← Voltar para a lista de provas Comando da Aeronáutica — Escola de Especialistas de Aeronáutica · Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica (CFS 1/2023) — Aeronavegantes e Não-Aeronavegantes 96 questões nesta prova · página 1 de 5 · 96 com gabarito Gabarito disponível Explicar o uso de "lugar-comum" e "lugares-comuns". O autor ironiza que a história é cheia de ideias e modelos recorrentes nos contos de fada: pastor louro, princesa na torre, castelo, fada que realiza desejo. A expressão aparece no início e no fim para marcar essa característica. A é falsa, pois loiros de cabelos cacheados são justamente o clichê. C foca a origem da história, não os clichês. D generaliza demais ("todas as histórias antigas"). B é a correta. Referência: Interpretação de texto: sentido de "lugar-comum" (clichê). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Entender o motivo do pedido do pastor à fada. O pastor suspirava sabendo que jamais poderia entrar no castelo e ver de perto a princesa. Por isso pediu para virar príncipe: queria se aproximar dela, por quem se apaixonara. A é falsa, pois o texto não fala de riqueza como motivo. B toma o comentário final sobre o absurdo de voltar a ser pastor como causa do pedido. D inventa um objetivo de infiltração. Só C está de acordo com o texto. Referência: Interpretação de texto: causa do pedido. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Entender por que a princesa recusou o beijo. A princesa diz que está apaixonada pelo pastor louro e que só a ele amará. Ela amou a pessoa que ele era, e não o príncipe em que ele se transformou. Por isso recusa o príncipe. B é falsa, pois não há casamento imposto como motivo da recusa. C é falsa, pois ela não julga mau-caráter o príncipe. D é falsa, pois não houve pedido nem aceite anterior do pastor. A resume corretamente a razão. Referência: Interpretação de texto: causa e consequência no conto. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Interpretar o que o narrador espera na floresta. O narrador diz que não é jovem nem pastor, mas continua indo à floresta "para ver se lhe acontece alguma coisa". Isso mostra que, mesmo não sendo jovem, ainda é romântico e espera viver um amor ou algo especial. A e B atribuem ao narrador desejos que o texto não menciona (virar pastor ou príncipe). C desloca o foco para o final da história do pastor, e o texto não sugere isso. Só D corresponde à ideia de esperança romântica. Referência: Interpretação de texto: inferência sobre o último parágrafo. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Localizar o discurso indireto livre. No segmento de Douglas, a pergunta "Por que ficar discutindo coisas particulares?" mistura a voz do narrador com o pensamento do personagem, sem verbo de elocução. Isso é discurso indireto livre. A ("advertiu que..."), D ("ponderou que...") e C ("achou que...") usam verbo dicendi seguido de oração subordinada, ou seja, discurso indireto puro. Só B traz o indireto livre. Referência: Discurso direto, indireto e indireto livre. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Identificar a lacuna que não leva preposição. Em B, "implicar" no sentido de acarretar é transitivo direto, e o "que" é pronome relativo sujeito: "decisão que implicou a demissão". Não se usa preposição. A não tem lacuna. C exige "em cujo serviço" (por colocar a causa em serviço). D exige "de que te nutres", pois nutrir-se pede preposição "de". Só B fica sem preposição. Referência: Regência verbal: verbo implicar (acarretar). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Escolher a sequência verbal com concordância correta. "Deveria ser preservada a intimidade e a honra" concorda com o núcleo mais próximo, no singular. "Os abusos que ocorrem" pede plural, porque o sujeito é "abusos". "Que se estabeleça uma norma" pede singular, porque o sujeito é "uma norma". Por fim, "para coibir" fica no infinitivo, pois não há sujeito distinto expresso. B usa "deveriam", em plural. C usa "ocorre" (deveria ser plural), "estabeleçam" e "coibirem", que estão errados. D repete esses erros. Só A está toda correta. Referência: Concordância verbal: sujeito posposto e voz passiva sintética. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Avaliar as afirmações sobre locuções adjetivas e adjetivos no poema. Segundo o gabarito, I está correta, pois "de água", "de cântaro" e "sem plumas" qualificam substantivos (locuções adjetivas). II está correta, pois "azul" e "cor-de-rosa" são adjetivos. Em III, "na água" e "da água" não são locuções adjetivas, e em IV, "da fonte" e "dos peixes" também não. Logo I e II. A (III e IV), B (II e III) e C (I e IV) incluem III ou IV, que são falsas. Só D reúne as duas corretas. Referência: Locução adjetiva (preposição + substantivo com valor de adjetivo). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Contar as orações subordinadas substantivas do trecho. "Bastava esticar o braço..." tem a oração reduzida de infinitivo "esticar o braço com algum esforço" como subjetiva. Em "a ver se vinha alguém", "se vinha alguém" é objetiva direta de "ver". São 2 orações substantivas. As demais subordinadas são adverbiais: "para arrancá-la" (final), "sem espiar" (modal) e "se vinha alguém, disfarçava" (condicional). Portanto são 2, e não 1, 3 ou 4. Referência: Orações subordinadas substantivas: subjetiva e objetiva direta. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Identificar o uso incorreto da crase. A palavra "após" não exige preposição "a", pois é advérbio ou preposição que rege diretamente o termo seguinte. Por isso é incorreto escrever "após à promulgação", e o certo é "após a promulgação". A: "ataque à igreja" (a + a) está correto. B: "às vésperas de" é locução com crase obrigatória. D: "à beira de" é locução adverbial feminina com crase. C está errada. Referência: Crase: casos em que não ocorre (após, antes de palavras que não exigem a). Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Achar a frase sem erro de acentuação. "Por" é preposição e não leva acento ("pôr" é o verbo). "Longínquas" é proparoxítona e leva acento. "Sequoia" é paroxítona terminada em ditongo crescente, e o gabarito oficial considera correta a forma sem acento. A: "pôr" e "longinquas" estão errados. C: "longinquas" está sem acento. D: "pôr" está errado, e a forma "sequóia" não é a adotada pelo gabarito. Só B está certa. Referência: Acentuação gráfica: proparoxítonas; diferencial por/pôr. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Identificar a frase sem substantivo sobrecomum. Substantivos sobrecomuns têm um só gênero gramatical para ambos os sexos (ídolo, celebridades, pessoa). "Pianista" é comum de dois gêneros, pois o gênero é marcado pelo artigo (o/a pianista). A: "ídolo" é sobrecomum. C: "celebridades" é sobrecomum. D: "pessoa" é sobrecomum. B traz "pianista", comum de dois gêneros, e não sobrecomum. Referência: Gênero do substantivo: sobrecomuns e comuns de dois gêneros. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Escolher os homônimos e parônimos corretos para completar a frase. "Sessão" é o período de uma reunião. "Hesitava" é o verbo correto (hesitar). "Acerca de" significa "a respeito de". "A fim de" indica finalidade. A sequência certa é sessão - hesitava - acerca - a fim. A e B usam "exitava", forma inexistente, e "afim", que significa semelhante. C usa "seção", que significa divisão ou parte, e "a cerca", que seria "perto de". Só D acerta todas as lacunas. Referência: Homônimos e parônimos: sessão/seção; acerca de/a cerca de; afim/a fim. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Classificar "muito" nos três provérbios. Em III, "muito" modifica o verbo "ajuda" e é advérbio de intensidade. Em I, modifica o substantivo "riso", sendo pronome indefinido adjetivo (ou adjetivo). Em II, "o muito" está substantivado, funcionando como substantivo ou pronome. B, C e D incluem I ou II, nos quais "muito" não é advérbio. Só III apresenta advérbio, o que torna A correta. Referência: Classes de palavras: advérbio x pronome indefinido. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Gabarito disponível Achar a frase sem predicado verbo-nominal. Em C, "tilintavam" é verbo intransitivo e "os chocalhos..." é o sujeito. "No silêncio" é adjunto adverbial, e não há predicativo, então o predicado é verbal. A: "alegres" é predicativo do sujeito, então o predicado é verbo-nominal. B: "contente" é predicativo do objeto "a mãe gentil", com o mesmo resultado. D: "preguiçosas" é predicativo do sujeito "que" (as redes), também verbo-nominal. Referência: Predicado verbal, nominal e verbo-nominal. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponível Localizar o erro de pontuação com adjunto adverbial intercalado. Em C, a expressão "durante dois anos" está intercalada entre o verbo e o predicativo e deve ficar entre vírgulas: "foram, durante dois anos, o principal veículo". O texto traz só a segunda vírgula, o que é erro de pontuação. A: os dois-pontos introduzem corretamente um esclarecimento. B: o aposto "sua noiva e futura esposa" não exige vírgula adicional e a pontuação está adequada. D: a oração adjetiva explicativa "cuja leitura é prazerosa por si só" está corretamente isolada por vírgulas. Referência: Vírgula com adjunto adverbial deslocado ou intercalado. Resolução comentada do VaiConcursos. Gabarito disponívelEEAR — Exame de Admissão ao CFS 1/2023 — Aeronavegantes e Não-Aeronavegantes — Português, Inglês, Matemática e Física — Código 81
O pastor e a princesa
Carlos Heitor Cony
Um jovem pastor, de cabelos louros e cacheados (façamos uma homenagem ao lugar-comum), andava pela floresta quando, de repente, ao atravessar uma clareira, viu enorme e formoso castelo.
E, na torre mais alta, uma linda princesa de tranças também louras e olhar sonhador. Os dois se olharam e, a partir daquele momento, todas as tardes, o pastor ia à clareira e ficava olhando a princesa, que também olhava pra ele.
Ele suspirava, sabendo que jamais poderia entrar no castelo e ver de perto a princesa. Eis que, um dia, encontrou uma velha na floresta carregando pesado feixe de lenha. O jovem pastor a ajudou, e a velha logo se transformou numa fada e disse que realizaria qualquer pedido dele.
“Quero ser um príncipe para entrar naquele castelo!”, pediu o pastor. A fada advertiu-o de que realizaria o seu desejo, mas que ele jamais poderia voltar a ser o que era. O jovem foi em frente. Seria um absurdo voltar a ser pastor.
Logo as fanfarras do castelo soaram para o príncipe que se aproximava. A corte recebeu o visitante com banquetes, desfiles, torneios e todas as homenagens. O rei gostou tanto do príncipe que lhe ofereceu a mão de sua filha.
Louco de alegria, o jovem aceitou e quis beijar a princesa. Ela recusou o beijo. Disse que não poderia casar com o príncipe porque estava apaixonada por um pastor louro de cabelos cacheados que, todas as tardes, costumava aparecer na clareira na floresta. A ele, dera seu coração e somente a ele amaria.
Não sei se inventei ou se li em algum canto essa história cheia de lugares-comuns. Não importa. Não sou jovem nem pastor, não tenho cabelos louros e cacheados. Mas, todas as tardes, continuo indo à floresta para ver se me acontece alguma coisa.
O harém das bananeiras – Editora Objetiva - 1999
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
Por que as expressões “lugar-comum” e “lugares-comuns” aparecem, respectivamente, no primeiro e no último parágrafos do texto?Resolução comentada
Análise das alternativas
O pastor e a princesa
Carlos Heitor Cony
Um jovem pastor, de cabelos louros e cacheados (façamos uma homenagem ao lugar-comum), andava pela floresta quando, de repente, ao atravessar uma clareira, viu enorme e formoso castelo.
E, na torre mais alta, uma linda princesa de tranças também louras e olhar sonhador. Os dois se olharam e, a partir daquele momento, todas as tardes, o pastor ia à clareira e ficava olhando a princesa, que também olhava pra ele.
Ele suspirava, sabendo que jamais poderia entrar no castelo e ver de perto a princesa. Eis que, um dia, encontrou uma velha na floresta carregando pesado feixe de lenha. O jovem pastor a ajudou, e a velha logo se transformou numa fada e disse que realizaria qualquer pedido dele.
“Quero ser um príncipe para entrar naquele castelo!”, pediu o pastor. A fada advertiu-o de que realizaria o seu desejo, mas que ele jamais poderia voltar a ser o que era. O jovem foi em frente. Seria um absurdo voltar a ser pastor.
Logo as fanfarras do castelo soaram para o príncipe que se aproximava. A corte recebeu o visitante com banquetes, desfiles, torneios e todas as homenagens. O rei gostou tanto do príncipe que lhe ofereceu a mão de sua filha.
Louco de alegria, o jovem aceitou e quis beijar a princesa. Ela recusou o beijo. Disse que não poderia casar com o príncipe porque estava apaixonada por um pastor louro de cabelos cacheados que, todas as tardes, costumava aparecer na clareira na floresta. A ele, dera seu coração e somente a ele amaria.
Não sei se inventei ou se li em algum canto essa história cheia de lugares-comuns. Não importa. Não sou jovem nem pastor, não tenho cabelos louros e cacheados. Mas, todas as tardes, continuo indo à floresta para ver se me acontece alguma coisa.
O harém das bananeiras – Editora Objetiva - 1999
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
O pastor pediu para a fada transformá-lo em um príncipe para ele poder entrar no castelo porqueResolução comentada
Análise das alternativas
O pastor e a princesa
Carlos Heitor Cony
Um jovem pastor, de cabelos louros e cacheados (façamos uma homenagem ao lugar-comum), andava pela floresta quando, de repente, ao atravessar uma clareira, viu enorme e formoso castelo.
E, na torre mais alta, uma linda princesa de tranças também louras e olhar sonhador. Os dois se olharam e, a partir daquele momento, todas as tardes, o pastor ia à clareira e ficava olhando a princesa, que também olhava pra ele.
Ele suspirava, sabendo que jamais poderia entrar no castelo e ver de perto a princesa. Eis que, um dia, encontrou uma velha na floresta carregando pesado feixe de lenha. O jovem pastor a ajudou, e a velha logo se transformou numa fada e disse que realizaria qualquer pedido dele.
“Quero ser um príncipe para entrar naquele castelo!”, pediu o pastor. A fada advertiu-o de que realizaria o seu desejo, mas que ele jamais poderia voltar a ser o que era. O jovem foi em frente. Seria um absurdo voltar a ser pastor.
Logo as fanfarras do castelo soaram para o príncipe que se aproximava. A corte recebeu o visitante com banquetes, desfiles, torneios e todas as homenagens. O rei gostou tanto do príncipe que lhe ofereceu a mão de sua filha.
Louco de alegria, o jovem aceitou e quis beijar a princesa. Ela recusou o beijo. Disse que não poderia casar com o príncipe porque estava apaixonada por um pastor louro de cabelos cacheados que, todas as tardes, costumava aparecer na clareira na floresta. A ele, dera seu coração e somente a ele amaria.
Não sei se inventei ou se li em algum canto essa história cheia de lugares-comuns. Não importa. Não sou jovem nem pastor, não tenho cabelos louros e cacheados. Mas, todas as tardes, continuo indo à floresta para ver se me acontece alguma coisa.
O harém das bananeiras – Editora Objetiva - 1999
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
Assinale a alternativa que justifica o fato de a princesa ter se recusado a beijar o jovem príncipe.Resolução comentada
Análise das alternativas
O pastor e a princesa
Carlos Heitor Cony
Um jovem pastor, de cabelos louros e cacheados (façamos uma homenagem ao lugar-comum), andava pela floresta quando, de repente, ao atravessar uma clareira, viu enorme e formoso castelo.
E, na torre mais alta, uma linda princesa de tranças também louras e olhar sonhador. Os dois se olharam e, a partir daquele momento, todas as tardes, o pastor ia à clareira e ficava olhando a princesa, que também olhava pra ele.
Ele suspirava, sabendo que jamais poderia entrar no castelo e ver de perto a princesa. Eis que, um dia, encontrou uma velha na floresta carregando pesado feixe de lenha. O jovem pastor a ajudou, e a velha logo se transformou numa fada e disse que realizaria qualquer pedido dele.
“Quero ser um príncipe para entrar naquele castelo!”, pediu o pastor. A fada advertiu-o de que realizaria o seu desejo, mas que ele jamais poderia voltar a ser o que era. O jovem foi em frente. Seria um absurdo voltar a ser pastor.
Logo as fanfarras do castelo soaram para o príncipe que se aproximava. A corte recebeu o visitante com banquetes, desfiles, torneios e todas as homenagens. O rei gostou tanto do príncipe que lhe ofereceu a mão de sua filha.
Louco de alegria, o jovem aceitou e quis beijar a princesa. Ela recusou o beijo. Disse que não poderia casar com o príncipe porque estava apaixonada por um pastor louro de cabelos cacheados que, todas as tardes, costumava aparecer na clareira na floresta. A ele, dera seu coração e somente a ele amaria.
Não sei se inventei ou se li em algum canto essa história cheia de lugares-comuns. Não importa. Não sou jovem nem pastor, não tenho cabelos louros e cacheados. Mas, todas as tardes, continuo indo à floresta para ver se me acontece alguma coisa.
O harém das bananeiras – Editora Objetiva - 1999
As questões de 01 a 04 referem-se ao texto acima.
O conto termina no sexto parágrafo, mas, no sétimo, o narrador conclui a história afirmando que, todas as tardes, ele continua indo à floresta para ver se lhe acontece alguma coisa. O que ele espera acontecer?Resolução comentada
Análise das alternativas
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As palavras em destaque no texto acima são formadas, respectivamente, pelos processos de
Durante a conversa sobre o livro a ser editado, Wálter advertiu que os custos talvez o inviabilizassem. Edwalds ponderou que os benefícios é que deveriam ser destacados. Douglas, o mais sensato do grupo, preferiu não opinar. Por que ficar discutindo coisas particulares? Já Eduardo achou que a ideia era digna de ser levada adiante.
Há um discurso indireto livre no segmento referente aResolução comentada
Análise das alternativas
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Resolução comentada
Análise das alternativas
O trote é uma atividade lúdica em que ________ ser preservada a intimidade e a honra dos calouros. Os abusos que, esporadicamente, ________ não podem justificar que se ________ uma norma rígida para ________ essa prática tradicional nas universidades.Resolução comentada
Análise das alternativas
“Aquele rio
era como um cão sem plumas.
Nada sabia da chuva azul,
da fonte cor-de-rosa,
da água do copo de água,
da água de cântaro,
dos peixes de água,
da brisa na água.” (João Cabral de Melo Neto)
I- “de água”, “de cântaro” e “sem plumas” são locuções adjetivas.
II- “azul” e “cor-de-rosa” são adjetivos.
III- “da água”, “de água” e “na água” são locuções adjetivas.
IV- “da fonte” e “dos peixes” são locuções adjetivas.
Está correto o que se afirma emResolução comentada
Análise das alternativas
“Desta vez, o muro não era alto, e a espiga era baixinha; bastava esticar o braço com algum esforço, para arrancá-la do pé. Rangel andava neste trabalho desde alguns meses. Não esticava o braço sem espiar primeiro para todos os lados, a ver se vinha alguém, e, se vinha alguém, disfarçava e ia-se embora.” (Machado de Assis)
Quantas orações subordinadas substantivas há no texto acima?Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
A ________ estava prestes a começar, e o preletor ainda ________, horas antes, ________ de como abordar o assunto principal, ________ de que a decisão fosse tomada o mais breve possível.Resolução comentada
Análise das alternativas
I- Muito riso, pouco siso.
II- O muito sem Deus não é nada.
III- Muito ajuda quem não atrapalha.
A palavra “muito” neles presente é advérbio somente emResolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
Resolução comentada
Análise das alternativas
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Classifique morfologicamente os termos em destaque nos versos acima e assinale a alternativa com a sequência correta.
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Texto-base:
Leia:
Leia:
Classifique sintaticamente os termos em destaque e assinale a alternativa com a sequência correta.
Considerando a regência verbal, assinale a alternativa cujo espaço não deve ser preenchido com nenhuma preposição.
Assinale a alternativa cujos verbos completam o texto abaixo, observando a concordância.
Leia o texto abaixo e avalie as afirmações.
Leia:
Em qual alternativa o emprego da crase está incorreto?
Assinale a alternativa em que não há erro de acentuação.
Quanto ao gênero, assinale a alternativa em que não há substantivo sobrecomum.
Assinale a alternativa que completa a frase abaixo.
Leia os provérbios abaixo:
Em qual alternativa o verbo em destaque está empregado corretamente?
Assinale a alternativa que não contém predicado verbo-nominal.
As alternativas abaixo compõem um texto. Assinale a que apresenta um erro de pontuação.
Leia: