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Colégio Militar de São Paulo — Concurso de Admissão 2023/2024 — 6º ano — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa

Colégio Militar de São Paulo · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa

Colégio Militar de São Paulo (DECEx – DEPA)2023Fundamental

40 questões nesta prova · página 2 de 2 · 40 com gabarito

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

Colégio Militar de São Paulo (DECEx – DEPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de São Paulo · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.

Sobre o texto I, é correto afirmar que
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Compreensão dos fatos do texto I.

A luz só apareceu depois que Taine subiu ao topo e jogou formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça, que soltou os galhos. É o que diz a alternativa B.

Análise das alternativas

A) Os irmãos queriam soltar os galhos, e não derrubar a árvore. C) Os animais tentaram e não conseguiram. D) A competição foi a segunda ideia, depois das sementes e dos animais. E) Os irmãos não conseguiram sozinhos, e a luz surgiu com a ação de Taine.

Referência: Interpretação de texto narrativo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Foco Narrativo

Colégio Militar de São Paulo (DECEx – DEPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de São Paulo · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa

Gabarito disponível

Texto-base:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.

Sobre o narrador do texto I, é correto afirmar que a história é narrada
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Tipo de narrador do texto I.

O narrador conta os fatos sem participar deles, usando a terceira pessoa ("os irmãos", "Taine"). É um narrador observador.

Análise das alternativas

A) Não há primeira pessoa no texto. B) Nenhum irmão narra. D) O narrador não é personagem. E) Ser onisciente não o torna personagem principal.

Referência: Foco narrativo.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Acentuação Gráfica

Colégio Militar de São Paulo (DECEx – DEPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de São Paulo · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa

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Texto-base:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.

Leia o trecho abaixo e responda ao que se pede:
Trecho em quadro: “A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu.” — as palavras “Através” e “sumaúma” estão destacadas em negrito.
Assinale a opção em que os vocábulos seguem as mesmas regras de acentuação das palavras destacadas no trecho acima:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Acordo Ortográfico — Acentuação Gráfica

Colégio Militar de São Paulo (DECEx – DEPA) 2023 Fundamental

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Texto-base:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.

Assinale a opção que traz palavras cuja regra de acentuação foi alterada pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, de 1990:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Palavras afetadas pelo Acordo Ortográfico de 1990.

O Acordo eliminou o acento dos ditongos abertos ei e oi em palavras paroxítonas. Assim, "ideia" (antes "idéia") e "jiboia" (antes "jibóia") perderam o acento.

Análise das alternativas

B) "Plantas" não leva acento e "lá" é monossílabo tônico, regra mantida. C) "Jacaré" é oxítona em e e "céu" tem ditongo aberto éu, regra mantida. D) "Índio" e "miúdo" seguem regras que não mudaram. E) "Árvore" é proparoxítona e "sumaúma" tem hiato em u, regras mantidas.

Referência: Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990).

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Texto

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Texto-base:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.

Leia:
“Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. ”
Considerando todo o texto I e particularmente o trecho acima, é possível concluir que
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Conclusão sobre perseverança a partir do trecho.

Taine é miúdo, mas persiste e alcança o topo, enquanto os mais fortes desistem. A conclusão é que quem persevera conquista o objetivo, e não necessariamente o mais forte.

Análise das alternativas

A) Perseverança não é exclusiva dos fracos. B) O texto contradiz que o sucesso seja só dos fortes. C) "Sempre" é generalização indevida. D) A perseverança leva ao resultado, e não o impede.

Referência: Inferência textual.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Coesão Referencial — Pronomes

Colégio Militar de São Paulo (DECEx – DEPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de São Paulo · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa

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Texto-base:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.

Em “Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo”, a palavra em destaque refere-se: — a palavra “outros” está destacada em negrito.
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Preposições — Relações de Sentido

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Texto-base:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.

Leia o trecho a seguir, retirado do texto I, e assinale a resposta correta.
Trecho em quadro: “Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa [...]” — a palavra “Para” está sublinhada.
O termo em destaque apresenta o sentido de:
Selecione uma alternativa

Língua Portuguesa Conjunções — Valor Semântico

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Texto-base:
TEXTO II
O CANÁRIO
Em um ano de rigorosíssimo inverno, um canário veio bater à janela de um camponês, como que pedindo permissão para entrar.
O bom homem abriu-a e recebeu amistosamente, na sua morada, a confiante avezinha, que se pôs a comer as migalhas de pão caídas da mesa.
Assim que a primavera apareceu e o arvoredo se cobriu de verdejantes folhas, o camponês abriu a janela, e o seu hospedezinho voou para a floresta próxima, onde começou a cantar alegremente.
O inverno voltou, mas o passarinho regressou também, trazendo consigo sua pequena companheira. O camponês e seus filhos gostavam de ver como os pássaros olhavam para eles com grande confiança.
– Ah! – disse uma das crianças – Eles olham para nós como se quisessem dizer alguma coisa.
– Sim, – respondeu o pai – se pudessem falar, diriam: “A confiança desperta a confiança e a afeição produz a afeição”.
Figueiredo Pimentel. Contos da carochinha. Belo Horizonte: Vila Rica, 2005.
(Adaptado para fins didáticos)

Leia o trecho:
O inverno voltou, mas o passarinho regressou também, trazendo consigo sua pequena companheira. O camponês e seus filhos gostavam de ver como os pássaros olhavam para eles com grande confiança.
Assinale a única opção em que a palavra “mas” tenha sido empregada com o mesmo valor semântico do trecho destacado:
Selecione uma alternativa

Resolução comentada

Valor semântico da conjunção "mas".

No trecho, "mas" liga duas ações em sequência: o inverno voltou e o passarinho também regressou. A oposição é fraca, e o "mas" funciona quase como adição. Em A, "bateu na janela, mas pediu para entrar" tem o mesmo valor, pois os fatos não se contradizem de fato.

Análise das alternativas

B, C, D e E trazem contraste ou quebra de expectativa mais nítidos (mal tratado e voltou, não confiou e o outro confiou, morou e ficou fora, tinha frio e não pediu). Por isso o "mas" tem valor adversativo forte, diferente do trecho.

Referência: Conjunções coordenativas adversativas.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Pontuação — Emprego da Vírgula

Colégio Militar de São Paulo (DECEx – DEPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de São Paulo · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa

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Texto-base:
TEXTO II
O CANÁRIO
Em um ano de rigorosíssimo inverno, um canário veio bater à janela de um camponês, como que pedindo permissão para entrar.
O bom homem abriu-a e recebeu amistosamente, na sua morada, a confiante avezinha, que se pôs a comer as migalhas de pão caídas da mesa.
Assim que a primavera apareceu e o arvoredo se cobriu de verdejantes folhas, o camponês abriu a janela, e o seu hospedezinho voou para a floresta próxima, onde começou a cantar alegremente.
O inverno voltou, mas o passarinho regressou também, trazendo consigo sua pequena companheira. O camponês e seus filhos gostavam de ver como os pássaros olhavam para eles com grande confiança.
– Ah! – disse uma das crianças – Eles olham para nós como se quisessem dizer alguma coisa.
– Sim, – respondeu o pai – se pudessem falar, diriam: “A confiança desperta a confiança e a afeição produz a afeição”.
Figueiredo Pimentel. Contos da carochinha. Belo Horizonte: Vila Rica, 2005.
(Adaptado para fins didáticos)

Observe o uso da vírgula nos trechos destacados a seguir:
Quadro com dois trechos. TEXTO I – SUMAÚMA: “Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.” — “a mata, os rios, a aldeia” em negrito, itálico e sublinhado. TEXTO II – CANÁRIO: “Mas, assim que a primavera apareceu, e que o arvoredo se cobriu de verdejantes folhas, o camponês abriu a janela, e o seu hospedezinho voou para a floresta próxima, onde começou a cantar alegremente.” — “, assim que a primavera apareceu,” em negrito, itálico e sublinhado.
O uso da vírgula, nos trechos acima, acontece, respectivamente, para
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Língua Portuguesa Intertextualidade — Comparação de Textos

Colégio Militar de São Paulo (DECEx – DEPA) 2023 Fundamental

Colégio Militar de São Paulo · Admissão ao 6º ano do Ensino Fundamental — Exame Intelectual de Matemática e Língua Portuguesa

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Texto-base:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.

Texto-base:
TEXTO III
LAÇOS
Nando Reis (part. Ana Vilela)
Quem cuida com carinho de outra pessoa
Se importa com alguém que nem conheceria
Quem abre o coração e ama de verdade
Se doa simplesmente por humanidade
Se coloca no lugar do outro, sente empatia
Você que vai à luta e segue sempre em frente
Enfrenta os desafios que o destino traz
A vida é preciosa todo mundo sente
Afeto e compaixão a gente sempre entende
Máximo respeito a você que faz
Laços de ternura e aliança
Hão de ser a diferença
O impossível pode acontecer
Só amor é capaz de dar a vida
E encontrar uma saída
Pra esperança vir de novo a cada novo amanhecer
Fonte: https://www.letras.mus.br/nando-reis/lacos-part-ana-vilela/

A partir da análise dos textos I e III, pode-se afirmar que
I – os textos I e III são narrativas indígenas sobre perseverança e coragem.
II – o texto I narra a história do perseverante Taine.
III – o texto III trata também de perseverar frente às dificuldades.
IV – os textos I e III tratam de valores humanos.
V – os textos I e III descrevem ações heroicas concretas.
Assinale a alternativa que apresente as afirmações corretas.
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Resolução comentada

Análise comparativa dos textos I e III.

São corretas II, III e IV. O texto I narra a persistência de Taine. A canção fala em ir à luta e enfrentar desafios, o que também é perseverança. Os dois textos tratam de valores humanos, como empatia, coragem e amor.

Análise das alternativas

I está errada, pois a canção não é uma narrativa indígena. V está errada, pois a canção não descreve ações heroicas concretas. Isso elimina A, C e E, e a letra D é a que reúne II, III e IV.

Referência: Interpretação e comparação de textos.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Denotação e Conotação

Colégio Militar de São Paulo (DECEx – DEPA) 2023 Fundamental

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Texto-base:
TEXTO III
LAÇOS
Nando Reis (part. Ana Vilela)
Quem cuida com carinho de outra pessoa
Se importa com alguém que nem conheceria
Quem abre o coração e ama de verdade
Se doa simplesmente por humanidade
Se coloca no lugar do outro, sente empatia
Você que vai à luta e segue sempre em frente
Enfrenta os desafios que o destino traz
A vida é preciosa todo mundo sente
Afeto e compaixão a gente sempre entende
Máximo respeito a você que faz
Laços de ternura e aliança
Hão de ser a diferença
O impossível pode acontecer
Só amor é capaz de dar a vida
E encontrar uma saída
Pra esperança vir de novo a cada novo amanhecer
Fonte: https://www.letras.mus.br/nando-reis/lacos-part-ana-vilela/

No título da canção (texto III), aparece a palavra “laços” que foi empregada no sentido de “ter vínculo, união”, que é um sentido figurado (conotativo), mas pode ser empregada no seu sentido denotativo de “nó, com uma, duas ou mais alças que se desata facilmente”.
Analise as alternativas abaixo e assinale a opção em que o vocábulo destacado expressa seu sentido figurado:
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Língua Portuguesa Gêneros Textuais — Finalidade do Texto

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Texto-base:
TEXTO IV
Cartaz “Como ensinar RESILIÊNCIA às crianças:” com cinco tópicos ilustrados. NÃO SATISFAZER TODAS AS VONTADES. Mesmo que cuidem do bem-estar da criança, os pais precisam incentivá-la a resolver sozinha alguns desafios. Isso aumenta a sua autoconfiança. NÃO MANTER OS FILHOS SUPERPROTEGIDOS, COMO NUMA BOLHA. Devemos protegê-los dos perigos, mas é preciso ter em mente que só se aprende ao experimentar, errar e começar de novo. NÃO DÊ RESPOSTAS PRONTAS. Em vez de explicar direto todos os “porquês”, mais vale instigar os filhos a pesquisar e demonstrar que eles são capazes de descobrir as próprias soluções. ESTIMULAR A PERSEVERANÇA. Aprender esportes ou um instrumento musical, por exemplo, nos mostra que só evoluímos com prática, dedicação, disciplina e superação dos próprios limites. ANIMAR AS CRIANÇAS A ESTABELECER METAS: uma nota mais alta na escola, um quarto mais arrumado, mais livros lidos por ano, fazer parte do time da escola, e assim por diante..
Fonte: https://maristalab.com.br/maristalab/como-ensinar-resiliencia-as-criancas/

O texto IV faz parte da divulgação de uma campanha sobre resiliência. Segundo o dicionário, resiliência significa “capacidade de se adaptar à má sorte”. A partir da leitura, pode-se afirmar que o cartaz tem por principal finalidade
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Língua Portuguesa Pontuação — Dois-Pontos

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Texto-base:
TEXTO IV
Cartaz “Como ensinar RESILIÊNCIA às crianças:” com cinco tópicos ilustrados. NÃO SATISFAZER TODAS AS VONTADES. Mesmo que cuidem do bem-estar da criança, os pais precisam incentivá-la a resolver sozinha alguns desafios. Isso aumenta a sua autoconfiança. NÃO MANTER OS FILHOS SUPERPROTEGIDOS, COMO NUMA BOLHA. Devemos protegê-los dos perigos, mas é preciso ter em mente que só se aprende ao experimentar, errar e começar de novo. NÃO DÊ RESPOSTAS PRONTAS. Em vez de explicar direto todos os “porquês”, mais vale instigar os filhos a pesquisar e demonstrar que eles são capazes de descobrir as próprias soluções. ESTIMULAR A PERSEVERANÇA. Aprender esportes ou um instrumento musical, por exemplo, nos mostra que só evoluímos com prática, dedicação, disciplina e superação dos próprios limites. ANIMAR AS CRIANÇAS A ESTABELECER METAS: uma nota mais alta na escola, um quarto mais arrumado, mais livros lidos por ano, fazer parte do time da escola, e assim por diante..
Fonte: https://maristalab.com.br/maristalab/como-ensinar-resiliencia-as-criancas/

O título do cartaz traz os dois-pontos ( : ). Tal pontuação foi usada para
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Língua Portuguesa Interpretação de Tirinhas

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Texto-base:
TEXTO V
Tirinha de Chico Bento em dois quadrinhos. 1º: Chico Bento, ajoelhado ao lado da cama, reza: “Meu anjo da guarda...”, “...mi ajuda a tirá deiz na prova di aminhã!”, “Mi ajuda!”. 2º: o anjo da guarda aparece segurando uma pilha de livros e diz: “Então pega estes livros e estuda!”, “Estuda!”; Chico Bento olha para ele surpreso.
Fonte: https://www.professorideal.com/mensagens-e-charges/

Na tirinha, Chico Bento está rezando. Considerando o texto verbal e não-verbal, pode-se afirmar que
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Língua Portuguesa Relações de Causa e Consequência

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Texto-base:
TEXTO V
Tirinha de Chico Bento em dois quadrinhos. 1º: Chico Bento, ajoelhado ao lado da cama, reza: “Meu anjo da guarda...”, “...mi ajuda a tirá deiz na prova di aminhã!”, “Mi ajuda!”. 2º: o anjo da guarda aparece segurando uma pilha de livros e diz: “Então pega estes livros e estuda!”, “Estuda!”; Chico Bento olha para ele surpreso.
Fonte: https://www.professorideal.com/mensagens-e-charges/

Assinale a alternativa que expressa um sentido de causa/consequência, partindo do contexto da tirinha acima:
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Língua Portuguesa Expressões Idiomáticas — Sentido Figurado

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Texto-base:
TEXTO VI
MILITAR RETORNA COMO ASPIRANTE A OFICIAL AO BATALHÃO ONDE SERVIU COMO SOLDADO
Natal (RN) – O jovem militar Yuri Henrique de Souza Fagundes teve a oportunidade de se apresentar como Aspirante a Oficial no 7º Batalhão de Engenharia de Combate, onde se alistou e serviu como soldado 8 anos atrás. A trajetória do militar é um exemplo de dedicação aos estudos, o que permitiu ao ex-soldado formar-se oficial do Exército Brasileiro.
Em 2015, Fagundes incorporou como recruta na 1ª Companhia de Engenharia de Combate, aos 18 anos. Após a formação básica, foi designado para o Pelotão de Obras.
O jovem comentou que o serviço militar obrigatório foi um divisor de águas em sua trajetória profissional. “Antes de entrar no quartel, eu não queria estudar e não era muito dedicado às minhas tarefas. Mas quando entrei para a vida militar, comecei a me desenvolver mais, porque pude enxergar o valor da hierarquia e da disciplina, que são os pilares do Exército”.
Desde pequeno, Fagundes tinha vontade de ser militar, mas foi durante o período de formação como soldado que um monitor, o Sargento Max, o orientou a seguir a carreira por meio das escolas de formação militar. Foi então que ele pesquisou sobre as provas do concurso e começou a sua preparação. Licenciado em 2016, dedicou-se intensivamente aos estudos por dois anos.
Os seus esforços lhe renderam a aprovação no disputado concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, de onde seguiu para a Academia Militar das Agulhas Negras.
Por sua aplicação e disciplina, o Aspirante a Oficial Fagundes concluiu o Curso de Formação de Oficiais em uma colocação que lhe possibilitou escolher, por mérito intelectual, voltar a servir no Batalhão Visconde de Taunay, na cidade de Natal (RN).
Atualmente, o Aspirante a Oficial Fagundes atua como comandante de pelotão, envolvido na formação dos novos soldados da unidade. Para os soldados sob seu comando e para todo o 7º Batalhão de Engenharia de Combate, a história de dedicação e superação do soldado que se tornou oficial serve de exemplo e inspiração. É uma motivação para cada um batalhar e alcançar os objetivos pessoais e coletivos.
Fonte: Noticiário do Exército. 7º Batalhão de Engenharia de Combate In: https://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/ /asset_publisher/U3X7kX8FkEXD/content/id/16578663 (Adaptado)

Leia, atentamente, o trecho a seguir:
Trecho em quadro: “O jovem comentou que o serviço militar obrigatório foi um divisor de águas em sua trajetória profissional.” — a expressão “divisor de águas” está em negrito e sublinhada.
No trecho acima, a expressão destacada significa que
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Língua Portuguesa Sinonímia

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Texto-base:
TEXTO VI
MILITAR RETORNA COMO ASPIRANTE A OFICIAL AO BATALHÃO ONDE SERVIU COMO SOLDADO
Natal (RN) – O jovem militar Yuri Henrique de Souza Fagundes teve a oportunidade de se apresentar como Aspirante a Oficial no 7º Batalhão de Engenharia de Combate, onde se alistou e serviu como soldado 8 anos atrás. A trajetória do militar é um exemplo de dedicação aos estudos, o que permitiu ao ex-soldado formar-se oficial do Exército Brasileiro.
Em 2015, Fagundes incorporou como recruta na 1ª Companhia de Engenharia de Combate, aos 18 anos. Após a formação básica, foi designado para o Pelotão de Obras.
O jovem comentou que o serviço militar obrigatório foi um divisor de águas em sua trajetória profissional. “Antes de entrar no quartel, eu não queria estudar e não era muito dedicado às minhas tarefas. Mas quando entrei para a vida militar, comecei a me desenvolver mais, porque pude enxergar o valor da hierarquia e da disciplina, que são os pilares do Exército”.
Desde pequeno, Fagundes tinha vontade de ser militar, mas foi durante o período de formação como soldado que um monitor, o Sargento Max, o orientou a seguir a carreira por meio das escolas de formação militar. Foi então que ele pesquisou sobre as provas do concurso e começou a sua preparação. Licenciado em 2016, dedicou-se intensivamente aos estudos por dois anos.
Os seus esforços lhe renderam a aprovação no disputado concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, de onde seguiu para a Academia Militar das Agulhas Negras.
Por sua aplicação e disciplina, o Aspirante a Oficial Fagundes concluiu o Curso de Formação de Oficiais em uma colocação que lhe possibilitou escolher, por mérito intelectual, voltar a servir no Batalhão Visconde de Taunay, na cidade de Natal (RN).
Atualmente, o Aspirante a Oficial Fagundes atua como comandante de pelotão, envolvido na formação dos novos soldados da unidade. Para os soldados sob seu comando e para todo o 7º Batalhão de Engenharia de Combate, a história de dedicação e superação do soldado que se tornou oficial serve de exemplo e inspiração. É uma motivação para cada um batalhar e alcançar os objetivos pessoais e coletivos.
Fonte: Noticiário do Exército. 7º Batalhão de Engenharia de Combate In: https://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/ /asset_publisher/U3X7kX8FkEXD/content/id/16578663 (Adaptado)

Assinale a opção em que o sinônimo indicado para o termo sublinhado NÃO mantém o mesmo sentido daquele apresentado no texto:
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Língua Portuguesa Formação de Palavras — Hífen (Acordo Ortográfico)

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TEXTO VI
MILITAR RETORNA COMO ASPIRANTE A OFICIAL AO BATALHÃO ONDE SERVIU COMO SOLDADO
Natal (RN) – O jovem militar Yuri Henrique de Souza Fagundes teve a oportunidade de se apresentar como Aspirante a Oficial no 7º Batalhão de Engenharia de Combate, onde se alistou e serviu como soldado 8 anos atrás. A trajetória do militar é um exemplo de dedicação aos estudos, o que permitiu ao ex-soldado formar-se oficial do Exército Brasileiro.
Em 2015, Fagundes incorporou como recruta na 1ª Companhia de Engenharia de Combate, aos 18 anos. Após a formação básica, foi designado para o Pelotão de Obras.
O jovem comentou que o serviço militar obrigatório foi um divisor de águas em sua trajetória profissional. “Antes de entrar no quartel, eu não queria estudar e não era muito dedicado às minhas tarefas. Mas quando entrei para a vida militar, comecei a me desenvolver mais, porque pude enxergar o valor da hierarquia e da disciplina, que são os pilares do Exército”.
Desde pequeno, Fagundes tinha vontade de ser militar, mas foi durante o período de formação como soldado que um monitor, o Sargento Max, o orientou a seguir a carreira por meio das escolas de formação militar. Foi então que ele pesquisou sobre as provas do concurso e começou a sua preparação. Licenciado em 2016, dedicou-se intensivamente aos estudos por dois anos.
Os seus esforços lhe renderam a aprovação no disputado concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, de onde seguiu para a Academia Militar das Agulhas Negras.
Por sua aplicação e disciplina, o Aspirante a Oficial Fagundes concluiu o Curso de Formação de Oficiais em uma colocação que lhe possibilitou escolher, por mérito intelectual, voltar a servir no Batalhão Visconde de Taunay, na cidade de Natal (RN).
Atualmente, o Aspirante a Oficial Fagundes atua como comandante de pelotão, envolvido na formação dos novos soldados da unidade. Para os soldados sob seu comando e para todo o 7º Batalhão de Engenharia de Combate, a história de dedicação e superação do soldado que se tornou oficial serve de exemplo e inspiração. É uma motivação para cada um batalhar e alcançar os objetivos pessoais e coletivos.
Fonte: Noticiário do Exército. 7º Batalhão de Engenharia de Combate In: https://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/ /asset_publisher/U3X7kX8FkEXD/content/id/16578663 (Adaptado)

Leia o trecho abaixo:
Trecho em quadro: “A trajetória do militar é um exemplo de dedicação aos estudos, o que permitiu ao ex-soldado formar-se oficial do Exército Brasileiro.” — a expressão “dedicação aos estudos” está em negrito.
Levando em consideração o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa vigente, a expressão em destaque pode ser substituída, sem comprometer o valor semântico da frase, por:
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Língua Portuguesa Intertextualidade — Comparação de Textos

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Texto-base:
TEXTO VI
MILITAR RETORNA COMO ASPIRANTE A OFICIAL AO BATALHÃO ONDE SERVIU COMO SOLDADO
Natal (RN) – O jovem militar Yuri Henrique de Souza Fagundes teve a oportunidade de se apresentar como Aspirante a Oficial no 7º Batalhão de Engenharia de Combate, onde se alistou e serviu como soldado 8 anos atrás. A trajetória do militar é um exemplo de dedicação aos estudos, o que permitiu ao ex-soldado formar-se oficial do Exército Brasileiro.
Em 2015, Fagundes incorporou como recruta na 1ª Companhia de Engenharia de Combate, aos 18 anos. Após a formação básica, foi designado para o Pelotão de Obras.
O jovem comentou que o serviço militar obrigatório foi um divisor de águas em sua trajetória profissional. “Antes de entrar no quartel, eu não queria estudar e não era muito dedicado às minhas tarefas. Mas quando entrei para a vida militar, comecei a me desenvolver mais, porque pude enxergar o valor da hierarquia e da disciplina, que são os pilares do Exército”.
Desde pequeno, Fagundes tinha vontade de ser militar, mas foi durante o período de formação como soldado que um monitor, o Sargento Max, o orientou a seguir a carreira por meio das escolas de formação militar. Foi então que ele pesquisou sobre as provas do concurso e começou a sua preparação. Licenciado em 2016, dedicou-se intensivamente aos estudos por dois anos.
Os seus esforços lhe renderam a aprovação no disputado concurso da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, de onde seguiu para a Academia Militar das Agulhas Negras.
Por sua aplicação e disciplina, o Aspirante a Oficial Fagundes concluiu o Curso de Formação de Oficiais em uma colocação que lhe possibilitou escolher, por mérito intelectual, voltar a servir no Batalhão Visconde de Taunay, na cidade de Natal (RN).
Atualmente, o Aspirante a Oficial Fagundes atua como comandante de pelotão, envolvido na formação dos novos soldados da unidade. Para os soldados sob seu comando e para todo o 7º Batalhão de Engenharia de Combate, a história de dedicação e superação do soldado que se tornou oficial serve de exemplo e inspiração. É uma motivação para cada um batalhar e alcançar os objetivos pessoais e coletivos.
Fonte: Noticiário do Exército. 7º Batalhão de Engenharia de Combate In: https://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/ /asset_publisher/U3X7kX8FkEXD/content/id/16578663 (Adaptado)

Texto-base:
TEXTO I
A SUMAÚMA
No início era escuro e frio. Não havia dia. Era sempre noite.
Uma imensa árvore – a sumaúma –, de tronco muito alto e com os galhos cobertos de folhas, cobria tudo, não deixando entrar a luz.
Dois irmãos da aldeia Ticuna, o menino Ipi e a menina Tetchi, decidiram investigar o assunto. Pensaram muito em qual seria a melhor atitude a tomar, até que tiveram a ideia de atirar uma semente de açaí na sumaúma, para ver se ela atravessava a copa da árvore.
A semente passou pela árvore, abrindo uma fresta na folhagem. Através dela, os irmãos conseguiram ver que um bicho-preguiça prendia os galhos da sumaúma no céu. Então, pegaram o cesto cheio de sementes de açaí que tinham levado e atiraram uma semente atrás da outra na tentativa de soltar os galhos e abrir espaço para deixar entrar a luz.
As sementes de açaí foram parar no céu e se transformaram em estrelas, mas a luz não entrou pelas folhas da árvore. A escuridão continuava.
Ipi e Tetchi tiveram outra ideia para ver se conseguiam a luz: convocaram todos os animais da floresta para derrubar os galhos da árvore.
Primeiro, reuniram as aves: a arara-vermelha, o cardeal, a arara-azul, o pia-pouco, o mutum-cavalo, o papagaio e a ararajuba. Depois, chamaram o macaco e o sapo. Em seguida, foi a vez da capivara, da cutia e do maior bicho de todos: a anta. E, por fim, foram atrás dos animais mais temidos: a ariranha, a jiboia e a onça. Até o jacaré foi ajudar.
As aves e os animais menores escalaram a árvore para balançar os galhos. Os bichos mais pesados ficaram no chão para sacudi-la. Todos tentaram diversas vezes, mas nada conseguiram. Nenhum galho se mexeu.
O pica-pau ficou um tempão bicando o tronco da sumaúma, mas isso também não adiantou nada.
Ipi e Tetchi se despediram dos bichos e voltaram para a aldeia. Lá, propuseram uma competição: o índio que conseguisse atirar formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça se casaria com a irmã mais velha deles, Aucana, que era muito bonita.
Os rapazes mais altos e mais fortes da aldeia tentaram subir na árvore, mas nenhum deles conseguiu chegar ao topo, onde estava o bicho.
Então, apareceu Taine, um índio miúdo. Ninguém imaginava que ele conseguisse escalar aquele tronco tão alto. Mas Taine foi subindo, subindo, subindo, passou do meio do caminho, de onde os outros tinham voltado, e continuou, sempre em frente, até chegar ao topo. Lá no alto, jogou as formigas-de-fogo nos olhos do bicho-preguiça. Ele ficou tão desesperado que soltou os galhos da árvore para se livrar das formigas.
Os galhos baixaram e a luz apareceu, iluminando tudo: a mata, os rios, a aldeia. Todos puderam enxergar as plantas e as frutas que havia na floresta.
Para comemorar o feito do pequeno índio, realizou-se uma grande festa, e Taine pôde se casar com a bela Aucana.
Inspirada em "A samaumeira que escurecia o mundo", coletada por professores ticunas no Livro das árvores.
Silvana Salerno. Qual é o seu norte?. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.

Compare o texto VI com o texto I e, em seguida, marque a opção que melhor explica a relação entre os dois textos:
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Resolução comentada

Comparação temática entre notícia e conto indígena.

Os dois textos tratam de perseverança. Taine persevera até chegar ao topo da sumaúma, e Fagundes persevera nos estudos até se tornar oficial. Os gêneros são diferentes (conto e notícia), mas o tema é o mesmo.

Análise das alternativas

B) A diferença de gêneros não implica temas diferentes. C) Nenhum dos textos trata de fé. D) Os gêneros são diferentes, e o tema não é espiritualidade. E) O conto não é um texto instrucional com passos.

Referência: Intertextualidade e tema.

Resolução comentada do VaiConcursos.

Língua Portuguesa Interpretação de Textos Verbais e Não Verbais — Gráficos

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Texto-base:
TEXTO VII
O mito da felicidade
O Portal Raízes traduziu um excerto do livro The myths of happiness (O mito da felicidade) da pesquisadora Sonja Lyubomirsky. As informações foram sintetizadas no gráfico abaixo e, se isso é verdade, e é, há esperança para todos nós sermos felizes.
Infográfico “FELICIDADE depende da sua”: gráfico de pizza com 50% genética, 40% disposição para mudanças e 10% circunstâncias. Fonte no gráfico: Sonja Lyubomirsky, “The How of Happiness”, Penguin Books; logotipo Funders and Founders.
Texto adaptado de: https://www.portalraizes.com/40-da-nossa-felicidade-esta-na-disposicao-de-mudar-diz-pesquisadora/

Analisando as informações verbais e não verbais do texto VII, é correto inferir que segundo a pesquisadora
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