Souza Fagundes teve a oportunidade de se apresentar como Aspirante a Oficial no 7º Batalhão de Engenharia de Combate, onde se alistou e serviu como soldado 8 anos atrás. A trajetória do militar é um exemplo de dedicação aos estudos, o que permitiu ao ex-soldado formar-se oficial do Exército Brasileiro.
Em 2015, Fagundes incorporou como recruta na 1ª Companhia de Engenharia de Combate, aos 18 anos. Após a formação básica, foi designado para o Pelotão de Obras.
O jovem comentou que o serviço militar obrigatório foi um divisor de águas em sua trajetória profissional. “Antes de entrar no quartel, eu não queria estudar e não era muito dedicado às minhas tarefas. Mas quando entrei para a vida militar, comecei a me desenvolver mais, porque pude enxergar o valor da hierarquia e da disciplina, que são os pilares do Exército”.
Desde pequeno, Fagundes tinha vontade de ser militar, mas foi durante o período de formação como soldado que um monitor, o Sargento Max, o orientou a seguir a carreira por meio das escolas de formação militar. Foi então que ele pesquisou sobre as provas do concurso e começou a sua preparação. Licenciado em 2016, dedicou-se intensivamente aos estudos por dois anos.
Os seus esforços lhe renderam a aprovação no disputado concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, de onde seguiu para a Academia Militar das Agulhas Negras.
Por sua aplicação e disciplina, o Aspirante a Oficial Fagundes concluiu o Curso de Formação de Oficiais em uma colocação que lhe possibilitou escolher, por mérito intelectual, voltar a servir no Batalhão Visconde de Taunay, na cidade de Natal (RN).
Atualmente, o Aspirante a Oficial Fagundes atua como comandante de pelotão, envolvido na formação dos novos soldados da unidade. Para os soldados sob seu comando e para todo o 7º Batalhão de Engenharia de Combate, a história de dedicação e superação do soldado que se tornou oficial serve de exemplo e inspiração. É uma motivação para cada um batalhar e alcançar os objetivos pessoais e coletivos.
Fonte: Noticiário do Exército. 7º Batalhão de Engenharia de Combate In: https://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/ /asset_publisher/U3X7kX8FkEXD/content/id/16578663 (Adaptado)
Assinale a opção em que o sinônimo indicado para o termo sublinhado NÃO mantém o mesmo sentido daquele apresentado no texto:
TEXTO VI
MILITAR RETORNA COMO ASPIRANTE A OFICIAL AO BATALHÃO ONDE SERVIU COMO SOLDADO
Natal (RN) – O jovem militar Yuri Henrique de Souza Fagundes teve a oportunidade de se apresentar como Aspirante a Oficial no 7º Batalhão de Engenharia de Combate, onde se alistou e serviu como soldado 8 anos atrás. A trajetória do militar é um exemplo de dedicação aos estudos, o que permitiu ao ex-soldado formar-se oficial do Exército Brasileiro.
Em 2015, Fagundes incorporou como recruta na 1ª Companhia de Engenharia de Combate, aos 18 anos. Após a formação básica, foi designado para o Pelotão de Obras.
O jovem comentou que o serviço militar obrigatório foi um divisor de águas em sua trajetória profissional. “Antes de entrar no quartel, eu não queria estudar e não era muito dedicado às minhas tarefas. Mas quando entrei para a vida militar, comecei a me desenvolver mais, porque pude enxergar o valor da hierarquia e da disciplina, que são os pilares do Exército”.
Desde pequeno, Fagundes tinha vontade de ser militar, mas foi durante o período de formação como soldado que um monitor, o Sargento Max, o orientou a seguir a carreira por meio das escolas de formação militar. Foi então que ele pesquisou sobre as provas do concurso e começou a sua preparação. Licenciado em 2016, dedicou-se intensivamente aos estudos por dois anos.
Os seus esforços lhe renderam a aprovação no disputado concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, de onde seguiu para a Academia Militar das Agulhas Negras.
Por sua aplicação e disciplina, o Aspirante a Oficial Fagundes concluiu o Curso de Formação de Oficiais em uma colocação que lhe possibilitou escolher, por mérito intelectual, voltar a servir no Batalhão Visconde de Taunay, na cidade de Natal (RN).
Atualmente, o Aspirante a Oficial Fagundes atua como comandante de pelotão, envolvido na formação dos novos soldados da unidade. Para os soldados sob seu comando e para todo o 7º Batalhão de Engenharia de Combate, a história de dedicação e superação do soldado que se tornou oficial serve de exemplo e inspiração. É uma motivação para cada um batalhar e alcançar os objetivos pessoais e coletivos.
Fonte: Noticiário do Exército. 7º Batalhão de Engenharia de Combate In: https://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/ /asset_publisher/U3X7kX8FkEXD/content/id/16578663 (Adaptado)
Leia o trecho abaixo:
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Levando em consideração o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa vigente, a expressão em destaque pode ser substituída, sem comprometer o valor semântico da frase, por:
TEXTO VI
MILITAR RETORNA COMO ASPIRANTE A OFICIAL AO BATALHÃO ONDE SERVIU COMO SOLDADO
Natal (RN) – O jovem militar Yuri Henrique de Souza Fagundes teve a oportunidade de se apresentar como Aspirante a Oficial no 7º Batalhão de Engenharia de Combate, onde se alistou e serviu como soldado 8 anos atrás. A trajetória do militar é um exemplo de dedicação aos estudos, o que permitiu ao ex-soldado formar-se oficial do Exército Brasileiro.
Em 2015, Fagundes incorporou como recruta na 1ª Companhia de Engenharia de Combate, aos 18 anos. Após a formação básica, foi designado para o Pelotão de Obras.
O jovem comentou que o serviço militar obrigatório foi um divisor de águas em sua trajetória profissional. “Antes de entrar no quartel, eu não queria estudar e não era muito dedicado às minhas tarefas. Mas quando entrei para a vida militar, comecei a me desenvolver mais, porque pude enxergar o valor da hierarquia e da disciplina, que são os pilares do Exército”.
Desde pequeno, Fagundes tinha vontade de ser militar, mas foi durante o período de formação como soldado que um monitor, o Sargento Max, o orientou a seguir a carreira por meio das escolas de formação militar. Foi então que ele pesquisou sobre as provas do concurso e começou a sua preparação. Licenciado em 2016, dedicou-se intensivamente aos estudos por dois anos.
Os seus esforços lhe renderam a aprovação no disputado concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, de onde seguiu para a Academia Militar das Agulhas Negras.
Por sua aplicação e disciplina, o Aspirante a Oficial Fagundes concluiu o Curso de Formação de Oficiais em uma colocação que lhe possibilitou escolher, por mérito intelectual, voltar a servir no Batalhão Visconde de Taunay, na cidade de Natal (RN).
Atualmente, o Aspirante a Oficial Fagundes atua como comandante de pelotão, envolvido na formação dos novos soldados da unidade. Para os soldados sob seu comando e para todo o 7º Batalhão de Engenharia de Combate, a história de dedicação e superação do soldado que se tornou oficial serve de exemplo e inspiração. É uma motivação para cada um batalhar e alcançar os objetivos pessoais e coletivos.
Fonte: Noticiário do Exército. 7º Batalhão de Engenharia de Combate In: https://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/ /asset_publisher/U3X7kX8FkEXD/content/id/16578663 (Adaptado)
Texto-base:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.
Compare o texto VI com o texto I e, em seguida, marque a opção que melhor explica a relação entre os dois textos:Resolução comentada
Análise das alternativas
TEXTO VII
O mito da felicidade
O Portal Raízes traduziu um excerto do livro The myths of happiness (O mito da felicidade) da pesquisadora Sonja Lyubomirsky. As informações foram sintetizadas no gráfico abaixo e, se isso é verdade, e é, há esperança para todos nós sermos felizes.
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Texto adaptado de: https://www.portalraizes.com/40-da-nossa-felicidade-esta-na-disposicao-de-mudar-diz-pesquisadora/
Analisando as informações verbais e não verbais do texto VII, é correto inferir que segundo a pesquisadora
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